SINQIA S.A.
CNPJ 04065791000199 · código CVM 22799Visão geral
| Situação na CVM | CANCELADA |
|---|---|
| Registro na CVM | 26/04/2012 |
| Cancelamento do registro | 19/01/2024 (CANCELAMENTO VOLUNTÁRIO) |
| Setor de atividade | Comunicação e Informática |
| Listagem na B3 (início) | 26/04/2012 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2023) | 77,0% |
| Auditor independente (2023) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.sinqia.com.br ↗ |
Respostas no ano 2019
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 63,8% | 25 | 12 | 10 | 7 | 34 | Básico |
| 2020 | 63,8% | 25 | 12 | 10 | 7 | 34 | Básico |
| 2021 | 63,8% | 25 | 12 | 10 | 7 | 34 | Básico |
| 2022 | 77,5% | 35 | 8 | 6 | 5 | 33 | Básico |
| 2023 | 77,0% | 36 | 9 | 5 | 4 | 34 | — |
Acionistas
6 Sim · 3 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA Companhia entende que a Proposta da Administração é o documento adequado para comunicar a condução dos negócios e que utiliza o voto a distância para estimular a participação dos acionistas, tendo sida a primeira empresa brasileira a divulgar a adoção voluntária a esse mecanismo, em 14/01/2016, para a Assembleia Geral Ordinária realizada em 29/04/2016. |
Não |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaO mecanismo de proteção à dispersão acionária foi incluído no Estatuto Social da Companhia em 06/02/2013, previamente à realização da oferta inicial de ações no Bovespa Mais da B3, quando a Companhia passou a ter controle difuso, razão pela qual o mecanismo se justifica para evitar a concentração das ações. Essas disposições vêm sido mantidas, tendo a última sido aprovada em assembleia geral extraordinária realizada em 07/02/2019 (Art. 30). É de se ressaltar que o percentual de 25% adotado como gatilho para aplicação do mecanismo de proteção à dispersão acionária no Estatuto da Companhia supera a participação do maior acionista, por isso considerado adequado para proteção da Companhia. |
Não |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaNo Estatuto Social vigente, o preço de compra na oferta pública de aquisição para cada ação emitida pela Companhia não será inferior ao maior valor entre: (i) 120% do preço unitário médio das ações de emissão da Companhia durante o período de 3 meses anteriores à data em que a oferta pública de aquisição nos termos deste artigo tenha se tornado obrigatória, ponderado pelo volume de negociação, no mercado acionário de maior volume de negociação das ações emitidas pela Companhia: (ii) 120% do maior preço de emissão das ações verificado em qualquer aumento de capital realizado por meio da distribuição pública realizada dentro do período de 24 meses anteriores à data em que a oferta pública de aquisição tenha se tornado obrigatória, devendo tal valor ser atualizado pela taxa SELIC, a partir da data de emissão das ações no aumento de capital da Companhia até a data de realização da oferta pública de aquisição de acordo com o presente artigo: e (iii) 120% do maior preço por ação pago pelo Acionista Adquirente para adquirir ações da Companhia durante o período de 18 meses anteriores à data em que a oferta pública de aquisição tenha se tornado obrigatória, sendo tal valor atualizado pela taxa SELIC, a partir da data de aquisição até a conclusão da oferta pública. A Companhia entende que os prêmios propostos no estatuo social são de interesse da coletividade dos acionistas e que não substanciais, pois estão em abaixo dos valores médios estabelecidos no mercado. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não possui política formal sobre destinação de resultados, mas a Administração submete anualmente a aprovação das distribuições anuais à assembleia geral, conforme previsto em Lei e no estatuto social, podendo aprovar distribuições intermediárias ad referendum da assembleia. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
6 Sim · 2 Não · 4 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaCom relação à: (i) definir as estratégias de negócios, o Conselho de Administração da Companhia reúne-se mensalmente para tratar desse e demais assuntos visando criação de valor no longo prazo: (ii) riscos, controles internos e compliance, o principal órgão responsável por seu gerenciamento é a Diretoria Finaneira, que pretende futuramente encaminhar uma proposta de política de gerenciamento de riscos para aprovação do conselho de administração (iii) valores e princípios éticos, a Companhia divulgou, em 27/08/2014, o Código de Conduta Ética aprovado naquela data em reunião do Conselho de Administração e (iv) rever o sistema de governança, ele é revisto anualmente visando aprimoramentos, dado que o mandato dos conselheiros e diretores é de 1 ano. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia não possui uma política de indicação formalizada e não há outro documento que regule o processo de indicação dos membros do conselho de administração, sendo que atualmente essa prática é executada por nossos maiores acionistas, que definem uma chapa única submetida à aprovação em assembleia. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaOs membros do Conselho de Administração são avaliados seguindo os mesmos mecanismos utilizados a todos os colaboradores, com periodicidade anual. A metodologia é baseada na técnica de Avaliação por Competências 360º, que consiste nos seguintes procedimentos: (i) elaboração e validação das redes de relacionamento, compostas pelos avaliadores de cada órgão: (ii) preenchimento dos formulários de avaliação por competências com atribuição de notas e comentários sobre os avaliados pelos avaliadores da rede (iii) divulgação dos relatórios de avaliação para os avaliados (iv) feedback sobre os resultados individuais a cada membro do Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO plano de sucessão do Diretor Presidente é elaborado e acompanhado pelo próprio Diretor Presidente, com acompanhamento de membros do Comitê de Remuneração. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA integração de novos conselheiros consiste em reuniões com os antigos membros do conselho de administração e, se necessário, interação com executivos-chave da Companhia. |
Parcialmente |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. justificativa da empresaA Companhia não possui regimento interno do conselho de administração, pois o estatuto social normatiza suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento. |
Não |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaAs reuniões do conselho possuem sessões reservadas, no qual participam todos os conselheiros, inclusive aqueles que são diretores estatutários, mas sem a presença de executivos e outros convidados. |
Parcialmente |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaNo entanto, a Companhia não possui regimento interno do conselho de administração com a previsão de adoção dessas práticas. |
Sim |
Diretoria
7 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaUma vez que o Estatuto Social dispõe da composição, reuniões e competências da Diretoria, um regimento interno não se mostrou necessário até o presente momento. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA avaliação do diretor-presidente é feita habitualmente na sessão reservada das reuniões do conselho de administração, sendo a última ocorrida em março de 2019. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaAs avaliações dos demais diretores ocorrem no 1º trimestre de cada ano, com base no atingimento de metas, sendo realizadas pelo Conselho de Administração no âmbito do Comitê de Remuneração. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaApesar de a Companhia não divulgar sua Política de Remuneração, há um comitê de remuneração não estatutário, formado por 3 conselheiros, sendo 2 independentes, que define a remuneração da diretoria. Os valores finais são deliberados pelo Conselho de Administração e submetidos à apreciação da assembleia geral anualmente. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração dos diretores é composta pela remuneração fixa, variável e baseada em ações, esta última com o objetivo de facilitar o alinhamento de interesses entre executivos e acionistas no longo prazo, com vestings nos 3 anos subsequentes ao bônus financeiro. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaOs diretores que são conselheiros se abstém de votar na própria remuneração em reuniões do conselho de administração, mas não possuem restrição em aprovar a remuneração global submetida à assembleia geral. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
2 Sim · 3 Não · 2 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Comitê de Auditoria Estatutário (CAE) não está instalado, apesar de o Estatuto Social prever a compsoição por, no mínimo, 3 membros, sendo que ao menos 1 deve ser Conselheiro Independente, e ao menos 1 deve ter reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, apesar da prática de não contratar auditores independentes para serviços extras no contexto de auditoria financeira para aquisições. Além disso, a avaliação sobre comprometer a independência é realizada pela Diretoria. No entanto, a Companhia não contratou auditores independentes para prestar serviços de auditoria interna. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui área de auditoria interna, pois dispõe de uma estrutura operacional e controles internos adequados aos riscos identificados, no âmbito da Diretoria Financeira, com custo compatível com o porte atual. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA companhia não possui uma política de gerenciamento de riscos formal, aprovada pleo conselho de administração, pois o Estatuto Social prevê a existência de uma Diretoria Financeira que, além das atribuições estatutárias, é responsável por administrar os riscos, compatível com o porte atual. |
Parcialmente |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA eficiência dos controles internos é supervisionada pela administração da Companhia, com envolvimento do Conselho de Administração, ressalvado não haver um programa de compliance estruturado. |
Parcialmente |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaAnualmente, após a conclusão dos trabalhos de auditoria externa, nosso Conselho de Administração avalia as deficiências de controle reportadas na Carta de Controles Internos e solicita à Diretoria a elaboração de um plano de ação para remediá-las. Adicionalmente, de tempos em tempos, o Conselho de Administração institui órgãos temporários, para realizar uma ampla revisão dos riscos e dos controles internos. Esta revisão foi realizada em 2016, pelo Comitê de Controles Internos & Compliance, instituído à época. Desde então, não ocorreram mudanças substanciais nos negócios para justificar uma nova revisão. Por fim, a administração acredita que tal estrutura é compatível com o porte e complexidade dos nossos negócios. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
4 Sim · 3 Não · 4 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA companhia não possui um comitê de conduta, pois o baixo volume de denúncias recebidas pelo canal de denúncias são tratadas por um ou mais conselheiro(s) independente(s), sendo suficientes para propor medidas corretivas relativas às infrações. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal de Denúncias da Companhia é interno e está sob responsabilidade dos membros do Comitê de Auditoria Estatutário (CAE), vinculado diretamente ao Conselho de Administração, constituído e regido de acordo com o Regimento Interno próprio. Caso o CAE não esteja instalado, a responsabilidade passa a ser de um ou mais membros independentes do Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaOs mecanismos utilizados pela Companhia para implementação dessas práticas são as disposições previstas no estatuto social e legislações aplicáveis. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia possui como prática que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação se manifeste sobre seu conflito de interesses, no entanto sem ses afastar fisicamente das discussões e deliberações. |
Parcialmente |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia utiliza como mecanismos utilizados para implementação dessas práticas a revisão das deliberações e atas por assessores legais contratados para acompanhar as assembleias gerais e garantir que não haja votos proferidos em conflito, em especial de acionistas que são administradores. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaO Estatuto Social prevê que compete ao Comitê de Auditoria Estatutário a avaliação, o monitoramento e a recomendação à administração de correção ou aprimoramento das políticas internas da Companhia, incluindo a política de transações entre partes relacionadas. No entanto, não é taxativo em definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia não possui uma política de transações com partes relacionadas aprovada pelo conselho de administração, pois não tem por prática realizar transações com partes relacionadas além do compartilhamento de gastos com controladas, descritos nas demonstrações financeiras da Companhia. |
Não |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração em 26/11/2014, mas o monitoramento das negociações pelas pessoas vinculadas restringe-se a conselheiros e diretores estatutários, não sendo a prática monitorar todos os colaboradores, que são vinculados à referida política. |
Parcialmente |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia não destina recursos para contribuições voluntárias, inclusive relacionadas às atividades políticas, motivo pelo qual entende não ser necessária tal política no momento. |
Não |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaA Companhia não destina recursos para contribuições voluntárias, inclusive relacionadas às atividades políticas, motivo pelo qual entende não ser necessária uma política no momento. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
201220132014201520162017201820192020202120222023
Conselho de Administração 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Bernardo Francisco Pereira GomesGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 06/11/2023 | 2 anos |
| Daniel Oscar BrignardelloGin | Conselho de Administração | 29 - Outros Conselheiros | 06/11/2023 | 2 anos |
| PILAR MARIA BAZTERRICAGin | Conselho de Administração | 29 - Outros Conselheiros | 06/11/2023 | 2 anos |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| Bernardo Francisco Pereira GomesGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 06/11/2023 | 2 anos |
| Claudio Almeida PradoGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 11/05/2023 | 2 anos |
| João Carlos BolonhaGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 11/05/2023 | 2 ano |
| Thiago Almeida Ribeiro da RochaGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 11/05/2023 | 2 anos |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
201220132014201520162017201820192020202120222023
Remuneração total, por órgão — exercício 2023
Prevista para 2023 (FRE 2023)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 6 | 7 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 7 | 6 |
| Salário ou pró-labore | 374.232 | 2.332.288 | 7.491.464 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 238.012 | 1.314.784 |
| Participação em comitês | 0 | 156.800 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 993.172 | 6.756.915 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 3.120.658 |
| Total do órgão | 374.232 | 3.720.272 | 18.683.821 |
Realizada em 2023 (FRE 2024)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2023: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2023; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2024 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2023
Realizada em 2023
A realizada em 2023 será reportada no FRE de 2024, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2023 vem do FRE de 2024.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2023
Prevista para 2023 (FRE 2023)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 6 | 7 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 7 | 6 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 993.172 | 6.756.915 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 993.172 | 6.756.915 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2023 (FRE 2024)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2023: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2023; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2024 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2023
Opções — Realizada em 2023
A realizada em 2023 será reportada no FRE de 2024, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2023
A realizada em 2023 será reportada no FRE de 2024, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2023 vem do FRE de 2024. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 08/05/2019 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 08/05/2019 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 08/05/2019 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 07/04/2015 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 08/05/2019 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 07/04/2015 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 08/05/2019 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 07/04/2015 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/04/2019 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 26/03/2015 → 24/04/2019 |
| 2017 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2013 → 18/03/2015 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 26/03/2015 |
| 2016 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2013 → 18/03/2015 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 26/03/2015 |
| 2015 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2013 → 18/03/2015 |
| 2015 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 26/03/2015 |
| 2014 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2013 → 18/03/2015 |
| 2014 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2014 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2011 → 31/12/2011 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 26/03/2015 |
| 2013 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2011 → 31/12/2011 |
| 2013 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2010 → 31/12/2010 |
| 2012 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2011 → 31/12/2011 |
| 2012 | ACAL AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 07377136000164 | Nacional | 01/01/2010 → 31/12/2010 |
| 2012 | BDO Trevisan Auditores Independentes | 52803244000106 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 4 | 1 |
| 2013 | 3 | 0 |
| 2012 | 4 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
201220132014201520162017201820192020202120222023
Posição acionária 3 acionistas listados
| Acionista | Nacionalidade | % ON | % PN | % Total | Marcações |
|---|---|---|---|---|---|
| EVERTEC BRASIL INFORMÁTICA S.A. | Brasil | 100% | 0% | 100% | |
| Ações Tesouraria | — | 0% | 0% | 0% | |
| Outros | — | 0% | 0% | 0% |
Acionistas com 5% ou mais de uma classe de ações, e demais listados no FRE. A composição interna de blocos (quem integra cada acionista agregado) está na base de dados.
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 0 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 0 (0%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 0 (0%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (06/11/2023).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 30/08/2021 | 3.000.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 02/09/2021 | 813.303.274 | 87.941.972 | 0 | 87.941.972 |
| Capital Integralizado | 02/09/2021 | 813.303.274 | 87.941.972 | 0 | 87.941.972 |
| Capital Subscrito | 02/09/2021 | 813.303.274 | 87.941.972 | 0 | 87.941.972 |
201220132014201520162017201820192020202120222023
Transações com partes relacionadas 6 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Senior Solution Consultoria em Informática Ltda. | Controlada | 30/06/2021 | 13.048.000 | — | — | 0,000000 |
| Senior Solution Consultoria em Informática Ltda. | Controlada | 30/06/2021 | 7.162.000 | — | — | 0,000000 |
| Sinqia Administração de Previdência Ltda. | Controlada | 30/06/2021 | 4.769.000 | — | — | 0,000000 |
| Senior Solution Serviços em Informática Ltda. | Controlada | 30/06/2021 | 580.000 | — | — | 0,000000 |
| Senior Solution Serviços em Informática Ltda. | Controlada | 30/06/2021 | 131.000 | — | — | 0,000000 |
| Torq Inovação Digital Ltda. | Controlada | 30/06/2021 | 113.000 | 113 | — | 0,000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 25 | 34 | 79 | 86 | 98 | 155 | 158 | 167 | 620 | 638 | 1.255 | 1.555 |
| Ativo circulante | 9 | 19 | 50 | 58 | 64 | 45 | 52 | 52 | 393 | 344 | 609 | 251 |
| Caixa e equivalentes | 1 | 2 | 2 | 1 | 5 | 7 | 12 | 2 | 365 | 1 | 24 | 38 |
| Aplicações financeiras | 1 | 12 | 40 | 43 | 43 | 19 | 18 | 24 | 0 | 320 | 537 | 152 |
| Contas a receber | 4 | 3 | 6 | 11 | 12 | 15 | 19 | 22 | 22 | 17 | 35 | 41 |
| Estoques | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Tributos a recuperar | 3 | 1 | 2 | 2 | 4 | 4 | 3 | 3 | 4 | 4 | 7 | 16 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 3 | 2 |
| Realizável a longo prazo | 4 | 4 | 4 | 6 | 5 | 13 | 13 | 17 | 28 | 33 | 122 | 179 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 3 | 7 | 35 | 38 | 48 | 47 |
| Intangível | 11 | 10 | 24 | 22 | 28 | 96 | 90 | 92 | 164 | 223 | 476 | 1.078 |
| Passivo circulante | 8 | 8 | 11 | 18 | 15 | 37 | 34 | 34 | 52 | 71 | 130 | 279 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 2 | 4 | 5 | 7 | 7 | 17 | 16 | 14 | 14 | 21 | 41 | 62 |
| Fornecedores | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 5 |
| Dívida de curto prazo | 3 | 2 | 1 | 1 | 1 | 7 | 7 | 4 | 18 | 20 | 44 | 99 |
| Passivo não circulante | 7 | 12 | 11 | 8 | 17 | 48 | 48 | 48 | 137 | 131 | 339 | 606 |
| Dívida de longo prazo | 2 | 7 | 4 | 3 | 13 | 12 | 15 | 11 | 66 | 58 | 209 | 210 |
| Patrimônio líquido | 10 | 14 | 57 | 60 | 66 | 70 | 76 | 85 | 432 | 436 | 785 | 670 |
| Receita líquida | 39 | 46 | 51 | 71 | 75 | 85 | 135 | 142 | 175 | 210 | 353 | 616 |
| EBIT | 5 | 8 | 5 | 8 | 5 | 7 | 11 | 8 | -2 | 7 | 22 | 61 |
| Lucro líquido | 3 | 6 | 6 | 11 | 10 | 8 | 7 | 3 | -5 | 5 | 23 | 18 |
| Fluxo de caixa operacional | 2 | 10 | 12 | 8 | 2 | 34 | 9 | 11 | 1 | 30 | 50 | 126 |
| Fluxo de caixa de investimento | 4 | -0 | -16 | -0 | -2 | -57 | -7 | -13 | -53 | -49 | -737 | -89 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -6 | 2 | 32 | -6 | 4 | 2 | 2 | -2 | 392 | -25 | 390 | -24 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 17,03 | 17,33 | 18,19 | 18,27 | 18,40 | 18,86 | 18,87 | 18,94 | 20,25 | 20,27 | 20,95 | 21,16 |
| Tamanho (receita) | 17,47 | 17,65 | 17,75 | 18,08 | 18,14 | 18,25 | 18,72 | 18,77 | 18,98 | 19,16 | 19,68 | 20,24 |
| Alavancagem | 0,20 | 0,29 | 0,07 | 0,05 | 0,14 | 0,12 | 0,14 | 0,09 | 0,14 | 0,12 | 0,20 | 0,20 |
| Liquidez corrente | 1,23 | 2,41 | 4,41 | 3,22 | 4,34 | 1,22 | 1,52 | 1,54 | 7,63 | 4,85 | 4,67 | 0,90 |
| ROA | 0,12 | 0,18 | 0,08 | 0,13 | 0,10 | 0,05 | 0,05 | 0,02 | -0,01 | 0,01 | 0,02 | 0,01 |
| ROE | 0,28 | 0,42 | 0,11 | 0,19 | 0,15 | 0,12 | 0,10 | 0,03 | -0,01 | 0,01 | 0,03 | 0,03 |
| Margem líquida | 0,08 | 0,13 | 0,12 | 0,16 | 0,13 | 0,10 | 0,06 | 0,02 | -0,03 | 0,02 | 0,06 | 0,03 |
| Caixa / ativos | 0,05 | 0,07 | 0,02 | 0,02 | 0,05 | 0,05 | 0,08 | 0,01 | 0,59 | 0,00 | 0,02 | 0,02 |
| Tangibilidade | 0,03 | 0,02 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,02 | 0,04 | 0,06 | 0,06 | 0,04 | 0,03 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 29/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | — | FCA 2023 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |