SERENA ENERGIA S.A.
CNPJ 42500384000151 · código CVM 26441Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 01/12/2021 |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Energia Elétrica |
| Listagem na B3 (início) | 27/12/2021 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 73,1% |
| Auditor independente (2026) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | https://ri.srna.co/ ↗ |
Respostas no ano 2022
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2022 | 73,0% | 34 | 11 | 5 | 4 | 33 | Novo Mercado |
| 2023 | 75,0% | 34 | 9 | 7 | 4 | 33 | Novo Mercado |
| 2024 | 71,0% | 31 | 10 | 9 | 4 | 33 | Novo Mercado |
| 2025 | 73,1% | 33 | 9 | 10 | 2 | 34 | — |
Acionistas
5 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaOs acordos de acionistas aos quais a Companhia está vinculada possuem previsão de reuniões prévias entre os acionistas signatários quanto a certas matérias específicas indicadas no instrumento. Cumpre ressaltar que o objetivo das referidas reuniões não transfere os poderes legais dos órgãos de fiscalização e controle aos signatários do acordo, são apenas um meio de alinhamento entre a administração, o bloco de controle e seus indicados com relação as citadas questões específicas. |
Não |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaA Companhia, no período no qual estruturou sua abertura de capital, discutiu com os conselheiros todos os aspectos relevantes referentes à governança da Companhia e periodicamente revisa seu Estatuto Social de modo a sempre mantê-lo atualizado e alinhado com as melhores práticas de Governança Corporativa. Qualquer alteração no Estatuto Social da Companhia precisa ser deliberada em assembleia, que é sempre convocada pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO art. 61 do Estatuto Social da Companhia determina que será, no mínimo, o maior dentre os seguintes: I. 125% (cento e vinte e cinco por cento) do Valor Econômico da Companhia: II. o maior preço pago pelo Adquirente de Participação Relevante por ações da Companhia em qualquer tipo de negociação, no período de 12 (doze) meses que anteceder a oferta, ajustado por eventos societários ou III. 125% (cento e vinte e cinco por cento) da cotação unitária mais alta atingida pelas ações de emissão da Companhia durante o período de 12 (doze) meses que anteceder a oferta. A Companhia entende que a regra de determinação de preço segue as práticas usuais do mercado brasileiro. |
Não |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaO Estatuto Social da companhia prevê em seu art. 60 a obrigatoriedade de oferta pública assegurando aos acionistas minoritários tratamento igualitário àquele dado ao controlador alienante. A manifestação da administração a respeito de operações que desencadeiem uma alteração de controle é obrigatória sempre que ensejar a realização de uma oferta pública de ações. Quanto às demais operações, no geral precisam de aprovação em assembleia geral, que deve ser convocada pelo Conselho de Administração, de modo que seus membros devem avaliar e se manifestar a respeito da transação ainda que não haja previsão explicita no Estatuto Social da Companhia. Importante ressaltar o dever do conselheiro, que deve agir sempre no melhor interesse da Companhia. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política de destinação de resultado que vá além da previsão legal. Tendo em vista sua estratégia de consolidação de ativos via aquisições de projetos de geração de energia renovável em estágio operacional e a maturidade de seus ativos, a Companhia avalia, sempre pautada pela criação de valor ao acionista e solidez de suas operações, o lucro efetivamente realizado, bem como seu plano de investimentos, para que seja estabelecido o volume de dividendos a pagar. Antes de cada distribuição de proventos, o Conselho de Administração considera a estratégia de expansão da Companhia por meio de aquisições, analisa a situação econômico-financeira da Companhia, assim como os objetivos de robustez do seu Balanço Patrimonial. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
7 Sim · 3 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de administração define as estratégias de negócios anual da Companhia, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo. O desenvolvimento sustentável é um dos pilares do Código de Conduta da Omega, que - por sua vez - foi devidamente aprovado pelo Conselho Administração e que possui previsão de revisão periódica. A Companhia possui uma Política de Gerenciamento de Riscos, aprovada pelo Conselho sendo esse assessorado pelo Comitê de Auditoria e Risco ("CAE"), órgão estatutário responsável, entre outras atribuições, pela avaliação periódica dos riscos da Companhia, dos controles internos e do programa de integridade que é composto pelo Código de Conduta, Política Anticorrupção e outras políticas internas pautadas nessas normativas. A gestão de riscos da Companhia é realizada por meio de um processo que envolve diferentes níveis da organização e engloba diversas estratégias. A Companhia adota uma estrutura organizacional multidisciplinar, na qual a pessoa ou departamento responsável por uma determinada área de atuação da Companhia monitora a exposição da Companhia aos riscos em seu respectivo setor. A consolidação dessas informações é realizada por meio de atualizações periódicas do relatório com a matriz de riscos aos quais a Companhia está exposta, o qual é discutido em detalhes pela Diretoria Financeira da Companhia, pelo Comitê de Auditoria e Gestão de Risco, os quais são responsáveis por avaliar e controlar a exposição da Companhia aos riscos em geral e tomar as providências necessárias sem afetar o curso normal das atividades. Os valores e princípios previsto no programa de integridade são definidos pelo Conselho de Administração, porém a responsabilidade pela transparência e qualidade dos relatórios financeiros também é delegada ao CAE. Não há periodicidade formal de revisão do sistema de governança da Companhia, sendo realizado sempre que o Conselho entende ser necessário. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaEmbora o Estatuto Social da Companhia estabeleça que a composição do Conselho de Administração deve respeitar o mínimo exigido pelo regulamento do Novo Mercado, i.e., 2 membros ou 20%, o que for maior. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Indicação dos Membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento e Diretoria Estatutária que prevê, dentre outras coisas, que os membros do Conselho de Administração serão eleitos pela Assembleia geral, conforme previsão legal. É função do próprio Conselho selecionar e submeter a eleição de seus membros à Assembleia, porém os acionistas da Companhia podem indicar candidatos a cargos no Conselho de Administração, na forma e nas hipóteses estabelecidas na legislação e regulamentação aplicável. Embora a Companhia não tenha estabelecido em sua política critérios relativos à disponibilidade de tempo para seleção dos seus membros, o regimento interno do órgão prevê que é dever dos membros reservar sua agenda e manter datas disponíveis para atender às convocações de reuniões do Conselho de Administração, ademais foi observado um índice de assiduidade é de 100% nas reuniões realizadas. A Companhia, de forma meritocrática e sem vieses, avalia criteriosamente a capacidade de adição de valor de cada conselheiro e não há qualquer previsão que limite a disponibilidade e intensidade de engajamento dos membros do conselho, apesar de não possuir na política regra formal a esse respeito. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia tem em seu conselho de administração apenas profissionais do mais alto nível reputacional, e com experiência profissional sólida em áreas de atuação que maximizem sua contribuição como conselheiros e com grande comprometimento para com a Companhia. A Política de Avaliação de Desempenho de Conselheiros, Diretores e Membros De Comitês prevê que a avaliação do Conselho de Administração e dos Comitês, como órgãos colegiados, bem como de seus respectivos membros, individualmente, serão realizadas anualmente pelo Presidente do Conselho de Administração, observadas as diretrizes da referida Política. Não há uma política formal para avaliação do Presidente do Conselho, mas a Companhia avalia constantemente o seu desempenho e mantém conversas recorrentes com os membros de forma a validar o nível de engajamento. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO conselho de administração revisa periodicamente e em detalhe o desempenho e potencial de todos os líderes da empresa, bem como estuda movimentações potenciais da liderança e oportunidades de sucessão de todas as posições chave. Além disso, a Companhia atualiza de forma recorrente seu banco de talentos de forma a dar opções para o conselho promover mudanças na diretoria se julgar necessário, incluindo a posição de diretor presidente. Ainda, conforme divulgado no relatório de sustentabilidade de 2021a Companhia tem ampliado o programa xadrez de gente e criando um Plano de Sucessão mais estruturado e focado na formação de futuros líderes para sucessão das posições-chave da Companhia, levando em consideração alguns critérios como a prontidão de sucessores, habilidades e experiências, os contextos pessoais e profissionais e o potencial de cada pessoa para assumir futuras responsabilidades. Adicionalmente, o plano também deverá prever as contingências necessárias para a sucessão dos nossos principais executivos, caso ocorram efemeridades repentinas que os impeçam de continuar exercendo a função. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaAo serem empossados, os novos membros do Conselho de Administração visitam a Companhia e conhecem as pessoas-chave das áreas relevantes e estratégicas. Além disso, a Companhia promove eventos e visitas, que contam com a presença de conselheiros, em suas unidades de produção. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia (Art. 33, §11), bem como o Regimento Interno do Conselho (item 5.10) estabelecem que as reuniões do conselho serão registradas em atas sendo elas lavradas em livro próprio, assinadas pelos membros da mesa e pelos conselheiros presentes. As atas das reuniões do Conselho de Administração registram os acontecimentos ali havidos com clareza incluindo os votos divergentes e eventuais abstenções. |
Sim |
Diretoria
7 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA estrutura, funcionamento e responsabilidades da diretoria estão detalhados de forma completa e abrangente no Estatuto Social da Companhia. A Companhia acredita que as responsabilidades estatutárias e fiduciárias, bem como a estreita relação entre diretoria e conselho, são a medida ideal que combina governança rigorosa e flexibilidade de ação da diretoria. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO processo de avaliação foi conduzido entre dezembro de 2021 e março de 2022, sendo que a avaliação final do diretor presidente foi finalizada pelo Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO processo de avaliação foi conduzido entre dezembro de 2021 e março de 2022, sendo que a avaliação final foi finalizada pelo Conselho de Administração na reunião realizada em 11 de março de 2022. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria é anualmente debatida em reunião do Conselho de Administração, na qual são avaliados os custos, riscos envolvidos, assim como a prática de mercado, e aprovada em assembleia geral de acionistas. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaConforme descrito no item 13.1 do Formulário de Referência da Companhia, a remuneração da diretoria está vinculada ao desempenho da Companhia (com base em critérios como lucro líquido do exercício mínimo, EBITDA, energia contratada e dentre outros) e à performance individual de cada executivo, segundo critérios objetivos de meritocracia, senioridade, exposição ao risco e retenção. O desempenho individual dos funcionários da Companhia, inclusive dos membros da diretoria, é mensurado a partir (a) do resultado da Avaliação 360 e (b) da avaliação da Diretoria da Companhia em conjunto com o responsável pela área de recursos humanos da Companhia. Os incentivos de curto prazo, decorrentes do plano de remuneração variável, são calculados com base no nosso programa de gestão de desempenho que visa ao reconhecimento do cumprimento das metas anuais mediante o pagamento de remuneração variável anual, consistente em múltiplos de salário médio do ano. Os incentivos de longo prazo, por sua vez, consistente na outorga de opções de compra de ações da Companhia aos beneficiários, são calculados com base nos Planos de Opções descrito no item 13.4 do Formulário de Referência. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA remuneração dos executivos é definida pelo Conselho de Administração e a remuneração do diretor presidente, que é membro do Conselho de Administração, é deliberada sem a sua presença na respectiva reunião do Conselho de Administração. Além disso, a remuneração é feita com base em análises de consultorias especializadas no assunto. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO comitê de auditoria estatutário da Companhia assessora o Conselho de Administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, na auditoria interna e no gerenciamento de riscos e compliance. Sua composição é, de acordo com o Estatuto Social da Companhia, de maioria independentes e é coordenado por um conselheiro independente, além de ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária. Até o momento não se fez necessário possuir orçamento próprio para a contratação de especialista externo, apesar de possuir essa prerrogativa conforme item 6.1 de seu regimento interno. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia não possui política formalizada sobre contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes. Entretanto, não contratou nem pretende contratar outros serviços de seus auditores independentes que não o de auditoria, por julgar haver restrições legais para tal. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA área de auditoria interna da Companhia se reporta ao Comitê de Auditoria e Gestão de Risco que, por sua vez, se reporta diretamente ao Conselho de Administração. Compete a área de auditoria interna (i) Monitorar e avaliar, de forma independente e imparcial, a qualidade e efetividade do processo de gerenciamento de riscos e dos controles internos da Companhia, realizando as recomendações de melhorias que entender adequadas: (ii) Verificar a conformidade do processo de gerenciamento de riscos com as políticas e normas adotadas pela Companhia (iii) Recomendar a adoção de planos de ação e acompanhar e auditar a sua implementação e a efetividade dos tratamentos propostos e (iv) Elaborar e disponibilizar, quando entender pertinente, relatórios e informações ao Conselho de Administração, por meio do Comitê de Auditoria, para subsidiar o acompanhamento da efetividade do gerenciamento de riscos da Companhia e do sistema de controles internos da Companhia. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui, atualmente, uma Política de Gestão de Riscos aprovada pelo Conselho de Administração, que tem como objetivos estratégicos e sua estrutura estabelecer as diretrizes, controles, procedimentos e responsabilidades no processo de gerenciamento de Riscos corporativos, de forma a viabilizar a adequada identificação, avaliação, comunicação, tratamento, mitigação e monitoramento dos Riscos e das oportunidades geradas ao longo de suas atividades através da gestão ativa de Riscos inerentes à operação da Companhia, sendo inspirada nos principais frameworks de Risco do mercado e baseada em três pilares estratégicos: gestão integrada, melhores práticas e accountability. Cumpre ressaltar que a estrutura organizacional de gerenciamento de riscos é composta pelo Comitê de Auditoria e Gestão de Risco, órgão independente em relação às demais áreas operacionais da Companhia e que se reporta diretamente ao Conselho de Administração e a área de Controles Internos e Gerenciamento de Riscos que se reporta ao Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Comitê de Auditoria e Risco cumpre o papel, em nome do conselho de administração, de zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, assim como o programa de integridade. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA diretoria avalia anualmente a eficácia dos procedimentos e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos e do programa de integridade da Companhia, prestando contas ao Comitê de Auditoria e Risco sobre essa avaliação. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
7 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA área de compliance da Companhia possui essa função e, apesar de vinculada à diretoria, está encarregada da implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta e possui autonomia para levar questões ao Comitê de Auditoria e, por conseguinte, ao Conselho de Administração. Além disso os assuntos de maior sensibilidade são levados para discussão dentro do grupo de trabalho em ética da Companhia. |
Não |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal de Denúncias é disponibilizado por empresa terceira especializada, que garante anonimato de denunciantes, independência, autonomia e imparcialidade. As denúncias são disponibilizadas à Diretora de Compliance ou, conforme o caso, ao CEO ou ao Presidente do Conselho de Administração. As apurações e providências necessárias são tomadas pela Diretora de Compliance e, caso aplicável, levadas ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia define de forma clara e detalhada as funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança, como Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Comitê de Auditoria e Gestão de Risco. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia prevê regras aplicáveis a conselheiros que possuam interesses conflitantes com os da Companhia. Adicionalmente, o Código de Conduta da Omega proíbe que qualquer membro do time, inclusive membros da administração, entrem em situações de conflito de interesses real ou aparente. Apesar disso, as previsões não indicam expressamente o afastamento temporário da pessoa conflitada. |
Parcialmente |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaO presidente da assembleia é responsável por avaliar situações de possíveis conflitos de interesses, podendo submetê-las à deliberação da própria assembleia, nos termos do art. 115 da Lei das S.A.. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui, conforme previsto em seu estatuto social, regras rígidas no que se refere a transações com ativos de partes relacionadas, o Estatuto Social da Companhia, tem suas atividades orientadas por um regimento interno, no qual consta de forma detalhada a forma de contratação de terceiros para a elaboração de laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por tais terceiros |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Política de Negociação com Valores Mobiliários de Emissão da Companhia foi aprovada em reunião do Conselho de Administração da Companhia em reunião de 24 de setembro de 2021, na qual consta as regras de controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Código de Conduta e a Política Anticorrupção da Companhia trata de questões relacionadas a contribuições voluntárias, estabelecendo regras, valores e mecanismos de aprovação. São vedadas contribuições relacionadas a atividades políticas. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaNão se aplica. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANTONIO AUGUSTO TORRES DE BASTOS FILHOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 04/12/2025 | Até a assembleia geral ordinária de 2027 |
| MARCEL JUN TAMURAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 04/12/2025 | Até a assembleia geral ordinária de 2027. |
| MICHAEL RAY KERN HARRINGTONGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 04/12/2025 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027. |
| NICOLAS ESCALLON CANOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 04/12/2025 | até a assembleia geral ordinária de 2027. |
| PEDRO JIMENEZ ALVAREZGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 28/05/2026 | Até a assembleia geral ordinária de 2027 |
| PEDRO WEISSGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 11/06/2026 | Até a assembleia geral ordinária de 2027. |
| VICTOR JOSE PANETTAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 04/12/2025 | Até a assembleia geral ordinária de 2027. |
Diretoria 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE TADAO AMOROSO SUGUITAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 23/01/2026 | 1 ano |
| ANDREA SZTAJNGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 23/01/2026 | 1 ano |
| ANDREA SZTAJNGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 23/01/2026 | 1 ano |
| ANTONIO AUGUSTO TORRES DE BASTOS FILHOGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 23/01/2026 | 1 ano |
| WILSON BASSANI NETOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 13/05/2026 | 1 ano |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 0 | 4 |
| Salário ou pró-labore | 11.728 | 0 | 5.971.920 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 291.045 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 12.943.336 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 11.728 | 0 | 19.206.301 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 24/04/2023 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 28/02/2024 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 24/04/2023 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 28/02/2024 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 24/04/2023 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/09/2021 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 14/03/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936000125 | Nacional | 18/09/2021 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. | 61562112000120 | Nacional | 14/03/2022 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936000125 | Nacional | 18/09/2021 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. | 61562112000120 | Nacional | 14/03/2022 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 2 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 14 |
| Acionistas pessoa jurídica | 3 |
| Investidores institucionais | 2 |
| Ações ordinárias em circulação | 472.772 (0,08%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 472.772 (0,08%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (04/12/2025).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 28/10/2021 | 10.000.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 13/01/2026 | 4.449.868.939 | 622.730.556 | 0 | 622.730.556 |
| Capital Integralizado | 13/01/2026 | 4.449.868.939 | 622.730.556 | 0 | 622.730.556 |
| Capital Subscrito | 13/01/2026 | 4.449.868.939 | 622.730.556 | 0 | 622.730.556 |
Transações com partes relacionadas 6 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Administradores da Companhia | Colaboradores da Companhia e das Controladas | 29/06/2020 | 68.240.312 | — | — | 100% do CDI + 0,5% a.a. |
| HIDRELETRICA PIPOCA S.A. | Joint Venture - Até março/2026, a Serena Geração S.A., controlada direta da Companhia,detinha controle compartilhado da Hidrelétrica Pipoca S.A. com a Cemig. | 15/05/2018 | 18.263.234 | — | — | N/A |
| Administradores da Companhia | Colaboradores da Companhia e das Controladas | 28/07/2023 | 5.932.305 | — | — | 100% do CDI + 0,5% a.a. |
| Administradores da Companhia | Colaboradores da Companhia e das Controladas | 30/04/2021 | 4.078.053 | — | — | 100% do CDI + 0,5% a.a. |
| HIDRELETRICA PIPOCA S.A. | Joint Venture - Até março/2026, a Serena Geração S.A., controlada direta da Companhia,detinha controle compartilhado da Hidrelétrica Pipoca S.A. com a Cemig. | 28/01/2026 | 1.258.076 | — | — | N/A |
| HIDRELETRICA PIPOCA S.A. | Joint Venture - Até março/2026, a Serena Geração S.A., controlada direta da Companhia,detinha controle compartilhado da Hidrelétrica Pipoca S.A. com a Cemig. | 29/12/2025 | 946.348 | — | — | N/A |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 11.393 | 15.330 | 17.190 | 20.162 | 21.670 |
| Ativo circulante | 1.864 | 2.526 | 2.109 | 2.827 | 4.320 |
| Caixa e equivalentes | 1.194 | 86 | 54 | 1.428 | 1.913 |
| Aplicações financeiras | 0 | 1.387 | 897 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 305 | 311 | 410 | 577 | 936 |
| Estoques | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Tributos a recuperar | 0 | 119 | 107 | 206 | 126 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 444 | 702 | 906 | 1.137 | 1.733 |
| Investimentos | 727 | 953 | 968 | 58 | 57 |
| Imobilizado | 7.246 | 9.686 | 11.820 | 13.800 | 13.373 |
| Intangível | 1.112 | 1.463 | 1.387 | 2.339 | 2.187 |
| Passivo circulante | 1.120 | 2.661 | 4.209 | 2.851 | 3.360 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 29 | 103 | 146 | 214 | 217 |
| Fornecedores | 219 | 237 | 396 | 293 | 539 |
| Dívida de curto prazo | 499 | 1.742 | 3.216 | 1.922 | 1.435 |
| Passivo não circulante | 5.967 | 7.498 | 7.739 | 11.610 | 12.633 |
| Dívida de longo prazo | 5.662 | 6.753 | 6.854 | 10.181 | 10.862 |
| Patrimônio líquido | 4.306 | 5.171 | 5.242 | 5.700 | 5.677 |
| Receita líquida | 238 | 2.437 | 3.037 | 4.125 | 6.393 |
| EBIT | 796 | 591 | 952 | 1.549 | 1.196 |
| Lucro líquido | 598 | -8 | 62 | 297 | 21 |
| Fluxo de caixa operacional | 46 | 82 | 572 | 399 | 199 |
| Fluxo de caixa de investimento | 1.119 | -4.244 | -1.917 | 707 | -305 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 29 | 3.053 | 1.313 | 260 | 568 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,16 | 23,45 | 23,57 | 23,73 | 23,80 |
| Tamanho (receita) | 19,29 | 21,61 | 21,83 | 22,14 | 22,58 |
| Alavancagem | 0,54 | 0,55 | 0,59 | 0,60 | 0,57 |
| Liquidez corrente | 1,67 | 0,95 | 0,50 | 0,99 | 1,29 |
| ROA | 0,05 | -0,00 | 0,00 | 0,01 | 0,00 |
| ROE | 0,14 | -0,00 | 0,01 | 0,05 | 0,00 |
| Margem líquida | 2,51 | -0,00 | 0,02 | 0,07 | 0,00 |
| Caixa / ativos | 0,10 | 0,01 | 0,00 | 0,07 | 0,09 |
| Tangibilidade | 0,64 | 0,63 | 0,69 | 0,68 | 0,62 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2022 | 1 | 27/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 30/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | — | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |