AES TIETÊ ENERGIA S.A
CNPJ 04128563000110 · código CVM 18970Visão geral
| Situação na CVM | CANCELADA |
|---|---|
| Registro na CVM | 29/06/2001 |
| Cancelamento do registro | 13/05/2021 (ELISÃO POR INCORPORAÇÃO) |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Energia Elétrica |
| Listagem na B3 (início) | 05/10/2001 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2021) | 74,5% |
| Auditor independente (2021) | Ernst & Young Auditores Independentes S/S |
| Site / Relações com Investidores | http://ri.aesbrasil.com.br ↗ |
Respostas no ano 2021
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 69,2% | 31 | 11 | 10 | 2 | 36 | Básico |
| 2019 | 69,2% | 31 | 11 | 10 | 2 | 36 | Básico |
| 2020 | 76,0% | 36 | 9 | 7 | 2 | 32 | Básico |
| 2021 | 74,5% | 33 | 9 | 7 | 5 | 32 | Básico |
Acionistas
8 Sim · 2 Não · 0 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA estrutura de capital da Companhia considera a emissão de ações preferenciais e ordinárias negociadas sob a forma de units. As units são formadas por 4 ações preferenciais e 1 ação ordinária. Em 29 de março de 2021, em virtude da conclusão da reorganização societária entre a Companhia e a AES Brasil Energia S.A. ("AES Brasil"), os acionistas titulares de ações de emissão da AES Tietê no encerramento do pregão de 26 de março de 2021, receberam ações de emissão da AES Brasil, na proporção de 0,2 ações de emissão da AES Brasil para cada ação da AES Tietê, e os detentores de Units de emissão da AES Tietê receberam ações de emissão da AES Brasil na proporção de 1 ação para cada Unit, consequentemente. Nessa mesma data, as ações de emissão da AES Tietê deixaram de ser negociadas e foram iniciados os negócios com as ações de AES Brasil, no segmento do Novo Mercado, e cujo capital social é composto por ações ordinárias. A Companhia é integralmente detida pela AES Brasil. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaPreviamente à migração da Companhia para o Nível 2 de Governança Corporativa da B3 - Bolsa, Brasil, Balcão ("Nível 2 da B3") o Estatuto Social foi reformado passando a prever que a alienação do controle da companhia deve ser realizada sob condição suspensiva ou resolutiva de que o adquirente se obrigue a efetivar oferta pública de aquisição das demais ações dos outros acionistas da Companhia. Nesta ocasião, ao aprovar a proposta da Administração para a assembleia geral, o Conselho de Administração analisou e discutiu de forma crítica as vantagens e desvantagens de tal medida de defesa. Adicionalmente, em linha com o constante no Art. 28 (xxvii) do Estatuto Social, o Conselho de Administração deve manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações que tenha por objeto as ações de emissão da Companhia, por meio de parecer prévio fundamentado, divulgado em até 15 dias da publicação do edital da oferta pública de aquisição de ações, que deverá abordar, no mínimo (i) a conveniência e oportunidade da oferta pública de aquisição de ações quanto ao interesse do conjunto dos acionistas e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua titularidade: (ii) as repercussões da oferta pública de aquisição de ações sobre os interesses da Companhia: (iii) os planos estratégicos divulgados pelo ofertante em relação à Companhia (iv) outros pontos que o Conselho de Administração considerar pertinentes, bem como as informações exigidas pelas regras aplicáveis estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Muito embora não tenha sido registrada qualquer oferta pública de aquisição de ações que tenha por objeto as ações de emissão da Companhia, o Conselho de Administração se manifestou formalmente acerca da proposta hostil apresentada por Eneva S.A. em março de 2020, mediante a divulgação ao mercado de relatório detalhado com seu posicionamento em anexo ao Fato Relevante publicado em 19/04/2020 (disponível em http://ri.aestiete.com.br/listagroup.aspx?idCanal=aiiTCD2s5lDUIGHa/h8h5Q==). Em 29 de março de 2021, em virtude da conclusão da reorganização societária entre a Companhia e a AES Brasil Energia S.A. ("AES Brasil"), os acionistas titulares de ações de emissão da AES Tietê no encerramento do pregão de 26 de março de 2021, receberam ações de emissão da AES Brasil, na proporção de 0,2 ações de emissão da AES Brasil para cada ação da AES Tietê, e os detentores de Units de emissão da AES Tietê receberam ações de emissão da AES Brasil na proporção de 1 ação para cada Unit, consequentemente. Nessa mesma data, as ações de emissão da AES Tietê deixaram de ser negociadas e foram iniciados os negócios com as ações de AES Brasil, no segmento do Novo Mercado. A Companhia é integralmente detida pela AES Brasil. Não há no estatuto social da Companhia cláusulas que inviabilizem a remoção da referida medida do estatuto social. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaNão há regra estatutária que determine acréscimos de prêmios ao preço da oferta. Há, todavia, determinação no sentido de que seja assegurado aos acionistas minoritários tratamento igualitário àquele dado ao acionista controlador alienante na hipótese de alienação de controle (Art. 43 do Estatuto Social disponível em www.riaesbrasil.com.br). A Companhia é integralmente detida pela AES Brasil. A Companhia não publicou a análise do conselho de administração em relação às vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaAtualmente, a Companhia não possui política formal de destinação de resultados, mas segue prática de distribuição em linha com a Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto Social, que determina distribuição de dividendo obrigatório correspondente ao percentual mínimo de 25% do resultado do exercício. Adicionalmente, o Estatuto Social da AES Tietê Energia possibilita que o Conselho de Administração delibere sobre a distribuição de dividendos intermediários semestralmente ou em períodos inferiores, com base em balanço especialmente levantado para esse fim. Desde 2006 a Companhia tem como prática distribuir a totalidade de seu lucro líquido na forma de proventos. A AES Tietê Energia também adota como prática a distribuição trimestral de dividendos, sendo que tais distribuições são previamente avaliadas e recomendadas pela Diretoria, opinadas pelo Conselho Fiscal, se instalado, aprovadas pelo Conselho de Administração e, por fim, ratificadas pela Assembleia Geral Ordinária. A Administração analisa o resultado de cada trimestre e, com base nas projeções para investimentos e fluxo de caixa, define o montante a ser distribuído buscando o melhor interesse da Companhia e a distribuição do máximo possível aos acionistas sem, contudo, comprometer os investimentos necessários para a execução do objeto social. A Companhia é integralmente detida pela AES Brasil. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
8 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaEm linha com o previsto no Artigo 28 do Estatuto Social cabe ao Conselho de Administração fixar a orientação geral dos negócios da Companhia e aprovar o plano de negócios anual e quinquenal, oportunidade em que são definidas as estratégias do negócio considerando o impacto para todos os stakeholders e a perenidade da Companhia. Adicionalmente, o Conselho de Administração revisa periodicamente o mapa de riscos da Companhia e a respectiva política de gestão de riscos, revê o sistema de governança corporativa e instala comitês de assessoramento para análise de temas específicos, acompanha as práticas de ética e compliance, bem como as demais políticas que impactam o relacionamento da Companhia com o mercado, tais como a de negociação de valores mobiliários e divulgação de informações relevantes. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaA Companhia é integralmente detida pela AES Brasil e a indicação dos membros é realizada por esta. No entanto, no momento da indicação, o acionista controlador leva em consideração a reputação ilibada do candidato, trajetória profissional, visão estratégica, disponibilidade de tempo, alinhamento e comprometimento com os princípios e valores do Código de Conduta da Companhia. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaEmbora a Companhia não esteja sujeita a regras que determinem número mínimo de conselheiros externos ou independentes, o Regimento Interno do Conselho de Administração da Companhia, disponível no site de Relações com Investidores, prevê que, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos seus membros serão conselheiros independentes, os quais devem ser expressamente declarados como tais na Assembleia que os eleger. Serão considerados Conselheiros Independentes aqueles que atendam aos critérios de independência fixados no Regulamento de Listagem do Nível 2, incluindo os eleitos na forma do Artigo 141, Parágrafos 4º e 5º, da Lei nº 6.404/76 por meio do voto em separado. O atendimento aos critérios de independência será reavaliado periodicamente sempre que houver renovação de mandato ou nova eleição dos membros do Conselho, por meio da análise de formulário e declaração de independência a ser preenchido e assinado pelo conselheiro quando da sua candidatura. Adicionalmente, caso deixe de atender aos critérios de independência, o Conselheiro Independente deve comunicar o fato imediatamente ao Presidente do Conselho e à administração da Companhia. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaConforme previsto no Regimento Interno do Conselho de Administração, a avaliação do Conselho como órgão colegiado será realizada anualmente e a síntese dos seus resultados será divulgada no Relatório Anual da Companhia. A Companhia estuda a melhor forma de implementar o processo de avaliação. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaCom o intuito de assegurar a sustentabilidade nas atividades da Companhia em eventual necessidade de substituição do Diretor Presidente, a Companhia adota plano de sucessão desenvolvido pelo Comitê de Remuneração e Pessoas em conjunto com o presidente do Conselho de Administração, revisado anualmente por este órgão. A última atualização do referido plano foi realizada em 23 de abril de 2019. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaNas reuniões mensais do Conselho de Administração é apresentado o panorama dos negócios com informações atualizadas sobre o desempenho e práticas da Companhia nos aspectos operacionais, de segurança do trabalho, processos judiciais relevantes, novos negócios e informações financeiras (tais como projeções e fluxo de caixa). Tais apresentações são realizadas pelos executivos responsáveis por cada área, facilitando a integração com os conselheiros. Adicionalmente, a Companhia realiza, em cada renovação de mandato, um processo de integração para os novos conselheiros. Nesta oportunidade são apresentadas informações gerais sobre os negócios, setor de atuação, riscos e assuntos estratégicos. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração prevê em seu item 8.8.1 que as atas serão redigidas com clareza, registrarão todas as decisões tomadas, incluindo votos contrários e abstenções, devendo ser aprovadas e assinadas por todos os conselheiros presentes. |
Sim |
Diretoria
4 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaEmbora a Diretoria não possua um Regimento Interno próprio, a política de gestão de riscos, aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração, descreve a estrutura de gestão de riscos, juntamente com o seu funcionamento, papéis e responsabilidades. Não obstante, a Companhia estuda a adoção do Regimento. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia adota processo anual de avaliação de desempenho por meio do qual os profissionais são avaliados pela a sua performance no atingimento dos objetivos estratégicos e recompensados pelo seu desempenho, conforme detalhado no Item 13.1 do Formulário de Referência. As metas de desempenho do diretor presidente são revistas e opinadas pelo Comitê de Remuneração e Pessoas e posteriormente aprovadas pelo Conselho de Administração. As metas para o exercício de 2021 ainda não foram aprovadas na reunião do conselho de administração. A avaliação dos atingimentos é feita após término do ano de exercício e os resultados refletem a performance dos objetivos estratégicos acompanhadas ao longo do ano pelo Conselho de Administração. A definição e resultados das metas dos demais diretores se dá pelo desdobramento das metas do Diretor Presidente e objetivos estratégicos da empresa, sendo validadas pelo Diretor Presidente conjuntamente com a área de Recursos Humanos |
Parcialmente |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia adota processo anual de avaliação de desempenho por meio do qual os profissionais são avaliados pela a sua performance no atingimento dos objetivos estratégicos e recompensados pelo seu desempenho, conforme detalhado no Item 13.1 do Formulário de Referência. As metas de desempenho do diretor presidente são revistas e opinadas pelo Comitê de Remuneração e Pessoas e posteriormente aprovadas pelo Conselho de Administração. As metas para o exercício de 2021 ainda não foram aprovadas na reunião do conselho de administração. A avaliação dos atingimentos é feita após término do ano de exercício e os resultados refletem a performance dos objetivos estratégicos acompanhadas ao longo do ano pelo Conselho de Administração. A definição e resultados das metas dos demais diretores se dá pelo desdobramento das metas do Diretor Presidente e objetivos estratégicos da empresa, sendo validadas pelo Diretor Presidente conjuntamente com a área de Recursos Humanos |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaO Comitê de Remuneração e Pessoas é responsável por revisar anualmente os parâmetros e diretrizes e a consequente política de remuneração e demais benefícios a serem atribuídos aos administradores da Companhia. Esta revisão não é aprovada formalmente pelo Conselho de Administração, mas cabe ao comitê informar ao Conselho de Administração em caso de mudanças significativas nas práticas atuais. A Diretoria possui um elemento de remuneração de longo prazo conforme exposto no item 14.4 do Formulário de Referência e que leva em consideração resultados de médio e longo prazo da Companhia. Os programas de remuneração variável possuem limites de pagamento conforme políticas internas e alinhadas a práticas de mercado. Todas as alterações de remuneração são avaliadas e aprovadas pela área de recursos humanos e a remuneração da diretoria é revista pelo comitê de remuneração e pessoas. A remuneração da diretoria é vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a Companhia. O processo de avaliação de desempenho dos diretores considera, dentre outros fatores, os limites de risco definidos pela Administração e veda que uma mesma pessoa controle o processo decisório sobre sua própria remuneração. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaO Comitê de Remuneração e Pessoas é responsável por revisar anualmente os parâmetros e diretrizes e a consequente política de remuneração e demais benefícios a serem atribuídos aos administradores da Companhia. Esta revisão não é aprovada formalmente pelo Conselho de Administração, mas cabe ao comitê informar ao Conselho de Administração em caso de mudanças significativas nas práticas atuais. A Diretoria possui um elemento de remuneração de longo prazo conforme exposto no item 14.4 do Formulário de Referência e que leva em consideração resultados de médio e longo prazo da Companhia. Os programas de remuneração variável possuem limites de pagamento conforme políticas internas e alinhadas a práticas de mercado. Todas as alterações de remuneração são avaliadas e aprovadas pela área de recursos humanos e a remuneração da diretoria é revista pelo comitê de remuneração e pessoas. A remuneração da diretoria é vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a Companhia. O processo de avaliação de desempenho dos diretores considera, dentre outros fatores, os limites de risco definidos pela Administração e veda que uma mesma pessoa controle o processo decisório sobre sua própria remuneração. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO Comitê de Remuneração e Pessoas é responsável por revisar anualmente os parâmetros e diretrizes e a consequente política de remuneração e demais benefícios a serem atribuídos aos administradores da Companhia. Esta revisão não é aprovada formalmente pelo Conselho de Administração, mas cabe ao comitê informar ao Conselho de Administração em caso de mudanças significativas nas práticas atuais. A Diretoria possui um elemento de remuneração de longo prazo conforme exposto no item 14.4 do Formulário de Referência e que leva em consideração resultados de médio e longo prazo da Companhia. Os programas de remuneração variável possuem limites de pagamento conforme políticas internas e alinhadas a práticas de mercado. Todas as alterações de remuneração são avaliadas e aprovadas pela área de recursos humanos e a remuneração da diretoria é revista pelo comitê de remuneração e pessoas. A remuneração da diretoria é vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a Companhia. O processo de avaliação de desempenho dos diretores considera, dentre outros fatores, os limites de risco definidos pela Administração e veda que uma mesma pessoa controle o processo decisório sobre sua própria remuneração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
3 Sim · 3 Não · 1 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia é integralmente detida pela AES Brasil, que por sua vez possui um Comitê de Auditoria Estatutário que supervisiona e monitora as atividades da auditoria interna, da área de controles internos da Companhia e dos sistemas de controle e gerenciamento de riscos, monitorando a efetividade e a suficiência das respectivas estruturas, bem como a qualidade e integridade de seus processos, além de avaliar as informações financeiras da Companhia. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui Comitê de Auditoria. Contudo, possui Conselho Fiscal instalado anualmente, com membros eleitos pela Assembleia Geral que possuem atribuições e poderes conferidos por lei. O Conselho Fiscal monitora a efetividade do trabalho dos auditores independentes, bem como como sua independência, além de avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e da auditoria interna. Adicionalmente, cumpre ressaltar que a Companhia pretende migrar para o Novo Mercado da B3. O processo de migração prevê a instalação do comitê de auditoria e revisão da estrutura de reporte da auditoria independente. |
Não |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Gerência de Auditoria Interna da Companhia responde administrativamente à Diretoria Jurídica, Compliance e Auditoria Interna e funcionalmente à Diretora de Auditoria Interna da The AES Corporation. Periodicamente, são realizados reportes para o Conselho de Administração. Adicionalmente, o Conselho de Administração aprova anualmente o Plano de Auditoria Interna, acompanha trimestralmente os resultados das auditorias realizadas e evolução dos planos de ação. Não obstante, a Companhia é integralmente detida pela AES Brasil, que por sua vez possui um Comitê de Auditoria Estatutário que supervisiona e monitora as atividades da auditoria interna, da área de controles internos da Companhia e dos sistemas de controle e gerenciamento de riscos, monitorando a efetividade e a suficiência das respectivas estruturas, bem como a qualidade e integridade de seus processos, além de avaliar as informações financeiras da Companhia. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaTodas as políticas da Companhia são aprovadas por Diretores e algumas são submetidas ao Conselho de Administração, tais como as de Riscos, Negociação de Valores Mobiliários e Divulgação de Informações Relevantes. Em complemento, a área de auditoria interna executa anualmente o processo de avaliação de controles internos, com reporte dos resultados dos testes e andamento dos planos de ação ao Conselho de Administração. O Programa de Compliance da Companhia é reavaliado a cada dois anos e sua estrutura é apresentada ao Conselho de Administração. Por sua vez, a Política de Riscos é revisada periodicamente pelo Conselho de Administração, que discute sobre o mapa de riscos sempre que é identificada a inclusão ou exclusão de algum risco prioritário, bem como alterações relevantes no mapa. O Conselho de Administração possui os seguintes papeis e responsabilidades descritos na política de gestão de riscos: (i) deliberar sobre as questões estratégicas de gestão de riscos: (ii) avaliar e aprovar o modelo de gestão de riscos e assegurar que este seja executado de acordo com a política estabelecida: (iii) avaliar e aprovar o grau de apetite a riscos e suas faixas de tolerância (iv) fornecer em bases periódicas sua percepção quanto aos riscos tangíveis e intangíveis ao qual a Companhia está exposta e (v) avaliar e aprovar a Política de Gestão de Riscos. Por fim, a Companhia possui um Comitê de Gestão de Riscos criado pela Diretoria e com reporte para este órgão, que tem a responsabilidade de manter a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos através do teste de aderência com o mapeamento dos riscos e cálculos dos seus impactos, assim como a reavaliação de seu processo quando for necessário. A última versão da Política de Gerenciamento de Riscos foi aprovada pelo Conselho de Administração em 21/01/2021. O Programa de Compliance foi revisado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em maio de 2017. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaTodas as políticas da Companhia são aprovadas por Diretores e algumas são submetidas ao Conselho de Administração, tais como as de Riscos, Negociação de Valores Mobiliários e Divulgação de Informações Relevantes. Em complemento, a área de auditoria interna executa anualmente o processo de avaliação de controles internos, com reporte dos resultados dos testes e andamento dos planos de ação ao Conselho de Administração. O Programa de Compliance da Companhia é reavaliado a cada dois anos e sua estrutura é apresentada ao Conselho de Administração. Por sua vez, a Política de Riscos é revisada periodicamente pelo Conselho de Administração, que discute sobre o mapa de riscos sempre que é identificada a inclusão ou exclusão de algum risco prioritário, bem como alterações relevantes no mapa. O Conselho de Administração possui os seguintes papeis e responsabilidades descritos na política de gestão de riscos: (i) deliberar sobre as questões estratégicas de gestão de riscos: (ii) avaliar e aprovar o modelo de gestão de riscos e assegurar que este seja executado de acordo com a política estabelecida: (iii) avaliar e aprovar o grau de apetite a riscos e suas faixas de tolerância (iv) fornecer em bases periódicas sua percepção quanto aos riscos tangíveis e intangíveis ao qual a Companhia está exposta e (v) avaliar e aprovar a Política de Gestão de Riscos. Por fim, a Companhia possui um Comitê de Gestão de Riscos criado pela Diretoria e com reporte para este órgão, que tem a responsabilidade de manter a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos através do teste de aderência com o mapeamento dos riscos e cálculos dos seus impactos, assim como a reavaliação de seu processo quando for necessário. A última versão da Política de Gerenciamento de Riscos foi aprovada pelo Conselho de Administração em 21/01/2021. O Programa de Compliance foi revisado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em maio de 2017. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaEspecificamente no que se refere ao Programa de Compliance, a estrutura é revisada pelo Conselho de Administração a cada dois anos. |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia não disponibiliza em seu Código de Ética diretrizes específicas para o tratamento de questões envolvendo conflito de interesses dos membros do Conselho de Administração ou Comitê de Auditoria. Não obstante, nosso Código de Conduta traz princípios e boas práticas que devem ser seguidos por todos os colaboradores e líderes da AES, indistintamente. Outrossim, temos a Política de Conflito de interesses que trata sobre o tema de maneira específica. O Código de Ética da Companhia e demais regulamentos internos da Área de Compliance estabelece os princípios éticos que fundamentam as ações e políticas que orientam toda a companhia, estabelecendo valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita. O Código de Conduta disciplina as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores em geral, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta. O escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada são regulados através da Política de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração e disponível no site da Companhia (http://ri.aesbrasil.com.br). A Companhia possui Política de Alçadas que regula a separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança, executivos e demais colaboradores. A estrutura da equipe de Ética e Compliance da Companhia é composta da seguinte forma: 1 Diretor de Ética e Compliance, 1 Coordenadora de Ética e Compliance, 1 Advogado de Ética e Compliance. Acerca do Canal de Denúncias, o Grupo AES Brasil possui um canal terceirizado e confidencial para denúncias e questionamentos sobre dilemas éticos (AES Helpline), aberto para todas as nossas partes interessadas (colaboradores, terceirizados, fornecedores, prestadores de serviço e clientes), disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, em idioma local. O contato com o AES Helpline pode ser feito de forma identificada ou anônima através do telefone 0800-891-4167 ou pelo website www.aeshelpline.com. O sigilo é mantido e todas as informações são tratadas com confidencialidade. Adicionalmente, a área de Ética e Compliance conta com a parceria técnica de Auditoria Interna, Recursos Humanos, Segurança do Trabalho e Segurança Patrimonial em algumas investigações. Para tomada de decisão em casos mais sensíveis, a Companhia encaminha tais assuntos para apreciação da alta administração da empresa. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia não disponibiliza em seu Código de Ética diretrizes específicas para o tratamento de questões envolvendo conflito de interesses dos membros do Conselho de Administração ou Comitê de Auditoria. Não obstante, nosso Código de Conduta traz princípios e boas práticas que devem ser seguidos por todos os colaboradores e líderes da AES, indistintamente. Outrossim, temos a Política de Conflito de interesses que trata sobre o tema de maneira específica. O Código de Ética da Companhia e demais regulamentos internos da Área de Compliance estabelece os princípios éticos que fundamentam as ações e políticas que orientam toda a companhia, estabelecendo valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita. O Código de Conduta disciplina as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores em geral, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta. O escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada são regulados através da Política de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração e disponível no site da Companhia (http://ri.aesbrasil.com.br). A Companhia possui Política de Alçadas que regula a separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança, executivos e demais colaboradores. A estrutura da equipe de Ética e Compliance da Companhia é composta da seguinte forma: 1 Diretor de Ética e Compliance, 1 Coordenadora de Ética e Compliance, 1 Advogado de Ética e Compliance. Acerca do Canal de Denúncias, o Grupo AES Brasil possui um canal terceirizado e confidencial para denúncias e questionamentos sobre dilemas éticos (AES Helpline), aberto para todas as nossas partes interessadas (colaboradores, terceirizados, fornecedores, prestadores de serviço e clientes), disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, em idioma local. O contato com o AES Helpline pode ser feito de forma identificada ou anônima através do telefone 0800-891-4167 ou pelo website www.aeshelpline.com. O sigilo é mantido e todas as informações são tratadas com confidencialidade. Adicionalmente, a área de Ética e Compliance conta com a parceria técnica de Auditoria Interna, Recursos Humanos, Segurança do Trabalho e Segurança Patrimonial em algumas investigações. Para tomada de decisão em casos mais sensíveis, a Companhia encaminha tais assuntos para apreciação da alta administração da empresa. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs situações de conflito de interesse no âmbito da Companhia são reguladas pela Política de Conflito de Interesses, Regimento Interno do Conselho de Administração, Estatuto Social e legislação aplicável, os quais definem, em linhas gerais, que qualquer pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular e se afastar da tomada de decisão. Ademais, não o fazendo, outra pessoa que o identifique poderá manifestar o conflito e formalizar através do canal de denúncias da Companhia. A Companhia divulga através do site de Relações com Investidores (http://ri.aesbrasil.com.br ) endereço de e-mail (assembleia.aestiete@aes.com) através do qual acionistas e o mercado em geral podem direcionar recomendações, questionamentos e até mesmo denúncias relacionadas às assembleias gerais e assuntos submetidos à votação. Havendo notícia de qualquer situação em possa ser identificada situação de conflito de interesses a Companhia irá avaliar e tomar as providências necessárias para que, em sendo confirmado o conflito, sejam os votos anulados conforme previsto na regulamentação vigente |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia divulga através do site de Relações com Investidores (http://ri.aestiete.com.br) endereço de e-mail (assembleia.aestiete@aes.com) através do qual acionistas e o mercado em geral podem direcionar recomendações, questionamentos e até mesmo denúncias relacionadas às assembleias gerais e assuntos submetidos à votação. Havendo notícia de qualquer situação em possa ser identificada situação de conflito de interesses a Companhia irá avaliar e tomar as providências necessárias para que, em sendo confirmado o conflito, sejam os votos anulados conforme previsto na regulamentação vigente. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaAs situações de conflito de interesse no âmbito da Companhia são reguladas pela Política de Conflito de Interesses, Regimento Interno do Conselho de Administração, Estatuto Social e legislação aplicável, os quais definem, em linhas gerais, que qualquer pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular e se afastar da tomada de decisão. Ademais, não o fazendo, outra pessoa que o identifique poderá manifestar o conflito e formalizar através do canal de denúncias da Companhia. A Companhia divulga através do site de Relações com Investidores (http://ri.aesbrasil.com.br ) endereço de e-mail (assembleia.aestiete@aes.com) através do qual acionistas e o mercado em geral podem direcionar recomendações, questionamentos e até mesmo denúncias relacionadas às assembleias gerais e assuntos submetidos à votação. Havendo notícia de qualquer situação em possa ser identificada situação de conflito de interesses a Companhia irá avaliar e tomar as providências necessárias para que, em sendo confirmado o conflito, sejam os votos anulados conforme previsto na regulamentação vigente |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaO estatuto social da Companhia determina que estão sujeitas à aprovação pelo Conselho de Administração a participação ou realização de quaisquer operações com partes relacionadas que envolvam, isolada ou conjuntamente, valor igual ou superior a R$10.000.000,00 por exercício social. As regras relacionadas à não participação de pessoas conflitadas estão indicadas na Política de Conflito de Interesses da Companhia e no Regimento Interno do Conselho de Administração, os quais determinam que, havendo algum conflito de interesses (ou mesmo a impressão de existir algum conflito de interesses), a pessoa conflitada deve se afastar da situação e se abster de tomar qualquer decisão ou atitude relativa ao assunto até que a situação seja completamente resolvida. Por sua vez a Política de Partes Relacionadas dispõe que cabe à administração deliberar atentando aos interesses da Companhia, sempre considerando as condições de mercado. A concessão de empréstimos pela Companhia não é vedada, seja pelo estatuto ou por políticas internas, entretanto, havendo qualquer proposta neste sentido, seriam aplicadas as regras e processo de aprovação relativo às contratações entre partes relacionadas. A Companhia esclarece que não foi realizada qualquer transação com esta característica. No que se refere às reestruturações societárias realizadas entre partes relacionadas a Companhia adota as regras definidas pela Comissão de Valores Mobiliários e B3 - Bolsa, Brasil, Balcão, bem como a legislação aplicável em vigor. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaPara fiscalizar a negociação nos períodos elencados pelas pessoas vinculadas, a Companhia utiliza procedimento de comunicação de informações sobre as negociações por administradores e acionistas controladores, conforme descrito na Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Companhia, ambos disponíveis no website da CVM). De acordo com tal procedimento, os administradores, os conselheiros fiscais e os membros de órgãos estatutários deverão informar ao Diretor de Relações com Investidores a titularidade de Valores Mobiliários de emissão da Companhia, de acionista controlador, de sociedades controladas e de sociedades coligadas, desde que se trate de companhias abertas, bem como as alterações nessas posições. Esta comunicação deverá ser feita no primeiro dia útil após a sua investidura no cargo e no prazo 5 (cinco) dias após a realização de cada negócio. Os acionistas controladores deverão comunicar detalhadamente à Companhia quaisquer negociações que vierem a ser efetuadas com Valores Mobiliários de emissão da Companhia, informando inclusive o preço, no prazo de 10 (dez) dias após o término do mês em que se verificar a negociação. Cabe ao Diretor de Relações com Investidores comunicar à CVM e à B3 imediatamente após a investidura no cargo: e no prazo máximo de 10 (dez) dias após o término de cada mês, indicando o saldo da posição detida no período, de acordo com a Instrução CVM nº 358, em formulário cujo modelo encontra-se no Anexo II da Política de Negociação de Ações da Companhia aprovada na reunião do conselho de administração da Companhia realizada em 15 de maio de 2008. No que tange o monitoramento das negociações realizadas por seus administradores, conselheiros e membros dos órgãos estatutários, em cumprimento à previsão do artigo 11 da Instrução CVM nº 358/2002, a Companhia solicita, ao final de cada mês, que em caso de movimentação seja informado a titularidade e as negociações realizadas com valores mobiliários emitidos pela própria Companhia, e por suas controladoras ou controladas, desde que também se trate de companhias abertas, efetuadas pelos administradores, conselheiros e membros dos órgãos estatutários e/ou de seus cônjuges, companheiros e respectivos dependentes. As informações incluem a data, quantidade, e o montante negociado dos valores mobiliários. Paralelamente, para a verificação de quaisquer descumprimentos, a Companhia realiza a análise de sua base acionária para verificar as respectivas posições. A negociação com Valores Mobiliários de emissão da Companhia por parte das pessoas vinculadas em violação às regras estabelecidas na Política de Negociação, na Instrução da CVM nº 358 e nos demais dispositivos legais e regulamentares aplicáveis poderá sujeitar o infrator a responder processo administrativo sancionador e à aplicação, pela CVM, de penalidades previstas no artigo 11 da Lei n° 6.385 (advertência, multa de até 3 (três) vezes o montante da vantagem econômica obtida ou da perda evitada em decorrência do ilícito, suspensão ou inabilitação para o exercício dos cargos de administrador ou conselheiro fiscal de companhia aberta, de entidade do sistema de distribuição de valores mobiliários ou de outras entidades que dependam de autorização ou registro na CVM, e/ou proibição para atuar, direta ou indiretamente, em uma ou mais modalidades de operação no mercado de valores mobiliários. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Política de Investimento Social Privado, Doações e Patrocínios, aprovada pelo Conselho de Administração em 07/10/2020, estabelece que a Companhia e suas subsidiárias não realizam, em nenhuma hipótese, qualquer doação ou contribuição de caráter político, eleitoral e/ou de natureza semelhante, tampouco a qualquer ente público caso não estejam em estrita consonância com os pilares de atuação e orientadores estratégicos determinados na Política, seja a doação ou contribuição em dinheiro, troca de favores ou qualquer outra forma. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaNão aplicável. Contribuições são vedadas. De acordo com a legislação brasileira, doações políticas de empresas privadas para partidos políticos ou campanhas políticas são proibidas. Adicionalmente, nossas políticas de Presentes e Entretenimento e Anticorrupção proíbem qualquer benefício a agentes/autoridades públicas, incluindo partidos políticos, a fim de influenciar os negócios da Companhia. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
201020112012201320142015201620172018201920202021
Conselho de Administração 19 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Arminio Francisco Borjas HerreraGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 3 | 60.00% |
| Bernerd Raymond Da Santos ÁvilaGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/07/2020 | Até AGO de 2022 | 4 | 40.00% |
| Charles LenziGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 100.00% |
| Daniel de Sousa MeloGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 0 | 0.00% |
| Denise Duarte Damiani IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO 2022 | 1 | 100.00% |
| Fellipe Agostini SilvaGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 0 | 100.00% |
| Francisco Jose Morandi LopezGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 3 | 100.00% |
| Franklin Lee Feder IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 3 | 100.00% |
| Julian Jose Nebreda MarquezGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 31/07/2020 | AGO/2022 | 3 | 100.00% |
| Kleber Jansen CostaGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 52.00% |
| Krista SweigartGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/07/2020 | Até AGO de 2022 | 3 | 60.00% |
| Leonardo Eleutério MorenoGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 62.00% |
| Marcelo Daniel AicardiGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 48.00% |
| Maria Paz Tereza Cerda HerrerosGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 18.00% |
| Mathew Theodore OliveGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 48.00% |
| Ricardo Bull SilvarinhoGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 0.64% |
| Roberto Oliveira de Lima IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 0 | 100.00% |
| Susan Pasley Keppelman HarcourtGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 82.00% |
| Vicente Javier GiorgioGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 31/07/2020 | AGO/2022 | 1 | 0.00% |
Diretoria 2 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Carlos Renato Xavier PompermaierGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 05/11/2020 | 17/12/2021 | 0 | 0.00% |
| Clarissa Della Nina Sadock AccorsiGin | Diretoria | 13 - Diretor Presidente / Diretor de Relações com Investidores | 06/12/2018 | 17/12/2021 | 2 | 0.00% |
Remuneração total, por órgão — exercício 2021
Prevista para 2021 (FRE 2021)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 11 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 5 | 3 |
| Salário ou pró-labore | 771.750 | 1.578.000 | 3.129.529 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 781.805 |
| Participação em comitês | 0 | 156.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 154.350 | 346.800 | 625.906 |
| Bônus | 0 | 0 | 2.031.854 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 779.606 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 260.794 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 1.798.348 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 311.029 |
| Total do órgão | 926.100 | 2.080.800 | 9.718.870 |
Realizada em 2021 (FRE 2022)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2021: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2021; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2022 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2021
Realizada em 2021
A realizada em 2021 será reportada no FRE de 2022, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2021 vem do FRE de 2022.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 19/08/2020 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 05/05/2020 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/04/2016 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/04/2016 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/04/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/03/2015 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/04/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/03/2015 |
| 2016 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/04/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/03/2015 |
| 2015 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/04/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/03/2015 |
| 2014 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 02/04/2004 → 31/12/2011 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 02/04/2004 → 31/12/2011 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 02/04/2004 → 31/12/2011 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 02/04/2004 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 06/02/2009 → 31/12/2010 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
201020112012201320142015201620172018201920202021
Posição acionária 3 acionistas listados
| Acionista | Nacionalidade | % ON | % PN | % Total | Marcações |
|---|---|---|---|---|---|
| AES Brasil Energia S.A. | Brasil | 100% | 100% | 100% | |
| Ações Tesouraria | — | 0% | 0% | 0% | |
| Outros | — | 0% | 0% | 0% |
Acionistas com 5% ou mais de uma classe de ações, e demais listados no FRE. A composição interna de blocos (quem integra cada acionista agregado) está na base de dados.
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 0 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 0 (0%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 0 (0%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2021).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 03/11/2021 | 1.765.947.668 | 786.265.136 | 1.209.267.480 | 1.995.532.616 |
| Capital Autorizado | 26/10/2015 | 4.600.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 07/08/2019 | 474.607.391 | 786.265.136 | 1.209.267.480 | 1.995.532.616 |
| Capital Emitido | 15/08/2016 | 416.645.640 | 775.174.584 | 1.192.210.328 | 1.967.384.912 |
| Capital Integralizado | 07/08/2019 | 474.607.391 | 786.265.136 | 1.209.267.480 | 1.995.532.616 |
| Capital Integralizado | 15/08/2016 | 416.645.640 | 775.174.584 | 1.192.210.328 | 1.967.384.912 |
| Capital Subscrito | 07/08/2019 | 474.607.391 | 786.265.136 | 1.209.267.480 | 1.995.532.616 |
| Capital Subscrito | 15/08/2016 | 416.645.640 | 775.174.584 | 1.192.210.328 | 1.967.384.912 |
20102011201320142015201620172018201920202021
Relações de subordinação 198 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| Arminio Francisco Borjas Herrera | Conselheiro de Administração Suplente | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Arminio Francisco Borjas Herrera | Conselheiro de Administração Suplente | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Arminio Francisco Borjas Herrera | Conselheiro de Administração Suplente | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AES Tietê Eólica S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AES Tietê Inova Soluções de Energia I Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AES Tietê Inova Soluções de Energia II Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AES Tietê Inova Soluções de Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AES Tietê Integra Soluções em Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AES Tucano Holding I S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AES Tucano Holding II S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AGV Solar IV Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AGV Solar V Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | AGV Solar VI Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Boa Hora 1 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Boa Hora 2 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Boa Hora 3 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Ametista S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Borgo S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Caetité S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Dourados S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Espigão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Morrão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Pelourinho S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Pilões S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Seraíma S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Serra do Espinhaço S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Tanque S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas Ventos do Nordeste S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas da Prata S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Centrais Eólicas dos Araçás S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Guaimbê I Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Guaimbê II Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Guaimbê III Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Guaimbê IV Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Guaimbê V Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Carlos Renato Xavier Pompermaier | Diretor Vice-Presidente | Nova Energia Holding S.A | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AES Tietê Eólica S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AES Tietê Eólica S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AES Tietê Eólica S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AES Tucano Holding I S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AES Tucano Holding I S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AES Tucano Holding II S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AES Tucano Holding II S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar IV Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar IV Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar IV Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar V Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar V Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar V Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar VI Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar VI Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | AGV Solar VI Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 1 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 1 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 1 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 2 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 2 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 2 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 3 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 3 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Boa Hora 3 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Ametista S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Ametista S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Ametista S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Caetité S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Caetité S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Caetité S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Dourados S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Dourados S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Dourados S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Espigão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Espigão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Espigão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Maron S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Maron S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Maron S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Morrão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Morrão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Morrão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Pelourinho S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Pelourinho S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Pelourinho S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Pilões S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Pilões S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Pilões S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Seraíma S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Seraíma S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Seraíma S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Serra do Espinhaço S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Serra do Espinhaço S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Serra do Espinhaço S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Tanque S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Tanque S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Tanque S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Ventos do Nordeste S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Ventos do Nordeste S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas Ventos do Nordeste S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas da Prata S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas da Prata S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas da Prata S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas dos Araçás S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas dos Araçás S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Centrais Eólicas dos Araçás S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê I Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê I Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê I Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê II Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê II Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê II Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê III Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê III Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê III Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê IV Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê IV Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê IV Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê V Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê V Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Guaimbê V Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Presidente e Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Nova Energia Holding S.A | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Nova Energia Holding S.A | Controlada Direta | Subordinação |
| Clarissa Della Nina Sadock Accorsi | Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores | Nova Energia Holding S.A | Controlada Indireta | Subordinação |
| Francisco Jose Morandi Lopez | Conselheiro de Administração Suplente | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Francisco Jose Morandi Lopez | Conselheiro de Administração Suplente | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Francisco Jose Morandi Lopez | 235.561.198-03 | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Eólica S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Eólica S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Inova Soluções de Energia I Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Inova Soluções de Energia II Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Inova Soluções de Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Inova Soluções de Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Integra Soluções em Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tietê Integra Soluções em Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tucano Holding I S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AES Tucano Holding II S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AGV Solar IV Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AGV Solar IV Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AGV Solar V Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AGV Solar V Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AGV Solar VI Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | AGV Solar VI Geradora de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Boa Hora 1 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Boa Hora 1 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Boa Hora 2 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Boa Hora 2 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Boa Hora 3 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Boa Hora 3 Geradora de Energia Solar S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Ametista S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Ametista S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Borgo S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Borgo S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Caetité S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Caetité S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Dourados S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Dourados S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Espigão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Espigão S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Maron S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Morrão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Morrão S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Pelourinho S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Pelourinho S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Pilões S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Pilões S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Seraíma S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Seraíma S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Serra do Espinhaço S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Serra do Espinhaço S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Tanque S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Tanque S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Ventos do Nordeste S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas Ventos do Nordeste S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas da Prata S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas da Prata S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas dos Araçás S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Centrais Eólicas dos Araçás S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê I Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê I Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê II Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê II Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê III Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê III Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê IV Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê IV Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê V Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Guaimbê V Parque Solar Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Nova Energia Holding S.A | Controlada Direta | Subordinação |
| Italo Tadeu de Carvalho Freitas Filho | Diretor Presidente | Nova Energia Holding S.A | Controlada Direta | Subordinação |
| Julian Jose Nebreda Marquez | Conselheiro de Administração Efetivo | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Julian Jose Nebreda Marquez | Conselheiro de Administração Efetivo | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Julian Jose Nebreda Marquez | Conselheiro de Administração Efetivo | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Krista Sweigart | Conselheira de Administração Efetiva | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Krista Sweigart | Conselheira de Administração Efetiva | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Krista Sweigart | Conselheira de Administração Efetiva | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Leonardo Eleutério Moreno | Conselheiro de Administração Efetivo | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Leonardo Eleutério Moreno | Conselheiro de Administração Efetivo | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Leonardo Eleutério Moreno | Conselheiro de Administração Efetivo | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Susan Pasley Keppelman Harcourt | Conselheira de Administração Efetiva | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
| Susan Pasley Keppelman Harcourt | Conselheira de Administração Efetiva | The AES Corporation | Controlador Indireto | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 3 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| AES Tietê Integra Ltda. e Boa Hora 3 Geradora de Energia S.A. | Sociedades pertencente ao mesmo grupo econômico. | 21/12/2017 | 12.632.000 | — | N | 0.000000 |
| AES Holdings Brasil S.A. | Controladora direta. | 31/12/2019 | 9.193.820 | — | N | 0.000000 |
| FUNCESP | A Companhia é parte integrante do Conselho Deliberativo da FUNCESP. | 25/11/1997 | 6.804.000 | — | N | 0.000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| American Depositary Receipts | Estados Unidos | Mercado de balcão (OTC Market) | U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) | 09/08/2017 | 0,29% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2020.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 18.215 | 17.204 | 16.441 | 16.573 | 17.674 | 4.637 | 4.100 | 6.818 | 7.603 | 7.799 | 10.034 |
| Ativo circulante | 4.220 | 4.068 | 3.684 | 3.450 | 4.424 | 1.185 | 776 | 1.579 | 1.596 | 1.805 | 2.425 |
| Caixa e equivalentes | 304 | 208 | 211 | 272 | 218 | 1 | 72 | 135 | 153 | 32 | 505 |
| Aplicações financeiras | 2.170 | 2.038 | 1.232 | 1.368 | 1.607 | 746 | 506 | 1.070 | 881 | 1.331 | 1.521 |
| Contas a receber | 1.391 | 1.476 | 1.570 | 1.337 | 1.866 | 300 | 152 | 313 | 439 | 343 | 287 |
| Estoques | 58 | 53 | 64 | 55 | 63 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Tributos a recuperar | 190 | 175 | 452 | 224 | 239 | 136 | 44 | 33 | 22 | 24 | 35 |
| Despesas antecipadas | 3 | 3 | 4 | 31 | 31 | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 2.557 | 2.077 | 1.992 | 2.485 | 3.416 | 231 | 178 | 373 | 302 | 240 | 191 |
| Investimentos | 10 | 10 | 10 | 10 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 52 |
| Imobilizado | 3.407 | 3.165 | 3.129 | 3.150 | 3.162 | 3.145 | 3.089 | 4.722 | 5.487 | 5.536 | 6.122 |
| Intangível | 8.021 | 7.885 | 7.625 | 7.478 | 6.663 | 75 | 56 | 144 | 217 | 219 | 1.244 |
| Passivo circulante | 3.000 | 3.343 | 3.273 | 2.865 | 4.549 | 916 | 828 | 1.996 | 1.441 | 1.904 | 2.587 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 22 | 23 | 25 | 0 | 0 |
| Fornecedores | 1.048 | 1.023 | 1.431 | 1.039 | 1.753 | 352 | 412 | 843 | 1.112 | 1.228 | 1.473 |
| Dívida de curto prazo | 354 | 366 | 402 | 441 | 1.418 | 161 | 256 | 1.014 | 121 | 462 | 636 |
| Passivo não circulante | 7.780 | 5.802 | 5.824 | 7.170 | 7.222 | 1.702 | 1.694 | 3.264 | 4.638 | 4.444 | 5.605 |
| Dívida de longo prazo | 4.117 | 3.054 | 3.317 | 3.424 | 3.278 | 1.231 | 1.191 | 2.575 | 4.007 | 3.793 | 4.622 |
| Patrimônio líquido | 7.435 | 8.059 | 7.344 | 6.538 | 5.903 | 2.018 | 1.578 | 1.558 | 1.523 | 1.451 | 1.842 |
| Receita líquida | 10.017 | 9.918 | 10.100 | 9.429 | 11.765 | 2.626 | 1.561 | 1.728 | 1.924 | 2.050 | 2.011 |
| EBIT | 2.793 | 2.759 | 1.409 | 1.624 | 604 | 1.164 | 644 | 631 | 731 | 723 | 1.748 |
| Lucro líquido | 1.787 | 2.668 | 837 | 1.063 | 210 | 803 | 359 | 298 | 288 | 300 | 848 |
| Fluxo de caixa operacional | 2.878 | 2.201 | 1.473 | 1.756 | 647 | 669 | 630 | 821 | 692 | 865 | 993 |
| Fluxo de caixa de investimento | -735 | 754 | 84 | -804 | -701 | -772 | 184 | -1.345 | -881 | -701 | -753 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -2.144 | -3.050 | -1.553 | -891 | -0 | -114 | -743 | 586 | 207 | -285 | 234 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,63 | 23,57 | 23,52 | 23,53 | 23,60 | 22,26 | 22,13 | 22,64 | 22,75 | 22,78 | 23,03 |
| Tamanho (receita) | 23,03 | 23,02 | 23,04 | 22,97 | 23,19 | 21,69 | 21,17 | 21,27 | 21,38 | 21,44 | 21,42 |
| Alavancagem | 0,25 | 0,20 | 0,23 | 0,23 | 0,27 | 0,30 | 0,35 | 0,53 | 0,54 | 0,55 | 0,52 |
| Liquidez corrente | 1,41 | 1,22 | 1,13 | 1,20 | 0,97 | 1,29 | 0,94 | 0,79 | 1,11 | 0,95 | 0,94 |
| ROA | 0,10 | 0,16 | 0,05 | 0,06 | 0,01 | 0,17 | 0,09 | 0,04 | 0,04 | 0,04 | 0,08 |
| ROE | 0,24 | 0,33 | 0,11 | 0,16 | 0,04 | 0,40 | 0,23 | 0,19 | 0,19 | 0,21 | 0,46 |
| Margem líquida | 0,18 | 0,27 | 0,08 | 0,11 | 0,02 | 0,31 | 0,23 | 0,17 | 0,15 | 0,15 | 0,42 |
| Caixa / ativos | 0,02 | 0,01 | 0,01 | 0,02 | 0,01 | 0,00 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,00 | 0,05 |
| Tangibilidade | 0,19 | 0,18 | 0,19 | 0,19 | 0,18 | 0,68 | 0,75 | 0,69 | 0,72 | 0,71 | 0,61 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 2 | 23/01/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 29/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Básico | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |