ISA ENERGIA BRASIL S.A.
CNPJ 02998611000104 · código CVM 18376Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 14/07/1999 |
| Setor de atividade | Energia Elétrica |
| Listagem na B3 (início) | 14/07/1999 |
| Segmento B3 atual | Nível 1 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 85,9% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | https://ri.isaenergiabrasil.com.br - https://www.isaenergiabrasil.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 64,9% | 28 | 14 | 5 | 7 | 34 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2019 | 75,5% | 30 | 6 | 11 | 7 | 31 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2020 | 75,5% | 30 | 6 | 11 | 7 | 31 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2021 | 76,6% | 31 | 6 | 10 | 7 | 31 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2022 | 79,3% | 31 | 4 | 11 | 8 | 33 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2023 | 81,5% | 33 | 4 | 9 | 8 | 31 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2024 | 84,8% | 35 | 3 | 8 | 8 | 29 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2025 | 85,9% | 36 | 3 | 7 | 8 | 30 | Nível 1 de Governança Corporativa |
Acionistas
2 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA estrutura de capital da Companhia é composta por 39,1% de ações ordinárias e 60,9% de ações preferenciais. Em 2006, a ISA Capital do Brasil S.A. adquiriu o controle da Companhia ao comprar 50,1% das ações ordinárias com direito a voto, ampliando essa participação para 89,4% das ações ordinárias e 37,5% do capital total em 2007 - o histórico completo da aquisição e dos eventos subsequentes está detalhado no item 1.1 do Formulário de Referência de 2025. O estatuto social da Companhia estabelece que as ações preferenciais conferem, entre outros direitos, a eleição de um membro e respectivo suplente para o Conselho Fiscal, preferência na distribuição de dividendos e prioridade no reembolso do capital social, sem prêmio, em caso de liquidação. A Companhia é aderente ao Regulamento do Nível I de Governança Corporativa da B3 e considera que sua atual estrutura acionária atende de forma satisfatória aos interesses de todos os seus acionistas. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaA Companhia observa a regra geral estabelecida no artigo 254-A da Lei das Sociedades por Ações, que determina que, em caso de alienação direta ou indireta do controle acionário, o adquirente deverá realizar oferta pública de aquisição (OPA) das ações com direito a voto pertencentes aos demais acionistas, assegurando-lhes um preço não inferior a 80% do valor pago por ação integrante do bloco de controle. Qualquer OPA deverá ser previamente analisada e aprovada pelo Conselho de Administração e pela Assembleia Geral de Acionistas, além de estar sujeita à autorização prévia da ANEEL e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), conforme aplicável. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaCompete ao Conselho de Administração pronunciar-se sobre a condução geral dos negócios da Companhia. Nesse contexto, qualquer oferta pública de aquisição (OPA), nos termos do artigo 254-A da Lei das Sociedades por Ações, será submetida à análise do Conselho, incluindo a avaliação de seus aspectos econômicos, em estrito cumprimento de seu dever fiduciário. Concluída essa etapa, será convocada a Assembleia Geral de Acionistas, que deliberará sobre a aceitação ou não da OPA, conforme os interesses da Companhia e de seus acionistas. |
Parcialmente |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaEmbora a Companhia não disponha de uma política específica aprovada pelo Conselho de Administração para a destinação de resultados, o Estatuto Social da Companhia estabelece que, após as deduções previstas na Lei das Sociedades por Ações e observada a ordem de prioridade estatutária, será destinado ao pagamento de dividendo obrigatório o maior valor entre R$ 359 milhões e 25% do lucro líquido do exercício, apurado conforme as normas contábeis internacionais (IFRS) (vide item 2.7 do Formulário de Referência de 2025). Adicionalmente, em reunião da Diretoria realizada em 29 de maio de 2018, foi definida e comunicada ao mercado a prática de distribuição de proventos com payout mínimo de 75% do lucro líquido regulatório - considerado uma melhor proxy da geração de caixa em relação ao IFRS -, limitada a uma alavancagem máxima de 3,0x Dívida Líquida/EBITDA, com possibilidade de pagamentos intermediários. A prática de remuneração aos acionistas, bem como o histórico detalhado de distribuição de proventos, está disponível no site de Relações com Investidores da Companhia: https://ri.isaenergiabrasil.com.br/pt/informacoes-financeiras/remuneracao-aos-acionistas |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
10 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de Administração é responsável por analisar, aprovar e acompanhar a execução do plano estratégico da Companhia, o qual abrange aspectos financeiros, sociais, ambientais, de eficiência operacional, inovação, mercado e gestão de pessoas, entre outros. A exposição da Companhia a riscos é avaliada periodicamente, e os principais eventos relacionados são reportados à Diretoria e ao próprio Conselho de Administração. Os riscos mais relevantes também são apresentados e discutidos no âmbito do Conselho de Administração da controladora. A Política de Gestão de Riscos foi aprovada pelo Conselho de Administração, que também é responsável pela aprovação dos principais instrumentos de gestão da Companhia - incluindo valores, políticas e códigos - os quais são implementados e monitorados por meio de projetos e programas específicos. Vide item 5.1 do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaEmbora não haja previsão expressa no Estatuto Social da Companhia nem nas regras do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, a Companhia adota, em linha com as recomendações da Cartilha de Governança Corporativa da CVM, a prática de manter ao menos um terço de membros independentes no Conselho de Administração, considerando o total de até 9 (nove) membros. Anualmente, é realizada a avaliação dos critérios de independência dos candidatos indicados pelos acionistas, sendo as informações correspondentes incluídas no Manual da Assembleia Geral Ordinária que delibera sobre a eleição do Conselho de Administração. Adicionalmente, a Companhia divulga, em seu Formulário de Referência, a identificação dos Conselheiros Independentes, bem como o perfil completo de cada membro do Conselho. Vide item 7.3 do Formulário de Referência de 2025. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA política de indicação e remuneração de administradores da Companhia, aprovada pelo Conselho de Administração em 21 de agosto de 2024, é implementada com base em critérios objetivos de integridade, competência, diversidade e alinhamento com os valores da companhia, sendo aplicada no processo de seleção de membros do Conselho de Administração, Diretoria e Conselho Fiscal. A indicação de conselheiros é feita por acionistas mediante envio formal de documentação à Gerência de Relações com Investidores, incluindo identidade, currículo e preenchimento da Matriz de Competências, sendo a eleição realizada em Assembleia Geral. A política estabelece que os candidatos devem apresentar competências complementares, formação acadêmica adequada, disponibilidade de tempo para o exercício da função e aderência às diretrizes de diversidade e inclusão da Companhia. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaDesde 2019, a Companhia adotou um processo anual de autoavaliação do Conselho de Administração, como parte de seu compromisso com o aprimoramento contínuo das práticas de governança corporativa. O processo não conta com a participação de consultores externos e está previsto no Regimento Interno do Conselho de Administração. A autoavaliação é realizada no início de cada ano, com base no desempenho do exercício anterior, e contempla os seguintes aspectos: desempenho individual de cada conselheiro, desempenho coletivo do Conselho, frequência e relevância dos temas tratados nas reuniões, participação da Diretoria Executiva e atuação da Secretaria de Governança. A partir de sua implementação, o escopo da autoavaliação foi ampliado para incluir também os comitês de assessoramento ao Conselho: Comitê de Auditoria e Riscos, Comitê de Talento Organizacional e Comitê Ambiental, Sustentabilidade e Governança Corporativa (ASG). Vide item 7.1 do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia dispõe de um plano estruturado de sucessão para o Diretor-Presidente e demais membros da Diretoria Executiva, denominado Talent Review. Esse plano é mapeado pela controladora e gerido pelo Comitê de Talento Organizacional, órgão de assessoramento do Conselho de Administração. O processo conta com a aprovação das áreas corporativas e a participação de determinados membros do Conselho de Administração, que integram a instância administrativa responsável pela gestão do programa Talent Review. Essa estrutura assegura a continuidade da liderança e o alinhamento com as diretrizes estratégicas da Companhia. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia mantém um programa estruturado de integração para os novos membros do Conselho de Administração, com o objetivo de garantir uma transição eficiente e alinhada às práticas de governança corporativa. O programa inclui o compartilhamento dos principais documentos legais e institucionais da Companhia, bem como uma apresentação conduzida pelo Diretor Presidente, abordando as informações estratégicas e operacionais mais relevantes. A agenda de integração contempla ainda visitas aos ativos da Companhia e momentos de interação com os principais executivos, promovendo uma visão abrangente do negócio e fortalecendo o engajamento dos conselheiros com a gestão. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração da Companhia estabelece que as atas das reuniões devem ser redigidas de forma objetiva e clara, de modo a assegurar o pleno entendimento das deliberações. As decisões tomadas são registradas de maneira precisa e submetidas à aprovação dos Conselheiros, contendo a identificação dos participantes, bem como o registro de votos divergentes e eventuais abstenções. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaAs avaliações de desempenho do Diretor Presidente e dos demais membros da Diretoria Executiva foram conduzidas e aprovadas na Reunião do Conselho de Administração nº 03/2025, realizada em 17 de fevereiro de 2025. Vide item 7.1 do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO Conselho de Administração é responsável por validar as metas do Diretor Presidente e dos demais membros da Diretoria Executiva, com base no Quadro de Gestão Integral (QGI). Além disso, acompanha o cumprimento dessas metas, aprova os resultados alcançados ao final de cada exercício social e delibera sobre a permanência, promoção ou eventual desligamento dos executivos em seus respectivos cargos. Vide item 7.1 do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria da Companhia é fixada com base em uma política formal aprovada pelo Conselho de Administração, conforme previsto na Política de Indicação e Remuneração de Administradores, aprovada em 21 de agosto de 2024. A política estabelece que a Assembleia Geral define o montante global da remuneração da Diretoria, cabendo ao Conselho de Administração a competência para individualizar esse valor entre os diretores, podendo, a seu critério, delegar essa atribuição ao Comitê de Talento Organizacional. A estrutura adotada contempla mecanismos de incentivo e controle que visam assegurar a sustentabilidade financeira e a mitigação de riscos, em conformidade com as boas práticas de governança corporativa. Vide item 8.1. do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria é composta por uma parte fixa e outra variável, esta última é dividida em variável de curto prazo, onde os pagamentos são vinculados aos resultados anuais de acordo com a performance financeira e operacional da companhia, e variável de médio e longo prazo, onde os pagamentos são atrelados a valorização das ações da companhia e da sua controladora. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA estrutura de incentivos da Companhia é desenvolvida com base nas melhores práticas de mercado e nas diretrizes do acionista controlador, contando com o suporte técnico de consultorias especializadas. Esse processo considera o alinhamento ao planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo. As diretrizes são submetidas à aprovação do Comitê de Talento Organizacional e do Conselho de Administração. Qualquer alteração no pacote de remuneração dos executivos deve ser aprovada pelo Conselho de Administração, com o apoio do Comitê de Talento Organizacional, sem a participação dos diretores. Vide item 8.1. do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
7 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia conta com um Comitê de Auditoria e Riscos, de natureza não estatutária, que atua como órgão de assessoramento técnico ao Conselho de Administração. No exercício de suas atribuições, o Comitê é responsável por monitorar a gestão e a eficácia do sistema de controles internos, acompanhar e avaliar as atividades das auditorias interna e externa, supervisionar a gestão de compliance, monitorar os riscos de negócios e zelar pelas práticas contábeis e pela transparência das informações da Companhia e de suas controladas, entre outras competências. O Comitê é composto por até 3 (três) membros e não dispõe de orçamento próprio. No entanto, quando há necessidade de contratação de consultores externos - em temas contábeis, jurídicos ou outros assuntos técnicos -, os recursos são alocados a partir do orçamento da área de Auditoria Interna. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA eficiência dos controles internos e o acompanhamento da evolução das práticas e eventuais deficiências são supervisionados pela Diretoria de Auditoria Interna, que responde funcionalmente ao Comitê de Auditoria e Riscos e, administrativamente, à Presidência da Companhia. Os resultados das avaliações são apresentados ao Conselho de Administração. O monitoramento dos controles que integram o Sistema de Controles Internos é conduzido pela Diretoria de Auditoria Interna, com base em um plano anual de auditoria orientado por riscos, aprovado pelo Comitê de Auditoria e Riscos. Esse plano permite avaliar os aspectos mais relevantes da Companhia, priorizando os processos que demandam maior atenção, com foco na efetividade e eficiência dos controles internos na mitigação de riscos. A partir das avaliações realizadas, são definidos planos de aprimoramento, cuja implementação é acompanhada pela Auditoria Interna. A evolução desses planos é reportada bimestralmente ao Comitê de Auditoria e Riscos. Vide item 5.2. do Formulário de Referência de 2025. |
Parcialmente |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia adota uma Política de Gestão Integral de Riscos, aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 1º de dezembro de 2020. Essa política tem como objetivo estabelecer as diretrizes corporativas que orientam a gestão de riscos, visando à geração e à proteção de valor para a Companhia e suas controladas, à preservação da integridade dos recursos empresariais e à continuidade e sustentabilidade dos negócios. A matriz de atribuições de responsabilidades (RACI) relacionada à Gestão Integral de Riscos está detalhada no Manual de Gestão de Riscos da Companhia e de suas empresas controladas. Vide item 5.1 do Formulário de Referência de 2025 |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaTrimestralmente, as informações relacionadas à gestão de riscos são apresentadas à Auditoria Interna, à Diretoria Executiva, ao Conselho de Administração e à acionista controladora. Esses órgãos são responsáveis por analisar e zelar para que a Diretoria disponha de mecanismos e controles internos adequados para identificar, avaliar e monitorar os riscos que possam impactar a Companhia. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria Executiva avalia e presta contas ao Conselho de Administração, que, bimestralmente, analisa a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos, bem como do programa de integridade e conformidade da Companhia. A última prestação de contas foi realizada na reunião do Conselho em 17 de junho de 2025. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
9 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia conta com um Comitê de Ética, vinculado diretamente ao Comitê de Auditoria e Riscos - órgão de assessoramento do Conselho de Administração -, responsável por promover a cultura de ética e integridade na organização. Entre suas atribuições estão a atuação como instância consultiva para temas éticos, bem como a implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do Código de Ética e Conduta e da gestão do Canal Linha Ética. O Comitê é composto pelo Diretor Presidente, pela Diretora de Talento Organizacional, pelo Diretor Jurídico e Societário, e é secretariado pela Diretora de Auditoria e Riscos. Reúne-se periodicamente para monitorar a evolução do Programa de Compliance, além de analisar e deliberar sobre apurações e propor medidas corretivas relacionadas a infrações ao Código de Ética e Conduta. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal Linha Ética é fornecido e operado por empresa terceirizada independente, com gestão interna realizada pela equipe de Compliance da Companhia. O canal atua tanto como mecanismo preventivo - para esclarecimento de dúvidas e consultas - quanto como instrumento detectivo, destinado ao recebimento de relatos sobre possíveis desvios de conduta. O estímulo à realização de denúncias está formalizado no Código de Ética e Conduta, na Política Anticorrupção e em outras normas de compliance da Companhia. Qualquer pessoa pode registrar uma denúncia, inclusive de forma anônima, sendo garantido o tratamento seguro e confidencial das informações recebidas. A proteção ao denunciante e a vedação a qualquer forma de retaliação contra aqueles que agirem de boa-fé estão expressamente previstas no Código de Ética e Conduta. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs normas internas da Companhia estabelecem de forma clara a definição de funções, papéis e responsabilidades dos seus órgãos de governança. O Estatuto Social detalha as competências e alçadas decisórias de cada instância administrativa - Assembleia de Acionistas, Conselho de Administração e Diretoria Executiva -, assegurando a adequada segregação de funções e a transparência na tomada de decisões. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaAs regras de governança da Companhia são públicas e estão disponíveis para consulta no site institucional e na CVM. Entre esses documentos, destaca-se o Regimento Interno do Conselho de Administração, que estabelece, em conformidade com a legislação vigente, a vedação à participação de conselheiros em deliberações sobre matérias que envolvam conflitos com seus interesses pessoais ou com interesses de terceiros sob sua influência. Eventuais situações de conflito de interesses nas deliberações da Companhia são formalmente registradas em atas de Assembleias Gerais, reuniões do Conselho de Administração e da Diretoria, com a devida identificação da natureza e da extensão do conflito. Adicionalmente, a Companhia dispõe de diretrizes específicas sobre o tratamento de conflitos de interesse em sua Política Anticorrupção, também disponível em seu site. Essa política determina, entre outros mecanismos, que todos os administradores e colaboradores devem preencher formulário próprio para reportar potenciais situações de conflito de interesse. Vide itens 7.1 e 11.1. do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia monitora igualmente os eventuais conflitos de interesses nas votações submetidas à Assembleias Gerais, das quais participam também representantes do Conselho Fiscal e da Auditoria Externa, bem como o Código de Ética da Companhia, que define situações e tratamentos de conflitos de interesses. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Política de Transações com Partes Relacionadas da Companhia, aprovada pelo Conselho de Administração em 14 de junho de 2022, estabelece diretrizes claras para assegurar a integridade e a transparência dessas operações. Entre os principais dispositivos, destacam-se: a exigência de aprovação prévia de transações específicas ou de diretrizes para sua contratação |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia, por deliberação do Conselho de Administração, adotou a Política de Negociação de Valores Mobiliários com o objetivo de estabelecer critérios e procedimentos a serem observados pela própria Companhia e por todas as pessoas a ela vinculadas, visando assegurar uma negociação ordenada, ética e transparente dos valores mobiliários por ela emitidos ou a eles referenciados. A Política tem como finalidade coibir o uso indevido de informações privilegiadas que possam influenciar a formação do preço de mercado dos valores mobiliários, em conformidade com as normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O conteúdo integral da Política está disponível para consulta no site institucional da Companhia e na CVM. Vide item 7.8 do Formulário de Referência de 2025. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Código de Ética e Conduta da Companhia, aprovado pelo Conselho de Administração em reunião realizada no dia 17 de dezembro de 2021, disponível no site da Companhia, proíbe o pagamentos de contribuições e doações políticas, serviços de lobby e desvios de dinheiro de atividades de investimento social ou patrocínios para atividades políticas ou outras que não as estabelecidas pela empresa. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaConforme previsto no Código de Ética e Conduta da Companhia, é proibido desembolsos relacionados às atividades políticas. |
Parcialmente |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Carolina Botero LondoñoGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/03/2022 | AGO23 | 2 | 100.00% |
| César Augusto Arias HernándezGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/03/2022 | AGO/2023 | 10 | 100.00% |
| Fernando Simões Cardozo IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/03/2022 | AGO/2023 | 2 | 100.00% |
| Gustavo Carlos Marin Garat IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/03/2022 | AGO/23 | 7 | 100.00% |
| Juan Emílio Posada EcheverriGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 26/07/2022 | AGO/23 | 0 | 100.00% |
Diretoria 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Carisa Santos Portela CristalGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2021 | 30/04/2023 | 0 | 0.00% |
| Dayron Esteban Urrego MorenoGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/10/2020 | 30/04/2023 | 0 | 0.00% |
| Gabriela Desiré Olímpio PereiraGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/08/2020 | 30/04/2023 | 0 | 0.00% |
| RUI CHAMMASGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 28/04/2020 | 30/04/2023 | 2 | 0.00% |
| Silvia Diniz WadaGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 22/09/2020 | 30/04/2023 | 0 | 0.00% |
Conselho Fiscal 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Carla Alessandra TrematoreGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 24/03/2022 | AGO/2023 | 2 | 0.00% |
| Dilma Maria TeodoroGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 24/03/2022 | AGO/2023 | 2 | 100.00% |
| Luciana Dos Santos UchôaGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 24/03/2022 | AGO/23 | 0 | 100.00% |
| Manuel Domingues de Jesus e PinhoGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 24/03/2022 | AGO/2023 | 17 | 100.00% |
| Natan SzusterGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 24/03/2022 | AGO/2023 | 0 | 100.00% |
| Paula Prado RodriguesGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 26/07/2022 | AGO/2023 | 0 | 100.00% |
| Pedro Henrique Costa MottaGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 26/07/2022 | AGO/2023 | 2 | 100.00% |
| RAQUEL MAZAL KRAUSSGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 24/03/2022 | AGO/2023 | 2 | 100.00% |
| Ricardo Lopes CardosoGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 24/03/2022 | AGO/2023 | 5 | 100.00% |
| Sandra Gebara BoniGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 24/03/2022 | AGO/2023 | 0 | 100.00% |
Comitês 3 comitês
Comitê de Talento Organizacional
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Carlos Humberto Delgado GaleanoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Carolina Botero LondoñoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| César Augusto Ramirez RojasGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Auditoria e Compliance
| Nome | Cargo |
|---|---|
| César Augusto Arias HernándezGin | Presidente do Comitê |
| Diego Perez MoralesGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Fernando Simões CardozoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Ambiental, Social e Governança (ASG)
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Diego Perez MoralesGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Fernando Simões CardozoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Juliana Suso JaramilloGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 9 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 9 | 5 |
| Salário ou pró-labore | 721.352 | 2.556.302 | 6.402.117 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 84.000 | 1.770.114 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 7.326.494 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 36.068 | 153.378 | 576.191 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 757.420 | 2.793.680 | 16.074.915 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Diretoria Estatutária | |
|---|---|
| Nº de membros | 5 |
| Nº de membros remunerados | 5 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 7.326.494 |
| Bônus — se metas atingidas | 7.326.494 |
| Bônus — efetivo | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2021 |
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 28/04/2026 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2021 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 28/04/2026 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2021 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2021 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 07/04/2020 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2021 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 04/04/2016 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2021 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 04/04/2016 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2021 |
| 2019 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 04/04/2016 |
| 2018 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2016 |
| 2018 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 → 31/12/2015 |
| 2017 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2016 |
| 2017 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 → 31/12/2015 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2013 |
| 2016 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2016 |
| 2016 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 → 31/12/2015 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2013 → 31/12/2013 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2009 → 31/03/2013 |
| 2015 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2013 → 31/12/2013 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2009 → 31/03/2013 |
| 2014 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/04/2013 |
| 2013 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2009 → 31/03/2013 |
| 2012 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2009 |
| 2011 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2009 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 2 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 1 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 3 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 3 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 316.210 |
| Acionistas pessoa jurídica | 215 |
| Investidores institucionais | 1.464 |
| Ações ordinárias em circulação | 7.313.172 (3,07%) |
| Ações preferenciais em circulação | 415.568.772 (98,78%) |
| Total em circulação | 422.881.944 (64,18%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (07/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 04/04/2019 | 5.000.000.000 | 257.937.732 | 400.945.572 | 658.883.304 |
| Capital Emitido | 04/04/2019 | 3.590.020.427 | 257.937.732 | 400.945.572 | 658.883.304 |
| Capital Integralizado | 04/04/2019 | 3.590.020.427 | 257.937.732 | 400.945.572 | 658.883.304 |
| Capital Subscrito | 04/04/2019 | 3.590.020.427 | 257.937.732 | 400.945.572 | 658.883.304 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 12 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| CARLOS ANDRÉS PÉREZ OSORIO | Membro do Conselho de Administração | ECOPETROL | Controlador Direto | Subordinação |
| CÉSAR AUGUSTO RAMÍREZ ROJAS | Membro do Conselho de Administração | ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Controlada Direta | Subordinação |
| GABRIEL JAIME MELGUIZO POSADA | Membro do Conselho de Administração | INTERCONEXIÓN ELÉTRICA S.A. E.S.P. | Controlador Indireto | Subordinação |
| GABRIEL JAIME MELGUIZO POSADA | Membro do Conselho de Administração | INTERCONEXIÓN ELÉTRICA S.A. E.S.P. | Controlador Indireto | Subordinação |
| GABRIEL JAIME MELGUIZO POSADA | Membro do Conselho de Administração | ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Controlador Direto | Subordinação |
| GABRIEL JAIME MELGUIZO POSADA | Membro do Conselho de Administração | ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Controlador Direto | Subordinação |
| JAIME ENRIQUE FALQUEZ ORTIGA | Membro do Conselho de Administração | INTERCONEXIÓN ELÉTRICA S.A. E.S.P. | Controlador Indireto | Subordinação |
| JORGE ANDRÉS CARRILLO CARDOSO | Membro do Conselho de Administração | INTERCONEXIÓN ELÉTRICA S.A. E.S.P. | Controlador Indireto | Subordinação |
| SEBASTIÁN CASTAÑEDA ARBEALEZ | Membro do Conselho de Administração | INTERCONEXIÓN ELÉTRICA S.A. E.S.P. | Controlador Direto | Subordinação |
| SEBASTIÁN CASTAÑEDA ARBEALEZ | Membro do Conselho de Administração | ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Controlador Direto | Subordinação |
| SEBASTIÁN CASTAÑEDA ARBELAEZ | Membro do Conselho de Administração | INTERCONEXIÓN ELÉTRICA S.A. E.S.P. | Controlada Indireta | Subordinação |
| SEBASTIÁN CASTAÑEDA ARBELAEZ | Membro do Conselho de Administração | ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Controlada Direta | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 14 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Acionista controlador | 19/12/2025 | 421.705.000 | — | — | — |
| CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A | Acionista | 12/12/2025 | 172.812.000 | — | — | — |
| CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. | Acionista | 31/12/2025 | 61.152.000 | — | — | — |
| IE Ivaí | Controlada em conjunto | 31/12/2025 | 58.915.000 | — | — | 0,000000 |
| IE Madeira | Controlada em conjunto | 31/12/2025 | 50.591.000 | — | — | 0,000000 |
| IE Garanhuns | Controlada em conjunto | 31/12/2025 | 14.406.000 | — | — | 0,000000 |
| IE Ivaí | Controlada em conjunto | 19/06/2023 | 2.214.839 | — | — | 0,000000 |
| IE Ivaí | Controlada em conjunto | 27/07/2022 | 871.000 | — | — | — |
| Instituto Abrate de Energia (IABRATE) | Patrocinada | 31/12/2025 | 695.000 | 0 | — | — |
| IE Ivaí | Controlada em conjunto | 22/06/2020 | 446.701 | — | — | 0,000000 |
| IE Garanhuns | Controlada em conjunto | 01/12/2022 | 417.000 | — | — | — |
| ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Acionista controlador. | 29/11/2011 | 120.000 | — | — | 0,000000 |
| ISA CAPITAL DO BRASIL S.A | Acionista controlador | 22/06/2020 | 49.000 | — | — | 0,000000 |
| IE Ivaí | Controlada em conjunto | 01/08/2022 | 186 | — | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 2 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| CTPTY | Estados Unidos | Mercado de Balcão Americano | Financial Industry Regulatory Authority | 24/09/2011 | 0% |
| CTPTY | Estados Unidos | Balcão Americano - OTC | Financial Industry Regulatory Authority | 24/09/1999 | 0,01% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2022.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 6.931 | 8.409 | 9.837 | 7.011 | 7.142 | 7.339 | 15.067 | 17.252 | 18.542 | 21.599 | 24.592 | 28.977 | 32.244 | 35.911 | 43.305 | 47.201 |
| Ativo circulante | 1.597 | 1.838 | 3.160 | 1.590 | 1.434 | 899 | 1.680 | 2.644 | 2.900 | 4.933 | 5.508 | 3.748 | 4.670 | 5.978 | 7.939 | 7.087 |
| Caixa e equivalentes | 1 | 207 | 311 | 4 | 5 | 6 | 5 | 7 | 17 | 596 | 2.067 | 283 | 337 | 246 | 2.915 | 1.356 |
| Aplicações financeiras | 54 | 0 | 118 | 596 | 480 | 440 | 336 | 610 | 681 | 2.069 | 454 | 814 | 907 | 1.526 | 486 | 809 |
| Contas a receber | 1.447 | 1.490 | 2.510 | 749 | 730 | 320 | 1.221 | 1.925 | 2.086 | 2.062 | 2.804 | 2.344 | 3.030 | 3.370 | 3.605 | 4.106 |
| Estoques | 45 | 50 | 49 | 62 | 46 | 40 | 38 | 38 | 39 | 104 | 45 | 0 | 0 | 165 | 94 | 73 |
| Tributos a recuperar | 11 | 11 | 17 | 73 | 34 | 6 | 9 | 14 | 30 | 32 | 29 | 72 | 114 | 269 | 453 | 229 |
| Despesas antecipadas | 3 | 3 | 4 | 1 | 1 | 6 | 10 | 5 | 8 | 5 | 6 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 5.316 | 6.554 | 6.625 | 4.289 | 4.312 | 4.795 | 11.492 | 12.667 | 13.739 | 14.356 | 16.109 | 21.340 | 23.188 | 25.328 | 30.418 | 35.343 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 1.075 | 1.316 | 1.573 | 1.827 | 1.881 | 1.848 | 2.198 | 2.858 | 3.299 | 3.795 | 4.023 | 4.355 | 4.155 |
| Imobilizado | 9 | 9 | 9 | 10 | 25 | 23 | 25 | 23 | 26 | 86 | 93 | 93 | 115 | 120 | 154 | 180 |
| Intangível | 10 | 9 | 42 | 46 | 56 | 50 | 42 | 37 | 30 | 25 | 24 | 496 | 476 | 462 | 438 | 436 |
| Passivo circulante | 814 | 1.921 | 1.656 | 759 | 475 | 422 | 598 | 789 | 627 | 1.616 | 1.372 | 1.229 | 1.293 | 2.445 | 3.265 | 1.887 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 72 | 80 |
| Fornecedores | 94 | 83 | 87 | 50 | 75 | 35 | 41 | 70 | 88 | 168 | 153 | 84 | 112 | 178 | 182 | 254 |
| Dívida de curto prazo | 335 | 1.397 | 1.302 | 378 | 216 | 252 | 264 | 451 | 358 | 1.087 | 321 | 813 | 181 | 653 | 1.204 | 605 |
| Passivo não circulante | 1.554 | 1.949 | 3.102 | 1.339 | 1.438 | 1.401 | 4.172 | 5.263 | 6.616 | 6.222 | 9.094 | 12.955 | 14.414 | 15.675 | 19.969 | 23.878 |
| Dívida de longo prazo | 1.094 | 1.374 | 2.392 | 862 | 976 | 845 | 746 | 1.492 | 2.657 | 2.206 | 4.214 | 6.603 | 7.861 | 8.616 | 12.070 | 15.403 |
| Patrimônio líquido | 4.564 | 4.539 | 5.078 | 4.912 | 5.229 | 5.515 | 10.297 | 11.200 | 11.300 | 13.762 | 14.125 | 14.793 | 16.536 | 17.792 | 20.071 | 21.437 |
| Receita líquida | 2.256 | 2.901 | 2.819 | 981 | 1.103 | 1.287 | 7.789 | 2.701 | 3.185 | 3.305 | 3.696 | 5.534 | 5.451 | 6.216 | 7.967 | 9.411 |
| EBIT | 1.146 | 1.420 | 1.438 | -209 | 448 | 614 | 7.393 | 2.047 | 2.459 | 2.341 | 4.427 | 4.437 | 3.490 | 3.943 | 5.131 | 4.132 |
| Lucro líquido | 812 | 915 | 843 | 32 | 380 | 517 | 4.949 | 1.385 | 1.895 | 1.779 | 3.383 | 3.038 | 2.320 | 2.892 | 3.553 | 2.511 |
| Fluxo de caixa operacional | 474 | -25 | 186 | 1.950 | 496 | 531 | 135 | 567 | 1.314 | 1.351 | 1.376 | 899 | 600 | 590 | -181 | -1.216 |
| Fluxo de caixa de investimento | -4 | -18 | -178 | -855 | -22 | 64 | 101 | -382 | -103 | 157 | -192 | -1.829 | -99 | -306 | 1.318 | 374 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -459 | 196 | 98 | -1.400 | -474 | -593 | -238 | -183 | -1.202 | -929 | 287 | -855 | -447 | -374 | 1.533 | -717 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 22,66 | 22,85 | 23,01 | 22,67 | 22,69 | 22,72 | 23,44 | 23,57 | 23,64 | 23,80 | 23,93 | 24,09 | 24,20 | 24,30 | 24,49 | 24,58 |
| Tamanho (receita) | 21,54 | 21,79 | 21,76 | 20,70 | 20,82 | 20,98 | 22,78 | 21,72 | 21,88 | 21,92 | 22,03 | 22,43 | 22,42 | 22,55 | 22,80 | 22,97 |
| Alavancagem | 0,21 | 0,33 | 0,38 | 0,18 | 0,17 | 0,15 | 0,07 | 0,11 | 0,16 | 0,15 | 0,18 | 0,26 | 0,25 | 0,26 | 0,31 | 0,34 |
| Liquidez corrente | 1,96 | 0,96 | 1,91 | 2,09 | 3,02 | 2,13 | 2,81 | 3,35 | 4,63 | 3,05 | 4,01 | 3,05 | 3,61 | 2,45 | 2,43 | 3,76 |
| ROA | 0,12 | 0,11 | 0,09 | 0,00 | 0,05 | 0,07 | 0,33 | 0,08 | 0,10 | 0,08 | 0,14 | 0,10 | 0,07 | 0,08 | 0,08 | 0,05 |
| ROE | 0,18 | 0,20 | 0,17 | 0,01 | 0,07 | 0,09 | 0,48 | 0,12 | 0,17 | 0,13 | 0,24 | 0,21 | 0,14 | 0,16 | 0,18 | 0,12 |
| Margem líquida | 0,36 | 0,32 | 0,30 | 0,03 | 0,34 | 0,40 | 0,64 | 0,51 | 0,60 | 0,54 | 0,92 | 0,55 | 0,43 | 0,47 | 0,45 | 0,27 |
| Caixa / ativos | 0,00 | 0,02 | 0,03 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,03 | 0,08 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,07 | 0,03 |
| Tangibilidade | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 2 | 19/02/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 02/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 26/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |