CIA FERRO LIGAS BAHIA FERBASA
CNPJ 15141799000103 · código CVM 3069Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 28/02/1961 |
| Setor de atividade | Metalurgia e Siderurgia |
| Listagem na B3 (início) | 23/02/1961 |
| Segmento B3 atual | Nível 1 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 60,9% |
| Auditor independente (2026) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.ferbasa.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 54,4% | 21 | 17 | 8 | 8 | 38 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2020 | 54,4% | 21 | 17 | 8 | 8 | 38 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2021 | 55,4% | 21 | 16 | 9 | 8 | 38 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2022 | 58,7% | 22 | 14 | 10 | 8 | 37 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2023 | 58,7% | 22 | 14 | 10 | 8 | 37 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2024 | 60,9% | 22 | 12 | 12 | 8 | 37 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2025 | 60,9% | 21 | 11 | 14 | 8 | 37 | Nível 1 de Governança Corporativa |
Acionistas
1 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA companhia atende as exigências do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, estando a sua estrutura societária moldada na forma prevista no Estatuto Social, não se aplicando as exigências do Novo Mercado. O capital da sociedade está distribuído na forma prevista nos itens 6.1/2 e 12.1 do Formulário de Referencia 2025 versão 02. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA diretoria executiva participa das assembleias gerais do emissor, comunicando e esclarecendo aos acionistas como os negócios estão sendo conduzidos e as estratégias adotadas pela Cia. Não existe um manual de participação nas assembleias gerais, porém a Cia pratica as recomendações previstas no Regulamento de Listagem da B3 - Nível 1 de Governança e outras recomendadas pelo IBGC. Todas as regras para participação nas asssembleias gerais e as matérias, bem como forma de votação estão contidas na Proposta da Administração que é enviada ao mercado para conhecimento de todos os acionistas. |
Parcialmente |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaA Companhia esta submetidas às condições estabelecidas no Regulamento de Listagem do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, que não possui disposições relativas a alienação de controle. Neste sentido, ainda que não haja previsão estatutária específica a esse respeito, a Companhia está obrigada a observar as determinações legais e regulamentares sobre a matéria, na forma da Lei nº 6.404/1976 e da Instrução Normativa CVM n° 361/2002. |
Não |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaApesar de o Estatuto Social da Companhia não prever a obrigatoriedade da emissão de parecer pelo Conselho da Administração, em relação às OPAS, a Companhia considera que o seu Conselho de Administração tem discricionariedade para, caso entenda necessário, manifestar-se em relação a esse assunto, inclusive emitindo seu parecer se for necessário. |
Não |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política de destinação dos resultados, no entanto segue o disposto no Estatuto Social, conforme descrito no item 2.7 do Formulário de Referência 2025 versão 02. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
7 Sim · 1 Não · 4 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de Administração do emissor adota e pratica as orientações previstas no princípio 2.1 do Código de Governança Corporativa. A adoção desse princípio está descrita nos Itens 5 (Gerenciamento de riscos e controles internos) e 7.1.a (a. Atribuições do conselho de administração e dos órgãos e comitês permanentes) do Formulário de Referência de 2025 versão 02, e em conformidade com o seu Código de Conduta: https://www.ferbasa.com.br/governanca-corporativa/politicas-e-estatuto/ |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia não contempla disposição quanto ao número de Conselheiros independentes. O Nível I de listagem da Bolsa tampouco faz exigência similar. A identidade dos Conselheiros independentes, assim como sua experiência profissional, estão descritos no Formulário de Referência 2025 versão 02, nos itens 7.3 e 7.4. Os membros do conselho de administração são indicados e eleitos, inclusive para os comitês internos não estatutários (gestão institucional, auditoria, inovação e desenvolvimento de pessoas), levando-se em conta a disponibilidade de tempo, a diversidade de conhecimento, formação e experiências profissionais vivenciadas, conforme descrito no Formulário de Referência. Atualmente a Companhia possui 3 membros independentes no conselho de administração. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaO conselho de administração não adota essa politica de indicação, contudo os membros do conselho de administração são indicados e eleitos, inclusive para os comitês internos não estatutários (auditoria, gestão institucional, inovação e desenvolvimento de pessoas), levando-se em conta a disponibilidade de tempo, a diversidade de conhecimento, formação e experiências profissionais vivenciadas, conforme descrito no Formulário de Referência. |
Parcialmente |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia tem realizado avaliação de desempenho, porém, o processo de formalização está em andamento, nos termos do item 8.1 do Formulário de Referência 2025 versão 02. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA elaboração do Plano de Sucessão está em curso, sob a coordenação do Comitê de Gestão Institucional e Desenvolvimento de Pessoas, inclusive com todas as etapas deliberadas pelo conselho de administração. Já está previsto no planejamento estratégico da Cia, no tocante ao desenvolvimento e formação de novas lideranças. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaEmbora a empresa adote práticas de integração com os novos Conselheiros, não há a formalização de um programa. Quando um novo membro do conselho de administração é eleito, o mesmo é apresentado aos administradores, corpo diretivo e levado para conhecer as principais unidades de negócio da Cia, no intuito de entender como funcionam as atividades operacionais, as instalações e as pessoas chave da organização. |
Parcialmente |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas do conselho são redigidas de forma clara e objetiva destacando todas as decisões tomadas de forma sumarizada. |
Sim |
Diretoria
5 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Companhia é regulada pelo Estatuto Social e pelas regras previstas no Regulamento de Listagem da Bovespa. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaAnualmente o conselho de administração avalia o diretor-presidente e a diretoria executiva, com base em metas de desempenho, financeiras e não financeiras (incluindo aspectos socioambiental, segurança, cultura organizacional e de governança), alinhadas com os valores e os princípios éticos da companhia. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaExiste uma reunião anual do conselho de administração para tratar exclusivamente do tema. O conselho de administração avalia, além do diretor presidente, a diretoria executiva com base em metas de desempenho, financeiras e não financeiras (incluindo aspectos socioambiental, segurança, cultura organizacional e de governança), alinhadas com os valores e os princípios éticos da companhia. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA remuneração dos executivos está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia e com base nas metas de médio e longo prazos, em observação ao item 8.1 do Formulário de referência 2025 versão 02. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração dos executivos esta alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia e é composta por três partes.(i) Honorários fixos mensais, (ii) Benefícios e (iii) Remuneração variável de curto prazo. A remuneração variável, definida pelo resultado alcançado nas METAS GLOBAIS (ponderado entre EBTIDA e RECEITA LÍQUIDA) e METAS INDIVIDUAIS anualmente fixadas, limitada em até 10% do LUCRO LÍQUIDO, conforme estabelece o Estatuto Social. Tem como objetivo premiar o alcance e/ou superação de metas da Empresa, globais e individuais, alinhadas ao seu orçamento e planejamento estratégico, em observação ao item 8.1 do Formulário de referência 2025, versão 2. Adicionalmente, a Companhia já vem estudando e discutindo com seu Conselho de Administração a implantação de um programa de ILP a ser aplicado para seus administradores. |
Parcialmente |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA estrutura de incentivos e a remuneração dos executivos esta alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia. Cabe ao Conselho de Administração a definição dos honorários fixos e variáveis dos membros da Diretoria Estatutária, observado o limite da remuneração global anual aprovada em assembleia geral, nos termos do artigo 152 da Lei das Sociedades por Ações, em observação ao item 8.1 do Formulário de referência 2025 versão 02. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
5 Sim · 3 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia tem comitê de auditoria não estatutário, coordenado por conselheiro independente com experiência comprovada na área contábil, controles internos, financeira e controladoria: tendo como atribuição assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance em observação aos termos do itens 5.1.iii.b e 5.2.a do Formulário de Referência 2025 versão 02. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros.
justificativa da empresaO conselho fiscal do emissor atende as regras da legislação em vigor, o Estatuto Social e as normas internas da Cia. |
Não |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaEmbora não haja uma política formalizada, a Companhia adota regime de alternância de auditores externos e possui equipe de auditoria interna própria que se reporta ao Comitê de Auditoria. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaO plano de trabalho e resultados dos serviços do auditor independente são submetidos ao Comitê de Auditoria. A carta de recomendação sobre controles interno também é apreciada pelo Comitê de Auditoria. |
Parcialmente |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA auditoria interna está vinculada ao Comitê de Auditoria que reporta os resultados dos trabalhos ao Conselho de Administração do emissor, conforme Item 5.2 do Formulário de Referencia 2025 versão 02. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia adota Política de Gestão de Riscos visando assegurar o atingimento dos objetivos e das estratégia s de negócios, identificando e comunicando tempestivamente a necessidade de adequação dos procedimento operacionais, a fim de alinhar o nível de exposição aos riscos com as diretrizes da Companhia. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia adota Política de Gestão de Riscos visando assegurar o atingimento dos objetivos e das estratégia s de negócios, identificando e comunicando tempestivamente a necessidade de adequação dos procedimento operacionais, a fim de alinhar o nível de exposição aos riscos com as diretrizes da Companhia. Para além disso, Companhia definiu robusto arcabouço incluindo uma série de instrumentos de proteção e estrutura organizacional de gerenciamento de riscos de acordo com o exposto no item 5.2 e 5.3 do Formulário de Referência 2025 versão 02. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaAs áreas de Gestão de Riscos e Controles Internos e de Auditoria Interna, mapeiam riscos estratégicos e operacionais, avaliam e testam eficácia dos controles dos processos das áreas de negócio da Companhia. Além de mais, existe uma Comitê de conduta e ética para o recebimento e apuração das denuncias que reporta regular e diretamente para o Comitê de Auditoria ligado ao Conselho de Administração A Companhia reavalia constantemente a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, Em, 2024, a área de Gestão de Riscos e Compliance (GRC) passou a reportar suas atividades diretamente ao Comitê de Auditoria (não estatutário), assim como já reportava a Auditoria Interna. Atualmente encontra-se em revisão Política de Gestão de Riscos da Companhia. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
3 Sim · 2 Não · 6 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaCódigo de Conduta define o modo como a FERBASA se relaciona com seus acionistas, clientes, fornecedores, sociedade e as demais partes envolvidas e/ou interessadas no seu negócio, e o que a Companhia espera de cada um dos seus colaboradores, independente do cargo ou função desempenhada. Comitê de Conduta Ética atua na apuração, avaliação e investigação das denúncias de violação do Código de Conduta e recomendar as medidas cabíveis. O Código de Conduta se aplica a toda Companhia e reúne as diretrizes que devem permear a conduta e procedimentos cotidianos, além de refletir a visão da Companhia na relação com as partes interessadas: acionistas, clientes, fornecedores, colaboradores, sindicatos, comissões de fábrica, poder público e comunidade em geral. Informações complementares podem ser consultadas no item 5.3 do Formulário de Referência 2025 versão 02. O Código de Conduta está disponível no site: https://www.ferbasa.com.br/governanca-corporativa/politicas-e-estatuto/ |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaCódigo de Conduta define o modo como a FERBASA se relaciona com seus acionistas, clientes, fornecedores, sociedade e as demais partes envolvidas e/ou interessadas no seu negócio, e o que a Companhia espera de cada um dos seus colaboradores, independente do cargo ou função desempenhada. O Comitê de Conduta atua na apuração, avaliação e investigação das denúncias de violação do Código de Conduta e recomendar as medidas cabíveis. O Código de Conduta se aplica a toda Companhia e reúne as diretrizes que devem permear a conduta e procedimentos cotidianos, além de refletir a visão da Companhia na relação com as partes interessadas: acionistas, clientes, fornecedores, colaboradores, sindicatos, comissões de fábrica, poder público e comunidade em geral. Informações complementares podem ser consultadas no item 5.3 do Formulário de Referência 2025 versão 02. O Código de Conduta está diisponível no site: https://www.ferbasa.com.br/governanca-corporativa/politicas-e-estatuto/ Complementarão as diretrizes previstas no Código de Conduta, a Política Anticorrupção e a Política de Transações com Partes Relacionadas e Conflitos de Interesses, atualmente em fase de revisão e aprovação, com previsão de finalização até 31/12/2025. Esta Políticas trarão maior alinhamento com maior nível de detalhe com as práticas recomendadas (ii) e (iv). |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaCódigo de Conduta define o modo como a FERBASA se relaciona com seus acionistas, clientes, fornecedores, sociedade e as demais partes envolvidas e/ou interessadas no seu negócio, e o que a Companhia espera de cada um dos seus colaboradores, independente do cargo ou função desempenhada. Comitê de Conduta Ética atua na apuração, avaliação e investigação das denúncias de violação do Código de Conduta e recomendar as medidas cabíveis. O Código de Conduta se aplica a toda Companhia e reúne as diretrizes que devem permear a conduta e procedimentos cotidianos, além de refletir a visão da Companhia na relação com as partes interessadas: acionistas, clientes, fornecedores, colaboradores, sindicatos, comissões de fábrica, poder público e comunidade em geral. Informações complementares podem ser consultadas no item 5.3 do Formulário de Referência 2025 versão 02. O Código de Conduta está disponível no site: https://www.ferbasa.com.br/governanca-corporativa/politicas-e-estatuto/ |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs regras previstas no Estatuto Social e em decisões do Conselho de Administração estabelecem funções, papéis e responsabilidades de cada órgão da Companhia. A Companhia possui robusto arcabouça de Normas e Procedimentos que estabelecem formalmente processos e controles, incluindo segregação de funções com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia possui Código de Conduta que estabelece conceito e situações não admitidas de Conflito de interesse. A Companhia adota a prática de que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. Contudo, ainda não foram estabelecidas formalmente regras claras para que pessoas manifestem conflito de interesse em relação às decisões e se afastem. Complementarão as diretrizes previstas no Código de Conduta, a Política Anticorrupção e a Política de Transações com Partes Relacionadas e Conflitos de Interesses, atualmente em fase de revisão e aprovação, com previsão de finalização até 31/12/2025. Esta Políticas trarão maior clareza formal. |
Não |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaNão foram estabelecidas formalmente regras claras para que pessoas manifestem conflito de interesse em relação às decisões. A Companhia tem um Código de Conduta que regula Conflito de interesse. A companhia adota a prática de que tão logo seja identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaEmbora tal requisito não esteja previsto no Estatuto Social, a companhia possui normativos internos que estabelecem que todas contratações envolvendo Parte Relacionadas, independentemente do valor global envolvido, sejam submetidas a aprovação do Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui normas internas que regulam temas que envolvam PARTES RELACIONADAS E CONFLITO DE INTERESSE, independentemente do valor global envolvido. A matéria deverá ser submetida ao Comitê de gestão Institucional e ao Conselho de Administração para deliberação das normas que tratam do assunto. Complementarão as diretrizes previstas no arcabouço normativo interno, a Política de Transações com Partes Relacionadas e Conflitos de Interesses, atualmente em fase de revisão e aprovação, com previsão de finalização até 31/12/2025. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia já tem uma politica de negociação de valores mobiliário, já divulgada no Formulário de Referencia e em conformidade o Regulamento de Listagem da B3 e normas da CVM. A politica aprovada pelo conselho de administração foi amplamente divulgada, porém não possui monitoramento para punir os responsáveis. |
Parcialmente |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaEmbora não exista uma politica formal, existem normas internas e deliberações do conselho que regulam, em parte, eventuais contribuições relacionadas as atividades políticas. Complementarão as diretrizes internas referidas, a Política Anticorrupção, atualmente em fase de revisão e aprovação, com previsão de finalização até 31/12/2025. |
Parcialmente |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaEmbora não exista uma politica formal, existem normas internas e deliberações do conselho de administração que regulam, parcialmente, eventuais contribuições relacionadas as atividades políticas devem ser submetidas à deliberação do conselho de administração. Complementarão as diretrizes internas referidas, a Política Anticorrupção, atualmente em fase de revisão e aprovação, com previsão de finalização até 31/12/2025. |
Parcialmente |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Bárbara Klein de Araújo CarvalhoGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 20/04/2021 | 01 ano | 1 | 100.00% |
| Geraldo de Oliveira LopesGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 20/04/2021 | 01 ano | 1 | 100.00% |
| Guilherme de Alencar AmadoGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 20/04/2021 | 01 ano | 4 | 100.00% |
| José Ronaldo SobrinhoGin | Conselho de Administração | 29 - Outros Conselheiros | 20/04/2021 | 01 ano | 0 | 100.00% |
| Marcos Sampaio de SouzaGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 20/04/2021 | 01 ano | 8 | 100.00% |
| Marta Teixeira Barroso FernandesGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 20/04/2021 | 01 ano | 7 | 100.00% |
| Paulo Roberto Magalhães BastosGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 20/04/2021 | 01 ano | 8 | 100.00% |
| Sergio Curvelo DóriaGin | Conselho de Administração | 29 - Outros Conselheiros | 20/04/2021 | 01 ano | 0 | 100.00% |
Diretoria 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Ana Paula Fontes Mesquita de OliveiraGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/04/2021 | 01 ano | 7 | 0.00% |
| Claudiney Marcio de Araújo PedrosaGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/04/2021 | 01 ano | 1 | 0.00% |
| Eriberto do Nascimento LeiteGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 17/05/2021 | 1 (ano) | 0 | 0.00% |
| Heron Albergaria de MeloGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 20/04/2021 | 01 ano | 2 | 0.00% |
| Heron Albergaria de MeloGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/04/2021 | 01 ano | 3 | 0.00% |
| Marcio Lopes Fernandes de BarrosGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 20/04/2021 | 01 ano | 6 | 0.00% |
| Oseias da Rocha FiauGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/04/2021 | 01 ano | 11 | 0.00% |
| Sebastião da Cruz AndradeGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/04/2021 | 01 ano | 9 | 0.00% |
| Wanderley Lins de OliveiraGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/04/2021 | 01 ano | 8 | 0.00% |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato | Mandatos | Presença |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Cristiano Lima da MotaGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 20/04/2021 | 01 ano | 5 | 100.00% |
| Emanuel Paixão de OliveiraGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 20/04/2021 | 1 ano | 1 | 100.00% |
| José Augusto da Silva de AlmeidaGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 20/04/2021 | 01 ano | 8 | 0.00% |
| José Santos SouzaGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 20/04/2021 | 01 ano | 7 | 0.00% |
| Maria Elvira Lopes GimenezGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 20/04/2021 | 01 ano | 4 | 0.00% |
| Massao Fábio OyaGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 20/04/2021 | 01 ano | 8 | 100.00% |
Comitês 3 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Bárbara Klein de Araújo CarvalhoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Guilherme de Alencar AmadoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Marta Teixeira Barroso FernandesGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Recursos Humanos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Bárbara Klein de Araújo CarvalhoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Marta Teixeira Barroso FernandesGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Sergio Curvelo DóriaGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Estratégico
| Nome | Cargo |
|---|---|
| Geraldo de Oliveira LopesGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| José Ronaldo SobrinhoGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Marcos Sampaio de SouzaGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Paulo Roberto Magalhães BastosGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7,33 | 9,33 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 7,33 | 9,33 |
| Salário ou pró-labore | 755.916 | 8.834.046 | 12.010.698 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 698.943 | 1.010.120 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 8.164.801 | 12.010.698 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 519.987 | 709.111 |
| Total do órgão | 755.916 | 18.217.777 | 25.740.627 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7,33 | 9,33 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 7,33 | 9,33 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 8.164.801 | 12.010.698 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 8.164.801 | 12.010.698 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 8.164.801 | 12.010.698 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000473 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000473 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 33036252000987 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 61562112000473 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 33036252000987 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 61562112000473 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 33036252000987 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2020 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 33036252000987 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 33036252000987 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 33036252000987 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 33036252000987 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2016 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 → 31/12/2016 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000464 | Nacional | 01/04/2009 → 31/03/2012 |
| 2015 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000464 | Nacional | 01/04/2009 → 31/03/2012 |
| 2014 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000464 | Nacional | 01/04/2009 → 31/03/2012 |
| 2013 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000464 | Nacional | 01/04/2009 → 31/03/2012 |
| 2012 | PricewaterhouseCoopers Auditores | 06142225000320 | Nacional | 01/04/2012 |
| 2011 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000464 | Nacional | 01/04/2009 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000464 | Nacional | 01/04/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 38.090 |
| Acionistas pessoa jurídica | 135 |
| Investidores institucionais | 285 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.251.904 (1,06%) |
| Ações preferenciais em circulação | 158.777.750 (67,44%) |
| Total em circulação | 160.029.654 (45,31%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (20/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 20/12/2023 | 3.000.000.000 | 117.725.000 | 235.450.000 | 353.175.000 |
| Capital Emitido | 07/11/2024 | 1.470.395.618 | 117.725.000 | 235.450.000 | 353.175.000 |
| Capital Integralizado | 07/11/2024 | 1.470.395.618 | 117.725.000 | 235.450.000 | 353.175.000 |
| Capital Subscrito | 07/11/2024 | 1.470.395.618 | 117.725.000 | 235.450.000 | 353.175.000 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Transações com partes relacionadas 8 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Marubeni | Está sob o controle conjunto (joint venture) da sociedade SILBASA - Silício de Alta Pureza S/A. | 30/09/2021 | 471.207.000 | — | — | 0,00 |
| Fundação José Carvalho | Controlador | 22/07/2024 | 14.315.323 | — | — | 0,000000 |
| Fundação José Carvalho | Controlador | 01/07/2022 | 3.095.006 | — | — | 0,000000 |
| Fundação José Carvalho | Controlador | 01/02/2021 | 2.000.000 | — | — | 0,000000 |
| Mineração Vale do Jacurici S/A | Controlada | 31/12/2025 | 1.524.000 | — | — | 0,000000 |
| Silicio de Alta Pureza da Bahia - S/A - Silbasa | Controlada | 31/12/2025 | 840.000 | — | — | 0,000000 |
| Reflora Reflorestadora e Agricola S/A | Controlada | 31/12/2025 | 60.000 | — | — | 0,000000 |
| Industria de Minerios Damacal Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 36.000 | — | — | 0,000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.189 | 1.268 | 1.307 | 1.382 | 1.462 | 1.643 | 1.658 | 1.856 | 2.660 | 2.746 | 2.817 | 3.397 | 4.067 | 4.111 | 4.388 | 4.459 |
| Ativo circulante | 697 | 663 | 629 | 631 | 681 | 677 | 658 | 888 | 810 | 694 | 775 | 1.402 | 1.695 | 1.584 | 1.746 | 1.785 |
| Caixa e equivalentes | 267 | 235 | 230 | 116 | 55 | 41 | 192 | 92 | 182 | 74 | 90 | 217 | 474 | 342 | 464 | 373 |
| Aplicações financeiras | 117 | 109 | 28 | 116 | 194 | 42 | 84 | 422 | 110 | 101 | 192 | 386 | 393 | 463 | 383 | 617 |
| Contas a receber | 111 | 87 | 119 | 163 | 104 | 153 | 136 | 129 | 136 | 97 | 155 | 288 | 212 | 198 | 201 | 198 |
| Estoques | 195 | 216 | 229 | 212 | 300 | 412 | 185 | 202 | 313 | 338 | 286 | 421 | 579 | 519 | 556 | 487 |
| Tributos a recuperar | 5 | 14 | 20 | 16 | 24 | 8 | 18 | 12 | 19 | 52 | 30 | 69 | 18 | 45 | 121 | 83 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 1 | 2 | 1 | 1 | 0 | 2 | 3 | 3 | 0 | 8 | 6 | 6 | 3 | 4 |
| Realizável a longo prazo | 145 | 176 | 177 | 203 | 213 | 350 | 345 | 301 | 327 | 491 | 555 | 511 | 775 | 741 | 734 | 685 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 67 | 82 |
| Imobilizado | 346 | 428 | 500 | 546 | 565 | 613 | 652 | 664 | 1.508 | 1.549 | 1.475 | 1.473 | 1.588 | 1.770 | 1.827 | 1.894 |
| Intangível | 1 | 1 | 1 | 2 | 3 | 2 | 2 | 2 | 14 | 13 | 12 | 10 | 10 | 14 | 14 | 13 |
| Passivo circulante | 111 | 106 | 91 | 99 | 114 | 226 | 174 | 169 | 260 | 256 | 424 | 475 | 506 | 499 | 652 | 583 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 31 | 31 | 37 | 39 | 41 | 51 | 40 | 68 | 75 | 62 | 48 | 114 | 136 | 104 | 101 | 93 |
| Fornecedores | 41 | 33 | 30 | 31 | 45 | 68 | 45 | 61 | 61 | 69 | 74 | 111 | 130 | 148 | 127 | 175 |
| Dívida de curto prazo | 0 | 14 | 0 | 0 | 1 | 2 | 1 | 6 | 44 | 72 | 133 | 75 | 70 | 72 | 261 | 32 |
| Passivo não circulante | 47 | 64 | 53 | 65 | 69 | 78 | 126 | 165 | 651 | 652 | 621 | 552 | 521 | 420 | 395 | 591 |
| Dívida de longo prazo | 0 | 0 | 0 | 8 | 12 | 16 | 39 | 60 | 353 | 422 | 396 | 330 | 268 | 199 | 160 | 333 |
| Patrimônio líquido | 1.031 | 1.097 | 1.163 | 1.218 | 1.278 | 1.340 | 1.357 | 1.523 | 1.749 | 1.838 | 1.772 | 2.370 | 3.041 | 3.191 | 3.341 | 3.286 |
| Receita líquida | 673 | 642 | 707 | 800 | 828 | 936 | 1.096 | 1.109 | 1.381 | 1.280 | 1.622 | 2.389 | 3.139 | 2.435 | 2.237 | 2.334 |
| EBIT | 126 | 62 | 70 | 76 | 74 | 216 | 5 | 246 | 376 | 179 | 279 | 801 | 1.161 | 304 | 172 | 47 |
| Lucro líquido | 134 | 91 | 86 | 74 | 92 | 174 | 70 | 270 | 309 | 222 | 70 | 643 | 1.062 | 383 | 328 | 189 |
| Fluxo de caixa operacional | 81 | 94 | 69 | 87 | 166 | 13 | 301 | 392 | 306 | 172 | 258 | 760 | 1.195 | 477 | 357 | 403 |
| Fluxo de caixa de investimento | -141 | -109 | -38 | -188 | -201 | 38 | -140 | -374 | -99 | -242 | -197 | -377 | -382 | -245 | -97 | -271 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -56 | -17 | -37 | -12 | -27 | -65 | -9 | -118 | -130 | -38 | -43 | -257 | -555 | -364 | -138 | -224 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,90 | 20,96 | 20,99 | 21,05 | 21,10 | 21,22 | 21,23 | 21,34 | 21,70 | 21,73 | 21,76 | 21,95 | 22,13 | 22,14 | 22,20 | 22,22 |
| Tamanho (receita) | 20,33 | 20,28 | 20,38 | 20,50 | 20,53 | 20,66 | 20,82 | 20,83 | 21,05 | 20,97 | 21,21 | 21,59 | 21,87 | 21,61 | 21,53 | 21,57 |
| Alavancagem | 0,00 | 0,01 | 0,00 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,02 | 0,04 | 0,15 | 0,18 | 0,19 | 0,12 | 0,08 | 0,07 | 0,10 | 0,08 |
| Liquidez corrente | 6,30 | 6,24 | 6,90 | 6,38 | 5,96 | 3,00 | 3,79 | 5,25 | 3,12 | 2,71 | 1,83 | 2,95 | 3,35 | 3,17 | 2,68 | 3,06 |
| ROA | 0,11 | 0,07 | 0,07 | 0,05 | 0,06 | 0,11 | 0,04 | 0,15 | 0,12 | 0,08 | 0,02 | 0,19 | 0,26 | 0,09 | 0,07 | 0,04 |
| ROE | 0,13 | 0,08 | 0,07 | 0,06 | 0,07 | 0,13 | 0,05 | 0,18 | 0,18 | 0,12 | 0,04 | 0,27 | 0,35 | 0,12 | 0,10 | 0,06 |
| Margem líquida | 0,20 | 0,14 | 0,12 | 0,09 | 0,11 | 0,19 | 0,06 | 0,24 | 0,22 | 0,17 | 0,04 | 0,27 | 0,34 | 0,16 | 0,15 | 0,08 |
| Caixa / ativos | 0,22 | 0,19 | 0,18 | 0,08 | 0,04 | 0,02 | 0,12 | 0,05 | 0,07 | 0,03 | 0,03 | 0,06 | 0,12 | 0,08 | 0,11 | 0,08 |
| Tangibilidade | 0,29 | 0,34 | 0,38 | 0,40 | 0,39 | 0,37 | 0,39 | 0,36 | 0,57 | 0,56 | 0,52 | 0,43 | 0,39 | 0,43 | 0,42 | 0,42 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 29/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |