COGNA EDUCAÇÃO S.A.
CNPJ 02800026000140 · código CVM 17973Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 01/12/1998 |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Educação |
| Listagem na B3 (início) | 23/07/2007 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 97,0% |
| Auditor independente (2026) | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | http://ri.cogna.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 73,9% | 27 | 5 | 14 | 8 | 31 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2019 | 80,2% | 33 | 4 | 11 | 6 | 32 | Novo Mercado |
| 2020 | 84,4% | 35 | 2 | 11 | 6 | 30 | Novo Mercado |
| 2021 | 82,3% | 34 | 3 | 11 | 6 | 31 | Novo Mercado |
| 2022 | 85,4% | 37 | 3 | 8 | 6 | 29 | Novo Mercado |
| 2023 | 94,9% | 44 | 0 | 5 | 5 | 28 | Novo Mercado |
| 2024 | 95,0% | 45 | 0 | 5 | 4 | 28 | Novo Mercado |
| 2025 | 97,0% | 47 | 0 | 3 | 4 | 28 | Novo Mercado |
Acionistas
9 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaA Companhia estabelece, no Capítulo VI de seu Estatuto Social, que a alienação de controle da Companhia, seja por meio de uma única operação ou por operações sucessivas, deve ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o Adquirente se comprometa a realizar uma oferta pública de aquisição das ações dos demais acionistas da Companhia. Essa oferta deve observar as condições e os prazos previstos na legislação vigente e no Regulamento do Novo Mercado, garantindo tratamento igualitário aos acionistas, comparável ao dado ao Acionista Controlador Alienante. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaA alienação direta ou indireta de controle da Companhia, seja por meio de uma única operação ou por operações sucessivas, deve ser contratada sob a condição de que o Adquirente se comprometa a realizar uma oferta pública de aquisição das ações emitidas pela Companhia, pertencentes aos demais acionistas. Essa oferta deve observar as condições e os prazos previstos na legislação e regulamentação vigentes, bem como no Regulamento do Novo Mercado, garantindo tratamento igualitário aos acionistas, comparável ao dado ao alienante. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia define as atribuições do Conselho de Administração. Além disso, a Companhia possui quatro Comitês Consultivos da Administração, sendo eles: (i) Comitê Financeiro e de M&A (ii) Comitê de Estratégia e Inovação (iii) Comitê de Auditoria e Risco (iv) Comitê de Pessoas e ESG, além da Diretoria de Compliance. O Conselho de Administração adotou um Regimento Interno, aprovado em reunião realizada em 10 de dezembro de 2019 e revisado em 10 de março de 2023, que fica arquivado na sede da Companhia e está disponível no site da CVM (Sistema IPE) e no site de relações com investidores da Companhia (ri.cogna.com.br/). Adicionalmente, o Código de Conduta e o Manual Anticorrupção também auxiliam os membros do Conselho de Administração a tomar decisões de maneira fundamentada. Em 29 de outubro de 2018, o Conselho aprovou a Política de Gerenciamento de Riscos, disponível em nosso site de Relações com Investidores (www.cogna.com.br/ri), bem como nos sites da CVM (www.cvm.gov.br) e da B3 (www.b3.com.br). |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaPolítica vigente e disponível no website da Companhia e no Sistema IPE da CVM. O Conselho de Administração da Cogna possui um calendário anual, com reuniões previamente marcadas para que todos os Conselheiros possam se organizar em relação à sua disponibilidade de tempo. Adicionalmente, o Conselho de Administração é representado por integrantes de faixas etárias distintas, ambos gêneros e conhecimentos diversificados de mercado. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO fluxo de avaliação de desempenho da Companhia tanto para membros do Conselho de Administração quanto para todos demais colaboradores acontece semestralmente no que titulamos de Liga de Gente. Conselho de Administração: ocorre 1 vez ao ano, feita por uma consultoria externa especializada no tema, coordenada pelo comitê de pessoas e ESG. A avaliação acontece com o objetivo confirmar a efetividade do conselho, e/ou identificar competências necessários no grupo. Público-alvo: 6 conselheiros, participantes de 4 comitês. Estatutários: ocorre 1 vez ao ano, com uma verificação semestral sobre a evolução do desenvolvimento individual, pautado em valores e entregas de resultados pré- acordados. Realizado em plataforma parceira, implementada na empresa. Público-alvo 4 estatutários. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaEm todo o ciclo de avaliação de desempenho da Companhia, é realizada uma reunião entre o Comitê de Pessoas e ESG, Diretor-Presidente e Vice-Presidente de Gente Cultura e Comuicação, para atualizar o plano de sucessão do Diretor-Presidente. Adicionalmente, nossa política de avaliação de competências e sucessão foi aprovada em 29 de outubro de 2018, e encontra-se em nosso site de Relações com Investidores (http://ri.cogna.com.br/), bem como nos sites da CVM (www.cvm.gov.br) e da B3 (www.b3.com.br) |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaTemos um programa de onboarding para novos membros do Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Comitês de Assessoramento. O onboarding é estruturado pelos seguintes tópicos: 1) Overview da Cogna 2) Estrutura Organizacional e quem é quem no N1 da companhia 3) Estrutura da Governança Corporativa: quem é quem, papéis e responsabilidades para os conselhos da Cogna, Vasta e os comitês de assessoramento 4) Agendamento com executivos da diretoria conforme necessidade, assim como temas de interesse do conselheiro (por exemplo, onboarding em cybersecurity) e 5) Visitas a Polos e Campi foram congeladas durante o período de pandemia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaNão há previsão no Estatuto da Companhia ou no Regimento do Conselho de Administração para a realização de reuniões destinadas exclusivamente aos Conselheiros externos. No entanto, quando se trata de assuntos relativos a operações com partes relacionadas ou quando os Conselheiros independentes desejam discutir um assunto entre eles, é disponibilizado um período na reunião do Conselho de Administração para que isso seja realizado. |
Parcialmente |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas são elaboradas conforme as condições exigidas pela legislação vigente, registrando o resultado da votação e identificando eventuais votos divergentes e/ou votos convergentes com ressalvas. Essas atas são arquivadas em livro próprio na sede da Companhia e devidamente publicadas na CVM. |
Sim |
Diretoria
6 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaNão há regimento interno da Diretoria, porém as atribuições da Diretoria estão prevista no item IV do Estatuto Social. |
Parcialmente |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO ciclo de avaliação de desempenho da Companhia acontece anualmente. O Diretor-Presidente é avaliado pelos membros do Conselho de Administração na mesma ferramenta que os demais gestores. A avaliação da Companhia é feita com base nas entregas, competências organizacionais, além de um conjunto de KPIs (financeiros e não financeiros). |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaTodas as movimentações que envolvem o Diretor-Presidente e seus reportes (Vice Presidentes e Diretores) são discutidas e deliberadas no Comitê de Pessoas e Governança e, se aprovadas, posteriormente são aprovadas em reunião do Conselho de Administração. Demais proposições referentes aos níveis abaixo não são discutidas junto ao Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaNossa política de remuneração foi aprovada em 29 de outubro de 2018, e encontra-se em nosso site de Relações com Investidores (http://ri.cogna.com.br/), bem como nos sites da CVM (www.cvm.gov.br) e da B3 (www.b3.com.br) |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaAlém do salário fixo mensal, a Diretoria é elegível ao programa de Incentivo de curto prazo, com metas fixadas de forma clara e objetiva, além de um programa de incentivo de longo prazo baseado no preço da ação da Companhia. Nossa política de remuneração foi aprovada em 29 de outubro de 2018, e encontra-se em nosso site de Relações com Investidores (http://ri.cogna.com.br/), bem como nos sites da CVM (www.cvm.gov.br) e da B3 (www.b3.com.br) |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaNão há nenhuma pessoa na Companhia que controle o processo decisório sobre sua própria remuneração e a respectiva fiscalização. Para o nível de Diretor-Presidente e seus reportes diretos, todas as mudanças propostas são acordadas e validadas junto ao Comitê de Pessoas e Governança. Para os demais níveis, as aprovações estão vinculadas ao superior imediato. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Comitê não é estatutário, é consultivo, porém cumpre todas as exigências de assessorar o Conselho de Administração. O Comitê possui 3 (três) membros, dos quais 2 (dois) são independentes e 1 (um) é membro externo sem vínculo com a Companhia que não seja o de membro do Comitê. A Coordenação é feita por conselheiro independente. O Comitê possui orçamento próprio para a contratação de consultores e demais contratações necessárias aprovada em ata. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui uma área de Auditoria Interna com reporte ao Comitê de Auditoria, sendo este composto por membros independentes que também fazem parte do Conselho de Administração. A área de auditoria interna tem autonomia e independência para o cumprimento de suas atividades. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Política de Gerenciamento de Riscos da Companhia estabelece conceitos, abordagens, princípios, diretrizes e responsabilidades no processo de gestão de riscos da Cogna e suas subsidiárias, de forma a implantar na Companhia o processo adequado de identificação, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos principais riscos capazes de impedir o atingimento de seus objetivos de curto, médio e longo prazo. A metodologia estabelecida pela Política de Gestão de Riscos é orientada pelas melhores práticas do COSO-ERM (Committee of Sponsoring Organization of the Treadway Commission - Enterprise Risk Management Framework) e ISO31000/2018. Tal política tem previsão de revisão periódica (bianual). Ressaltamos que esta revisão não impede que melhorias contínuas sejam implantadas no processo no processo de gestão de riscos, respeitando sempre a governança estabelecida na própria política. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Política de Gerenciamento de Riscos da Companhia atribui ao Conselho de Administração, dentre outras, as seguintes responsabilidades: (i) Aprovação do nível de apetite aos riscos: (ii) Responsabilidade de avaliar no mínimo anualmente a adequação de estrutura de governança, metodologia e outros aspectos relacionados à gestão de riscos da Companhia: e (iii) Aprovação de eventuais exceções relacionadas à Política de Gerenciamento de Riscos, mediante recomendações realizadas pelo Comitê de Auditoria. Adicionalmente, a Companhia possui uma Área de Controles Internos e Gestão de Riscos responsável por dar suporte a Administração Executiva e ao Conselho de Administração nesse monitoramento. Cabe mencionar que ambas as áreas fazem parte do Programa de Compliance da companhia. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria de Compliance reporta os resultados dos trabalhos, em consonância com o planejamento definido e aprovado, para o Comitê de Auditoria trimestralmente em Cogna e em Vasta que posteriormente são reportados ao Conselho de Administração. A Companhia possui um programa de Compliance (Integridade) que atua em, mas não se limitando a, revisão de políticas e procedimentos, gestão do Canal Confidencial incluindo as apurações das denúncias, treinamentos e comunicações sobre ética e governança, que são reportadas na mesma periodicidade e em conjunto dos demais trabalhos. Além disso, também contamos com uma área de riscos, também pertencente ao programa de compliance, que avalia anualmente a adequação da estrutura de governança à gestão de riscos da Companhia e uma área de controles internos, que auxiliar as áreas a implementarem e realizaram os devidos controle |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Cogna possui dois Comitês estabelecidos vinculados ao Programa de Compliance (Integridade). O principal é o Comitê de Auditoria, que é um comitê consultivo do Conselho de Administração, onde são reportadas trimestralmente todas as apurações de denúncias recebidas via Canal Confidencial Cogna (CCC) e outros assuntos relevantes. Adicionalmente, temos o Comitê de Conduta que é responsável por deliberar as medidas corretivas relativas às infrações ao Código de Conduta e demais políticas da companhia. Este Comitê é constituído pelas áreas de Compliance, Recursos Humanos e Jurídico, conforme previsto na Política de Apuração de Denúncias. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Cogna possui o Canal Confidencial Cogna (CCC) que está sob gestão da Diretoria de Compliance e utiliza uma plataforma de uma empresa terceira (Alliant) de grande reconhecimento no mercado, onde as denúncias são organizadas e repassadas à Diretoria de Compliance para as devidas apurações. Este deve ser o canal utilizado para reportar as situações nas quais os valores e princípios éticos da Companhia estejam sendo violados ou colocados em risco. As diretrizes de funcionamento do CCC estão definidas no Código de Conduta e na política de apuração de denúncias. O Canal Confidencial Cogna (CCC) é aberto para o recebimento de denúncias internas (colaboradores) e externas (terceiros/clientes). O Canal está disponível em todos os sites institucionais da Cogna e suas subsidiárias, nas plataformas internas e em por meio de telefone 0800. Este canal tem como princípio a confidencialidade de informações. Todas as situações reportadas ao Canal Confidencial são tratadas com total seriedade, sigilo, imparcialidade e independência. Ao inserir um novo relato no Canal Confidencial Cogna (CCC), o denunciante tem a opção de se identificar ou manter o anonimato. O CCC, por permitir o anonimato do relator, não viabiliza a identificação de quais denúncias tiveram sua origem interna e/ou externamente. Caso o denunciante se identifique, ele terá a sua identidade preservada durante todo o processo de investigação. A apuração das denúncias recebidas via Canal Confidencial Cogna (CCC) é realizado pela área de Compliance e as medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta/políticas são deliberadas pelo Comitê de Conduta, conforme previsto na Política de Apuração de Denúncias. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA Companhia tem uma estrutura de governança corporativa que se baseia em Comitês consultivos com atribuições específicas que fornecem subsídios para as deliberações do Conselho de Administração. Além disso, a Cogna estabelece as atribuições do Conselho de Administração e da Diretoria em seu Estatuto Social. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Conselho de Administração deverá observar a legislação aplicável, conforme estabelece o artigo 156 da lei 6404/76, além disso, o item 6.4 do Regimento Interno do Conselho de Administração prevê que o membro do conselho deverá declarar quando estiver em situação de conflito de interesse ou impedimento. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaEmbora o Estatuto Social da Companhia não preveja mecanismo para conflito de interesse e anulação de votos, a Companhia observa a legislação aplicável, em especial o artigo 115 da Lei 6404/76, que trata de abuso de voto e conflito de interesse. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Política de Transações com Partes Relacionadas da Companhia foi aprovada em 29 de julho 2022 e se encontra a disposição no site da Companhia. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaNossa Política de Negociação de Valores Mobiliários está disponivel em nosso site de RI: ri.cogna.com.br/governaca/politicas-corporativas-e-estatuto-social/ e no site da CVM: www.cvm.gov.br |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui a Política de Doações e Investimento Social Privado (Leis de Incentivo) revisada em 2021, a qual foi aprovada pelas seguintes diretorias: Diretoria de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Diretoria de Controladoria, Diretoria de Compliance e Unidades de Negócio (VP de Marketing) e está disponível em nosso site de Relações com Investidores (www.cogna.com.br/ri). |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANGELA RODRIGUES DE PAULA FREITASGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/04/2026 | Até a AGO de 2028 |
| EDUARDO CHRISTOVAM GALDI MESTIERIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/04/2026 | Até AGO de 2028 |
| JULIANA ROZENBAUM MUNEMORI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/04/2026 | Até a AGO de 2028 |
| NICOLAU FERREIRA CHACUR IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/04/2026 | Até a AGO de 2028 |
| NICOLAU FERREIRA CHACURGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 27/04/2026 | Até AGO de 2028 |
| RODRIGO CALVO GALINDOGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 27/04/2026 | Até a AGO de 2028 |
| WALFRIDO SILVINO DOS MARES GUIA NETOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/04/2026 | Até a AGO de 2028 |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| FREDERICO DA CUNHA VILLAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 01/01/2025 | 01/01/2027 |
| JEFERSON ALTENHOFEN ORTIZGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 02/07/2025 | 2 anos |
| ROBERTO AFONSO VALÉRIO NETOGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 01/01/2025 | 01/01/2027 |
| RODRIGO MENEZES CAVALCANTIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 01/01/2025 | 01/01/2027 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDERSON DE SOUZA MARQUESGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| MARCELO CURTIGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/04/2026 | Até AGO de 2027 |
| RICARDO SCALZOGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/04/2026 | Até AGO de 2027 |
| RODRIGO ABUDGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| WAGNER BRILHANTE DE ALBUQUERQUEGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| WILLIAM CORDEIROGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
Comitês 7 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MARCELO EDUARDO MARTINSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| NICOLAU FERREIRA CHACURGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RODRIGO CALVO GALINDOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JULIANA ROZENBAUM MUNEMORIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZ CARLOS NANNINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| NICOLAU FERREIRA CHACURGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Inovação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANGELA RODRIGUES DE PAULA FREITASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JULIANA ROZENBAUM MUNEMORIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JÚLIO FERNANDO CABIZUCAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| WALFRIDO SILVINO DOS MARES GUIA NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas e ESG - Coordenador
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JULIANA ROZENBAUM MUNEMORIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas e ESG
| Nome | Cargo |
|---|---|
| RODRIGO CALVO GALINDOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Inovação - Coordenador
| Nome | Cargo |
|---|---|
| RODRIGO CALVO GALINDOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Financeiro e M&A - Coordenador
| Nome | Cargo |
|---|---|
| WALFRIDO SILVINO DOS MARES GUIA NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 2 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 2 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 6 | 0 |
| Diretoria | 0 | 7 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 6 | 4,67 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 6 | 4,67 |
| Salário ou pró-labore | 574.733 | 6.100.404 | 9.146.047 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 183.376 | 671.844 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 20.797.183 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 3.686.758 | 20.377.691 |
| Total do órgão | 574.733 | 9.970.539 | 50.992.766 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 6 | 4,67 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 4,67 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 5.199.296 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 20.797.183 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 10.398.592 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 07/05/2024 |
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 27/03/2026 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 07/05/2024 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 27/03/2026 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 27/04/2019 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000390 | Nacional | 07/05/2021 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 27/04/2019 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000390 | Nacional | 20/04/2021 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 27/04/2019 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000390 | Nacional | 20/04/2021 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 14/01/2015 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 27/04/2019 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000390 | Nacional | 20/04/2021 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 14/01/2015 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 27/04/2019 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000390 | Nacional | 20/04/2021 |
| 2020 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 14/01/2015 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 27/04/2019 |
| 2019 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 14/01/2015 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 27/04/2019 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 14/01/2015 → 26/04/2019 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2014 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 14/01/2015 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2014 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 14/01/2015 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2014 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 14/01/2015 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2011 |
| 2011 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2011 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 12/04/2010 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 2 | 1 |
| 2022 | 3 | 1 |
| 2021 | 3 | 1 |
| 2020 | 3 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 137.285 |
| Acionistas pessoa jurídica | 387 |
| Investidores institucionais | 846 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.916.572.404 (92,85%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 1.916.572.404 (92,85%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (08/05/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 17/08/2020 | 0 | 3.000.000.000 | 0 | 3.000.000.000 |
| Capital Integralizado | 18/12/2025 | 8.294.523.743 | 2.064.266.831 | 0 | 2.064.266.831 |
| Capital Subscrito | 18/12/2025 | 8.294.523.743 | 2.064.266.831 | 0 | 2.064.266.831 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Transações com partes relacionadas 4 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Rodrigo Calvo Galindo e Altamiro Belo Galindo | O Sr. Altamiro Belo Galindo, ex-membro do Conselho de Administração da Companhia e o Sr. Rodrigo Calvo Galindo, nosso Presidente do Conselho de Administração, são sócios da locadora Vertia Empreendimentos Imobiliário Ltda. | 10/07/2019 | 2.636.000 | — | — | 0,000000 |
| Elizabeth Bueno Laffranchi e Barbara Elizabeth Laffranchi | Elizabeth Bueno Laffranchi e Barbara Elizabeth Laffranchi, acionistas e ex-integrantes do Conselho de Administração, são sócias da Locadora Creare Administração de Bens Móveis e Imóveis Ltda. | 01/01/2012 | 1.480.000 | — | — | 0,000000 |
| Fundação Manoel de Barros | Membros do Conselho Curador, Conselho Diretor e Conselho Fiscal da Fundação Manoel de Barros são Executivos da Companhia. | 04/01/2020 | 150.000 | — | — | 0,000000 |
| Instituto Educa Mais Brasil Programas Educacionais ltda | O controlador do Instituto Educar tem parentesco de segundo grau com membro da administração | 12/11/2021 | 0 | 0 | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| Ações Ordinárias | Estados Unidos | Mercado de Balcão Americano | SEC (Securities and Exchange Commission) | 24/10/2013 | 0,33% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.095 | 2.966 | 3.784 | 4.079 | 15.486 | 16.639 | 17.601 | 18.668 | 30.645 | 34.118 | 30.784 | 28.513 | 26.397 | 25.136 | 24.200 | 24.123 |
| Ativo circulante | 201 | 457 | 541 | 835 | 1.451 | 1.642 | 2.645 | 3.536 | 5.563 | 4.478 | 9.272 | 6.968 | 5.060 | 4.984 | 4.627 | 4.702 |
| Caixa e equivalentes | 26 | 45 | 132 | 24 | 451 | 398 | 1.344 | 921 | 1.486 | 372 | 2.205 | 1.601 | 122 | 624 | 95 | 78 |
| Aplicações financeiras | 0 | 107 | 83 | 395 | 0 | 0 | 0 | 805 | 1.098 | 454 | 1.976 | 2.425 | 2.007 | 1.167 | 1.237 | 1.204 |
| Contas a receber | 124 | 241 | 245 | 328 | 732 | 1.010 | 1.044 | 1.449 | 1.940 | 2.587 | 1.877 | 2.026 | 2.011 | 2.266 | 2.421 | 2.462 |
| Estoques | 19 | 22 | 16 | 17 | 36 | 32 | 32 | 12 | 371 | 407 | 366 | 366 | 426 | 477 | 429 | 575 |
| Tributos a recuperar | 15 | 20 | 26 | 23 | 55 | 43 | 81 | 103 | 315 | 346 | 275 | 214 | 259 | 179 | 218 | 160 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 72 | 165 | 209 | 166 | 678 | 1.407 | 1.921 | 1.901 | 2.685 | 3.254 | 2.148 | 1.766 | 2.034 | 1.338 | 1.096 | 1.166 |
| Investimentos | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 0 | 0 | 0 | 8 | 1 | 1 | 92 | 74 | 54 | 40 |
| Imobilizado | 223 | 246 | 372 | 470 | 1.422 | 1.622 | 1.705 | 1.931 | 2.486 | 5.855 | 4.344 | 4.201 | 4.059 | 3.771 | 3.676 | 3.531 |
| Intangível | 597 | 2.097 | 2.661 | 2.606 | 11.934 | 11.966 | 11.331 | 11.299 | 19.911 | 20.522 | 15.018 | 15.576 | 15.152 | 14.968 | 14.747 | 14.685 |
| Passivo circulante | 134 | 584 | 369 | 479 | 946 | 1.174 | 1.245 | 1.346 | 2.565 | 2.751 | 5.262 | 4.088 | 4.069 | 3.670 | 2.881 | 2.830 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 40 | 60 | 101 | 122 | 304 | 346 | 351 | 328 | 508 | 464 | 314 | 387 | 387 | 403 | 391 | 404 |
| Fornecedores | 25 | 63 | 73 | 80 | 184 | 223 | 225 | 314 | 867 | 879 | 818 | 964 | 978 | 1.268 | 1.082 | 1.288 |
| Dívida de curto prazo | 34 | 10 | 6 | 113 | 201 | 196 | 219 | 228 | 528 | 727 | 2.169 | 2.258 | 2.185 | 1.611 | 844 | 595 |
| Passivo não circulante | 145 | 907 | 1.169 | 981 | 3.094 | 3.006 | 2.506 | 2.115 | 12.073 | 15.533 | 11.237 | 10.654 | 9.086 | 8.760 | 7.774 | 7.838 |
| Dívida de longo prazo | 57 | 555 | 549 | 436 | 741 | 562 | 325 | 76 | 7.156 | 11.379 | 8.085 | 7.635 | 6.020 | 6.165 | 6.029 | 6.055 |
| Patrimônio líquido | 816 | 1.475 | 2.246 | 2.619 | 11.446 | 12.460 | 13.849 | 15.208 | 16.007 | 15.835 | 14.285 | 13.771 | 13.241 | 12.706 | 13.545 | 13.455 |
| Receita líquida | 600 | 735 | 1.406 | 2.016 | 3.774 | 5.265 | 5.245 | 5.558 | 6.061 | 7.027 | 5.269 | 4.778 | 5.092 | 5.815 | 6.391 | 7.017 |
| EBIT | -31 | 38 | 243 | 559 | 1.041 | 1.495 | 1.806 | 1.695 | 1.245 | 1.017 | -3.237 | 78 | 303 | 732 | 1.352 | 1.307 |
| Lucro líquido | -30 | 37 | 202 | 517 | 1.001 | 1.396 | 1.865 | 1.882 | 1.393 | 243 | -5.806 | -513 | -541 | -511 | 992 | 586 |
| Fluxo de caixa operacional | -68 | -3 | 314 | 560 | 1.205 | 911 | 1.820 | 1.826 | 1.129 | 419 | 256 | 504 | 117 | 680 | 867 | 1.286 |
| Fluxo de caixa de investimento | 155 | -692 | -831 | -175 | -220 | -420 | -149 | -1.068 | -4.790 | 21 | -1.534 | -394 | 440 | 506 | -239 | -753 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -78 | 820 | 581 | -181 | -953 | -544 | -725 | -778 | 4.225 | -1.555 | 3.269 | -714 | -2.037 | -683 | -1.158 | -549 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,81 | 21,81 | 22,05 | 22,13 | 23,46 | 23,54 | 23,59 | 23,65 | 24,15 | 24,25 | 24,15 | 24,07 | 24,00 | 23,95 | 23,91 | 23,91 |
| Tamanho (receita) | 20,21 | 20,41 | 21,06 | 21,42 | 22,05 | 22,38 | 22,38 | 22,44 | 22,53 | 22,67 | 22,39 | 22,29 | 22,35 | 22,48 | 22,58 | 22,67 |
| Alavancagem | 0,08 | 0,19 | 0,15 | 0,13 | 0,06 | 0,05 | 0,03 | 0,02 | 0,25 | 0,35 | 0,33 | 0,35 | 0,31 | 0,31 | 0,28 | 0,28 |
| Liquidez corrente | 1,50 | 0,78 | 1,47 | 1,74 | 1,53 | 1,40 | 2,12 | 2,63 | 2,17 | 1,63 | 1,76 | 1,70 | 1,24 | 1,36 | 1,61 | 1,66 |
| ROA | -0,03 | 0,01 | 0,05 | 0,13 | 0,06 | 0,08 | 0,11 | 0,10 | 0,05 | 0,01 | -0,19 | -0,02 | -0,02 | -0,02 | 0,04 | 0,02 |
| ROE | -0,04 | 0,03 | 0,09 | 0,20 | 0,09 | 0,11 | 0,13 | 0,12 | 0,09 | 0,02 | -0,41 | -0,04 | -0,04 | -0,04 | 0,07 | 0,04 |
| Margem líquida | -0,05 | 0,05 | 0,14 | 0,26 | 0,27 | 0,27 | 0,36 | 0,34 | 0,23 | 0,03 | -1,10 | -0,11 | -0,11 | -0,09 | 0,16 | 0,08 |
| Caixa / ativos | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,01 | 0,03 | 0,02 | 0,08 | 0,05 | 0,05 | 0,01 | 0,07 | 0,06 | 0,00 | 0,02 | 0,00 | 0,00 |
| Tangibilidade | 0,20 | 0,08 | 0,10 | 0,12 | 0,09 | 0,10 | 0,10 | 0,10 | 0,08 | 0,17 | 0,14 | 0,15 | 0,15 | 0,15 | 0,15 | 0,15 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 30/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 29/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 29/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |