SUZANO HOLDING S.A.
CNPJ 60651809000105 · código CVM 9067Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 11/03/1982 |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Papel e Celulose |
| Listagem na B3 (início) | 21/12/1982 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 38,9% |
| Auditor independente (2026) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.suzanoholding.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 36,7% | 12 | 24 | 9 | 9 | 39 | Básico |
| 2020 | 38,9% | 13 | 23 | 9 | 9 | 39 | Básico |
| 2021 | 38,9% | 13 | 23 | 9 | 9 | 39 | Básico |
| 2022 | 38,9% | 13 | 23 | 9 | 9 | 39 | Básico |
| 2023 | 38,9% | 13 | 23 | 9 | 9 | 39 | Básico |
| 2024 | 38,9% | 13 | 23 | 9 | 9 | 39 | Básico |
| 2025 | 38,9% | 13 | 23 | 9 | 9 | 39 | Básico |
Acionistas
2 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 5 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA exigência não se aplica à Suzano Holding uma vez que a companhia não pertence ao segmento do Novo Mercado da B3. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaTendo em vista a presença de 100% dos acionistas detentores de ações ordinárias nas últimas assembleias de acionistas, não se justifica a preparação de manual específico para o tema. |
Não |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaEm relação ao item (i), a exigência não se aplica à Suzano Holding uma vez que a companhia não pertence ao segmento do Novo Mercado da B3. No que diz respeito ao item (ii), apesar de os administradores, no cumprimento dos seus deveres fiduciários, proporem e apreciarem os termos e condições das reorganizações societárias e aumentos de capital para recomendação de aprovação pelos acionistas em Assembleias Gerais, não há no Estatuto Social da Companhia, previsão da manifestação dos administradores sobre as operações assegurarem ou não tratamento justo e equitativo aos acionistas da Companhia. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaA exigência não se aplica à Suzano Holding uma vez que a companhia não pertence ao segmento do Novo Mercado da B3. |
Não |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaAs práticas adotadas pela Companhia com relação à destinação de resultados seguem o disposto na Lei das S.A. e nos artigos 31 a 34 de seu estatuto social. A Companhia divulga as regras, valores e periodicidade de destinação de resultados no item 2.7. de seu Formulário de Referência. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
4 Sim · 5 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaConforme exposto no art. 20 do Estatuto Social da Companhia, o Conselho de Administração é o órgão responsável por fixar a orientação geral dos negócios da Companhia. Devido ao fato de ser uma sociedade de participações (holding), entendemos adequada a avaliação de riscos, conforme informada no item 4.5.1. Com relação a princípios éticos, a Companhia possui um Código de Conduta em vigor, sendo que são promovidos treinamentos específicos sobre o tema a cada 2 anos. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaA Companhia está sujeita ao § 2º do art. 140 da Lei 6.404/76 à Resolução CVM 168/22, que determina que as companhias abertas na categoria A que tenham determinadas características observem o critério mínimo de 20% de membros independentes no Conselho de Administração. A Companhia divulga anualmente, em sua Proposta da Administração, os membros indicados para o Conselho de Administração, informando suas atividades profissionais, tais como posições em conselho, serviços de consultoria ou cargos de diretoria e quais são independentes. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia não possui Política de Indicação formalizada uma vez que seu controle é concentrado e a indicação da maioria dos membros é realizada pelos acionistas controladores. No entanto, no momento da indicação, os acionistas controladores levam em consideração a reputação ilibada do candidato, trajetória profissional, visão estratégica, disponibilidade de tempo, alinhamento e comprometimento com os princípios, valores do Código de Conduta da Companhia. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO Conselho de Administração e o Comitê de Auditoria Estatutário não possuem um processo formal de avaliação de desempenho de seus membros. No entanto, quando é feita a indicação de candidatos para compor o Conselho de Administração e o Comitê de Auditoria Estatutário, é levado em consideração o desempenho e assiduidade dos membros durante o mandato anterior. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui plano de sucessão formal do Diretor-Presidente, mas entende que as regras estabelecidas informalmente são suficientes para a Companhia. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO procedimento de integração de novos conselheiros da Companhia envolve a apresentação dos novos membros aos seus pares e aos principais executivos da Companhia, bem como o conhecimento dos valores, missão e práticas da Companhia, incluindo a adesão às suas políticas. Tal procedimento constitui uma prática usual da Companhia, pelo que até o momento não se fez necessária sua formalização. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. justificativa da empresaAs competências do Conselho de Administração, as atribuições do Presidente do Conselho e as regras de substituição nas reuniões em caso de vacância ou ausência estão previstas nos artigos 16 a 20 do Estatuto Social da Companhia. Com relação a medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses, a Companhia adota os preceitos previstos no art.156 da Lei das S.A. |
Não |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaNo início de cada ano é estabelecido o calendário anual de reuniões do Conselho de Administração no ano, tendo sido realizadas de 4 a 5 reuniões anuais nos últimos 3 anos. Além disso, quando necessário, o Conselho de Administração se reúne extraordinariamente para aprovação e discussão de assuntos de interesse da Companhia, cujas convocações são realizadas na forma prevista em seu estatuto social e na Lei das Sociedades por Ações. Tendo em vista que a Companhia é não operacional, entendemos que a periodicidade atual é suficiente para tratar dos assuntos de interesse da Companhia. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaA Companhia não está sujeita a regras que determinem a eleição de conselheiros externos ou independentes, pelo que não há previsão de reunião apenas com conselheiros externos. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaCom relação à prática indicada no Item 2.9.3, a Companhia informa que segue a recomendação, conforme as atas de reunião do Conselho de Administração regularmente divulgadas por meio dos canais de relações com investidores e do Empresas.net da CVM. |
Sim |
Diretoria
2 Sim · 4 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaOs riscos aos quais a Companhia está sujeita são identificados periodicamente pela auditoria interna, junto aos gestores das principais áreas e apresentados ao Comitê de Auditoria Estatutário, Conselho de Administração e Diretoria. Dessa forma, entendemos que as práticas de controles internos em vigor são adequadas para a Companhia. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA despeito de a Diretoria não adotar um regimento interno, a estrutura, funcionamento e responsabilidades da Diretoria estão previstos nos artigos 21 a 27 do Estatuto Social da Companhia. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia não possui um processo formalizado de avaliação do Diretor-Presidente. |
Não |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO processo de avaliação da Diretoria Executiva é feito anualmente pelo Comitê de Gestão com base no atingimento de metas de desempenho financeiro e não financeiro e seu resultado é levado em consideração para a permanência, promoção ou desligamento dos executivos nos respectivos cargos. A remuneração dos membros da Diretoria Estatuária é estabelecida conforme padrões de mercado por meio de pesquisas de remuneração conduzidas por renomadas consultorias especializadas no tema. |
Não |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política formalizada para fixação de remuneração da Diretoria. Conforme disposto no item 8.1. do Formulário de Referência, a remuneração é estabelecida conforme padrões de mercado por meio de pesquisas conduzidas por renomadas consultorias. |
Não |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaConforme descrito no Item 8.1. do Formulário de Referência da Companhia, parte da remuneração da Diretoria da Companhia tem por objetivo premiar o atingimento de metas de curto e longo prazos, e o desempenho nas avaliações individuais. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO limite da remuneração dos administradores é fixado pelos acionistas na Assembleia Geral Ordinária, consoante ao artigo 15 do Estatuto Social. |
Parcialmente |
Órgãos de Fiscalização e Controle
3 Sim · 4 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaEm 27 de novembro de 2019 foi alterado o Estatuto Social da Companhia para instituir o Comitê de Auditoria Estatutário (CAE). O CAE é composto por 3 (três) membros, eleitos e destituídos pelo Conselho de Administração e possui orçamento próprio para a contratação de serviços externos os quais os membros avaliem como necessários. Atualmente, (i) o Coordenador do CAE é membro do Conselho de Administração da Companhia e não participa da Diretoria, (ii) possui um membro com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria. Os membros do CAE têm mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reeleitos. O CAE possui um orçamento anual de R$ 500 mil. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política formalizada para a contratação de serviços extra auditoria com o auditor independente. No entanto, nos últimos 3 anos, a Companhia não contratou serviços extra-auditoria de seus auditores independentes. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA auditoria interna da Companhia está vinculada diretamente à Diretoria Jurídica da Companhia, que se reporta à Diretoria Executiva. Entendemos que essa estrutura atende às necessidades da Companhia. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos, tendo em vista que a quase totalidade de seu resultado está vinculado à operação de sua controlada Suzano S.A., que possui uma política aprovada em julho de 2019 pelo Conselho de Administração, conforme divulgado em seu Formulário de Referência. Por possuir natureza de empresa holding, a Companhia apresenta um ambiente de riscos simplificado não realizando transações negociais com complexidade e frequência comuns a uma empresa operacional. Dessa forma, as práticas de controles internos em vigor estão desenhadas a fim de manter o equilíbrio na relação custo x retorno para as atividades de controles. A Companhia segue, no que couber, a Política de Gestão Integrada de Riscos da controlada que tem o objetivo de fornecer as diretrizes e os princípios gerais do processo de Gestão Integrada de Riscos, da fase de identificação à tratativa dos riscos identificados, conceituando as atividades, bem como definindo as principais responsabilidades atribuídas aos diversos órgãos da administração ou departamentos da controlada. Pelos motivos acima entendemos que as práticas de controles internos em vigor são adequadas para a Companhia. |
Não |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaDevido ao fato de a Companhia ser uma sociedade de participações (Holding), a Companhia entende que seus controles internos são monitorados e avaliados de maneira compatível com a dimensão, a complexidade e os riscos de seus negócios, sob a supervisão da Diretoria. |
Não |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA avaliação dos sistemas de gerenciamento de riscos e do programa de integridade ou conformidade é realizada pela estrutura corporativa de gerenciamento de riscos composta pela auditoria interna, que reporta as deficiências apontadas ao CAE, à Diretoria e esta, por sua vez, ao Comitê de Gestão. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
2 Sim · 6 Não · 3 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia conta com um Comitê de Conduta, o qual não se reporta diretamente ao Conselho de Administração, mas sim à Diretoria Executiva da Suzano Holding. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaA intenção da adoção do Código de Conduta foi a de obter dos administradores, gestores e colaboradores das sociedades integrantes do grupo econômico da Companhia, um compromisso com os princípios éticos que norteiam a atuação empresarial, além de disseminá-los a toda a sua rede de relacionamentos, que abrange também terceiros, tais como fornecedores, prestadores de serviço, agentes intermediários e associados. Os princípios éticos da Companhia, que foram definidos com base nos valores corporativos e nos pilares de gestão, são os seguintes: (i) governança corporativa: (ii) integridade: (iii) transparência: (iv) desenvolvimento sustentável: e (v) valorização profissional. Na visão da Companhia, referidas diretrizes abarcam substancialmente os pontos descritos pela prática recomendada, apesar de não adentrar especificamente em cada um deles. Além do Código de Conduta, a Companhia adota algumas políticas que tratam particularmente de padrões de conduta esperados de seus colaboradores. |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia conta com um canal aberto de Ouvidoria, sob gestão independente de empresa terceira. As denúncias podem ser anônimas, se assim desejar o denunciante, e podem ser encaminhadas por meio de uma central telefônica ou da Internet. Aberto, o canal de denúncia está disponível a todos colaboradores, terceiros e demais stakeholders. A apuração e resposta das eventuais violações fica a cargo da Auditoria Interna da Companhia. Além do canal de Ouvidoria, os colaboradores, sem a necessidade de se identificarem, podem enviar eventuais denúncias aos membros do Comitê de Auditoria Estatutário - CAE pelo e-mail comiteauditoria.holding@suzano.com.br, informando as situações com indícios de ilicitude de qualquer natureza relacionadas à Companhia. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs regras de governança da Companhia são claras ao tratar da separação das funções e definir papéis e responsabilidades de seus órgãos da administração. Tais informações, referentes ao Conselho de Administração, Diretoria e Comitê de Auditoria Estatutário, principais órgãos de governança da Companhia, estão previstas em seu estatuto social. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaEm relação às medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesse, a Companhia entende que o art. 156 da Lei das S.A. traz um regime legal robusto sobre o tema, não sendo necessário, no caso da Companhia, prever em regimento público as medidas em caso de conflito de interesse. |
Não |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaConforme disposto nos itens 7.1 (c) e 11.2(n) do Formulário de Referência, a Companhia não possui regra de identificação e administração de conflitos de interesse, mas adota práticas de governança corporativa e aquelas recomendadas e/ou exigidas pela legislação, entendendo ser suficiente para lidar com situações de conflito de interesses nas assembleias gerais da Companhia. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaA Companhia entende que a regra prevista na Lei das S.A. é suficiente para lidar com situações de conflito de interesses nas assembleias gerais da Companhia. |
Não |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaConforme descrito no item 11.1 do Formulário de Referência, a Companhia não tem uma Política de Transações com Partes Relacionadas. De acordo com as atuais regras e práticas, os termos e condições de contratos que a Companhia celebra com partes relacionadas são praticados com base em valores de mercado, refletindo o cenário que seria verificado caso a contratação tivesse ocorrido com um terceiro sem qualquer relação com a Companhia, seus acionistas ou administradores. A Companhia negocia individualmente os contratos a serem celebrados com partes relacionadas, analisando seus termos e condições à luz dos termos e condições usualmente praticados pelo mercado, bem como diante das particularidades de cada operação, incluindo prazos, valores e atendimento de padrões de qualidade, entre outros. |
Não |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia é uma holding, que não possui ações em circulação, tornando desnecessária a adoção de uma Política de Negociação. |
Não |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia adotou uma política que estabelece regras sobre doações, patrocínios e aportes. No entanto, referida política não foi aprovada pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaA Companhia não realiza doações relacionadas a atividades políticas. Adicionalmente, nestes documentos também há diretrizes referentes ao comportamento esperado de seus dirigentes e colaboradores em relação às suas atividades políticas particulares. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALAN TERPINSGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| CLAUDIO THOMAZ LOBO SONDERGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| GERALDO JOSÉ CARBONEGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| MARCOS SAMPAIO DE ALMEIDA PRADOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| ORLANDO DE SOUZA DIASGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 29/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| DAVID FEFFERGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 14/05/2025 | Até a RCA subsequente a AGO de 2026 |
| GABRIELA FEFFER MOLLGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2026 | Até a RCA subsequente à AGO de 2027 |
| MARIA CECILIA CASTRO NEVES IPIÑAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 14/05/2026 | Até a RCA subsequente à AGO de 2027 |
| NICOLE SCHULZE BLANCKGin | Diretoria | 14 - Diretor Financeiro | 14/05/2026 | Até a RCA subsequente à AGO de 2027 |
Comitês 1 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JOSÉ CARLOS GARBESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCOS SAMPAIO DE ALMEIDA PRADOGin | Presidente do Comitê |
| ORLANDO DE SOUZA DIASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 3 | 1 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2011
Prevista para 2011 (FRE 2011)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 0 | 5 | 6 |
| Nº de membros remunerados | — | — | — |
| Salário ou pró-labore | 0 | 2.726.239 | 7.616.558 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 1.400 | 622.203 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 8.438.399 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 360.000 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 180.000 |
| Total do órgão | 0 | 2.727.639 | 17.217.160 |
Realizada em 2011 (FRE 2012)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 0 | 5 | 6 |
| Nº de membros remunerados | — | — | — |
| Salário ou pró-labore | 0 | 2.726.244 | 7.826.444 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 1.619 | 430.794 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 545.249 | 1.565.289 |
| Bônus | 0 | 0 | 6.508.659 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 300.000 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 1.301.732 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 864.823 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 180.000 |
| Total do órgão | 0 | 3.273.112 | 18.977.741 |
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2011: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2011; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2012 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2022 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2021 | KPMG - Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2020 | KPMG - Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | KPMG - Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2004 → 31/12/2011 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2004 → 31/12/2011 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2004 → 31/12/2011 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2011 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2004 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2004 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 23 |
| Acionistas pessoa jurídica | 2 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 0 (0%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 0 (0%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (18/06/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Integralizado | 18/06/2026 | 7.785.522.352 | 367.612.329 | 0 | 367.612.329 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 13 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Daniel Feffer | Controlador | Suzano Holding S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Daniel Feffer | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Suzano S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Daniel Feffer | Controlador | PREMESA S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Gabriela Feffer Moll | Diretora Executiva | Suzano Holding S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Gabriela Feffer Moll | Membro do Conselho de Administração | Suzano S.A | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Gabriela Feffer Moll | Diretora | PREMESA S.A | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Jorge Feffer | Controlador | Suzano S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Ruben Feffer | Controlador | Suzano Holding S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Ruben Feffer | Controlador | PREMESA S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| David Feffer | Diretor Presidente Executivo e Controlador Direto | Ruben Feffer | Controlador | Suzano S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| GABRIELA FEFFER MOLL | Diretora Executiva | DAVID FEFFER | Diretor Presidente Executivo e Controlador | Suzano Holding S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| GABRIELA FEFFER MOLL | Diretora Executiva | David Feffer | Diretor | PREMESA S.A | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| GABRIELA FEFFER MOLL | Diretora Executiva | David Feffer | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Suzano S.A | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
Transações com partes relacionadas 21 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Suzano S.A. | Controlada | 31/12/2025 | 412.145.250 | — | — | 0 |
| Ibema Companhia Brasileira de Papel | Sociedade controlada indiretamente em conjunto, através da sua controlada Suzano S.A. | 31/12/2025 | 189.280.000 | — | — | 0 |
| Naman Capital Ltda. | Sociedade controlada indiretamente por alguns acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 4.758.000 | — | — | 0 |
| Premesa S.A. | Controlada direta | 31/12/2025 | 4.439.292 | — | — | 0 |
| Bexma Comercial Ltda. | Sociedade controlada por alguns acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 3.826.000 | — | — | 0 |
| SPLF Investimentos e Participações Ltda. | Sociedade controlada indiretamente pelos acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 2.901.000 | — | — | 0 |
| Administradores | Partes relacionadas | 31/12/2025 | 1.399.000 | — | — | 0 |
| HiperStream Sistemas e Tecnologia da Informação Ltda. | Sociedade controlada indiretamente por alguns acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 508.000 | — | — | 0 |
| Nemonorte Imóveis e Participações Ltda. | Controlada indireta | 31/12/2025 | 186.000 | — | — | 0 |
| BS Participações S.A. | Sociedade controlada indiretamente por alguns acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 124.000 | — | — | 0 |
| Civelec Participações Ltda. | Sociedade controlada por alguns acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 92.812 | — | — | 0 |
| Funcação Arymax | Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, que tem em seu conselho acionistas da Companhia | 31/12/2025 | 13.000 | — | — | 0 |
| IPLF Holding S.A. | Sociedade controlada pelos acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 5.000 | — | — | 0 |
| Polpar S.A. | Sociedade controlada pelos acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | 2.000 | — | — | 0 |
| Ficus Empreendimentose Participações S.A. | Sociedade controlada por alguns acionistas da Companhia | 31/12/2025 | 0 | — | — | 0 |
| Empreendimentos Imobiliários BVF Ltda. | Sociedade controlada por alguns acionistas controladores da Companhia | 31/12/2025 | 0 | — | — | 0 |
| Empreendimentos Imobiliários Imofors Ltda. | Sociedade controlada por alguns acionistas controladores da Companhia | 31/12/2025 | 0 | — | — | 0 |
| Empreendimentos Imobiliários Lenar Ltda. | Sociedade controlada por alguns acionistas controladores da Companhia | 31/12/2025 | 0 | — | — | 0 |
| Mabex Representações e Participações Ltda. | Sociedade controlada indiretamente por alguns acionistas controladores da Companhia. | 31/12/2025 | -1.165.000 | — | — | 0 |
| Instituto Ecofuturo - Futuro Para o Desenvolvimento Sustentável | Organização da Sociedade Civil de interesse Público mantida pela controlada Suzano S.A. | 31/12/2025 | -4.961.000 | — | — | 0 |
| Outros acionistas | Acionistas da Companhia e da controlada Suzano S.A. | 31/12/2025 | -2.732.272.000 | — | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 19.238 | 21.990 | 25.695 | 27.499 | 28.468 | 28.622 | 29.503 | 28.646 | 54.006 | 98.031 | 101.863 | 119.034 | 133.279 | 143.655 | 166.107 | 167.980 |
| Ativo circulante | 5.524 | 5.449 | 6.761 | 6.550 | 6.658 | 6.902 | 8.074 | 6.846 | 30.821 | 18.953 | 18.011 | 34.114 | 37.201 | 38.624 | 42.346 | 43.905 |
| Caixa e equivalentes | 3.795 | 3.323 | 4.383 | 3.755 | 3.728 | 1.786 | 1.655 | 1.120 | 4.405 | 3.314 | 6.884 | 13.598 | 9.574 | 8.392 | 9.068 | 15.207 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 971 | 2.081 | 1.632 | 21.099 | 6.151 | 2.212 | 7.508 | 7.547 | 12.824 | 12.972 | 9.933 |
| Contas a receber | 794 | 1.000 | 1.112 | 1.474 | 1.274 | 1.886 | 1.622 | 2.304 | 2.537 | 3.036 | 2.915 | 6.533 | 9.615 | 6.849 | 9.133 | 6.561 |
| Estoques | 659 | 722 | 684 | 905 | 1.077 | 1.316 | 1.313 | 1.208 | 1.853 | 4.686 | 4.012 | 4.639 | 5.729 | 5.947 | 7.962 | 8.156 |
| Tributos a recuperar | 186 | 273 | 284 | 291 | 479 | 599 | 430 | 307 | 298 | 998 | 407 | 361 | 551 | 896 | 1.223 | 1.556 |
| Despesas antecipadas | 6 | 6 | 8 | 9 | 18 | 37 | 35 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 2.603 | 3.267 | 3.568 | 4.172 | 4.836 | 5.044 | 4.972 | 5.393 | 5.810 | 16.068 | 23.230 | 25.397 | 24.505 | 25.183 | 37.869 | 40.277 |
| Investimentos | 2 | 3 | 5 | 0 | 0 | 0 | 1 | 7 | 14 | 322 | 359 | 524 | 613 | 608 | 1.819 | 1.197 |
| Imobilizado | 10.940 | 13.072 | 15.148 | 16.552 | 16.682 | 16.347 | 16.236 | 16.212 | 17.020 | 44.974 | 43.503 | 42.965 | 55.767 | 64.491 | 70.171 | 69.631 |
| Intangível | 170 | 199 | 213 | 225 | 292 | 330 | 220 | 188 | 340 | 17.713 | 16.760 | 16.034 | 15.193 | 14.749 | 13.902 | 12.971 |
| Passivo circulante | 2.116 | 3.069 | 2.892 | 2.310 | 3.091 | 3.630 | 3.856 | 3.787 | 6.064 | 11.486 | 8.179 | 11.552 | 14.498 | 14.800 | 24.581 | 13.777 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 76 | 116 | 149 | 145 | 153 | 177 | 174 | 204 | 239 | 406 | 497 | 595 | 678 | 771 | 1.237 | 1.137 |
| Fornecedores | 277 | 415 | 876 | 877 | 753 | 581 | 583 | 610 | 633 | 2.376 | 2.361 | 3.289 | 6.207 | 5.572 | 6.033 | 5.141 |
| Dívida de curto prazo | 1.395 | 2.219 | 1.635 | 1.021 | 1.808 | 1.830 | 1.595 | 2.115 | 3.427 | 6.228 | 2.043 | 3.656 | 3.335 | 4.758 | 10.501 | 3.005 |
| Passivo não circulante | 8.360 | 9.419 | 12.585 | 14.312 | 14.839 | 15.592 | 15.456 | 13.229 | 35.886 | 68.381 | 86.293 | 92.252 | 85.541 | 83.993 | 109.047 | 111.554 |
| Dívida de longo prazo | 5.833 | 6.439 | 9.135 | 11.894 | 11.978 | 12.893 | 12.418 | 10.077 | 32.311 | 57.456 | 70.856 | 75.973 | 71.240 | 72.414 | 90.934 | 91.796 |
| Patrimônio líquido | 8.762 | 9.502 | 10.218 | 10.877 | 10.537 | 9.400 | 10.191 | 11.630 | 12.056 | 18.164 | 7.390 | 15.231 | 33.240 | 44.862 | 32.480 | 42.649 |
| Receita líquida | 4.520 | 4.852 | 5.195 | 5.690 | 7.265 | 10.225 | 9.883 | 10.521 | 13.438 | 26.013 | 30.465 | 40.973 | 49.836 | 39.760 | 47.405 | 50.116 |
| EBIT | 1.124 | 633 | 503 | 944 | 1.204 | 3.040 | 1.311 | 3.243 | 4.992 | 2.621 | 8.441 | 18.178 | 22.216 | 12.213 | 15.686 | 10.647 |
| Lucro líquido | 764 | 38 | -169 | -209 | -232 | -852 | 1.682 | 1.783 | 311 | -2.818 | -10.732 | 8.635 | 23.392 | 14.069 | -7.092 | 13.444 |
| Fluxo de caixa operacional | 1.159 | 928 | 674 | 37 | 1.451 | 2.642 | 2.967 | 2.914 | 5.184 | 7.575 | 13.118 | 17.633 | 21.636 | 17.325 | 20.568 | 18.088 |
| Fluxo de caixa de investimento | -426 | -3.229 | -2.711 | -1.919 | -1.398 | -2.351 | -3.343 | -1.008 | -21.963 | -11.695 | -739 | -10.395 | -16.977 | -26.035 | -20.513 | -9.833 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 458 | 1.801 | 3.047 | 1.114 | -196 | -2.508 | 406 | -2.455 | 19.997 | 3.191 | -9.791 | -1.575 | -8.081 | 7.767 | -44 | -1.777 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,68 | 23,81 | 23,97 | 24,04 | 24,07 | 24,08 | 24,11 | 24,08 | 24,71 | 25,31 | 25,35 | 25,50 | 25,62 | 25,69 | 25,84 | 25,85 |
| Tamanho (receita) | 22,23 | 22,30 | 22,37 | 22,46 | 22,71 | 23,05 | 23,01 | 23,08 | 23,32 | 23,98 | 24,14 | 24,44 | 24,63 | 24,41 | 24,58 | 24,64 |
| Alavancagem | 0,38 | 0,39 | 0,42 | 0,47 | 0,48 | 0,51 | 0,48 | 0,43 | 0,66 | 0,65 | 0,72 | 0,67 | 0,56 | 0,54 | 0,61 | 0,56 |
| Liquidez corrente | 2,61 | 1,78 | 2,34 | 2,84 | 2,15 | 1,90 | 2,09 | 1,81 | 5,08 | 1,65 | 2,20 | 2,95 | 2,57 | 2,61 | 1,72 | 3,19 |
| ROA | 0,04 | 0,00 | -0,01 | -0,01 | -0,01 | -0,03 | 0,06 | 0,06 | 0,01 | -0,03 | -0,11 | 0,07 | 0,18 | 0,10 | -0,04 | 0,08 |
| ROE | 0,09 | 0,00 | -0,02 | -0,02 | -0,02 | -0,09 | 0,17 | 0,15 | 0,03 | -0,16 | -1,45 | 0,57 | 0,70 | 0,31 | -0,22 | 0,32 |
| Margem líquida | 0,17 | 0,01 | -0,03 | -0,04 | -0,03 | -0,08 | 0,17 | 0,17 | 0,02 | -0,11 | -0,35 | 0,21 | 0,47 | 0,35 | -0,15 | 0,27 |
| Caixa / ativos | 0,20 | 0,15 | 0,17 | 0,14 | 0,13 | 0,06 | 0,06 | 0,04 | 0,08 | 0,03 | 0,07 | 0,11 | 0,07 | 0,06 | 0,05 | 0,09 |
| Tangibilidade | 0,57 | 0,59 | 0,59 | 0,60 | 0,59 | 0,57 | 0,55 | 0,57 | 0,32 | 0,46 | 0,43 | 0,36 | 0,42 | 0,45 | 0,42 | 0,41 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 22/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 26/08/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 12/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 07/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 17/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 02/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 15/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |