VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A
CNPJ 67571414000141 · código CVM 20702Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 23/05/2007 |
| Setor de atividade | Construção Civil, Mat. Constr. e Decoração |
| Listagem na B3 (início) | 05/06/2007 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 89,6% |
| Auditor independente (2026) | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada |
| Site / Relações com Investidores | http://www.viver.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 59,2% | 22 | 13 | 14 | 5 | 35 | Novo Mercado |
| 2020 | 69,8% | 28 | 9 | 11 | 6 | 31 | Novo Mercado |
| 2021 | 76,5% | 34 | 8 | 7 | 5 | 29 | Novo Mercado |
| 2022 | 89,6% | 40 | 2 | 6 | 6 | 28 | Novo Mercado |
| 2023 | 90,6% | 41 | 2 | 5 | 6 | 28 | Novo Mercado |
| 2024 | 90,6% | 41 | 2 | 5 | 6 | 28 | Novo Mercado |
| 2025 | 89,6% | 41 | 3 | 4 | 6 | 28 | Novo Mercado |
Acionistas
6 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 5 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaA medida está prevista no art 39 do estatuto social da Companhia. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA destinação do lucro líquido da Companhia está definido no artigo 36 do Estatuto Social da Companhia. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
11 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) O Conselho de Administração de Administração delibera sobre as ações da companhia visando a sustentabilidade da Companhia e valor ao longo prazo:(ii) Os riscos são avaliados de acordo com a Politica de Gerenciamento de Riscos (iii) Os temas que envolvam Partes Relacionados passam pela deliberação do Conselho de Administração, zelando pela manutenção da transparência e (iv) No ano de 2025 foi realizada a revisão das políticas e regimentos internos da companhia. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaOs candidatos para composição do Conselho de Administração devem ser indicados pelos acionistas e atender aos requisitos de elegibilidade aplicáveis de acordo com a Lei nº 6.404/76 ("Lei das Sociedades por Ações"), Resolução CVM nº 80/2022, Estatuto Social e demais leis e regulamentos existentes. Posteriormente, a indicação apresentada na Proposta da Administração será submetida à deliberação da Assembleia-Geral. As indicações de membros independentes devem estar acompanhadas de declaração de desimpedimento, conforme art. 17 da Regulamento do Novo Mercado. Os membros do Conselho de Administração eleitos serão investidos após assinatura do Termo de Posse e participarão de programa de integração, coordenado pelo Diretor Presidente ou de Relações com Investidores, com o objetivo de introdução das atividades, negócios e estratégias da Companhia. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaOs membros do Conselho são avaliados durante o mandato em processos individuais coordenados pelo próprio Conselho, podendo para tal finalidade ser contratado consultor externo. A avaliação é utilizada para proposta de reeleição dos membros e terá como critérios a participação, contribuição, coerência e assiduidade nas reuniões. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui plano de sucessão do diretor-presidente. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaÉ realizado onboarding dos novos conselheiros para entendimento do negócio e situação da Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaConforme artigo 17 do Regimento Interno do Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
7 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaO estatuto social da Companhia descreve em seu Capítulo III, seção IV a composição da diretoria, sua função e responsabilidades. |
Parcialmente |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaÉ deliberado em RCA as metas anuais da diretoria, sendo a sua apuração realizada após o término do exercício com a devida deliberação do conselho de administração sobre o desempenho da diretoria. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaApós a apuração das metas atingidas e desempenho do exercício social, é enviado relatório da Administração ao conselho de administração com a apuração dos resultados atingidos pelos diretores e pessoas chaves da Companhia. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaAs recomendações para remuneração da diretoria estatutária são realizadas pelo Diretor Presidente ao Conselho de Administração, levando em consideração os resultados da Companhia no exercício anterior, desempenho individual, pesquisas de remuneração de mercado e outros aspectos tais como riscos de retenção, habilidades e conhecimentos, experiência e potencial de cada executivo. O Diretor Presidente é assessorado pela área de recursos humanos da Companhia, e pode utilizar consultorias externas especializadas para temas técnicos. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração variável da administração é realizada de acordo com os indicadores de desempenho que são determinados previamente de acordo com o plano de negócio e as metas da Companhia de médio e longo prazo. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO valor da remuneração do conjunto de administradores que recebem remuneração da Companhia, que inclui remuneração fixa e variável, é discutido em reunião do Conselho de Administração e aprovada em Assembleia. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Comitê de Auditoria da Viver é um órgão de assessoramento vinculado ao Conselho de Administração da Companhia, tendo como objetivos supervisionar a qualidade e integridade dos relatórios financeiros, a aderência às normas legais, estatutárias e regulatórias, a adequação dos processos relativos à gestão de riscos e as atividades dos auditores internos e independentes. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA companhia não possui uma área de auditoria interna, mas conta com os serviços da Ernst & Young, uma empresa terceirizada contratada para desempenhar as funções de auditores internos e que reporta diretamente ao Comitê de Auditoria. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Política de Gerenciamento de Riscos foi aprovada pelo Conselho de Administração em 29 de abril de 2022. De acordo com a Política, a Administração da Companhia primeiramente define a estratégia e nível de exposição a risco tolerável para o exercício para então dar continuidade ao gerenciamento de riscos, composto pelas seguintes etapas: Identificação de Riscos, Avaliação de Riscos, Tratamento, Monitoramento e Gerenciamento de Riscos |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO mecanismo de controle de riscos utilizado pela companhia é a matriz de risco, em que os riscos são elencados de acordo com a sua prioridade e avaliados pela Administração sobre os aspectos financeiros, de recursos, reputacionais e de integridade, definindo o grau de impacto e probabilidade de ocorrência do risco. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaDe acordo com o parágrafo 2ª do artigo 28 do Estatuto Social, compete ao Diretor-Presidente: (v) supervisionar e coordenar as políticas internas, elaborando se for o caso, regimento interno da Companhia: (vi) planejar, coordenar e supervisionar as políticas de marketing, imagem, inovação e gestão de recursos humanos. Neste ano de 2025, a Diretoria está realizando a avaliação da eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, controles internos e das normas de compliance da Companhia. Essa avaliação está sendo conduzida com o apoio das áreas responsáveis, com base em critérios técnicos e operacionais, e considera também eventuais recomendações de auditorias internas e externas. Os resultados serão formalmente apresentados ao Conselho de Administração, com destaque para pontos fortes, oportunidades de melhoria e eventuais ações corretivas a serem adotadas. A Companhia busca continuamente o aprimoramento desses sistemas, alinhando-os às melhores práticas de governança corporativa. |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
8 Sim · 2 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA companhia não possui Comitê de Conduta, porém o canal de denúncia é de responsabilidade do Comitê de Auditoria, dotado de independência e respondendo ao Conselho de Administração, para investigação e acompanhamento de relatos. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO canal de denúncias foi desenvolvido pelo setor de Tecnologia da Informação da Companhia, juntamente com uma emrpesa terceirizada que desenvolve programas, sendo que os relatos são tratados com ética, diligência, confidencialidade e segurança pelo Comitê de Auditoria, composto por membros independentes. Dessa forma, as informações não são tratadas diretamente por diretores e demais colaboradores. Estes, por sua vez, poderão ser acionados para coleta de informações pertinentes à investigação. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA companhia tem a prática de ao iniciar-se uma Reunião e Assembleia questionar aos presentes se alguém tem algum conflito de interesse. Caso positivo, o membro deve se abster. Outros mecanismos estão em formulário junto com as demais políticas da companhia. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia possui politica de partes relacionadas. Ademais, em deliberações em que haja conflito de interesse há abstenção de voto. O canal de denúncia assegura ainda que, o denunciado não tome conhecimento de que está sendo investigado, mesmo que seja parte da Administração. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA companhia tem a prática de no início de cada Reunião e Assembleia questionar aos presentes se alguém tem algum conflito de interesse. Caso positivo, o membro deve se abster. Outros mecanismos estão em formulário junto com as demais políticas da companhia. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA companhia possui politica com partes relacionadas em conssonância com os referidos termos. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Negociação de Valores Mobiliários desde 2012, tendo sua revisão aprovada na Reunião do Conselho de Administração do dia 08 de novembro de 2022, seguindo as normas do Novo Mercado. Além de ser monitorada a movimentação das ações das pessoas vinculadas. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia não tem como política a contribuição voluntária ou relacionadas à atividades políticas por não se envolver no âmbito. |
Não |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaA Companhia não tem como política a contribuição voluntária ou relacionadas à atividades políticas por não se envolver no âmbito. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Daniel Vinicius Alberini SchrickteGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2014 | 1 (um) ano |
| John Anthony GersonGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 07/05/2013 | AGO 2014 |
| Marcos Duarte Santos IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 07/05/2013 | AGO 2014 |
| Michael Barry LenardGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 07/05/2013 | AGO 2014 |
| Ricardo RaoulGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2014 | 1 (um) ano |
Diretoria 2 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Bruno LaskowskyGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/10/2012 | AGO 2015 |
| Eduardo Ramos CanonicoGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 08/09/2012 | AGO 2015 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Alexandre Machado Navarro StotzGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2014 | 1 (um) ano |
| Aline Taboga França de GodoyGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 07/05/2013 | AGO 2014 |
| Carlos Eduardo Parente AlvesGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 07/05/2013 | AGO 2014 |
| Daniela Maluf PfeifferGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 07/05/2013 | AGO 2014 |
| João Paulo Vargas da SilveiraGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 07/05/2013 | AGO 2014 |
| Rafael Jose da CostaGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2014 | 1 (um) ano |
Comitês 2 comitês
Comitê de Custos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Bruno LaskowskyGin | Presidente do Comitê |
| Celso Massato IasakaGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Eduardo Ramos CanonicoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Eduardo da Silva MachadoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Gustavo Cardoso Kopke de Vasconcellos MachadoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Nicolau Mandia NetoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Ética
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Bruno LaskowskyGin | Presidente do Comitê |
| Eduardo Ramos CanonicoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Eduardo da Silva MachadoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Luzia Helena Lopes PereiraGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 1 |
| Nº de membros remunerados | 4 | 1 |
| Salário ou pró-labore | 240.000 | 650.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 84.000 |
| Participação em comitês | 60.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 800.000 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 |
| Total do órgão | 300.000 | 1.534.000 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 1 |
| Nº de membros remunerados | 4 | 1 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 800.000 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 800.000 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada | 54276936000179 | Nacional | 28/05/2025 |
| 2025 | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada | 54276936000179 | Nacional | 28/05/2025 |
| 2024 | Ecovis WFA Auditores Independentes S/S | 40221974000110 | Nacional | 28/04/2025 |
| 2023 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2023 |
| 2022 | BAKER TILLY 4PARTNERS AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 18596945000183 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2022 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda. | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2023 |
| 2021 | BAKER TILLY 4PARTNERS AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 18596945000183 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2021 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2020 | BAKER TILLY 4PARTNERS AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 18596945000183 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2020 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2019 | BAKER TILLY 4PARTNERS AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 18596945000183 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2019 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2018 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2012 → 14/04/2014 |
| 2017 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2012 → 14/04/2014 |
| 2016 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2012 → 14/04/2014 |
| 2015 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2012 → 14/04/2014 |
| 2014 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2014 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/10/2010 → 31/03/2012 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2012 → 14/04/2014 |
| 2013 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES S.S. | 54276936000179 | Nacional | 15/04/2014 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/10/2010 → 31/03/2012 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2012 → 14/04/2014 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/10/2010 → 31/03/2012 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2012 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/10/2010 |
| 2010 | TERCO GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES SOCIEDADE SIMPLES | 00326016000199 | Nacional | 16/02/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 0 |
| 2025 | 1 | 0 |
| 2024 | 1 | 0 |
| 2023 | 1 | 0 |
| 2022 | 2 | 0 |
| 2021 | 2 | 0 |
| 2020 | 2 | 0 |
| 2019 | 2 | 0 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 3 | 1 |
| 2013 | 3 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 21.055 |
| Acionistas pessoa jurídica | 285 |
| Investidores institucionais | 24 |
| Ações ordinárias em circulação | 4.880.040 (100%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 4.880.040 (100%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (11/06/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 15/08/2022 | 0 | 340.000.000 | 0 | 340.000.000 |
| Capital Emitido | 30/04/2026 | 2.906.389.476 | 4.880.040 | 0 | 4.880.040 |
| Capital Integralizado | 30/04/2026 | 2.906.389.476 | 4.880.040 | 0 | 4.880.040 |
| Capital Subscrito | 30/04/2026 | 2.906.389.476 | 4.880.040 | 0 | 4.880.040 |
2010201120122013201420152016201720182020202120222023202420252026
Transações com partes relacionadas 9 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| RLC Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Parte Relacionada - a empresa possui participação no acionista de referência da Viver. | 31/12/2025 | 1.787.081 | — | — | 0 |
| JNN1 Empreendimentos e Participações Ltda. | Mútuo a receber pela Companhia. | 31/12/2025 | 493.523 | — | — | — |
| Projeto Imobiliario RLC 03 Ltda. | Parte Relacionada - a empresa possui participação no acionista de referência da Viver. | 31/12/2025 | 260.878 | — | — | 0 |
| Projeto Imobiliário RLC 05 Ltda. | Parte Relacionada - a empresa possui participação no acionista de referência da Viver. | 31/12/2025 | 159.929 | — | — | 0 |
| Projeto Imobiliário RLC 07 Ltda. | Parte Relacionada - a empresa possui participação no acionista de referência da Viver. | 31/12/2025 | 156.749 | — | — | 0 |
| TIBERIO - INPAR PROJETO 133 SPE LTDA. | Participação Societária | 31/12/2025 | 46.363 | — | — | 0 |
| INPAR PROJETO 33 SPE LTDA. | Participação Societária | 31/12/2025 | 44.474 | — | — | 0 |
| Projeto Imobiliário Rlc 06 Ltda. | Parte Relacionada - a empresa possui participação no acionista de referência da Viver. | 31/12/2025 | 30.095 | — | — | 0 |
| Projeto Imobiliário RLC 02 Ltda. | Parte Relacionada - a empresa possui participação no acionista de referência da Viver. | 31/12/2025 | 8.325 | — | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 2.524 | 3.119 | 2.575 | 1.977 | 1.532 | 1.307 | 984 | 821 | 648 | 513 | 323 | 329 | 367 | 318 | 279 | 211 |
| Ativo circulante | 1.575 | 1.983 | 1.814 | 1.439 | 1.114 | 971 | 743 | 628 | 436 | 196 | 116 | 163 | 204 | 146 | 118 | 84 |
| Caixa e equivalentes | 190 | 137 | 84 | 77 | 30 | 23 | 33 | 16 | 8 | 5 | 29 | 63 | 39 | 14 | 20 | 8 |
| Aplicações financeiras | 0 | 238 | 99 | 102 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 806 | 997 | 777 | 767 | 662 | 575 | 386 | 318 | 245 | 18 | 23 | 16 | 66 | 28 | 31 | 27 |
| Estoques | 513 | 569 | 710 | 429 | 390 | 353 | 304 | 284 | 172 | 168 | 59 | 65 | 82 | 77 | 44 | 39 |
| Tributos a recuperar | 7 | 14 | 7 | 11 | 11 | 11 | 5 | 3 | 4 | 1 | 2 | 3 | 5 | 5 | 2 | 2 |
| Despesas antecipadas | 7 | 5 | 3 | 1 | 1 | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 0 | 1 |
| Realizável a longo prazo | 881 | 1.049 | 703 | 422 | 314 | 267 | 195 | 172 | 187 | 305 | 195 | 159 | 151 | 159 | 156 | 122 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 79 | 75 | 46 | 30 | 9 | 16 | 9 | 8 | 4 | 8 | 10 | 3 | 3 |
| Imobilizado | 45 | 48 | 33 | 21 | 15 | 12 | 8 | 6 | 4 | 0 | 3 | 3 | 3 | 2 | 1 | 1 |
| Intangível | 23 | 38 | 25 | 16 | 13 | 11 | 9 | 7 | 5 | 3 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Passivo circulante | 654 | 1.134 | 1.462 | 932 | 976 | 1.197 | 1.266 | 730 | 421 | 439 | 360 | 362 | 399 | 137 | 69 | 94 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 16 | 9 | 8 | 7 | 5 | 3 | 2 | 2 | 1 | 1 | 4 | 19 | 6 | 6 | 4 | 0 |
| Fornecedores | 39 | 40 | 32 | 30 | 34 | 25 | 20 | 11 | 11 | 14 | 9 | 13 | 12 | 8 | 3 | 4 |
| Dívida de curto prazo | 389 | 756 | 974 | 571 | 646 | 907 | 1.004 | 590 | 268 | 196 | 210 | 211 | 271 | 15 | 0 | 4 |
| Passivo não circulante | 749 | 979 | 524 | 730 | 474 | 295 | 228 | 157 | 180 | 208 | 191 | 168 | 149 | 175 | 62 | 158 |
| Dívida de longo prazo | 544 | 600 | 280 | 444 | 316 | 124 | 38 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 26 | 21 | 18 |
| Patrimônio líquido | 1.121 | 1.006 | 589 | 315 | 82 | -185 | -509 | -66 | 46 | -134 | -227 | -201 | -182 | 5 | 148 | -41 |
| Receita líquida | 778 | 727 | 334 | 519 | 158 | 112 | -18 | 6 | 85 | -145 | 44 | 68 | 122 | 70 | 113 | 29 |
| EBIT | 95 | -54 | -348 | -136 | -153 | -158 | -247 | -99 | -86 | -165 | -146 | -50 | -46 | -72 | -39 | -9 |
| Lucro líquido | 67 | -115 | -463 | -281 | -233 | -262 | -349 | -119 | -199 | -220 | -181 | -58 | -13 | -73 | -40 | -18 |
| Fluxo de caixa operacional | -424 | -330 | -100 | 136 | 36 | 63 | 86 | -148 | -44 | -14 | 9 | -60 | -75 | -27 | 22 | -65 |
| Fluxo de caixa de investimento | -6 | -252 | 129 | 29 | 127 | 36 | 14 | 0 | 1 | 1 | -1 | 0 | -6 | -2 | 4 | 51 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 537 | 528 | -80 | -158 | -211 | -106 | -90 | 130 | 36 | 11 | 15 | 94 | 56 | 4 | -21 | 2 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,65 | 21,86 | 21,67 | 21,40 | 21,15 | 20,99 | 20,71 | 20,53 | 20,29 | 20,06 | 19,59 | 19,61 | 19,72 | 19,58 | 19,45 | 19,17 |
| Tamanho (receita) | 20,47 | 20,41 | 19,63 | 20,07 | 18,88 | 18,53 | — | 15,60 | 18,26 | — | 17,60 | 18,03 | 18,62 | 18,06 | 18,54 | 17,18 |
| Alavancagem | 0,37 | 0,43 | 0,49 | 0,51 | 0,63 | 0,79 | 1,06 | 0,72 | 0,41 | 0,38 | 0,65 | 0,64 | 0,74 | 0,13 | 0,07 | 0,11 |
| Liquidez corrente | 2,41 | 1,75 | 1,24 | 1,54 | 1,14 | 0,81 | 0,59 | 0,86 | 1,03 | 0,45 | 0,32 | 0,45 | 0,51 | 1,06 | 1,71 | 0,90 |
| ROA | 0,03 | -0,04 | -0,18 | -0,14 | -0,15 | -0,20 | -0,35 | -0,15 | -0,31 | -0,43 | -0,56 | -0,18 | -0,03 | -0,23 | -0,15 | -0,08 |
| ROE | 0,06 | -0,11 | -0,79 | -0,89 | -2,86 | 1,42 | 0,68 | 1,81 | -4,31 | 1,64 | 0,80 | 0,29 | 0,07 | -13,74 | -0,27 | 0,43 |
| Margem líquida | 0,09 | -0,16 | -1,39 | -0,54 | -1,47 | -2,34 | 19,42 | -20,09 | -2,33 | 1,52 | -4,12 | -0,85 | -0,10 | -1,05 | -0,36 | -0,61 |
| Caixa / ativos | 0,08 | 0,04 | 0,03 | 0,04 | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | 0,01 | 0,01 | 0,09 | 0,19 | 0,11 | 0,04 | 0,07 | 0,04 |
| Tangibilidade | 0,02 | 0,02 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,00 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,00 | 0,00 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 19/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 27/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |