METALFRIO SOLUTIONS S/A
CNPJ 04821041000108 · código CVM 20613Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 10/04/2007 |
| Setor de atividade | Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças |
| Listagem na B3 (início) | 11/04/2007 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 69,0% |
| Auditor independente (2026) | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.metalfrio.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 54,0% | 19 | 15 | 16 | 4 | 38 | Novo Mercado |
| 2020 | 54,1% | 18 | 14 | 17 | 5 | 38 | Novo Mercado |
| 2021 | 56,0% | 20 | 14 | 16 | 4 | 38 | Novo Mercado |
| 2022 | 65,0% | 23 | 8 | 19 | 4 | 36 | Novo Mercado |
| 2023 | 71,0% | 29 | 8 | 13 | 4 | 34 | Novo Mercado |
| 2024 | 69,0% | 26 | 7 | 17 | 4 | 34 | Novo Mercado |
| 2025 | 69,0% | 26 | 7 | 17 | 4 | 34 | Novo Mercado |
Acionistas
6 Sim · 0 Não · 3 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA Companhia entende que a proposta da administração adotada e divulgada antes da assembleia geral, atende a finalidade de comunicar a condução dos negócios, facilitando a participação dos acionistas nas assembleias gerais. |
Parcialmente |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaDe acordo com o artigo 30 do estatuto social da Companhia, que pode ser consultado em www.ri.metalfrio.com.br, a medida de defesa adotada pela Companhia tem como objetivo prevenir aquisições oportunistas que resultem na aquisição do controle da Companhia, preservando a liquidez e maximização do valor das ações em benefício de todos os acionistas. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaAs regras para determinação do preço da oferta pública de aquisição de ações estão descritas no estatuto social da Companhia (Capítulo V), que pode ser consultado em www.ri.metalfrio.com.br. O estatuto social não prevê acréscimo de prêmio ou ágio sobre valores a serem pagos no âmbito de uma OPA. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaA Companhia atende integralmente a recomendação constante do item (i). Com relação ao item (ii), embora o estatuto social não estabeleça expressamente a manifestação dos administradores nos termos da recomendação, os conselheiros, no cumprimento de seus deveres fiduciários e conforme as alíneas 27 e 29 do artigo 19 do estatuto social, devem se manifestar a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações por meio de parecer fundamentado, o que implica em assegurar tratamento igualitário ao proposto ao acionista controlador alienante em razão da previsão estatutária. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não possui política de destinação de resultado formalizada. O estatuto social estabelece no parágrafo 3º do artigo 28 a destinação que deve ser dada ao lucro líquido apurado da Companhia. O conselho de administração estabelece diretrizes estratégicas e de financiabilidade para a Administração atribuir a destinação adequada dos resultados. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
7 Sim · 2 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaNo item (i), o conselho de administração é o responsável por fixar a orientação dos negócios gerais da Companhia, conforme estatuto social, sendo responsável pela formulação e monitoramento da implantação das políticas gerais de negócios, incluindo a estratégia de longo prazo. É responsável também, dentre outras atribuições, pela designação e supervisão da gestão dos seus Diretores. Os órgãos de administração da Companhia buscam identificar, avaliar, tratar, monitorar e comunicar eventuais riscos ou ameaças que afetem a perenidade dos negócios, contemplando aspectos estratégicos, financeiros, operacionais, ambiental etc. Com relação ao item (ii) o conselho de administração é o responsável por avaliar periodicamente os riscos a que está sujeita a Companhia e decidir pela implementação de mecanismos de redução das eventuais exposições, por meio da adoção de Políticas, entre elas, o Código de Ética e Conduta e a Política de Gestão de Riscos. Essas Políticas auxiliam na manutenção do ambiente de controle interno a níveis aceitáveis de risco. No item (iii) a recomendação é atendida em sua integralidade, por meio da adoção do Código de Ética e Conduta aprovado pelo conselho de administração da Companhia. Com relação ao item (iv) o sistema de governança corporativa e os riscos inerentes são avaliados periodicamente pela administração com o objetivo de aprimorá-los mediante a implementação de mecanismos de redução de eventuais exposições, e de acordo com O Regimento Interno do Conselho que estabelece os direitos, deveres e responsabilidades dos conselheiros, há o dever de os conselheiros zelarem pela adoção das boas práticas de governança corporativa pela Companhia. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui Política de Indicação de Membros do Conselho de Administração, seus Comitês de Assessoramento e Diretoria Estatutária. A indicação para membros do conselho poderá ser feita pelos administradores ou qualquer acionista, mediante notificação enviada ao Departamento de Relações com Investidores e/ou Departamento Jurídico, sendo que para a composição do conselho devem ser observados os critérios estabelecidos na política, além dos requesitos legais, regulamentares e estatutários, incluindo a reputação, o perfil, a experiência acadêmica, a experiência profissional, disponibilidade e diversidade de conhecimentos. |
Parcialmente |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração estabelece o processo de avaliação do desempenho do conselho e de órgãos e comitês relacionados, durante a vigência do mandado de seus membros. É avaliado o órgão como um todo, as atuações dos membros e a dinâmica das reuniões. A avaliação poderá contar com apoio de consultoria externa, especializada e independente, que utilize metodologia alinhada as melhores práticas de governança corporativa. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não adota um plano de sucessão do diretor presidente, mas o conselho de administração zela pela continuidade da gestão da Companhia, assegurando que a sucessão do diretor presidente seja feita de forma ordenada de modo a evitar que o desempenho da Companhia seja afetado e haja consequente destruição de valor. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não adote um programa escrito como recomendado, principalmente por manter nos últimos anos a maioria dos membros do conselho já familiarizados com a Companhia, seus negócios, setor e estrutura interna, após a eleição e posse do conselho, é realizada reunião preliminar da administração com o objetivo de integrar os novos conselheiros aos negócios, apresentar as pessoas-chave da Companhia, visitar as instalações, e apresentar os temas relevantes referentes às estratégias adotadas pela Companhia. |
Não |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaA Companhia realiza reuniões ordinárias trimestralmente, conforme estabelecido no Regimento Interno, sem prejuízo das convocação de reuniões extraordinárias quando necessário. Os conselheiros entendem que o número de reuniões é suficiente para a condução do negócio. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Conselho Administração possui a sistemática de formalizar as atas das respectivas reuniões, conforme estabelecido no Regimento Interno do Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
4 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Companhia não adota regimento interno próprio da diretoria, conforme a recomendação, pelo fato do estatuto social estabelecer a estrutura e o funcionamento da diretoria e os papéis e responsabilidades dos diretores. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO diretor presidente é avaliado pelo presidente do conselho de administração. |
Parcialmente |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO diretor presidente avalia anualmente cada um dos demais diretores, baseado em competências organizacionais, funcionais e atingimento de metas e reporta as avaliações ao conselho de administração. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Política de Remuneração abrange os membros do Conselho de Administração, da Diretoria Estatutária e dos Comitês da Companhia e estabelece de forma transparente a composição da remuneração da diretoria, observado os limites estabelecidos pela Assembleia Geral Ordinária na aprovação da remuneração global dos administradores. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria da Companhia está vinculada ao cumprimento de metas financeiras e não financeiras e respeita um procedimento formal, não escrito, consolidado pela Companhia que está diretamente relacionada ao desempenho da Companhia com vistas à geração de valor e retorno de longo prazo para seus acionistas. |
Parcialmente |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO diretor presidente recomenda para aprovação do conselho de administração a remuneração dos demais diretores, sendo que a remuneração do diretor presidente é igualmente aprovada pelo conselho de administração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
5 Sim · 2 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia adota comitê de auditoria não estatutário, que exerce todas as atribuições exigidas do comitê estatutário. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros.
justificativa da empresaA Companhia não possui conselho fiscal permanente, sendo instalado por solicitação dos acionistas. Não há regimento interno próprio, mas em todos os exercícios sociais em que foi instalado os membros eleitos atuaram sem qualquer embaraço no desenvolvimento de seus trabalhos e suas atribuições. |
Não |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia não tem política formal para contratação de empresas de auditoria externa para serviços de consultoria (extra-auditoria). Não obstante, segue a recomendação de não realizar contratações que possam comprometer a independência dos auditores. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaEm 2024 foi restabelecida a auditoria interna de forma tercerizada reportando-se diretamente ao Comitê de Auditoria. Está em processo de implementação o processo da auditoria interna se reportar ao Conselho de Administração e ao Comitê de Auditoria. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia tem política de gerenciamento de riscos aprovada pelo conselho de administração que atende as solicitações deste item. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração supervisiona as atividades do processo de gerenciamento de riscos executadas pela Diretoria. Desde 2024 o processo de avaliação de riscos e controles conta com o apoio de consultoria externa e discussões no âmbito do comitê de auditoria. |
Parcialmente |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Companhia tem política de gerenciamento de riscos aprovada pelo conselho de administração que atende as solicitações deste item. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
4 Sim · 2 Não · 5 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaAtualmente a Companhia mantém Comitê de Ética e Conduta, supervisionado pelo Diretor Presidente, porém está em processo de implementação de nova sistemática para que o referido comitê passe a ser subordinado ao Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia mantém canal de denúncia por meio de empresa terceirizada, sendo que os descumprimentos ao código de ética e conduta são analisados pelo Comitê de Ética e Conduta e, se necessário, resultam em investigações e aplicação de sanções que estão sob responsabilidade do próprio Comitê de Ética e Conduta, assim como da diretoria e departamentos de recursos humanos e jurídico. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs competências e definição das funções, papeis, responsabilidades, competências, e alçadas de decisão estão definidas no estatuto social da Companhia, inclusive, veda o voto de administradores nos casos em que forem verificados conflito de interesse. |
Parcialmente |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaAs questões relacionadas a conflitos de interesse são submetidas ao conselho de administração, sendo vedada a participação de qualquer pessoa que tiver interesse conflitante com o da Companhia. A Companhia adota práticas de governança corporativa recomendadas e/ou exigidas pela legislação e aquelas previstas no regulamento do novo mercado e de acordo com as diretrizes do código de melhores práticas de governança do IBGC. |
Parcialmente |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaCom relação à administração de conflito de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, o conflito, habitualmente, deve ser identificado pelo próprio acionista, mediante sua abstenção de voto. Nas situações em que não haja qualquer manifestação e o conflito seja inequívoco, o presidente da mesa deve declarar tal impedimento, de acordo com os precedentes da Comissão de Valores Mobiliários sobre o assunto. |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia implementou a Política de Transações com Partes Relacionadas devidamente aprovada pelo Conselho de Administração que considera a maioria das regras sugeridas na análise de casos de transação com partes relacionadas. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia tem sua Política de Negociação de Valores Mobiliários e monitora as negociações da Companhia e das pessoas obrigadas a observar a política, conforme a metodologia de que as negociações devem ser feitas através de corretoras credenciadas e observado os períodos de impedimento à negociação. Aludida política estabelece, ainda, infrações e sanções para toda e qualquer violação praticada em descumprimento da política. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia não mantém política formalizada pelo fato de não realizar contribuições voluntárias e/ou doações a partidos políticos. |
Não |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaA Companhia não realiza contribuições voluntárias a partidos políticos e desembolsos relacionados às atividades políticas. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADRIANO CIVES SEABRA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | ATÉ AGO 2027 |
| ERWIN THEODOR HERMAN LOUISE RUSSELGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 30/04/2026 | ATÉ AGO 2027 |
| MARCELO FARIA DE LIMAGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/04/2026 | ATÉ AGO 2027 |
| MARCELO GASPARINO DA SILVA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | ATÉ AGO 2027 |
| PEDRO MANUEL JACINTO CASANOVA GUERRAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | ATÉ AGO 2027 |
| PETROS DIAMANTIDESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | ATÉ AGO 2027 |
| SERKAN GÜLEÇGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | ATÉ AGO 2027 |
Diretoria 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| JEAN MICHEL PASSOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 23/12/2024 | até 11/01/2028 |
| LUIZ EDUARDO MOREIRA CAIOGin | Diretoria | 13 - Diretor Presidente / Diretor de Relações com Investidores | 23/12/2024 | até 11/01/2028 |
| RONALDO PELAESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 23/12/2024 | até 11/01/2028 |
Comitês 1 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ADRIANO CIVES SEABRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARIA CARMEN WESTERLUND MONTERAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PEDRO MANUEL JACINTO CASANOVA GUERRAGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| PEDRO MANUEL JACINTO CASANOVA GUERRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 3 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 06/02/2025 |
| 2025 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 06/02/2025 |
| 2024 | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada | 54276936000179 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2024 | Grant Thornton Auditores Independentes Ltda | 10830108000165 | Nacional | 06/02/2025 |
| 2023 | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada | 54276936000179 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2022 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 54276936000179 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2019 |
| 2021 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 54276936000179 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 10/03/2014 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2019 |
| 2020 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 54276936000179 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 10/03/2014 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2019 |
| 2019 | BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 54276936000179 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 10/03/2014 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2019 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 10/03/2014 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 10/03/2014 |
| 2016 | Delloite Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 10/03/2014 |
| 2015 | Delloite Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 10/03/2014 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 17/04/2009 → 09/03/2014 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 17/04/2009 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 30/03/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 18/04/2011 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 17/04/2009 |
| 2010 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 17/04/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 0 |
| 2025 | 1 | 0 |
| 2024 | 2 | 0 |
| 2023 | 1 | 0 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 3 | 1 |
| 2020 | 3 | 1 |
| 2019 | 3 | 1 |
| 2018 | 1 | 1 |
| 2017 | 1 | 1 |
| 2016 | 1 | 0 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 291 |
| Acionistas pessoa jurídica | 21 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 4.247.131 (66,55%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 4.247.131 (66,55%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (22/05/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 10/11/2017 | 0 | 5.333.333 | 0 | 5.333.333 |
| Capital Emitido | 28/11/2025 | 494.167.333 | 6.382.377 | 0 | 6.382.377 |
| Capital Integralizado | 28/11/2025 | 494.167.333 | 6.382.377 | 0 | 6.382.377 |
| Capital Subscrito | 28/11/2025 | 494.167.333 | 6.382.377 | 0 | 6.382.377 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 1 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| Marcelo Faria de Lima | Presidente do Conselho de Administração | Marsel Sogutma A.S. | Cliente | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 42 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Metalfrio - Turquia | Controlada direta | 31/12/2019 | 103.639.900 | — | — | 5,000000 |
| Rome Investment | Controlada direta | 31/12/2017 | 58.759.256 | — | — | 5,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2018 | 44.913.000 | — | — | 5,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2017 | 43.803.000 | — | — | 5,000000 |
| Marsel Sogutma A.S. | Distribuidora de peças para refrigeração | 31/12/2020 | 36.342.833 | — | — | 0,000000 |
| Rome Investment Management Ltd | Controlada direta | 31/12/2014 | 25.842.000 | — | — | 5,000000 |
| Marsel Sogutma A.S. | Distribuidora de peças para refrigeração | 31/12/2019 | 17.705.541 | — | — | 0,000000 |
| 3L | Controlada indireta | 31/12/2020 | 13.339.774 | — | — | 0,000000 |
| Begur Transporte Rodoviario e Logistico LTDA | Controlada direta | 31/12/2020 | 10.676.866 | — | — | 0,000000 |
| Begur Transporte Rodoviario e Logistico LTDA | Controlada direta | 31/12/2019 | 10.075.046 | — | — | 0,000000 |
| Rome Investment Management Ltd | Controlada direta | 31/12/2016 | 6.886.000 | — | — | 5,000000 |
| Rome Investment Management Ltd | Controlada direta | 31/12/2015 | 5.822.000 | — | — | 5,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2019 | 4.955.560 | — | — | 5,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2016 | 4.575.054 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - EUA | Controlada direta | 31/12/2017 | 4.396.241 | — | — | 5,000000 |
| Metalfrio - EUA | Controlada direta | 31/12/2015 | 3.790.493 | — | — | 5,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2012 | 1.621.893 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2013 | 1.462.368 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2011 | 1.233.448 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - EUA | Controlada direta | 31/12/2016 | 1.019.728 | — | — | 5,000000 |
| Metalfrio - Bolívia | Controlada direta | 31/12/2017 | 934.091 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2010 | 920.850 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - EUA | Controlada direta | 31/12/2018 | 919.920 | — | — | 5,000000 |
| 3L | Controlada indireta | 31/12/2019 | 557.541 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2009 | 385.977 | — | — | 0,000000 |
| FMG Serviços e Consultoria | Outras partes relacionadas | 31/12/2020 | 281.600 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - Bolívia | Controlada direta | 31/12/2016 | 228.000 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2020 | 200.457 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2012 | 169.052 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2014 | 129.713 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - Bolívia | Controlada direta | 31/12/2018 | 66.482 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - Bolivia | Controlada direta | 31/12/2019 | 65.476 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - EUA | Controlada direta | 31/12/2013 | 46.000 | — | — | 0,000000 |
| Klimasan | Controlada Indireta | 31/12/2019 | 20.355 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - EUA | Controlada direta | 31/12/2015 | 13.245 | — | — | 0,000000 |
| Klimasan | Controlada Indireta | 31/12/2014 | 11.320 | — | — | 0,000000 |
| Klimasan | Controlada Indireta | 31/12/2013 | 9.809 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - EUA | Controlada direta | 31/12/2014 | 7.444 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2018 | 6.534 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2019 | 5.542 | — | — | 0,000000 |
| Metalfrio - México | Controlada direta | 31/12/2014 | 5.390 | — | — | 0,000000 |
| Klimasan | Controlada Indireta | 31/12/2012 | 3.800 | — | — | 0,000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 889 | 951 | 980 | 1.210 | 1.137 | 1.205 | 1.099 | 1.279 | 1.389 | 1.627 | 1.720 | 1.971 | 1.674 | 1.791 | 1.980 | 1.878 |
| Ativo circulante | 625 | 663 | 652 | 840 | 736 | 775 | 703 | 867 | 981 | 1.165 | 1.180 | 1.367 | 1.192 | 1.247 | 1.374 | 1.235 |
| Caixa e equivalentes | 162 | 244 | 176 | 243 | 240 | 295 | 178 | 294 | 178 | 240 | 204 | 252 | 113 | 121 | 166 | 160 |
| Aplicações financeiras | 127 | 138 | 201 | 230 | 175 | 155 | 231 | 213 | 367 | 296 | 300 | 144 | 94 | 55 | 71 | 36 |
| Contas a receber | 196 | 150 | 132 | 144 | 109 | 122 | 131 | 115 | 164 | 263 | 239 | 424 | 452 | 612 | 624 | 591 |
| Estoques | 115 | 101 | 121 | 187 | 179 | 164 | 134 | 206 | 222 | 245 | 319 | 417 | 397 | 323 | 371 | 313 |
| Tributos a recuperar | 15 | 17 | 12 | 26 | 26 | 31 | 20 | 29 | 40 | 92 | 97 | 117 | 115 | 101 | 107 | 107 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 22 | 24 | 8 | 29 | 69 | 75 | 67 | 65 | 57 | 50 | 72 | 162 | 38 | 80 | 68 | 77 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 142 | 155 | 198 | 198 | 184 | 202 | 179 | 193 | 192 | 249 | 289 | 277 | 294 | 319 | 376 | 397 |
| Intangível | 100 | 110 | 122 | 143 | 147 | 153 | 149 | 153 | 158 | 164 | 179 | 164 | 150 | 144 | 162 | 169 |
| Passivo circulante | 314 | 322 | 345 | 662 | 636 | 845 | 516 | 841 | 897 | 1.089 | 982 | 1.656 | 1.750 | 1.833 | 1.132 | 1.075 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 16 | 18 | 18 | 20 | 19 | 23 | 20 | 20 | 21 | 21 | 26 | 26 | 23 | 36 | 44 | 34 |
| Fornecedores | 80 | 81 | 98 | 157 | 174 | 196 | 159 | 266 | 276 | 342 | 377 | 465 | 280 | 391 | 457 | 390 |
| Dívida de curto prazo | 177 | 185 | 193 | 450 | 395 | 562 | 284 | 511 | 496 | 653 | 476 | 1.043 | 1.310 | 1.280 | 513 | 524 |
| Passivo não circulante | 259 | 372 | 355 | 280 | 320 | 323 | 460 | 340 | 404 | 411 | 725 | 436 | 258 | 288 | 414 | 344 |
| Dívida de longo prazo | 235 | 348 | 350 | 274 | 310 | 303 | 441 | 318 | 383 | 377 | 672 | 380 | 195 | 219 | 342 | 271 |
| Patrimônio líquido | 316 | 257 | 280 | 268 | 181 | 37 | 122 | 98 | 87 | 127 | 13 | -122 | -334 | -330 | 434 | 459 |
| Receita líquida | 783 | 755 | 702 | 813 | 881 | 1.018 | 1.014 | 986 | 1.197 | 1.481 | 1.445 | 2.046 | 1.990 | 1.967 | 2.189 | 2.403 |
| EBIT | 73 | 28 | 1 | 0 | 18 | 35 | 57 | 73 | 85 | 129 | 73 | 163 | 132 | 131 | 156 | 196 |
| Lucro líquido | 71 | 11 | 14 | -19 | -66 | -101 | 31 | -20 | -5 | 47 | -140 | -56 | -195 | 8 | -23 | 22 |
| Fluxo de caixa operacional | 50 | 140 | 22 | 52 | 55 | 91 | 95 | 151 | 223 | 86 | 204 | 87 | -180 | 182 | 135 | 166 |
| Fluxo de caixa de investimento | -34 | -37 | -58 | -55 | -10 | -40 | -121 | -28 | -200 | -12 | -89 | -113 | -37 | -54 | -128 | -58 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 98 | -26 | -52 | 63 | -101 | -135 | 81 | 12 | -107 | 20 | -160 | 181 | 88 | -119 | -67 | -135 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,61 | 20,67 | 20,70 | 20,91 | 20,85 | 20,91 | 20,82 | 20,97 | 21,05 | 21,21 | 21,27 | 21,40 | 21,24 | 21,31 | 21,41 | 21,35 |
| Tamanho (receita) | 20,48 | 20,44 | 20,37 | 20,52 | 20,60 | 20,74 | 20,74 | 20,71 | 20,90 | 21,12 | 21,09 | 21,44 | 21,41 | 21,40 | 21,51 | 21,60 |
| Alavancagem | 0,46 | 0,56 | 0,55 | 0,60 | 0,62 | 0,72 | 0,66 | 0,65 | 0,63 | 0,63 | 0,67 | 0,72 | 0,90 | 0,84 | 0,43 | 0,42 |
| Liquidez corrente | 1,99 | 2,06 | 1,89 | 1,27 | 1,16 | 0,92 | 1,36 | 1,03 | 1,09 | 1,07 | 1,20 | 0,83 | 0,68 | 0,68 | 1,21 | 1,15 |
| ROA | 0,08 | 0,01 | 0,01 | -0,02 | -0,06 | -0,08 | 0,03 | -0,02 | -0,00 | 0,03 | -0,08 | -0,03 | -0,12 | 0,00 | -0,01 | 0,01 |
| ROE | 0,22 | 0,04 | 0,05 | -0,07 | -0,37 | -2,71 | 0,25 | -0,20 | -0,06 | 0,37 | -10,94 | 0,46 | 0,58 | -0,03 | -0,05 | 0,05 |
| Margem líquida | 0,09 | 0,01 | 0,02 | -0,02 | -0,08 | -0,10 | 0,03 | -0,02 | -0,00 | 0,03 | -0,10 | -0,03 | -0,10 | 0,00 | -0,01 | 0,01 |
| Caixa / ativos | 0,18 | 0,26 | 0,18 | 0,20 | 0,21 | 0,25 | 0,16 | 0,23 | 0,13 | 0,15 | 0,12 | 0,13 | 0,07 | 0,07 | 0,08 | 0,09 |
| Tangibilidade | 0,16 | 0,16 | 0,20 | 0,16 | 0,16 | 0,17 | 0,16 | 0,15 | 0,14 | 0,15 | 0,17 | 0,14 | 0,18 | 0,18 | 0,19 | 0,21 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 02/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 01/08/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |