EQUATORIAL S.A.
CNPJ 03220438000173 · código CVM 20010Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 30/03/2006 |
| Setor de atividade | Energia Elétrica |
| Listagem na B3 (início) | 30/03/2006 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 91,0% |
| Auditor independente (2026) | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.equatorialenergia.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 62,0% | 29 | 17 | 4 | 4 | 38 | Novo Mercado |
| 2019 | 68,4% | 30 | 12 | 7 | 5 | 37 | Novo Mercado |
| 2020 | 68,4% | 30 | 12 | 7 | 5 | 37 | Novo Mercado |
| 2021 | 69,8% | 30 | 11 | 7 | 6 | 35 | Novo Mercado |
| 2022 | 83,0% | 35 | 4 | 8 | 7 | 33 | Novo Mercado |
| 2023 | 88,5% | 40 | 3 | 5 | 6 | 30 | Novo Mercado |
| 2024 | 88,5% | 40 | 3 | 5 | 6 | 30 | Novo Mercado |
| 2025 | 91,0% | 44 | 3 | 3 | 4 | 30 | Novo Mercado |
Acionistas
7 Sim · 2 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia prevê, em seu Artigo 29-A, que qualquer acionista ou grupo de acionistas que adquirir, por qualquer meio legal, participação igual ou superior a 15% do capital social da companhia deve, no prazo máximo de 30 dias a contar da data em que atingiu essa participação, realizar ou solicitar o registro de uma oferta pública de aquisição (OPA) da totalidade das ações da companhia. O preço mínimo da OPA será o maior valor entre 200% do preço de emissão das ações no aumento de capital mais recente ocorrido nos últimos 36 meses, atualizado pelo índice IPCA, e 200% da média ponderada da cotação das ações na bolsa com maior volume de negociação nos 90 dias anteriores à data em que o acionista atingiu essa participação relevante. Para efeito de cálculo do preço, considera-se o primeiro evento ocorrido entre a celebração do contrato de aquisição, a formalização de instrumentos que conferem direitos sobre as ações (como usufruto, opções, permutas ou outros direitos societários), a liquidação da aquisição na bolsa ou a divulgação pela companhia de fato relevante ou comunicado ao mercado sobre essa aquisição. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaConforme dispõe o Artigo 29-A do Estatuto Social, qualquer acionista ou grupo de acionistas que adquira, por qualquer meio legal, participação igual ou superior a 15% do capital social da companhia deverá, no prazo máximo de 30 dias a partir da data em que atingiu essa participação, realizar ou solicitar o registro de uma oferta pública de aquisição (OPA) da totalidade das ações da companhia. O preço mínimo dessa OPA será o maior valor entre 200% do preço de emissão das ações no aumento de capital mais recente realizado nos últimos 36 meses, corrigido pelo IPCA, e 200% da média ponderada da cotação das ações na bolsa com maior volume de negociação nos 90 dias anteriores à data em que o acionista atingiu a participação relevante. Para definir a data base do cálculo do preço, considera-se o primeiro dos seguintes eventos que ocorrer: celebração do contrato de aquisição formalização de instrumento que assegure titularidade ou direitos sobre as ações (como usufruto, opções ou permutas) liquidação da aquisição na bolsa sem contrato ou divulgação de fato relevante ou comunicado ao mercado pela companhia acerca da aquisição. |
Não |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política formal de destinação de resultados aprovada pelo conselho de administração. No entanto, o estatuto social estabelece, em seu artigo 27, os critérios e parâmetros para a destinação de resultados e distribuição de dividendos, em conformidade com a legislação aplicável. É importante destacar que a Companhia adota a prática de distribuição de dividendos e/ou juros sobre capital próprio de forma a preservar a alavancagem desejada, considerando as projeções de investimentos e geração de caixa operacional para os próximos anos. A Companhia busca manter um equilíbrio entre remunerar os acionistas e reinvestir os recursos necessários para seu crescimento sustentável. Ademais, todos os documentos divulgados para a aprovação em assembleia geral da destinação dos resultados e distribuição dos dividendos são previamente disponibilizados ao mercado e acionistas, dando transparência a metodologia adotada para definição do montante e aos parâmetros de referência. O estatuto social está disponível para consulta no site de relações com investidores da Companhia. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) O estatuto social (artigo 14) prevê que o conselho de administração da Companhia será composto por no mínimo 2 (dois) ou 20% (vinte por cento) de membros independentes, prevalecendo o maior valor, em linha, inclusive, com o previsto no Regulamento do Novo Mercado. Atualmente, 7 (sete) membros do conselho são independentes, conforme aprovado em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2025. (ii) De acordo com as regras do Novo Mercado, do estatuto social e da política de indicação da Companhia, a independência dos conselheiros é avaliada pelo conselho de administração e deliberada na assembleia geral que os elege. O relatório de análise de independência dos membros do conselho é incluído na proposta da administração para a assembleia geral que decide sobre a eleição. As atas de eleição dos conselheiros, bem como os nomes e currículos dos conselheiros independentes, podem ser encontrados no site de relações com investidores da Companhia. (iii) Desde 2006, a Companhia adota um código de conduta que estabelece os valores e princípios éticos da organização. Este documento é revisado periodicamente e disseminado entre todos os colaboradores, inclusive a administração. Isso reforça o compromisso da Companhia com a conduta ética em todos os níveis organizacionais. (iv) A administração da Companhia revisa regularmente seu sistema de governança corporativa para aprimorá-lo. Em 2022, foi criada uma área dedicada exclusivamente à governança corporativa, composta por profissionais especializados. O desenvolvimento e a atualização da estrutura de governança são atribuições essenciais do conselho de administração, como órgão central de governança da Companhia. A Companhia está empenhada em fortalecer continuamente sua governança corporativa para garantir práticas sólidas e transparentes. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Indicação dos administradores ("Política de Indicação"), que estabelece os processos e critérios para a seleção e indicação dos membros do conselho de administração, comitês de assessoramento e diretoria estatutária ("Diretoria"). A Política foi aprovada pelo conselho de administração em 22 de abril de 2022 e abrange prazos, princípios e diretrizes gerais para as indicações (capítulo 2) e procedimentos para indicação dos membros do conselho de administração (capítulo 3). A Política traz como elemento a ser considerado na seleção e indicação de candidatos a disponibilidade de tempo dos candidatos para exercerem suas funções de forma diligente e adequada. Além disso, a Política valoriza a inclusão, reconhecendo que a variedade de perspectivas e experiências enriquece o processo decisório e traz como referência nos processos de indicação a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero dos membros indicados. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA avaliação formal do Conselho de Administração da Companhia é realizada anualmente, historicamente com o apoio de consultoria externa. As avaliações focam em um processo de autoanálise, no qual os membros verificam os respectivos desempenhos em relação às expectativas e responsabilidades, bem como o alinhamento às funções de governança e orientação estratégica da Companhia. Cabe salientar que tal rito está alinhado com o previsto em nossa Política de Avaliação. Em 2025, a avaliação seguirá, como de praxe, sendo conduzida por consultoria externa, abarcando os níveis de Conselho de Administração, dos Comitês, das Diretorias Executivas e do Presidente da Companhia ("CEO"). |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia valoriza a perenidade do negócio e adota práticas de sucessão bem estruturadas para seus principais executivos. A partir do mapa de sucessão, a Companhia identifica e desenvolve talentos internos para assumir posições de liderança de forma ordenada e eficiente. Isso garante um ciclo contínuo de liderança e evita que o desempenho do grupo seja prejudicado. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaEncontros entre os conselheiros de administração e diretores da Companhia são realizados regularmente com o objetivo de estreitar os relacionamentos e melhorar o alinhamento dos negócios do Grupo Equatorial. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas de reunião do conselho são claras e abrangentes, registrando decisões, participantes e, quando aplicável, votos divergentes e abstenções. Esses registros refletem o compromisso com a transparência e fornece uma visão aberta e detalhada das deliberações do conselho. |
Sim |
Diretoria
7 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaEmbora a diretoria não possua um regimento interno específico formalizado, todas as diretrizes de composição, funcionamento, responsabilidades e atribuições da diretoria estão previstas no estatuto social da Companhia. A Companhia valoriza a clareza e transparência em sua estrutura organizacional, garantindo que todas as responsabilidades sejam atribuídas de forma adequada e eficiente. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política de avaliação, aprovada pelo conselho de administração em 22 de abril de 2022, que estabelece a avaliação do diretor presidente, em um processo formal conduzido pelo conselho de administração ou consultoria externa contratada. A avaliação de desempenho é realizada periodicamente, seguindo os cronogramas estabelecidos pelo conselho de administração. A política inclui metas de desempenho, tanto financeiras quanto não financeiras, para o diretor presidente e demais membros da diretoria da Equatorial S.A. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Política de Avaliação da Administração estabelece os procedimentos e diretrizes para a avaliação anual da diretoria e de seus membros. A política de avaliação da administração está em vigor e contribui para o aprimoramento contínuo da atuação da diretoria e de seus membros. Essa avaliação considera tanto aspectos quantitativos quanto qualitativos (item 2.5 da política). Os resultados obtidos são consolidados e apresentados ao conselho de administração, que analisa os resultados e define um plano de ação para eventuais melhorias. A política de avaliação demonstra compromisso do Grupo com o aprimoramento contínuo e a busca pela excelência na governança e gestão da Companhia e encontra-se disponível para consulta no site de relações com investidores da Companhia. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política de remuneração, aprovada pelo conselho de administração em 22 de abril de 2022 e com revisão aprovada em 2024, que está disponível para consulta na página de relações com investidores da Companhia. A política de remuneração abrange os principais componentes da remuneração da diretoria, com o objetivo de atrair, reconhecer e reter os diretores alinhados aos valores e cultura da Companhia, além de incentivá-los a alcançar resultados e criar valor para os acionistas. Nosso programa de remuneração busca reconhecer e recompensar o desempenho individual, levando em consideração os resultados da Companhia, em níveis competitivos de mercado. Estamos comprometidos em garantir uma remuneração justa e alinhada aos interesses dos acionistas e do negócio. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA política de remuneração dos administradores do Grupo Equatorial, a qual a Companhia integra, prevê, no item 3.3.2, que metas da Companhia e individuais farão parte da composição da remuneração variável dos profissionais. Assim, de acordo com a política de remuneração, a remuneração variável é composta por um elemento variável anual (incentivo de curto prazo) e outro vinculado ao desempenho da Companhia e/ou a determinados parâmetros econômico-financeiros e operacionais concretos, predeterminados e mensuráveis (incentivo de longo prazo). Os incentivos de curto prazo têm por objetivo direcionar o comportamento dos profissionais à execução da estratégia e reconhecer o atingimento das metas da Companhia e individuais, representa uma bonificação atrelada diretamente ao desempenho no exercício anterior. Já os incentivos de longo prazo têm por objetivo a criação de valor e o comprometimento de longo prazo. Os incentivos de longo prazo podem ser implementado em diversas modalidades, incluindo por meio de incentivos baseados em ações e bônus, conforme aprovado no órgão social de deliberação competente. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaConforme o estatuto social da Companhia (artigo 12), a assembleia geral define a remuneração anual máxima dos administradores, considerando suas responsabilidades, tempo dedicado às funções, competência e reputação profissional. O conselho de administração é responsável pela distribuição dessa remuneração. Além disso, de acordo com a política de remuneração, o conselho de administração estabelece a remuneração individual do diretor presidente, que por sua vez define a remuneração dos demais diretores executivos da Companhia. A assembleia geral também define a remuneração global máxima dos administradores, incluindo benefícios e verbas de representação, levando em consideração suas responsabilidades, tempo dedicado às funções, competência, reputação profissional e valor de mercado dos serviços prestados. A Companhia adota um processo transparente e alinhado às melhores práticas de governança corporativa na definição da remuneração dos administradores, buscando assegurar uma remuneração adequada e condizente com os resultados e desempenho da Companhia. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
7 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresa(i) Em 26 de dezembro de 2022, a Companhia alterou seu estatuto e o seu artigo 18 passou a prever um Comitê de Auditoria Estatutário ("Comitê de Auditoria), órgão social de assessoramento ao Conselho de Administração. (ii) O Comitê de Auditoria é composto por no mínimo 3 (três) membros, incluindo pelo menos 1 (um) membro independente do conselho de administração. Atualmente, todos os membros do Comitê são independentes, inclusive o coordenador. (iii) O Comitê de Auditoria conta com pelo menos 1 (um) membro especializado em contabilidade societária, conforme exigido pela regulamentação. (iv) O Comitê de Auditoria possui autonomia operacional e um orçamento próprio aprovado pelo conselho de administração, destinado a cobrir despesas de funcionamento, consultas, avaliações e investigações dentro de suas atividades, incluindo a contratação de especialistas externos independentes. O Comitê desempenha um papel crucial na supervisão e monitoramento das atividades de auditoria, controle interno e gestão de riscos da Companhia, garantindo transparência e conformidade com as melhores práticas de governança corporativa. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma prática de não contratar serviços que possam comprometer a independência dos auditores independentes, mesmo sem uma política formal específica para isso. O Conselho de Administração é responsável por escolher e destituir os auditores independentes, garantindo que eles atendam aos requisitos de independência, qualificação e experiência necessários. Além disso, anualmente, a auditoria independente elabora um relatório de potenciais fragilidades, que é compartilhado com a administração da Companhia. Essas medidas asseguram a integridade e a transparência dos processos de auditoria da Companhia. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui uma área de auditoria interna, supervisionada pelo Conselho de Administração e acompanhada pelo Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia. O Coordenador do Comitê de Auditoria se reúne trimestralmente com o Conselho de Administração de forma a garantir o fluxo de informações entre os órgãos (artigo 9, b, do regimento interno do comitê de auditoria). Adicionalmente, nota-se que o Comitê de Auditoria emite anualmente relatório, o qual é divulgado ao mercado, onde confirma quais os principais assuntos discutidos e as recomendações feitas pelo órgão social ao conselho de administração, conforme previsto no artigo 7º, alínea k, do regimento interno do comitê de auditoria. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política de gerenciamento de riscos, que dispõe, dentre outros pontos, sobre:categorias de riscos aos quais a Companhia está expostadiretrizes da gestão desses riscosestrutura organizacional para seu gerenciamento avaliação de riscos e sua exposiçãodiretrizes para o estabelecimento dos limites exposição dos riscos. Além disso, o processo de gerenciamento de riscos da Companhia também é descrito, mais detidamente, no item 5.1 do formulário de referência da Companhia. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO conselho de administração conta como assessoramento do comitê de auditoria estatutário, que tem como papel avaliar a metodologia e os processos de gestão de riscos, a fim de mantê-los mapeados em níveis compatíveis com os limites de tolerância previamente fixados, conforme previsto na política de gestão de riscos. Ressalta-se que a Companhia possui um programa de integridade, composto por um conjunto de mecanismos e procedimentos internos voltados para o incentivo ao combate às más práticas de compliance, tendo como principais pilares, a aplicação efetiva dos seguintes documentos: (i) código de ética e conduta ("código de conduta") (ii) política anticorrupção (iii) política de segurança da informação e (iv) política de proteção de dados. O regimento interno do comitê de auditoria estatutário encontra-se disponível para consulta no site de relações com investidores da Companhia. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaConforme a política de gestão de riscos da Companhia, o monitoramento dos riscos é uma atividade contínua que envolve a definição, acompanhamento e atualização dos indicadores de risco, os quais estão diretamente relacionados aos fatores de risco. Além disso, é realizado o acompanhamento e a atualização do status de implementação dos planos de resposta e/ou ação em conjunto com as partes interessadas. Os resultados dos indicadores são reportados periodicamente à diretoria, de acordo com a frequência estabelecida para cada risco. O monitoramento da exposição aos riscos é realizado pelo comitê de auditoria, que reporta trimestralmente ao conselho de administração. Esse processo assegura uma abordagem eficaz na identificação e gerenciamento dos riscos, promovendo uma tomada de decisão informada e alinhada aos objetivos estratégicos da Companhia. |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui um comitê de ética responsável pela implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de ética e conduta, bem como pelo gerenciamento do canal de denúncias. O comitê também analisa as investigações realizadas e propõe medidas corretivas relacionadas a violações do código de ética e conduta corporativamente estabelecido. As questões relacionadas à conduta ética são reportadas periodicamente ao comitê de auditoria, um órgão social independente e autônomo que presta assessoria ao conselho de administração. Essa estrutura assegura a integridade e o cumprimento dos mais altos padrões éticos na empresa. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal de Denúncias da Companhia opera de forma independente e imparcial, garantindo aos usuários acesso gratuito por telefone, internet e aplicativo de celular, além de assegurar o anonimato e a confidencialidade das informações fornecidas. Um protocolo de acompanhamento é gerado para o registro e acompanhamento do processo de apuração, garantindo transparência e responsabilidade. O serviço é prestado por empresa especializada, assegurando um ambiente seguro para relatar quaisquer irregularidades ou violações. As apurações e providências necessárias são conduzidas prontamente pela auditoria interna e pelo comitê de ética, garantindo uma resposta eficaz e adequada. A criação, funcionamento e diretrizes do canal de denúncias foram cuidadosamente analisados e aprovados pelo conselho de administração da Companhia, em conformidade com o código de ética e conduta do Grupo Equatorial. Isso demonstra o compromisso da companhia em promover um ambiente seguro e ético para todos os colaboradores e partes interessadas. O Canal de Denúncias está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, e pode ser acessado pela internet no contatoseguro.com.br/grupoequatorial ou pelo telefone gratuito 0800 300 4580. Essa iniciativa reforça o compromisso da Companhia com a integridade, transparência e responsabilidade corporativa. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO estatuto social da Companhia, juntamente com os regimentos internos do conselho de administração, do comitê de auditoria estatutário e do conselho fiscal, bem como a política de transação com partes relacionadas estabelecem claramente as regras, funções e responsabilidades dos principais agentes de governança da Companhia. Esses documentos são fundamentais para garantir uma estrutura eficiente de governança corporativa. Além disso, o código de ética e conduta da Companhia dedica um capítulo específico ao tratamento de conflitos de interesses, evidenciando o compromisso com a transparência e a integridade nas relações internas e externas. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaAs regras de governança da Companhia, estabelecidas no estatuto social, nas políticas vigentes, no código de ética e conduta, e nos regimentos internos de cada órgão social estão disponíveis para consulta na página de relações com investidores da Companhia. Essas diretrizes definem os princípios e as condutas esperadas para garantir a integridade, a transparência e o tratamento adequado de conflitos de interesses. No que diz respeito a conflitos de interesses, o código de ética e conduta aborda de forma clara as expectativas de conduta para pessoas envolvidas em possíveis conflitos. Além disso, a Política de Transações com Partes Relacionadas do Grupo Equatorial também estabelece diretrizes para lidar com conflitos de interesses, incluindo a obrigação de registrar a abstenção da pessoa em conflito na ata do órgão social responsável por deliberar sobre a transação com partes relacionadas. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia segue regras constantes na legislação brasileira e entende que são suficientes para fins de administração de conflito de interesse. Adicionalmente, informa que no Manual de Participação do Acionista divulgado para a Assembleia Geral ordinária e Extraordinária de 2025, ocorrida em abril do referido ano, divulgou texto orientativo sobre o tema. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaNo estatuto social da Companhia há previsão da necessidade de aprovação pelo conselho de administração para transações com partes relacionadas no valor igual ou superior a R$10.000.00,00 (dez milhões de reais), conforme previsto no artigo 17, alínea (dd), do estatuto social. Embora o estatuto social não mencione explicitamente a exclusão de membros com potenciais interesses conflitantes, os princípios, procedimentos, regras e diretrizes relacionados a transações entre partes relacionadas que estão definidos na política específica sobre partes relacionadas versam sobre o tema. Assim, pelo disposto na política, os administradores, acionistas e demais pessoas envolvidas no processo decisório que se encontrem em situação de conflito de interesse devem (i) declarar sua condição ao órgão responsável por deliberar sobre Transações com Partes relacionadas (ii) quando aplicável, abster-se de votar nas deliberações relativas à Transação com Partes Relacionadas e (iii) abster-se de participar das discussões para decisão a respeito da aprovação, pela Companhia, da Transação com Partes Relacionadas, devendo, inclusive, quando for o caso, retirar-se da reunião enquanto a discussão esteja ocorrendo. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaOs princípios, procedimentos, regras e diretrizes relacionados a transações entre partes relacionadas estão definidos na política de partes relacionadas, disponível no site de relações com investidores da Companhia. A Política de Partes Relacionadas, aprovada pelo Conselho de Administração, prevê solicitação de alternativas de mercado antes da contratação, veda remunerações que gerem conflitos de interesse, proíbe empréstimos a controladores e administradores, exige laudos independentes para certas transações e assegura tratamento equitativo em reestruturações societárias com partes relacionadas. Todas as disposições visam garantir transparência, equidade e proteção dos interesses da Companhia e de seus acionistas. Dessa forma, a Companhia reforça seu compromisso com a transparência, a integridade e a governança efetiva, buscando garantir a equidade e o tratamento justo em suas transações com partes relacionadas. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política de divulgação de ato ou fato relevante e de negociação de valores mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração em 09 de março de 2006, sendo sua última versão revisada em 25 de abril de 2023. Essa política estabelece procedimentos e diretrizes para as negociações de valores mobiliários da Companhia, incluindo restrições, comunicação de informações sobre negociações e as potenciais consequências de infrações. É importante destacar que as pessoas relacionadas responsáveis pelo descumprimento da política estão sujeitas a ressarcir a Companhia e/ou outras pessoas relacionadas e terceiros pelos prejuízos decorrentes dessa violação, além das sanções legais e regulamentares aplicáveis. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia adota regras rigorosas sobre contribuições voluntárias, que inclui a vedação de contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, mesmo quando permitidas por lei. Este posicionamento está claramente estabelecido no Código de Conduta do Grupo, especificamente em seu item 11, e em sua Política Anticorrupção, definindo regras rigorosas para o envolvimento político-partidário em nome da Companhia, assim como reforçando o seu compromisso com a transparência e a ética em todas as suas operações, mantendo uma postura neutra e isenta em suas atividades políticas. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| DENNIS HERSZKOWICZ IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | AGO a ser realizada em 2027 |
| EDUARDO PARENTE MENEZESGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/04/2025 | AGO de 2027 |
| GUILHERME MEXIAS ACHÉGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 30/04/2025 | AGO de 2027 |
| LUÍS HENRIQUE DE MOURA GONÇALVES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | AGO de 2027 |
| PAULO JERÔNIMO BANDEIRA DE MELLO PEDROSA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | AGO de 2027 |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLAT IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | AGO de 2027 |
| TIAGO DE ALMEIDA NOEL IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | AGO de 2027 |
| TINN FREIRE AMADOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2025 | AGO a ser realizada em 2027 |
Diretoria 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIORGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 14/05/2025 | RCA após a AGO de 2027 |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | RCA após a AGO de 2027 |
| HUMBERTO LUIS QUEIROZ NOGUEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | RCA após a AGO de 2027 |
| JOSÉ AILTON RODRIGUESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | RCA após a AGO 2027 |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | RCA após a AGO de 2027 |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 14/05/2025 | RCA após AGO de 2027 |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | RCA após a AGO de 2027 |
| MAURÍCIO ALVARES DA SILVA VELOSO FERREIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | RCA após a AGO de 2027 |
| MICHELE TEIXEIRA DA SILVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 19/05/2026 | RCA após a AGO de 2027 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADILSON CELESTINO DE LIMAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | AGO de 2027 |
| DORGIVAL SOARES DA SILVAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | AGO de 2027 |
| MARIA SALETE GARCIA PINHEIROGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | AGO de 2027 |
| MARÍZIO MARTINS DA COSTAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | AGO de 2027 |
| SAULO DE TARSO ALVES DE LARAGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | AGO de 2027 |
| VANDERLEI DOMINGUEZ DA ROSAGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | AGO de 2027 |
Comitês 6 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JORGE ROBERTO MANOELGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JOÃO ALBERTO DA SILVA NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TINN FREIRE AMADOGin | Outros |
Comitê de Inovação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| DENNIS HERSZKOWICZGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| FELIPE HENRIQUE DUEKGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUILHERME LAPORTGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUÍS HENRIQUE DE MOURA GONÇALVESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas, Governança e Sustentabilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDUARDO PARENTE MENEZESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUILHERME MEXIAS ACHÉGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLATGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
Comitê Operacional
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FELIPE DUTRA CANÇADOGin | Outros |
| TIAGO DE ALMEIDA NOELGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TINN FREIRE AMADOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Novos Negócios
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FELIPE DUTRA CANÇADOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUÍS HENRIQUE DE MOURA GONÇALVESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLATGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| TIAGO DE ALMEIDA NOELGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TINN FREIRE AMADOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Regulação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| PAULO JERÔNIMO BANDEIRA DE MELLO PEDROSAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TIAGO DE ALMEIDA NOELGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TINN FREIRE AMADOGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 6 | 0 | 0 | 1 |
| Diretoria | 1 | 8 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 9 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 |
| Diretoria | 0 | 8 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2014
Prevista para 2014 (FRE 2014)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 7 |
| Nº de membros remunerados | — | — | — |
| Salário ou pró-labore | 189.000 | 1.260.000 | 1.619.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 75.000 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 38.000 | 252.000 | 1.379.000 |
| Bônus | 0 | 0 | 5.351.000 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 227.000 | 1.512.000 | 8.424.000 |
Realizada em 2014 (FRE 2015)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 0 |
| Salário ou pró-labore | 189.000 | 1.170.000 | 2.091.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 100.000 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 38.000 | 234.000 | 418.000 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 4.966.000 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 993.000 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 7.000 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 3.543.000 |
| Total do órgão | 227.000 | 1.404.000 | 12.118.000 |
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2014: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2014; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2015 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2014
Realizada em 2014 (FRE 2015)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 0 |
| Maior remuneração individual | 76.000 | 200.000 | 2.075.000 |
| Menor remuneração individual | 76.000 | 200.000 | 60.000 |
| Remuneração média individual | 76.000 | 200.000 | 1.225.000 |
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2014 vem do FRE de 2015.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 08/06/2020 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 08/06/2020 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 08/06/2020 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 08/06/2020 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes S.S. | 57755217000129 | Nacional | 18/01/2017 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 08/06/2020 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes S.S. | 57755217000129 | Nacional | 18/01/2017 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 08/06/2020 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 → 31/03/2016 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 18/01/2017 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 08/06/2020 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 → 31/03/2016 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 18/01/2017 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 → 31/03/2016 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 18/01/2017 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 → 31/03/2016 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 22/07/2016 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2016 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S. S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2015 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S. S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2014 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S. S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S. S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S. S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 → 30/06/2011 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S. S. | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2011 |
| 2010 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2005 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 4 | 1 |
| 2019 | 4 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 80.033 |
| Acionistas pessoa jurídica | 904 |
| Investidores institucionais | 1.436 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.245.321.417 (98,88%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 1.245.321.417 (98,88%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 27/01/2019 | 0 | 240.764.703 | 0 | 240.764.703 |
| Capital Emitido | 29/05/2026 | 22.211.539.254 | 1.259.387.047 | 0 | 1.259.387.047 |
| Capital Integralizado | 29/05/2026 | 22.211.539.254 | 1.259.387.047 | 0 | 1.259.387.047 |
| Capital Subscrito | 29/05/2026 | 22.211.539.254 | 1.259.387.047 | 0 | 1.259.387.047 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 92 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL RENOVÁVEIS S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| AUGUSTO MIRANDA DA PAZ JÚNIOR | Diretor Presidente | EQUATORIAL RENOVÁVEIS S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| CRISTIANO DE LIMA LOGRADO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| HUMBERTO LUIS QUEIROZ NOGUEIRA | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| HUMBERTO LUIS QUEIROZ NOGUEIRA | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| HUMBERTO LUIS QUEIROZ NOGUEIRA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| HUMBERTO LUIS QUEIROZ NOGUEIRA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| HUMBERTO LUIS QUEIROZ NOGUEIRA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| HUMBERTO LUIS QUEIROZ NOGUEIRA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ AILTON RODRIGUES | Diretor sem designação específica | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ AILTON RODRIGUES | Diretor sem designação específica | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ AILTON RODRIGUES | Diretor sem designação específica | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ AILTON RODRIGUES | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL PARTICIPAÇÕES E INVESTIMENTOS III S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| JOSÉ AILTON RODRIGUES | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL PARTICIPAÇÕES E INVESTIMENTOS III S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| JOSÉ SILVA SOBRAL NETO | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com invesstidores | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| LEONARDO DA SILVA LUCAS TAVARES DE LIMA | Diretor de relações com investidores | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor | EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL ENERGIA DISTRIBUIÇÃO S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MARCOS ANTÔNIO SOUZA DE ALMEIDA | Diretor | EQUATORIAL PIAUÍ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MAURÍCIO ALVARES DA SILVA VELOSO FERREIRA | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MAURÍCIO ALVARES DA SILVA VELOSO FERREIRA | Diretor sem designação específica | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MAURÍCIO ALVARES DA SILVA VELOSO FERREIRA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| MAURÍCIO ALVARES DA SILVA VELOSO FERREIRA | Diretor sem designação específica | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLAT | Membro efetivo do Conselho de Administração | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLAT | Membro efetivo do Conselho de Administração | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLAT | Membro efetivo do Conselho de Administração | EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLAT | Membro efetivo do Conselho de Administração | EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| TINN FREIRE AMADO | Membro efetivo do Conselho de Administração | COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| TINN FREIRE AMADO | Membro efetivo do Conselho de Administração | CONCESSIONÁRIA DE SANEAMENTO DO AMAPÁ SPE S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
| TINN FREIRE AMADO | Membro efetivo do Conselho de Administração | EQUATORIAL GOIÁS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | Controlada Indireta | Prestação de serviço |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 13 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras | Outros tipos de partes relacionadas | 31/12/2025 | 54.813.000 | — | — | 0 |
| Equatorial Goiás Distribuidora de Energia S.A. | Controlada | 16/09/2022 | 28.178.000 | — | — | 1 |
| Associação para Assinatura de Energia | Outras partes relacionadas | 31/12/2025 | 23.407.000 | — | — | 0 |
| Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia S.A. | Controlada | 16/09/2022 | 16.975.000 | — | — | 1 |
| Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica - CEEE-D | Controlada | 16/09/2022 | 16.076.000 | — | — | 1 |
| Instituto Equatorial | Outras partes relacionadas | 31/12/2025 | 14.258.000 | — | — | 0 |
| Instituto de Ciência e Tecnologia Grupo Equatorial (ICT) | Outras partes relacionadas | 31/12/2025 | 8.386.000 | — | — | 0 |
| Companhia de Eletricidade do Amapá - CEA | Controlada | 16/09/2022 | 8.239.000 | — | — | 1 |
| Equatorial Energia Fundação de Previdência | Outras partes relacionadas | 31/12/2025 | 7.987.000 | — | — | 0 |
| Equatorial Pará Distribuidora de Energia S.A | Controlada | 16/09/2022 | 7.464.000 | — | — | 1 |
| Equatorial Piauí Distribuidora de Energia S.A. | Controlada | 16/09/2022 | 4.671.000 | — | — | 1 |
| Equatorial Pará Distribuidora de Energia S.A | Controlada | 31/12/2025 | 3.289.000 | — | — | 0 |
| Equatorial Alagoas Distribuidora de Energia S.A. | Controlada | 16/09/2022 | 2.551.000 | — | — | 1 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| ADR | Estados Unidos | Mercado de Balcão norte americano (OTC - Over the Counter) | Pink OTC Market Inc. | 19/12/2008 | 0,2% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 3.277 | 3.399 | 9.433 | 9.103 | 11.269 | 12.586 | 14.220 | 17.488 | 25.506 | 37.530 | 44.124 | 61.714 | 90.617 | 103.643 | 116.412 | 109.604 |
| Ativo circulante | 1.099 | 1.054 | 3.379 | 3.081 | 4.387 | 5.158 | 5.928 | 7.494 | 9.430 | 11.419 | 14.645 | 21.690 | 21.689 | 27.953 | 28.527 | 26.605 |
| Caixa e equivalentes | 550 | 243 | 135 | 351 | 280 | 398 | 921 | 4.172 | 4.744 | 1.785 | 2.220 | 2.997 | 3.166 | 4.612 | 3.306 | 2.660 |
| Aplicações financeiras | 0 | 206 | 1.592 | 1.262 | 1.684 | 2.083 | 2.137 | 1 | 0 | 4.044 | 5.397 | 7.375 | 4.714 | 7.625 | 9.731 | 7.822 |
| Contas a receber | 489 | 528 | 1.516 | 1.276 | 2.216 | 2.454 | 2.617 | 3.032 | 4.317 | 5.159 | 5.545 | 9.593 | 11.490 | 12.021 | 12.801 | 13.489 |
| Estoques | 8 | 9 | 29 | 24 | 21 | 11 | 20 | 16 | 25 | 32 | 47 | 204 | 279 | 136 | 151 | 291 |
| Tributos a recuperar | 51 | 69 | 106 | 168 | 186 | 212 | 233 | 273 | 343 | 399 | 1.436 | 1.522 | 2.039 | 2.426 | 2.537 | 2.343 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 429 | 417 | 1.756 | 1.834 | 2.583 | 3.211 | 3.538 | 4.631 | 9.894 | 16.966 | 20.391 | 23.736 | 34.516 | 36.347 | 40.637 | 36.692 |
| Investimentos | 0 | 0 | 10 | 71 | 77 | 89 | 96 | 422 | 119 | 122 | 130 | 171 | 27 | 25 | 6.787 | 7.568 |
| Imobilizado | 142 | 138 | 135 | 3 | 3 | 4 | 9 | 11 | 14 | 15 | 49 | 282 | 5.139 | 7.871 | 8.087 | 7.009 |
| Intangível | 1.607 | 1.790 | 4.154 | 4.115 | 4.218 | 4.125 | 4.649 | 4.931 | 6.050 | 9.008 | 8.909 | 15.836 | 29.245 | 31.448 | 32.374 | 31.730 |
| Passivo circulante | 667 | 787 | 2.654 | 1.689 | 3.153 | 3.131 | 3.416 | 4.074 | 6.442 | 6.154 | 8.710 | 12.989 | 22.100 | 18.149 | 19.605 | 17.804 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 8 | 8 | 28 | 43 | 54 | 34 | 33 | 40 | 88 | 61 | 64 | 193 | 237 | 206 | 206 | 179 |
| Fornecedores | 174 | 189 | 710 | 675 | 1.140 | 935 | 943 | 1.185 | 1.539 | 1.969 | 2.263 | 4.108 | 4.398 | 4.809 | 4.628 | 4.971 |
| Dívida de curto prazo | 257 | 342 | 826 | 175 | 971 | 853 | 987 | 1.198 | 2.804 | 1.887 | 3.112 | 3.588 | 10.809 | 5.262 | 6.380 | 4.413 |
| Passivo não circulante | 1.339 | 1.353 | 4.252 | 4.567 | 4.670 | 5.225 | 5.932 | 7.666 | 12.511 | 21.602 | 23.136 | 34.120 | 49.951 | 60.210 | 66.919 | 63.472 |
| Dívida de longo prazo | 1.085 | 1.127 | 2.352 | 3.050 | 3.404 | 3.082 | 3.847 | 5.772 | 8.732 | 14.922 | 14.676 | 21.815 | 30.374 | 41.190 | 49.447 | 50.058 |
| Patrimônio líquido | 1.271 | 1.259 | 2.528 | 2.848 | 3.446 | 4.229 | 4.872 | 5.748 | 6.553 | 9.773 | 12.278 | 14.604 | 18.567 | 25.284 | 29.888 | 28.328 |
| Receita líquida | 1.799 | 1.981 | 2.987 | 4.715 | 6.773 | 7.253 | 7.952 | 9.071 | 11.253 | 18.796 | 17.890 | 24.241 | 27.133 | 40.985 | 45.367 | 52.074 |
| EBIT | 408 | 357 | 427 | 289 | 923 | 812 | 1.179 | 1.410 | 2.078 | 4.308 | 4.782 | 4.987 | 5.277 | 7.647 | 8.636 | 8.137 |
| Lucro líquido | 286 | 246 | 215 | 79 | 781 | 960 | 873 | 1.205 | 1.161 | 2.716 | 3.448 | 4.303 | 1.922 | 2.876 | 3.768 | 2.504 |
| Fluxo de caixa operacional | 257 | 312 | -199 | -43 | -374 | 1.198 | 868 | 1.057 | 1.839 | -651 | 3.481 | 1.304 | 3.468 | 3.139 | 4.251 | 3.974 |
| Fluxo de caixa de investimento | -201 | -443 | -1.529 | 220 | -656 | -964 | -944 | 629 | -2.384 | -5.770 | -2.438 | -4.741 | -8.739 | -7.492 | -14.191 | -2.865 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 53 | -176 | 1.620 | 41 | 959 | -116 | 600 | 1.566 | 1.117 | 3.462 | -608 | 4.213 | 5.441 | 5.799 | 8.634 | -1.755 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,91 | 21,95 | 22,97 | 22,93 | 23,15 | 23,26 | 23,38 | 23,58 | 23,96 | 24,35 | 24,51 | 24,85 | 25,23 | 25,36 | 25,48 | 25,42 |
| Tamanho (receita) | 21,31 | 21,41 | 21,82 | 22,27 | 22,64 | 22,70 | 22,80 | 22,93 | 23,14 | 23,66 | 23,61 | 23,91 | 24,02 | 24,44 | 24,54 | 24,68 |
| Alavancagem | 0,41 | 0,43 | 0,34 | 0,35 | 0,39 | 0,31 | 0,34 | 0,40 | 0,45 | 0,45 | 0,40 | 0,41 | 0,45 | 0,45 | 0,48 | 0,50 |
| Liquidez corrente | 1,65 | 1,34 | 1,27 | 1,82 | 1,39 | 1,65 | 1,74 | 1,84 | 1,46 | 1,86 | 1,68 | 1,67 | 0,98 | 1,54 | 1,46 | 1,49 |
| ROA | 0,09 | 0,07 | 0,02 | 0,01 | 0,07 | 0,08 | 0,06 | 0,07 | 0,05 | 0,07 | 0,08 | 0,07 | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,02 |
| ROE | 0,23 | 0,20 | 0,09 | 0,03 | 0,23 | 0,23 | 0,18 | 0,21 | 0,18 | 0,28 | 0,28 | 0,29 | 0,10 | 0,11 | 0,13 | 0,09 |
| Margem líquida | 0,16 | 0,12 | 0,07 | 0,02 | 0,12 | 0,13 | 0,11 | 0,13 | 0,10 | 0,14 | 0,19 | 0,18 | 0,07 | 0,07 | 0,08 | 0,05 |
| Caixa / ativos | 0,17 | 0,07 | 0,01 | 0,04 | 0,02 | 0,03 | 0,06 | 0,24 | 0,19 | 0,05 | 0,05 | 0,05 | 0,03 | 0,04 | 0,03 | 0,02 |
| Tangibilidade | 0,04 | 0,04 | 0,01 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,06 | 0,08 | 0,07 | 0,06 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 30/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |