FIBRIA CELULOSE S.A.
CNPJ 60643228000121 · código CVM 12793Visão geral
| Situação na CVM | CANCELADA |
|---|---|
| Registro na CVM | 02/06/1986 |
| Cancelamento do registro | 01/04/2019 (ELISÃO POR INCORPORAÇÃO) |
| Setor de atividade | Papel e Celulose |
| Listagem na B3 (início) | 02/06/1986 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2018) | 89,0% |
| Auditor independente (2018) | BDO RCS Auditores Independentes SS |
| Site / Relações com Investidores | www.fibria.com.br ↗ |
Respostas no ano 2018
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 89,0% | 40 | 1 | 9 | 4 | 29 | Novo Mercado |
Acionistas
6 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaO Acordo de Acionistas da Companhia prevê tratamento de algumas matérias em reunião prévia de acionistas controladores. Tal previsão é comum em acordos de acionistas de companhias com controle determinado e não deve ser interpretada como uma prática em prejuízo da governança corporativa, pois não afeta a obrigação dos administradores da Companhia de observar o interesse social no exercício das funções para as quais foram eleitos, conforme previsto na Lei nº 6.404/1976 (Lei das S.A.). O administrador deve agir sempre no melhor interesse da Companhia, de forma independente dos interesses do acionista que o elegeu, em linha com o previsto no art. 18 do Regimento Interno do Conselho de Administração. Ressalta-se que, de acordo com as práticas de governança interna da Companhia, as propostas submetidas à deliberação do Conselho são antes analisadas pelos diversos comitês de assessoramento em funcionamento, conforme suas respectivas especializações, compostos por membros externos independentes e/ou de membros do Conselho de Administração (independentes e não independentes), com o objetivo de garantir avaliação de especialistas e aprofundamento de todas as discussões relevantes. Nesse sentido, todas as matérias submetidas ao Conselho são ajustadas para atender as recomendações que esses especialistas tenham, garantindo uma governança eficiente para a Fibria. |
Parcialmente |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaEm todas as oportunidades de reforma do Estatuto Social da Companhia, é avaliada a necessidade de alteração dos dispositivos que integram o Estatuto, inclusive o art. 33, que estabelece medida de defesa em caso de aquisição de parcela relevante do capital social. Não foi identificada necessidade de se realizar uma nova análise crítica específica em relação às vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características, ou ainda sobre os gatilhos de acionamento e parâmetros de preço. Ressalta-se que, no âmbito da recente discussão promovida pela reforma do Regulamento do Novo Mercado, houve análise da adequabilidade da medida de defesa haja vista as características da Companhia e as práticas do mercado. |
Parcialmente |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia prevê, em seu artigo 33, mecanismo de proteção à tomada de controle hostil (poison pill). Segundo a regra de determinação do preço, o preço de aquisição de eventual OPA de cada ação de emissão da Companhia será o maior dos seguintes valores: (a) valor econômico obtido a partir de um laudo de avaliação econômico financeiro da Companhia realizada por instituição ou empresa especializada com experiência comprovada em avaliação de companhias abertas, escolhida pela Assembleia Geral, a partir da apresentação, pelo Conselho de Administração, de lista tríplice: ou (b) valor da ação acrescido de prêmio correspondente a 50% aplicado sobre referido valor. O prêmio descrito no Estatuto Social visa fortalecer a medida de defesa prevista, frente ao risco de volatilidade do preço da ação da Companhia inerente ao seu negócio, em especial por sua forte correlação com a moeda estrangeira e pela variação do preço de commodity, os quais são fatores exógenos ao seu controle. Busca-se, dessa forma, a prevenção contra aquisições oportunistas em momentos desfavoráveis de mercado. |
Não |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaA Companhia atende a prática sugerida no item a(i), conforme Capítulo IX do seu Estatuto Social. (incluindo quando esta seja realizada por meio de aumento ou redução de capital), dentre os quais: (i) descrição dos principais benefícios esperados, (ii) custos envolvidos, (iii) eventuais alternativas que poderiam ter sido utilizadas caso a operação fosse entre partes relacionadas, (iv) caso a operação envolva permuta de valores mobiliários, justificativa do caráter comutativo da operação, descrevendo procedimentos e critérios adotados para garantir a comutatividade da operação ou, caso não seja comutativa, apresentar detalhes sobre o pagamento ou medidas equivalentes para assegurar a compensação adequada. Desse modo, o Conselho de Administração manifesta seu entendimento sobre a operação, inclusive sobre caráter comutativo, por meio da apresentação destas informações. Ademais, ficam registradas em ata toda e qualquer manifestação contrária dos membros do Conselho de Administração. Com relação à prática recomendada no item a(ii), apesar de não existir uma previsão específica no Estatuto Social da Companhia sobre a necessidade dos administradores se manifestarem sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da Companhia, a Companhia observa a regulamentação aplicável, em especial o previsto no artigo 20-A da Instrução CVM 481, o qual prevê que os membros do Conselho de Administração da Companhia devem apresentar detalhes sobre eventual reorganização societária. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
10 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaConforme previsto no art. 10 do seu Regimento Interno, é competência do Conselho de Administração fixar a orientação geral dos negócios da Companhia definindo sua missão, objetivos e diretrizes, bem como aprovar o plano estratégico, os respectivos planos plurianuais e programas anuais de dispêndios e investimentos. Para a verificação da efetividade da política descrita acima, a Diretoria de Governança, Risco e Compliance responde diretamente ao Presidente do Conselho de Administração e fornece informações técnicas ao Comitê de Auditoria Estatutário, órgão de assessoramento e instrução ao Conselho de Administração da Companhia, o que garante o fortalecimento dos níveis de governança da organização. Em função desse modelo, periodicamente, a Diretoria de Governança, Riscos e Compliance, por meio de sua Gerência de Gestão de Riscos, apresenta ao Comitê de Auditoria Estatutário o planejamento da área e a evolução das suas principais atividades. Já para o Conselho de Administração, são apresentados os riscos prioritários da matriz de riscos da Companhia em conjunto com a área de negócio e operacionais. A Companhia esclarece que possui ainda canais de comunicação acessíveis aos públicos interno e externo. As questões referentes ao Código de Conduta, encaminhadas por esses canais, são tratadas de forma imparcial e transparente, com garantia de confidencialidade das informações e preservação da identidade das pessoas envolvidas, buscando-se assim promover um ambiente de negócios mais propício para todos. A Fibria instituiu a figura do Ouvidor, indicado pela Diretoria e referendado pelo Conselho de Administração, prestando contas periodicamente ao Comitê de Auditoria Estatutário, aos auditores externos e à própria administração. O Conselho de Administração da Companhia aprovou, em 12 de junho de 2017, a Política de Gestão de Riscos, cujo objetivo é fornecer as diretrizes para a gestão de riscos da Companhia, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. Adicionalmente, ela identifica as diretrizes a serem seguidas por diferentes alçadas da Companhia, inclusive pelo Conselho de Administração. De acordo com referida política, o Conselho de Administração fica incumbido de estabelecer o nível de risco para a Companhia em função da relação risco/retorno que ela pretende assumir: define a filosofia da gestão do risco e estabelece o marco organizacional para uma efetiva gestão do risco, inclusive com alocação de recursos, além de revisar e aprovar as definições gerais das estratégias de gestão do risco. Por meio da Ouvidoria, é possível esclarecer dúvidas de interpretação e encaminhar denúncias de descumprimento do Código de Conduta, como corrupção, suborno, fraude, agressão ao meio ambiente, informações falsas, registros contábeis inadequados, uso inadequado de ativos da empresa, discriminação e demais condutas antiéticas. De acordo com a Política de Governança Corporativa, a performance dos membros do Conselho de Administração é avaliada anualmente por consultoria independente, que por sua vez avalia a performance dos membros da Diretoria, de acordo com parâmetros previamente estabelecidos, a fim de determinar seu grau de eficiência e estabelecer as metas para sua atuação no exercício seguinte. Adicionalmente, a Companhia possui, dentre outros órgãos de assessoramento, um Comitê de Sustentabilidade, cujo propósito consiste em assessorar o Conselho de Administração mediante análise e recomendação sobre a inserção da dimensão de sustentabilidade no posicionamento estratégico da Companhia, assim como sobre os riscos, oportunidades e medidas associadas a questões que possam ter impacto relevante no negócio no curto, médio e longo prazo analisar e fazer recomendações sobre os objetivos de sustentabilidade de longo prazo, avaliando anualmente o desempenho em relação a esses objetivos analisar periodicamente as estratégias, ações e projetos associados a sustentabilidade da Companhia, avaliando a sua eficácia em relação aos posicionamentos e objetivos avaliar periodicamente as ações e a qualidade do relacionamento com as partes interessadas, assim como a evolução de sua imagem e reputação, fazendo recomendações a respeito. Informações adicionais encontram-se disponíveis no item 5.1 do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaApesar de não haver uma previsão específica no Estatuto Social, todos os membros do Conselho de Administração da Companhia são membros externos, conforme estabelecido em sua Política de Governança Corporativa. A Companhia, atualmente, cumpre o requisito do Regulamento do Novo Mercado, que estabelece que a Companhia deve ter, no mínimo, 20% dos conselheiros eleitos (e respectivos suplentes) como Conselheiros Independentes, conforme redação do artigo 8º, §1º do seu Estatuto Social. Contudo, a Companhia nao vê necessidade de ter um terço dos seus membros caracterizado como independente. Isso porque, com base no critério atualmente imposto às Companhias listadas no Novo Mercado, já estaria se resguardando de potenciais conflitos de interesse entre acionistas e/ou membros da administração. Os membros do Conselho de Administração assinam termos de posse quando da investidura do cargo, atestando sua independência e, conforme item 12.5 do Formulário de Referência da Companhia, ficam devidamente identificados e divulgados. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaEm que pese a Companhia não possuir uma política de indicação formalmente aprovada, ela possui, em seu Estatuto Social, algumas regras que devem ser obedecidas para a indicação dos membros do Conselho de Administração. Entre outras, a Companhia adota o modelo de chapas para votação. Os candidatos devem apresentar proposta à Companhia com 10 dias de antecedência e a Companhia deve divulgar, nome, qualificação e curriculo do candidato em sua rede mundial de computadores. Cada acionista somente poderá votar em uma chapa e serão declarados eleitos os candidatos da chapa que receber maior numero de votos na Assembleia Geral. O Regimento Interno do Conselho de Administração prevê, ainda, que os membros do conselho devem atender requisitos especificos, incluindo disponibilidade de tempo para exercer o cargo, bem como desejável conhecimento em diversas matérias relacionadas ao objeto da Companhia. |
Parcialmente |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia possui um processo anual de avaliação dos seus comitês, incluindo a avaliação dos Comitês de Assessoramento como colegiado, e a avaliação de cada um dos membros do Conselho de Administração individualmente (Processo 270°). Este processo é conduzido por um consultor externo, de acordo com parâmetros previamente estabelecidos, a fim de determinar seu grau de eficiência e estabelecer as metas para sua atuação no exercício seguinte. Referido processo inclui a avaliação da Secretaria do Conselho e do Diretor Presidente. O processo inclui ainda um plano de ação para sanar eventuais gaps de competências ou outros identificados através do resultado da avaliação. No caso do Diretor Presidente, adicionalmente ao processo conduzido pelo Conselho de Administração, a Companhia realiza um processo de avaliação interna e, a cada dois anos, é realizada uma avaliação conduzida por consultoria externa. Como resultado da avaliação, um plano de ação é proposto pelo Presidente do Conselho de Administração e aprovado pelos demais membros. Nesse plano de ação são sugeridas medidas de melhoria, envolvendo desde a educação continuada em temas específicos ou promoção de treinamentos para atuação em momentos de crise, até melhorias de processo e transparência do Conselho de Administração. A Política de Governança Corporativa da Companhia estabelece que a performance dos membros do Conselho de Administração será avaliada anualmente por consultoria independente. Informações adicionais encontram-se disponíveis nos itens 12.1 e 12.5 do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui um plano de sucessão do Diretor Presidente e dos principais executivos, aprovado em 30 de agosto de 2018 pelo Conselho de Administração, e conduzido pela Gerência de Desenvolvimento Humano e Organizacional. O Comitê de Pessoas e Remuneração, do qual faz parte o Presidente do Conselho de Administração, tem como atribuições e responsabilidades, nos termos de seu Regimento Interno, além de outras, acompanhar e contribuir de forma continuada com os planos de retenção e sucessão dos Diretores da Companhia. Informações adicionais encontram-se disponíveis no item 12.1 do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO Presidente do Conselho de Administração possui, como parte de suas atribuições, organizar, quando da eleição de um novo membro do Conselho, um programa de integração, que lhe permita ter contato com as atividades e obter informações sobre a organização da Companhia. Para tanto, antes mesmo do início das suas atividades, os novos membros do Conselho recebem as normas internas da Companhia e esclarecimentos que se façam necessários. Quando de sua integração à Companhia, são realizados treinamentos presenciais durante os quais recebem informações mais detalhadas especialmente sobre o Código de Conduta da Companhia e o canal de Ouvidoria. Adicionalmente, a Companhia organiza reuniões e visitas às suas operações, realiza apresentações sobre o andamento das suas principais atividades, alem de treinamentos específicos. Informações adicionais encontram-se disponíveis no item 12.1 do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaApesar de não haver dispositivo expresso no Regimento Interno do Conselho de Administração, esclarece-se que, para cada reunião do Conselho de Administração, o Secretário indicado lavra uma ata, cujo teor é claro e objetivo, permitindo a transparência com terceiros e acompanhamento das decisões e posicionamentos dos administradores da Companhia. Nesse sentido, constam das atas os conselheiros presentes, os ausentes e todos os convidados. O Regimento interno do Conselho de Administração da Companhia prevê que o membro eventualmente dissidente registrará seu voto na Ata de Reunião do Conselho de Administração da Companhia que der ensejo a voto divergente. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO Diretor Presidente da Companhia é avaliado anualmente, sendo que a última avaliação anual com base no atingimento de metas foi deliberada pelo Conselho de Administração em reunião ordinária realizada em 29 de janeiro de 2018, referente ao ano base de 2017. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaOs demais diretores da Companhia também são avaliados anualmente. O Conselho de Administração, em reunião ordinária realizada em 29 de janeiro de 2018, deliberou sobre a última avaliação anual com base no atingimento de metas, referente ao ano base de 2017. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA remuneração variável de curto prazo da Diretoria é baseada no conceito de participação nos resultados no qual existe uma meta de premiação alvo, à qual já prevê metas pré-estabelecidas. As metas são definidas por indicadores financeiros e estratégicos ponderados nas categorias da empresa, da área e individuais. Os indicadores são revistos anualmente, conforme as estratégias de negócios da Companhia. As metas financeiras podem ser CVA (cash value added), fluxo de caixa livre e EBITDA, ou outro indicador financeiro que melhor expresse as prioridades do ano e são baseadas no orçamento aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia. A Remuneração variável de Longo Prazo é estabelecida por meio do Plano de Incentivo de Longo Prazo da Companhia e dá aos beneficiários a opção de adquirir ações da Companhia e se tornarem efetivamente acionistas, compartilhando o risco do negócio através das flutuações do valor das ações, bem como dos riscos inerentes ao mercado de capitais. Esse instrumento, além de gerar maior alinhamento entre a Companhia e os beneficiários busca garantir e incentivar comportamentos que não elevem a exposição da Companhia ao risco acima dos níveis considerados prudentes nas estratégias de curto, médio e longo prazos. Para mais informações, ver item 13.1 b do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração variável de curto prazo da Diretoria é baseada no conceito de participação nos resultados no qual existe uma meta de premiação alvo, à qual já prevê metas pré-estabelecidas. As metas são definidas por indicadores financeiros e estratégicos ponderados nas categorias da empresa, da área e individuais. Os indicadores são revistos anualmente, conforme as estratégias de negócios da Companhia. As metas financeiras podem ser CVA (cash value added), fluxo de caixa livre e EBITDA, ou outro indicador financeiro que melhor expresse as prioridades do ano e são baseadas no orçamento aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia. A Remuneração variável de Longo Prazo é estabelecida por meio do Plano de Incentivo de Longo Prazo da Companhia e dá aos beneficiários a opção de adquirir ações da Companhia e se tornarem efetivamente acionistas, compartilhando o risco do negócio através das flutuações do valor das ações, bem como dos riscos inerentes ao mercado de capitais. Esse instrumento, além de gerar maior alinhamento entre a Companhia e os beneficiários busca garantir e incentivar comportamentos que não elevem a exposição da Companhia ao risco acima dos níveis considerados prudentes nas estratégias de curto, médio e longo prazos. Para mais informações, ver item 13.1 b do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia conta com um Comitê de Pessoas e Remuneração, órgão de assessoramento ao Conselho de Administração. Esse comitê tem entre suas atribuições analisar as políticas, estruturas e práticas de recursos humanos propostas pela Diretoria, à luz das melhores práticas adotadas por empresas nacionais e estrangeiras, bem como das estratégias e contexto de oportunidades e riscos a que a Companhia está exposta, sendo tambem responsável por fixar as premissas de reajuste anual da diretoria estatutária e não estatutária, enquanto o Conselho de Administração é responsável pela aprovação de tais reajustes. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaConforme previsto em seu Estatuto Social, a Companhia possui um Comitê de Auditoria Estatutário - CAE, órgão colegiado de assessoramento e instrução vinculado diretamente ao Conselho de Administração. O CAE tem como objetivos supervisionar a qualidade e integridade dos relatórios financeiros: a aderência às normas legais, estatutárias e regulatórias a adequação dos processos relativos à gestão de riscos e as atividades dos auditores internos e independentes. O CAE é composto por no mínimo 3 e no máximo 5 membros, eleitos pelo Conselho de Administração, devendo os membros do CAE serem também membros independentes do Conselho e, ao menos um dos membros, deverá ter comprovada capacitação em finanças, conforme estabelecidos no seu Regimento Interno e na legislação aplicável (especialmente na Seção 10A do Securities Exchange Act de 1934 e respectivas regras), bem como aos requisitos previstos no Artigo 147 da Lei nº 6.404/76. Atualmente, o CAE é composto por quatro membros, eleitos pelo Conselho da Companhia, todos conselheiros independentes (efetivos ou suplentes). O CAE dispõe de verba anual, refletida no orçamento anual da Companhia, suficiente para fazer frente aos seus trabalhos, incluindo para pagamento de honorários e despesas relacionados à contratação de profissionais independentes. Informações adicionais encontram-se disponíveis nos itens 5.1, 5.3, 12.1 e 12.12 do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaEm que pese a vinculação não ser direta do Conselho de Administração, a Auditoria Interna da Companhia está inserida na Diretoria de Governança, Riscos e Compliance, que por sua vez responde diretamente ao Presidente do Conselho de Administração e tecnicamente ao Comitê de Auditoria Estatutário. Esta área avalia os processos de forma independente, verifica sua conformidade com as políticas e normas adotadas pela Companhia e eventuais casos de fraude, desvio de recursos ou danos ao patrimônio. Ainda, realiza averiguações com base na matriz de riscos, na matriz de controles internos e nas considerações da liderança (Diretor Presidente, demais Diretores e Gerentes Gerais) e dos membros do Comitê de Auditoria Estatutário. Vale mencionar, ainda, que a auditoria interna da Companhia está inserida nos trabalhos de controles internos e adequação dos processos relativos à gestão de riscos, alinhados com relação à complexidade de suas atividades, em razão do porte da Companhia. |
Parcialmente |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaEm vigor desde 28 de abil de 2010, a Política de Gestão de Riscos foi aprovada em reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada na referida data e revisada em 28 de julho de 2016, também pelo Conselho de Administração. A Política de Gestão de Riscos tem por objetivo fornecer as diretrizes para a gestão de riscos da Companhia, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas, especialmente na adequada identificação e avaliação dos riscos que possam afetar a Companhia, bem como estabelecer controles e procedimentos para tratamento, monitoramento e comunicação de referidos riscos, incluindo o risco de compliance, de forma a prevenir sua ocorrência ou minimizar seu impacto. O documento é revisado a cada 2 (dois) anos, pelo menos, ou quando necessário. Os riscos da companhia são categorizados de acordo com a seguinte classificação: estratégicos, financeiros, compliance, e operacionais. O processo de gestão de riscos da Fibria foi definido com base no Processo de Gestão de Riscos sugerido pela norma ISO 31000:2009 - Princípios e Diretrizes da Gestão de Riscos. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaDe acordo com a Política de Gestão de Riscos, o Conselho de Administração fica incumbido de estabelecer os parâmetros de risco para a Companhia, definir a filosofia da gestão do risco: e estabelecer a estrutura organizacional para uma efetiva gestão do risco, inclusive realizando alocação de recursos, bem como revisão e aprovação das definições gerais das estratégias de gestão do risco. Adicionalmente, seguindo os parâmetros estabelecidos pelo Consleho de Administração, o Diretor Presidente define diretrizes e promove a integração da gestão de riscos com os ciclos de gestão e planejamento da Companhia buscando a melhoria contínua do modelo de gestão de riscos da Fibria. Cada Diretoria da Companhia participa da gestão de riscos da sua respectiva área, assessorando na validação e priorização dos riscos da sua respectiva área, bem como acompanha seus respectivos KRI's e as estratégias de mitigação dos riscos prioritários. Informações adicionais encontram-se disponíveis nos itens 5.1 e 5.4 do Formulário de Referência 2018 da Companhia. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA área de Gestão de Riscos está ligada à Diretoria de Governança, Riscos e Compliance que, por sua vez, reporta diretamente ao Conselho de Administração. Tal área realiza workshops e entrevistas anuais, bem como avaliações sob demanda, sempre que necessário, para riscos novos e significativos para os negócios (riscos que complementam a matriz da empresa). Esses trabalhos são amplamente validados com os gestores em relação às suas respectivas áreas de atuação (coordenadores, gerentes, gerentes-gerais, Diretores). Posteriormente, os resultados consolidados são apresentados ao Comitê de Auditoria Estatutário - CAE e ao Conselho de Administração. O último processo consolidado validado e apresentado ao Conselho de Administração ocorreu em abril de 2017. Em abril de 2018, decidiu-se pela adoção da mesma matriz de riscos aprovada em 2017. Cabe ressaltar que, trimestralmente, a área responsável apresenta à Diretoria, ao CAE e ao Conselho de Administração um Top Risk (temas de risco prioritário) consolidado, com status das ações de mitigação dos principais riscos. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
8 Sim · 0 Não · 3 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Comissão de Ética e Conduta, cujo objetivo é reforçar a aplicação do Código de Conduta, propondo ações de atualização, disseminação e cumprimento do documento, assegurando sua eficácia e efetividade. Nesse sentido, cabe à Comissão de Ética e Conduta: (i) estabelecer critérios para o tratamento de situações não previstas no Código de Conduta: (ii) dirimir situações controversas: (iii) equacionar dilemas éticos e (iv) garantir a uniformidade dos critérios usados na resolução de casos similares. A Comissão de Ética e Conduta é composta pelo Diretor Presidente, pelo Diretor de Desenvolvimento Humano Organizacional, pelo Diretor de Operações, pelo Diretor de Governança, Riscos e Compliance e por membros da Ouvidoria. A Comissão possui regimento próprio e reporta-se à Diretoria da Companhia. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia possui um canal de ouvidoria por meio do qual a Companhia esclarece dúvidas e recebe sugestões e denúncias de descumprimento do Código de Conduta, como corrupção, discriminação e fraude. A área de Ouvidora está ligada diretamente à Diretoria de Governança, Riscos e Compliance que, por sua vez, reporta diretamente ao Conselho de Administração. A Ouvidoria atende o público interno e externo, em caráter de confidencialidade, deixando a critério do relator identificar-se ou não. A Ouvidoria trata todas as denuncias recebidas com imparcialidade, transparência e confidencialidade. A administração do canal de denúncias fica a cargo de terceiro com reconhecida capacidade. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia define as competências e atribuições dos órgãos da Administração, Conselho Fiscal e Comitê de Auditoria Estatutário. Juntamente com a Política de Alçadas da Companhia, o Estatuto Social define as alçadas de aprovação dos órgãos da administração. Além disso, cada órgão da Companhia possui seu próprio Regimento Interno que define suas atribuições, bem como os respectivos papéis e responsabilidades. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia define as competências e atribuições dos órgãos da Administração, Conselho Fiscal e Comitê de Auditoria Estatutário. Juntamente com a Política de Alçadas da Companhia, o Estatuto Social define as alçadas de aprovação dos órgãos da administração. Além disso, cada órgão da Companhia possui seu próprio Regimento Interno que define suas atribuições, bem como os respectivos papéis e responsabilidades. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia cumpre as previsões legais que se aplicam aos conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral. |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui Política de Transações com Partes Relacionadas, visando assegurar que toda e qualquer transação com parte relacionada seja realizada sempre no melhor interesse da Companhia, com plena independência e absoluta transparência, observando sempre as condições de mercado. As alternativas de mercado são identificadas antes da submissão das contratações para aprovação, conforme estabelecido na referida política, sendo que a decisão é tomada com base nas alternativas viáveis identificadas em cada caso. Sempre que forem celebrar qualquer contratação envolvendo partes relacionadas, as áreas responsáveis pela contratação deverão encaminhar ao Grupo de Avaliação das Transações com Partes Relacionadas, por meio de e-mail, suas dúvidas e questionamentos sobre as transações a serem efetuadas ou já efetuadas, contendo as principais características da transação. Além disso, a Companhia observa as disposições da Lei das Sociedades por Ações sobre o tema, de forma a proibir seus conselheiros e diretores de (i) realizar qualquer ato gratuito com a utilização de ativos da Companhia, em detrimento da própria Companhia: (ii) receber, em razão de seu cargo, qualquer tipo de vantagem pessoal direta ou indireta de terceiros, sem autorização constante do respectivo estatuto social ou concedida por meio de assembleia geral e (iii) intervir em qualquer operação social em que tiver interesse conflitante com o da Companhia, ou nas deliberações que a respeito tomarem os demais conselheiros. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaO Conselho de Administração aprovou, em 10 de julho de 2010, a Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Companhia, revisada em 28 de julho de 2016. A referida política pode ser consultada no site de Relações com Investidores da Companhia, pelo link https://fibr.infoinvest.com.br/governanca-corporativa/estatuto-codigos-e-politicas. A Política de Negociação de Valores Mobiliários prevê os mecanismos e formas de controle e monitoramento das negociações realizadas. De acordo com o artigo 5.4 da referida política, a Companhia comunica formalmente os termos da política às pessoas consideradas vinculadas. Adicionalmente, a Companhia disponibiliza em seu site o calendário de eventos em que constam as datas da divulgação ao mercado de resultados da Companhia, permitindo que o público alvo tenha ciência dos períodos de silêncio e dos períodos em que estará bloqueada a negociação de valores mobiliários da Companhia, em linha com o previsto na política. Todos os demais períodos que as pessoas vinculadas deverão observar constam na política. Ressalta-se, ainda, que o Departamento de Relações com Investidores realiza verificações periódicas do público-alvo para o monitoramento das negociações realizadas, visando o cumprimento da referida política. Destaca-se que o artigo 5.8.1 da respetiva política prevê as sanções aplicáveis às pessoas que descumprirem os termos nela previstos. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Política Anticorrupção da Companhia possui regras claras e objetivas a respeito de contribuições voluntárias. A referida política foi aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia em 12 de dezembro de 2013 e revista em 28 de julho de 2016. A política pode ser consultada no site de Relações com Investidores da Companhia, pelo link https://fibr.infoinvest.com.br/governanca-corporativa/estatuto-codigos-e-politicas. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
201020112012201320142015201620172018
Conselho de Administração 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pablo Machado GimenezGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 14/01/2019 | Dois anos | 0 | 0.00% |
| Vinicius NoninoGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 14/01/2019 | Dois anos | 0 | 0.00% |
| Walter SchalkaGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 14/01/2019 | Dois anos | 0 | 0.00% |
Diretoria 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Aires GalhardoGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/01/2019 | Um ano | 8 | 0.00% |
| Alexandre Chueri NetoGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/01/2019 | Um ano | 0 | 0.00% |
| Carlos Aníbal Fernandes de Almeida JúniorGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/01/2019 | Um ano | 0 | 0.00% |
| Marcelo Feriozzi BacciGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/01/2019 | Um ano | 0 | 0.00% |
| Maria Luiza de Oliveira Pinto e PaivaGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 26/07/2018 | Até 22/08/2019 | 2 | 0.00% |
201020112012201320142015201620172018
Remuneração total, por órgão — exercício 2018
Prevista para 2018 (FRE 2018)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 9 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 9 | 6 |
| Salário ou pró-labore | 588.000 | 4.824.004 | 11.612.402 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 39.204 | 1.141.818 |
| Participação em comitês | 0 | 1.155.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 117.600 | 1.195.801 | 2.322.480 |
| Bônus | 0 | 0 | 22.775.097 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 5.011.425 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 4.217.169 |
| Total do órgão | 705.600 | 7.214.009 | 47.080.391 |
Realizada em 2018 (FRE 2019)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2018: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2018; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2019 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2018
Realizada em 2018
A realizada em 2018 será reportada no FRE de 2019, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2018 vem do FRE de 2019.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2018 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/03/2015 → 31/12/2017 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2018 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2014 → 28/02/2015 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2013 → 28/02/2014 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2012 → 28/02/2013 |
| 2017 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/03/2015 → 31/12/2017 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2018 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2014 → 28/02/2015 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2013 → 28/02/2014 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2012 → 28/02/2013 |
| 2016 | Baker Tilly Auditores Independentes S/S | 67634717000166 | Nacional | 01/03/2015 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2014 → 28/02/2015 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2013 → 28/02/2014 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2012 → 28/02/2013 |
| 2015 | Baker Tilly Auditores Independentes S/S | 67634717000166 | Nacional | 01/03/2015 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2014 → 28/02/2015 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2013 → 28/02/2014 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2012 → 28/02/2013 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2013 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2012 → 28/02/2013 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2011 → 28/02/2012 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2012 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2011 → 28/02/2012 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2010 → 28/02/2011 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2012 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/03/2010 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2010 → 28/02/2010 |
| 2010 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2010 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2018 | 5 | 1 |
| 2017 | 5 | 1 |
| 2016 | 4 | 1 |
| 2015 | 4 | 1 |
| 2014 | 3 | 1 |
| 2013 | 3 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 2 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
201020112012201320142015201620172018
Posição acionária 3 acionistas listados
| Acionista | Nacionalidade | % ON | % PN | % Total | Marcações |
|---|---|---|---|---|---|
| Suzano Papel e Celulose S.A. | Brasileira | 100% | 0% | 100% | |
| Ações Tesouraria | — | 0% | 0% | 0% | |
| Outros | — | 0% | 0% | 0% |
Acionistas com 5% ou mais de uma classe de ações, e demais listados no FRE. A composição interna de blocos (quem integra cada acionista agregado) está na base de dados.
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 0 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 0 (0%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 0 (0%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (14/01/2019).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 26/03/2012 | 0 | 150.000.000 | 0 | 150.000.000 |
| Capital Emitido | 24/04/2012 | 9.740.777.180 | 553.934.646 | 0 | 553.934.646 |
| Capital Integralizado | 24/04/2012 | 9.740.777.180 | 553.934.646 | 0 | 553.934.646 |
| Capital Subscrito | 24/04/2012 | 9.740.777.180 | 553.934.646 | 0 | 553.934.646 |
201020112012201320142015201620172018
Relações de subordinação 6 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| Alexandre Chueri Neto | Diretor sem designação específica | Suzano Papel e Celulose S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Carlos Aníbal Fernandes de Almeida Júnior | Diretor sem designação específica | Suzano Papel e Celulose S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Marcelo Feriozzi Bacci | Diretor de Relações com Investidores | Suzano Papel e Celulose S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Pablo Machado Gimenez | Membro do Conselho de Administração | Suzano Papel e Celulose S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Vinicius Nonino | Membro do Conselho de Administração | Suzano Papel e Celulose S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Walter Schalka | Presidente do Conselho de Administração | Suzano Papel e Celulose S.A. | Controlador Direto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 21 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES | Acionista | 20/05/2005 | 3.045.982.000 | — | S | 7.900000 |
| Votorantim Cimentos S.A. | Empresa do grupo Votorantim | 01/01/2015 | 1.300.275.000 | — | N | 0.000000 |
| Votorantim Overseas Trade Operations IV Limited (VOTO IV) | Empresa controlada em conjunto | 24/06/2005 | 514.945.000 | — | S | 8.500000 |
| Votorantim Cimentos S.A. | Empresa do grupo Votorantim | 01/03/2017 | 444.000.000 | — | N | 0.000000 |
| Banco Votorantim S.A. | Empresa do grupo Votorantim, grupo que faz parte do controle da Companhia. | 01/08/2016 | 68.535.000 | — | N | 0.000000 |
| Votener - Votorantim Comercializadora de Energia Ltda. | Empresa do grupo Votorantim, grupo que faz parte do controle da Companhia. | 01/10/2016 | 47.031.000 | — | N | 0.000000 |
| Portocel - Porto Especializado Barra do Riacho | Empresa controlada | 01/01/2015 | 44.833.000 | — | N | 0.000000 |
| Votorantim Siderurgia S.A. (VS) | Empresa do grupo Votorantim | 14/06/2017 | 24.278.000 | — | N | 0.000000 |
| Nexa Resources (antiga Votorantim Metais Ltda.) | Empresa do grupo Votorantim | 01/01/2016 | 11.500.000 | — | N | 0.000000 |
| Votorantim S.A. | Acionista | 01/08/2014 | 9.924.000 | — | S | 0.000000 |
| Votorantim S.A. | Acionista | 01/01/2017 | 9.871.000 | — | N | 0.000000 |
| CBA- Companhia Brasileira do Alumínio | Empresa do grupo Votorantim | 10/07/2007 | 8.521.000 | — | N | 0.000000 |
| Sitrel Siderurgia Três Lagoas | Empresa do grupo Votorantim. | 01/01/2013 | 5.781.000 | — | N | 0.000000 |
| Votorantim S.A. | Acionista Controlador | 01/02/2017 | 4.652.000 | — | N | 0.000000 |
| Votorantim Cimentos S.A. | Empresa do Grupo Votorantim | 01/12/2016 | 2.404.000 | — | N | 0.000000 |
| Portocel - Porto Especializado Barra do Riacho | Empresa controlada | 31/12/2017 | 1.997.000 | — | N | 0.000000 |
| Sitrel Siderurgia Três Lagoas | Empresa do grupo Votorantim | 01/09/2016 | 1.721.000 | — | N | 0.000000 |
| Portocel - Porto Especializado Barra do Riacho | Empresa controlada | 28/09/2007 | 275.000 | — | N | 0.000000 |
| Votorantim CTVM Ltda | Empresa do grupo Votorantim | 01/09/2017 | 183.000 | — | N | 0.000000 |
| Veracel Celulose S.A. | Operação em conjunto | 24/06/2005 | 35.000 | — | N | 0.000000 |
| Portocel - Porto Especializado Barra do Riacho S.A | Empresa Controlada | 01/07/2003 | 20.000 | — | N | 0.000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 30.163 | 27.854 | 28.133 | 26.750 | 25.594 | 29.434 | 34.440 | 38.693 | 40.819 |
| Ativo circulante | 5.899 | 5.264 | 6.246 | 5.807 | 3.261 | 5.461 | 7.517 | 10.530 | 12.128 |
| Caixa e equivalentes | 431 | 382 | 944 | 1.272 | 461 | 1.078 | 2.660 | 4.052 | 1.795 |
| Aplicações financeiras | 1.641 | 1.678 | 2.352 | 1.068 | 683 | 1.412 | 2.033 | 2.619 | 4.316 |
| Contas a receber | 1.138 | 945 | 755 | 1.285 | 538 | 742 | 635 | 1.193 | 1.325 |
| Estoques | 1.014 | 1.179 | 1.183 | 1.266 | 1.239 | 1.571 | 1.638 | 2.080 | 4.008 |
| Tributos a recuperar | 282 | 328 | 209 | 201 | 163 | 462 | 144 | 273 | 261 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 6.371 | 5.931 | 5.955 | 6.437 | 8.448 | 9.897 | 9.110 | 8.316 | 8.352 |
| Investimentos | 8 | 8 | 41 | 47 | 80 | 138 | 130 | 153 | 200 |
| Imobilizado | 12.979 | 11.841 | 11.175 | 9.825 | 9.253 | 9.433 | 13.107 | 15.102 | 15.599 |
| Intangível | 4.906 | 4.809 | 4.717 | 4.634 | 4.552 | 4.506 | 4.576 | 4.592 | 4.539 |
| Passivo circulante | 3.192 | 1.926 | 2.475 | 4.448 | 2.099 | 2.955 | 4.023 | 5.790 | 8.299 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 122 | 134 | 129 | 129 | 135 | 171 | 168 | 202 | 402 |
| Fornecedores | 424 | 374 | 436 | 587 | 593 | 668 | 1.867 | 3.110 | 3.534 |
| Dívida de curto prazo | 624 | 1.092 | 1.138 | 2.972 | 965 | 1.073 | 1.138 | 1.693 | 3.076 |
| Passivo não circulante | 11.566 | 11.388 | 10.465 | 7.811 | 8.879 | 13.663 | 16.600 | 18.254 | 18.297 |
| Dívida de longo prazo | 9.958 | 10.232 | 9.630 | 6.801 | 7.361 | 11.671 | 15.014 | 17.606 | 17.591 |
| Patrimônio líquido | 15.405 | 14.540 | 15.193 | 14.491 | 14.616 | 12.815 | 13.818 | 14.650 | 14.223 |
| Receita líquida | 6.283 | 5.854 | 6.174 | 6.917 | 7.084 | 10.081 | 9.615 | 11.739 | 18.264 |
| EBIT | 980 | 378 | 706 | 1.710 | 1.657 | 3.524 | 1.427 | 2.318 | 6.721 |
| Lucro líquido | 603 | -868 | -698 | -698 | 163 | 357 | 1.664 | 1.093 | 3.060 |
| Fluxo de caixa operacional | 1.696 | 1.348 | 1.914 | 2.164 | 2.227 | 4.479 | 3.924 | 4.106 | 6.874 |
| Fluxo de caixa de investimento | -1.818 | -728 | -1.161 | 434 | -356 | -3.315 | -6.871 | -5.086 | -5.813 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -61 | -649 | -258 | -2.276 | -2.644 | -853 | 4.685 | 2.387 | -3.609 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 24,13 | 24,05 | 24,06 | 24,01 | 23,97 | 24,11 | 24,26 | 24,38 | 24,43 |
| Tamanho (receita) | 22,56 | 22,49 | 22,54 | 22,66 | 22,68 | 23,03 | 22,99 | 23,19 | 23,63 |
| Alavancagem | 0,35 | 0,41 | 0,38 | 0,37 | 0,33 | 0,43 | 0,47 | 0,50 | 0,51 |
| Liquidez corrente | 1,85 | 2,73 | 2,52 | 1,31 | 1,55 | 1,85 | 1,87 | 1,82 | 1,46 |
| ROA | 0,02 | -0,03 | -0,02 | -0,03 | 0,01 | 0,01 | 0,05 | 0,03 | 0,08 |
| ROE | 0,04 | -0,06 | -0,05 | -0,05 | 0,01 | 0,03 | 0,12 | 0,07 | 0,22 |
| Margem líquida | 0,10 | -0,15 | -0,11 | -0,10 | 0,02 | 0,04 | 0,17 | 0,09 | 0,17 |
| Caixa / ativos | 0,01 | 0,01 | 0,03 | 0,05 | 0,02 | 0,04 | 0,08 | 0,10 | 0,04 |
| Tangibilidade | 0,43 | 0,43 | 0,40 | 0,37 | 0,36 | 0,32 | 0,38 | 0,39 | 0,38 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |