COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO
CNPJ 61409892000173 · código CVM 25984Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 13/07/2021 |
| Setor de atividade | Extração Mineral |
| Listagem na B3 (início) | 15/07/2021 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 94,8% |
| Auditor independente (2026) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.cba.com.br/ri ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2021 | 86,0% | 40 | 4 | 6 | 4 | 32 | Novo Mercado |
| 2022 | 86,0% | 40 | 4 | 6 | 4 | 32 | Novo Mercado |
| 2023 | 92,9% | 45 | 3 | 1 | 5 | 27 | Novo Mercado |
| 2024 | 94,8% | 44 | 1 | 3 | 6 | 27 | Novo Mercado |
| 2025 | 94,8% | 45 | 2 | 1 | 6 | 26 | Novo Mercado |
Acionistas
7 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 4 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA Companhia não possui um manual de participação em assembleias gerais. Entretanto, disponibiliza as informações necessárias para facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais juntos às propostas da administração para as deliberações a serem tomadas em Assembleia Geral. |
Não |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaPrevisão Estatutária - artigos 37 e 38 |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaCom relação aos itens (i), (ii) e (iii), o temas são levados recorrentemente às reuniões ordinárias do Conselho de Administração para a apreciação e tomada de decisão, conforme consta da sua agenda anual temática e do seu regimento interno. Reforçasse que todos os temas são apreciados e ganham maturidade tanto pela Diretoria quanto pelos Comitês de reporte ao Conselho. Para o compliance, cabe aos membros do Conselho de Administração patrocinarem o Código de Conduta da CBA e aplicá-lo em suas rotinas, promovendo a disseminação de seus princípios e regras. Por fim, para o item (iv) o Conselho de Administração tem a atribução de criar e extinguir seus comitês, definir a diretoria, realizando avaliações de tais órgãos. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaNos termos da Política de Indicação de membros do Conselho de Administração, Comitês e Diretoria, a indicação dos membros para composição do Conselho de Administração poderá ser feita pela administração ou por qualquer acionista da CBA, sendo que o cumprimento dos requisitos estabelecidos na Política para a candidatura será verificado pelo Conselho de Administração e pelo Comitê de Remuneração e Pessoas, e, caso atendidos, o nome do candidato será posto em votação em Assembleia Geral da CBA. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaAtualmente, a Companhia dispõe de um sistema formal de avaliação, conduzido pelo Presidente do Conselho (podendo ter contratação de empresa de consultoria especializada). O escopo da avaliação engloba o funcionamento do Conselho de Administração, bem como sua cultura, avaliações realizadas entre membros e autoavaliações. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaAnualmente é apresentado o plano de sucessão do diretor-presidente e as ações de desenvolvimento. É feito no Comitê de Remuneraçã e Pessoas, a pela diretora de Pessoas. O conselho de Administração é quem faz as aprovações do plano e das ações, sendo que sua última atualização ocorreu em 22/08/2024. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaExiste um programa de integração para todos os novos membros da Companhia, incluindo Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAinda que as atas da Companhia sejam formalizadas em forma de sumário, as informações contidas em tais atos são completas e claras. Além disso, o Regimento Interno do Conselho de Administração da CBA e adota a prática recomendada. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA avaliação é realizada e a ultima ocorreu na reunião do Conselho de Adminitração de 22 de agosto de 2024. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA avaliação é realizada e a última ocorreu na reunião do Conselho de Administração de 22 de agosto de 2024. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui Politica de Remuneração vigente e aprovada pelo Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaHá programa de Incentivo de Longo Prazo para todos os diretores estatutários da Companhia e que foi devidamente aprovado pelo seu Conselho de Administração, sendo ele pensado e atualizado anualmente com o apoio do Comitê de Remuneração e Pessoas da Companhia. O ILP tem como premissas o alinhamento dos interesses da diretoria com dos acionistas, a fim de garantir a criação contínua de valor, e a entrega de uma plano estratégico consistente. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO Comitê de Remuneração de Pessoas avalia de modo geral os empregados, bem como o Conselho de Administração avalia a Diretoria. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO comitê de auditoria é formado apenas por membros independentes e observa todas as exigências do novo mercado, as quais são refletidas no Estatuto Social da Companhia no regimento interno do Comitê e na Política de Indicação. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui uma área de Auditoria Interna, subordinada ao Conselho de Administração por meio do Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE"), que é responsável por monitorar a qualidade e integridade dos mecanismos de controles internos da Companhia. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia conta com uma Política de Gestão de Riscos devidamente aprovada pelo conselho de administração, contendo as diretrizes indicadas pela prática recomendada. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaOs papéis e responsabilidades do Conselho de Administração na gestão de riscos da CBA estão descritos na política de gestão de riscos. Periodicamente são apresentados os status e resultados dos trabalhos área para o Comitê de Auditoria, que informa os aspectos relevantes de gestão de riscos para o Conselho de Administração. Além disso, periodicamente a diretoria de GRC apresenta os aspectos relevantes de gestão de riscos para o Conselho de Administração. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaTudo o que é apresentado ao Comitê de Auditoria e ao Conselho de Administração sobre gestão de riscos, controles internos e compliance é apresentado e validado previamente pela Diretoria da Companhia, a incluir eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, além do programa de integridade/conformidade para compliance. Ao menos anualmente, todos aqueles temas são reportados ao Conselho de Administração via Comitê de Auditoria Estatutário (conforme linha de governança estabelecida pela Companhia), de modo que, diante da análise prévia que é feita pela Diretoria, entendemos como adotada a prática. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaConforme consta no capitulo 2.4 do Código de Conduta, a CBA possui um Comitê de Conduta formado por empregados preparados para lidar com questões relacionadas a possíveis desvios de comportamento e questões de integridade de maneira geral. O Comitê de Conduta tem total autonomia para garantir o cumprimento de suas obrigações devendo informar periodicamente ao Comitê de Auditoria a respeito das atividades relacionadas à apuração de denúncias e aplicação de medidas disciplinares. Vale reforçar que o report é feito ao Comitê de Auditoria, formado apenas por membros independentes e ao Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaConforme consta no capítulo 2.3 do código de Conduta, a CBA possui o canal Linha Ética para analisar e resolver quaisquer questões éticas que se reflitam no nosso Código de Conduta, bem como violações às leis, regulamentos, políticas e demais normas internas. O canal pode ser acessado pelo nosso público interno e externo, e está disponível em inglês e português, por via telefônica e pelo nosso site. A Linha Ética garante a confidencialidade das informações e da identidade das partes envolvidas. Na Linha Ética, todas as dúvidas e denúncias são tratadas de forma transparente e imparcial. Para o recebimento das denúncias, a CBA utiliza um canal autônomo, contratado de empresa terceira independente onde garantimos o direito ao anonimato. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaOs papeis e responsabilidades de cada um dos órgãos de governança (a incluir as assembleias gerais, conselho de administração, diretoria, comitês e demais agentes de governança) são regidos pelo Estatuto da Companhia, seus respectivos regimentos internos, bem como por documentos internos da Companhia, como seu Código de Conduta e políticas corporativas. Além disso, a CBA atualizou seu manual de governança após o IPO, estando ele disponível aos empregados e empregadas da CBA. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaNeste caso, está previsto no Condigo de Conduta, onde ao final os empregados e empregadas já declaram qualquer possível conflito de interesse. Além disso, durante as Campanhas periódicas sobre o tema, empregados e empregadas poderão relembrar esses conceitos e indicar eventuais ocorrências existentes pós ingresso na Companhia. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia não adota um mecanismo específico para administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à Assembleia Geral, tais conflitos serão identificados e administrados em conformidade com a legislação brasileira. Adicionalmente, a Companhia possui uma política de transações com partes relacionadas e conflito de interesses. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Transações com Partes Relacionadas, aprovada em 07 de julho de 2021 pelo Conselho de Administração, que estabelece as regras para a realização destas transações. Esta política determina que a Companhia e/ou suas controladas poderão realizar transações com partes relacionadas desde que as operações sejam contratadas em bases equitativas e no melhor interesse da Companhia. O Comitê de Auditoria Estatutário, conforme estabelecido em seu Regimento Interno, avalia, monitora e recomenda à administração a correção ou aprimoramento de tal política, bem como avalia e monitora, juntamente com a administração e com a área de auditoria interna, as adequações das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas evidenciações. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Divulgação e Negociação de Valores Mobiliários, aprovada em 28 de setembro de 2023 pelo Conselho de Administração, cujo o documento está disponível no site de RI da Companhia. A Política visa estabelecer regras para assegurar a observância de práticas de boa conduta na negociação de Valores Mobiliários de emissão da CBA, bem como evitar o uso inadequado de Informações Privilegiadas. O Diretor de Relações com Investidores e/ou a Área de Relações com Investidores é responsável por informar às Pessoas Vinculadas (conforme conceito estabelecido Política de Divulgação e Negociação de Valores Mobiliários) o início do Período de Impedimento à Negociação. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaConsta tanto no Código de Conduta como na Política de Anticurrupção o compromisso da CBA em cumprir as leis vigentes e, dessa forma, não realizar doações para campanhas ou politicos. Para as doações voluntárias é preciso seguir as diretrizes estabelecidas no Padrão Gerencial de Doações e Patrocinios. Ambos os documentos foram devidamente aprovados pelo Conselho de Administração e estão disponiveis no site da companhia: https://d2biijvbg5ozmx.cloudfront.net/politica_anticorrupcao_2023_jul24_b4a51659f7.pdf (Política de Anticorrução) e https://d2biijvbg5ozmx.cloudfront.net/codigo_de_conduta_portugues_maio_24_cfab3f7a31.pdf?updated_at=2024-05-09T14:00:53.530Z (Código de Conduta) |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EDUARDO BORGES DE ANDRADE FILHO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO 2027 |
| FLAVIO MENDES AIDARGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO 2027 |
| FRANKLIN LEE FEDER IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO 2027 |
| GLAISY PERES DOMINGUESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO 2027 |
| JOÃO ZEFERINO FERREIRA VELLOSO FILHOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO 2027 |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAESGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 24/04/2025 | AGO 2027 |
| RICARDO RODRIGUES DE CARVALHOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO 2027 |
| SERGIO RICARDO ROMANI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO 2027 |
Diretoria 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/02/2025 | 2 anos. |
| LUCIANO FRANCISCO ALVESGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 25/02/2025 | 02 anos |
| RENATO MAIA LOPESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/02/2025 | 02 anos |
| ROGÉRIO MINATELGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/07/2025 | 2 anos |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/02/2025 | 02 anos |
Comitês 7 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDREA CRISTINA RUSCHMANNGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GLAISY PERES DOMINGUESGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JOSÉ ECIO PEREIRA DA COSTA JÚNIORGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SERGIO CITERONIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SERGIO RICARDO ROMANIGin | Outros |
Comitê de Remuneração e Pessoas
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDUARDO BORGES DE ANDRADE FILHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JOÃO ZEFERINO FERREIRA VELLOSO FILHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RICARDO RODRIGUES DE CARVALHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de remuneração e Pessoas
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FLAVIO MENDES AIDARGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Projetos de Capital e Performance Operacional
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FRANKLIN LEE FEDERGin | Presidente do Comitê |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RICARDO RODRIGUES DE CARVALHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Sustentabilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FRANKLIN LEE FEDERGin | Presidente do Comitê |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RICARDO RODRIGUES DE CARVALHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SÔNIA APARECIDA CONSIGLIO FAVARETTOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Finanças
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JOÃO ZEFERINO FERREIRA VELLOSO FILHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 7 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 5 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 |
| Diretoria | 0 | 7 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 |
| Diretoria | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 0 | 8 | 5,67 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 8 | 5,67 |
| Salário ou pró-labore | 0 | 4.140.000 | 9.736.877 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 861.317 |
| Participação em comitês | 0 | 1.380.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 2.400.000 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 11.701.125 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 16.448.245 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 0 | 5.520.000 | 41.147.564 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 8 | 5,67 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 5,67 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 2.400.000 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 2.400.000 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 688.750 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 11.701.125 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 7.800.750 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 08/05/2018 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 08/05/2018 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 08/05/2018 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 08/05/2018 |
| 2022 | Price Waterhouse Coopers Auditores Independentes | 61562112000120 | Nacional | 08/05/2018 |
| 2021 | Price Waterhouse Coopers Auditores Independentes | 61562112000120 | Nacional | 08/05/2018 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 0 |
| 2021 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 15.393 |
| Acionistas pessoa jurídica | 518 |
| Investidores institucionais | 416 |
| Ações ordinárias em circulação | 204.441.277 (31,4%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 204.441.277 (31,4%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (29/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 29/04/2024 | 0 | 250.000 | 0 | 250.000 |
| Capital Emitido | 24/04/2025 | 4.554.454.052 | 651.072.697 | 0 | 651.072.697 |
| Capital Integralizado | 24/04/2025 | 4.554.454.052 | 651.072.697 | 0 | 651.072.697 |
| Capital Subscrito | 24/04/2025 | 4.554.454.052 | 651.072.697 | 0 | 651.072.697 |
Relações familiares 7 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| JOÃO ZEFERINO FERREIRA VELLOSO FILHO | Conselheiro | REGINA HELENA SCRIPILLITI VELLOSO | Acionista Indireto | Votorantim S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | Antonio Ermirio de Moraes Filho | Acionista Indireto | Votorantim S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | MARIA LÚCIA COSTA DE MORAES | Acionista Indireta | Votorantim S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | MARIA REGINA COSTA ERMIRIO DE MORAES | Acionista Indireta | Votorantim S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | ROSA HELENA COSTA DE MORAES | Acionista Indireta | Votorantim S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | Rubens Ermirio de Moraes | Acionista Indireto | Votorantim S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | VERA REGINA COSTA DE MORAES | Acionista Indireta | Votorantim S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 130 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ALBINO MERCADO JÚNIOR | Diretor | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ALBINO MERCADO JÚNIOR | Diretor | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDRESSA RISSATO BROLACCI LAMANA | Diretora | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e de Relações com Investodores | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA | Diretora Financeira e De Relações com Investidores | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| FLAVIO MENDES AIDAR | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| FLAVIO MENDES AIDAR | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| GLAISY PERES DOMINGUES | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Prestação de serviço |
| GLAISY PERES DOMINGUES | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Prestação de serviço |
| GLAISY PERES DOMINGUES | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| JOÃO ZEFERINO FERREIRA VELLOSO FILHO | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| JOÃO ZEFERINO FERREIRA VELLOSO FILHO | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| JOÃO ZEFERINO FERREIRA VELLOSO FILHO | MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCIANO FRANCISCO ALVES | Diretor Presidente | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | AEM PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | AEM PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Indireto | Prestação de serviço |
| LUIS ERMÍRIO DE MORAES | Presidente do Conselho de Administração | AEM PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Mineração Macedo Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RENATO MAIA LOPES | Diretor | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RICARDO RODRIGUES DE CARVALHO | Membro do Conselho de Administração | VOTORANTIM S.A. | Controlador Direto | Prestação de serviço |
| ROGÉRIO PEREIRA JORGE | Diretor | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROGÉRIO PEREIRA JORGE | Diretor | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROGÉRIO PEREIRA JORGE | Diretor | CBA ENERGIA PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROGÉRIO PEREIRA JORGE | Diretor | CBA ENERGIA PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROGÉRIO PEREIRA JORGE | Diretor | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROGÉRIO PEREIRA JORGE | Diretor | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROGÉRIO PEREIRA JORGE | Diretor | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Alux do Brasil Indústria e Comércio Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | CBA Baesa Geração de Energia Ltda. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | CBA ITAPISSUMA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | CBA Machadinho Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | L.C.G.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | METALEX LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Mineração Rondon Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Porto de São Marcos Ltda. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROSELI MARIA DE SOUZA MILAGRES | Diretora | Santa Cruz Geração de Energia S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 28 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Auren Comercializadora de Energia Ltda. | Sociedade sob controle comum | 30/12/2015 | 463.728.128 | — | — | N/A |
| Campos Novos Energia S.A. (ENERCAN) | Sociedade coligada | 24/03/2021 | 382.188.000 | — | — | N/A |
| Auren Comercializadora de Energia Ltda. | Sociedade sob controle comum | 14/12/2020 | 105.327.288 | — | — | N/A |
| Auren Comercializadora de Energia Ltda. | Sociedade sob controle comum | 14/12/2020 | 105.326.880 | — | — | N/A |
| Votorantim S.A. | Acionista Controladora | 01/01/2018 | 70.713.000 | — | — | N/A |
| Outras empresas do grupo | Partes relacionadas integrantes do mesmo grupo econômico. | 31/12/2025 | 58.533.000 | — | — | N/A |
| Banco Votorantim S.A. | Sociedade sob controle comum (sociedades ligadas) | 31/03/2026 | 48.665.000 | — | — | N/A |
| Votorantim Cimentos S.A. | Sociedade sob controle comum (sociedades ligadas) | 31/03/2026 | 46.724.952 | 2 | — | N/A |
| Auren Comercializadora de Energia Ltda. | Sociedade sob controle comum | 07/07/2021 | 45.867.946 | — | — | N/A |
| Ventos de São Crispim I Energias Renováveis S.A. | Coligada indiretamente via Ventos Santo Anselmo Energias Renováveis S.A. | 07/04/2021 | 44.129.092 | — | — | N/A |
| Ventos de Santo Antero Energias Renováveis S.A. | Coligada indiretamente via Ventos Santo Anselmo Energias Renováveis S.A. | 07/04/2021 | 41.544.795 | — | — | N/A |
| Ventos de Santo Apolinário Energias Renováveis S.A. | Coligada indiretamente via Ventos Santo Isidoro Energias Renováveis S.A. | 07/04/2021 | 40.160.173 | — | — | N/A |
| AUREN ENERGIA S.A. | Sociedade sob controle comum | 30/12/2020 | 38.870.167 | — | — | N/A |
| TGR Subholding 3 S.A | Sociedade coligada | 30/10/2025 | 35.899.000 | — | — | N/A |
| Ventos de Santo Alderico Energias Renováveis S.A. | Coligada indiretamente via Ventos Santo Anselmo Energias Renováveis S.A. | 07/04/2021 | 35.134.636 | — | — | N/A |
| Auren Comercializadora de Energia Ltda. | Sociedade sob controle comum | 01/02/2025 | 7.584.120 | 0 | — | N/A |
| Outras empresas do grupo | Partes relacionadas integrantes do mesmo grupo econômico. | 31/12/2025 | 1.450.000 | 6 | — | N/A |
| Votorantim S.A. | Acionista Controladora | 03/10/2022 | 912.000 | 0 | — | N/A |
| Votorantim Cimentos S.A. | Sociedade sob controle comum (sociedades ligadas) | 31/12/2025 | 251.000 | 0 | — | N/A |
| Votorantim Cimentos S.A. | Sociedade sob controle comum (sociedades ligadas) | 31/12/2025 | 133.948 | 107 | — | N/A |
| Votorantim Cimentos S.A. | Sociedade sob controle comum (sociedades ligadas) | 31/03/2026 | 128.000 | 107 | — | N/A |
| Auren Comercializadora de Energia Ltda. | Sociedade sob controle comum | 14/12/2020 | 0 | — | — | N/A |
| AUREN ENERGIA S.A. | Sociedade sob controle comum | 31/03/2025 | 0 | — | — | N/A |
| AUREN ENERGIA S.A. | Sociedade sob controle comum | 31/03/2026 | 0 | — | — | N/A |
| Banco Votorantim S.A. | Sociedade sob controle comum (sociedades ligadas) | 31/03/2026 | 0 | — | — | N/A |
| Campos Novos Energia S.A. (ENERCAN) | Sociedade coligada | 31/03/2025 | 0 | — | — | N/A |
| Votorantim S.A. | Acionista controladora | 31/12/2024 | 0 | — | — | N/A |
| Banco Votorantim S.A. | Sociedade sob controle comum (sociedades ligadas) | 31/03/2026 | 0 | — | — | N/A |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem listagens em mercados estrangeiros em 2022 (fonte só cobre 2019–2025).
Títulos de dívida no exterior 1 títulos
| Valor mobiliário | Emissão | Vencimento | Quantidade | Valor nominal | Saldo devedor | Conversível |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Bônus de Subscrição | 17/06/2014 | 17/06/2024 | 2.000 | 898.880.000 | 499.560.779,5 | N |
Valores na moeda de emissão de cada título, conforme declarado no FRE.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 11.211 | 11.965 | 12.275 | 13.562 | 13.833 | 13.966 |
| Ativo circulante | 3.405 | 4.455 | 4.270 | 4.862 | 4.562 | 4.458 |
| Caixa e equivalentes | 632 | 1.449 | 849 | 1.350 | 1.142 | 1.268 |
| Aplicações financeiras | 732 | 337 | 340 | 379 | 385 | 57 |
| Contas a receber | 475 | 698 | 496 | 382 | 494 | 632 |
| Estoques | 1.070 | 1.592 | 1.881 | 1.937 | 2.163 | 2.046 |
| Tributos a recuperar | 442 | 294 | 420 | 361 | 248 | 226 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 1.954 | 1.112 | 1.157 | 1.544 | 1.740 | 1.754 |
| Investimentos | 199 | 205 | 0 | 277 | 238 | 232 |
| Imobilizado | 5.122 | 5.195 | 5.530 | 5.977 | 6.425 | 6.650 |
| Intangível | 531 | 998 | 957 | 901 | 868 | 873 |
| Passivo circulante | 1.991 | 2.160 | 2.189 | 2.056 | 2.346 | 2.429 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 176 | 162 | 171 | 199 | 221 | 208 |
| Fornecedores | 426 | 656 | 1.009 | 957 | 1.124 | 1.087 |
| Dívida de curto prazo | 73 | 97 | 124 | 124 | 160 | 187 |
| Passivo não circulante | 5.480 | 5.090 | 4.763 | 6.802 | 7.475 | 7.022 |
| Dívida de longo prazo | 2.890 | 3.054 | 2.877 | 4.269 | 4.653 | 4.308 |
| Patrimônio líquido | 3.740 | 4.716 | 5.323 | 4.704 | 4.012 | 4.515 |
| Receita líquida | 5.411 | 8.423 | 8.825 | 7.348 | 8.174 | 8.789 |
| EBIT | 431 | 1.354 | 1.132 | -886 | 660 | 579 |
| Lucro líquido | -880 | 838 | 957 | -809 | -73 | 230 |
| Fluxo de caixa operacional | 812 | 1.161 | 755 | 4 | 647 | 856 |
| Fluxo de caixa de investimento | -547 | -519 | -1.060 | -895 | -359 | -332 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 171 | 0 | -310 | 1.393 | -496 | -353 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,14 | 23,21 | 23,23 | 23,33 | 23,35 | 23,36 |
| Tamanho (receita) | 22,41 | 22,85 | 22,90 | 22,72 | 22,82 | 22,90 |
| Alavancagem | 0,26 | 0,26 | 0,24 | 0,32 | 0,35 | 0,32 |
| Liquidez corrente | 1,71 | 2,06 | 1,95 | 2,36 | 1,94 | 1,84 |
| ROA | -0,08 | 0,07 | 0,08 | -0,06 | -0,01 | 0,02 |
| ROE | -0,24 | 0,18 | 0,18 | -0,17 | -0,02 | 0,05 |
| Margem líquida | -0,16 | 0,10 | 0,11 | -0,11 | -0,01 | 0,03 |
| Caixa / ativos | 0,06 | 0,12 | 0,07 | 0,10 | 0,08 | 0,09 |
| Tangibilidade | 0,46 | 0,43 | 0,45 | 0,44 | 0,46 | 0,48 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 25/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 2 | 08/10/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |