COMPANHIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA
CNPJ 17245234000100 · código CVM 3077Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 11/08/1969 |
| Setor de atividade | Têxtil e Vestuário |
| Listagem na B3 (início) | 11/08/1969 |
| Segmento B3 atual | Nível 1 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 79,8% |
| Auditor independente (2026) | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.cedro.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 91,5% | 42 | 3 | 2 | 7 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2020 | 91,5% | 42 | 3 | 2 | 7 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2021 | 55,3% | 20 | 15 | 12 | 7 | 33 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2022 | 69,2% | 26 | 8 | 13 | 7 | 33 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2023 | 72,3% | 28 | 7 | 12 | 7 | 32 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2024 | 76,1% | 29 | 5 | 12 | 8 | 31 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2025 | 79,8% | 31 | 3 | 13 | 7 | 32 | Nível 1 de Governança Corporativa |
Acionistas
7 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA Companhia é uma S/A de capital aberto, listada no Nível 1 da B3, com ações ordinárias e preferenciais. Tem ações preferenciais emitidas há mais de quarenta anos. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social não prevê regras de determinação do preço de oferta pública de aquisição de ações com acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaO Estatuto Social prevê a realização de oferta pública de aquisição de ações em caso de alienação de controle, assegurando aos acionistas não controladores o direito de alienar suas ações pelo valor mínimo de 80% do preço pago pelas ações com direito a voto integrantes do bloco de controle, conforme previsto no art. 254-A da Lei nº |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
8 Sim · 0 Não · 4 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de Administração está envolvido e comprometido com a definição das estratégias de negócios, os valores e princípios éticos da Companhia. As políticas em vigor da Companhia, refletem o zelo pelos valores de Governança, baseados na equidade, transparência, prestação de contas e na responsabilidade corporativa. As revisões são contínuas no sistema de Governança Corporativa, com utilização de ferramentas de controle e gestão de risco, as quais serão consolidadas sob a forma de um Sistema Integrado de Gerenciamento de Riscos. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO Conselho de Administração é composto integralmente por membros externos, sendo dois independentes, o que equivale a 25% do total de seus membros. A Companhia avalia e divulga anualmente a independência de seus conselheiros. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresa. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia, por meio do Comitê de Remuneração, Avaliação e Sucessão, vinculado ao Conselho de Administração, sistematizou o processo de avaliação de seus administradores, de modo a atender integralmente à prática recomendada. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaNão há um programa formal de integração de novos membros do Conselho de Administração. Contudo, existe a prática consolidada com relação à integração novos membros, em que são apresentadas as pessoas chave da Companhia, bem como suas instalações. No processo de integração são igualmente abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da Companhia |
Parcialmente |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresa. |
Sim |
Diretoria
7 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaA Companhia possui ferramentas de gestão de riscos monitoradas pela diretoria. Essas ferramentas deverão ser consolidadas sob forma de um Sistema Integrado de Gestão de Riscos, cuja execução caberá à diretoria. A Companhia mantém mecanismos de divulgação de seu desempenho financeiro, operacional e dos impactos sociais e ambientais em conformidade com a regulamentação da CVM assegurando a transparência das informações por parte dos acionistas e o mercado. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresa. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
2 Sim · 2 Não · 3 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA criação do Comitê de Auditoria e Riscos não é estatutária e sim por determinação do Conselho de Administração, mas adota as práticas recomendadas |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaEmbora não exista política formal, aprovada pelo Conselho de Administração, para contratação de serviços extra-auditoria, as práticas recomendadas são adotadas pela Companhia. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia ainda não possui uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao Conselho de Administração. A área de auditoria interna deverá ser contemplada dentro do Sistema Integrado de Gestão de Riscos. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia ainda não possui uma política formal de gerenciamento de riscos aprovada pelo Conselho de Administração. Entretanto, utiliza ferramentas de mapeamento e controle de riscos, capazes de avaliar e definir os limites aceitáveis aos quais está exposta. |
Parcialmente |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia utiliza ferramentas de mapeamento e controle de riscos, capazes de avaliar e definir os limites aceitáveis aos quais está exposta. A política formal de gerenciamento de riscos a ser aprovada pelo Conselho de Administração deverá abranger integralmente esses temas. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA política formal de gerenciamento de riscos a ser aprovada pelo Conselho de Administração deverá abranger esses temas. |
Não |
Ética e Conflito de Interesses
7 Sim · 0 Não · 4 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia publicou e aprovou a sua 1ª edição do Código de Conduta pelo Conselho de Administração em dezembro de 2005. Atualmente está na 6º edição, que foi atualizada e aprovada em janeiro de 2024. O Comitê de Conduta possui 12 participantes incluindo os colaboradores: da gerência jurídica, comercial, sistema de gestão integrada, gerência de desenvolvimento humano e organizacional, gerencia industrial, financeira, um acionista e um representante do Sindicato dos Trabalhadores. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaCom base no Código de Conduta, a Companhia possui um Comitê de Conduta dotado de total independência e autonomia, que presta assessoramento ao Conselho de Administração em assuntos referentes ao Código de Conduta. O Canal de Denúncias é independente e garante a confidencialidade de seus usuários (embora haja a necessidade de identificação), bem como a integridade nas apurações e providências necessárias. |
Parcialmente |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Regimento da Administração Superior da Companhia, prevê as atribuições, competências e constituição de cada órgão de governança, com definição clara de funções, papéis e responsabilidades. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaEmbora o Estatuto da Companhia não contenha expressamente tal regra, tais práticas estão previstas na Política de Transações com Partes Relacionadas e são observadas pela Companhia. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresa. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresa. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui e adota política sobre contribuições voluntárias abordando tais práticas, porém ainda não aprovada formalmente pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaAtualmente há vedação legal para essa prática. |
Parcialmente |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ MAURÍCIO MIRANDAGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 05/06/2026 | Unificado de 2 (dois) anos, até a AGO de 2028 |
| CLÁUDIO LOPES CARDOSO JÚNIOR IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 05/06/2026 | Unificado de 2 (dois) anos, até a AGO de 2028 |
| FABIANO SOARES NOGUEIRAGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 05/06/2026 | Unificado de 2 (dois) anos, até a AGO de 2028 |
| RENATO MASCARENHAS ALVESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 05/06/2026 | Unificado de 2 (dois) anos, até a AGO de 2028 |
| VICTOR MASCARENHAS DE FREITAS BORGESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 05/06/2026 | Unificado de 2 (dois) anos, até a AGO de 2028 |
Diretoria 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| FÁBIO MASCARENHAS ALVESGin | Diretoria | 13 - Diretor Presidente / Diretor de Relações com Investidores | 29/04/2025 | 30/04/2027 |
| LUIZ CÉSAR GUIMARÃESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2025 | 30/04/2027 |
| PATRICK MELO PINHEIROGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2025 | 30/04/2027 |
Conselho Fiscal 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADAUTO ALVES RIBASGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| ADAUTO LÚCIO S DUTRAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| ALEXANDRE CARDOSO FREITASGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| DIEGO SOUZA E SILVAGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| FRANCISCO ASCLEPIO BARROSO AGUIARGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| NOURIVAL DE SOUZA RESENDE FILHOGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| OTHNIEL GUIMARAES COSTAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| PAOLA BENATI SIGNORELLIGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| ROBERTO GOLDSTAJNGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
| WILSON COSTA FERREIRAGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 05/06/2026 | 30 de abril de 2027 |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 5 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 5 | 3 |
| Salário ou pró-labore | 290.859 | 1.208.164 | 3.224.144 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 282.014 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 25.963 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 2.256.901 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 290.859 | 1.234.127 | 5.763.060 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 5 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 5 | 3 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 2.256.901 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2025 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2024 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 10830108000670 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2023 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 10830108000670 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2022 | Grant Thornton Auditores Independentes | 10830108000670 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2021 | BDO RCS Auditores Independentes Sociedade Simples | 54276936000179 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2020 | BDO RCS Auditores Independentes Sociedade Simples | 54276936000179 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | BDO RCS Auditores Independentes Sociedade Simples | 54276936000179 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | BDO RCS Auditores Independentes Sociedade Simples | 54276936000179 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 → 31/12/2011 |
| 2017 | BDO RCS Auditores Independentes Sociedade Simples | 54276936000179 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 → 31/12/2011 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2016 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 → 31/12/2011 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2015 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 → 31/12/2011 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 → 31/12/2011 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 → 31/12/2011 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 → 31/12/2011 |
| 2011 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 |
| 2010 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 01/01/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 0 |
| 2025 | 1 | 0 |
| 2024 | 1 | 0 |
| 2023 | 1 | 0 |
| 2022 | 1 | 0 |
| 2021 | 1 | 0 |
| 2020 | 1 | 0 |
| 2019 | 1 | 0 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Posição acionária 53 acionistas listados
| Acionista | Nacionalidade | % ON | % PN | % Total | Marcações |
|---|---|---|---|---|---|
| Cia Tecidos Norte de Minas - Coteminas | Brasileira | 20,07% | 44,13% | 30,4% | |
| Outros | — | 21,39% | 36,17% | 27,74% | |
| Fabiano Soares Nogueira | Brasileira | 4,26% | 1,83% | 3,22% | |
| Silvio Diniz Ferreira | Brasileira | 3,69% | 2,35% | 3,12% | |
| Fernando Bicalho Dias | Brasileira | 3,59% | 2,35% | 3,06% | |
| Paula Mascarenhas de Freitas Borges | Brasileira | 4,11% | 0,51% | 2,56% | |
| Luciana Freitas Borges Miranda | Brasileira | 3,93% | 0,5% | 2,46% | |
| Victor Mascarenhas de Freitas Borges | Brasileira | 3,8% | 0,54% | 2,4% | |
| Maria José Baptista de Magalhães | Brasileira | 1,46% | 3,22% | 2,22% | |
| Angela Cançado Lara Resende | Brasileira | 2,98% | 1,18% | 2,21% | |
| Márcio Marcelo Oliveira de Lara Resende | Brasileira | 1,42% | 2,07% | 1,7% | |
| Lucia Mattos Magalhães Mascarenhas | Brasileira | 2,63% | 0,05% | 1,52% | |
| Amélia Gonzaga Carvalho Silva | Brasileira | 1,86% | 0,48% | 1,27% | |
| Maria Salome Pinto Gonzaga | Brasileira | 1,99% | 0,29% | 1,26% | |
| Pérola Francisca Mascarenhas Alves | Brasileira | 1,41% | 0,44% | 0,99% | |
| Simone Maria Lopes Cançado Diniz | Brasileira | 1,51% | 0,01% | 0,87% | |
| Aguinaldo Diniz Filho | Brasileira | 1,42% | 0,1% | 0,85% | |
| Breno Mattos de Magalhães Mascarenhas | Brasileira | 1,41% | 0,1% | 0,84% | |
| Ines Gonzaga Zatz | Brasileira | 0,94% | 0,33% | 0,68% | |
| Estevam Rodrigo de Mascarenhas e Magalhães | Brasileira | 1,1% | 0,1% | 0,67% | |
| Nathalia Haas | Brasileira | 1,13% | 0% | 0,65% | |
| Rachel Haas Gaetani | Brasileira | 1,13% | 0% | 0,65% | |
| Luiz César Guimarães | Brasileiro | 1,06% | 0,04% | 0,62% | |
| Maria Alice de Mattos Mascarenhas | Brasileira | 1,04% | 0% | 0,59% | |
| Maria Luiza Gonzaga de Oliveira | Brasileira | 0,85% | 0,16% | 0,55% | |
| Santuza Maria Mascarenhas Lopes Cançado | Brasileira | 0,82% | 0,03% | 0,48% | |
| Fábio Mascarenhas Alves | Brasileira | 0,66% | 0,01% | 0,38% | |
| Marília Correa Ferreira Dias | Brasileira | 0,43% | 0,32% | 0,38% | |
| Cláudia Borba Mascarenhas | Brasileira | 0,56% | 0,09% | 0,36% | |
| Flávio César Borba Mascarenhas | Brasileira | 0,56% | 0,09% | 0,36% | |
| Lilian Borba Mascarenhas | Brasileira | 0,56% | 0,09% | 0,36% | |
| Carlos Eduardo Pereira Mascarenhas | Brasileiro | 0,5% | 0,08% | 0,32% | |
| Cristiano Ratton Mascarenhas | Brasileira | 0,52% | 0,03% | 0,31% | |
| Geraldo Bahia Horta | Brasileira | 0,35% | 0,23% | 0,3% | |
| Bruna Curi Araújo Mattos Mascarenhas | Brasileira | 0,45% | 0% | 0,26% | |
| Laura Curi Araújo Mattos Mascarenhas | Brasileira | 0,45% | 0% | 0,25% | |
| Cloris Gonzaga da Matta Machado | Brasileira | 0,25% | 0,23% | 0,24% | |
| Lúcia Maria Pereira Diniz | Brasileira | 0,28% | 0,17% | 0,23% | |
| Rita Celeste Bahia Horta | Brasileira | 0,19% | 0,28% | 0,23% | |
| Wanda Maria Ferreira Diniz | Brasileira | 0,27% | 0,17% | 0,23% | |
| Olga Alexandrina Mascarenhas Picchioni | Brasileira | 0,22% | 0,22% | 0,22% | |
| Berenice Gonzaga | Brasileira | 0,22% | 0,2% | 0,21% | |
| Carlos Bernardo Mascarenhas Alves | Brasileira | 0,28% | 0,08% | 0,2% | |
| Silvina Maria Cançado Figueiredo Pinto | Brasileira | 0,26% | 0,12% | 0,2% | |
| Fernanda Mascarenhas Alves | BRASILEIRA | 0,28% | 0,08% | 0,19% | |
| Hermelindo Mascarenhas Borba Júnior | Brasileiro | 0,2% | 0,18% | 0,19% | |
| Saulo Mascarenhas Lopes Cançado | Brasileira | 0,32% | 0% | 0,18% | |
| Cristiana M. Alves Tamm de Lima | — | 0,28% | 0,03% | 0,17% | |
| Lilian Margarida Pereira Mascarenhas | — | 0,25% | 0,07% | 0,17% | |
| Alice Lopes Cançado Fiuza | Brasileira | 0,26% | 0,03% | 0,16% | |
| Castorina Alvim Rates Reis | Brasileira | 0,12% | 0,22% | 0,16% | |
| Renato Mascarenhas Alves | — | 0,28% | 0% | 0,16% | |
| Ações Tesouraria | — | 0% | 0% | 0% |
Acionistas com 5% ou mais de uma classe de ações, e demais listados no FRE. A composição interna de blocos (quem integra cada acionista agregado) está na base de dados.
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 2.289 |
| Acionistas pessoa jurídica | 27 |
| Investidores institucionais | 4 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.985.384 (34,79%) |
| Ações preferenciais em circulação | 3.294.844 (76,75%) |
| Total em circulação | 5.280.228 (52,8%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (29/04/2016).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Integralizado | 29/04/2011 | 150.000.000 | 5.707.104 | 4.292.896 | 10.000.000 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 3 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| Fábio Mascarenhas Alves | Diretor Administrativo Financeiro e de Relações com Investidores | RENATO MASCARENHAS ALVES | Conselheiro | CIA DE FIAÇÃO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Victor Mascarenhas de Freitas Borges | Conselheiro | ANDRÉ MAURÍCIO MIRANDA | Conselheiro | CIA DE FIAÇÃO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Victor Mascarenhas de Freitas Borges | Conselheiro | FABIANO SOARES NOGUEIRA | Conselheiro | CIA DE FIAÇÃO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
Relações de subordinação 6 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ADAUTO ALVES RIBAS | Membro do Conselho de Administração | COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS SANTO ANTÔNIO | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| ANDRÉ MAURÍCIO MIRANDA | Vice Presidente do Conselho de Administração | COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS SANTO ANTÔNIO | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| FABIANO SOARES NOGUEIRA | Presidente do Conselho de Administração | COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS SANTO ANTÔNIO | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| PAOLA BENATI SIGNORELLI | Membro do Conselho de Administração (candidata ao conselho fiscal). | COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS SANTO ANTÔNIO | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| RENATO MASCARENHAS ALVES | Membro do Conselho de Administração | COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS SANTO ANTÔNIO | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| VICTOR MASCARENHAS DE FREITAS BORGES | Membro do Conselho de Administração | COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS SANTO ANTÔNIO | Controlada Direta | Prestação de serviço |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 603 | 640 | 628 | 691 | 683 | 586 | 527 | 575 | 700 | 732 | 689 | 830 | 879 | 882 | 944 |
| Ativo circulante | 234 | 238 | 214 | 271 | 249 | 182 | 208 | 226 | 309 | 315 | 296 | 422 | 486 | 475 | 388 |
| Caixa e equivalentes | 19 | 29 | 14 | 22 | 9 | 7 | 6 | 9 | 4 | 17 | 13 | 14 | 16 | 82 | 6 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 3 | 3 | 20 | 8 | 4 | 3 | 10 |
| Contas a receber | 121 | 104 | 107 | 122 | 122 | 84 | 115 | 124 | 154 | 140 | 115 | 161 | 197 | 135 | 148 |
| Estoques | 80 | 87 | 79 | 105 | 111 | 84 | 71 | 84 | 103 | 107 | 104 | 193 | 197 | 175 | 194 |
| Tributos a recuperar | 5 | 12 | 7 | 11 | 5 | 3 | 12 | 6 | 25 | 29 | 39 | 40 | 68 | 74 | 21 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 | 2 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 33 | 40 | 49 | 33 | 36 | 22 | 10 | 22 | 75 | 94 | 75 | 79 | 54 | 44 | 139 |
| Investimentos | 0 | 0 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 330 | 357 | 358 | 382 | 393 | 375 | 304 | 324 | 311 | 318 | 313 | 325 | 338 | 362 | 415 |
| Intangível | 6 | 5 | 4 | 3 | 2 | 3 | 2 | 1 | 3 | 2 | 2 | 2 | 1 | 1 | 2 |
| Passivo circulante | 209 | 207 | 175 | 229 | 223 | 191 | 275 | 227 | 297 | 326 | 308 | 485 | 541 | 340 | 314 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 11 | 10 | 8 | 11 | 8 | 8 | 15 | 13 | 13 | 18 | 29 | 21 | 22 | 22 | 26 |
| Fornecedores | 20 | 18 | 22 | 26 | 23 | 35 | 50 | 45 | 65 | 89 | 107 | 184 | 179 | 64 | 90 |
| Dívida de curto prazo | 159 | 167 | 135 | 183 | 180 | 88 | 93 | 83 | 107 | 91 | 77 | 114 | 151 | 109 | 129 |
| Passivo não circulante | 91 | 122 | 132 | 132 | 143 | 174 | 174 | 186 | 195 | 212 | 232 | 198 | 218 | 342 | 319 |
| Dívida de longo prazo | 62 | 92 | 98 | 98 | 108 | 142 | 142 | 149 | 150 | 147 | 150 | 115 | 110 | 240 | 251 |
| Patrimônio líquido | 303 | 311 | 321 | 330 | 318 | 220 | 78 | 163 | 209 | 195 | 149 | 147 | 120 | 200 | 311 |
| Receita líquida | 494 | 527 | 505 | 584 | 564 | 396 | 506 | 635 | 650 | 677 | 619 | 954 | 1.228 | 1.115 | 1.037 |
| EBIT | 29 | 43 | 31 | 40 | 13 | -58 | -79 | 84 | 63 | 16 | 1 | 45 | 69 | 189 | 165 |
| Lucro líquido | 15 | 16 | 16 | 16 | -10 | -98 | -143 | 86 | 46 | -14 | -46 | -2 | -27 | 80 | 111 |
| Fluxo de caixa operacional | -15 | 30 | 26 | 1 | 5 | 32 | -19 | 6 | -37 | 35 | 36 | -42 | -21 | 98 | 60 |
| Fluxo de caixa de investimento | -37 | -39 | -12 | -24 | -18 | -4 | 2 | 8 | 4 | -13 | -2 | -5 | -17 | -41 | -71 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 59 | 19 | -30 | 30 | -6 | -27 | 17 | -14 | 32 | -19 | -38 | 48 | 40 | 10 | -65 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,22 | 20,28 | 20,26 | 20,35 | 20,34 | 20,19 | 20,08 | 20,17 | 20,37 | 20,41 | 20,35 | 20,54 | 20,59 | 20,60 | 20,67 |
| Tamanho (receita) | 20,02 | 20,08 | 20,04 | 20,19 | 20,15 | 19,80 | 20,04 | 20,27 | 20,29 | 20,33 | 20,24 | 20,68 | 20,93 | 20,83 | 20,76 |
| Alavancagem | 0,37 | 0,40 | 0,37 | 0,41 | 0,42 | 0,39 | 0,45 | 0,40 | 0,37 | 0,32 | 0,33 | 0,28 | 0,30 | 0,40 | 0,40 |
| Liquidez corrente | 1,12 | 1,15 | 1,23 | 1,18 | 1,12 | 0,95 | 0,76 | 0,99 | 1,04 | 0,97 | 0,96 | 0,87 | 0,90 | 1,40 | 1,24 |
| ROA | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | -0,02 | -0,17 | -0,27 | 0,15 | 0,07 | -0,02 | -0,07 | -0,00 | -0,03 | 0,09 | 0,12 |
| ROE | 0,05 | 0,05 | 0,05 | 0,05 | -0,03 | -0,44 | -1,84 | 0,53 | 0,22 | -0,07 | -0,31 | -0,01 | -0,23 | 0,40 | 0,36 |
| Margem líquida | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | -0,02 | -0,25 | -0,28 | 0,14 | 0,07 | -0,02 | -0,07 | -0,00 | -0,02 | 0,07 | 0,11 |
| Caixa / ativos | 0,03 | 0,05 | 0,02 | 0,03 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,02 | 0,01 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,09 | 0,01 |
| Tangibilidade | 0,55 | 0,56 | 0,57 | 0,55 | 0,58 | 0,64 | 0,58 | 0,56 | 0,44 | 0,43 | 0,45 | 0,39 | 0,38 | 0,41 | 0,44 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 29/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 29/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |