WILSON SONS LTD.
CNPJ 05721735000128 · código CVM 080047Visão geral
| Segmento B3 atual | Básico |
|---|---|
| Comply Index (2021) | 90,4% |
| Auditor independente (2021) | Ernst & Young Auditores Independentes |
Dados cadastrais ainda não carregados.
Respostas no ano 2021
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 86,2% | 36 | 2 | 9 | 7 | 28 | Básico |
| 2020 | 88,3% | 38 | 2 | 7 | 7 | 28 | Básico |
| 2021 | 90,4% | 40 | 2 | 5 | 7 | 28 | Básico |
Acionistas
8 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaEm 2007, a Companhia concluiu uma reestruturação societária, bem como mudanças na governança corporativa para viabilizar a listagem da Wilson Sons Limited, hoje com ações negociados na B3, por meio de Brazilian Depositary Receipts ("BDRs"). Assim, as medidas de defesa e sobretudo dos gatilhos de acionamento foram analisadas no âmbito global deste contexto de reorganização societária, de modo que o Estatuto Social atualmente em vigor dispõe que qualquer pessoa, acionista ou grupo de acionistas, que adquira ou que tenha se tornado titular, por qualquer motivo, de ações de emissão da Companhia em quantidade igual ou superior a 20% do total das ações ordinárias de emissão da Wilson Sons Limited ou do capital total, excluídas as ações em tesouraria, deverá, no prazo máximo de 60 dias a contar da data de aquisição ou do evento que resultou na titularidade de ações em quantidade igual ou superior ao limite acima estipulado, realizar ou solicitar o registro de, conforme o caso, uma oferta pública de aquisição ("OPA") da totalidade das ações ordinárias de emissão da Companhia, observando-se o disposto na regulamentação aplicável da CVM, o regulamento da B3, os termos do Artigo 72 do Estatuto Social da Companhia, bem como com as exceções expressamente previstas no Estatuto Social. Não houve, até o momento nova análise crítica por parte do Conselho de Administração sobre as vantagens e desvantagens da medida de defesa |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia contém disposições que evitam a concentração de BDRs ou ações em um grupo pequeno de investidores sem o consentimento do Conselho de Administração, de modo a promover uma base acionária mais dispersa. De acordo com o artigo 72 do Estatuto Social, se a qualquer momento a pessoa, que não seja parte do Grupo Ocean Wilson Holding Limited ("OWHL"), que inclui o acionista Controlador e suas afiliadas, adquirir participação em ações, ou certificados de ações nelas lastreados, que, quando agrupadas com quaisquer outras ações, ou certificados de ações nelas lastreados, detidos por aquela pessoa (ou qualquer associado daquela pessoa), resulte, conjuntamente, no direito de exercício de 20% ou mais dos votos, tal pessoa ou o referido associado (ou, mediante aprovação prévia do Conselho de Administração, qualquer uma ou mais, mas não todos eles) deverá ser obrigada, dentro de 60 dias da referida aquisição, conjunta e solidariamente (quando houver mais de uma parte), a realizar oferta pública para adquirir todas as ações e certificados de ações nelas lastreados emitidos e em circulação que não forem de propriedade daquela pessoa ou de qualquer de seus associados por um preço pagável em dinheiro dentro de 20 dias da oferta ter sido aceita (ou em um período maior e nos termos que possam ser exigidos para cumprir com quaisquer leis, normas ou regulamentos aplicáveis, inclusive com as normas de qualquer investimento pertinente ou bolsa de valores), no Preço Mínimo aplicável a essa oferta, conforme definido pelo Conselho de Administração na forma descrita no Estatuto Social da Companhia. Esta disposição, dentre outras previstas no Estatuto Social, tem o condão de dificultar ou impedir tentativas de aquisição da Companhia e pode desencorajar, atrasar ou impedir ou dificultar sua fusão ou aquisição, incluindo operações nas quais o investidor poderia receber um prêmio sobre o valor de mercado de suas ações ou BDRs. |
Não |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
10 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaAs decisões do Conselho de Administração conforme competências determinadas na lei e artigo 41 do Estatuto Social da Companhia, são pautadas pelas melhores práticas e princípios de Governança, com avaliação de risco em conformidade com a política de riscos, código de ética e de conduta, regularmente avaliado pela auditoria interna e com aprovação do Conselho de Administração. No que tange a aspectos de integridade, o Conselho é responsável por trazer julgamento independente sobre questões éticas, definindo as linhas estratégicas voltados a valores e princípios éticos, de forma a zelar pelo princípio da transparência no relacionamento com todas as partes interessadas. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaConforme disposto no Estatuto Social, o Conselho deve ser formado no mínimo por 5 (cinco) membros, conforme determinação dos sócios em Assembleia, dos quais 20% serão Conselheiros Independentes. As informações sobre os conselheiros independentes estão disponíveis no site da Companhia, na página de relação com investidores. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui uma política de indicação e de diversidade do Conselho de Administração, aprovada em 13 de março de 2019. A política prevê a análise contínua da composição do conselho, avaliando o equilíbrio de competências, experiência, independência e conhecimento dos membros. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaOs membros do Conselho de Administração e dos seus Comitês participam, anualmente, de processo de avaliação, onde são avaliados: (i) em relação a contribuição coletiva ao Conselho de Administração, seus comitês e órgãos colegiados: (ii) auto avaliação de competência e participação individual dos membros e (iii) avaliação do presidente do Conselho no exercício de suas funções por cada diretor. As principais oportunidades para aperfeiçoamento das práticas e dinâmicas destes órgãos, identificadas durante este processo de avaliação são consolidadas e discutidas com seus membros para reforçar seu comprometimento e engajamento com o aprimoramento contínuo da governança da Companhia. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia conta com programa de sucessão onde são discutidos e validados os sucessores para as principais posições de liderança coordenado pelo presidente do conselho de administração. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaPara integração de novos membros do Conselho de Administração, a Companhia promove regularmente um programa de integração e capacitação que envolve: (a) a realização de reuniões com Diretores Executivos e diversas áreas da Companhia para uma visão institucional dos assuntos estratégicos da Companhia e, portanto, inteirar o novo membro sobre temas essenciais para o entendimento do negócio e seus desafios: e (b) a visita de seus membros às áreas operacionais da Companhia, a fim de mantê-los em contato com as lideranças locais e atualizados sobre todas as questões críticas do negócio no seu dia a dia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaO Conselho de Administração possui calendário anual com as datas das reuniões ordinárias que são realizadas de forma trimestral, enquanto as reuniões extraordinárias são convocadas sempre que necessário. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas das reuniões do Conselho de Administração da Companhia são redigidas com clareza e registram as presenças, as apresentações realizadas, todas as decisões tomadas e abstenções de votos. A prática da Companhia é de mencionar o(s) voto(s) divergente(s) na ata. |
Sim |
Diretoria
5 Sim · 0 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO Diretor-Presidente é avaliado anualmente em processo formal conduzido pelo Conselho de Administração, de acordo com a sua performance, a partir de metas objetivas e qualitativas. No entanto, não são avaliados pelo desempenho não financeiro. |
Parcialmente |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaOs resultados das avaliações de parte dos diretores, não a sua totalidade, bem como, a permanência, promoção ou desligamento dos executivos nos respectivos cargos são apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do Conselho de Administração da Companhia. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria da Companhia é alinhada à sua performance a partir de metas objetivas e qualitativas, porém, não está fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria da Companhia é diretamente relacionada a sua performance a partir de metas objetivas e qualitativas, porém, não está atrelada a metas de longo prazo. |
Parcialmente |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA estrutura de incentivos da Companhia está alinhada aos limites de riscos definidos pelo Conselho de Administração, e veda que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. O Conselho de Administração é assessorado pelo Comitê de Remuneração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
7 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaAs práticas recomendadas estão previstas no Regimento Interno e no Estatuto Social da Wilson Sons. Porém, a Companhia esclarece que enquanto não é estabelecido o Comitê de Auditoria Estatutário, formado em sua maioria por membros independentes, o Comitê de Auditoria atual desempenha dentre as suas funções aquelas mencionadas no enunciado deste item. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia conta com uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração que também reporta periodicamente à alta administração sobre o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade de Auditoria Interna e o desempenho em relação ao planejamento e conformidade com o código de ética e as demais normas da Companhia e legislação. A frequência e o conteúdo dos reportes são determinados colaborativamente pelo líder de Governança & Auditoria, alta administração e Comitê de Auditoria (órgão de assessoramento do Conselho de Administração). A frequência e conteúdo do reporte dependem da importância da informação a ser comunicada e da urgência das respectivas ações a serem tomadas pela alta administração e/ou pelo Conselho. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Gestão Integrada de Riscos, publicada em novembro de 2017 e aprovada pelo Conselho de Administração dia 13/05/2019, que estabelece os conceitos, princípios e diretrizes do processo de Gestão Integrada de Riscos na Wilson Sons, abordando, portanto, ao longo do seu conteúdo todos os pontos citados na prática recomendada. A Companhia atualiza a Política de Gestão Integrada de Riscos sempre que necessário, sendo submetida para aprovação do Conselho. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Política de Gestão Integrada de Riscos da Companhia prevê as responsabilidades do Conselho de Administração que estão em linha com a prática recomendada, inclusive quanto ao estabelecimento do limite e tolerância ao risco. Por sua vez, a Política indica os citados mecanismos para o processo de identificação, avaliação e controle dos riscos. A Companhia conta também, com a área de Compliance, responsável pela manutenção e incremento da Cultura Ética e Anticorrupção, bem como, pela gestão de iniciativas voltadas ao Programa de Integridade, composto por um conjunto de políticas e procedimentos de prevenção, monitoramento, detecção e resposta em relação aos atos lesivos previstos na Lei 12.846/2013, descritos no Guia Anticorrupção Wilson Sons, disponível no site institucional a todos os stakeholders. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaO processo vigente e as estruturas de Gestão de Riscos, Controles Internos, Compliance e Auditoria Interna garantem a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como, do programa de integridade/conformidade, e que sejam avaliados frequentemente, inclusive em prazo inferior a um ano. Periodicamente, e quando solicitado, os processos são discutidos em nível estratégico, com a alta liderança da Companhia, através dos rituais do Comitê de Riscos, e apresentações ao Board e ao Comitê de Auditoria. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Ética com atuação independente de acordo com seu Regimento Interno, sendo formado pelos líderes da área Jurídica, de Governança & Auditoria e de Desenvolvimento Organizacional, com mandato por prazo indeterminado, vinculado ao Conselho de Administração. O Comitê de Ética se reúne bimestralmente para avaliar e deliberar a respeito de relatos recebidos via canal de ética, sendo responsável pelo monitoramento, cumprimento e aperfeiçoamento contínuo do Código de Conduta Ética e Guia Anticorrupção, bem como, pelo incremento da Cultura Ética e Anticorrupção por meio de treinamentos, pela resolução dos casos omissos ao código, garantindo que as infrações e violações sejam seguidas de ações disciplinares aplicáveis, independentemente do nível hierárquico, sem prejuízo das penalidades legais cabíveis, assegurando que o Conselho de Administração esteja ciente dos assuntos que possam causar impacto significativo à imagem da organização, reportando as suas principais atividades, trimestralmente ao Comitê Executivo e sempre que solicitado e, no mínimo anualmente, ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Wilson Sons mantém um canal exclusivo para o recebimento de denúncias, disponível 24 horas, nos 365 dias do ano. O serviço é operado por empresa independente e especializada, assegurando o encaminhamento de todas as denúncias recebidas, e pode ser acessado pela internet, aplicativo ou pelo telefone, garantindo o anonimato dos denunciantes que optem por não se identificar. Os esclarecimentos de dúvidas e/ou registros de relatos pertinentes aos pilares comportamento, fraude ou corrupção devem ser realizados no canal independente, cabendo ao Comitê de Ética o tratamento de relatos de transgressões éticas, preservando o anonimato do denunciante, de modo a evitar constrangimentos e retaliações. Os parâmetros definidos no canal de ética já consideram fluxos especiais de encaminhamento de relatos, caso membros da alta administração estejam envolvidos em comportamentos antiéticos. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAlém dos mandatos previstos em seu Estatuto, a Companhia conta com áreas específicas com definição clara de funções, papéis e responsabilidades, tais como, áreas de Gestão Integrada de Riscos, Compliance, Controles Internos, Auditoria, entre outras. Existe uma alçada de decisões na política de risco, que visa assegurar que os potenciais impactos adversos sejam formalmente gerenciados, incorporando a visão de riscos à tomada de decisões estratégicas, em conformidade com as melhores práticas de mercado. A partir da mensuração dos impactos dos riscos priorizados, são definidos os donos dos riscos (Risk Owners), responsáveis por responder, monitorar e reportar os riscos do Grupo, contemplando as alçadas de decisão de cada instância. Além disso, a Companhia possui ainda, política de alçadas financeiras que permeia toda a organização. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaNo curso regular de seus negócios, caso a Companhia realize operações com partes relacionadas, serão observadas as condições usuais de mercado e em bases equitativas, e será dada a devida transparência nas informações periódicas enviadas à CVM e B3. Os conflitos de interesses estão tratados no Estatuto Social da Companhia deliberado em 9 de abril de 2007, que está disponível no site: http://wilsonsons.com.br/ri. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia possui tais mecanismos definidos no Estatuto Social, conforme Item 12.2, letra d do Formulário de Referência, que estabelece que: Qualquer controvérsia oriunda de identificação e administração de conflitos de interesses ou com relação à sua existência, validade ou rescisão, será encaminhada e resolvida de maneira definitiva por arbitragem nos termos do Tribunal de Arbitragem Internacional de Londres, sendo que tais regras serão consideradas incorporadas por referência neste Estatuto Social. O local da arbitragem será a cidade de Londres. O idioma da arbitragem será o inglês. As leis aplicáveis a este Estatuto Social serão as leis substantivas da Bermuda. O tribunal consistirá de três árbitros. A decisão do tribunal de arbitragem será por escrito e estabelecerá os motivos da decisão. Na medida em que haja necessidade de recurso aos Tribunais para assistência com relação a qualquer arbitragem que possa correr nos termos deste Estatuto Social, tal aplicação será exclusivamente aos Tribunais ingleses. Esta disposição não se aplica com relação a nenhum requerimento para execução ou reconhecimento de uma decisão arbitral. Se qualquer das citadas controvérsias não puder ser arbitrada, ela estará sujeita à aplicação exclusivamente pelos Tribunais de Bermuda. |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui uma política para transações com partes relacionadas e demais situações que envolvem conflitos de interesse, aprovada pelo Conselho de Administração em 11/03/2020. O Estatuto Social da Companhia estabelece no artigo 46, as condições a serem observadas nas transações com partes relacionadas: (i) um Conselheiro que estiver direta ou indiretamente interessado em um contrato ou acordo proposto com a Sociedade declarará a natureza de tal interesse conforme exigido pela Lei, e (ii) um Conselheiro não poderá votar com relação a nenhum contrato ou acordo proposto em que tal Conselheiro esteja interessado e não poderá comparecer e nem ser considerado para fins de quórum de deliberação em assembleia e/ou reunião. Adicionalmente o regimento interno da Companhia reforça que o Conselho de Administração deve: - Decidir e autorizar sobre possíveis conflitos de interesse dos Conselheiros: - Aprovar a contratação de auditores externos na prestação de serviços não relacionados à auditoria, que devem ser uma transação com duração limitada - Analisar os relatórios dos auditores externos descrevendo suas providências para identificar, relatar e gerenciar qualquer conflito de interesse. Além disso, qualquer conflito de interesse da Companhia deve ser relatado e avaliado pelos Conselheiros. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Divulgação de Negociação de Valores Mobiliários, devidamente aprovada pelo Conselho de Administração e divulgada no site de relações com investidores da Companhia (http://ri.wilsonsons.com.br/pt-br/governanca-corporativa/estatutospoliticas-e-codigos/). A Companhia faz ampla divulgação sobre os períodos de vedação legal e monitora permanentemente as movimentações acionárias dos Administradores, os Conselheiros, os Funcionários com acesso à Informação Privilegiada, o Acionista Controlador, as Sociedades Controladas e as pessoas que, em virtude de seu cargo, função ou posição no Controlador ou nas Sociedades Controladas, possam ter conhecimento de Informação Privilegiada sobre a Companhia, e que tenham firmado o Termo de Adesão. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Patrocínios e Doações aprovada pelo Conselho de Administração que está disponível no site: http://wilsonsons.com.br/ri. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
201020112012201320142015201620172018201920202021
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Christopher TownsendGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 22/04/2021 | Assembleia Geral Ordinária de 2022 | 1 | 100.00% |
| Claudio Frischtak IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2021 | Assembléia Geral Ordinária de 2022 | 5 | 100.00% |
| José Francisco Gouvêa VieiraGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 22/04/2021 | Assembléia Geral Ordinária de 2022 | 12 | 100.00% |
| Mauro Moreira IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2021 | Assembleia Geral Ordinária de 2022 | 1 | 100.00% |
| William Henry SalomonGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2021 | Assembléia Geral Ordinária de 2022 | 12 | 88.89% |
| Augusto Cezar Tavares BaiãoGin | Conselho de Administração e Diretoria | 31 - Vice Pres. C.A. e Diretor Presidente | 22/04/2021 | Assembléia Geral Ordinária de 2022 | 9 | 100.00% |
| Fernando Fleury SalekGin | Conselho de Administração e Diretoria | 34 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Vice Pres. | 22/04/2021 | Assembleia Geral Ordinária de 2022 | 4 | 100.00% |
Diretoria 2 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Augusto Cezar Tavares BaiãoGin | Conselho de Administração e Diretoria | 31 - Vice Pres. C.A. e Diretor Presidente | 22/04/2021 | Assembléia Geral Ordinária de 2022 | 9 | 100.00% |
| Fernando Fleury SalekGin | Conselho de Administração e Diretoria | 34 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Vice Pres. | 22/04/2021 | Assembleia Geral Ordinária de 2022 | 4 | 100.00% |
Comitês 2 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Claudio FrischtakGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| José Francisco Gouvêa VieiraGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Mauro MoreiraGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Risco
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Alea FiszpanGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Arnaldo Calbucci FilhoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Augusto Cezar Tavares BaiãoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Bruno RochaGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Fernando Fleury SalekGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Fernando Moreira DevezaGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Guilherme Mendonça Carvalho da CruzGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Roberta CarvalhalGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
201020112012201320142015201620172018201920202021
Remuneração total, por órgão — exercício 2021
Prevista para 2021 (FRE 2021)
| Diretoria Estatutária | |
|---|---|
| Nº de membros | 14 |
| Nº de membros remunerados | 14 |
| Salário ou pró-labore | 18.903.990 |
| Benefícios diretos e indiretos | 1.001.073 |
| Participação em comitês | 0 |
| Outros valores fixos | 0 |
| Bônus | 531.100 |
| Participação nos resultados | 15.295.902 |
| Participação em reuniões | 0 |
| Comissões | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 |
| Pós-emprego | 5.587.305 |
| Cessação do cargo | 0 |
| Baseada em ações | 0 |
| Total do órgão | 42.726.631 |
Realizada em 2021 (FRE 2022)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2021: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2021; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2022 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2021
Realizada em 2021
A realizada em 2021 será reportada no FRE de 2022, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2021 vem do FRE de 2022.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 28/04/2020 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 15/05/2019 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 16/01/2018 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 15/05/2019 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 16/01/2018 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 24/08/2016 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 16/01/2018 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000206 | Nacional | 24/08/2016 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 12/04/2016 → 31/12/2016 |
| 2018 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 61366936000206 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S | 61366936000206 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2015 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2011 |
| 2015 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | — | Estrangeiro | 01/01/2012 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2011 |
| 2014 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | — | Estrangeiro | 01/01/2012 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2011 |
| 2013 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | — | Estrangeiro | 01/01/2012 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | — | Estrangeiro | 01/01/2009 → 31/12/2011 |
| 2012 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2011 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2011 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | — | Estrangeiro | 01/01/2010 |
| 2011 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2009 |
| 2010 | Deloitte Touch Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2021 | 3 | 1 |
| 2020 | 3 | 1 |
| 2019 | 3 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 3 | 1 |
| 2013 | 3 | 1 |
| 2012 | 3 | 1 |
| 2011 | 2 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
201020112012201320142015201620172018201920202021
Posição acionária 5 acionistas listados
| Acionista | Nacionalidade | % ON | % PN | % Total | Marcações |
|---|---|---|---|---|---|
| OW Overseas (Investments) Limited | Reino Unido | 56,88% | 0% | 56,88% | |
| Outros | — | 23,94% | 0% | 23,94% | |
| 3G Radar Gestora de Recursos LTDA. | Brasileira | 12,26% | 0% | 12,26% | |
| Dynamo Internacional Gestao De Recursos LTDA. | Brasileira | 6,92% | 0% | 6,92% | |
| Ações Tesouraria | — | 0% | 0% | 0% |
Acionistas com 5% ou mais de uma classe de ações, e demais listados no FRE. A composição interna de blocos (quem integra cada acionista agregado) está na base de dados.
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 801 |
| Acionistas pessoa jurídica | 5 |
| Investidores institucionais | 86 |
| Ações ordinárias em circulação | 31.415.960 (43,12%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 31.415.960 (43,12%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (22/04/2021).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Integralizado | 09/04/2021 | 27.781.377 | 72.859.960 | 0 | 72.859.960 |
201020112012201320142015201620172018201920202021
Relações de subordinação 2 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| Augusto Cezar Tavares Baião | Presidente do Conselho de Administração da WSHB e Vice-Presidente do Conselho de Administração | Allink Transportes Internacionais Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| José Francisco Gouvêa Vieira | Presidente do Conselho de Administração | Gouvêa Vieira Advogados | Fornecedor | Prestação de serviço |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 7 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Wilson Sons Ultratug Participações S.A. | A Companhia possui 50% de participação na Joint Venture e os demais 50 % são detidos pela Ultramar | 18/08/2010 | 48.229.250 | — | S | 3.600000 |
| WS Ultratug Participações S.A., WS Offshore S.A. e Magallanes Navegação Brasileira S.A | Wilson Sons Ultratug Participações S.A.: joint venture na qual a Companhia possui 50% de participação, Wilson Sons Offshore S.A. e Magallanes Navegação Brasileira S.A.: subsidiárias da Wilson Sons Ultratug Participações S.A | 01/12/2014 | 2.195.000 | — | N | 0.000000 |
| Wilson Sons Shipping Services S.A. e Wilson Sons Offshore | Wilson Sons Offshore: Subsidiária integral da Wilson Sons Ultratug Participações Ltda., joint venture na qual a Companhia possui 50% de participação. Wilson Sons Shipping Services : Subsidiária integral da Companhia | 01/03/2012 | 1.252.000 | — | N | 0.000000 |
| Allink Transportes Internacionais Ltda. e Tecon Rio Grande S.A. | Allink Transportes Internacionais Ltda.: Sociedade na qual a Companhia possui 50% de participação. Tecon Rio Grande: Controlada indireta | 01/04/2021 | 1.141.491 | — | N | 0.000000 |
| Escritório de Advocacia Gouvêa Vieira | José Francisco Gouvêa Vieira, membro do Conselho de Administração da Companhia, é ex-sócio do Escritório de Advocacia Gouvêa Vieira | 31/12/2020 | 255.000 | 0 | N | 0.000000 |
| Consórcio de Rebocadores Baía de São Marcos e Wilson Sons Serviços Marítimos Ltda. | Sociedade na qual a Companhia possui 50% de participação, por meio da Saveiros, Camuyrano Serviços Marítimos S.A. os demais 50 % sãodetidos pela Vale S.A. | 31/12/2020 | 64.000 | — | N | 0.000000 |
| CMMR Intermediação Comercial Ltda | O Sr. C. M. Marote, membro do Conselho de Administração até 20/05/2020 , é acionista e Diretor da CMMR Intermediação Comercial Limitada. Os honorários foram pagos à CMMR Intermediação Comercial Limitada por seus serviços de consultoria prestados na Wilson Sons no segmento de Rebocadores | 28/12/2006 | -27.000 | — | N | 0.000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem listagens em mercados estrangeiros em 2017 (fonte só cobre 2019–2025).
Títulos de dívida no exterior 1 títulos
| Valor mobiliário | Emissão | Vencimento | Quantidade | Valor nominal | Saldo devedor | Conversível |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Certificados de depósito de valores mobiliários | 30/04/2007 | — | 29.700.000 | 23,77 | 0 | N |
Valores na moeda de emissão de cada título, conforme declarado no FRE.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.564 | 2.119 | 2.557 | 2.527 | 2.809 | 3.722 | 3.379 | 3.450 | 3.682 | 4.640 | 5.401 |
| Ativo circulante | 506 | 551 | 690 | 728 | 632 | 936 | 681 | 741 | 685 | 685 | 926 |
| Caixa e equivalentes | 258 | 257 | 287 | 307 | 291 | 512 | 366 | 370 | 267 | 313 | 511 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 214 | 254 | 345 | 353 | 254 | 313 | 265 | 326 | 285 | 229 | 238 |
| Estoques | 34 | 40 | 57 | 68 | 86 | 110 | 50 | 46 | 42 | 42 | 61 |
| Tributos a recuperar | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 90 | 101 | 117 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 70 | 124 | 80 | 151 | 252 | 330 | 318 | 318 | 355 | 396 | 395 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 6 | 31 | 71 | 72 | 88 | 103 | 122 | 136 |
| Imobilizado | 934 | 1.362 | 1.694 | 1.445 | 1.699 | 2.176 | 2.108 | 2.100 | 2.334 | 3.289 | 3.785 |
| Intangível | 54 | 83 | 93 | 197 | 195 | 210 | 199 | 201 | 205 | 147 | 158 |
| Passivo circulante | 252 | 292 | 430 | 410 | 352 | 492 | 400 | 407 | 459 | 459 | 640 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Fornecedores | 196 | 217 | 333 | 317 | 206 | 306 | 221 | 211 | 221 | 221 | 240 |
| Dívida de curto prazo | 51 | 68 | 91 | 93 | 140 | 167 | 166 | 182 | 233 | 236 | 399 |
| Passivo não circulante | 537 | 932 | 1.103 | 906 | 1.093 | 1.535 | 1.296 | 1.231 | 1.223 | 2.175 | 2.525 |
| Dívida de longo prazo | 491 | 853 | 1.078 | 795 | 922 | 1.264 | 1.065 | 995 | 958 | 1.897 | 2.202 |
| Patrimônio líquido | 775 | 896 | 1.023 | 1.211 | 1.364 | 1.695 | 1.683 | 1.812 | 2.000 | 2.005 | 2.236 |
| Receita líquida | 959 | 1.309 | 1.319 | 1.546 | 1.486 | 1.682 | 1.585 | 1.584 | 1.677 | 1.602 | 1.816 |
| EBIT | 165 | 195 | 174 | 296 | 268 | 401 | 378 | 377 | 366 | 295 | 396 |
| Lucro líquido | 117 | 70 | 98 | 103 | 100 | 109 | 293 | 234 | 165 | 121 | 118 |
| Fluxo de caixa operacional | 162 | 162 | 255 | 266 | 249 | 515 | 327 | 348 | 436 | 437 | 588 |
| Fluxo de caixa de investimento | -313 | -408 | -315 | -254 | -272 | -236 | -320 | -67 | -213 | -282 | -422 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 46 | 259 | 100 | -20 | -22 | -151 | -122 | -260 | -310 | -67 | -90 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,17 | 21,47 | 21,66 | 21,65 | 21,76 | 22,04 | 21,94 | 21,96 | 22,03 | 22,26 | 22,41 |
| Tamanho (receita) | 20,68 | 20,99 | 21,00 | 21,16 | 21,12 | 21,24 | 21,18 | 21,18 | 21,24 | 21,19 | 21,32 |
| Alavancagem | 0,35 | 0,43 | 0,46 | 0,35 | 0,38 | 0,38 | 0,36 | 0,34 | 0,32 | 0,46 | 0,48 |
| Liquidez corrente | 2,00 | 1,89 | 1,60 | 1,77 | 1,79 | 1,90 | 1,70 | 1,82 | 1,49 | 1,49 | 1,45 |
| ROA | 0,08 | 0,03 | 0,04 | 0,04 | 0,04 | 0,03 | 0,09 | 0,07 | 0,04 | 0,03 | 0,02 |
| ROE | 0,15 | 0,08 | 0,10 | 0,09 | 0,07 | 0,06 | 0,17 | 0,13 | 0,08 | 0,06 | 0,05 |
| Margem líquida | 0,12 | 0,05 | 0,07 | 0,07 | 0,07 | 0,06 | 0,19 | 0,15 | 0,10 | 0,08 | 0,06 |
| Caixa / ativos | 0,17 | 0,12 | 0,11 | 0,12 | 0,10 | 0,14 | 0,11 | 0,11 | 0,07 | 0,07 | 0,09 |
| Tangibilidade | 0,60 | 0,64 | 0,66 | 0,57 | 0,60 | 0,58 | 0,62 | 0,61 | 0,63 | 0,71 | 0,70 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 17/05/2021 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |