OUROFINO S.A.
CNPJ 20258278000170 · código CVM 23507Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 17/10/2014 |
| Setor de atividade | Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 17/10/2014 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2026) | 90,6% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | http://ri.ourofino.com/ ↗ |
Respostas no ano 2026
20192020202120222023202420252026
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 66,0% | 24 | 9 | 14 | 7 | 34 | Novo Mercado |
| 2020 | 70,2% | 27 | 8 | 12 | 7 | 33 | Novo Mercado |
| 2021 | 86,2% | 37 | 3 | 7 | 7 | 29 | Novo Mercado |
| 2022 | 89,6% | 40 | 2 | 6 | 6 | 28 | Novo Mercado |
| 2023 | 90,6% | 41 | 2 | 5 | 6 | 28 | Novo Mercado |
| 2024 | 90,6% | 41 | 2 | 5 | 6 | 28 | Novo Mercado |
| 2025 | 90,6% | 41 | 2 | 5 | 6 | 28 | Novo Mercado |
| 2026 | 90,6% | 41 | 2 | 5 | 6 | 28 | Novo Mercado |
Acionistas
6 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 5 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaA Companhia, na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 29 de março de 2019, aprovou a reforma do estatuto social da Companhia ("Estatuto Social") a fim de adequá-lo ao Regulamento do Novo Mercado vigente e, dentre as alterações feitas e por recomendação da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão ("B3"), foi retirado do seu Estatuto Social o artigo relativo a este item. Não obstante, por estar sujeita às disposições do Regulamento do Novo Mercado, em cumprimento ao artigo 21 do referido regulamento, o Conselho de Administração da Companhia deverá manifestar-se com relação a qualquer OPA que tenha por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da Companhia, ainda que tal dispositivo não esteja formalmente previsto no Estatuto Social. |
Parcialmente |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
9 Sim · 0 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaA atuação do Conselho de Administração da Companhia busca a consecução dos interesses de longo prazo da Companhia e seus acionistas, visando à perenidade da Companhia e a criação de valor no longo prazo. No âmbito do processo de listagem das ações de emissão no segmento de negociação do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão ("B3"), a Companhia divulga, desde 2015, o relatório anual de sustentabilidade de acordo com o padrão GRI (Global Reporting Iniative). A partir de 2022, a Companhia adotou o Relato Integrado, que aprimora a transparência e a conexão entre a estratégia empresarial e as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). Essa abordagem permite uma visão mais clara da criação de valor no curto, médio e longo prazo, beneficiando acionistas, investidores e demais stakeholders. Todos os relatórios já divulgados pela Companhia podem ser acessados no site de relações com investidores da Companhia: https://ri.ourofino.com/show.aspx?idCanal=Qbsk/0MuuUlJr8HJhG1G+Q==&linguagem=pt O processo de gestão de riscos da Companhia está diretamente relacionado ao crescimento sustentável, à rentabilidade, à preservação e à criação de valor para a Companhia e para os seus acionistas, dado que este processo permite a identificação não somente de ameaças, como também de oportunidades de negócio, além da tomada de decisões baseada em riscos. Um efetivo processo de gestão, que se concretiza por intermédio do cumprimento de boas práticas de governança corporativa, tem como finalidade gerenciar os riscos de maneira eficaz, contribuindo para a redução da materialização de eventos que impactem negativamente seus objetivos estratégicos e operacionais. A gestão, por meio de um enfoque estruturado e da melhor compreensão das interrelações entre riscos, alinha a estratégia, os processos, as pessoas, a tecnologia e os conhecimentos, aproveitando os benefícios inerentes à diversificação, objetivando a preservação e a criação de valor para a empresa e para os seus acionistas. O departamento de Governança, Riscos, Conformidade e Auditoria Interna (GRC&AI) coordena e monitora o processo de identificação e avaliação dos riscos da Companhia, considerando os principais cenários internos e externos: a natureza das operações: e a disseminação da cultura e metodologia de gerenciamento de riscos. Dessa forma, a Companhia busca garantir uma gestão de riscos preventiva e alinhada às melhores práticas de mercado, seguindo os padrões internacionais estabelecidos na norma da International Organization for Standardization no31000 (ISSO 31000), do Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission - COSO. Além disso, as práticas de gerenciamento também seguem as orientações do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do Instituto dos Auditores Internos (IIA) e do segmento "Novo Mercado" da B3. Em 05 de março de 2024, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a substituição da antiga Política de Gestão de Riscos Corporativos por duas novas políticas específicas: a Política de Gestão de Riscos Corporativos e a Política de Gestão de Riscos Financeiros, doravante denominadas, em conjunto, "Políticas de Gestão de Riscos". Essa segregação representa um avanço na governança da Companhia, permitindo uma abordagem mais estruturada e eficaz na gestão de riscos. Enquanto a Política de Gestão de Riscos Corporativos foca na identificação, avaliação e mitigação de riscos estratégicos e operacionais que possam impactar os objetivos de longo prazo da Companhia, a Política de Gestão de Riscos Financeiros assegura que os recursos financeiros da Companhia sejam geridos de forma segura e alinhada às diretrizes estabelecidas pelos órgãos de governança. Dessa forma, a Companhia visa estabelecer uma estrutura de gestão de riscos de forma a possibilitar a identificação, a avaliação, a priorização, o tratamento, a comunicação e o monitoramento dos riscos relacionados aos objetivos estratégicos corporativos e financeiros, respectivamente, observando as regulamentações aplicáveis e as melhores práticas de mercado, bem como busca estimular a cultura de consciência de riscos em toda a organização. A Companhia conta com sua matriz de riscos estratégicos ("Matriz de Riscos Estratégicos") elencando os riscos prioritários para seu negócio, com possíveis impactos aos objetivos estratégicos e a continuidade de suas operações, os quais foram reportados no relatório de sustentabilidade da Companhia. A Matriz de Riscos Estratégicos é revisada e reclassificada anualmente de acordo com seu impacto e probabilidade de materialização, considerando as mudanças nos cenários internos e externos. Durante esse processo e para todos os riscos mapeados, a Companhia elabora ações mitigatórias que são conduzidas pelas áreas responsáveis e monitoradas pela área de GRC&AI. No processo de atualização ocorrido em 2024, 8 (oito) riscos foram classificados riscos prioritários. A Companhia também mantém uma Matriz de Riscos de Compliance, atualizada anualmente, que mapeia e prioriza os principais riscos de conformidade em suas operações. Na atualização de 2024, essa matriz passou a contemplar 10 (dez) riscos prioritários, reforçando o compromisso da Companhia com a gestão eficaz de riscos e a conformidade regulatória. Os detalhes dessa matriz estão disponíveis em nosso Relatório de Integridade, que pode ser acessado pelo seguinte link: https://ourofino.com/praticas-de-integridade/. Além disso, os princípios e valores éticos da Companhia são regidos substancialmente pelo código de conduta da Companhia ("Código de Conduta"), sendo que qualquer alteração referente a estes princípios e valores é acompanhada e aprovada pelo Conselho de Administração, que zela pela manutenção da transparência da Companhia no relacionamento com as partes interessadas. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaEmbora não haja previsão expressa no Estatuto Social da Companhia de que seu Conselho de Administração deve ser composto por, no mínimo um terço de membros independentes, a Companhia possui, atualmente, mais da metade dos membros de seu Conselho de Administração como independentes. O Estatuto Social, no que diz respeito a composição do seu Conselho de Administração, prevê que dos membros do seu Conselho de Administração, no mínimo, 2 (dois) ou 20% (vinte por cento), o que for maior, deverão ser independentes. A Companhia divulga, em seu Formulário de Referência, anualmente, o enquadramento dos seus conselheiros. Ainda, quando da eleição de seus conselheiros independentes por meio de Assembleia Geral, há a aprovação pelos acionistas do enquadramento feito juntamente com a eleição do conselheiro independente. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Indicação dos Membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento do Conselho de Administração e da Diretoria Estatutária, devidamente aprovada pelo Conselho de Administração em 28 de outubro de 2020, na qual é estabelecido especificamente o processo para a indicação dos membros de cada órgão da governança e que o Conselho de Administração é o responsável pelas. indicações podendo se valer de apoio interno ou de profissionais independentes para a realização de consultorias ou obtenção de pareceres sobre os candidatos. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia possui mecanismo formal de avaliação do seu Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento e da Diretoria Estatutária (incluindo do Diretor Presidente), o qual é realizado interna e anualmente, com a utilização de (i) critérios individuais, tais como: adequação do perfil, consciência, disponibilidade, aderência, competência e comportamento: (ii) critérios colegiados, tais como: composição e dinâmica, cultura e pessoas, estrutura e processos, estratégia e negócios e conformidade e riscos: e (iii) critérios de avaliação dos pares. A partir dos resultados das avaliações são gerados planos de ação para melhorias dos órgãos da Companhia. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui um plano de planejamento de sucessão do diretor-presidente, que foi aprovado em reunião interna do Conselho de Administração, em 20 de março de 2023 e encontra-se disponível na sede da Companhia. O material foi atualizado em dezembro de 2024 e devidamente aprovado em reunião interna do Conselho de Administração, em fevereiro de 2025. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia possui um programa estruturado de integração dos membros do Conselho de Administração e seus Comitês de Assessoramento, no qual os novos membros são apresentados às pessoas chave da Companhia, aos demais membros do respectivo órgão, aos principais aspectos dos negócios, de finanças e governança da Companhia e às suas instalações, bem como tomam ciência dos principais documentos societários, políticas e outros, necessários para a sua atuação, quando do seu respectivo ingresso na Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaO Conselho de Administração possui um calendário anual com, no mínimo, 4 reuniões ordinárias, e, sempre que necessário, realiza reuniões extraordinárias para aprovação e discussão de assuntos de interesse da Companhia, cujas convocações são realizadas na forma prevista no regimento interno da Companhia, Estatuto Social da Companhia, na Lei das Sociedades por Ações e demais regulamentações aplicáveis. O calendário de reuniões do Conselho de Administração indica as datas e os temas chaves a serem deliberados, como as demonstrações financeiras e o relatório dos administradores. As reuniões do Conselho de Administração da Companhia não são precedidas de reuniões exclusivas para conselheiros externos, uma vez que a Companhia já possui mais da metade de seus conselheiros externos e independentes. A ausência da adoção dessa recomendação pela Companhia dá-se em função da forma de atuação e da estrutura da Companhia e está de acordo com a legislação e regulamentação aplicável. Caso os conselheiros externos entendam necessário uma reunião neste sentido, os conselheiros possuem liberdade para se reunirem sem a presença dos executivos e demais convidados. |
Parcialmente |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs matérias e deliberações tomadas nas reuniões do Conselho de Administração são lavradas em atas, registradas no Livro de Atas de Reuniões do Conselho de Administração, as quais são redigidas com todas as decisões tomadas, abstenção de votos por conflito de interesse, responsabilidade e prazos. As atas são assinadas por todos os presentes. Todas estas disposições estão previstas no Regimento Interno do Conselho de Administração da Companhia. |
Sim |
Diretoria
7 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaApesar de a Diretoria da Companhia não possuir um regimento interno formalizado e aprovado pelo Conselho de Administração, a atuação de referido órgão é realizada em conformidade com as orientações do Conselho de Administração, respeitado o previsto no Estatuto Social da Companhia, na Lei das Sociedades por Ações, nas regulamentações da CVM e no Regulamento do Novo Mercado, de modo que a estrutura, o funcionamento e as responsabilidades da Diretoria estão contidos no Estatuto Social. Desta forma, a Companhia acredita não ser necessária a adoção de um regimento interno para que a Diretoria atue de forma a implementar a estratégia definida pelo Conselho de Administração, bem como os mecanismos, processos, programas, controles e sistemas visando a assegurar a observância aos limites de risco e às diretrizes aprovados pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaOs membros da Diretoria Estatutária (incluindo o diretor-presidente) são avaliados através do processo de avaliação formal anual da Companhia conduzido pelo Conselho de Administração. Após análise e discussão, o desempenho do diretor-presidente e dos demais diretores é avaliado com base em metas pré-estabelecidas (financeiras ou não), sendo implementados planos de ação decorrentes dos resultados de tal avaliação. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaAs metas correspondentes ao diretor-presidente e aos demais diretores estatutários são submetidas à aprovação do Conselho de Administração e, conforme histórico de performance, são adotadas as devidas medidas (permanência, promoção ou desligamento dos executivos nos respectivos cargos). Em relação aos aspectos não financeiros, os diretores são avaliados anualmente, através de avaliação de desempenho formalmente estruturada. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Remuneração, aprovada em dezembro de 2020 pelo Conselho de Administração, a qual estabelece as diretrizes e práticas que devem ser observadas quanto à remuneração dos membros do Conselho de Administração, da Diretoria Estatutária, do Comitê de Auditoria Estatutário, dos Comitês Não-Estatutários e do Conselho Fiscal. A prática de remuneração da Companhia para seus diretores visa atender aos interesses dos acionistas da Companhia de manter uma administração capacitada, eficiente, visando atrair e reter os melhores profissionais do mercado, e está diretamente ligada ao alinhamento dos interesses dos executivos e da Companhia |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaNos termos da Política de Remuneração da Companhia, a Diretoria Estatutária tem sua remuneração composta por uma parcela fixa, uma parcela variável, um incentivo de médio e longo prazo baseado em ações, além de alguns benefícios. A Companhia aprovou, em setembro de 2022, Plano de Incentivo de Longo Prazo baseado em Phantom Units, o qual foi aditado em 29 de abril de 2024, que contempla a outorga de unidades representativas do direito de receber determinado valor a ser calculado de acordo as premissas previstas no respectivo plano, conforme descrito no item 8.4 do Formulário de Referência da Companhia referente a 2025, entregue em 19 de maio de 2025. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia acredita que a estrutura de incentivos está alinhada aos limites de risco definidos pelo Conselho de Administração na política de remuneração da Companhia, vedando que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. A Companhia possui um comitê, o Comitê de Recursos Humanos, responsável pela proteção destes riscos. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaConforme previsto no Estatuto Social e no Regimento Interno do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia, todas as competências e recomendações deste item são devidamente cumpridas pelo Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia. Além disso, nos itens 7.2 e 7.4 do Formulário de Referência referente a 2025, entregue em 19 de maio de 2025, é possível encontrar maiores informações sobre os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaConforme estabelecido nos regimentos da área de auditoria interna, aprovado pelo Conselho de Administração em dezembro de 2019, a área de auditoria interna se reporta diretamente ao Comitê de Auditoria Estatutário, órgão consultivo e de apoio ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaVide item 2.1.1 |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaVide item 2.1.1 |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA estrutura de governança, riscos e conformidade vem constantemente aprimorando as avaliações relacionadas a controles internos, riscos e conformidade, com supervisão do Comitê de Auditoria Estatutário, do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração. Ademais, a Companhia possui as Políticas de Gestão de Riscos, Política Anticorrupção e Antissuborno e Política para Prevenção de Conflitos de Interesses, instituindo diretrizes e procedimentos formais em relação a estes temas, em linha com as regulamentações aplicáveis e as melhores práticas de mercado. Adicionalmente, é realizado um monitoramento mensal dos indicadores de compliance, pelo Comitê de Ética, visando a identificação tempestiva de eventuais situações de não conformidade quanto às políticas, normas internas e legislações aplicáveis. Trimestralmente esses resultados também são reportados ao Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia. A Companhia também publica, desde 2022, o seu Relatório Anual de Integridade, o qual foi divulgado para todos os conselheiros, administradores, diretores e gestores da Companhia e está disponível no link: https://ourofino.com/praticas-de-integridade/ |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia conta com um comitê de ética ("Comitê de Ética"), devidamente constituído por seu Código de Conduta ("Código de Conduta"), formado por representantes das áreas de Recursos Humanos, de GRC&AI (Governança, Riscos, Conformidade e Auditoria Interna) e Jurídica. O Comitê de Ética está subordinado ao Comitê de Auditoria Estatutário, o qual é órgão consultivo de assessoramento, vinculado diretamente ao Conselho de Administração. O Comitê de Ética atua para esclarecer questões e dúvidas que envolvam a prática e o cumprimento dos valores éticos e normas de conduta, além de acompanhar o andamento das ações propostas nas reuniões realizadas e monitorar atividades de engajamento. O Comitê de Ética acompanha mensalmente o dashboard de compliance, implementado em 2022, que conta com indicadores relacionados ao atendimento de treinamentos obrigatórios como Código de Conduta, Conflitos de Interesses, Política Anticorrupção, entre outros. O Comitê de Ética também é responsável por acompanhar e direcionar as ações de investigação conduzidas pela auditoria interna quanto os relatos de infrações ao Código de Conduta recebidos por meio do canal de denúncias da Companhia. O Comitê de Ética possui um regimento interno, o qual dispõe sobre os procedimentos quanto ao seu funcionamento e responsabilidades. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia possui um canal de denúncias operado por empresa terceirizada e independente e está sob responsabilidade do departamento de Governança, Riscos, Conformidade e Auditoria Interna, o qual é responsável pela apuração das denúncias em linha com as diretrizes definidas pelo Comitê de Ética, para garantir a transparência nas relações internas e externas e possibilitar que seus colaboradores e públicos de relacionamento apresentem preocupações relativas à conduta empresarial da organização. O canal está disponível 24 horas, em português e espanhol, para recebimento de denúncias de colaboradores e terceiros a partir do número 0800 517 0045 (Brasil), pelo website www.contatoseguro.com.br/ourofinosaudeanimal: ou ainda pelo aplicativo "Contato Seguro" (disponível para sistemas iOS e Android). Este é o principal instrumento de controle e combate a atos ilícitos, formalmente estabelecido e divulgado para colaboradores, fornecedores, clientes e público de relacionamento em geral. As denúncias são recebidas por meio destes canais gratuitos, onde os atendimentos são registrados por um operador independente, ao qual somente os membros do Comitê de Ética possuem acesso. Todos os relatos recebidos são transcritos e permanecem disponíveis em uma plataforma eletrônica gerida pela empresa terceirizada, garantindo assim a confidencialidade das informações fornecidas pelo denunciante, bem como seu anonimato. Em 2024, todas as denúncias recebidas foram investigadas e, a Companhia não teve casos confirmados relacionados a possíveis desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos praticados contra a administração pública. O departamento de Governança, Riscos, Conformidade e Auditoria Interna reporta periodicamente um consolidado das denúncias ao Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia, o qual é responsável pelo acompanhamento do resultado das investigações e tratativas adotadas. O Conselho de Administração também pode ser acionado para adoção das medidas aplicáveis, sempre que necessário. A Companhia disponibiliza no site https://ourofino.com/praticas-de-integridade/ um painel com mais números e estatísticas quanto às denúncias recebidas. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaNão obstante não possuir regras formalizadas de governança nesse sentido, a Companhia entende que a observância de seu Estatuto Social, que define as funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança da Companhia, bem como as alçadas de decisão de cada instância, aliado ao devido cumprimento aos dispositivos previstos na Lei das Sociedades por Ações e no Regulamento do Novo Mercado, são suficientes para o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses. Adicionalmente, desde 2020, a Companhia tem estabelecido o processo de declaração de Conflito de Interesses, o qual é aplicável a todos os colaboradores, diretores e conselheiros. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia faz parte do Novo Mercado de governança corporativa da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão ("B3"). Nesse sentido, adicionalmente à legislação e às regulamentações aplicáveis, a Companhia está em conformidade com o Regulamento do Novo Mercado, que contempla a adoção de práticas de governança corporativa diferenciadas, sendo que as regras, valores e princípios da Companhia são divulgados em seu site de Relações com Investidores (ri.ourofino.com). Ademais, a Companhia adota, além das regras previstas na Lei das Sociedades por Ações, determinadas regras e mecanismos para identificação e administração de conflitos de interesses, conforme estabelecido em suas políticas internas, como a Política de Transação com Partes Relacionadas, Política para Prevenção de Conflitos de Interesses, Política Anticorrupção e Antissuborno e Código de Conduta, bem como os Regimentos Internos do Conselho de Administração, do Comitê de Auditoria Estatutário e da Auditoria Interna. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaNão obstante não possuir regras formalizadas de governança nesse sentido, a Companhia entende que a observância de seu Estatuto Social, que define as funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança da Companhia, bem como as alçadas de decisão de cada instância, aliado ao devido cumprimento aos dispositivos previstos na Lei das Sociedades por Ações e no Regulamento do Novo Mercado, são suficientes para o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Política de Transação com Partes Relacionadas, aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia, pode ser encontrada no website de relações com investidores da Companhia (ri.ourofino.com). Nos termos da referida política, cada pessoa chave da administração deverá completar, anualmente, um questionário destinado a coletar informações sobre as partes a ela relacionadas, de acordo com as definições da política, e sobre quaisquer transações entre elas e a Companhia de que tenha ciência, cabendo-lhe se informar com os membros próximos da família. Cada potencial transação com parte relacionada reportada deve ser analisada pelo departamento jurídico da Companhia para determinar se a transação de fato constitui uma transação com parte relacionada que deve ser submetida aos procedimentos da política, inclusive para fins de definição das alçadas de aprovação. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão pode ser encontrada no site de relações com investidores da Companhia (ri.ourofino.com). |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Doações e Investimentos Sociais, a qual tem por objetivo estabelecer as diretrizes e orientar as decisões relativas às doações, investimento social privado e investimento em projetos de leis de incentivo, garantindo que estas ocorram com elevado padrão de transparência, integridade e legalidade. Referida política pode ser acessada no site de relações com investidores da Companhia (ri.ourofino.com). |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
2014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| JARDEL MASSARIGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| LUIZ ANTÔNIO SANTOS BAPTISTA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| MAHIRO DOIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 28/05/2026 | 2 anos |
| MÁRCIO GUEDES PEREIRA JÚNIOR IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| NORIVAL BONAMICHIGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| YASUSHI SUGIMOTO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
Diretoria 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| KLEBER CESAR SILVEIRA GOMESGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 18/03/2026 | 3 ANOS |
| MARCELO DA SILVAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 18/03/2026 | 3 ANOS |
| TETSUHIKO HIRAMATSUGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 18/03/2026 | 3 ANOS |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANSELMO JOSÉ BUOSIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| CÉSAR AUGUSTO CAMPEZ NETOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| JOSÉ PAULO MARQUES NETTOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| MARCOS YASSUSHI OKADAGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| PAULO CÉSAR LIMAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| SANDRO FERREIRA RODRIGUES DA SILVAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 16/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
Comitês 3 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| LUCILENE DA SILVA PRADOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZ ANTÔNIO SANTOS BAPTISTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZ ANTÔNIO SANTOS BAPTISTAGin | Outros |
| VALDIR AUGUSTO DE ASSUNÇÃOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Recursos Humanos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FAUSTO DONINI ALVAREZGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| KATIA GUEDES MOURA LOBOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| KLEBER CESAR SILVEIRA GOMESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUCILENE DA SILVA PRADOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MÁRCIO GUEDES PEREIRA JÚNIORGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| YASUSHI SUGIMOTOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Estratégico de Inovação para Produtos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JARDEL MASSARIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| KLEBER CESAR SILVEIRA GOMESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| NORIVAL BONAMICHIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 0 | 3 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 0 | 3 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 0 | 6 |
| Diretoria | 0 | 0 | 3 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 6 | 0 |
| Diretoria | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 3 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
2014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 6 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 4 | 3 |
| Salário ou pró-labore | 392.203 | 1.307.345 | 2.416.322 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 119.701 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 78.441 | 261.469 | 503.778 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 2.126.250 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 1.384.742 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 75.448 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 4.959.422 |
| Total do órgão | 470.644 | 1.568.814 | 11.585.663 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 6 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 1 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 1.546 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 2.126.250 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 1.417.500 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 05/03/2024 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 05/03/2024 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 05/03/2024 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112001283 | Nacional | 04/08/2014 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112001283 | Nacional | 04/08/2014 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112001283 | Nacional | 04/08/2014 → 31/12/2018 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112001283 | Nacional | 04/08/2014 → 31/12/2018 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112001283 | Nacional | 04/08/2014 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112001283 | Nacional | 04/08/2014 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112001283 | Nacional | 04/08/2014 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 04/08/2014 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 1 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
2014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 3.377 |
| Acionistas pessoa jurídica | 60 |
| Investidores institucionais | 33 |
| Ações ordinárias em circulação | 23.165.733 (42,94%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 23.165.733 (42,94%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (16/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 08/05/2020 | 650.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 29/10/2024 | 479.823.732 | 53.949.006 | 0 | 53.949.006 |
| Capital Integralizado | 29/10/2024 | 479.823.732 | 53.949.006 | 0 | 53.949.006 |
| Capital Subscrito | 29/10/2024 | 479.823.732 | 53.949.006 | 0 | 53.949.006 |
2014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 18 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Agronegócio Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Agronegócio Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Agronegócio Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Pet Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Pet Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Pet Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Saúde Animal Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Saúde Animal Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Jardel Massari | Presidente do Conselho de Administração e Controlador | Ouro Fino Saúde Animal Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Agronegócio Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Agronegócio Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Agronegócio Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Pet Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Pet Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Pet Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e controlador | Ouro Fino Saúde Animal Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Saúde Animal Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Norival Bonamichi | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Inovação e Controlador | Ouro Fino Saúde Animal Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 7 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| BNDES Participações S.A. - BNDESPAR | BNDES Participações S.A. - BNDESPAR é acionista da Companhia. | 03/05/2017 | 33.291.602 | — | S | 0.000000 |
| BNDES Participações S.A. - BNDESPAR | BNDES Participações S.A. - BNDESPAR é acionista da Companhia. | 19/01/2016 | 2.801.510 | — | S | 0.000000 |
| Condomínio Rural Ouro Fino | Condomínio Rural Ouro Fino é sociedade com controladores em comum com a Companhia. | 01/01/2014 | 2.040.853 | — | N | 0.000000 |
| Ouro Fino Química Ltda. | Ouro Fino Química Ltda. é sociedade sob controle comum com a Companhia. | 30/06/2014 | 1.420.555 | — | N | 0.000000 |
| Ouro Fino Química Ltda. | Ouro Fino Química Ltda. é sociedade com controladores em comum com a Companhia. | 31/12/2019 | 566.049 | — | S | 0.000000 |
| Neotech Soluções Ambientais Ltda. | Neotech Soluções Ambientais Ltda é sociedade com um dos controladores e seu membro próxima da família em comum com a Companhia. | 12/04/2017 | 451.422 | — | N | 0.000000 |
| Ouro Fino Participações e Empreendimentos S.A. e outros | Ouro Fino Química Ltda., Ouro Fino Hong Kong Limited. e Shanghai Ouro Fino Trading Co., Ltd. são sociedades sob controle comum com a Companhia. | 30/07/2014 | 161.592 | — | N | 0.000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 627 | 693 | 776 | 810 | 846 | 870 | 1.104 | 1.193 | 1.347 | 1.279 | 1.385 | 1.566 |
| Ativo circulante | 366 | 378 | 380 | 407 | 413 | 425 | 680 | 730 | 843 | 829 | 892 | 1.023 |
| Caixa e equivalentes | 72 | 23 | 70 | 123 | 65 | 45 | 226 | 161 | 165 | 304 | 234 | 251 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 18 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 178 | 226 | 162 | 161 | 175 | 189 | 209 | 245 | 301 | 263 | 354 | 430 |
| Estoques | 87 | 109 | 131 | 109 | 153 | 165 | 190 | 270 | 325 | 208 | 265 | 312 |
| Tributos a recuperar | 9 | 8 | 10 | 9 | 14 | 19 | 27 | 41 | 43 | 32 | 31 | 17 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 25 | 42 | 63 | 69 | 78 | 72 | 73 | 77 | 55 | 24 | 49 | 94 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 171 | 194 | 246 | 247 | 261 | 280 | 277 | 314 | 342 | 333 | 337 | 343 |
| Intangível | 66 | 79 | 87 | 87 | 94 | 93 | 74 | 72 | 106 | 93 | 107 | 106 |
| Passivo circulante | 177 | 150 | 143 | 277 | 171 | 211 | 239 | 246 | 259 | 233 | 291 | 288 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 25 | 24 | 17 | 22 | 33 | 20 | 39 | 44 | 48 | 30 | 44 | 48 |
| Fornecedores | 22 | 29 | 23 | 28 | 27 | 40 | 56 | 70 | 86 | 75 | 113 | 97 |
| Dívida de curto prazo | 103 | 57 | 74 | 190 | 76 | 118 | 97 | 85 | 88 | 99 | 57 | 52 |
| Passivo não circulante | 120 | 163 | 256 | 128 | 219 | 167 | 304 | 306 | 351 | 357 | 337 | 481 |
| Dívida de longo prazo | 113 | 159 | 242 | 123 | 211 | 163 | 298 | 297 | 324 | 333 | 302 | 437 |
| Patrimônio líquido | 330 | 380 | 376 | 406 | 456 | 492 | 561 | 641 | 736 | 689 | 756 | 797 |
| Receita líquida | 327 | 534 | 457 | 505 | 589 | 620 | 730 | 905 | 1.041 | 943 | 1.025 | 1.225 |
| EBIT | 62 | 98 | 9 | 66 | 98 | 72 | 102 | 141 | 177 | 81 | 187 | 236 |
| Lucro líquido | 38 | 69 | -5 | 38 | 69 | 46 | 90 | 114 | 131 | -50 | 134 | 222 |
| Fluxo de caixa operacional | 1 | 16 | 42 | 100 | 43 | 56 | 112 | 47 | 90 | 190 | 74 | 100 |
| Fluxo de caixa de investimento | -4 | -56 | -87 | -25 | -46 | -50 | -24 | -60 | -78 | -37 | -43 | -42 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 76 | -9 | 93 | -21 | -55 | -26 | 92 | -51 | -8 | -14 | -102 | -41 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,26 | 20,36 | 20,47 | 20,51 | 20,56 | 20,58 | 20,82 | 20,90 | 21,02 | 20,97 | 21,05 | 21,17 |
| Tamanho (receita) | 19,61 | 20,10 | 19,94 | 20,04 | 20,19 | 20,24 | 20,41 | 20,62 | 20,76 | 20,66 | 20,75 | 20,93 |
| Alavancagem | 0,34 | 0,31 | 0,41 | 0,39 | 0,34 | 0,32 | 0,36 | 0,32 | 0,31 | 0,34 | 0,26 | 0,31 |
| Liquidez corrente | 2,07 | 2,52 | 2,66 | 1,47 | 2,42 | 2,02 | 2,85 | 2,97 | 3,25 | 3,56 | 3,06 | 3,55 |
| ROA | 0,06 | 0,10 | -0,01 | 0,05 | 0,08 | 0,05 | 0,08 | 0,10 | 0,10 | -0,04 | 0,10 | 0,14 |
| ROE | 0,12 | 0,18 | -0,01 | 0,09 | 0,15 | 0,09 | 0,16 | 0,18 | 0,18 | -0,07 | 0,18 | 0,28 |
| Margem líquida | 0,12 | 0,13 | -0,01 | 0,08 | 0,12 | 0,07 | 0,12 | 0,13 | 0,13 | -0,05 | 0,13 | 0,18 |
| Caixa / ativos | 0,12 | 0,03 | 0,09 | 0,15 | 0,08 | 0,05 | 0,20 | 0,14 | 0,12 | 0,24 | 0,17 | 0,16 |
| Tangibilidade | 0,27 | 0,28 | 0,32 | 0,30 | 0,31 | 0,32 | 0,25 | 0,26 | 0,25 | 0,26 | 0,24 | 0,22 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 31/05/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 20/04/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 18/05/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/05/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 19/05/2025 | ver informe na CVM ↗ |
| 2026 | 1 | 19/05/2026 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
| 2026 | Novo Mercado | FCA 2026 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |