BANCO MODAL S.A.
CNPJ 30723886000162 · código CVM 25755Visão geral
| Situação na CVM | CANCELADA |
|---|---|
| Registro na CVM | 28/04/2021 |
| Cancelamento do registro | 31/07/2023 (CANCELAMENTO VOLUNTÁRIO) |
| Setor de atividade | Bancos |
| Listagem na B3 (início) | 30/04/2021 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2023) | 79,3% |
| Auditor independente (2023) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | http://ri.modal.com.br ↗ |
Respostas no ano 2023
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2021 | 69,6% | 28 | 10 | 8 | 8 | 34 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2022 | 77,2% | 29 | 4 | 13 | 8 | 33 | Novo Mercado |
| 2023 | 79,3% | 30 | 3 | 13 | 8 | 32 | Novo Mercado |
Acionistas
5 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaAs regras sobre a destinação de resultados estão definidas no artigo 35 do Estatuto Social da Companhia. De acordo com tais regras, o dividendo mínimo obrigatório foi fixado em 25% (vinte e cinco por cento), no mínimo, do lucro líquido ajustado na forma do artigo 202 da Lei das S.A., serão destinados ao pagamento dos dividendos obrigatórios. Em que pese não tenha previsão expressa sobre a periodicidade de pagamento de dividendos, a Companhia realiza o pagamento de dividendos obrigatórios anual, e por deliberação do Conselho de Administração poderá levantar balanços semestrais, a fim de declarar dividendos intermediários, à conta do lucro apurado, de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
6 Sim · 1 Não · 5 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaEspecificamente, além das atribuições legais e estatutárias, a Companhia apresenta abaixo como se dá a atuação de seu Conselho de Administração para cada prática recomendada: (1) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da Companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da Companhia e a criação de valor no longo prazo: Previsto na Política de Política de ESG, publicada e ratificada pelo Conselho de Administração em 17/03/2022. (2) avaliar periodicamente a exposição da Companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios: Nos termos do artigo 30, (v), do Estatuto Social da Companhia, compete ao Comitê de Auditoria, cujos membros são eleitos pelo Conselho de Administração, possuir e divulgar meios para a recepção e tratamento de informações acerca de descumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à Companhia, além de regulamentos e códigos internos, inclusive com previsão de procedimentos específicos para a proteção do prestador da informação e da sua confidencialidade. A gestão de riscos é um processo que envolve diferentes níveis da organização da Companhia e inclui uma variedade de políticas e estratégias, tais como a Política de Gestão Integrada de Riscos, a Política de Divulgação de Informação de Gestão de Riscos e Capital, a Política de Controles Internos, a Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo (PLD/FT), além de outros normativos internos que detalham as diretrizes a serem seguidas. Além disso, a Companhia possui, entre outros, os seguintes comitês (subordinados ao Conselho de Administração) e comissões (subordinadas à Diretoria): Comitê de Remuneração, Comitê de Auditoria, Comissão de Riscos e Capital, Comissão de Compliance e Comissão de Análise de Crédito, bem como Políticas e Regimentos, aprovados na Reunião do Conselho de 21 de junho de 2021, que estabelecem as regras e seus respectivos funcionamentos, tais como: a (i) Política de indicação de membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e membros do Conselho Fiscal, (ii) Regimento Interno do Comitê de Remuneração, (iii) Regimento Interno do Comitê de Auditoria e (iv) Regimento Interno do Conselho de Administração. (3) definir os valores e princípios éticos da Companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas: As diretrizes do Código de Ética e Conduta da Companhia foram aprovadas pelo Conselho de Administração. O Código de Ética e Conduta define os valores e princípios éticos da Companhia, pautados na transparência e a lisura na condução dos seus negócios. Todos os colaboradores recebem o Código de Ética e Conduta da Companhia quando iniciam suas atividades na Companhia ou em suas controladas, mediante protocolo do termo de aceite e compromisso. Eventuais atualizações são divulgadas no website de relação com investidores da Companhia e em rede corporativa interna. (4) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo: Há revisão periódica com avaliação do funcionamento de todos os Comitês Estatutários e não Estatutários da Companhia refletindo em atualizações das políticas e regimentos internos da Companhia, mencionadas acima, após avaliados pelas Comissões e Comitês internos, e consequentemente aprovadas pelo Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO estatuto social da Companhia não apresenta previsão expressa de que o Conselho de Administração seja composto por maioria de membros externos. Nos termos do artigo 16, § 2º do Estatuto Social da Companhia, dos membros do Conselho de Administração, no mínimo, 2 (dois) ou 20% (vinte por cento), o que for maior, deverão ser conselheiros independentes, conforme a definição do Regulamento do Novo Mercado, devendo a caracterização dos indicados ao Conselho de Administração como conselheiros independentes ser deliberada na Assembleia Geral que os eleger, sendo também considerado como independente o Conselheiro eleito mediante faculdade prevista pelo Artigo 141, §§ 4º e 5º da Lei das S.A., na hipótese de haver acionista controlador ("Conselheiros Independentes"). No entanto, na prática, esta medida é adotada pela Companhia, dado que um terço dos membros do Conselho de Administração são independentes. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui a Política de Indicação de membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e membros do Conselho Fiscal, formalizada e publicada em 21/06/2022. Não obstante, o Conselho de Administração é efetivamente eleito tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos e experiências profissionais, conforme currículos divulgados nos termos do item 7.3 do Formulário de Referência e website de Relações com Investidores da Companhia. Nesse sentido, a Companhia atende as práticas recomendadas. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia ainda não possui um processo formal de avaliação dos membros do Conselho de Administração. Os membros da Diretoria são avaliados na Comissão de Gente e Gestão, por meio de uma análise quantitativa e qualitativa em processos formais de análise de performance e de competências individuais de forma geral. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não adota uma Política de Sucessão dos administradores: entretanto, existe processo interno que garante o zelo pela continuidade da gestão da Companhia, assegurando que a sucessão de seus principais líderes seja feita de forma ordenada. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia não possui um programa de integração estruturado. Entretanto, a cada eleição de um novo membro do Conselho de Administração, são organizadas reuniões de integração com executivos de áreas-chave da Companhia com a finalidade de fornecer uma visão geral e estratégia de negócios de todas as atividades da Companhia. |
Parcialmente |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaO Conselho de Administração reúne-se, ordinariamente, no mínimo uma vez no trimestre, conforme calendário anual fixado, e extraordinariamente sempre que necessário, conforme artigo 18 do Estatuto Social. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaA Companhia entende que a ausência de sessões exclusivas para conselheiros externos não impede a discussão de temas relevantes para a Companhia, ainda aqueles que envolvam assuntos que possam causar constrangimento dada à presença de executivos e outros convidados. Além disso, todos os Conselheiros têm liberdade para expor suas opiniões, sem limitações. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaTodas as atas de reuniões do conselho do Companhia são redigidas com clareza, registram todos os conselheiros presentes, todas as discussões mantidas e todas as decisões tomadas, com indicação de votos divergentes e abstenções de voto, quando aplicável. |
Sim |
Diretoria
5 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Diretoria da Companhia não possui um regimento interno próprio formalizado e aprovado pelo Conselho de Administração. Não obstante, a sua atuação é realizada em conformidade com as orientações do Conselho de Administração, de modo que a estrutura, o funcionamento e as responsabilidades da Diretoria estão contidos no estatuto social da Companhia e na legislação aplicável. No entanto, a Diretoria reúne-se sempre que necessário com a finalidade de (i) atuar em decisões relevantes no nível executivo, através de um modelo de tomada de decisão e racional claro de impacto nos indicadores estratégicos: (ii) incentivar a ascensão ao nível executivo de temas com impacto potencialmente significativo na estratégia ou performance da Companhia (iii) escalar decisões que fujam do escopo executivo (iv) acompanhar a performance da Companhia (v) orientar a estratégia e políticas a serem consideradas pelo Conselho de Administração . e (v) executar diretrizes e estratégia definidas pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO desempenho individual do Diretor Presidente é avaliado em processo conduzido pela Comissão de Gente e Gestão, no mínimo, anualmente, com base em uma combinação de metas individuais e coletivas e competências desejadas, as quais indicam os resultados esperados do Diretor, a fim de contribuir para os planos anuais, para a estratégia de longo prazo e para o perfil de risco da Companhia. O processo de avaliação, entretanto, não é conduzido pelo Conselho de Administração da Companhia. |
Parcialmente |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO desempenho dos Diretores é avaliado em processo conduzido pela Comissão de Gente e Gestão, no mínimo, anualmente, com base em uma combinação de metas individuais e coletivas e competências desejadas, as quais indicam os resultados esperados dos Diretores, a fim de contribuir para os planos anuais, para a estratégia de longo prazo e para o perfil de risco da Companhia. O processo de avaliação, entretanto, não é conduzido pelo Conselho de Administração da Companhia. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Remuneração, subordinado ao Conselho de Administração, que tem entre seus objetivos elaborar e propor política de remuneração, incluindo política salarial e de benefícios, remuneração de curto e de longo prazo, regular e extraordinária, para os administradores da Companhia. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaConforme disposto no item 3.4.1, a Política de Remuneração dos Administradores incorpora elementos de alinhamento aos interesses de curto a longo prazo. Os diretores estatutários também fazem parte do programa de partnership da Companhia (podem comprar e vender, entre si e mediante a metas estabelecidas, ações do veículo de controle da Companhia). A remuneração estipulada para aos diretores busca reconhecer, motivar e reter os seus membros no curto, médio e longo prazo, contribuindo para o alinhamento dos interesses dos administradores com a rentabilidade e resultados de médio e longo prazos da Companhia. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO montante anual global máximo a ser pago a título de remuneração dos administradores é definido pelo Comitê de Remuneração e posteriormente submetido ao Conselho de Administração. Se aprovado, é submetido à aprovação em Assembleia Geral da Companhia. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
6 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaConforme expressamente previsto no artigo 30, § 5º do Estatuto Social da Companhia, o comitê de auditoria é responsável revisar, previamente à publicação, as demonstrações contábeis, inclusive notas explicativas, relatórios da administração e parecer de auditor independente. O Comitê de Auditoria é constituído por, no mínimo, 3 (três) e, no máximo, 5 (cinco) membros, com mandato fixo de 5 (cinco) anos, eleitos pelo Conselho de Administração. Apesar do estatuto social da Companhia não prever que a maioria dos membros do Comitê de Auditoria deve ser composta por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente, na prática, esta medida é adotada pela Companhia. Atualmente os quatro membros atuais do comitê são independentes, sendo o seu coordenador detentor de comprovado conhecimento nas áreas de contabilidade e auditoria. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros.
justificativa da empresaO Conselho Fiscal da Companhia não tem caráter permanente e poderá ser instalado por deliberação da Assembleia Geral, a pedido dos acionistas da Companhia ou mediante exigência legal. Na data deste documento, o Conselho Fiscal da Companhia não está instalado. |
Não |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaNão há uma política específica para a contratação de serviços extra-auditoria, entretanto, o Estatuto Social estabelece que o Comitê de Auditoria deve recomendar ao Conselho de Administração a empresa a ser contratada para auditoria externa, bem como as respectivas remunerações e substituições, devendo ainda, a cada contratação, exigir que a empresa a ser contratada apresente comprovação de independência. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Auditoria Interna da Companhia tem suas atividades supervisionadas pelo Comitê de Auditoria e reporta-se ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui política que estabelece os princípios e diretrizes da gestão integrada de riscos, buscando disseminar e fortalecer a cultura do tratamento do risco entre seus colaboradores, incluindo processos de identificação, mensuração, avaliação, monitoramento, reporte, controle e mitigação dos riscos, bem como estabelecer os respectivos papéis e responsabilidades em seus diversos níveis. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia possui política aprovadas pelo Conselho de Administração que estabelece os mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, para que mantenham se os níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo, mas não se limitando ao programa de conformidade, nos termos da lei vigente e regulamentos. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaAs áreas de Governança Corporativa (Risco Operacional/Controles Internos e de Compliance) emitem relatórios anuais, transparecendo o ambiente de controles internos da Companhia. Os relatórios são submetidos à Diretoria, ao Conselho da Administração e ao Comitê de Auditoria. Adicionalmente, compete ao Comitê de Auditoria elaborar, ao final de cada semestre (findos em 30 de junho e 31 de dezembro), relatório sobre o acompanhamento das atividades dos períodos, contendo as deliberações, novas práticas, pareceres e tudo o mais que tiver ocorrido nos respectivos períodos que for de sua competência, inclusive relacionados com a auditoria independente, e encaminhá-lo ao Conselho de Administração além de mantê-lo à disposição do Banco Central do Brasil pelo prazo mínimo de cinco anos. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
8 Sim · 0 Não · 4 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaAtualmente, o Compliance é a área responsável pela gestão do Código de Ética e Conduta, com disseminação, revisão, treinamentos, sendo seu reporte realizado diretamente ao Conselho de Administração, garantindo a devida independência e autonomia. Destacamos que o Compliance também é responsável por avaliar e discutir sobre diretrizes de conduta ética, orientar as ações de consequência com base nos normativos internos e garantir o cumprimento das normas de conduta da Companhia. Importante destacar alguns conceitos abordados no Código de Ética e Conduta da Companhia: (i) Definição sobre a missão, visão, valores e crenças da Companhia: (ii) Estabelecer as normas aplicáveis e condutas esperadas pelo Grupo Modal (iii) Nortear a atuação de nossos Colaboradores, inclusive de terceiros, nos relacionamentos internos e externos (iv) Definir padrões aplicáveis na elaboração de contratos, acordos, políticas e estatutos do Grupo Modal e (v) Servir de referência para a avaliação de eventuais violações aos princípios aqui consagrados. Adicionalmente, destacamos que este Código deve ser compreendido à luz das seguintes premissas: (i) Valorização do trabalho (ii) Visão conjunta de todas as atividades exercidas, com vistas à melhoria de resultados (iii) Ênfase na importância e necessidade de contínuo aprimoramento cultural e profissional de todos os envolvidos e (iv) Incentivo ao relacionamento construtivo e à valorização da confiança nas relações internas e externas. No que tange ao Canal de Denúncias, a gestão do canal é realizada pela área de Auditoria Interna que reporta situações do Canal diretamente para o Conselho de Administração e Comitê de Auditoria. Todos os atos de descumprimentos de regras internas, condutas irregulares e antiéticas são devidamente apuradas e adotadas medidas sancionadoras proporcionais e adequadas. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia disponibiliza em sua página na internet e na sua intranet um canal de comunicação para que funcionários, colaboradores, parceiros e fornecedores possam reportar, sem a necessidade de identificação, situações com indícios de ilicitude de qualquer natureza, relacionadas às atividades da instituição, assim como aquelas que possam afetar a reputação dos controladores e detentores de participação qualificada, bem como de membros de órgãos estatutários e contratuais. As denúncias são recebidas pela auditoria interna da Companhia, a qual atua com independência, autonomia, imparcialidade, zelo, integridade e ética profissional. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs regras de Governança Corporativa da Companhia preveem a separação e a definição clara das funções de todos os agentes de governança, realizadas por competências e alçadas estabelecidas, principalmente, pelos documentos: Estatuto Social, regimentos internos e políticas. As questões sobre conflitos de interesses são abordadas no Código de Ética e Conduta da Companhia, sendo que quaisquer potenciais conflitos de interesses, pelos colaboradores ou administradores, devem ser prontamente comunicados aos canais da Gerência de Compliance ou, ainda, ao Canal de Denúncia. Os casos de eventual ou efetivo conflito de interesses são tratados individualmente pela administração da Companhia. A Companhia divulga o Estatuto Social, regimentos e políticas no seu site de Relação com Investidores. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO artigo 14 do Estatuto Social da Companhia estabelece que os administradores que estejam em situação de interesse pessoal conflitante deverão cientificar os demais membros do Conselho de Administração ou da Diretoria de seu impedimento e fazer consignar, em ata da reunião do Conselho de Administração ou da Diretoria, a natureza e a extensão do seu impedimento. |
Parcialmente |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaNo Manual de Participação divulgado pela Companhia a cada Assembleia Geral, há um item específico sobre a administração de conflitos de interesses, prevendo que os acionistas presentes em Assembleia deverão manifestar-se em razão da existência de eventual situação de conflito de interesses em quaisquer matérias em discussão ou deliberação, nas quais tenham a sua independência comprometida ou que tenham conhecimento de situação conflituosa em relação a outro acionista ou matéria objeto de deliberação. Quando manifestado o conflito de interesses, o Acionista conflitado deverá abster-se na deliberação em relação àquele assunto. Caso o Acionista conflitado se recuse de abster-se das deliberações, o presidente da Assembleia deverá determinar a anulação dos votos conflitados proferidos, ainda que posteriormente ao conclave. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaAs definições sobre quais transações com partes relacionadas que devem ser aprovadas pelo conselho de administração constam na Política para Transações com Partes Relacionadas, publicada em 29/06/2022 e divulgada no site de Relações com os Investidores da Companhia. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia tem uma Política para Transações com Partes Relacionadas, observado o disposto na Resolução nº 4.693, de 29 de outubro de 2018, do Conselho Monetário Nacional - CMN, a qual restringe as operações de crédito com partes relacionadas, que deverão sempre observar as condições compatíveis com as do mercado. Entretanto, não há (i) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários, desde que não gere conflito de interesse: (ii) proibição a empréstimos em favor do controlador, afiliadas da Companhia, e dos administradores, desde que observados os limites da Resolução nº 4.693/18 (iii) obrigatoriedade de laudos de avaliação independentes. A Companhia entende que sua política é um mecanismo eficiente para essa matéria, ainda que não possua todas as proteções requeridas neste princípio, de modo que prevê a necessidade de respeito aos interesses da Companhia para celebração de transações com partes relacionadas. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Divulgação de Informações e Negociação de Valores Mobiliários, aprovada por seu Conselho de Administração, que estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados pela Companhia e pessoas a ele vinculadas para a negociação de valores mobiliários de sua emissão e de suas controladas, incluindo sanções em caso de violação. A Política de Divulgação de Informações e Negociação de Valores Mobiliários da Companhia, formulada de acordo com as normas da CVM, tem por objetivos: (i) estabelecer os procedimentos relacionados à divulgação de atos ou fatos relevantes: (ii) estabelecer padrões de boa conduta que devem ser observados pelas Pessoas Vinculadas (iii) assegurar o cumprimento das leis e regras que coíbem a prática do Insider Trading e (iv) estabelecer as regras para assegurar a observância das melhores práticas para a negociação dos Valores Mobiliários emitidos pela Companhia. O Diretor de Relações com Investidores deverá cumprir e garantir o cumprimento das diretrizes estabelecidas nesta Política de Divulgação e Negociação de Valores Mobiliários, além de esclarecer dúvidas sobre o seu conteúdo e aplicação. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Código de Ética e Conduta da Companhia contempla princípios e regras claros e objetivos sobre as contribuições voluntárias, doações, nos itens 15 "a" e "b". Neste documento, são reforçados que as doações filantrópicas são contribuições de cunho definitivo e irreversível de bens ou serviços para fins de caridade, cultural, esportivo, educacional ou bem-estar social e devem ser realizados sem nenhuma expectativa ou exigência de obter vantagem. A Companhia acredita que essa atividade possui grande importância em sua responsabilidade social, devendo, portanto, sempre ser realizada de forma transparente e em concordância com a legislação aplicável, a fim de não comprometer negativamente nossa imagem e reputação. O respectivo Código define que a Companhia não patrocina eventos que expressem qualquer tipo de discriminação social, racional ou de gênero, bem como não patrocinamos ou realiza doações para pessoas físicas e partidos políticos. Ainda sobre o tema, a Política de Anticorrupção reforça, no item 5 "c" e "d", que que a Companhia não se envolve em assuntos ou atividades políticas, sendo vedado ao colaborador realizar em nome da instituição qualquer contribuição em valor, bens ou serviços para candidatos, correntes ou partidos políticos. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
Conselho de Administração 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Ana Claudia Aparecida da Silva Leoni IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/04/2023 | Assembleia Geral Ordinária de 2025 |
| Diniz Ferreira BaptistaGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 27/04/2023 | Assembleia Geral Ordinária de 2025 |
| Fabio Antunes LopesGin | Conselho de Administração | 29 - Outros Conselheiros | 27/04/2023 | Assembleia Geral Ordinária de 2025 |
| João Batista da SilveiraGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 27/04/2023 | Assembleia Geral Ordinária de 2025 |
| Marcos José Rodrigues Torres IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/04/2023 | Assembleia Geral Ordinária de 2025 |
| Cristiano Maron AyresGin | Conselho de Administração e Diretoria | 33 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Presidente | 27/04/2023 | Assembleia Geral Ordinária de 2025 |
Diretoria 17 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Cristiano Maron AyresGin | Conselho de Administração e Diretoria | 33 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Presidente | 27/04/2023 | Assembleia Geral Ordinária de 2025 |
| Ana Paula Moraes Venancio AmaralGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2023 | 1ª RCA após a AGO/2025 |
| André Luiz Lauzana dos SantosGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2023 | 1ª RCA após a AGO/2025 |
| Antônio Sérgio do Carmo DupimGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2023 | 1ª RCA após a AGO/2025 |
| Bruno Jose Albuquerque De CastroGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 28/04/2023 | 1ª RCA após a AGO/2025 |
| Carlos Jose Lancellotti NarcisoGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2023 | 1ª RCA após a AGO/2025 |
| Fabrício Cunha de AlmeidaGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| GUILHERME SANT'ANNA MONTEIRO DA SILVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| GUSTAVO PIMENTEL BARBOZA PIRESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| Gabriel Klas da Rocha LealGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| Ivan Nogueira PinheiroGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2023 | 1ª RCA após a AGO/2025 |
| José de Menezes Berenguer NetoGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| LEONARDO ANTONIO CARDOSOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| LIZANDRO SOMMER ARNONIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| Rodrigo Yoshishigue MikanGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2023 | 1ª RCA após a AGO/2025 |
| Thiago Simões MaffraGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
| VICTOR ANDREU MANSUR FARINASSIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2023 | 1 RCA após AGO de 2024 |
Comitês 2 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Ana Claudia Aparecida da Silva LeoniGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Henrique de Rezende VergaraGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Marcos José Rodrigues TorresGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Maria Salete Garcia PinheiroGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Bruna Antunes dos SantosGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Bruno Jose Albuquerque De CastroGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Fabio Antunes LopesGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 8 | 0 | 0 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 8 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
Remuneração total, por órgão — exercício 2023
Prevista para 2023 (FRE 2023)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 0 | 6 | 9 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 4 | 9 |
| Salário ou pró-labore | 0 | 2.400.000 | 4.047.960 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 61.403 | 777.521 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 540.000 | 6.178.291 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 0 | 3.001.403 | 11.003.772 |
Realizada em 2023 (FRE 2024)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2023: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2023; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2024 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2023
Realizada em 2023
A realizada em 2023 será reportada no FRE de 2024, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2023 vem do FRE de 2024.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2023
Prevista para 2023 (FRE 2023)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 0 | 6 | 9 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2023 (FRE 2024)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2023: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2023; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2024 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2023
Opções — Realizada em 2023
A realizada em 2023 será reportada no FRE de 2024, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2023
A realizada em 2023 será reportada no FRE de 2024, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2023 vem do FRE de 2024. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2004 |
| 2022 | Price Waterhouse Coopers Auditores Independentes | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2004 |
| 2021 | Price Waterhouse Coopers Auditores Independentes | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2004 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 0 |
| 2021 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
Posição acionária 3 acionistas listados
| Acionista | Nacionalidade | % ON | % PN | % Total | Marcações |
|---|---|---|---|---|---|
| BANCO XP S.A. | Brasil | 97,35% | 0% | 97,35% | |
| Ações Tesouraria | — | 2,66% | 0% | 2,66% | |
| Outros | — | 0% | 0% | 0% |
Acionistas com 5% ou mais de uma classe de ações, e demais listados no FRE. A composição interna de blocos (quem integra cada acionista agregado) está na base de dados.
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 0 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 0 (0%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 0 (0%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (01/07/2023).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 22/02/2021 | 0 | 948.825.000 | 0 | 948.825.000 |
| Capital Emitido | 20/06/2022 | 1.074.965.628 | 704.200.000 | 0 | 704.200.000 |
| Capital Integralizado | 20/06/2022 | 1.074.965.628 | 704.200.000 | 0 | 704.200.000 |
| Capital Subscrito | 20/06/2022 | 1.074.965.628 | 704.200.000 | 0 | 704.200.000 |
Relações de subordinação 138 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Banking and Tranding Desenvolvimento de Sistemas Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Eleven Serviços de Consultoria e Análise S.A | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Hum Bilhão Educação Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | MODAL AS A SERVICE S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Modalmais Treinamento e Desenvolvimento Profissional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | Vaivoa Educação Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Alison Dorigão Palermo | Diretor Sem Designação Específica | W2D TECNOLOGIA E SOLUCOES LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Hum Bilhão Educação Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | MRE Desenvolvimento e Negócios Imobiliários Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | MRE Desenvolvimento e Negócios Imobiliários Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal MDC Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal MDC Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modalmais Treinamento e Desenvolvimento Profissional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Modalmais Treinamento e Desenvolvimento Profissional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Proseek Escola de Negócios, Finanças e Consultoria Educacional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Refinaria de Dados - Análise De Dados Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Ana Paula Moraes Venancio Amaral | Diretora Operacional | Refinaria de Dados - Análise De Dados Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| André Luiz Lauzana dos Santos | Diretor Executivo | GALAPOS CONSULTORIA E PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| André Luiz Lauzana dos Santos | Diretor Executivo | MODAL AS A SERVICE S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| André Luiz Lauzana dos Santos | Diretor Executivo | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| André Luiz Lauzana dos Santos | Diretor Executivo | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| André Luiz Lauzana dos Santos | Diretor Executivo | W2D TECNOLOGIA E SOLUCOES LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Antônio Sérgio do Carmo Dupim | Diretor Operacional | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Antônio Sérgio do Carmo Dupim | Diretor Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Antônio Sérgio do Carmo Dupim | Diretor Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Banking and Tranding Desenvolvimento de Sistemas Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Banking and Tranding Desenvolvimento de Sistemas Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Banking and Tranding Desenvolvimento de Sistemas Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | GALAPOS CONSULTORIA E PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Hum Bilhão Educação Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Hum Bilhão Educação Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | MRE Desenvolvimento e Negócios Imobiliários Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | MRE Desenvolvimento e Negócios Imobiliários Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | MRE Desenvolvimento e Negócios Imobiliários Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal Controle Participações S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal MDC Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Modal MDC Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Modalmais Treinamento e Desenvolvimento Profissional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Refinaria de Dados - Análise De Dados Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Refinaria de Dados - Análise De Dados Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com InvestidoresMembro do Comitê de Remuneração | Vaivoa Educação Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | Vaivoa Educação Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Bruno Jose Albuquerque De Castro | Diretor de Relações com Investidores e Membro do Comitê de Remuneração | W2D TECNOLOGIA E SOLUCOES LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Jose Lancellotti Narciso | Diretor Operacional | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Carlos Jose Lancellotti Narciso | Diretor Operacional | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Carlos Jose Lancellotti Narciso | Diretor Operacional | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Jose Lancellotti Narciso | Diretor Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Jose Lancellotti Narciso | Diretor Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Jose Lancellotti Narciso | Diretor Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Carlos Jose Lancellotti Narciso | Diretor Operacional | Vaivoa Educação Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Hum Bilhão Educação Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Hum Bilhão Educação Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de AdministraçãoDiretor Presidente | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de AdministraçãoDiretor Presidente | MRE Desenvolvimento e Negócios Imobiliários Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | MRE Desenvolvimento e Negócios Imobiliários Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de AdministraçãoDiretor Presidente | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de AdministraçãoDiretor Presidente | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de AdministraçãoDiretor Presidente | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal MDC Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal MDC Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modalmais Treinamento e Desenvolvimento Profissional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Modalmais Treinamento e Desenvolvimento Profissional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Proseek Escola de Negócios, Finanças e Consultoria Educacional Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Refinaria de Dados - Análise De Dados Ltda | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Refinaria de Dados - Análise De Dados Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Vaivoa Educação Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Cristiano Maron Ayres | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Vaivoa Educação Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Diniz Ferreira Baptista | Presidente do Conselho de Administração | Modal Participações Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Fabio Antunes Lopes | Membro do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Remuneração | KC TECNOLOGIA, SERVICOS IMOBILIARIOS E DE INTERNET, EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| Fabio Antunes Lopes | Membro do Conselho de Administração | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Fabio Antunes Lopes | Membro do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Remuneração | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| Ivan Nogueira Pinheiro | Diretor Sem Designação Específica | MODAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ivan Nogueira Pinheiro | Diretor Sem Designação Específica | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Ivan Nogueira Pinheiro | Diretor Sem Designação Específica | Modal Controle Participações S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| Ivan Nogueira Pinheiro | Diretor Sem Designação Específica | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Ivan Nogueira Pinheiro | Diretor Sem Designação Específica | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| Ivan Nogueira Pinheiro | Diretor Sem Designação Específica | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Ivan Nogueira Pinheiro | Diretor Sem Designação Específica | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| João Batista da Silveira | Membro do Conselho de Administração | Modal Assessoria Financeira Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| João Batista da Silveira | Membro do Conselho de Administração | Modal Corretora de Seguros Ltda | Controlada Direta | Subordinação |
| João Batista da Silveira | Membro do Conselho de Administração | Modal Holding Controle Ltda. | Controlador Indireto | Subordinação |
| João Batista da Silveira | Membro do Conselho de Administração | Modalmais Treinamento e Desenvolvimento Profissional Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| Rodrigo Yoshishigue Mikan | Diretor Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| Rodrigo Yoshishigue Mikan | Diretor Operacional | Modal Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 69 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| MODAL CONTROLE PARTICIPACOES S.A. | Controladora | 09/09/2022 | 30.573.716 | — | — | CDI + 2,5% |
| MD Realty I Participações S.A | Coligada | 31/12/2021 | 21.354.835 | — | — | 0,000000 |
| MD Realty I Participações S.A | Coligada | 31/12/2020 | 13.433.000 | — | — | 0,000000 |
| X3 Real Estate Imobiliária e Participação Ltda. | Coligada | 31/12/2020 | 12.587.000 | — | — | 0,000000 |
| KC TECNOLOGIA SERVICOS IMOB E DE INTERNET EMP E PAR LTDA | Ligada | 28/01/2022 | 8.356.816 | — | — | IPCA + 8,5% |
| Modal Participações Ltda. | Controladora | 31/12/2021 | 8.283.427 | — | — | 0,000000 |
| Spe Incorporadora condado di Alphaville Ltda. | Coligada | 31/12/2021 | 6.555.304 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 31/12/2021 | 6.459.812 | — | — | 0,000000 |
| KC TECNOLOGIA SERVICOS IMOB E DE INTERNET EMP E PAR LTDA | Ligada | 28/01/2022 | 5.554.633 | — | — | IPCA + 8,5% |
| DFB PARTICIPACOES E EMPREENDIMENTOS LTDA | Ligada | 19/12/2022 | 4.909.895 | — | — | CDI + 2,5% |
| X3 Real Estate Imobiliária e Participação Ltda. | Coligada | 31/12/2021 | 3.450.287 | — | — | 0,000000 |
| DFB PARTICIPACOES E EMPREENDIMENTOS LTDA | Ligada | 19/12/2022 | 3.397.295 | — | — | CDI + 3% |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 28/04/2022 | 2.587.269 | — | — | CDI + 1,8% |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 31/12/2020 | 2.466.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 31/12/2020 | 2.060.000 | — | — | 0,000000 |
| Modal Participações Ltda. | Ligada | 31/12/2020 | 2.015.000 | — | — | 0,000000 |
| Modal Holding Controle Ltda. | Ligada | 31/12/2021 | 1.761.218 | — | — | 0,000000 |
| KC TECNOLOGIA SERVICOS IMOB E DE INTERNET EMP E PAR LTDA | Ligada | 24/06/2022 | 1.709.750 | — | — | IPCA + 8,5% |
| KC TECNOLOGIA SERVICOS IMOB E DE INTERNET EMP E PAR LTDA | Ligada | 31/05/2022 | 1.703.636 | — | — | IPCA + 8,5% |
| Icaro AG7 1 Spe Empreend Imobiliários Ltda. | Coligada | 31/12/2020 | 1.369.000 | — | — | 0,000000 |
| Modal Asset Management Ltda. | Ligada | 31/12/2021 | 1.127.909 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 01/02/2022 | 1.000.000 | — | — | CDI + 1,8% |
| Modal Controle Participações S.A. | Ligada | 31/12/2021 | 958.994 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 27/10/2020 | 875.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 27/10/2020 | 875.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 27/10/2020 | 870.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 15/08/2022 | 766.232 | — | — | CDI + 2% |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 29/12/2022 | 625.084 | — | — | CDI + 2,5% |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 31/12/2021 | 525.834 | — | — | 0,000000 |
| Modal Participações Ltda. | Controladora | 08/01/2021 | 509.562 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Membro da administração | 23/12/2019 | 500.000 | — | — | 0,000000 |
| Spe Incorporadora condado di Alphaville Ltda. | Ligada | 31/12/2020 | 467.000 | — | — | 0,000000 |
| Bastad RJ Participações Ltda. | Ligada | 31/12/2021 | 328.778 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 29/04/2022 | 310.472 | — | — | CDI + 2,0% |
| Pessoal chave da administração | Membro da administração | 27/10/2020 | 290.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 27/10/2020 | 290.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 27/10/2020 | 290.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 14/04/2022 | 257.514 | — | — | CDI + 1,8% |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 07/04/2021 | 257.222 | — | — | 0,000000 |
| Icaro AG7 1 Spe Empreend Imobiliários Ltda. | Coligada | 31/12/2021 | 253.988 | — | — | 0,000000 |
| Performance Katrina Empreend Imobiliários S/A | Coligada | 31/12/2020 | 212.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 16/07/2021 | 103.044 | — | — | 11,351000 |
| Modal Administradora de Recursos Ltda. | Ligada | 31/12/2021 | 88.939 | — | — | 0,000000 |
| Performance Katrina Empreend Imobiliários S/A | Coligada | 31/12/2021 | 78.296 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 15/03/2022 | 71.806 | — | — | CDI + 2,5% |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 27/10/2020 | 53.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 27/10/2020 | 53.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 28/03/2022 | 51.745 | — | — | CDI + 2,5% |
| Icaro AG7 1 Spe Empreend Imobiliários Ltda. | Coligada | 31/12/2020 | 38.000 | — | — | 0,000000 |
| Lund RJ Participações Ltda | Coligada | 31/12/2020 | 19.000 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 11/02/2021 | 16.912 | — | — | 7,440000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 09/03/2022 | 16.800 | — | — | 0,0% |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 05/04/2022 | 10.084 | — | — | 17,7% |
| Bastad RJ Participações Ltda. | Ligada | 31/12/2020 | 9.000 | — | — | 0,000000 |
| MAB Ceilândia Administração de bens | Coligada | 31/12/2021 | 8.105 | — | — | 0,000000 |
| FIP Chardonnay capital semente | Coligada | 31/12/2021 | 7.355 | — | — | 0,000000 |
| KSM Realty I FIP Multi | Coligada | 31/12/2021 | 7.146 | — | — | 0,000000 |
| Modal Gestão de Recursos Ltda. | Ligada | 31/12/2021 | 5.868 | — | — | 0,000000 |
| MD Realty I Participações S.A | Coligada | 31/12/2021 | 5.241 | — | — | 0,000000 |
| Pessoal chave da administração | Pessoal chave da administração | 07/04/2022 | 5.032 | — | — | 17,7% |
| MD Realty I Participações S.A | Coligada | 31/12/2020 | 5.000 | — | — | 0,000000 |
| Modal Holding Controle Ltda. | Ligada | 31/12/2021 | 4.949 | — | — | 0,000000 |
| Bastad RJ Participações Ltda. | Ligada | 31/12/2021 | 4.655 | — | — | 0,000000 |
| DFB Brasil Participações Ltda. | Ligada | 31/12/2020 | 4.000 | — | — | 0,000000 |
| Opal Participações S.A | Coligada | 31/12/2020 | 4.000 | — | — | 0,000000 |
| Modal Participações Ltda. | Ligada | 31/12/2020 | 2.000 | — | — | 0,000000 |
| Spe Incorporadora condado di Alphaville Ltda. | Ligada | 31/12/2020 | 1.000 | — | — | 0,000000 |
| DFL Industria e Comercio S/A | Ligada | 31/12/2020 | 1.000 | — | — | 0,000000 |
| Novo Hotel Participações S.A | Coligada | 31/12/2020 | 1.000 | — | — | 0,000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2020 | 2021 | 2022 | |
|---|---|---|---|
| Ativo total | 4.406 | 6.943 | 7.673 |
| Ativo circulante | 2.058 | 2.187 | 1.298 |
| Caixa e equivalentes | — | — | — |
| Aplicações financeiras | — | — | — |
| Contas a receber | — | — | — |
| Estoques | — | — | — |
| Tributos a recuperar | — | — | — |
| Despesas antecipadas | — | — | — |
| Realizável a longo prazo | 423 | 1.477 | 2.163 |
| Investimentos | 893 | 863 | 1.181 |
| Imobilizado | 453 | 1.495 | 1.708 |
| Intangível | — | — | — |
| Passivo circulante | 17 | 181 | 431 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 17 | 181 | 431 |
| Fornecedores | — | — | — |
| Dívida de curto prazo | — | — | — |
| Passivo não circulante | 0 | 0 | 0 |
| Dívida de longo prazo | — | — | — |
| Patrimônio líquido | 3.729 | 5.273 | 5.615 |
| Receita líquida | 104 | 892 | 1.369 |
| EBIT | 65 | 213 | 95 |
| Lucro líquido | — | — | — |
| Fluxo de caixa operacional | 1.310 | -262 | -502 |
| Fluxo de caixa de investimento | -45 | -204 | -275 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 252 | 563 | -69 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2020 | 2021 | 2022 | |
|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 22,21 | 22,66 | 22,76 |
| Tamanho (receita) | 18,46 | 20,61 | 21,04 |
| Alavancagem | — | — | — |
| Liquidez corrente | 123,58 | 12,10 | 3,01 |
| ROA | — | — | — |
| ROE | — | — | — |
| Margem líquida | — | — | — |
| Caixa / ativos | — | — | — |
| Tangibilidade | 0,10 | 0,22 | 0,22 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2021 | 1 | 02/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2021 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |