BANCO MERCANTIL BRASIL SA
CNPJ 17184037000110 · código CVM 1325Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Bancos |
| Listagem na B3 (início) | 20/07/1977 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 80,8% |
| Auditor independente (2026) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | https://ri.bancomercantil.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 57,8% | 27 | 19 | 5 | 3 | 41 | Básico |
| 2020 | 63,8% | 26 | 13 | 8 | 7 | 37 | Básico |
| 2021 | 64,9% | 26 | 12 | 9 | 7 | 36 | Básico |
| 2022 | 67,0% | 27 | 11 | 9 | 7 | 35 | Básico |
| 2023 | 74,5% | 31 | 8 | 8 | 7 | 33 | Básico |
| 2024 | 81,9% | 35 | 5 | 7 | 7 | 32 | Básico |
| 2025 | 80,8% | 34 | 5 | 8 | 7 | 32 | Básico |
Acionistas
4 Sim · 2 Não · 1 Parcialmente · 5 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaO capital social do Banco Mercantil é representado por ações ordinárias (ON) e por ações preferenciais (PN), ambas escriturais. Cada ação ordinária confere ao titular o direito a voto em Assembleia Geral. Por outro lado, por mais que as ações preferenciais não deem direito a voto, salvo exceções previstas em lei, elas possuem vantagens financeiras consideráveis, como o direito ao recebimento prioritário de dividendo superior ao atribuído para ações ordinárias. Assim, a representação do capital social do Banco atende tanto ao investidor que busca participação política (ação ordinária) quanto ao investidor que busca vantagem financeira (ação preferencial), sendo a estrutura de capital satisfatória para os fins sociais do Banco. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresa(i) Conforme previsão expressa do art. 40 do Estatuto Social do Banco Mercantil - cuja eficácia encontra-se condicionada nos termos do art. 48 do Estatuto Social -, a alienação direta ou indireta do controle acionário deve ser feita por meio da oferta pública de aquisições (OPA), assegurando aos demais acionistas tratamento igualitário àquele dado ao acionista controlador alienante. De todo modo, a OPA é medida que, independentemente de previsão estatutária, deverá ser realizada de acordo com as regras próprias estabelecidas tanto pela Comissão de Valores Mobiliários, quanto pelo Conselho Monetário Nacional. (ii) Os administradores sempre analisam e declaram seus votos nas questões de sua competência, independentemente de previsão estatutária. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaNão há essa previsão no Estatuto Social. Todavia, os Conselheiros de Administração do Banco Mercantil, em atendimento ao previsto na Lei das S.A., sempre analisam e declaram seu voto nas questões cuja competência esteja legalmente prevista. |
Não |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
9 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) De acordo com o Regimento Interno do Conselho de Administração do Banco Mercantil, item 4 (iii), o Conselho de Administração é responsável por fixar a orientação geral dos negócios da Sociedade, ou seja, todas as definições estratégicas que norteiam os princípios, valores, políticas e forma de governo do Banco, garantindo criação de valor e perenidade, considerando os impactos das atividades do Banco na sociedade e meio ambiente e fortalecendo a perenidade dos resultados. (ii) O Banco Mercantil possui estrutura específica de gerenciamento de riscos e capital, que visa a identificação, mensuração, avaliação, monitoramento, reporte, controle e mitigação dos riscos. O Conselho de Administração também aprova diversas políticas relacionadas, incluindo a Política de Conformidade, a Política de Gestão de Continuidade dos Negócios, a Política de Gerenciamento do Risco de Crédito, a Política de Gerenciamento do Risco de Liquidez, a Política de Gerenciamento do Risco de Mercado e IRRBB, a Política de Gerenciamento do Risco Operacional, a Política de Gerenciamento Integrado de Riscos, Capital e Divulgação de Informações a Política do Sistema de Controles Internos, a Política de Relacionamento com Clientes e Usuários, a Política de Privacidade e Proteção de Dados - LGPD, a Política de Distribuição de Dividendos, a Política de Segurança Cibernética, a Política de Negociação de Valores Mobiliários, a Política de Auditoria Interna, a Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo - PLD/CFT , a Política de Responsabilidade Socioambiental, a Política de Ouvidoria, a Política de Gestão de Tecnologia da Informação, a Política de Divulgação e Informações ao Mercado Acerca do Ato ou Fato Relevante e a Política de Relações com Investidores Banco. O Banco também possui um Programa de Integridade, o qual é composto por vários elementos que visam avaliar e mitigar os riscos de não conformidade e ilegalidades, aperfeiçoando os processos e controles, além de proteger a reputação do Banco. Ademais, o Conselho de Administração conta com a assessoria do Comitê de Riscos que, nos termos de seu Regimento Interno, entre as suas atribuições, deve propor, com periodicidade mínima anual, recomendações ao Conselho de Administração sobre assuntos correlatos ao gerenciamento de riscos e de capital. Há, ainda, o Comitê de Compliance, Controles Internos e Gestão de Perdas, que tem como objetivo assegurar a adoção e o fomento de estratégias, políticas e medidas voltadas à promoção da cultura de controles internos e conformidade com normas aplicáveis apoiar a execução de planos de ação para reduzir perdas, considerando a matriz de riscos e o histórico de perdas receber e analisar reportes, além de deliberar sobre o monitoramento de fraudes, o que abrange eventos, planos de ação e o ambiente de controles. (iii) Aprovado pelo Conselho de Administração, o Código de Ética contém os princípios e valores éticos e norteia a conduta dos colaboradores do Banco tanto em sua atuação profissional quanto pessoal no Banco, orientando as políticas e normas internas, garantindo um ambiente organizacional harmonioso, com respeito e a valorização das pessoas e a preservação da imagem do Banco perante o mercado e a sociedade em que atua. Com o objetivo de estipular diretrizes para o relacionamento com partes interessadas, o Banco conta com a Política de Relações com Investidores e a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática. (iv) Os padrões de governança corporativa do Banco são constantemente aprimorados em atendimento e adequação às normas aplicáveis do Banco Central do Brasil, da Comissão de Valores Mobiliários e da B3 - Brasil, Bolsa e Balcão. Em linha com as orientações do Código, a estrutura de governança contempla os seguintes órgãos e instâncias com atuação direta no aprimoramento dos mecanismos de governança: Conselho de Administração: órgão máximo de deliberação colegiada, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas e de governança, aprovar políticas institucionais e propor alterações no Estatuto Social, definir planos de sucessão e acompanhar o desempenho dos executivos. O Conselho conta com conselheiros independentes, conforme exigido pelo Regulamento do Nível 1 da B3. Comitê de Auditoria Estatutário: vinculado ao Conselho, é responsável por avaliar a efetividade dos controles internos e da governança, revisar demonstrações financeiras e supervisionar a atuação da auditoria interna e dos auditores independentes. Comitê de Remuneração: assessora o Conselho na elaboração e atualização da política de remuneração dos administradores, assegurando alinhamento com a estratégia de longo prazo, a gestão de riscos e a situação financeira da instituição. Auditoria Interna: unidade independente que realiza avaliações periódicas dos processos, controles e estruturas de governança, reportando suas conclusões ao Comitê de Auditoria e ao Conselho de Administração. Ouvidoria: canal institucional que registra e trata manifestações de clientes e usuários. Seus relatórios semestrais são submetidos à administração superior e utilizados como insumo para decisões voltadas à integridade, transparência e aprimoramento da governança. Além disso, o Banco adota práticas complementares de governança, como: Avaliação periódica do desempenho do Conselho Revisão e atualização de documentos societários e políticas internas conforme evolução regulatória Esses procedimentos reforçam o compromisso institucional com a governança responsável, a equidade no tratamento dos acionistas e a geração de valor sustentável no longo prazo. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresa(i) Para integrar o Conselho de Administração do Banco Mercantil, além do preenchimento dos requisitos legais, é necessário que o membro atenda às exigências da Política de Indicação do Banco, incluindo, mas não se limitando à sua capacitação técnica e experiência compatível com as exigências do cargo. O Banco também segue todas as disposições do Nível 1 de governança corporativa da B3, garantindo também o exercício do voto múltiplo ou do voto em separado, possibilitando que haja representatividade dos minoritários no Conselho de Administração. Não obstante a exigência estatutária seja de, no mínimo, 20% de membros independentes, em 2024, o Banco passou a contar com 3 conselheiros independentes, implementando, assim, o princípio de possuir um terço de membros independentes em sua composição. (ii) No que tange aos membros que se enquadram como conselheiros independentes, nos termos da Lei das S.A., conforme alterada, o conselho de administração, por ocasião de sua eleição, avalia quem são os conselheiros independentes e sua aderência aos critérios legais. Os conselheiros independentes encontram-se divulgados no Formulário de Referência do Banco, cujo atualização ocorre, no mínimo, anualmente. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresa(i) Em linha com as orientações do Código, a Política de Indicação do Banco Mercantil prevê os processos para indicação de membros do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e da Diretoria, com previsão de participação da Diretoria Executiva Jurídica, de Ouvidoria, Crédito e Governança Corporativa. (ii) O item 4.1.2 da Política de Indicação do Banco dispõe que deverão ser indicados para o Conselho de Administração profissionais altamente qualificados, com notável experiência, disponibilidade de tempo para o exercício da função e altos padrões de conduta ética nos negócios. Os profissionais devem prezar por relacionamentos sustentáveis e práticas aderentes às leis, normas e regulamentações, sempre alinhados aos valores e à cultura do Grupo Mercantil. Ademais, a Política dispõe, em seu item 4.1.3, que o processo de indicação deverá considerar pessoas com características e perfis diferentes, visando a complementaridade de competências e a diversidade, como critérios de gênero, raça e idade, entre outros. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaEm linha com as orientações do Código, o Regimento Interno do Conselho de Administração do Banco Mercantil prevê a sua autoavaliação anual, como órgão colegiado e dos conselheiros individualmente considerados, incluindo o Presidente do Conselho, bem como cada um de seus Comitês Estatutários e a Secretaria de Governança Corporativa. De acordo com o Regimento a avaliação é realizada anualmente, em observância às melhores práticas de Governança Corporativa. Não há participação de especialistas externos. O processo de avaliação será conduzido internamente pelo Presidente do próprio Conselho, com o apoio da Secretaria de Governança Corporativa, adotando-se como técnica de coleta de dados o preenchimento por cada avaliado de formulário padronizado, com questões fechadas, com a necessidade de justificar apenas respostas negativas. Os Formulários deverão ser entregues diretamente à Secretaria de Governança Corporativa, que deverá processá-los de forma segura e endereçar os seus resultados de forma agregada para discussão e uso pelas instâncias competentes do Banco para providências que julgar cabíveis |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Política de Sucessão, aprovada pelo Conselho de Administração, em 11/05/2017, contempla o plano de sucessão do Diretor-Presidente e dos demais administradores do Banco Mercantil, em conformidade com a Resolução CMN nº 4.878/20. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO Banco Mercantil incentiva e valoriza os seus talentos. Devido a essa cultura organizacional, o Conselho de Administração é constituído por executivos do próprio Banco e, portanto, familiarizados com a estrutura vigente. Os cargos executivos são preenchidos, em sua grande maioria, por profissionais formados e qualificados internamente. O processo de indicação é por meritocracia, que reconhece os melhores profissionais do Banco, promovendo rotação de funções e de comando de áreas, proporcionando aos administradores maiores experiência e diversidade de desafios. Quando um conselheiro assume uma cadeira, eventualmente oriundo de um processo de seleção externo, realiza-se o Programa de Integração e Ambientação que contempla a imersão para os novos membros do Conselho de Administração na cultura do Grupo Mercantil. Esse programa contempla ações como reuniões com cada Diretoria, para que esse membro seja apresentado formalmente às pessoas chave e conhecer, nessas apresentações, os desafios, responsabilidades e interfaces de cada Diretoria. As áreas de Governança, Capital Humano e Talentos e Cultura apoiam esse novo membro, proporcionando as informações necessárias sobre os processos, políticas e procedimentos do Banco. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaOs Conselheiros de Administração do Banco Mercantil são convocados para as reuniões do órgão com a informação da pauta estabelecida, com o prazo adequado e, ainda, com o fornecimento de subsídios necessários à elaboração do direcionamento do seu voto. O Banco garante que, no desempenho de suas funções, o Conselheiro de Administração exerça suas atribuições para lograr os fins que lhe são exigidos, independentemente de previsão relacionada à existência de sessões exclusivas. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração do Banco Mercantil, prevê, expressamente, no item 5, que as atas das reuniões do Conselho de Administração serão lavradas com clareza, em forma de sumário, constando as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de votos. |
Sim |
Diretoria
6 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA estrutura da Diretoria do Banco Mercantil é matéria que tem previsão Estatutária, cabendo ao Conselho de Administração definir a composição, as atribuições e as responsabilidades dos Diretores. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaDe acordo com o Regimento Interno do Conselho de Administração do Banco Mercantil, anualmente, o Conselho avaliará cada um de seus Comitês Estatutários, a Secretaria de Governança Corporativa, a Diretoria enquanto órgão executivo e os diretores individualmente considerados, incluindo o Diretor Presidente, após a autoavaliação que cada órgão deverá realizar. O processo de avaliação será conduzido internamente pelo Presidente do próprio Conselho, com o apoio da Secretaria de Governança Corporativa, adotando-se como técnica de coleta de dados o preenchimento por cada avaliado de formulário padronizado, com questões fechadas, com a necessidade de justificar apenas respostas negativas e depois entregue diretamente à Secretaria de Governança Corporativa, que deverá processá-los de forma segura e endereçar os seus resultados de forma agregada para discussão e uso pelas instâncias competentes do Banco para providências que julgar cabíveis. Em linha com a Política de Remuneração, a avaliação do seu desempenho é realizada por meio das entregas dos objetivos estratégicos do Banco e pelo desempenho nos indicadores corporativos, dentre eles os que compõem o Programa de Participação nos Lucros dos Administradores, aplicado à Diretoria, o que culmina na decisão de sua reeleição para o cargo. Por fim, em disposição estatutária, a qualquer tempo, o Conselho de Administração poderá fiscalizar a gestão dos diretores e examinar documentos. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO Conselho de Administração realiza a avaliação do seu corpo diretivo de forma contínua, seja por meio das entregas, seja pelo desempenho nos indicadores que compõem o programa de participação nos lucros dos Administradores, em periodicidade anual. A decisão de sua reeleição para o cargo é resultante desse desempenho. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Política de Remuneração dos Administradores do Banco Mercantil é formulada e atualizada anualmente pelo Comitê de Remuneração e submetida à aprovação do Conselho de Administração, em reunião ordinária, com os devidos registros, atendendo os dispositivos da Resolução Bacen nº 5.177/2024. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaConforme Política de Remuneração dos Administradores do Banco Mercantil e em conformidade com a Resolução Bacen nº 5.177/2024, o incentivo de curto prazo corresponde a 50% do total da remuneração variável atribuível a cada administrador e visa estimular a busca pelos objetivos estratégicos do negócio, focando os resultados do ano (curto prazo). Além disso, está condicionado ao atingimento de resultados gerais do Banco, da unidade de negócio e individual de cada administrador. O incentivo de longo prazo visa atrelar 50% do total de remuneração variável à realização de objetivos estratégicos de longo prazo. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaOs riscos intrínsecos a cada nível e a cada cargo na organização constituem fatores relevantes nas políticas de remuneração, sendo o Comitê de Remuneração responsável pelo monitoramento e avaliação de forma contínua, possuindo mecanismos de controle independentes e um importante papel no projeto de remuneração e de governança. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresa(i) A previsão estatutária do Banco Mercantil dispõe que compete ao Comitê de Auditoria revisar previamente as Demonstrações Financeiras semestrais, as notas explicativas, os relatórios da administração e o parecer do auditor independente, bem como avaliar a efetividade das auditorias independente e interna, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis ao Banco, além de regulamentos e códigos internos. Assim, o Comitê de Auditoria promove o assessoramento necessário ao Conselho de Administração nos âmbitos financeiro, de risco, de controles internos e compliance. (ii) A composição do Comitê de Auditoria é formada, em sua maioria, por membros independentes, observados os critérios da Resolução CMN nº 4.910, de 2021. (iii) O Comitê de Auditoria tem a composição mínima de 3 (três) membros, sendo que pelo menos um de seus membros tenha comprovados conhecimentos de contabilidade e auditoria, observados os critérios da Resolução CMN nº 4.910, de 2021. (iv) O Comitê de Auditoria possui orçamento próprio destinado a cobrir a remuneração dos seus membros, as despesas para o seu funcionamento, incluindo a contratação de especialistas para o auxílio no cumprimento de suas atribuições, conforme estabelecido no Estatuto Social do Banco, cumprindo o que dispõe a Resolução CMN nº 4.910, de 2021. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA atuação do Banco na eventual contratação de serviços não relacionados à auditoria externa junto aos auditores independentes se fundamenta nos princípios que preservam a independência e autonomia do auditor, consistindo em a) o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho, b) o auditor não deve exercer funções gerenciais no cliente e c) o auditor não deve promover o interesse do cliente. Nesse sentido, o Banco, embora não tenha instituído política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, possui Comitê de Auditoria, órgão estatutário que reporta diretamente ao Conselho de Administração, com competência para avaliar a efetividade dos trabalhos de auditoria independente, bem como recomendar ao Conselho de Administração a contratação ou a substituição da empresa responsável pela realização dessa atividade. Ao Conselho de Administração é atribuída a competência estatutária para decidir sobre a contratação e a destituição de auditores independentes. Adicionalmente, o Banco segue as normas em vigor que regulam o assunto, notadamente a Resolução CVM 80/2022. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA auditoria interna é uma unidade específica no Banco Mercantil, reportando diretamente ao Conselho de Administração, dispondo das condições necessárias para avaliação independente, autônoma e imparcial da qualidade e da efetividade dos sistemas e processos de controles internos, gerenciamento de riscos e governança corporativa. Mantém também interações regulares com o Comitê de Auditoria para reporte e acompanhamento das atividades desempenhadas. A atividade de auditoria interna no Grupo Mercantil é adequada ao porte e à complexidade de suas atividades, regendo-se pelas disposições legais e regulamentares expedidas pelos organismos competentes, pelas disposições da Política de Auditoria Interna, e pelas diretrizes e orientações transmitidas pelo Conselho de Administração da Companhia. Esta Política é obrigatoriamente revisada (auditoria interna), aprovada (Conselho de Administração e Comitê de Auditoria) e divulgada (a todos os colaboradores) anualmente. Esta atende requisitos regulamentares e práticas internacionais. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaO Conselho de Administração é responsável por fixar os níveis de apetite a riscos do Banco que, por meio da Declaração de Apetite a Riscos - RAS, define o apetite / tolerância por dimensão de risco que está disposto a admitir na realização dos seus negócios e objetivos, sendo traduzido por métricas de desempenho, estas monitoradas mensalmente pelo corpo executivo. Esses parâmetros orientam os limites operacionais e ferramentas de controle constantes das Políticas de Gerenciamento de Riscos e de Capital, as quais são aprovadas e revisadas anualmente pelo Conselho de Administração, estando alinhadas aos objetivos estratégicos, adotando as melhores práticas de mercado, em conformidade com a legislação vigente e de acordo com a natureza e complexidade das operações do Banco. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Sistema de Controles Internos visa proporcionar segurança razoável na realização dos processos do Banco, com atividades de controle definidas para todos os níveis de negócios. O Programa de Integridade é composto por elementos que visam avaliar e mitigar os riscos de não conformidade e ilegalidades, aperfeiçoando os processos e controles, além de proteger a reputação do Banco. Os elementos que compõem o Programa de Integridade do Grupo Mercantil estão listados abaixo e são apresentados de forma detalhada na Política de Conformidade do Grupo Mercantil: (i) Governança.Diretrizes (ii) Programas de Comunicação e Treinamento (iii) Monitoramento e Riscos (iv) Canal de Denúncias e demais fluxos de atendimento e (v) Gestão de Consequências - Medidas Disciplinares. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA estrutura de gerenciamento de riscos e capital prevê a avaliação das metodologias aplicadas, por meio de testes de aderência e backtest's, os quais constam dos relatórios de gerenciamento dos riscos, aliado ao monitoramento dos riscos de conformidade e controles internos. Anualmente, todas as Políticas de Gerenciamento de Riscos e Capital, Compliance e Controles Internos são atualizadas e submetidas para aprovação do Conselho de Administração. É apresentado ao Conselho de Administração, anualmente, um resumo do desempenho dos riscos corporativos, bem como do status dos planos de ação monitorados pelo Sistema de Controles Internos. Trimestralmente, também são reportados ao Comitê de Auditoria. Em reunião do Conselho de Administração realizada em 08/08/2023, foram aprovados: (i) Plano de Contingência de Liquidez (ii) Política Institucional do Gerenciamento do Risco de Liquidez. Em reunião do Conselho de Administração realizada em 25/10/2023, foram aprovados: (i) Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo - PLD/CFT (ii) Política de Privacidade e Proteção de Dados - LGPD, que formaliza as diretrizes e as estruturas pertinentes ao atendimento à Lei nº 13.709/18 (Lei de Proteção Geral de Dados - LGPD). Em reunião do Conselho de Administração realizada em 21/12/2023, foram aprovados: (i) Política Institucional de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) (ii) Política Institucional de Gerenciamento do Risco Operacional. Em reunião extraordinária realizada em 25/02/25, o Conselho de Administração aprovou, entre outros: (i) RAS - Declaração de Apetite a Risco 2025 (ii) Política Institucional de Gerenciamento de Risco de Mercado e IRRBB. Em reunião do Conselho de Administração realizada em 27/05/2025, foram aprovados: (i) Plano de Contingência de Liquidez (ii) Política de Gerenciamento de Capital. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
7 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaO Comitê de Condutas Éticas é um órgão interno, não estatutário, de caráter permanente, instituído pelo Banco, que tem como objetivo zelar pelo bom cumprimento do Código de Ética, da Política de Prevenção à Corrupção e da Política de Gestão de Consequências , por meio de acompanhamento e deliberação sobre os casos de suspeitas e/ou indícios de eventuais desvios de condutas, aplicação de gestão de consequências, análise e decisão dos casos de denúncias registrados nos diversos canais disponibilizados. O Comitê conta com um regimento interno, sendo constituído pelo CEO Diretora de Riscos e Compliance, Vice-Presidente de Clientes, Crescimento e Marketing Diretora Executiva Jurídica, Ouvidoria, Crédito e Governança Corporativa Diretor Vice-Presidente Financeiro e de RI Diretor Vice-Presidente Produtos Tecnologia e Serviços. Este Comitê tem atribuições descritas no próprio Código de Ética, tais como: (i) Zelar e fazer zelar pelo cumprimento do Código de Ética, da Política de Prevenção à Corrupção e da Política de Gestão de Consequências, visando sua eficácia e efetividade junto aos colaboradores, terceiros e clientes (ii) Proceder à apuração de ato, fato ou conduta que possam ser considerados infração aos princípios ou normas ético-profissionais (iii) Diligenciar para que as infrações e violações ao Código de Ética e à Política de Prevenção à Corrupção sejam seguidas de ações disciplinares, preventivas e corretivas, em todos os níveis organizacionais. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Grupo Mercantil possui um serviço de Canal de Denúncias prestado por uma empresa terceirizada, disponível todos os dias da semana, para o recebimento de denúncias, sugestões ou dúvidas de todos os colaboradores, fornecedores, prestadores de serviços terceirizados e clientes. A decisão da Companhia em investir em um serviço externo para recebimento dos registros teve como objetivo garantir o total anonimato do manifestante e o sigilo das inconformidades como, condutas inadequadas, antiéticas ou que contrariem os princípios e valores da Companhia. O tratamento das manifestações que chegam até o canal é regido pela mais alta confidencialidade, mesmo se o autor desejar se identificar. Apenas as pessoas que, definitivamente, precisam saber da informação irão recebê-las, adotando-se sempre o princípio de ser o conteúdo importante e não a fonte. A definição de quem deve receber a informação ocorre caso a caso, mas, como regra geral, as seguintes pessoas e funções devem possuir o conhecimento da parte que lhes cabe: (a) Atendente do canal (a denúncia propriamente dita quando realizada por telefone) - empresa externa (b) Responsável pela triagem da informação, verificação e transcrição da denúncia para o formulário adequado (registro feito pelo atendente) - empresa externa (c) Componente Organizacional, denominado Comitê de Condutas Éticas, que tratará do tema. Nos termos de seu Regimento Interno, o Comitê de Condutas Éticas elabora, semestralmente, relatório de atividades contendo estatísticas, status, tipos de soluções encaminhadas e informações a respeito da quantidade e tipo de registros realizados e em andamento, tanto sobre denúncias, quanto para as sugestões e dúvidas encaminhadas. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Banco Mercantil, com base nas melhores práticas de Governança Corporativa, visando garantir a confiabilidade do Banco para os seus acionistas por meio de um conjunto eficiente de mecanismos/ferramentas, bem como assegurar alinhamento entre o interesse dos acionistas e o comportamento dos executivos, possui vários documentos corporativos nos quais as regras de governança estão formalizadas. São eles: (i) Estatuto Social (ii) Regimentos Internos dos diversos Comitês Corporativos (iii) Código de Ética (iv) Política que trata das operações de crédito com partes relacionadas, constante no Manual de Crédito da Instituição (v) Política de Gestão de Consequência - Medidas Disciplinares (vi) Política Institucional de Prevenção à Corrupção (vii) Política Institucional de Relacionamento com Clientes e Usuários (viii) Demais Políticas e normativos internos. Ainda, de modo a assegurar a existência de mecanismos utilizados para implementação das práticas descritas nos documentos de governança, o Mercantil conta com o Comitê de Riscos, o Comitê de Condutas Éticas, o Comitê de Auditoria, o Canal de Denúncias e outros fluxos para denúncias, manifestações de sugestões, reclamações e dúvidas, tais como o Gente Fone, o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), a Ouvidoria, bem como as auditorias interna e externa. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Código de Ética do Banco Mercantil possui como compromisso de atuação ética de acordo com as leis, normas e políticas vigentes, sejam elas internas ou externas, e com as diretrizes estratégicas, não permitindo que os interesses pessoais se sobreponham aos interesses do Banco, de modo que a manutenção de outras atividades profissionais não interfira ou apresente conflito com nossas funções. Além disso, o Mercantil possui uma estrutura sólida de governança que, por meio da segregação de funções, mitiga os riscos relacionados a conflitos de interesses e acúmulo de funções incompatíveis. O Comitê de Condutas Éticas é responsável por tratar possíveis ocorrências relativas a conflitos de interesses, tendo no Canal de Denúncias importante ferramenta na gestão dessas questões. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaO Manual da Assembleia do Banco Mercantil prevê expressamente que durante a realização da Assembleia Geral, assim como ocorre nas reuniões dos órgãos de administração e fiscalização da Companhia, os Acionistas presentes deverão manifestar-se em razão da existência de eventual situação de conflito de interesses em quaisquer matérias em discussão ou deliberação, nas quais sua independência venha a ser comprometida. Também deverá manifestar-se qualquer acionista presente que tenha conhecimento de situação conflituosa em relação a outro acionista e a matéria objeto da deliberação. Quando manifestado o conflito de interesse, o acionista conflitado deverá abster-se na deliberação em relação àquele assunto. Caso o acionista conflitado se recuse de abster-se das deliberações, o presidente da Assembleia Geral deverá determinar a anulação dos votos conflitados proferidos, ainda que posteriormente ao conclave. O Manual da Assembleia é disponibilizado anualmente, em conjunto com a Proposta da Administração, em nosso site de relações com investidores do Banco: ri.bancomercantil.com.br. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaNas transações com partes relacionadas, o Banco observa as normas legais e regulamentares que dispõem sobre a matéria, conforme previsto no Manual de Crédito do Banco. |
Não |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaNas transações com partes relacionadas, o Banco observa as normas legais e complementares que regulam a matéria, inclusive divulgação ao mercado em notas explicativas às demonstrações financeiras, contemplando declaração de que transações da espécie são realizadas em condições gerais de mercado. Especificamente sobre operações de crédito com partes relacionadas, em cumprimento à Resolução CMN 4.693/2018, o Banco possui políticas internas de crédito para Partes Relacionadas. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaO Grupo Mercantil possui Política de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração em 24/06/2025, responsável por estabelecer as diretrizes e os procedimentos a serem observados no caso de negociação de valores mobiliários de emissão do próprio Banco. A Política determina que as pessoas vinculadas estarão vedadas de negociar os valores mobiliários independentemente de determinação da administração, caso tenham ciência de ato ou fato relevante, bem como no período anterior à divulgação das informações trimestrais e anuais, dentre outros fatores. Além disso, as pessoas vinculadas devem manter sigilo sobre as informações. Por fim, é enviado e-mail com um lembrete das áreas de Governança Corporativa e Marketing para os representantes dos acionistas controladores, administradores, membros do Conselho Fiscal e todos os colaboradores do Banco envolvidos com a elaboração dos resultados financeiros sobre o período de vedação às negociações, informando seu início e fim. Qualquer violação ao disposto na Política de Negociação do Banco estará sujeita às punições previstas em lei ou nas normas da CVM. O Banco utiliza como ferramentas de Monitoramento da Política normas internas, treinamentos e comunicações relacionados a temas de Governança e Negociação de Valores Mobiliários dispondo sobre padrões e regras de conduta, ética, integridade e conformidade, fundamentais para que os preceitos desta Política sejam disseminados e assimilados por todos. Além disso, o Banco divulga a referida Política para todos os colaboradores e terceiros, por meio dos diversos canais institucionais, visando assegurar que todos ajam em conformidade com as regras e que estejam alinhados à cultura de governança da Instituição. |
Parcialmente |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Banco possui Política Prevenção à Corrupção, aprovada pelo Conselho de Administração em 26/11/2024, a Política de Brindes, Presentes, Hospitalidade e Entretenimento, aprovada pela Diretoria em 23/06//2025 e a Política de Patrocínio e Doações, aprovada pelo Comitê Executivo em 19/02/2024, com o objetivo de reafirmar o seu compromisso com as melhores práticas de mercado e a promoção da efetiva prevenção da ocorrência de quaisquer Atos Lesivos à Administração Pública e, assim, assegurar a integridade do relacionamento do Banco e seus representantes com o poder público. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO BRASILGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| CHRISTIAN ORGA ORGLMEISTER IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| CLARISSA NOGUEIRA DE ARAUJO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| LEONARDO FERREIRA ANTUNES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJOGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| MARCO CESAR DE CASTRO BRAVO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJOGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
Diretoria 12 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| ANDRE RODRIGUES HORTAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| BRUNO PINTO SIMÃOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| CAROLINA MARINHO DO VALE DUARTEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| FELIPE LOPES BOFFGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 28/04/2026 | Até a posse dos eleitos na 1ª RCA após AGO 2028 |
| GREGÓRIO MOREIRA FRANCOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| LUCAS LOPES KUBIAKIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJOGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 28/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2028 |
| MARIANA MACHADO DE ARAÚJO DE SOUZA LIMAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| PAULINO RAMOS RODRIGUESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
| RODRIGO DE ARAÚJO SIMÕESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 28/04/2026 | Até a primeira RCA após a AGO de 2028 |
Conselho Fiscal 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EULER LUIZ DE OLIVEIRA PENIDOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos AGO de 2027 |
| MARCELO REZENDE AMORIMGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos AGO de 2027 |
| MÁRCIO LOPES COSTAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos AGO de 2027 |
| PAULO AFONSO GUIMARÃESGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos AGO de 2027 |
| SOLANGE MARQUES RODRIGUESGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGOE de 2027 |
| TAISE CHRISTINE DA CRUZGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos AGO de 2027 |
| VANESSA WAISBERGGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2027 |
| VERENA MOURA WAISBERGGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos na AGO de 2027 |
| ÂNGELA MOURÃO CANÇADO JUSTEGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a posse dos eleitos AGO de 2027 |
Comitês 4 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CARLOS AUGUSTO DA SILVAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| DANIEL HENRIQUE ALVES DA SILVAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GLAYDSON FERREIRA CARDOSOGin | Outros |
| LAURO WILSON DA SILVAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CAROLINA MARINHO DO VALE DUARTEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FABRICIO COSTA MACHADOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LARISSA ARAUJO COSTAGin | Outros |
| SERGIO HENRIQUE BATISTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ÂNGELA MARIA MACHADO DA SILVAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Risco
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GREGÓRIO MOREIRA FRANCOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARIANA MACHADO DE ARAÚJO DE SOUZA LIMAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULINO RAMOS RODRIGUESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Membro do Comitê de Clientes.
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 2 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 2 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 8 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 8 | 0 | 0 | 1 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 |
| Diretoria | 0 | 11 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 7 | 0 | 3 | 0 | 0 | 1 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 10 | 9 | 14 |
| Nº de membros remunerados | 10 | 9 | 14 |
| Salário ou pró-labore | 1.200.000 | 10.000.000 | 17.000.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 50.000 | 500.000 | 1.000.000 |
| Participação em comitês | 0 | 20.000 | 70.000 |
| Outros valores fixos | 200.000 | 2.000.000 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 20.500.000 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 3.750.000 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 64.039.010 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 74.993.695 |
| Total do órgão | 1.450.000 | 12.520.000 | 181.352.705 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 10 | 9 | 14 |
| Nº de membros remunerados | 10 | 9 | 14 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 41.000.000 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 41.000.000 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 7.500.000 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 7.500.000 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2022 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
| 2010 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 19/03/2008 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 1 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 1 | 1 |
| 2018 | 1 | 1 |
| 2017 | 1 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Posição acionária 21 acionistas listados
| Acionista | Nacionalidade | % ON | % PN | % Total | Marcações |
|---|---|---|---|---|---|
| Outros | — | 26,93% | 58,35% | 35,02% | |
| Milton de Araújo | Brasileira | 22,64% | 0,6% | 16,95% | |
| Agropar Belo Vale S.A. | Nacional | 8,5% | 3,99% | 7,34% | |
| Sociedade Com. Agricola Santa Luzia Ltda | Nacional | 7,31% | 0% | 5,43% | |
| Cristiana Nogueira de Araújo | Brasileira | 5,82% | 0% | 4,32% | |
| Maurício de Faria Araújo | Brasileira | 5,39% | 0% | 4% | |
| Sapil Ltda | Nacional | 5,24% | 0% | 3,89% | |
| Renato Augusto de Araujo | Brasileira | 4,27% | 1,21% | 3,48% | |
| Lusbem Gestão Parti. Societ. Ltda | Nacional | 4,62% | 0% | 3,43% | |
| Erildo Lima | Brasileira | 1,01% | 9,59% | 3,22% | |
| Yehuda Waisberg | Brasileira | 0,94% | 8,93% | 3% | |
| Clube de Investimento Multi | Nacional | 1,25% | 6,74% | 2,67% | |
| Paulo Henrique Brant de Araújo | Brasileira | 2,71% | 0% | 2,01% | |
| Marisa de Araújo Longo | Brasileira | 2,21% | 0,17% | 1,69% | |
| Opera Valor Fdo Invest em Ações | Nacional | 0,49% | 5,12% | 1,68% | |
| Alberto Michaan | Brasileira | 0,02% | 5,29% | 1,38% | |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Brasileira | 0,61% | 0% | 0,45% | |
| Jose Ribeiro Vianna Neto | Brasileira | 0,04% | 0% | 0,03% | |
| Marco Antônio Andrade de Araújo | Brasileira | 0% | 0,01% | 0,01% | |
| Ações Tesouraria | — | 0% | 0% | 0% | |
| Outros | — | 0% | 0% | 0% |
Acionistas com 5% ou mais de uma classe de ações, e demais listados no FRE. A composição interna de blocos (quem integra cada acionista agregado) está na base de dados.
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 6.290 |
| Acionistas pessoa jurídica | 853 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 11.528.142 (43,89%) |
| Ações preferenciais em circulação | 8.550.297 (93,56%) |
| Total em circulação | 20.078.439 (56,72%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (11/04/2011).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Integralizado | 06/12/2010 | 332.760.000 | 26.262.082 | 9.137.918 | 35.400.000 |
| Capital Integralizado | 22/04/2009 | 220.329.443 | 20.636.331 | 9.137.918 | 29.774.249 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 31 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| DANIEL HENRIQUE ALVES DA SILVA | Membro do Conselho de Administração | ANA CAROLINA ANDRADE DE ARAUJO LIMA | Controladora | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Genro ou Nora (2º grau por afinidade) |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | Banco Mercantil de Investimentos S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Diretor | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Diretor Vice-Presidente | Bem Aqui Administradora e Corretora de Seguros, Previdência Privada e Correspondente Bancário S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Diretor-Presidente | Mercantil do Brasil Marketplace e Empreendimentos Imobiliários S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | CONSUELO ANDRADE DE ARAÚJO | Controladora | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Controlador, Diretor Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Diretor | Bem Aqui Administradora e Corretora de Seguros, Previdência Privada e Correspondente Bancário S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Diretor-Presidente | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador e Presidente do Conselho de Administração | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | Banco Mercantil de Investimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Diretor Vice-Presidente | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | Bem Aqui Administradora e Corretora de Seguros, Previdência Privada e Correspondente Bancário S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Luiz Henrique Andrade de Araújo | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | SANDRA MARIA DE ARAÚJO SIMÕES | Controladora | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | CONSUELO ANDRADE DE ARAÚJO | Controladora | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | Banco Mercantil de Investimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Diretor | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Diretor Vice-Presidente | Bem Aqui Administradora e Corretora de Seguros, Previdência Privada e Correspondente Bancário S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Diretor-Presidente | Mercantil do Brasil Marketplace e Empreendimentos Imobiliários S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | SANDRA MARIA DE ARAÚJO SIMÕES | Controladora | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARIANA MACHADO DE ARAÚJO DE SOUZA LIMA | Diretora | RENATO AUGUSTO DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| MARIANA MACHADO DE ARAÚJO DE SOUZA LIMA | Diretora | RENATO AUGUSTO DE ARAÚJO | Controlador | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| MARIANA MACHADO DE ARAÚJO DE SOUZA LIMA | Diretora | RENATO AUGUSTO DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | Bem Aqui Administradora e Corretora de Seguros, Previdência Privada e Correspondente Bancário S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | FABIANA BRANT DE ARAUJO | Secretária do Conselho de Administração | Bem Aqui Administradora e Corretora de Seguros, Previdência Privada e Correspondente Bancário S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | PAULO HENRIQUE BRANT DE ARAUJO | Secretário do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | Banco Mercantil de Investimentos S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | PAULO HENRIQUE BRANT DE ARAUJO | Controlador | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | PAULO HENRIQUE BRANT DE ARAUJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | PAULO HENRIQUE BRANT DE ARAUJO | Presidente do Conselho de Administração | SANSA - Negócios Imobiliários S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| RODRIGO DE ARAÚJO SIMÕES | Diretor | SANDRA MARIA DE ARAÚJO SIMÕES | Controladora | Banco Mercantil do Brasil S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
Relações de subordinação 76 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRA | Diretor Executivo | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRA | Diretor Executivo | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRA | Diretor Executivo | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRA | Diretor Executivo | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRA | Diretor Executivo | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDERSON ADEÍLSON DE OLIVEIRA | Diretor Executivo | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO BRASIL | Secretário do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO BRASIL | Secretário do Conselho de Administração | MERCANTIL DO BRASIL DISTRIBUIDORA S.A. - TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS | Controlada Direta | Subordinação |
| ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO BRASIL | Secretário do Conselho de Administração | SANSA - NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO BRASIL | Secretário do Conselho de Administração | SANSA - NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO BRASIL | Secretário do Conselho de Administração | SANSA - NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| CAROLINA MARINHO DO VALE DUARTE | Diretora Executiva | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAROLINA MARINHO DO VALE DUARTE | Diretora Executiva | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| CAROLINA MARINHO DO VALE DUARTE | Diretora Executiva | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| EULER LUIZ DE OLIVEIRA PENIDO | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| EULER LUIZ DE OLIVEIRA PENIDO | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| EULER LUIZ DE OLIVEIRA PENIDO | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| EULER LUIZ DE OLIVEIRA PENIDO | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| FELIPE LOPES BOFF | Diretor Vice-Presidente | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| FELIPE LOPES BOFF | Diretor Vice-Presidente | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| FELIPE LOPES BOFF | Diretor Vice-Presidente | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| FELIPE LOPES BOFF | Diretor Vice-Presidente | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FELIPE LOPES BOFF | Diretor Vice-Presidente | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FELIPE LOPES BOFF | Diretor Vice-Presidente | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FERNANDO ANTÔNIO MACHADO CARVALHO | Membro Suplente do Conselho Fiscal | COSEFI - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS | Controlada Indireta | Subordinação |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| GUSTAVO HENRIQUE DINIZ DE ARAÚJO | Vice-Presidente Executivo e membro do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| LUCAS LOPES KUBIAKI | Diretor | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LUCAS LOPES KUBIAKI | Diretor | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LUCAS LOPES KUBIAKI | Diretor | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| LUIZ HENRIQUE ANDRADE DE ARAÚJO | Controlador, membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | BANCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| MARCO ANTÔNIO ANDRADE DE ARAÚJO | Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | Controlada Direta | Subordinação |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCÁRIO S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| MAURICIO DE FARIA ARAÚJO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | MERCANTIL DO BRASIL MARKETPLACE E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULINO RAMOS RODRIGUES | Diretor Vice-Presidente | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULINO RAMOS RODRIGUES | Diretor Vice-Presidente | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULINO RAMOS RODRIGUES | Diretor Vice-Presidente | DOMO DIGITAL TECNOLOGIA S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RODRIGO DE ARAÚJO SIMÕES | Diretor | SANJOSE EMPREENDIMENTOS LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| RODRIGO DE ARAÚJO SIMÕES | Diretor | SANJOSE EMPREENDIMENTOS LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| RODRIGO DE ARAÚJO SIMÕES | Diretor | SANJOSE EMPREENDIMENTOS LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| SANDRA MARIA DE ARAÚJO SIMÕES | Diretora | SANJOSE EMPREENDIMENTOS LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| SANDRA MARIA DE ARAÚJO SIMÕES | Diretora | SANJOSE EMPREENDIMENTOS LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| SANDRA MARIA DE ARAÚJO SIMÕES | Diretora | SANJOSE EMPREENDIMENTOS LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| ÂNGELA MOURÃO CANÇADO JUSTE | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | AMC CONSULTORIA LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| ÂNGELA MOURÃO CANÇADO JUSTE | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | AMC CONSULTORIA LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| ÂNGELA MOURÃO CANÇADO JUSTE | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | AMC CONSULTORIA LTDA. | Fornecedor | Prestação de serviço |
| ÂNGELA MOURÃO CANÇADO JUSTE | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | COSEFI - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS | Controlada Indireta | Subordinação |
| ÂNGELA MOURÃO CANÇADO JUSTE | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | COSEFI - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS | Controlada Indireta | Subordinação |
| ÂNGELA MOURÃO CANÇADO JUSTE | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | SANSA - NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 3 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Controladores e pessoal chave da administração | Controladores e pessoal chave da administração | 31/12/2025 | 646.727.045 | — | — | 109,13 |
| Controladores e pessoal chave da administração | Controladores e pessoal chave da administração | 31/12/2025 | 7.419.856 | — | — | 133 |
| Controladores e pessoal chave da administração | Controladores e pessoal chave da administração | 31/12/2025 | 2.873.719 | — | — | 112 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem listagens em mercados estrangeiros em 2020 (fonte só cobre 2019–2025).
Títulos de dívida no exterior 1 títulos
| Valor mobiliário | Emissão | Vencimento | Quantidade | Valor nominal | Saldo devedor | Conversível |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Certificados de Recebíveis Imobiliários | 09/07/2010 | 16/07/2020 | 134.540 | 521.315.592 | 544.731.350,66 | N |
Valores na moeda de emissão de cada título, conforme declarado no FRE.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 11.044 | 12.140 | 14.381 | 14.139 | 13.512 | 12.576 | 10.690 | 9.878 | 9.644 | 10.440 | 11.253 | 12.993 | 15.487 | 19.678 | 25.479 | 35.565 |
| Ativo circulante | 3.038 | 3.028 | 2.191 | 2.005 | 1.800 | 1.653 | 1.830 | 1.300 | 536 | 2.535 | 1.905 | 1.213 | 1.803 | 2.793 | 3.935 | 6.297 |
| Caixa e equivalentes | 2.741 | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 1.226 | 1.608 | 1.311 | 1.063 |
| Aplicações financeiras | 206 | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 576 | 1.185 | 2.624 | 5.234 |
| Contas a receber | 87 | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Estoques | 4 | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Tributos a recuperar | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Despesas antecipadas | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Realizável a longo prazo | 325 | 369 | 394 | 527 | 697 | 781 | 1.096 | 1.160 | 112 | 81 | 0 | 0 | 116 | 262 | 577 | 1.186 |
| Investimentos | 3 | 6 | 9 | 12 | 10 | 7 | 4 | 9 | 1.150 | 1.244 | 1.160 | 1.165 | 201 | 317 | 0 | 88 |
| Imobilizado | — | — | — | — | — | — | — | — | 6.146 | 4.741 | 6.448 | 8.841 | 939 | 1.020 | 1.752 | 1.424 |
| Intangível | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 10.558 | 13.510 | 17.263 | 23.574 |
| Passivo circulante | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Fornecedores | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Dívida de curto prazo | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Passivo não circulante | 235 | 45 | 0 | 4 | 0 | 0 | 5 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 12.508 | 16.425 | 22.095 | 30.602 |
| Dívida de longo prazo | 235 | — | — | — | — | — | — | — | 0 | 0 | 0 | — | 10.842 | 13.898 | 17.659 | 21.122 |
| Patrimônio líquido | 9.081 | 10.383 | 12.341 | 12.000 | 11.461 | 10.464 | 8.408 | 7.462 | 7.975 | 8.166 | 8.761 | 10.231 | 270 | 259 | 299 | 323 |
| Receita líquida | 1.971 | 2.464 | 2.648 | 2.813 | 3.060 | 3.913 | 3.320 | 2.750 | 2.277 | 2.230 | 2.225 | 2.510 | 3.661 | 4.708 | 5.914 | 8.259 |
| EBIT | 286 | 41 | 203 | 118 | -351 | 69 | 38 | 105 | 136 | 65 | 261 | 160 | 263 | 493 | 576 | 3 |
| Lucro líquido | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 200 | 395 | 511 | 641 |
| Fluxo de caixa operacional | -10 | 502 | 599 | -158 | -114 | 326 | 272 | -153 | 366 | 1.039 | 29 | -679 | 234 | -109 | 1.659 | 1.192 |
| Fluxo de caixa de investimento | -31 | 46 | -165 | -17 | -87 | -88 | -80 | -224 | 57 | -44 | -56 | 49 | 253 | -40 | -403 | -61 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 402 | -181 | 152 | -37 | -82 | -262 | 58 | -144 | -113 | 13 | -605 | -63 | 103 | 1.140 | -125 | 1.230 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,13 | 23,22 | 23,39 | 23,37 | 23,33 | 23,26 | 23,09 | 23,01 | 22,99 | 23,07 | 23,14 | 23,29 | 23,46 | 23,70 | 23,96 | 24,29 |
| Tamanho (receita) | 21,40 | 21,63 | 21,70 | 21,76 | 21,84 | 22,09 | 21,92 | 21,74 | 21,55 | 21,53 | 21,52 | 21,64 | 22,02 | 22,27 | 22,50 | 22,83 |
| Alavancagem | 0,02 | — | — | — | — | — | — | — | 0,00 | 0,00 | 0,00 | — | 0,70 | 0,71 | 0,69 | 0,59 |
| Liquidez corrente | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| ROA | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,01 | 0,02 | 0,02 | 0,02 |
| ROE | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,74 | 1,53 | 1,71 | 1,99 |
| Margem líquida | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,05 | 0,08 | 0,09 | 0,08 |
| Caixa / ativos | 0,25 | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,08 | 0,08 | 0,05 | 0,03 |
| Tangibilidade | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,64 | 0,45 | 0,57 | 0,68 | 0,06 | 0,05 | 0,07 | 0,04 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 26/06/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 02/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |