ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.
CNPJ 02474103000119 · código CVM 17329Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 28/05/1998 |
| Setor de atividade | Energia Elétrica |
| Listagem na B3 (início) | 28/05/1998 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 97,8% |
| Auditor independente (2026) | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.engie.com.br/investidores ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 58,7% | 24 | 16 | 6 | 8 | 32 | Básico |
| 2019 | 70,7% | 30 | 11 | 5 | 8 | 30 | Básico |
| 2020 | 78,3% | 34 | 8 | 4 | 8 | 28 | Básico |
| 2021 | 83,7% | 37 | 6 | 3 | 8 | 27 | Básico |
| 2022 | 89,1% | 40 | 4 | 2 | 8 | 27 | Básico |
| 2023 | 94,6% | 43 | 2 | 1 | 8 | 27 | Básico |
| 2024 | 96,7% | 44 | 1 | 1 | 8 | 26 | Básico |
| 2025 | 97,8% | 45 | 1 | 0 | 8 | 25 | Básico |
Acionistas
6 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
11 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaItem (i) - Conforme previsto na Cláusula 5 do Regimento Interno do Conselho de Administração, documento de acesso público, o órgão é responsável por "determinar os objetivos e os valores da Companhia, decidindo sobre os seus objetivos estratégicos de negócios". Seguindo essa premissa, a definição da estratégia tem como foco a criação de valor no longo prazo, incluindo, para tanto, a análise de aspectos e impactos relativos à sustentabilidade, nas esferas econômica, social e ambiental. Item (ii) - Aprovada pelo Conselho de Administração, a Política de Gestão de Riscos e Oportunidades da Companhia orienta a análise estratégica em relação a esses aspectos - uma prática que envolve empregados, gerentes, diretores, o Fórum de Gerenciamento de Riscos e o Comitê de Auditoria. A avaliação da exposição se dá por meio da Matriz de Riscos Empresariais, apreciada pelo Conselho anualmente, em uma análise que compreende a identificação e a classificação dos riscos quanto à probabilidade de ocorrência e à significância em termos de impacto financeiro, estratégico e operacional. Em complemento, a Companhia adota um programa rigoroso de controles internos - auditado por terceira parte independente - que contempla dezenas de processos, além de uma análise do ambiente geral de controle, baseada na metodologia do Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO). Essa análise, bem como os resultados obtidos pelo programa, é submetida ao Comitê de Auditoria e Conselho de Administração para avaliação de sua eficácia e alinhamento às políticas e diretrizes de gestão, especialmente o Código de Conduta Ética, a Política de Prevenção de Conflito de Interesses e a Política de Combate a Corrupção e ao Suborno. Item (iii) - É atribuição do Conselho estabelecer a missão, a visão e os valores corporativos da Companhia, bem como avaliar a eficácia dos mecanismos de gestão adotados para alinhar práticas a tais direcionadores - caso de políticas e diretrizes, como o Código de Conduta Ética e a Política de Gestão Sustentável, que preveem o relacionamento transparente com todas as partes interessadas. Item (iv) - A revisão se dá, formalmente, através da análise e aprovação deste Informe. Informalmente, o aprimoramento do sistema de governança está sob constante avaliação da Administração, conforme se mostra necessário para mitigar riscos e captar oportunidades de melhorias de gestão e atender a requisitos normativos. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaitem (i), em conformidade com o regulamento do Novo Mercado da B3, o Estatuto Social prevê que no mínimo 20% dos conselheiros sejam independentes, o que julgamos adequado, considerando a existência de um controlador majoritário. Atualmente, a Companhia possui mais de um terço de Conselheiros Independentes. Não há menção a membros externos e internos no Estatuto, muito embora atualmente apenas um membro (representante dos empregados) seja interno. item (ii), na avaliação da Administração, os critérios de independência analisados na eleição dos membros, em Assembleia de Acionistas, são adequados e válidos no exercício de seu mandato. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Política de Indicação, e outros documentos relacionados (notadamente Estatuto Social e Regimento do Conselho de Administração) determinam, de forma sintetizada, que o Conselho de Administração seja composto por no mínimo 5 e no máximo 9 membros efetivos e igual número de suplentes, com mandato de dois anos, sendo permitida a reeleição. Critérios como complementaridade de competências, disponibilidade de tempo para o exercício da função e diversidade também estão contemplados. https://www.engie.com.br/investidores/governanca-corporativa/estatuto-social-codigos-e-politicas/ |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia possui um processo de avaliação de Desempenho do Conselho de Administração, com periodicidade anual, pautado por uma Política de Avaliação de Desempenho da Alta Administração. Até 2019, as avaliações ocorriam apenas de forma colegiada. A partir de 2020, passaram a ocorrer também em nível individualizado. Em 2025, se deu na 267ª Reunião do Conselho de Administração (https://www.engie.com.br/investidores/assembleias-e-reunioes-do-conselho/). Os critérios são técnicos e comportamentais, e também consideram a qualidade e nível do exame das matérias em discussão. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO plano de sucessão do Diretor-Presidente da Companhia é elaborado e mantido atualizado pela controladora indireta, ENGIE S.A., com a participação do Presidente do Conselho de Administração da Companhia, e baseado no mapeamento de candidatos potenciais em nível global. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração estabelece que cabe ao Presidente do Conselho de Administração organizar, em conjunto com o diretor presidente, quando da eleição de um novo membro do Conselho, um programa de integração e treinamento do novo Conselheiro, que lhe permita tomar contato com as atividades e obter informações sobre a organização. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaSim, o Regimento Interno do Conselho prevê tais mecanismos. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA avaliação do Diretor Presidente, e de toda a alta administração, ocorre pautada na Política de Avaliação de Desempenho da Alta Administração, e atende aos critérios descritos no Código. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaEm 2024, os resultados da avaliação dos demais diretores foi apresentado ao Conselho na 254ª Reunião do Conselho de Administração (https://www.engie.com.br/investidores/assembleias-e-reunioes-do-conselho/). |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Política de Remuneração, criada em 2018, foi revisada e aprovada pela última vez em 2024, e atende aos requisitos do Código. https://www.engie.com.br/investidores/governanca-corporativa/estatuto-social-codigos-e-politicas/ |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração variável dos membros da Diretoria Executiva está vinculada a indicadores objetivos de desempenho que viabilizem a geração de valor para a Companhia. Os indicadores anuais estão relacionados a objetivos financeiros e não financeiros estabelecidos anualmente no planejamento estratégico da Companhia. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA definição dos objetivos está atrelada aos limites de risco definidos pelo Conselho de Administração e o processo decisório se dá no grupo controlador ENGIE. Não há, portanto, deliberação do tema pela própria Administração da Companhia. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Comitê de Auditoria, estabelecido em 2020 e composto por três membros, sendo dois deles também membros do Conselho de Administração, abrange integralmente os pontos destacados pelo Código. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Auditoria Interna é uma área dotada de autonomia e independência, e que passou, em 2021, a ter seu vínculo direto ao Conselho de Administração, com a supervisão do Comitê de Auditoria. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaAs questões relacionadas a gestão de riscos e controles internos estão sendo atendidas integralmente, conforme o Código. Há uma gestão centralizada, e reportes anuais ao Conselho de Administração. Há, também, uma Política de Gestão de Riscos formalizada, aprovada pelo Conselho. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaAs questões relacionadas a gestão de riscos e controles internos estão sendo atendidas integralmente, conforme o Código. Há uma gestão centralizada, e reportes anuais ao Conselho de Administração. Há, também, uma Política de Gestão de Riscos formalizada, aprovada pelo Conselho. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaAs questões relacionadas a gestão de riscos e controles internos estão sendo atendidas integralmente, conforme o Código. Há uma gestão centralizada, e reportes anuais ao Conselho de Administração. Há, também, uma Política de Gestão de Riscos formalizada, aprovada pelo Conselho. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
11 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui um Código de Conduta Ética aprovado pelo Conselho de Administração, e há um Comitê de Ética (Comitê de Conduta) formalmente instaurado, vinculado diretamente ao Conselho de Administração. O Comitê de Ética é o órgão responsável pela disseminação e treinamento de preceitos éticos, e pela condução das atividades relacionadas ao canal de denúncias - https://www.canalintegro.com.br/engiebrasil/. O canal é externo, aberto a qualquer pessoa, sendo garantida a confidencialidade das informações e o anonimato daqueles que não desejarem se identificar. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA estrutura do Comitê de Ética envolve gestores de diferentes áreas da Companhia, sob coordenação da Diretora Jurídica e de Ética. Cabe a esse grupo divulgar, aplicar e monitorar a adesão aos referenciais de ética estabelecidos pela Companhia, visando à prevenção do risco ético e à promoção de boas práticas. Conforme preveem o Código de Conduta Ética e a Política de Combate a Corrupção e Suborno, o Comitê de Ética é quem faz o tratamento das denúncias, que podem ser encaminhadas por e-mail (comitedeetica.brenergia@engie.com), por website dedicado (https://www.canalintegro.com.br/engiebrasil/) ou telefone 0800 580 2586, de forma anônima e com garantia de sigilo, se assim for desejado pelo denunciante. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Estatuto Social, o Regimento Interno do Conselho de Administração e o Código de Conduta Ética abordam o conflito de interesse e a segregação de função de forma bastante clara e abrangente. Em complemento, em fevereiro de 2017, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a Política de Prevenção de Conflito de Interesses, que estabelece diretrizes para identificar e evitar situações de risco relacionadas ao tema. A última revisão e aprovação da Política ocorreu em 2024. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Estatuto Social, o Regimento Interno do Conselho de Administração e o Código de Conduta Ética abordam o conflito de interesse e a segregação de função de forma bastante clara e abrangente. Em complemento, em fevereiro de 2017, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a Política de Prevenção de Conflito de Interesses, que estabelece diretrizes para identificar e evitar situações de risco relacionadas ao tema. A última revisão e aprovação da Política ocorreu em 2024. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia possui mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações em Assembleia, conceitualmente via Código de Conduta Ética, e de um ponto mais prático, por meio da Política de Transações com Partes Relacionadas, onde estão definidos os conflitos entre partes ou individuais e diretrizes para tratamento das situações. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Política de Transações com Partes relacionadas foi aprovada em 2021 pelo Conselho de Administração, e atende aos requisitos mencionados. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Política, disponível em https://www.engie.com.br/investidores/governanca-corporativa/estatuto-social-codigos-e-politicas/, é aprovada pelo Conselho de Administração, e atende aos requisitos solicitados na Resolução CVM 44, de 23 de agosto de 2021. O monitoramento se dá mensalmente pela área de Relações com Investidores, e é enviada à CVM e B3 por meio do sistema Empresas Net. Periodicamente os signatários são alertados do período em que está vedada a negociação de valores mobiliários de emissão da Companhia e suas subsidiárias. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia aprovou junto ao Conselho de Administração, em julho de 2022, a Norma de Doações e Patrocínios da Companhia, que estabelece procedimentos para contribuições voluntárias da Companhia. Anteriormente, tais procedimentos já existiam, mas não eram aprovados pelo Conselho de Administração. As doações relacionadas a atividades políticas são vedadas, conforme Código de Conduta Ética, documento também aprovado pelo Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 18 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANTONIO ALBERTO GOUVÊA VIEIRA IndependenteGin | Conselho de Administração | 28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| CARLOS ALBERTO VIEIRAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| EDUARDO ANTONIO GORI SATTAMINIGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| GIL DE METHODIO MARANHÃO NETOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| GUSTAVO HENRIQUE LABANCA NOVOGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| KARIN KOOGAN BREITMAN IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| MANOEL EDUARDO LIMA LOPES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| MARCOS ROBERTO CASTANHEIRAGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| MARIA CLÁUDIA GUIMARÃES IndependenteGin | Conselho de Administração | 28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| MAURÍCIO STOLLE BÄHRGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| MÁRCIO DAIAN NEVESGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| PAULO JORGE TAVARES ALMIRANTEGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| PAULO MAURÍCIO MANTUANO DE LIMA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| PIERRE AUGUSTE GRATIEN LEBLANCGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| PIERRE JEAN BERNARD GUIOLLOTGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| RAQUEL DA FONSECA CANTARINO IndependenteGin | Conselho de Administração | 28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| SOPHIE BRIGITTE SYLVIANE ANGRAND QUARRÉ DE VERNEUILGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
| SYLVIE MARIE VICENTE EP. CREDOTGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2026 | AGO 2028 |
Diretoria 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EDUARDO ANTONIO GORI SATTAMINIGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 07/05/2025 | 01/06/2028 |
| EDUARDO VETEREGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 13/11/2025 | 01/06/2028 |
| FELIPE DE QUEIROZ BATISTAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 26/06/2025 | 01/06/2028 |
| GABRIEL MANN DOS SANTOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/05/2025 | 01/06/2028 |
| GUILHERME SLOVINSKI FERRARIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/05/2025 | 01/06/2028 |
| GUSTAVO HENRIQUE LABANCA NOVOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 26/06/2025 | 01/06/2028 |
| MARCOS KELLER AMBONIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/05/2025 | 01/06/2028 |
| PIERRE AUGUSTE GRATIEN LEBLANCGin | Diretoria | 15 - Diretor Financeiro / Diretor de Relações com Investidores | 26/06/2025 | 01/06/2028 |
| THAIS FERRAZ SOARESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/08/2025 | 01/06/2028 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE HOLANDA BARBOSAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 24/04/2026 | AGO 2027 |
| ANDERSON PAIVA MARTINSGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 24/04/2026 | AGO 2027 |
| CARLA CARVALHO DE CARVALHOGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO 2027 |
| MANOEL EDUARDO BOUZAN DE ALMEIDAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO 2027 |
| MARCELO CARDOSO MALTAGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO 2027 |
| PAULO DE RESENDE SALGADOGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO 2027 |
Comitês 7 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANTÔNIO CARLOS CORRÊA BENAVIDESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MANOEL EDUARDO LIMA LOPESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO MAURÍCIO MANTUANO DE LIMAGin | Outros |
Coordenador do Comitê Estratégico
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDUARDO ANTONIO GORI SATTAMINIGin | Outros |
Comitê de Sustentabilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDUARDO VETEREGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GABRIEL MANN DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PIERRE AUGUSTE GRATIEN LEBLANCGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Ética
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDUARDO VETEREGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MIGUEL BEDUSCHI NAHASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TAÍSA MACHADO SENAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Coordenador do Comitê de Ética
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FELIPE DE QUEIROZ BATISTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Estratégico
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GUSTAVO HENRIQUE LABANCA NOVOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MAURÍCIO STOLLE BÄHRGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO JORGE TAVARES ALMIRANTEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PIERRE JEAN BERNARD GUIOLLOTGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SOPHIE BRIGITTE SYLVIANE ANGRAND QUARRÉ DE VERNEUILGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Coordenadora do Comitê de Sustentabilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| THAIS FERRAZ SOARESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 7 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Suplentes | 3 | 6 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 8 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 |
| Conselho de Administração - Suplentes | 2 | 7 | 0 |
| Diretoria | 1 | 8 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Suplentes | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 8 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2016
Prevista para 2016 (FRE 2016)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 18 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 17,7 | 7 |
| Salário ou pró-labore | 414.983 | 4.193.051 | 6.314.509 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 707.971 |
| Participação em comitês | 0 | 261.263 | 0 |
| Outros valores fixos | 82.997 | 1.247.208 | 1.768.062 |
| Bônus | 0 | 920.495 | 5.765.648 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 257.739 | 1.614.381 |
| Pós-emprego | 0 | 44.124 | 477.209 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 497.980 | 6.923.879 | 16.647.781 |
Realizada em 2016 (FRE 2017)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 18 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 18 | 6,5 |
| Salário ou pró-labore | 405.276 | 4.098.992 | 4.952.865 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 786 | 545.951 |
| Participação em comitês | 0 | 230.980 | 0 |
| Outros valores fixos | 81.055 | 987.507 | 1.472.003 |
| Bônus | 0 | 868.830 | 3.911.927 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 239.687 | 1.098.872 |
| Pós-emprego | 0 | 36.492 | 389.500 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 313.578 | 1.513.902 |
| Total do órgão | 486.331 | 6.776.852 | 13.885.021 |
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2016: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2016; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2017 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2016
Realizada em 2016 (FRE 2017)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 18 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 18 | 6,5 |
| Maior remuneração individual | 162.110 | 1.599.215 | 2.024.126 |
| Menor remuneração individual | 162.110 | 153.091 | 990.475 |
| Remuneração média individual | 162.110 | 376.492 | 2.136.157 |
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2016 vem do FRE de 2017.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 04/04/2022 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 14/04/2026 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 04/04/2022 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2026 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 04/04/2022 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 04/04/2022 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2022 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 10/05/2007 → 15/04/2012 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 10/05/2007 → 15/04/2012 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 10/05/2007 → 15/04/2012 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 10/05/2007 → 15/04/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002415 | Nacional | 16/04/2012 |
| 2011 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/12/2010 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 10/05/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 256.355 |
| Acionistas pessoa jurídica | 7.216 |
| Investidores institucionais | 993 |
| Ações ordinárias em circulação | 357.334.518 (31,28%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 357.334.518 (31,28%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (24/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 19/12/2025 | 18.136.293.205 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 05/11/2025 | 6.863.706.795 | 1.142.298.836 | 0 | 1.142.298.836 |
| Capital Integralizado | 05/11/2025 | 6.863.706.795 | 1.142.298.836 | 0 | 1.142.298.836 |
| Capital Subscrito | 05/11/2025 | 6.863.706.795 | 1.142.298.836 | 0 | 1.142.298.836 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 30 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| EDUARDO ANTONIO GORI SATTAMINI | Diretor Presidente | ITÁ ENERGÉTICA S.A. (ITASA) | Controlada Direta | Controle |
| EDUARDO ANTONIO GORI SATTAMINI | Diretor Presidente | ITÁ ENERGÉTICA S.A. (ITASA) | Controlada Direta | Controle |
| EDUARDO ANTONIO GORI SATTAMINI | Diretor Presidente | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| EDUARDO ANTONIO GORI SATTAMINI | Diretor Presidente | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| FELIPE DE QUEIROZ BATISTA | Diretor Jurídico e de Ética | ENGIE BRASIL PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlador Direto | Controle |
| FELIPE DE QUEIROZ BATISTA | Diretor Jurídico e de Ética | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| GUILHERME SLOVINSKI FERRARI | Diretor de Energias Renováveis e Armazenamento | ITÁ ENERGÉTICA S.A. (ITASA) | Controlada Direta | Controle |
| GUSTAVO HENRIQUE LABANCA NOVO | Membro Suplente do Conselho de Administração | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| GUSTAVO HENRIQUE LABANCA NOVO | Membro Suplente do Conselho de Administração | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| GUSTAVO HENRIQUE LABANCA NOVO | Diretor de Transmissão de Energia e Membro Suplente do Conselho de Administração | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| MAURÍCIO STOLLE BÄHR | Presidente do Conselho de Administração | ENGIE BRASIL PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO STOLLE BÄHR | Presidente do Conselho de Administração | ENGIE BRASIL PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO STOLLE BÄHR | Presidente do Conselho de Administração | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| MAURÍCIO STOLLE BÄHR | Presidente do Conselho de Administração | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| MAURÍCIO STOLLE BÄHR | Presidente do Conselho de Administração | TRANSPORTADORA ASSOCIADA DE GÁS S.A. (TAG) | Controlada Direta | Controle |
| MÁRCIO DAIAN NEVES | Membro Suplente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| MÁRCIO DAIAN NEVES | Membro Suplente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| PAULO JORGE TAVARES ALMIRANTE | Vice-Presidente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| PAULO JORGE TAVARES ALMIRANTE | Vice-Presidente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| PAULO JORGE TAVARES ALMIRANTE | Vice-Presidente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| PIERRE AUGUSTE GRATIEN LEBLANC | Membro Suplente do Conselho de Administração | ENGIE BRASIL PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlador Direto | Controle |
| PIERRE AUGUSTE GRATIEN LEBLANC | Membro Suplente do Conselho de Administração e Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | ENGIE BRASIL PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlador Direto | Controle |
| PIERRE JEAN BERNARD GUIOLLOT | Membro Titular do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| PIERRE JEAN BERNARD GUIOLLOT | Membro Titular do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| PIERRE JEAN BERNARD GUIOLLOT | Membro Titular do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| SOPHIE BRIGITTE SYLVIANE ANGRAND QUARRÉ DE VERNEUIL | Membro Titular do Conselho de Administração | ENGIE BRASIL PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlador Direto | Controle |
| SOPHIE BRIGITTE SYLVIANE ANGRAND QUARRÉ DE VERNEUIL | Membro Titular do Conselho de Administração e Diretora de Recursos Humanos | ENGIE BRASIL PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlador Direto | Controle |
| SYLVIE MARIE VICENTE EP. CREDOT | Membro Suplente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| SYLVIE MARIE VICENTE EP. CREDOT | Membro Suplente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| SYLVIE MARIE VICENTE EP. CREDOT | Membro Suplente do Conselho de Administração | ENGIE S.A. | Controlador Indireto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 14 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| ENGIE Brasil Energia S.A. e ENGIE Brasil Participações Ltda. | ENGIE Brasil Participações Ltda. é controladora direta da Companhia. | 01/01/2023 | 44.954.700 | — | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e ENGIE Renouvelables S.A.S. | ENGIE Renouvelables S.A.S. é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 01/01/2025 | 19.825.891 | — | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e Tractebel Engineering Ltda. | Tractebel Engineering Ltda. é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 01/08/2023 | 14.358.768 | 126 | — | N/A |
| ENGIE Trading e Geramamoré Participações e Comercializadora de Energia Ltda. | ENGIE Trading Comercializadora de Energia Ltda. é uma controlada direta da Companhia e a Geramamoré Participações e Comercializadora de Energia Ltda. é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 01/01/2025 | 6.750.929 | 0 | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia Comercializadora e Geramamoré Participações e Comercializadora de Energia Ltda. | ENGIE Brasil Energia Comercializadora Ltda. é uma controlada direta da Companhia e a Geramamoré Participações e Comercializadora de Energia Ltda. é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 01/01/2025 | 4.779.634 | — | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e Jirau Energia S.A. | Jirau Energia é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a ENGIE. | 01/10/2016 | 4.391.316 | — | — | N/A |
| Companhia Energética Miranda e Tractebel Engineering Ltda. | Companhia Energética Miranda é uma controlada direta da Companhia e a Tractebel Engineering Ltda. é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 01/08/2023 | 1.826.400 | 0 | — | N/A |
| Companhia Energética Jaguara e Tractebel Engineering Ltda. | Companhia Energética Jaguara é uma controlada direta da Companhia e a Tractebel Engineering Ltda. é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 01/08/2023 | 1.692.432 | 0 | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e ENGIE Brasil Soluções Participações Ltda. | ENGIE Brasil Soluções Participações Ltda. é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 22/08/2023 | 1.031.676 | — | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e ENGIE Soluções de Iluminação Pública | ENGIE Soluções de Iluminação Pública é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 01/01/2025 | 556.981 | 557 | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e ENGIE S.A. | ENGIE S.A é a holding do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 31/12/2024 | 128.229 | 24 | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e ENGIE Information Et Technologles | ENGIE Information Et Technologles é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 15/11/2019 | 103.189 | 0 | — | N/A |
| Companhia Energética Jaguara e ENGIE China | Companhia Energética Jaguara é uma controlada direta da Companhia e a ENGIE China é investida do Grupo ENGIE, porém não possui relação societária direta com a Companhia. | 13/12/2024 | 24.889 | 25 | — | N/A |
| ENGIE Brasil Energia S.A. e Transportadora Associada de Gás S.A. | TAG é investida do Grupo ENGIE e controlada em conjunto da Companhia, a qual detém 17,5% do seu capital social. | 30/09/2023 | 2.779 | — | — | N/A |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| American Depositary Receipts (ADR) Nível I | Estados Unidos | Mercado de balcão norte-americano de títulos - Over the Conter (OTC) | Pink OTC Markets | 01/06/1998 | 1,13% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 12.850 | 12.371 | 12.264 | 12.654 | 13.621 | 15.301 | 14.420 | 19.569 | 23.736 | 30.136 | 35.186 | 38.116 | 38.187 | 42.224 | 50.112 | 55.313 |
| Ativo circulante | 1.907 | 1.613 | 1.985 | 2.338 | 3.285 | 4.443 | 3.355 | 3.736 | 4.557 | 6.746 | 7.733 | 8.518 | 7.379 | 8.913 | 7.198 | 6.911 |
| Caixa e equivalentes | 1.083 | 782 | 1.180 | 1.224 | 1.605 | 2.397 | 1.815 | 1.930 | 2.416 | 3.870 | 4.539 | 5.156 | 2.236 | 5.256 | 3.959 | 3.359 |
| Aplicações financeiras | 82 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 531 | 542 | 623 | 880 | 1.273 | 925 | 874 | 1.058 | 1.181 | 1.451 | 1.756 | 1.114 | 1.143 | 1.458 | 1.174 | 1.323 |
| Estoques | 46 | 43 | 45 | 65 | 70 | 89 | 106 | 98 | 126 | 221 | 189 | 151 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Tributos a recuperar | 92 | 151 | 65 | 0 | 51 | 46 | 15 | 16 | 99 | 167 | 141 | 248 | 181 | 250 | 491 | 518 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 872 | 777 | 487 | 481 | 481 | 717 | 612 | 2.827 | 3.231 | 3.814 | 6.976 | 8.814 | 9.470 | 9.943 | 11.388 | 13.309 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 5 | 19 | 0 | 2.949 | 2.425 | 2.367 | 3.006 | 2.713 | 1.251 | 1.155 |
| Imobilizado | 9.976 | 9.885 | 9.683 | 9.708 | 9.658 | 9.898 | 10.195 | 11.678 | 14.635 | 15.330 | 15.538 | 14.379 | 14.197 | 16.563 | 25.187 | 28.568 |
| Intangível | 96 | 97 | 110 | 126 | 197 | 243 | 253 | 1.309 | 1.313 | 1.297 | 2.514 | 4.038 | 4.135 | 4.092 | 5.089 | 5.370 |
| Passivo circulante | 2.260 | 1.559 | 1.691 | 2.184 | 1.954 | 2.989 | 1.801 | 5.676 | 4.170 | 5.980 | 5.381 | 5.775 | 5.890 | 6.114 | 7.273 | 6.158 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 55 | 54 | 62 | 64 | 72 | 103 | 95 | 95 | 100 | 106 | 130 | 171 | 154 | 136 | 131 | 161 |
| Fornecedores | 269 | 234 | 219 | 510 | 642 | 574 | 371 | 617 | 588 | 765 | 862 | 650 | 535 | 829 | 1.100 | 966 |
| Dívida de curto prazo | 1.094 | 417 | 527 | 667 | 455 | 1.712 | 300 | 3.076 | 665 | 2.842 | 1.825 | 3.391 | 1.546 | 2.455 | 2.611 | 2.942 |
| Passivo não circulante | 5.518 | 5.362 | 5.111 | 5.106 | 6.012 | 5.670 | 6.005 | 7.057 | 13.245 | 17.157 | 22.063 | 24.408 | 23.856 | 26.295 | 30.559 | 35.240 |
| Dívida de longo prazo | 3.349 | 3.232 | 3.007 | 2.830 | 3.598 | 2.534 | 2.789 | 3.680 | 9.055 | 11.921 | 14.939 | 16.744 | 15.811 | 17.651 | 21.037 | 25.717 |
| Patrimônio líquido | 5.073 | 5.450 | 5.463 | 5.365 | 5.655 | 6.642 | 6.614 | 6.835 | 6.321 | 6.999 | 7.742 | 7.933 | 8.440 | 9.816 | 12.280 | 13.914 |
| Receita líquida | 4.100 | 4.327 | 4.912 | 5.569 | 6.472 | 6.512 | 6.442 | 7.010 | 8.795 | 9.804 | 12.259 | 12.541 | 11.907 | 10.748 | 11.219 | 12.860 |
| EBIT | 2.150 | 2.409 | 2.547 | 2.387 | 2.303 | 2.504 | 2.422 | 2.850 | 3.667 | 4.295 | 5.570 | 4.898 | 5.801 | 6.360 | 7.682 | 6.268 |
| Lucro líquido | 1.212 | 1.448 | 1.500 | 1.437 | 1.383 | 1.501 | 1.548 | 2.005 | 2.315 | 2.311 | 2.797 | 1.565 | 2.665 | 3.429 | 4.303 | 2.858 |
| Fluxo de caixa operacional | 1.680 | 2.054 | 2.359 | 2.316 | 1.677 | 2.579 | 2.525 | 332 | 3.147 | 3.621 | 1.342 | 1.989 | 3.337 | 4.586 | 4.154 | 3.346 |
| Fluxo de caixa de investimento | -1.095 | -361 | -335 | -559 | -588 | -779 | -1.272 | -2.809 | -3.213 | -4.230 | -997 | -339 | -1.784 | -2.042 | -5.911 | -3.680 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -758 | -1.993 | -1.626 | -1.713 | -708 | -1.008 | -1.834 | 2.592 | 552 | 2.063 | 323 | -1.033 | -4.474 | 476 | 459 | -266 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,28 | 23,24 | 23,23 | 23,26 | 23,33 | 23,45 | 23,39 | 23,70 | 23,89 | 24,13 | 24,28 | 24,36 | 24,37 | 24,47 | 24,64 | 24,74 |
| Tamanho (receita) | 22,13 | 22,19 | 22,32 | 22,44 | 22,59 | 22,60 | 22,59 | 22,67 | 22,90 | 23,01 | 23,23 | 23,25 | 23,20 | 23,10 | 23,14 | 23,28 |
| Alavancagem | 0,35 | 0,30 | 0,29 | 0,28 | 0,30 | 0,28 | 0,21 | 0,35 | 0,41 | 0,49 | 0,48 | 0,53 | 0,45 | 0,48 | 0,47 | 0,52 |
| Liquidez corrente | 0,84 | 1,03 | 1,17 | 1,07 | 1,68 | 1,49 | 1,86 | 0,66 | 1,09 | 1,13 | 1,44 | 1,47 | 1,25 | 1,46 | 0,99 | 1,12 |
| ROA | 0,09 | 0,12 | 0,12 | 0,11 | 0,10 | 0,10 | 0,11 | 0,10 | 0,10 | 0,08 | 0,08 | 0,04 | 0,07 | 0,08 | 0,09 | 0,05 |
| ROE | 0,24 | 0,27 | 0,27 | 0,27 | 0,24 | 0,23 | 0,23 | 0,29 | 0,37 | 0,33 | 0,36 | 0,20 | 0,32 | 0,35 | 0,35 | 0,21 |
| Margem líquida | 0,30 | 0,33 | 0,31 | 0,26 | 0,21 | 0,23 | 0,24 | 0,29 | 0,26 | 0,24 | 0,23 | 0,12 | 0,22 | 0,32 | 0,38 | 0,22 |
| Caixa / ativos | 0,08 | 0,06 | 0,10 | 0,10 | 0,12 | 0,16 | 0,13 | 0,10 | 0,10 | 0,13 | 0,13 | 0,14 | 0,06 | 0,12 | 0,08 | 0,06 |
| Tangibilidade | 0,78 | 0,80 | 0,79 | 0,77 | 0,71 | 0,65 | 0,71 | 0,60 | 0,62 | 0,51 | 0,44 | 0,38 | 0,37 | 0,39 | 0,50 | 0,52 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 13/08/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 07/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Básico | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |