VESTE SA ESTILO
CNPJ 49669856000143 · código CVM 21440Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 18/04/2008 |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 28/04/2008 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 87,0% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.veste.com ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 65,6% | 22 | 8 | 15 | 9 | 33 | Novo Mercado |
| 2020 | 65,6% | 22 | 8 | 15 | 9 | 33 | Novo Mercado |
| 2021 | 68,5% | 24 | 7 | 15 | 8 | 33 | Novo Mercado |
| 2022 | 77,2% | 31 | 6 | 9 | 8 | 31 | Novo Mercado |
| 2023 | 82,6% | 35 | 5 | 6 | 8 | 28 | Novo Mercado |
| 2024 | 87,0% | 38 | 4 | 4 | 8 | 28 | Novo Mercado |
| 2025 | 87,0% | 38 | 4 | 4 | 8 | 28 | Novo Mercado |
Acionistas
6 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
10 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) É competência do Conselho de Administração definir as estratégias de negócios da Companhia. Nos termos de seu Código de Conduta e Ética, em razão do estrito cumprimento da legislação vigente, regulamentações ambientais, além das políticas públicas, a Companhia, sempre que possível, dará preferência a fornecedores que trabalhem para sustentar, proteger e recuperar o meio ambiente, por meio de economia de recursos, reciclagem, tratamento ou destinação de resíduos, assim como outras ações estruturantes ou de recuperação do meio ambiente. (ii) A Companhia possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos e adota práticas e controles para identificar, avaliar, monitorar e mitigar os riscos aos quais está exposta em decorrência de suas operações e atividades. Conforme descrito no Formulário de Referência da Companhia, atualmente, o Conselho de Administração avalia a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos da Companhia, na medida em que sua estrutura organizacional de gerenciamento de riscos é multidisciplinar e se reporta diretamente ao Conselho de Administração, contando com a participação da Diretoria. (iii) O Conselho de Administração auxilia periodicamente na definição dos valores e princípios éticos da Companhia e zela pela manutenção da transparência da Companhia no relacionamento com partes interessadas. (iv) Por fim, de acordo com a Política de Governança Corporativa, a avaliação dos mecanismos de governança corporativa adotados pela Companhia serão constantemente revisadas pelo Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaA Companhia atende parcialmente este item, uma vez que: (a) em relação ao subitem (i), possui quatro membros independentes em seu Conselho de Administração (ou seja, dois terços do total, acima de exigência mínima de um terço), ainda que tal requisito não esteja previsto em seu Estatuto Social. Além disso, o Estatuto Social não estabelece que o Conselho de Administração seja composto em sua maioria por membros externos. Não obstante, tendo em vista a inexistência de um acionista controlador da Companhia, todos os seus conselheiros podem ser considerados como externos, caso não ocupem outros cargos na Companhia, como, por exemplo, cargos na Diretoria ou cargos que se reportem à Diretoria. Atualmente, a maioria dos membros do Conselho de Administração são externos: e (b) em relação ao subitem (ii), conforme as recomendações do Código de Governança Corporativa e, em linha com o Regulamento do Novo Mercado, a Companhia divulga anualmente quem são seus conselheiros independentes, tanto na ata da assembleia que os elegeu, quanto no seu Formulário de Referência no item 7.3, incluindo seu currículo, mas não divulga justificativas sobre circunstâncias que possam comprometer sua independência ou os critérios usados para apurar sua independência. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui uma política de indicação de membros do Conselho de Administração que estabelece que as indicações para composição do Conselho de Administração devem buscar a diversidade de (i) conhecimentos: (ii) aspectos culturais: (iii) formação acadêmica: e (iv) gênero. Devem, ainda, buscar a complementariedade de experiências e a disponibilidade de tempo para o desempenho da função, com o objetivo de promover um debate com opiniões complementares na busca por estratégias de negócios fundamentadas e na garantia de independência das atividades do Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO Conselho será avaliado pelo menos uma vez durante a vigência do mandato de seus membros. A referida avaliação abrangerá a atuação de seus membros, a dinâmica das reuniões e os aspectos referentes ao desempenho econômico da Companhia. Os comitês ligados ao Conselho também serão objeto da mesma avaliação. O processo de avaliação do Conselho utiliza a metodologia alinhada às melhores práticas de Governança Corporativa. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaHá um plano de sucessão elaborado, o qual já foi apresentado previamente ao Conselho de Administração e aprovado por seus membros. Contudo, considerando o rito de aprovação formal, o plano ainda não foi aprovado pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia possui um programa de integração dos novos membros do Conselho de Administração formalizado, conforme ata de Reunião do Conselho de Administração realizada no dia 31 de julho de 2023. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaSim, o regimento contém as previsões solicitadas. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaAtualmente, o Diretor Presidente é avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo Conselho de Administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo Conselho de Administração para a Companhia. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO diretor-presidente da Companhia avalia anualmente cada diretor, baseado em competências organizacionais, estratégicas e funcionais e reporta formalmente as avaliações ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui política de remuneração formalmente aprovada que estabelece as diretrizes e os critérios aplicados para fixação da remuneração e dos benefícios concedidos aos membros da Conselho de Administração, da Diretoria Estatutária e do Comitê de Auditoria. Ademais, o Formulário de Referência da Companhia informa que os membros da Diretoria fazem jus a uma remuneração fixa e a uma remuneração variável (pagamento de bônus anual). |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA Companhia acredita que a remuneração da Diretoria está vinculada a resultados com metas de médio e longo prazos relacionados de forma objetiva à geração de valor econômico para a Companhia no longo prazo. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA estrutura de incentivos da Companhia está alinhada aos limites de risco definidos pelo Conselho de Administração, sendo vedado que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
7 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Auditoria não estatutário, aprovado em reunião do Conselho de Administração realizada em 26 de abril de 2022. O Comitê possui autonomia operacional e reporta-se diretamente ao Conselho de Administração da Companhia e tem como finalidade assessorá-lo no que concerne ao exercício de suas funções e manifestar-se a respeito das seguintes responsabilidades e atribuições formalmente estabelecidas em seu regimento interno: (i) trabalhos dos auditores internos, (ii) trabalhos dos auditores externos e (iii) políticas de risco e compliance. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaApesar de não ter política formalizada, a Companhia adota critérios de contratação e rotatividade do auditor e não contrata serviços extra auditoria dos mesmos. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia conta com uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos e adota práticas e controles para identificar, avaliar, monitorar e mitigar os riscos aos quais está exposta em decorrência de suas operações e atividades. Conforme descrito nos item 5.1 do Formulário de Referência da Companhia, atualmente, o Conselho de Administração avalia a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos da Companhia, na medida em que sua estrutura organizacional de gerenciamento de riscos é multidisciplinar e se reporta diretamente ao Conselho de Administração, contando com a participação da Diretoria. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos e adota práticas e controles para identificar, avaliar, monitorar e mitigar os riscos aos quais está exposta em decorrência de suas operações e atividades. Conforme descrito nos item 5.1 do Formulário de Referência da Companhia, atualmente, o Conselho de Administração avalia a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos da Companhia, na medida em que sua estrutura organizacional de gerenciamento de riscos é multidisciplinar e se reporta diretamente ao Conselho de Administração, contando com a participação da Diretoria. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria da Companhia acompanha e avalia periodicamente a evolução do programa de gerenciamento de riscos, através de reportes de desempenho da área de Gestão de Riscos e Controles Internos e reporta ao Conselho. A última avaliação do Conselho de Administração foi na Reunião realizada no dia 16/07/2025, conforme ata publicada no site de RI da Companhia e arquivada na CVM. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
7 Sim · 3 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia não possui um comitê de conduta instalado, mas adota práticas e controles para apurar e propor medidas corretivas relativas a infrações ao seu Código de Conduta e Ética. |
Não |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaA Companhia adota um Código de Conduta e Ética, aprovado pelo Conselho de Administração, que apresenta seu propósito, sua visão e seus valores. O Código define as diretrizes de comportamentos esperados por parte de seus colaboradores e parceiros, o papel e as responsabilidades da liderança, diretrizes de relacionamento com fornecedores e clientes. A Companhia também reforça os comportamentos não tolerados em qualquer circunstância, denominados inegociáveis. As disposições do Código se aplicam, irrestritamente, a todos os colaboradores, acionistas e parceiros da Companhia. Os preceitos estabelecidos devem ser observados por todos em todas as relações profissionais mantidas com clientes, fornecedores, parceiros e agentes governamentais. Em caso de violações ao Código é prevista a adoção de medidas disciplinares, que consideram desde advertência verbal até a demissão por justa causa, não excluindo, quando cabível, a adoção de medidas judiciais, por meio de processos civis e/ou criminais cabíveis. No caso de violação de leis, há previsão de cooperação total da Companhia com as autoridades competentes. O Código de Conduta e Ética é disponibilizado eletronicamente para todos os colaboradores, diretores, conselheiros fiscais, conselheiros de administração, terceiros, fornecedores e prestadores de serviços da Companhia (em periodicidade ao menos anual). Adicionalmente, são realizados treinamentos presenciais e à distância. Situações de conflitos de interesses por parte de colaboradores estão previstos no Código (como um item inegociável). As situações relacionadas a conflitos de interesses de membros do Conselho de Administração e Comitês, além de estarem previstas no Código de Conduta e Ética, também, estão previstas em outros documentos, tais como: regimentos internos, Política para Transações com Partes Relacionadas e o estatuto social. As diretrizes sobre os cuidados que os colaboradores e administradores devem ter com o uso de informações relevantes da Companhia (confidenciais, sigilosas e de uso interno) estão dispostas no Código de Conduta e Ética. O documento também dispõe sobre as penalidades previstas para violações, que vão desde advertência verbal até demissão por justa causa com reparação e ação penal. Todas as lideranças da Companhia devem dar o aceite ao Termo de Compromisso de Confidencialidade e Sigilo. Os valores e princípios éticos da Companhia também estão presentes nas negociações de contratos com prestadores de serviço, através de diretrizes dispostas nos Procedimentos de Contratação de Terceiros que incluem o aceite às Condições Gerais de Fornecimento. |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaNos termos do item 5.3 do Formulário de Referência, a Companhia adota um canal confidencial para denúncias, que a auxilia na identificação de comportamentos não alinhados com a sua estratégia, visando à correção imediata de eventuais desvios e à prevenção a possíveis transgressões éticas, a exemplo de fraudes e corrupção. Este é um canal independente e administrado por empresa especializada, sendo as informações captadas direcionadas para área de tratamento pertinente. Através desse mecanismo é assegurado o sigilo e anonimato dos denunciantes, reforçando a cultura de transparência e da boa-fé. Os canais de denúncia da Companhia podem ser acessados via: Link "Canal Confidencial" no Portal Corporativo Interno da Companhia Através do telefone 0800-721-0749, de segunda a sexta das 09h às 17h Acessando o site: www.canalconfidencial.com.br/veste/ |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO estatuto social da Companhia e o regimento interno do Conselho de Administração definem as funções, papéis e responsabilidades dos agentes de governança. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Código de Ética e Conduta da Companhia prevê que, caso os colaboradores tenham ciência de conflito de interesses, deverão posicionar imediatamente seu superior direto para que este tome a decisão cabível, com o objetivo de zelar pelo patrimônio da Companhia, de seus clientes, acionistas, investidores e demais partes relacionadas. Adicionalmente, nos termos do Estatuto Social da Companhia, o membro do Conselho de Administração não poderá ter acesso a informações ou participar de reuniões de Conselho de Administração relacionadas a assuntos sobre os quais tenha ou represente interesse conflitante com a Companhia, ficando expressamente vedado o exercício do seu direito de voto. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia, embora não tenha mecanismos específicos previstos em seu estatuto social para endereçar conflito de interesses em caso de assembleia geral de acionistas, entende que os mecanismos previstos na Lei das Sociedades por Ações são e suficientes para evitar, endereçar, receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave. Estabelece a Lei das Sociedades por Ações, nesse sentido, que: (i) o acionista deve exercer direito a voto no interesse da Companhia, sendo que caso seu voto seja com objetivo de obter vantagem, para si ou terceiro, a que não faz jus, será considerado como abusivo: e (ii) a deliberação tomada em decorrência do voto de acionista que tem interesse conflitante com o da Companhia é anulável, sendo o acionista responsável por responder pelos danos causados, transferindo para a Companhia as vantagens que tiver obtido. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui política de transações com partes relacionadas que tem por objetivo estabelecer as diretrizes e procedimentos para assegurar que todas as decisões envolvendo Transações com Partes Relacionadas sejam tomadas para o melhor interesse da Companhia e de seus acionistas com imparcialidade, transparência, equidade e comutatividade. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Negociação de Valores Mobiliários e Divulgação de Ato ou Fato Relevante, que dispõe sobre as diretrizes e restrições para a negociação de valores mobiliários de emissão da Companhia. Mensalmente, a área de Relações com Investidores da Companhia realiza a checagem das negociações das pessoas vinculadas em 10 (dez) dias após o encerramento do mês. Havendo inconformidade, as pessoas vinculadas estão sujeitas a sanções internas, conforme disposto na Política de Negociação de Valores Mobiliários. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui política Anticorrupção aprovada em 31 de julho de 2023 pelo Conselho de Administração. Nessa política, consta um item específico para o devido tratamento de contribuições voluntárias. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaNão aplicável, pois consta na política Anticorrupção da Companhia, disponível no site de RI da Companhia, que não contribuímos para campanhas políticas, partidos políticos, candidatos a cargos públicos ou qualquer outro tipo de organização que desenvolva a atividade política. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CAROLINA ROSSI WOSIACK IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 12/02/2026 | AGO 2027 |
| CRISTINA ANNE BETTS IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 02/12/2025 | AGO de 2027 |
| FÁBIO DE BARROS PINHEIRO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/03/2026 | AGO de 2027 |
| HENRY COSTA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/03/2026 | AGO de 2027 |
| MARCELO FARIA DE LIMAGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/04/2025 | 2 anos |
| PAULO SOUZA QUEIROZ DE FIGUEIREDO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | 2 anos |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE CALIXTO AFRANGEGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 29/04/2026 | até 12/05/2029 |
| ELISA BASTOS DE LIMAGin | Diretoria | 15 - Diretor Financeiro / Diretor de Relações com Investidores | 29/04/2026 | até 12/05/2029 |
| RENATA CALDEIRA VIACAVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2026 | até 12/05/2029 |
| ROGERIO OKADAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2026 | até 12/05/2029 |
Comitês 1 comitês
Comitê de Auditoria e Riscos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FÁBIO DE BARROS PINHEIROGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUSTAVO FRACAROLI CASTILHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCELO MOOJEN EPPERLEINGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 2 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 1 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 1 | 6 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 1 | 6 | 5 |
| Salário ou pró-labore | 100.000 | 2.700.000 | 5.500.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 300.000 | 400.000 |
| Participação em comitês | 0 | 200.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 3.800.000 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 300.000 | 1.200.000 |
| Total do órgão | 100.000 | 3.500.000 | 10.900.000 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 1 | 6 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 5 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 3.800.000 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 3.800.000 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 10/05/2023 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 10/05/2023 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2018 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 10/05/2023 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2018 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 10/05/2023 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2018 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2023 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 26/04/2021 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 29/04/2020 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2018 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 29/04/2020 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2018 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 08/02/2013 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2018 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 08/02/2013 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2018 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 08/02/2013 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2018 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2017 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/09/2010 → 31/12/2012 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/09/2010 → 31/12/2012 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/09/2010 → 31/12/2012 |
| 2013 | PricewaterhouseCoopers | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/09/2010 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/09/2010 |
| 2010 | Terco Grant Thornton Auditores Independentes | 52803244000106 | Nacional | 13/07/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 2 | 1 |
| 2022 | 4 | 1 |
| 2021 | 3 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 1 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 6.097 |
| Acionistas pessoa jurídica | 33 |
| Investidores institucionais | 22 |
| Ações ordinárias em circulação | 113.570.972 (99,19%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 113.570.972 (99,19%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2025).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 29/09/2023 | 0 | 34.093.081 | 0 | 34.093.081 |
| Capital Emitido | 07/10/2025 | 935.307.152 | 114.500.510 | 0 | 114.500.510 |
| Capital Integralizado | 07/10/2025 | 935.307.152 | 114.500.510 | 0 | 114.500.510 |
| Capital Subscrito | 07/10/2025 | 935.307.152 | 114.500.510 | 0 | 114.500.510 |
20102011201220132014201520162020202120222023202420252026
Relações familiares 1 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| MARCELO FARIA DE LIMA | Presidente do Conselho de Administração | ELISA BASTOS DE LIMA | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | VESTE S.A. ESTILO | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
Transações com partes relacionadas 1 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Princess Cut Administração de Imóveis Ltda (Princess Cut) | Sociedade investida e administrada por membro da Administração da Companhia. | 30/09/2011 | 40.040.000 | — | — | N/A |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 275 | 3.382 | 3.178 | 3.180 | 3.691 | 3.708 | 4.284 | 2.155 | 1.521 | 1.592 | 1.653 | 1.657 | 1.656 |
| Ativo circulante | 188 | 1.010 | 795 | 824 | 896 | 802 | 997 | 530 | 504 | 499 | 525 | 488 | 501 |
| Caixa e equivalentes | 35 | 446 | 258 | 376 | 410 | 248 | 467 | 56 | 34 | 49 | 31 | 35 | 41 |
| Aplicações financeiras | 0 | 98 | 35 | 0 | 0 | 0 | 11 | 11 | 12 | 14 | 17 | 20 | 0 |
| Contas a receber | 72 | 145 | 140 | 68 | 58 | 77 | 94 | 118 | 159 | 113 | 116 | 175 | 232 |
| Estoques | 71 | 299 | 267 | 336 | 292 | 356 | 312 | 284 | 232 | 271 | 296 | 249 | 218 |
| Tributos a recuperar | 8 | 15 | 30 | 36 | 120 | 90 | 63 | 58 | 63 | 45 | 61 | 6 | 7 |
| Despesas antecipadas | 2 | 7 | 9 | 7 | 17 | 30 | 50 | 2 | 4 | 6 | 4 | 3 | 3 |
| Realizável a longo prazo | 8 | 39 | 70 | 95 | 707 | 747 | 933 | 306 | 282 | 330 | 309 | 317 | 317 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 52 | 435 | 422 | 370 | 199 | 233 | 401 | 312 | 270 | 271 | 309 | 336 | 319 |
| Intangível | 28 | 1.897 | 1.891 | 1.890 | 1.890 | 1.927 | 1.954 | 1.007 | 466 | 490 | 510 | 516 | 520 |
| Passivo circulante | 68 | 782 | 720 | 1.025 | 976 | 960 | 1.149 | 293 | 481 | 376 | 310 | 322 | 327 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 20 | 52 | 45 | 56 | 45 | 40 | 49 | 43 | 58 | 62 | 49 | 49 | 59 |
| Fornecedores | 26 | 139 | 143 | 251 | 275 | 225 | 318 | 116 | 117 | 130 | 97 | 104 | 102 |
| Dívida de curto prazo | 0 | 481 | 441 | 625 | 470 | 616 | 652 | 83 | 203 | 53 | 56 | 108 | 95 |
| Passivo não circulante | 55 | 796 | 715 | 473 | 568 | 522 | 852 | 1.585 | 1.568 | 281 | 311 | 291 | 263 |
| Dívida de longo prazo | 50 | 677 | 609 | 409 | 557 | 496 | 829 | 1.554 | 1.528 | 238 | 259 | 240 | 219 |
| Patrimônio líquido | 153 | 1.804 | 1.743 | 1.681 | 2.146 | 2.226 | 2.282 | 277 | -528 | 935 | 1.033 | 1.043 | 1.065 |
| Receita líquida | 351 | 766 | 1.189 | 1.126 | 1.250 | 1.244 | 954 | 599 | 876 | 1.066 | 1.110 | 1.112 | 1.231 |
| EBIT | 61 | 99 | 152 | 106 | -22 | 274 | -87 | -1.256 | -678 | 214 | 32 | 43 | 85 |
| Lucro líquido | 37 | -4 | -17 | -62 | 421 | 103 | -193 | -2.005 | -804 | 55 | 23 | 1 | 24 |
| Fluxo de caixa operacional | 31 | 155 | 175 | 253 | 148 | 92 | 70 | -325 | 112 | 199 | 176 | 238 | 228 |
| Fluxo de caixa de investimento | -30 | -94 | 15 | -34 | -114 | -149 | -113 | -81 | -88 | -133 | -168 | -133 | -109 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 10 | 199 | -378 | -101 | -0 | -105 | 262 | -6 | -46 | -51 | -26 | -101 | -113 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 19,43 | 21,94 | 21,88 | 21,88 | 22,03 | 22,03 | 22,18 | 21,49 | 21,14 | 21,19 | 21,23 | 21,23 | 21,23 |
| Tamanho (receita) | 19,68 | 20,46 | 20,90 | 20,84 | 20,95 | 20,94 | 20,68 | 20,21 | 20,59 | 20,79 | 20,83 | 20,83 | 20,93 |
| Alavancagem | 0,18 | 0,34 | 0,33 | 0,33 | 0,28 | 0,30 | 0,35 | 0,76 | 1,14 | 0,18 | 0,19 | 0,21 | 0,19 |
| Liquidez corrente | 2,78 | 1,29 | 1,10 | 0,80 | 0,92 | 0,83 | 0,87 | 1,81 | 1,05 | 1,33 | 1,70 | 1,52 | 1,53 |
| ROA | 0,13 | -0,00 | -0,01 | -0,02 | 0,11 | 0,03 | -0,05 | -0,93 | -0,53 | 0,03 | 0,01 | 0,00 | 0,01 |
| ROE | 0,24 | -0,00 | -0,01 | -0,04 | 0,20 | 0,05 | -0,08 | -7,24 | 1,52 | 0,06 | 0,02 | 0,00 | 0,02 |
| Margem líquida | 0,11 | -0,01 | -0,01 | -0,05 | 0,34 | 0,08 | -0,20 | -3,35 | -0,92 | 0,05 | 0,02 | 0,00 | 0,02 |
| Caixa / ativos | 0,13 | 0,13 | 0,08 | 0,12 | 0,11 | 0,07 | 0,11 | 0,03 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,02 |
| Tangibilidade | 0,19 | 0,13 | 0,13 | 0,12 | 0,05 | 0,06 | 0,09 | 0,14 | 0,18 | 0,17 | 0,19 | 0,20 | 0,19 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 27/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |