BANESTES SA BANCO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO
CNPJ 28127603000178 · código CVM 1155Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Bancos |
| Listagem na B3 (início) | 14/04/1970 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 92,9% |
| Auditor independente (2026) | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.banestes.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 82,7% | 38 | 6 | 5 | 5 | 29 | Básico |
| 2020 | 88,8% | 41 | 3 | 5 | 5 | 28 | Básico |
| 2021 | 86,7% | 40 | 4 | 5 | 5 | 29 | Básico |
| 2022 | 89,8% | 42 | 3 | 4 | 5 | 29 | Básico |
| 2023 | 90,8% | 43 | 3 | 3 | 5 | 27 | Básico |
| 2024 | 92,9% | 44 | 2 | 3 | 5 | 28 | Básico |
| 2025 | 92,9% | 44 | 2 | 3 | 5 | 28 | Básico |
Acionistas
7 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 4 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaObservação: O Banco optou por possuir uma estrutura societária com controle definido e com a diferenciação entre as espécies de ações, com objetivo de favorecer a capitalização da Companhia por meio de uma maior flexibilidade na estrutura de capital. As ações preferenciais são um instrumento legítimo, previsto em lei, e a sua emissão não tem qualquer relação com a qualidade de gestão da Companhia, seu alto padrão de governança corporativa e seu elevado desempenho e retorno aos seus acionistas. Na lógica do livre mercado, há diversos perfis de investidores, inclusive aqueles interessados preponderantemente nas vantagens econômicas das ações, e não nas vantagens políticas. Estrutura Acionária em 30.06.2025: Acionista Controlador: ON - 92,48%, PN - 92,06%, Total: 92,37% Demais Acionistas: ON - 7,52%, PN - 7,94%, Total: 7,63% Forma como o controle é exercido: O controle é exercido pelo Governo do Estado do Espírito Santo. Descrição dos direitos políticos e econômicos de cada espécie de ação: Ações Ordinárias (ON): possuem direito de voto em todas as deliberações das assembleias gerais. Além disso, é conferido aos seus titulares, não integrantes do bloco de controle, o recebimento de 100% do valor pago por ON de titularidade do controlador (tag along), no caso de inclusão de oferta pública decorrente de eventual alienação do controle da Sociedade, indo além da exigência legal de 80%. Ações Preferenciais (PN): não possuem direito de voto, exceto nos casos previstos legalmente, a saber: (i) eleição de membro para o Conselho Fiscal efetivo e seu respectivo suplente, cujos titulares têm a prerrogativa de eleger seus candidatos em votação em separado, nos termos dos Artigos 141 e 161 da Lei 6.404/76 e (ii) em caso de assembleia especial de preferencialistas, nos termos do Parágrafo Primeiro do Artigo 136 da Lei 6.404/76. Também é assegurado aos seus titulares o recebimento do preço igual a 100% do valor pago por ON integrante do bloco de controle (tag along), benefício que não tem previsão legal. Ainda, é conferida prioridade no reembolso do capital social em caso de liquidação da Sociedade. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico.
justificativa da empresaObservação: Base legal no Capítulo I, Art. 1o, do Estatuto Social da Sociedade. |
Sim |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador.
justificativa da empresaObservação: O Art. 25 do Estatuto Social da Sociedade dispõe que o Conselho de Administração é um órgão deliberativo, representante dos interesses dos acionistas, em nível estratégico de organização, orientação, supervisão, coordenação, controle e avaliação dos interesses do Banco, seus objetivos e programas, sendo responsável pelo seu desenvolvimento e estabilidade. O órgão de Auditoria Interna, Comitê de Conduta Ética, o Comitê de Auditoria e o Comitê de Remuneração e de Elegibilidade estão diretamente subordinados ao Conselho de Administração. O artigo 34 do Estatuto Social da Sociedade dispõe sobre as competências do Conselho de Administração. |
Sim |
Conselho de Administração
11 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaObservação: Essas práticas recomendadas são atendidas pelo Conselho de Administração e possuem previsão tanto no Estatuto Social da Companhia quanto em políticas internas. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaObservação: A política de indicação de membros para o Conselho de Administração e Diretoria foi aprovada pelo Conselho de Administração. Em 10/03/2020 foi atualizada e está descrita na Resolução Interna no 1033. O Comitê de Remuneração e de Elegibilidade, órgão de assessoramento do Conselho de Administração, atua diretamente no processo de indicação dos administradores, avaliando o cumprimento dos requisitos e a ausência de vedações para a eleição de seus membros. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaObservação: A metodologia e processo de avaliação de desempenho do Conselho de Administração e de seus Comitês, como órgãos colegiados e individualmente de seus membros, foi realizada em 2020 pela primeira vez. Com os aprendizados, ano a ano, estamos aprimorando o processo de avaliação. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaObservação: A indicação do Diretor-Presidente é atribuição do acionista controlador, não havendo sentido na elaboração e manutenção de plano de sucessão para este cargo. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaObservação: O programa para integração e ambientação de novos membros do Conselho de Administração foi consolidado e aplicado em 2019, 2020 e primeiro semestre de 2021. Além disso, está disponível em canal de comunicação interno para acesso do público-alvo. Foram realizadas agendas de integração ao Sistema Financeiro Banestes e de atualização e compartilhamento de experiências sobre temas de gestão de pessoas, governança, riscos e compliance. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaObservação: Base legal no Art. 33, § 3o, do Estatuto Social da Sociedade, e no § 4o do Art. 15 do Regimento Interno do Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaObservação: A avaliação do Diretor-Presidente foi realizada em 2020 pela primeira vez, seguindo a sistemática aprovada pelo Conselho de Administração, considerados os resultados obtidos pela Companhia no exercício. Em 2021, uma reunião com a Alta Administração foi realizada para apresentação de resultados de 2020 e alinhamento sobre os critérios de avaliação que serão considerados para o presente exercício. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaObservação: A avaliação dos demais diretores foi realizada pelo Diretor-Presidente, analisando as metas de cada diretor e os resultados alcançados. Os resultados das avaliações realizadas em 2020 foram disponibilizados em relatório específico para apreciação do Conselho de Administração. Uma reunião em 2021 foi realizada para apresentação dos resultados, alinhamento dos critérios de avaliação e apresentação do cronograma do processo avaliativo de 2021. Desde 2023, as metas a serem acordadas atendem à Resolução no 3921 do Banco Central do Brasil. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaObservação: A remuneração da Diretoria é proposta pelo Comitê de Remuneração e de Elegibilidade, considerando as políticas de remuneração da Companhia, os custos representados para o Banco e os riscos do negócio. Essa proposição é submetida ao Conselho de Administração e, ao final, aprovada pela AGO. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaObservação: A remuneração fixa dos Diretores é aprovada pelo Conselho de Administração e pela AGO. Desde 2023, a política de remuneração variável foi alterada em atendimento à Resolução no 3921 do Banco Central do Brasil. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaObservação: As regras de remuneração fixa e variável da Diretoria são aprovadas pelo Conselho e pela AGO, seguindo parâmetros de política do controlador, não havendo qualquer interferência dos diretamente interessados na definição de valores, e atendem à Resolução no 3921 do Banco Central do Brasil. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaObservação: Atende aos itens (i), (iii) e (iv). Com relação ao item (ii), é formado em sua maioria por membros independentes e tem em sua composição um conselheiro independente, mas sua coordenação é exercida pelo membro qualificado, na forma do inciso III deste item. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaObservação: A Auditoria Interna é vinculada diretamente ao Conselho de Administração e tem como foco avaliar os processos corporativos, objetivando o aprimoramento do gerenciamento de riscos, dos controles e da governança corporativa. Ele atua no âmbito do Modelo Referencial de Linhas de Defesa (MRLD), na 3° linha, contribuindo para a geração de valor à Instituição. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaObservação: O Banestes possui estrutura organizacional e políticas para gerenciamento de riscos, com definição de papéis e responsabilidades, que são conjuntos de diretrizes com o objetivo de estabelecer limites operacionais e procedimentos destinados a manter as exposições a risco em níveis considerados aceitáveis pela Instituição e ainda subsidiar a alta administração na tomada de decisões. Todas as políticas são aprovadas pelo Colegiado da Diretoria e homologadas pelo Conselho de Administração, tais como: Política de Gerenciamento de risco de mercado e IRBB Política de Gerenciamento de risco de liquidez Política de Gerenciamento de risco de crédito Política de Gerenciamento de risco operacional Política de Gerenciamento do Risco Social, do Risco Ambiental e do Risco Climático Política de Gerenciamento Integrado de Riscos Política de Gerenciamento de capital Política de Gestão de Continuidade de Negócios e Política Corporativa de Segurança Cibernética e da Informação. Para mais informações, consulte a Política de Gerenciamento de Riscos no site de Relações com Investidores do Banestes em: https://ri.banestes.com.br/governanca-corporativa/politicas-codigos-e-estatuto-social |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaObservação: As metodologias de gestão de riscos e controles estão descritas em Resoluções Internas e, de acordo com as necessidades, são atualizadas e submetidas à aprovação do Comitê de Gestão Integrada de Riscos e de Capital, à deliberação do Colegiado da Diretoria e à aprovação pelo Conselho de Administração. São elaborados relatórios de controles, compliance, dos riscos operacional, de crédito, de mercado, de liquidez e social, ambiental e climático e dos riscos integrados, submetendo para conhecimento e apreciação da Alta Administração as principais fragilidades de controles identificadas, com planos de ação que visem solucionar esses pontos. A Auditoria Interna tem como papel avaliar, periodicamente, os processos relativos ao gerenciamento de riscos e evidenciar a efetividade dos controles. A Política de Prevenção e Combate à Corrupção contempla o Programa de Integridade, que possui um conjunto de ações, procedimentos e controles de prevenção à corrupção, para o combate à prática de atos ilícitos e/ou de ações de improbidade na condução dos processos e em negócios no âmbito de atuação do Banestes. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaObservação: Item atendido pela justificativa do tópico 4.5.2. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaObservação: A Companhia possui um Conselho de Conduta Ética, que está vinculado diretamente ao Conselho de Administração do Banestes. Dentre suas principais funções, de acordo com o item 8.7.2 do Guia de Conduta Ética, está determinar as ações necessárias à disseminação do Guia de Conduta Ética, visando ao aprimoramento da conduta ética dentro do SFB. Nessas ações necessárias, se enquadram os treinamentos aos novos funcionários do SFB, a oferta de palestras para todos os colaboradores do SFB, a revisão e a atualização do Guia de Conduta Ética e do canal de denúncias. Além disso, o Conselho de Conduta Ética possui, como sua função principal, apurar as denúncias recebidas. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaObservação: O Guia de Conduta Ética (nome dado para o nosso código de conduta) foi elaborado pela diretoria do Banco, com direto apoio do Conselho de Conduta Ética e aprovação do Conselho de Administração, sendo atualizado em março de 2019. O Guia de Conduta Ética dispõe das condutas adequadas e inadequadas a serem observadas ou não praticadas pelos profissionais do SFB, inclusive diretores, membros dos conselhos e comitês, estagiários e prestadores de serviços. Há também uma parte especial no Guia para reger condutas inadequadas quando houver conflito de interesses (item 5.2), devendo ser observado por todos os profissionais do SFB, inclusive membros do Conselho de Administração e do Comitê de Auditoria. No entanto, não há previsão específica que rege acerca da abstenção de um membro do Conselho de Administração ou do Comitê de Auditoria quando ocorrer caso em que haja conflito de interesses. Já no item 8.4 do Guia de Conduta Ética, há regras sobre o impedimento de membros do Conselho de Conduta Ética. No item 4.13 do Guia, há regras sobre a observância do sigilo nas operações de cunho bancário, e no item 5.3, II, há regras para os profissionais do mercado financeiro e de capitais do SFB sobre a observância específica tanto do sigilo quanto da confidencialidade e proteção das informações que, pelo privilégio da posição em que os profissionais desta área se encontram, devam resguardar. O Guia de Conduta Ética, em seu capítulo VI, também estabelece vários princípios éticos que devem fundamentar a negociação de contratos e acordos com clientes e outras pessoas que, de qualquer modo, possam se relacionar com o SFB (chamados de stakeholders). Porém, não há no Guia situação específica de quais princípios éticos devem fundamentar as propostas de alteração do estatuto social do Banestes. Por fim, vale mencionar que há no Guia de Conduta Ética, especificamente no capítulo VII, regras que orientam toda a Companhia sobre o valor máximo dos bens, serviços e outros benefícios que os profissionais do SFB, incluindo diretores, estagiários e prestadores de serviços (conforme regra sobre abrangência, disposta no capítulo II) possam aceitar. |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaObservação: A prática é adotada pelo Conselho de Conduta Ética do SFB. Cabe esclarecer que o serviço não fica a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade. Quanto à comunicação com o Conselho de Conduta Ética e o envio de denúncias, existem os seguintes canais: (i) via e-mail, por meio do correio eletrônico etica@banestes.com.br (ii) por escrito, encaminhando a correspondência para um dos membros do conselho (iii) por meio do canal Fale com o Conselho, disponível na intranet, garantido nesta comunicação o anonimato (iv) por meio do canal de denúncias disponível no site do Banestes (com possibilidade de ser encaminhada denúncia anônima por clientes, usuários dos serviços, profissionais do SFB ou outras pessoas), no link: https://wwws.banestes.com.br/netib/FaleComite ou (v) pessoalmente, agendando reunião com os membros do conselho |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaObservação: Atendido por meio do Estatuto Social, Manual de Organização, Estrutura de Cargos e Salários, e outros normativos internos. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaObservação: Previsto no Estatuto Social da Companhia nos seguintes artigos: Art. 27, § 2º Art. 33, § 6º Art. 34, inciso XLVIII Art. 38, § 1º e Art. 39, inciso XVII. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaObservação: Eventuais conflitos de interesses são dirimidos pelo Presidente da Assembleia de Acionista. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaObservação: O Banestes, na condição de Instituição Financeira regulada pelo Banco Central do Brasil, possui uma Política com Partes Relacionadas que permite a concessão de empréstimos aos seus administradores, conforme previsão de seu regulador. A íntegra dessa Política encontra-se disponível em: https://ri.banestes.com.br/governanca-corporativa/politicas-codigos-e-estatuto-social Por ser instituição financeira estatal e, portanto, ter como controlador um ente federativo, as operações de empréstimos em favor do controlador são vedadas expressamente pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000): "Art. 36. É proibida a operação de crédito entre uma instituição financeira estatal e o ente da Federação que a controle, na qualidade de beneficiário do empréstimo. Parágrafo único. O disposto no caput não proíbe instituição financeira controlada de adquirir, no mercado, títulos da dívida pública para atender investimento de seus clientes, ou títulos da dívida de emissão da União para aplicação de recursos próprios." |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaObservação: A Política de Negociação de Valores Mobiliários está disponível no site de Relações com Investidores da Companhia em: https://ri.banestes.com.br/governanca-corporativa/politicas-codigos-e-estatuto-social |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaObservação: A Política sobre Contribuições e Doações está disponível no site da CVM e de Relações com Investidores da Companhia em: https://ri.banestes.com.br/governanca-corporativa/politicas-codigos-e-estatuto-social. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Estanislau Kostka SteinGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2015 |
| Jovenal GeraGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2015 |
| Jussara Gonçalves VieiraGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2015 |
| Marcelo Calmon DiasGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGE de 2015 |
| Maurício Cézar DuqueGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2016 |
| Milton Vieira Ribeiro IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2016 |
| Vitor Marcio Nunes FeitosaGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2015 |
| Wellinton Tesch Sabaini IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2015 |
| Guilherme Gomes DiasGin | Conselho de Administração e Diretoria | 33 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Presidente | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2016 |
Diretoria 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Guilherme Gomes DiasGin | Conselho de Administração e Diretoria | 33 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Presidente | 29/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2016 |
| Alexandre Coelho CeottoGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2014 | até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2016 |
| Bruno Curty VivasGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA após a AGO de 2016 |
| Celso Nunes de AlmeidaGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 30/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2016. |
| José Márcio Soares de BarrosGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2016 |
| Luiz Carlos DonáGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2016 |
| Mônica Campos TorresGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2016 |
| Pedro Paulo Braga BolzaniGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2014 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2016 |
Conselho Fiscal 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Antônio Carlos RochaGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Aziz Xavier BeiruthGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Brandiano Costa PenaGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Carla Cristina TassoGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Eduardo José ZanoteliGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Gustavo Assis GuerraGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 24/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| José Elias Feres de AlmeidaGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Paulo César Brusqui de AlmeidaGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Ricardo IshimuraGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
| Robson Augusto Dainez CondéGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2014 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2015 |
Comitês 2 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Getúlio TedescoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| José Ribeiro BarbosaGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Waldenor Cezario MariotGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Wellinton Tesch SabainiGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Airton Flávio DieselGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Bruno Curty VivasGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Wellinton Tesch SabainiGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 9 | 8 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 9 | 8 |
| Salário ou pró-labore | 349.652 | 1.214.827 | 3.555.365 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 2.199.523 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 507.105 | 898.314 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 345.486 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 349.652 | 1.721.932 | 6.998.688 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 9 | 8 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 9 | 8 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 63.605 | 175.142 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 63.605 | 175.142 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2022 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000473 | Nacional | 01/06/2017 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/06/2017 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/06/2017 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/06/2017 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/06/2017 |
| 2016 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/06/2012 |
| 2015 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/06/2012 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 31/05/2012 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/06/2012 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 31/05/2012 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/06/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 31/05/2012 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/06/2012 |
| 2011 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 01/04/2011 |
| 2010 | BDO Trevisan Auditores Independentes | 52803244000106 | Nacional | 26/03/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 1 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 1 | 1 |
| 2018 | 1 | 1 |
| 2017 | 1 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 45.531 |
| Acionistas pessoa jurídica | 64 |
| Investidores institucionais | 13 |
| Ações ordinárias em circulação | 13.332.149 (5,25%) |
| Ações preferenciais em circulação | 2.565.519 (2,75%) |
| Total em circulação | 15.897.668 (4,58%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (25/04/2025).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Emitido | 25/04/2025 | 1.900.000.000 | 254.106.600 | 93.397.546 | 347.504.146 |
| Capital Integralizado | 25/04/2025 | 1.900.000.000 | 254.106.600 | 93.397.546 | 347.504.146 |
| Capital Subscrito | 25/04/2025 | 1.900.000.000 | 254.106.600 | 93.397.546 | 347.504.146 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 9 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ALAIMAR RIBEIRO RODRIGUES FIUZA | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| ALAIMAR RIBEIRO RODRIGUES FIUZA | Membro efetivo do conselho fiscal | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| DÂMARIS RAFAELA RIZZI MAÇÃO PEROZINI | Membro Suplente do Conselho Fiscal. | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| DÂMARIS RAFAELA RIZZI MAÇÃO PEROZINI | Membro Suplente do Conselho Fiscal | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| GUSTAVO ROCHA BULGARELI FERREIRA | Membro Suplente do Conselho Fiscal | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| GUSTAVO ROCHA BULGARELI FERREIRA | Membro suplente do Conselho Fiscal | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| JOSEANE DE FÁTIMA GERALDO ZOGHBI | Diretora de Riscos e Controle | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| JOSEANE DE FÁTIMA GERALDO ZOGHBI | Diretora da Diretoria de Riscos e Controle | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
| JOSÉ ROBERTO MACEDO FONTES | Membro do Conselho de Administração | ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador Direto | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 5 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador | 31/12/2024 | 5.683.335.886 | — | — | Não se aplica |
| ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador | 31/12/2024 | 650.840.451 | — | — | 100% CDI |
| Companhia Espírito Santense de Saneamento - CESAN | Sociedade de Economia Mista, de Capital Fechado, sendo seu acionista controlador o Estado do Espírito Santo | 31/12/2024 | 100.000.000 | — | — | 2,80% ao ano + 100% CDI |
| ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador | 31/12/2024 | 11.890.695 | — | — | Não se aplica |
| ESTADO DO ESPÍRITO SANTO | Controlador | 31/12/2024 | 6.660.069 | — | — | Não se aplica |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 9.699 | 10.317 | 12.612 | 14.275 | 15.290 | 18.395 | 25.764 | 22.859 | 27.975 | 23.789 | 30.531 | 34.028 | 36.832 | 41.413 | 36.917 | 39.685 |
| Ativo circulante | 3.606 | 4.144 | 5.932 | 4.816 | 4.770 | 7.294 | 13.901 | 9.403 | 2.813 | 1.626 | 2.082 | 5.561 | 4.466 | 1.814 | 4.290 | 5.595 |
| Caixa e equivalentes | 3.113 | 3.577 | 181 | 1.119 | 169 | 254 | 213 | 150 | 182 | 253 | 351 | 255 | 177 | 158 | 170 | 168 |
| Aplicações financeiras | 475 | 561 | 720 | 1.152 | 800 | 667 | 611 | 1.141 | 1.940 | 686 | 1.731 | 5.306 | 4.289 | 1.656 | 4.121 | 5.427 |
| Contas a receber | 17 | 5 | 5.030 | 2.545 | 3.802 | 6.373 | 13.077 | 8.112 | 690 | 686 | — | — | — | — | — | — |
| Estoques | 0 | 0 | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Tributos a recuperar | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Despesas antecipadas | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Realizável a longo prazo | 383 | 360 | 693 | 1.069 | 1.577 | 1.562 | 1.717 | 3.265 | 418 | 565 | 684 | 830 | 986 | 1.106 | 1.219 | 1.750 |
| Investimentos | 1.442 | 1.489 | 1.532 | 3.535 | 3.891 | 4.701 | 5.596 | 5.627 | 4.190 | 6.133 | 655 | 738 | 628 | 423 | 399 | 513 |
| Imobilizado | — | — | — | — | — | — | — | — | 19.618 | 14.415 | 4.955 | 1.445 | 14.621 | 19.927 | 14.232 | 15.132 |
| Intangível | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 21.026 | 24.297 | 14.791 | 16.722 | 15.258 | 14.957 |
| Passivo circulante | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Fornecedores | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Dívida de curto prazo | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Passivo não circulante | 30 | 43 | 25 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 27.615 | 30.814 | 33.171 | 37.706 | 32.885 | 35.378 |
| Dívida de longo prazo | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 15.799 | 18.296 | 20.182 | 22.392 | 22.843 | 24.069 |
| Patrimônio líquido | 8.202 | 8.739 | 10.898 | 12.386 | 13.238 | 16.108 | 23.392 | 20.442 | 25.404 | 20.996 | 191 | 174 | 185 | 176 | 165 | 179 |
| Receita líquida | 1.124 | 1.242 | 1.214 | 1.369 | 1.753 | 2.238 | 2.898 | 2.652 | 2.165 | 2.101 | 1.543 | 2.112 | 4.785 | 5.131 | 4.626 | 5.458 |
| EBIT | 208 | 103 | 102 | 153 | 193 | 176 | 220 | 259 | 231 | 252 | 332 | 343 | 509 | 433 | 596 | 405 |
| Lucro líquido | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 222 | 231 | 346 | 324 | 429 | 340 |
| Fluxo de caixa operacional | 289 | 1.051 | 1.095 | -1.890 | 680 | 1.027 | 1.833 | -630 | 1.124 | 1.188 | 1.287 | 3.544 | 5.441 | 107 | -7.965 | -87 |
| Fluxo de caixa de investimento | -23 | -59 | -24 | -0 | -14 | -828 | -1.221 | -732 | 54 | -210 | -2.137 | 44 | -6.351 | -2.560 | 10.720 | 2.041 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -36 | -46 | -48 | -12 | -39 | -51 | -60 | -62 | -78 | -95 | -74 | -109 | -184 | -199 | -216 | -236 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,00 | 23,06 | 23,26 | 23,38 | 23,45 | 23,64 | 23,97 | 23,85 | 24,05 | 23,89 | 24,14 | 24,25 | 24,33 | 24,45 | 24,33 | 24,40 |
| Tamanho (receita) | 20,84 | 20,94 | 20,92 | 21,04 | 21,28 | 21,53 | 21,79 | 21,70 | 21,50 | 21,47 | 21,16 | 21,47 | 22,29 | 22,36 | 22,26 | 22,42 |
| Alavancagem | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,52 | 0,54 | 0,55 | 0,54 | 0,62 | 0,61 |
| Liquidez corrente | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| ROA | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 |
| ROE | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 1,16 | 1,33 | 1,87 | 1,84 | 2,60 | 1,90 |
| Margem líquida | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,14 | 0,11 | 0,07 | 0,06 | 0,09 | 0,06 |
| Caixa / ativos | 0,32 | 0,35 | 0,01 | 0,08 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Tangibilidade | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,70 | 0,61 | 0,16 | 0,04 | 0,40 | 0,48 | 0,39 | 0,38 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 27/05/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/08/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 27/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 25/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 28/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |