MARFRIG GLOBAL FOODS SA
CNPJ 03853896000140 · código CVM 20788Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 18/06/2007 |
| Setor de atividade | Alimentos |
| Listagem na B3 (início) | 29/06/2007 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 95,0% |
| Auditor independente (2026) | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.marfrig.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 78,0% | 33 | 5 | 12 | 4 | 33 | Novo Mercado |
| 2019 | 84,0% | 39 | 5 | 6 | 4 | 31 | Novo Mercado |
| 2020 | 88,8% | 41 | 3 | 5 | 5 | 28 | Novo Mercado |
| 2021 | 91,0% | 43 | 2 | 5 | 4 | 27 | Novo Mercado |
| 2022 | 96,0% | 46 | 0 | 4 | 4 | 26 | Novo Mercado |
| 2023 | 95,0% | 45 | 0 | 5 | 4 | 27 | Novo Mercado |
| 2024 | 95,0% | 45 | 0 | 5 | 4 | 27 | Novo Mercado |
| 2025 | 95,0% | 45 | 0 | 5 | 4 | 27 | Novo Mercado |
Acionistas
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 4 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia prevê, em seu artigo 31º que caso ocorra a alienação direta ou indireta de controle da Companhia, tanto por meio de uma única operação, como por meio de operações sucessivas, deverá ser contratada sob a condição de que o adquirente do controle se obrigue a realizar OPA tendo por objeto as ações de emissão da Companhia de titularidade dos demais acionistas, observando as condições e os prazos previstos na legislação e na regulamentação em vigor e no Regulamento do Novo Mercado, de forma a lhes assegurar tratamento igualitário àquele dado ao alienante. Ressalte-se, por oportuno, que a Companhia não possui mecanismo de poison pill. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de Administração aprovou, em 31 de agosto de 2023, nova versão da Política de Gestão de Riscos em que tratou, dentre outros, dos seguintes riscos: a) Riscos de Mercado (Exposição a Taxa de Câmbio, Exposição a Commodities, Exposição a Taxas de Juros / Índices de Inflação) b) Riscos de Liquidez (Análise de Necessidade de Caixa, Linhas de Crédito de Liquidez, Aplicações Financeiras e Equivalente de Caixa, Monitoramento e métricas) c) Risco de Contraparte (Exposição Total, Rating de Crédito da Contraparte, Contrapartes Elegíveis, Limites) d) Risco Socioambiental (Diretrizes da Plataforma Marfrig de Sustentabilidade, quais sejam: Controle de Origem, Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), Bem-estar Animal, Uso de Recursos Naturais, Efluentes e Resíduos, Responsabilidade Social) Risco Operacional (Proteção do Valor Empresarial, Sustentabilidade Operacional, Reputação e Credibilidade, Conformidade Regulatória e Preparação para o Inesperado) Risco Sanitário (Contaminação microbiológica, química e física, Má conservação e refrigeração inadequada, Problemas de higiene pessoal, Falhas no controle e garantia da qualidade, Problemas de saneamento nas instalações) Risco Tecnológico (Segurança cibernética, Vazamento de dados, Interrupção de sistemas, Problemas de integração de sistemas, Gestão inadequada de ativos tecnológicos, Falta de backup e recuperação de dados, Desatualização tecnológica, Conformidade regulatória, Uso inadequado de tecnologias) Nos termos da citada política, o Conselho de Administração da Companhia, sendo assessorado e apoiado nesse contexto pelo Comitê de Auditoria Estatutário, tem a atribuição de definir os objetivos estratégicos referentes ao ambiente de Riscos da Companhia. A área de Gestão de Riscos tem como principais atribuições: a) Monitorar o cumprimento das exposições aos Riscos, confrontando aos limites estabelecidos pela política b) Desenvolver, controlar e aperfeiçoar os modelos de cálculo da exposição de Risco c) Controlar e divulgar os relatórios das exposições aos Riscos da Companhia d) Modelar e avaliar as exposições ao Risco de mercado, com objetivo de evidenciar os potenciais impactos que podem causar uma perda financeira a Companhia e) Promover discussões de outros potenciais fatores de Riscos que possam impactar os resultados futuros da Companhia. A área de Gestão de Riscos tem como tarefa primordial acompanhar, monitorar, avaliar e comunicar os Riscos incorridos pela Companhia. A Companhia estabeleceu um Comitê de Sustentabilidade na data de 06 de maio de 2019 que funciona como órgão de assessoramento ao Conselho de Administração no cumprimento de suas responsabilidades relativas à inserção da cultura de sustentabilidade e bem-estar animal no posicionamento estratégico da Companhia. A Companhia conta, ainda, com Código de Ética e Conduta que representa seu compromisso com os valores éticos e de integridade. Referido código está alinhado aos princípios e valores da Marfrig, que prima pelo cumprimento das leis e condutas que permeiam o negócio e se aplica a todas as suas operações. O documento em questão é aplicável, portanto, a todos os seus colaboradores, diretores, conselheiros, acionistas, terceiros e parceiros em geral. A Companhia espera que todos estejam igualmente comprometidos em colaborar com as diretrizes éticas e de integridade da Marfrig. Além disso, em 2020 a Companhia passou a contar com um Código de Ética e Conduta de Terceiros, material que reúne diretrizes gerais sobre o comportamento esperado dos seus terceiros e de entrega obrigatória para todos os parceiros. As políticas internas da Companhia passam por revisões rotineiras por parte do Conselho de Administração. Finalmente, a Companhia também possui o Comitê de Remuneração, Governança e Recursos Humanos. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaAtualmente o Conselho de Administração da Companhia é composto por 42,9% de membros independentes. O Estatuto prevê, em seu artigo 16º, parágrafo 2º, que dos membros do Conselho de Administração, no mínimo, 2 (dois) conselheiros ou 20% (vinte por cento), o que for maior, deverão ser conselheiros independentes, com base nos critérios e requisitos estabelecidos pelo Regulamento do Novo Mercado. Quando da convocação da Assembleia Geral que deliberará por sua eleição, o Conselho de Administração divulga quem são os conselheiros independentes, bem como indica e justifica quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaOs Conselheiros de Administração da Companhia, em reunião realizada em 14 de julho de 2022, aprovaram a Política de Indicação de Conselheiros, membros de Comitês e da Diretoria Executiva que visa estabelecer as diretrizes, critérios e os requisitos mínimos a serem observados na determinação da composição dos citados órgão da Companhia garantindo um ambiente transparente e ético, em alinhamento com as melhores práticas de governança de mercado. Dentre as diretrizes de indicação e contratação da referida política constam: perfil diversificado, levando em conta conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero, devendo constituir um grupo alinhado aos princípios, valores e Código de Ética e Conduta da Marfrig. A citada política encontra-se disponível no site de Relações com Investidores da Marfrig e sistema Empresas.Net da CVM. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaCompanhia adota processo de autoavaliação dos membros do Conselho de Administração com o objetivo de avaliar a performance do órgão em diversos aspectos. A secretaria de Governança da Companhia é a responsável pelo envio do questionário de avaliação dos membros do Conselho de Administração e por intermédio do referido processo podem ser identificadas áreas de alta performance e aquelas que merecem especial atenção para seu desenvolvimento. O questionário de autoavaliação é composto por 30 questões, sendo 28 delas de múltipla escolha e 2 discursivas. As perguntas estão dívidas em três aspectos: (1) Estratégia de Negócios e Riscos Corporativos: (2) Dinâmica do Conselho de Administração e Participação dos Conselheiros: e (3) Desempenho Individual. O resultado consolidado em cada questão permite que seja determinada possíveis diferenças quanto à percepção dos conselheiros bem como às boas práticas de governança adotadas pela Companhia. Por intermédio do resultado fica possibilitada a identificação de melhorias que visem a evolução e preservação da governança da Companhia. Os resultados obtidos são também avaliados pelo Comitê de Remuneração, Governança e Recursos Humanos. Nesse processo não há participação de especialistas externos. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO plano de sucessão da Companhia segue os mesmos requisitos e ditames da Política de Indicação de Conselheiros, Membros de Comitês e da Diretoria Executiva e do Regimento Interno do Comitê de Remuneração, Governança e Recursos Humanos. O plano de sucessão do Diretor Presidente é ponto de constante discussão no citado Comitê e também em sede do próprio Conselho de Administração em reuniões realizadas internamente. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia possui programa de integração dos novos membros do Conselho de Administração estruturado que estabelece os procedimentos que devem ser devidamente seguidos no processo de integração de novos membros do Conselho de Administração. Referido programa de integração foi aprovado por intermédio de reunião do órgão em questão, realizada em 31/10/2018. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas de reunião do conselho são redigidas com clareza e registram as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia adota a prática de submeter ao Conselho de Administração a avaliação de seu Diretor Presidente quando da concessão anual de sua remuneração variável, com apoio e fiscalização do Comitê de Remuneração, Governança Corporativa e Recursos Humanos. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia adota a prática de submeter ao Conselho de Administração a avaliação de seus Diretores quando da concessão anual de sua remuneração variável, com apoio e fiscalização do Comitê de Remuneração, Governança Corporativa e Recursos Humanos |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Remuneração aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 31 de outubro de 2018, revisada e aprovada pela Reunião do Conselho de Administração de em 31 de março de 2025. De acordo com o disposto na Política, o Comitê de Remuneração, Governança Corporativa e Recursos Humanos é o órgão responsável pela avaliação dos administradores da Companhia e a consequente remuneração devida a cada um deles nos termos de sua política de remuneração. O comitê é formado por membros do Conselho de Administração. Os parâmetros utilizados para a definição da remuneração dos administradores são baseados nas práticas de mercado. A composição da remuneração dos Administradores é definida por meio de pesquisa salarial, realizada em um período não superior a 2 anos, junto a um grupo selecionado de empresas (peer group) do segmento de alimentos e empresas nacionais de capital aberto com atuação no exterior, onde é analisada a competitividade dos diversos componentes da remuneração total dos executivos (salário base, incentivos de curto e longo prazos e benefícios). A partir dos resultados da pesquisa salarial, é revisada a Tabela Salarial do Grupo Marfrig, que compõe a estrutura de cargos e salários da Companhia (parcela fixa). Para a parcela variável temos a remuneração de curto e longo prazo cujos cálculos são baseados no alcance das metas financeiras e individuais. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração mensal de cada Diretor está relacionada a avaliação de seu programa, bem como seu desempenho individual. A remuneração variável de curto prazo e o incentivo de longo prazo, por sua vez, está condicionada ao cumprimento de metas internas e ao desempenho da Companhia. Para apuração da remuneração variável de curto prazo e do incentivo de longo prazo são adotados indicadores, tais como: 1. Receita: Faturamento da Companhia líquido dos impostos diretos, cancelamentos e descontos. 2. Margem EBITDA: Valor percentual que é obtido da divisão do EBITDA pela receita líquida da Companhia. 3. Fluxo de Caixa Livre: É o fluxo de caixa operacional da Companhia abatidos dos investimentos (Capex) e despesas financeiras. 4. Desvio CAPEX: Compreende o percentual de atingimento do valor investido em ativos imobilizados, intangíveis e biológicos realizados pela Companhia no período. 5. Individual: são propostas até cinco metas para a gestão de área do executivo, as quais focam em resultados alinhados com as diretrizes definidas pelo líder imediato, levando-se em conta, entre outros, orçamento, vendas, receita e produtividade. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia adota a prática de submeter sua estrutura de incentivos ao Conselho de Administração quando da concessão anual de remuneração variável, com apoio e fiscalização do Comitê de Remuneração, Governança Corporativa e Recursos Humanos. Nenhum executivo delibera sobre sua própria remuneração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaEm 29.11.2019 foi deliberado pelo Conselho de Administração da Companhia a criação do Comitê de Auditória Estatutário e posteriormente aprovada sua instalação em Assembleia Geral Extraordinária, que tem por objetivo assessorar o Conselho de Administração no cumprimento de suas responsabilidades relativas à análise e divulgação das demonstrações financeiras, ao desenvolvimento de controles internos e à fiscalização e coordenação dos trabalhos das auditorias interna e externa da Companhia, especialmente nas questões relativas a contabilidade, controles financeiros internos e demais controles de observância legal, conforme seu Regimento Interno. O Comitê de Auditoria Estatutário é composto por 3 membros, com reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, e possuem mandato de 2 anos, podendo ser reeleitos e exercer seus cargos por no máximo 10 anos. O Comitê de Auditoria da Marfrig é integralmente formado por membros independentes, sendo coordenado por conselheiro independente. O Comitê de Auditoria Estatutário tem as seguintes atribuições: a) opinar sobre a contratação e destituição do auditor externo independente para a condução de auditoria externa independente ou para qualquer outro serviço b) supervisionar as atividades: (i) dos auditores independentes, a fim de avaliar a sua independência, a qualidade e adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia (ii) da área de controles internos da Companhia (iii) da área de auditoria interna da Companhia e (iv) da área de elaboração das demonstrações financeiras da Companhia c) monitorar a qualidade e integridade: (i) dos mecanismos de controles internos (ii) das informações trimestrais, demonstrações intermediárias e demonstrações financeiras da Companhia e (iii) das informações e medições divulgadas com base em dados contábeis ajustados e em dados não contábeis que acrescentem elementos não previstos na estrutura dos relatórios usuais das demonstrações financeiras d) avaliar e monitorar as exposições de risco da Companhia, podendo inclusive requerer informações detalhadas de políticas e procedimentos relacionados com: (i) a remuneração da administração (ii) a utilização de ativos da Companhia e (iii) as despesas incorridas em nome da Companhia e) avaliar e monitorar, juntamente com a administração e a área de auditoria interna, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas evidenciações f) elaborar relatório anual resumido, a ser apresentado juntamente com as demonstrações financeiras, contendo a descrição de: (i) suas atividades, os resultados e conclusões alcançados e as recomendações feitas e (ii) quaisquer situações nas quais exista divergência significativa entre a administração da Companhia, os auditores externos independentes e o Comitê de Auditoria Estatutário, em relação às demonstrações financeiras da Companhia. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração.
justificativa da empresaAs atas exigidas do ponto de vista legal ou regulatório são divulgadas. Devido à confidencialidade e sensibilidade dos temas tratados nas reuniões do Conselho Fiscal, a Companhia não divulga as atas internas relativas ao referido órgão. |
Parcialmente |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA equipe de auditoria independente é vinculada e reporta-se ao Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia que é um dos Comitês de Assessoramento do Conselho de Administração. O Comitê de Auditoria possui como função assessorar o Conselho de Administração no cumprimento de suas responsabilidades relativas à análise e divulgação das demonstrações financeiras, ao desenvolvimento de controles internos e à fiscalização e coordenação dos trabalhos das auditorias interna e externa da Companhia, especialmente nas questões relativas à contabilidade, controles financeiros internos e demais controles de observância legal. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaO Conselho de Administração aprovou, em 31 de agosto de 2023, nova versão da Política de Gestão de Riscos em que tratou, dentre outros, dos seguintes riscos: a) Riscos de Mercado (Exposição a Taxa de Câmbio, Exposição a Commodities, Exposição a Taxas de Juros / Índices de Inflação) b) Riscos de Liquidez (Análise de Necessidade de Caixa, Linhas de Crédito de Liquidez, Aplicações Financeiras e Equivalente de Caixa, Monitoramento e métricas) c) Risco de Contraparte (Exposição Total, Rating de Crédito da Contraparte, Contrapartes Elegíveis, Limites) d) Risco Socioambiental (Diretrizes da Plataforma Marfrig de Sustentabilidade, quais sejam: Controle de Origem, Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), Bem-estar Animal, Uso de Recursos Naturais, Efluentes e Resíduos, Responsabilidade Social) Risco Operacional (Proteção do Valor Empresarial, Sustentabilidade Operacional, Reputação e Credibilidade, Conformidade Regulatória e Preparação para o Inesperado) Risco Sanitário (Contaminação microbiológica, química e física, Má conservação e refrigeração inadequada, Problemas de higiene pessoal, Falhas no controle e garantia da qualidade, Problemas de saneamento nas instalações) Risco Tecnológico (Segurança cibernética, Vazamento de dados, Interrupção de sistemas, Problemas de integração de sistemas, Gestão inadequada de ativos tecnológicos, Falta de backup e recuperação de dados, Desatualização tecnológica, Conformidade regulatória, Uso inadequado de tecnologias) Nos termos da citada política, o Conselho de Administração da Companhia, sendo assessorado e apoiado nesse contexto pelo Comitê de Auditoria Estatutário, tem a atribuição de definir os objetivos estratégicos referentes ao ambiente de Riscos da Companhia. A área de Gestão de Riscos tem como tarefa primordial acompanhar, monitorar, avaliar e comunicar os Riscos incorridos pela Companhia. A estrutura de governança da gestão de riscos encontra-se detalhada na citada política. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia possui departamento de Compliance que regularmente reporta suas atividades à Vice-Presidência Jurídica e ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA nova versão da política de gestão de riscos estabelecida pelo Conselho de Administração em 31 de agosto de 2023, revisada em 2024, porém sem atualizações, que dita que os sistemas de gerenciamento de riscos devem ser rotineiramente avaliados e atualizados. A Companhia conta com um Departamento de Compliance e com um Departamento de Auditoria e Controles Internos que fazem reportes rotineiros à Diretoria Estatutária e ao Comitê de Auditoria Estatutário e estes ao Conselho de Administração. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
9 Sim · 0 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia conta com o Comitê de Ética e Compliance que é órgão de assessoramento da Diretoria Executiva da Companhia no monitoramento dos temas de ética e conduta, incluindo a efetividade do Código de Ética e Conduta, do Programa de Compliance, indicadores do Canal de Denúncias e eventuais temas relacionados. Dentre as responsabilidades e deveres estabelecidos em seu Regimento Interno, destacamos: Compete ao Comitê (a) garantir que a Companhia mantenha um canal de denúncia implementado, onde os Colaboradores e Terceiros possam reportar potenciais violações de "não conformidade", sendo garantido o sigilo e anonimato (b) supervisionar a elaboração, atualização, revisão, aprovação e divulgação das políticas de Compliance considerando também o atendimento dos principais requisitos regulatórios aplicáveis a Companhia e (c) monitorar as investigações de violações de "não conformidade". |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Marfrig possui um canal de denúncias para receber todo e qualquer relato acerca de fatos que contrariem suas normas, políticas e a legislação, que pode ser acessado via telefone, e-mail ou internet. O canal, que é operado internamente, é disponibilizado a todos os seus colaboradores, clientes e fornecedores, prestadores de serviços, investidores, parceiros e ao público em geral. Todas as informações disponibilizadas são sempre tratadas de forma imparcial, garantindo ao denunciante o sigilo e anonimato. Os indicadores da ferramenta são periodicamente monitorados pelo Comitê de Ética e Compliance da Companhia. |
Parcialmente |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs funções de todos os agentes de governança da Companhia estão definidas no Estatuto Social quando da descrição de suas atribuições, nos Regimentos Internos e nos estudos descritivos dos respectivos cargos elaborados pelo departamento de Recursos Humanos da Companhia. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia conta com uma Política de Transações com Partes Relacionadas e Situações de Conflito de Interesses cuja versão mais recente foi aprovada em reunião do conselho de administração realizada em 31de março de 2025. Na ocorrência de conflito de interesses, este deverá ser manifestado por uma das partes ou, ainda, por qualquer terceiro que dele tiver conhecimento, tão logo o conflito se verifique ou dele tenham ciência. As partes em posição de conflito deverão se ausentar das discussões sobre o tema e se abster de votar em deliberação sobre o mesmo. Em relação ao Conflito de Interesses este deverá ser manifestado por uma das partes ou, ainda, por qualquer terceiro que dele tiver conhecimento, tão logo o conflito se verifique ou dele tenham ciência. A formalização da existência do conflito de interesse e o subsequente afastamento das partes envolvidas nas discussões deverão constar na ata da reunião no qual o assunto for apreciado. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaO assunto é tratado na Política de Transações com Partes Relacionadas e Situações de Conflito de Interesses, cuja versão mais recente foi aprovada em reunião do conselho de administração realizada em 31de marçode 2025. A Política trata que as partes em posição de conflito deverão se ausentar das discussões sobre o tema e se abster de votar em deliberação sobre o mesmo. Caso solicitado pelos órgãos aprovadores, as partes poderão participar parcialmente das discussões, com o objetivo de subsidiá-las com maiores informações sobre a transação e as partes envolvidas, no entanto, deverão retirar-se da discussão final, inclusive do processo de votação do tema. Em relação ao Conflito de Interesses este deverá ser manifestado por uma das partes ou, ainda, por qualquer terceiro que dele tiver conhecimento, tão logo o conflito se verifique ou dele tenham ciência. As questões referentes às situações de conflito de interesses deverão ser encaminhadas aos departamentos de Compliance e Jurídico, que serão responsáveis pela verificação do cumprimento dos aspectos estritamente formais e legais. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaO assunto é tratado na Política de Transações com Partes Relacionadas e Situações de Conflito de Interesses, cuja versão mais recente foi aprovada em reunião do conselho de administração realizada em 31de marçode 2025. A citada política visa a estabelecer diretrizes, procedimentos e alçadas para que transações financeiras, contratos e operações entre partes relacionadas da Marfrig sejam realizadas, dentre outros, em estritas condições de mercado. Além disso, a Política em questão assegura transparência aos acionistas, investidores e ao mercado em geral e promove a equidade de tratamento com fornecedores e clientes, alinhado as melhores práticas de Governança Corporativa adotadas pelo mercado. Ademais, existem limitações externadas nos Regimentos Internos dos órgãos de administração da Companhia. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui, desde 2009, uma Política de Negociação de Valores Mobiliares de Emissão da Companhia que possui como objetivo estabelecer regras e procedimentos a serem adotados pela companhia e pessoas a ela vinculadas, para negociação de valores mobiliários por ela emitidos, assegurando a todos os públicos interessados uma conduta ética daqueles que possuem informações relevantes. A Política também tem o objetivo de coibir e punir o uso indevido de informação privilegiada por parte daqueles que as detém. A Política prevê, dentre outros, quais os períodos restritos à negociação, deveres das pessoas impedidas de negociar e os casos em que as restrições previstas não se aplicam. É previsto, ainda, que a violação da Política implicará ao infrator sanções disciplinares, de acordo com as normas internas da Companhia. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia dispõe em seu Código de Ética e Conduta de tópico denominado "Sobre as Atividades Políticas", que dispõe sobre a neutralidade política na condução dos negócios da Marfrig. Dada a sua relevância, o tema foi tratado em política própria. A Companhia introduziu em seu rol de políticas, no ano de 2019, a Política Interna de Doações, Patrocínios e Contribuições, a qual dispõe, inclusive sobre doações política pela Companhia. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANTONIO SANTOS NETOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/03/2025 | Até AGO de 2027 |
| HERCULANO ANÍBAL ALVES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 31/03/2025 | AGO a ser realizada em 2027 |
| MARCIA AP. PASCOAL MARÇAL DOS SANTOSGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 31/03/2025 | AGO a ser realizada em 2027 |
| MARCOS ANTONIO MOLINA DOS SANTOSGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 31/03/2025 | AGO a ser realizada em 2027 |
| ROBERTO SILVA WAACK IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | 31/03/2027 |
| TANG DAVIDGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | 31/03/2027 |
| RODRIGO MARÇAL FILHOGin | Conselho de Administração e Diretoria | 39 - Outros Conselheiros / Diretores | 22/09/2025 | 22/09/2028 |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| RODRIGO MARÇAL FILHOGin | Conselho de Administração e Diretoria | 39 - Outros Conselheiros / Diretores | 22/09/2025 | 22/09/2028 |
| HERALDO GERESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 22/09/2025 | 22/09/2028 |
| JOSÉ IGNÁCIO SCOSERIA REYGin | Diretoria | 15 - Diretor Financeiro / Diretor de Relações com Investidores | 22/09/2025 | 22/09/2028 |
| MIGUEL DE SOUZA GULARTEGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 22/09/2025 | 22/09/2028 |
Conselho Fiscal 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALFREDO FERREIRA MARQUES FILHOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 24/04/2026 | AGO a ser realizada em 2027 |
| EDUARDO AUGUSTO ROCHA POCETTIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | Até AGO de 2027 |
| EDUARDO MEDEIROS DA SILVAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO a ser realizada em 2027 |
| ELY CARLOS PEREZGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO a ser realizada em 202 |
| JOSÉ LUIZ DE SOUZA GURGELGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO a ser realizada em 2027 |
| LUCIO ABRAHÃO MONTEIRO BASTOSGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 24/04/2026 | AGO a ser realizada em 2027 |
| RICARDO FLORENCE DOS SANTOSGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 24/04/2026 | AGO a ser realizada em 2027 |
Comitês 4 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| HERCULANO ANÍBAL ALVESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCIA AP. PASCOAL MARÇAL DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDUARDO AUGUSTO ROCHA POCETTIGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| JOSÉ MAURO DEPES LORGAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TANG DAVIDGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROBERTO SILVA WAACKGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| HERALDO GERESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| HERCULANO ANÍBAL ALVESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCOS FERNANDO MARÇAL DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
N/A
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANA YANGGin | Outros |
| MARCELLA FERNANDA MARÇAL DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCELO DE CAMARGO FURTADOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO PIANEZ JUNIORGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 6 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2016
Prevista para 2016 (FRE 2016)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 6 | 9 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 0 |
| Salário ou pró-labore | 626.456 | 4.301.159 | 8.578.948 |
| Benefícios diretos e indiretos | 3.174 | 79.108 | 247.280 |
| Participação em comitês | 0 | 1.080.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 125.291 | 1.082.365 | 2.135.990 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 6.097.534 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 2.706.748 |
| Total do órgão | 754.921 | 6.542.631 | 19.766.500 |
Realizada em 2016 (FRE 2017)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 6 | 11 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 6 | 8 | 5 |
| Salário ou pró-labore | 669.274 | 4.377.825 | 7.786.929 |
| Benefícios diretos e indiretos | 4.633 | 90.977 | 234.268 |
| Participação em comitês | 0 | 1.800.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 133.855 | 1.235.565 | 1.937.285 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 3.562.548 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 1.781.274 |
| Total do órgão | 807.761 | 7.504.368 | 15.302.304 |
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2016: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2016; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2017 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2016
Realizada em 2016 (FRE 2017)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 6 | 9 | 5,33 |
| Nº de membros remunerados | 6 | 6 | 5,33 |
| Maior remuneração individual | 177.439 | 3.737.247 | 5.148.779 |
| Menor remuneração individual | 72.000 | 594.910 | 1.139.155 |
| Remuneração média individual | 124.944 | 1.089.357 | 3.071.170 |
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2016 vem do FRE de 2017.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2025 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2024 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2023 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2022 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/05/2012 |
| 2022 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2021 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/05/2012 |
| 2021 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2020 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/05/2012 |
| 2020 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2019 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/05/2012 |
| 2019 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2018 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/05/2012 → 30/03/2017 |
| 2018 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2017 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 01/05/2012 → 30/03/2017 |
| 2017 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 31/03/2017 |
| 2016 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 30/04/2012 |
| 2015 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 30/04/2012 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2007 → 29/04/2012 |
| 2014 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 30/04/2012 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2007 → 29/04/2012 |
| 2013 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 30/04/2012 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2007 → 29/04/2012 |
| 2012 | BDO RCS Auditores Independentes SS | 54276936000179 | Nacional | 30/04/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2007 → 29/04/2012 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 |
| 2010 | BDO AUDITORES INDEPENDENTES | 52803244000106 | Nacional | 01/01/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 0 |
| 2025 | 1 | 0 |
| 2024 | 1 | 0 |
| 2023 | 1 | 0 |
| 2022 | 2 | 0 |
| 2021 | 2 | 0 |
| 2020 | 2 | 0 |
| 2019 | 2 | 0 |
| 2018 | 2 | 0 |
| 2017 | 2 | 0 |
| 2016 | 1 | 0 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 101.273 |
| Acionistas pessoa jurídica | 2.257 |
| Investidores institucionais | 638 |
| Ações ordinárias em circulação | 760.393.642 (54,24%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 760.393.642 (54,24%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (24/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Emitido | 22/09/2025 | 15.468.781.313 | 1.401.916.108 | 0 | 1.401.916.108 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 2 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| MARCOS ANTONIO MOLINA DOS SANTOS | Presidente do Conselho de Administração | MARCIA AP. PASCOAL MARÇAL DOS SANTOS | Membro efetivo do Conselho de Administração | Marfrig Global Foods S.A. | Genro ou Nora (2º grau por afinidade) |
| MARCOS ANTONIO MOLINA DOS SANTOS | Presidente do Conselho de Administração | RODRIGO MARÇAL FILHO | Diretor Estatutário e Membro do Conselho de Administração | Marfrig Global Foods S.A. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
Relações de subordinação 2 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| MARCIA AP. PASCOAL MARÇAL DOS SANTOS | Membro do Conselho de Administração | MMS PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlador Direto | Controle |
| MARCOS ANTONIO MOLINA DOS SANTOS | Presidente do Conselho de Administração | MMS PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlador Direto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 2 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Weston Importers Ltd | Outras partes relacionadas - Os acionistas controladores detêm quotas em outras entidades que conduziram negócios com o Grupo Marfrig | 31/12/2023 | 575.074.099 | — | — | — |
| MFG Agropecuária LTDA | Outras partes relacionadas - A totalidade das quotas da MFG Agropecuária eram detidas pelos acionistas controladores da Marfrig | 31/03/2025 | 48.000.000 | — | — | Não |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
201620172018201920202021202220232024
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| American Depositary Receipts - ADR | Estados Unidos | Mercado de balcão norte-americano (OTC) | U.S. Securities and Exchange Commission - SEC | 02/09/2010 | 1,26% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 22.600 | 23.823 | 25.589 | 17.828 | 20.186 | 20.916 | 20.259 | 21.302 | 26.504 | 31.572 | 39.507 | 48.003 | 136.104 | 130.955 | 137.510 | 141.988 |
| Ativo circulante | 9.400 | 9.359 | 10.235 | 7.494 | 8.369 | 9.842 | 9.303 | 9.739 | 11.763 | 14.420 | 18.420 | 19.514 | 50.598 | 52.101 | 54.935 | 54.394 |
| Caixa e equivalentes | 738 | 1.077 | 920 | 771 | 1.092 | 1.630 | 3.292 | 1.214 | 2.459 | 1.775 | 2.042 | 1.759 | 6.404 | 6.460 | 4.517 | 4.711 |
| Aplicações financeiras | 3.138 | 2.400 | 2.258 | 1.040 | 1.567 | 3.374 | 1.987 | 3.189 | 4.733 | 6.635 | 9.716 | 6.641 | 16.089 | 15.432 | 18.279 | 20.546 |
| Contas a receber | 1.362 | 1.303 | 1.793 | 1.951 | 1.619 | 1.004 | 790 | 925 | 1.244 | 2.021 | 2.513 | 3.841 | 6.727 | 7.214 | 9.177 | 6.935 |
| Estoques | 2.249 | 2.527 | 2.704 | 1.829 | 2.028 | 1.497 | 1.258 | 1.760 | 1.822 | 2.383 | 2.851 | 4.351 | 12.852 | 10.113 | 11.483 | 12.441 |
| Tributos a recuperar | 869 | 1.025 | 1.240 | 1.110 | 1.362 | 1.290 | 1.240 | 2.089 | 1.145 | 1.177 | 705 | 1.937 | 3.262 | 2.921 | 3.235 | 4.049 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 2.039 | 2.781 | 3.261 | 2.600 | 3.672 | 4.031 | 4.064 | 4.209 | 2.910 | 3.931 | 4.828 | 10.418 | 13.384 | 13.396 | 16.023 | 17.364 |
| Investimentos | 10 | 13 | 11 | 55 | 37 | 26 | 16 | 21 | 43 | 46 | 211 | 347 | 813 | 770 | 342 | 945 |
| Imobilizado | 6.963 | 7.315 | 8.011 | 4.868 | 5.104 | 4.371 | 4.061 | 4.490 | 5.231 | 6.441 | 8.063 | 9.793 | 50.896 | 46.136 | 47.083 | 49.478 |
| Intangível | 4.187 | 4.355 | 4.072 | 2.811 | 3.005 | 2.645 | 2.815 | 2.843 | 6.557 | 6.734 | 7.985 | 7.931 | 20.412 | 18.552 | 19.128 | 19.807 |
| Passivo circulante | 6.949 | 6.673 | 7.687 | 3.689 | 4.662 | 5.407 | 7.383 | 6.021 | 8.646 | 10.615 | 13.864 | 17.048 | 40.421 | 42.171 | 42.966 | 50.453 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 537 | 484 | 507 | 338 | 342 | 338 | 347 | 251 | 564 | 758 | 1.546 | 2.375 | 2.066 | 1.670 | 2.352 | 2.200 |
| Fornecedores | 2.311 | 2.783 | 2.580 | 1.596 | 2.028 | 1.819 | 2.003 | 2.354 | 2.332 | 2.847 | 2.768 | 3.827 | 18.825 | 16.707 | 20.262 | 22.625 |
| Dívida de curto prazo | 3.074 | 2.517 | 3.742 | 1.173 | 1.730 | 2.047 | 1.467 | 1.858 | 3.669 | 4.726 | 6.728 | 7.003 | 13.633 | 8.590 | 9.557 | 14.941 |
| Passivo não circulante | 11.642 | 13.731 | 13.597 | 11.020 | 13.452 | 14.666 | 11.775 | 12.646 | 13.846 | 19.181 | 22.129 | 25.384 | 69.234 | 63.894 | 74.606 | 77.218 |
| Dívida de longo prazo | 6.605 | 9.163 | 8.786 | 7.920 | 9.471 | 10.136 | 9.722 | 10.601 | 11.570 | 17.515 | 20.772 | 23.965 | 51.143 | 47.234 | 56.463 | 59.621 |
| Patrimônio líquido | 4.009 | 3.419 | 4.305 | 3.119 | 2.072 | 844 | 1.101 | 2.635 | 4.012 | 1.776 | 3.514 | 5.572 | 26.450 | 24.890 | 19.938 | 14.317 |
| Receita líquida | 15.878 | 21.885 | 23.726 | 18.752 | 21.073 | 18.892 | 19.333 | 18.578 | 29.715 | 48.761 | 67.482 | 85.388 | 130.632 | 132.218 | 148.861 | 163.963 |
| EBIT | 876 | 1.032 | 1.162 | 867 | 1.084 | 1.278 | 1.013 | 1.112 | 422 | 3.412 | 7.854 | 12.611 | 9.655 | 1.061 | 5.937 | 5.577 |
| Lucro líquido | 140 | -747 | -233 | -897 | -720 | -539 | -633 | -445 | 2.154 | 1.582 | 4.531 | 6.646 | 2.763 | -3.621 | 3.881 | 763 |
| Fluxo de caixa operacional | -668 | 1.511 | 111 | 197 | 1.684 | 2.101 | 1.676 | -7 | 1.519 | 2.600 | 7.691 | 9.034 | 9.335 | 12.556 | 12.766 | 13.078 |
| Fluxo de caixa de investimento | -3.938 | -947 | -559 | -856 | -639 | -448 | -526 | -824 | -4.344 | -1.391 | -1.401 | -4.666 | -6.445 | -6.120 | -6.540 | -9.433 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 4.747 | -394 | -5 | -601 | -373 | -4.103 | -405 | -68 | 204 | -6 | -4.307 | -5.122 | 1.586 | -6.230 | -10.604 | -2.557 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,84 | 23,89 | 23,97 | 23,60 | 23,73 | 23,76 | 23,73 | 23,78 | 24,00 | 24,18 | 24,40 | 24,59 | 25,64 | 25,60 | 25,65 | 25,68 |
| Tamanho (receita) | 23,49 | 23,81 | 23,89 | 23,65 | 23,77 | 23,66 | 23,69 | 23,65 | 24,11 | 24,61 | 24,94 | 25,17 | 25,60 | 25,61 | 25,73 | 25,82 |
| Alavancagem | 0,43 | 0,49 | 0,49 | 0,51 | 0,55 | 0,58 | 0,55 | 0,58 | 0,58 | 0,70 | 0,70 | 0,65 | 0,48 | 0,43 | 0,48 | 0,53 |
| Liquidez corrente | 1,35 | 1,40 | 1,33 | 2,03 | 1,79 | 1,82 | 1,26 | 1,62 | 1,36 | 1,36 | 1,33 | 1,14 | 1,25 | 1,24 | 1,28 | 1,08 |
| ROA | 0,01 | -0,03 | -0,01 | -0,05 | -0,04 | -0,03 | -0,03 | -0,02 | 0,08 | 0,05 | 0,11 | 0,14 | 0,02 | -0,03 | 0,03 | 0,01 |
| ROE | 0,03 | -0,22 | -0,05 | -0,29 | -0,35 | -0,64 | -0,57 | -0,17 | 0,54 | 0,89 | 1,29 | 1,19 | 0,10 | -0,15 | 0,19 | 0,05 |
| Margem líquida | 0,01 | -0,03 | -0,01 | -0,05 | -0,03 | -0,03 | -0,03 | -0,02 | 0,07 | 0,03 | 0,07 | 0,08 | 0,02 | -0,03 | 0,03 | 0,00 |
| Caixa / ativos | 0,03 | 0,05 | 0,04 | 0,04 | 0,05 | 0,08 | 0,16 | 0,06 | 0,09 | 0,06 | 0,05 | 0,04 | 0,05 | 0,05 | 0,03 | 0,03 |
| Tangibilidade | 0,31 | 0,31 | 0,31 | 0,27 | 0,25 | 0,21 | 0,20 | 0,21 | 0,20 | 0,20 | 0,20 | 0,20 | 0,37 | 0,35 | 0,34 | 0,35 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 26/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 17/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 25/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 13/10/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |