MANGELS INDUSTRIAL S.A.
CNPJ 61065298000102 · código CVM 8397Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 28/12/1971 |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Metalurgia e Siderurgia |
| Listagem na B3 (início) | 28/12/1971 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 59,6% |
| Auditor independente (2026) | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.mangels.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 63,0% | 29 | 17 | 0 | 8 | 35 | Básico |
| 2020 | 63,0% | 29 | 17 | 0 | 8 | 35 | Básico |
| 2021 | 63,0% | 29 | 17 | 0 | 8 | 35 | Básico |
| 2022 | 66,7% | 32 | 16 | 0 | 6 | 35 | Básico |
| 2023 | 67,7% | 32 | 15 | 1 | 6 | 35 | Básico |
| 2024 | 67,7% | 32 | 15 | 1 | 6 | 35 | Básico |
| 2025 | 59,6% | 27 | 18 | 2 | 7 | 36 | Básico |
Acionistas
2 Sim · 4 Não · 0 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaSegundo o Estatuto Social, as ações da companhia são divididas em ordinárias e preferenciais. As ações preferenciais têm como vantagens: prioridade no reembolso do capital em caso de liquidação da sociedade: direito ao recebimento de dividendo, por ação preferencial, 10% maior do que o atribuído a cada ação ordinária: participação em igualdade de condições com as ações ordinárias na distribuição de ações bonificadas resultantes da capitalização de reservas, lucros, fundos ou correção monetária de qualquer natureza. Há disposição de que as ações preferenciais não gozarão do direito a voto e não poderão ser convertidas em ordinárias. O Estatuto Social limita o numero de ações preferenciais sem direito a voto ou sujeitos à restrições no exercício desse direito, em até dois terços do total das ações emitidas. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA companhia não adota um manual de assembleia por entender que a proposta da administração divulgada antes da realização da Assembleia Geral cumpre este papel, divulgando detalhadamente a ordem do dia. |
Não |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaO Estatuto Social não possui disposição neste sentido, mas estuda-se a conveniência e necessidade de alteração estatutária. |
Não |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaO Estatuto Social não possui disposição neste sentido, mas estuda-se a conveniência e necessidade de alteração estatutária. |
Não |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
5 Sim · 5 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO estatuto social da companhia estabelece como responsabilidades do Conselho de Administração: fixar a orientação geral dos negócios da sociedade: eleger e destituir a diretoria: fiscalizar a gestão dos diretores: examinar a qualquer tempo os livros e papéis da sociedade: solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração: convocar a Assembleia Geral quando julgar conveniente, ou nos casos legais: manifestar-se sobre o relatório da administração e as contas da Diretoria: escolher e destituir os auditores independentes: deliberar sobre a instalação ou supressão de depósitos ou filiais, no país ou no exterior: autorizar a Diretoria: a contratar empréstimos, constituir garantias reais sobre bens, prestar fiança e/ou aval em favor de outras empresas direta ou indiretamente controladas pela companhia, adquirir ou alinear participações em outras empresas, exercer o direito de voto nas Assembleias Gerais das sociedades controladas e das subsidiárias integrais - indicando a orientação geral dos negócios dessas sociedades, negociar com as ações de emissão da sociedade, emitir notas promissórias para distribuição pública. A Companhia não possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos. No entanto, possui normas internas que norteiam a gestão de riscos, aprovadas pelo Comitê Financeiro, formado por membros do Conselho de Administração, da Diretoria e da Gerência Financeira. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaQuanto à composição, o Estatuto Social da Companhia estabelece o número de membros do Conselho de Administração, sem prever a obrigatoriedade de conselheiros independentes. Não obstante, a Companhia possui 3 (três) Conselheiros independentes eleitos em Assembleia Geral Ordinária de 30 de abril de 2025, com mandato de 2 (dois) anos. Adicionalmente, é previsto no Acordo de Acionistas da Companhia a observância de indicação de ao menos um membro profissional por cada uma das três famílias integrantes do bloco de controle. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia não possui política de indicação e de preenchimento de cargos do Conselho de Administração formalmente aprovada. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia não possui processo anual de avaliação de desempenho do Conselho de Administração e de seus comitês. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO Conselho de Administração não mantém plano de sucessão do Diretor-Presidente, no entanto houve contratação de Diretor Presidente após rigoroso processo seletivo por consultoria especializada reconhecida. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaSim, a Companhia possui um programa de integração para os novos membros do Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. justificativa da empresaO Conselho de Administração da companhia não conta com regimento interno, atuando de acordo com as disposições do Estatuto Social. O Regimento Interno está em fase de elaboração e implementação. |
Não |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaEmbora sem previsão, a companhia mantém Conselheiros Externos que podem alinhar entre si seus entendimentos. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaEste padrão já é o adotado nas atas de reunião do Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
7 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Companhia entende que é desnecessário formalizar um Regimento Interno para a Diretoria, que tem seus deveres e responsabilidades bem definidos, além da previsto no Estatuto Social da Companhia - artigos 20 a 26. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Diretoria é avaliada com base em metas estabelecidas no Sistema de Remuneração Variável. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Diretoria é avaliada com base em metas estabelecidas no Sistema de Remuneração Variável. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaOs membros da Diretoria estatutária recebem doze remunerações por ano, a título de honorários, observado o montante global anual fixado pela Assembleia e individualizado pelo Conselho de Administração. Os Diretores estatutários, além dos honorários mensais, recebem um valor a título de remuneração variável. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaO programa de remuneração variável está estruturado da seguinte forma: 1. SRV - Sistema de Remuneração Variável: a) Atingimento mínimo de 80% do indicador financeiro da companhia, para ser considerado elegível. b) No SRV existem dois indicadores: -Indicador financeiro consolidado: -Metas individuais. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria estatutária é fixada e o cumprimento de metas avaliado pelo Conselho de Administração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
7 Sim · 2 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA companhia não conta com comitê de auditoria estatutário, contando com auditoria interna e auditores externos. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaA companhia não conta com comitê de auditoria estatutário, contando com auditoria interna e auditores externos. |
Não |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA companhia cumpre essa recomendação, contando com área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaExiste política de gerenciamento de riscos elaborada pela auditoria interna e validada pela auditoria externa. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaExiste política de gerenciamento de riscos elaborada pela auditoria interna e validada pela auditoria externa. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaAs políticas e sistemas de gerenciamento de riscos são revistas regularmente pela diretoria da companhia, com auxílio da auditoria interna e validada pela auditoria externa. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
6 Sim · 6 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia não tem um Comitê de Conduta. A Companhia possui um Comitê de Recursos Humanos que trata de assuntos diversos, inclusive, conforme o caso, ética. No entanto, possui um grupo de trabalho que atua nos temas relacionados à ética e analisa e dá encaminhamento em relação ao Canal de Denúncia. |
Não |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal de Denúncias é externo, possuindo independência. A Auditoria Interna, vinculada ao Conselho de Administração, tem acesso e opera as denúncias, dando encaminhamento. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA companhia conta com políticas internas definindo papéis e responsabilidades de forma complementar ao estatuto social, que define claramente as funções do Conselho de Administração e da Diretoria. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia adota as práticas e mecanismos previstos na Lei das S.A. para o tratamento de conflitos de interesses. Cabe à pessoa que estiver em situação de conflito de interesses ou benefício particular declarar a ocorrência de tal fato e abster-se de participar da discussão e de votar na matéria em que o conflito estiver configurado, ficando a decisão sobre a matéria aos demais acionistas e/ou membros da administração da Companhia que não possuam interesse conflitante. Nesse sentido, a Companhia se atém a todos os preceitos legais e estatutários. Os acionistas ou administradores devem se abster de votar matérias que possam beneficiá-los de modo particular ou que representem potencial interesse conflitante com o da Companhia. Da mesma forma, em atendimento ao disposto no artigo 156 da Lei das S.A., os administradores da Companhia são vedados de intervir em qualquer operação em que tenham interesse conflitante com o da Companhia, bem como na deliberação que a respeito tomarem os demais administradores, e somente podem contratar com a Companhia em condições razoáveis ou equitativas, idênticas às que prevalecem no mercado ou em que a Companhia contrataria com terceiros (ainda assim, não houve e não há esse tipo de contratação). |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaOs casos são solucionados conforme disposições de Lei. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaEmbora não haja previsão específica, a companhia poderá submeter a questão à discussão em Assembleia. |
Não |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaApesar de não possuir uma política formalmente aprovada sobre transações com partes relacionadas, o Conselho de Administração está atento e, em observância ao seu dever fiduciário, se manifestará se e quando for o caso. |
Não |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaEmbora não haja Política estabelecida, este tema é tratado no Acordo de Acionistas de 26/04/2023, arquivado na sede da Companhia. Há especial atenção e diligência às recomendações deste tema. Está sendo avaliada a constituição desta Política. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA companhia não conta com política sobre contribuições voluntárias. Porém, a companhia não pratica contribuições desta natureza. |
Não |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaA companhia não realiza desembolsos relacionados à atividades políticas. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei.
justificativa da empresaA companhia não tem relações comerciais com o Estado. |
Não |
201020112012201320142017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Alan Robert MangelsGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/04/2018 | 28/04/2019 | 0 | 0.00% |
| Antonio Farina IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/04/2018 | 28/04/2019 | 0 | 0.00% |
| Cristine Mangels VieiraGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 12/04/2019 | 30/04/2020 | 0 | 0.00% |
| Mark Ross MangelsGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 27/04/2018 | 28/04/2019 | 0 | 0.00% |
| Robert Max MangelsGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 27/04/2018 | 28/04/2019 | 0 | 0.00% |
| Susan Jane Mangels CoxGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/04/2018 | 28/04/2019 | 0 | 0.00% |
201020112012201320142017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 7 | 3 |
| Salário ou pró-labore | 252.906 | 3.512.653 | 3.085.536 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 0 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 2.730.237 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 252.906 | 3.512.653 | 5.815.773 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Diretoria Estatutária | |
|---|---|
| Nº de membros | 3 |
| Nº de membros remunerados | 3 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 2.730.237 |
| Bônus — se metas atingidas | 2.730.237 |
| Bônus — efetivo | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 30/01/2024 |
| 2025 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 30/01/2024 |
| 2024 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 30/01/2024 |
| 2023 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 30/01/2024 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes Ltda. | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2021 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2018 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 |
| 2017 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2010 |
| 2013 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2010 |
| 2012 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2010 |
| 2011 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2010 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2010 |
| 2010 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2004 → 31/12/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 0 |
| 2025 | 1 | 0 |
| 2024 | 1 | 0 |
| 2023 | 1 | 0 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 1 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 1 | 1 |
| 2018 | 1 | 0 |
| 2017 | 1 | 0 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 2 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
201020112012201320142017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 1.149 |
| Acionistas pessoa jurídica | 31 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.547 (0,08%) |
| Ações preferenciais em circulação | 1.500.765 (43,06%) |
| Total em circulação | 1.502.312 (27,06%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Integralizado | 01/06/2016 | 171.272.997 | 2.067.243 | 3.715.969 | 5.783.212 |
201020112012201320142017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 2 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| MARK ROSS MANGELS | Presidente do Emissor e Presidente do Conselheiro da Administração | CRISTINE MANGELS VIEIRA | Conselheira da Administração | Mangels Industrial S/A | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| MARK ROSS MANGELS | Presidente do Emissor e Presidente do Conselheiro da Administração | SUSAN JANE MANGELS COX | Conselheira da Administração | Mangels Industrial S/A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 6 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| MARK ROSS MANGELS | Presidente do Emissor e Presidente do Conselho de Administração | MANGELS S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MARK ROSS MANGELS | Presidente do Emissor e Presidente do Conselho de Administração | SHOREWOOD S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MARK ROSS MANGELS | Presidente do Emissor e Presidente do Conselho de Administração | TECNOPAR S.A | Controlador Indireto | Controle |
| SUSAN JANE MANGELS COX | Conselheira da Adminstração | MANGELS S.A. | Controlador Direto | Controle |
| SUSAN JANE MANGELS COX | Conselheira da Adminstração | SHOREWOOD S.A | Controlador Indireto | Controle |
| SUSAN JANE MANGELS COX | Conselheira da Adminstração | TECNOPAR S.A | Controlador Indireto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 2 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Mangels Componentes da Amazonia Ltda. | Controlada Direta | 31/12/2025 | 0 | — | — | 0,000000 |
| E KOGA E CIA LTDA | Controlada direta | 31/12/2025 | 0 | — | — | 0,00 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 857 | 835 | 677 | 449 | 418 | 397 | 364 | 337 | 349 | 367 | 398 | 590 | 800 | 742 | 740 | 721 |
| Ativo circulante | 490 | 444 | 354 | 193 | 168 | 158 | 142 | 136 | 154 | 210 | 237 | 326 | 367 | 359 | 323 | 298 |
| Caixa e equivalentes | 124 | 149 | 171 | 26 | 43 | 35 | 30 | 40 | 36 | 26 | 27 | 33 | 13 | 34 | 13 | 30 |
| Aplicações financeiras | 97 | 61 | 24 | 3 | 3 | 3 | 4 | 2 | 3 | 16 | 36 | 26 | 58 | 32 | 43 | 8 |
| Contas a receber | 98 | 99 | 54 | 38 | 35 | 32 | 40 | 35 | 45 | 55 | 67 | 67 | 98 | 93 | 106 | 66 |
| Estoques | 108 | 85 | 59 | 85 | 54 | 58 | 44 | 46 | 59 | 59 | 68 | 140 | 125 | 119 | 126 | 141 |
| Tributos a recuperar | 47 | 35 | 29 | 30 | 20 | 20 | 15 | 7 | 6 | 5 | 23 | 35 | 46 | 60 | 24 | 35 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 31 | 50 | 128 | 89 | 88 | 83 | 78 | 67 | 54 | 8 | 15 | 114 | 271 | 229 | 256 | 235 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 316 | 323 | 179 | 158 | 151 | 150 | 141 | 132 | 140 | 148 | 145 | 150 | 161 | 154 | 159 | 187 |
| Intangível | 20 | 18 | 17 | 9 | 10 | 6 | 4 | 2 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 |
| Passivo circulante | 225 | 293 | 303 | 541 | 76 | 90 | 62 | 56 | 69 | 69 | 78 | 132 | 162 | 197 | 197 | 652 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 20 | 18 | 16 | 13 | 12 | 15 | 16 | 14 | 15 | 12 | 11 | 15 | 18 | 20 | 22 | 26 |
| Fornecedores | 31 | 92 | 79 | 79 | 23 | 16 | 19 | 18 | 31 | 29 | 18 | 49 | 36 | 26 | 46 | 71 |
| Dívida de curto prazo | 140 | 159 | 131 | 404 | 1 | 21 | 1 | 1 | 10 | 15 | 25 | 50 | 75 | 125 | 106 | 531 |
| Passivo não circulante | 404 | 348 | 347 | 18 | 496 | 606 | 595 | 599 | 644 | 669 | 721 | 709 | 630 | 504 | 542 | 22 |
| Dívida de longo prazo | 376 | 325 | 335 | 0 | 436 | 551 | 534 | 567 | 621 | 641 | 704 | 692 | 619 | 488 | 527 | 3 |
| Patrimônio líquido | 227 | 194 | 27 | -110 | -154 | -298 | -293 | -318 | -364 | -371 | -401 | -251 | 7 | 41 | 1 | 47 |
| Receita líquida | 783 | 723 | 474 | 461 | 450 | 427 | 428 | 446 | 477 | 556 | 546 | 863 | 1.017 | 928 | 948 | 1.064 |
| EBIT | 52 | 3 | 34 | -39 | -15 | -5 | 5 | 12 | 35 | 47 | 79 | 193 | 118 | 83 | 63 | 74 |
| Lucro líquido | 22 | -33 | -149 | -137 | -44 | -144 | 5 | -24 | -46 | -6 | -31 | 149 | 259 | 34 | -42 | 48 |
| Fluxo de caixa operacional | -40 | 171 | 94 | -16 | 27 | 10 | 23 | 37 | 29 | 50 | 48 | 60 | 119 | 122 | 148 | 140 |
| Fluxo de caixa de investimento | -72 | -38 | -1 | -14 | -15 | -17 | -13 | -13 | -28 | -32 | 9 | -3 | -56 | 19 | -54 | 1 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 146 | -109 | -70 | -115 | 4 | -1 | -15 | -14 | -5 | -27 | -56 | -50 | -84 | -119 | -116 | -124 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,57 | 20,54 | 20,33 | 19,92 | 19,85 | 19,80 | 19,71 | 19,63 | 19,67 | 19,72 | 19,80 | 20,20 | 20,50 | 20,42 | 20,42 | 20,40 |
| Tamanho (receita) | 20,48 | 20,40 | 19,98 | 19,95 | 19,92 | 19,87 | 19,87 | 19,92 | 19,98 | 20,14 | 20,12 | 20,58 | 20,74 | 20,65 | 20,67 | 20,78 |
| Alavancagem | 0,60 | 0,58 | 0,69 | 0,90 | 1,05 | 1,44 | 1,47 | 1,69 | 1,81 | 1,79 | 1,83 | 1,26 | 0,87 | 0,83 | 0,86 | 0,74 |
| Liquidez corrente | 2,18 | 1,51 | 1,17 | 0,36 | 2,21 | 1,76 | 2,28 | 2,44 | 2,24 | 3,05 | 3,06 | 2,46 | 2,26 | 1,82 | 1,64 | 0,46 |
| ROA | 0,03 | -0,04 | -0,22 | -0,31 | -0,11 | -0,36 | 0,01 | -0,07 | -0,13 | -0,02 | -0,08 | 0,25 | 0,32 | 0,05 | -0,06 | 0,07 |
| ROE | 0,09 | -0,17 | -5,47 | 1,25 | 0,29 | 0,48 | -0,02 | 0,08 | 0,13 | 0,02 | 0,08 | -0,59 | 35,81 | 0,83 | -75,18 | 1,02 |
| Margem líquida | 0,03 | -0,05 | -0,31 | -0,30 | -0,10 | -0,34 | 0,01 | -0,05 | -0,10 | -0,01 | -0,06 | 0,17 | 0,25 | 0,04 | -0,04 | 0,05 |
| Caixa / ativos | 0,14 | 0,18 | 0,25 | 0,06 | 0,10 | 0,09 | 0,08 | 0,12 | 0,10 | 0,07 | 0,07 | 0,06 | 0,02 | 0,05 | 0,02 | 0,04 |
| Tangibilidade | 0,37 | 0,39 | 0,26 | 0,35 | 0,36 | 0,38 | 0,39 | 0,39 | 0,40 | 0,40 | 0,36 | 0,25 | 0,20 | 0,21 | 0,21 | 0,26 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 09/08/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 29/04/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 2 | 18/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 22/08/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 14/05/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 27/06/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
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