VIX LOGÍSTICA S/A
CNPJ 32681371000172 · código CVM 21202Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 27/11/2007 |
| Setor de atividade | Serviços Transporte e Logística |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 85,7% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | ri.vixpar.com ↗ |
Respostas no ano 2020
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 69,0% | 31 | 12 | 7 | 4 | 31 | Novo Mercado |
| 2020 | 72,0% | 31 | 9 | 10 | 4 | 32 | Novo Mercado |
| 2021 | 84,4% | 37 | 4 | 7 | 6 | 33 | Novo Mercado |
| 2022 | 83,3% | 36 | 4 | 8 | 6 | 33 | Novo Mercado |
| 2023 | 87,5% | 39 | 3 | 6 | 6 | 32 | Novo Mercado |
| 2024 | 86,5% | 38 | 3 | 7 | 6 | 32 | Novo Mercado |
| 2025 | 85,7% | 37 | 2 | 10 | 5 | 33 | Novo Mercado |
Acionistas
8 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente as práticas pois a sua estrutura acionária faz com que a não adoção do manual não cause prejuízo aos acionistas no que tange a participação em assembleias, o correto entendimento das matérias a serem deliberadas, e a indicação e eleição de candidatos ao conselho de administração. As assembleias são utilizadas pela diretoria para comunicar a condução dos negócios da companhia aos acionistas. |
Parcialmente |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaO emissor avaliará a adoção das práticas não adotadas previamente à admissão da Companhia ao segmento de listagem do Novo Mercado. |
Não |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO emissor entende que o acréscimo de prêmio previsto no Estatuto Social não é substancial. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
7 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaPor meio dos comitês de suporte ao Conselho, o Conselho define as estratégias de negócios considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente e visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo, avalia periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance), aprova políticas de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios, define os valores e princípios éticos da companhia, zela pela manutenção da transparência da companhia no relacionamento com todas as partes interessadas, e realiza a revisão anual do sistema de governança corporativa. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO estatuto da Companhia prevê, conforme estabelece o Regulamento do Novo Mercado, ao qual a companhia fará adesão quando da sua admissão ao segmento, que 02 dos 09 membros do Conselho deverão ser membros Independentes. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA indicação de membros do conselho é normatizada pelo Estatuto da Companhia e pelo Acordo de Acionistas.O porte e participação acionária da companhia fazem com que a adoção de política abrangendo todas as práticas recomendadas não se justifique. Em razão das previsões constantes do Regulamento do Novo Mercado, o emissor avaliará a adoção das práticas não adotadas previamente à admissão da Companhia ao segmento de listagem do Novo Mercado. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia adota a prática parcialmente pois os membros do Conselho de Administração são reavaliados quando da sua eleição, porém o porte da companhia fazem com que os custos envolvidos com adoção completa da prática, com um processo anual formal de avaliação, não se justifiquem. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO Conselho de Administração zela pela continuidade da gestão da Companhia, garantindo que a sucessão das principais lideranças ocorra de forma organizada, mas não existe um plano de sucessão formal do Diretor Presidente. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA VIX realiza o VIX DAY em que o membro do conselho é apresentado à companhia, pessoas chaves da administração, operações e estratégias. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaO Calendário não prevê reuniões exclusivas dos conselheiros externos pois a estrutura acionária da companhia não justifica a adoção da prática. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO regimento interno do conselho de administração prevê que as atas devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto. |
Sim |
Diretoria
4 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente as práticas deste item, tendo em vista que: (i) Em relação a Política de Gestão de Riscos, destacamos que faz parte da pauta das diretorias Executiva, Administrativa e Financeira, com reporte ao Comitê de Riscos e Auditoria e ao Conselho de Administração. A Política de Gestão de Riscos está em processo de aprovação junto ao Comitê de Riscos e Auditoria, para posterior envio ao Conselho de Administração. Uma vez aprovada, será pauta das demais diretorias, com a inclusão na agenda anual. Além disso, a Companhia conta ainda com a atuação da Auditoria Interna, responsável pela constante verificação do cumprimento dos processos de gerenciamento dos riscos e controles internos. (ii) Em relação a este item, a Companhia adota as práticas necessárias, razão pela qual entendemos que o item está contemplado por completo. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia não possui atualmente um método formal de avaliação da Diretoria pelo Conselho, por considerar que os processos internos de avaliação por meio do atingimento de metas quantitativas e qualitativas cumprem essa função. |
Não |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui atualmente um método formal de avaliação da Diretoria pelo Conselho, por considerar que os processos internos de avaliação por meio do atingimento de metas quantitativas e qualitativas cumprem essa função, mas as proposições do diretor-presidente quanto a metas, promoção e desligamento dos executivos nos respectivos cargos, são apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não adote política de remuneração da diretoria com procedimentos formais aprovados pelo conselho, a remuneração dos diretores é composta por remuneração fixa e remuneração variável, respeitado o limite estabelecido pela Assembleia Geral para a remuneração da Diretoria, de maneira a proporcionar alinhamento entre a atuação da Diretoria e os objetivos da Companhia, dentre eles a criação de valor a longo prazo. |
Não |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria é composta por remuneração fixa e remuneração variável, de maneira a proporcionar alinhamento entre a atuação da Diretoria e os objetivos da Companhia, dentre eles a criação de valor a longo prazo. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não adote política de remuneração da diretoria com procedimentos formais aprovados pelo conselho, a remuneração dos diretores é composta por remuneração fixa e remuneração variável, respeitado o limite recomendado pelo Conselho e estabelecido pela Assembleia Geral para a remuneração da Diretoria, de maneira a proporcionar alinhamento entre a atuação da Diretoria e os objetivos da Companhia, dentre eles a criação de valor a longo prazo. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
5 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui um comitê de auditoria e riscos não estatutário, que assessora o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance, porém, em razão do porte e composição acionária da Companhia o mesmo é não estatutário, não é formado por maioria de membros independentes nem é coordenado por membro independente, e não possui orçamento próprio. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui uma área de auditoria interna, que embora não esteja vinculada diretamente ao Conselho de Administração, presta reporte temporariamente ao CAD e ao Comitê de Risco e Auditoria, conforme agenda anual pré-estabelecida |
Parcialmente |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui Políticas Internas que incluem parte dos requisitos mencionados pelo Código, e que estabelecem as diretrizes necessárias para que a gestão de Riscos Corporativos seja eficiente, eficaz e permeie toda a companhia. O mapa de riscos estratégicos para os quais se busca proteção recebeu novo mapeamento em 2018 sendo também aprovado pelo Conselho de Administração, servindo de base para a tomada de ações. O dicionário de riscos, bem como o inventário, a matriz de riscos e a Política de Gestão de Riscos estão sendo atualizados em 2020, com apoio de consultoria especializada no tema, após a qual serão encaminhados para aprovação do Conselho de Administração. A Política de Gerenciamento de Riscos está em processo de revisão, para envio para aprovação do Conselho de Administração. Na Companhia, a estrutura que responde pelo gerenciamento de riscos é a Gerência Jurídica, Riscos e Compliance. Outras áreas da Companhia também possuem no escopo de sua gestão temas atinentes ao gerenciamento de riscos e compliance. A companhia desenvolveu mecanismos efetivos, tais como a adoção de novos procedimentos e relatórios internos, assim como a estruturação de novas áreas, a fim de assegurar que os riscos identificados sejam mitigados e monitorados. A Companhia também analisa periodicamente o comportamento de seus indicadores e adota postura conservadora na gestão de seus recursos financeiros, compondo a agenda do Conselho de Administração da Companhia, a avaliação dos indicadores de gerenciamento de riscos. |
Parcialmente |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração define diretrizes gerais, formalizadas na Companhia por meio de políticas, avalia e aprova propostas realizadas pela diretoria executiva, assim como acompanha os resultados obtidos. Para auxiliá-lo e dar maior fluidez aos processos decisórios, o conselho conta com os comitês de assessoramento. O mecanismos de Gestão de Riscos e Controles Internos estão em constante evolução e atualização para suportar a estratégia da Companhia e assegurar a transparência a todos os stakeholders. Disposição estatutária prevê a existência do Comitê de Risco e Auditoria Interna e do Comitê de Governança Corporativa e Gestão de Pessoas, os quais assessoram o Conselho de Administração, cumprindo uma agenda anual de temas relevantes ao adequado funcionamento da Companhia, incluindo o reporte da área de Gestão de Riscos e o Programa de Integridade. Em janeiro de 2020 a Política de Gestão de Riscos foi avaliada pelo Comitê de Riscos e Auditoria, estando em fase de ajustes solicitados pelos membros e atualização. Em julho de 2020 foi dado o reporte ao Comitê de Governança Corporativa e Pessoas sobre o Programa de Integridade ao Conselho de Administração. Em abril e em setembro de 2020 foram apresentados os indicadores do Canal de Denúncia e prestação de contas do Comitê de Ética: Em 2021 serão apresentados os resultados da atualização da matriz de riscos e ajustes da Política de Gestão de Riscos |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA companhia possui um Comitê de Gestão de Riscos e Auditoria, responsável por dar as diretrizes sobre os temas, além disso, existe uma área responsável pela auditoria interna e gestão de riscos, bem como, empresa contratada para a auditoria externa. Faz parte do calendário anual dos Comitês de auxílio do Conselho de Administração a aprensetação de indicadores do Programa de Integridade, Canal de Denúncia e Comitê de Ética. Em 2020 o Código de Conduta foi atualizado e aprovado pelo Conselho de Administração. A Política Anticorrupção foi atualizada e será apresentada para avaliação do Conselho de Administração em 2021. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
7 Sim · 1 Não · 4 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente as práticas deste item, tendo em vista que possui um Comitê de Ética, dotado de independência e autonomia, que se reporta a Diretoria Executiva, e, periodicamente, conforme agenda anual estabelecida, se reporta ao Comitê de Governança Corporativa a Gestão de Pessoas e ao Conselho de Administração. Tem como principal atribuição a análise das tratativas das denúncias recepcionadas pelo canal de denúncias da Companhia, zelando pelo cumprimento do código de conduta e garantindo que sejam considerados e respeitados seus princípios e normas em todos os processos de negócio e atividades da mesma. Regimento específico estabelece os procedimentos a serem seguidos pelo Comitê de Ética, sua composição, organização, subordinação, deveres, organização das reuniões e reporte. Quanto às ações de desenvolvimento, implementação e monitoramento do Programa de Integridade, foram definidas pela Companhia em Instrução de Trabalho própria, como sendo de responsabilidade da Gerência Jurídica, Riscos e Compliance. O Comitê de Ética é composto atualmente por Gerentes Operacionais e Corporativos, que possuam ao menos 02 (dois) anos de tempo de serviço na Companhia e sobre os quais não se registrem notas desabonadoras, indicados pelos Diretor e aprovados pela Diretoria Executiva. O Comitê de Ética se reune ordinariamente de acordo com uma programação previamente estabelecida por seu Coordenador ou, extraordinariamente, a pedido de qualquer de seus membros, mediante convocação pelo Coordenador. As reuniões deverão ser documentadas em ata própria. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO canal de denúncia da companhia é atualmente operado por empresa especializada, com autonomia e imparcialidade. Instrução de trabalho específica regula a operação do Canal de Denúncias, resguardados em todo caso a confidencialidade e o anonimato. Pode ser acessado pelo público interno e externo, tendo como canais de comunicação o e-mail, site, 0800 (ligação gratuita) e correspondência, estando disponível tanto para a realização de denúncias quanto para orientações e esclarecimentos de dúvidas sobre questões legais e sobre ética. As denúncias recebidas através do Canal de Denúncias da Companhia são analisadas conforme hierarquia estabelecida, considerando o agente denunciado. Eventuais casos de fraudes são apuradas pela Auditoria Interna, que poderá contratar Auditoria Externa sempre que necessário. Além disso, há um Comitê de Ética, responsável pela análise das tratativas, estando as decisões pautadas nas diretrizes organizacionais, nos valores da Companhia, no Código de Conduta, Políticas internas e legislação vigente, com reporte direto a Diretoria Executiva, além de, periodicamente, ao Comitê de Governança Corporativa e Pessoas da VIX e ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA Companhia mantém em sua página na internet o Manual de Governança evidenciando o cumprimento da prática. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia atende mantém em sua página na internet o Manual de Governança, que torna públicas as regras de governança da Companhia. Contidas nessas regras, estão as previsões do Estatuto da Companhia e do Regimento Interno do Conselho de Administração que estabelecem que os Conselheiros que tenham interesses conflitantes com o da Companhia não deverão se manifestar ou ter suas manifestações consideradas nos quoruns de decisão destas matérias. A Companhia reafirma essa regra em seu Código de Conduta, se estendendo, também, para interesses conflitantes em relação a administração pública. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaO Estatuto da Companhia e o Regimento Interno do Conselho de Administração preveem que os Conselheiros que tenham interesses conflitantes com o da Companhia não deverão se manifestar ou ter suas manifestações consideradas nos quóruns de decisão destas matérias, porém não há no Estatuto atualmente a previsão de mecanismos para receber e processar alegações de conflitos de interesse em sede de Assembleia Geral. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaO Estatuto e a Politica de Transações com partes relacionadas asseguram o cumprimento da prática. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA companhia tem uma política aprovada e a adotará quando sua admissão ao segmento do Novo Mercado. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente a prática prevista neste item, tendo em vista que embora ainda não possua uma política específica sobre contribuições voluntárias, o tema é tratado pontualmente no Código de Conduta (Relacionamento com agentes públicos e partidos políticos) e na Política Anticorrupção (Doações e Patrocínios / Contribuições a Sindicatos), podendo ser acessados através do site: www.vix.com.br. A companhia veda em seu Código de Conduta a realização de contribuições a campanhas e/ou partidos políticos. Além disso, no Código de Conduta, aprovado pelo Conselho de Administração, é estabelecido que as contribuições, doações e patrocínios para pessoas que não possuem relação com a adm. pública, partidos ou políticos deve seguir o Fluxo de Doações estabelecido internamente, que visa dar segurança, lastreabilidade e transparência. |
Parcialmente |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaEmbora não haja uma política específica sobre o assunto, o tema é tratado no Código de Conduta aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia, sendo proibida qualquer contribuição para agentes públicos, políticos ou não, e para campanhas políticas. |
Parcialmente |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei.
justificativa da empresaA Companhia não é empresa controlada pelo Estado. Ainda sim, embora não haja uma política específica para contribuições voluntárias, o tema é tratado no Código de Conduta que veda a realização de contribuições ou doações a partidos políticos, campanhas ou pessoas a eles ligadas. Quanto às suas relações comerciais, destacamos que a VIX LOGÍSTICA S.A. não possui relações comerciais diretas com o Estado, estando estas restritas à pessoas jurídicas de direito privado, concessionárias de serviços públicos e sociedades de economia mista. Em observância ao princípio da transparência, entendemos que é importante informar que em que pese a VIX não possua relações comerciais diretas com o Estado, esta relação ocorre em empresa controlada pela mesma (Salute Locação e Empreendimentos Ltda.) |
Parcialmente |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| DECIO LUIZ CHIEPPEGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/12/2024 | 31/12/2026 |
| KAUMER CHIEPPEGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/12/2024 | 31/12/2026 |
| RENAN CHIEPPEGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/12/2024 | 31/12/2026 |
| RIGUEL CHIEPPEGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/12/2024 | 31/12/2026 |
| ROBERTO LUCIO NUNES DE CARVALHO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/12/2024 | 31/12/2026 |
| CARLOS CHIEPPE NETTOGin | Conselho de Administração e Diretoria | 39 - Outros Conselheiros / Diretores | 30/12/2024 | 31/12/2026 |
Diretoria 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CARLOS CHIEPPE NETTOGin | Conselho de Administração e Diretoria | 39 - Outros Conselheiros / Diretores | 30/12/2024 | 31/12/2026 |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 11/11/2024 | 31/12/2026 |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPEGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 11/11/2024 | 31/12/2026 |
| CIRO FERREIRA DA ROCHAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 11/11/2024 | 31/12/2026 |
| FERNANDO FERNANDESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 31/12/2025 | 31/12/2026 |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 11/11/2024 | 31/12/2026 |
| RODOLFO ALTOE FILHOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 11/11/2024 | 31/12/2026 |
Comitês 2 comitês
Comitê de Pessoas, Sustentabilidade e Estratégia
| Nome | Cargo |
|---|---|
| DECIO LUIZ CHIEPPEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| KAUMER CHIEPPEGin | Outros |
| RENAN CHIEPPEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Gestão Financeira, Risco e Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| DECIO LUIZ CHIEPPEGin | Outros |
| KAUMER CHIEPPEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RIGUEL CHIEPPEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROBERTO LUCIO NUNES DE CARVALHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 5 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 6 | 0 |
| Diretoria | 0 | 7 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 6 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 0 | 6 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 5 | 6 |
| Salário ou pró-labore | 0 | 3.196.321 | 8.094.801 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 248.620 | 699.057 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 850.199 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 0 | 3.444.941 | 9.644.057 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 0 | 6 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 5 | 6 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 850.199 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 850.199 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 850.199 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 17/03/2022 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 17/03/2022 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 17/03/2022 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 17/03/2022 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 03/03/2017 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 03/03/2017 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000390 | Nacional | 03/03/2017 |
| 2020 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000390 | Nacional | 03/03/2017 |
| 2019 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SS | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 → 31/12/2011 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000390 | Nacional | 03/03/2017 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SS | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 → 31/12/2011 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000390 | Nacional | 03/03/2017 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2016 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SS | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 → 31/12/2011 |
| 2016 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2015 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SS | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 → 31/12/2011 |
| 2015 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SS | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 → 31/12/2011 |
| 2014 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SS | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 → 31/12/2011 |
| 2013 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SS | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 → 31/12/2011 |
| 2012 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000201 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2011 | ERNST YOUNG TERCO AUDITORES INDEPENDENTES SOC SIMPLES | 61366936000125 | Nacional | 01/06/2007 |
| 2010 | TERCO GRANT THORTON AUDITORES INDEPENDENTES SOC SIMPLES | 00326016000199 | Nacional | 01/06/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 1 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 1 |
| Acionistas pessoa jurídica | 2 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 0 (0%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 0 (0%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2025).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 28/03/2022 | 750.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 14/02/2025 | 592.072.108 | 88.706.321 | 0 | 88.706.321 |
| Capital Integralizado | 14/02/2025 | 592.072.108 | 88.706.321 | 0 | 88.706.321 |
| Capital Subscrito | 14/02/2025 | 592.072.108 | 88.706.321 | 0 | 88.706.321 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 2 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| DECIO LUIZ CHIEPPE | Conselheiro de Administração (efetivo) | André Luiz Chieppe | Diretor de Finanças e Relações com Investidores | VIX LOGÍSTICA S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| RIGUEL CHIEPPE | Conselheiro de Administração (efetivo) | KAUMER CHIEPPE | Presidente do Conselho de Administração | VIX LOGÍSTICA S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 63 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora Adjunta | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora Adjunta | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora Adjunta | SALUTE LOCAÇÃO E EMPREENDIMENTOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora | SALUTE LOCAÇÃO E EMPREENDIMENTOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora Adjunta | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora Adjunta | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| ANA SILVIA CALEGARI GAVA | Diretora | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | MONTE CARLO PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | MONTE CARLO PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ANDRÉ LUIZ CHIEPPE | Diretor de Relações com Investidores | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CARLOS CHIEPPE NETTO | Diretor/Membro do Conselho de Administração | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CARLOS CHIEPPE NETTO | Diretor | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CARLOS CHIEPPE NETTO | Diretor/Membro do Conselho de Administração | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CARLOS CHIEPPE NETTO | Diretor | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CARLOS CHIEPPE NETTO | Diretor/Membro do Conselho de Administração | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| CARLOS CHIEPPE NETTO | Diretor | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| CIRO FERREIRA DA ROCHA | Diretor | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| DECIO LUIZ CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AGUIA BRANCA PARTICIPAÇÕES S/A | Controlador Indireto | Controle |
| DECIO LUIZ CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AGUIA BRANCA PARTICIPAÇÕES S/A | Controlador Direto | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AGUIA BRANCA PARTICIPAÇÕES S/A | Controlador Direto | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AGUIA BRANCA PARTICIPAÇÕES S/A | Controlador Direto | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| KAUMER CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | LET'S RENT A CAR S.A. | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | VIVA SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTELIGENTES LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| PATRÍCIA POUBEL CHIEPPE | Diretora Executiva | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| RENAN CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AGUIA BRANCA PARTICIPAÇÕES S/A | Controlador Indireto | Controle |
| RENAN CHIEPPE | Membro do Conselho de Administração | AGUIA BRANCA PARTICIPAÇÕES S/A | Controlador Direto | Controle |
| RODOLFO ALTOE FILHO | Diretor | AGUIA BRANCA LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| RODOLFO ALTOE FILHO | Diretor | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| RODOLFO ALTOE FILHO | Diretor | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| RODOLFO ALTOE FILHO | Diretor | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| RODOLFO ALTOE FILHO | Diretor | SERVICARGA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| RODOLFO ALTOE FILHO | Diretor | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| RODOLFO ALTOE FILHO | Diretor | VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA | Controlada Direta | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 45 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| LWC Imobiliario Ltda | Entidade do grupo econômico com acionistas indiretos em comum. | 14/01/2026 | 5.600.000 | — | — | — |
| AB Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 28/01/2025 | 1.107.653 | — | — | 0,00 |
| Andre Luiz Chieppe | Membro da diretoria estatutária. | 11/09/2025 | 540.000 | — | — | 0,00 |
| AB Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. A AB Comércio de Veículos e a VIXPar são controladas indiretas da Águia Branca Participações. | 27/01/2026 | 331.997 | — | — | — |
| VD Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 03/11/2025 | 310.000 | — | — | 0,00 |
| Anna Maria Poubel Chieppe | Acionista indireto. | 09/01/2025 | 66.620 | — | — | 0,00 |
| Anna Maria Poubel Chieppe | Acionista indireto. | 13/01/2026 | 20.498 | — | — | — |
| Viação Aguia Branca S/A. | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 14/04/2026 | 7.149 | — | — | — |
| Ríguel Chieppe | Acionista indireto. | 28/01/2026 | 1.987 | — | — | — |
| Aguia Branca Participações S/A | Controladora direta | 25/02/2026 | 1.967 | — | — | — |
| Carlos Chieppe Netto | Acionista indireto. | 29/10/2025 | 781 | — | — | 0,00 |
| Aguia Branca Participações S/A | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 15/10/2025 | 770 | — | — | 0,00 |
| MVI Administ. e Investidora Imob. Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 29/12/2025 | 0 | — | — | 0 |
| AZUL Linhas Areas Brasileiras S/A | A Águia Branca Participações (Controladora direta da Companhia) possui controle da Trip Participações e da Rio Novo Locações S.A. que possuem participação no capital social da Azul Linhas Aéreas Brasileiras S/A. | 13/02/2026 | -1.149 | — | — | — |
| SAVANA Comercio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. A Savana Comércio de Veículos e a VIXPar são controladas indiretas da Águia Branca Participações. | 26/01/2026 | -1.259 | — | — | — |
| MVI Administ. e Investidora Imob. Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 24/04/2026 | -2.226 | — | — | — |
| Flex Serviços Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 21/01/2026 | -2.280 | — | — | — |
| Viação Águia Branca S/A | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 01/04/2025 | -2.464 | — | — | 0,00 |
| Flex Serviços Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 15/01/2025 | -5.795 | — | — | 0,00 |
| EV Comercio de Veiculos LTDA | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 25/03/2025 | -6.610 | — | — | 0,00 |
| Kuruma Veiculos Ltda. | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 09/02/2026 | -7.307 | — | — | — |
| SAVANA Comercio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. A Savana Comércio de Veículos e a VIXPar são controladas indiretas da Águia Branca Participações. | 10/02/2025 | -22.335 | — | — | 0,00 |
| AZUL Linhas Areas Brasileiras S/A | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 02/01/2025 | -31.443 | — | — | 0,00 |
| Kuruma Veiculos Ltda. | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 17/01/2025 | -47.295 | — | — | 0,00 |
| Viação Salutaris e Turismo S/A. | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 06/01/2025 | -57.794 | — | — | 0,00 |
| AB ENERGIAS RENOVÁVEIS | Coligada em conjunto. | 20/01/2026 | -71.270 | — | — | — |
| SQUAD TECH TECNOLOGIA E SERVICOS LTDA | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 22/03/2025 | -88.550 | — | — | 0,00 |
| SQUAD TECH TECNOLOGIA E SERVICOS LTDA | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 19/01/2026 | -93.700 | — | — | — |
| VD Pneus Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 15/01/2026 | -139.750 | — | — | — |
| Rio Novo Locações Ltda. | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 12/01/2026 | -144.322 | — | — | — |
| AB ENERGIAS RENOVÁVEIS | Coligada em conjunto. | 29/01/2025 | -236.116 | — | — | 0,00 |
| Viação Aguia Branca S/A. | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 05/01/2026 | -292.307 | — | — | — |
| Rio Novo Locações Ltda. | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 10/01/2025 | -523.054 | — | — | 0,00 |
| VD Pneus Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 02/01/2025 | -577.404 | — | — | 0,00 |
| EV Comercio de Veiculos LTDA | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 28/07/2025 | -652.416 | — | — | 0,00 |
| Viação Águia Branca S/A | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 02/01/2025 | -2.038.787 | — | — | 0,00 |
| VD Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 01/01/2026 | -2.452.212 | — | — | — |
| Aguia Branca Participações S/A | Controladora direta | 27/01/2026 | -2.921.051 | — | — | — |
| AB Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. A AB Comércio de Veículos e a VIXPar são controladas indiretas da Águia Branca Participações. | 02/01/2026 | -3.010.812 | — | — | — |
| Aguia Branca Participações S/A | Controladora direta | 28/01/2025 | -6.930.062 | — | — | 0,00 |
| VD Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 03/02/2026 | -7.836.996 | — | — | — |
| VD Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 09/02/2026 | -8.654.148 | — | — | — |
| VD Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 01/01/2025 | -8.806.937 | — | — | 0,00 |
| AB Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. A AB Comércio de Veículos e a VIXPar são controladas indiretas da Águia Branca Participações. | 01/01/2025 | -9.633.838 | — | — | 0,00 |
| VD Comércio de Veículos Ltda | Sociedade sob controle comum. Sociedade 100% controlada pela Águia Branca Participações, controladora direta da Companhia | 15/01/2025 | -43.083.158 | — | — | 0,00 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 607 | 676 | 804 | 995 | 1.229 | 1.311 | 1.226 | 1.175 | 1.847 | 2.578 | 2.657 | 3.484 | 3.887 | 5.153 | 5.183 | 5.191 |
| Ativo circulante | 263 | 202 | 210 | 275 | 509 | 577 | 536 | 473 | 573 | 977 | 967 | 1.314 | 1.220 | 1.553 | 1.676 | 1.699 |
| Caixa e equivalentes | 12 | 8 | 25 | 52 | 270 | 300 | 274 | 14 | 43 | 39 | 133 | 184 | 59 | 341 | 9 | 28 |
| Aplicações financeiras | 47 | 16 | 13 | 0 | 0 | 0 | 0 | 214 | 148 | 441 | 372 | 554 | 423 | 278 | 716 | 644 |
| Contas a receber | 99 | 107 | 124 | 165 | 165 | 158 | 162 | 173 | 281 | 363 | 312 | 412 | 521 | 665 | 673 | 701 |
| Estoques | 8 | 6 | 6 | 9 | 12 | 14 | 13 | 14 | 20 | 31 | 36 | 48 | 62 | 71 | 73 | 77 |
| Tributos a recuperar | 28 | 27 | 17 | 19 | 27 | 34 | 30 | 23 | 32 | 50 | 35 | 73 | 79 | 72 | 98 | 101 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 0 | 3 | 4 | 8 | 6 | 9 | 13 | 12 | 14 |
| Realizável a longo prazo | 43 | 50 | 48 | 56 | 54 | 36 | 41 | 44 | 69 | 81 | 153 | 153 | 138 | 173 | 236 | 222 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 2 | 1 | 5 | 2 | 1 |
| Imobilizado | 300 | 423 | 541 | 655 | 646 | 668 | 612 | 622 | 1.079 | 1.396 | 1.415 | 1.910 | 2.398 | 3.162 | 3.005 | 3.004 |
| Intangível | 1 | 1 | 6 | 9 | 21 | 29 | 38 | 36 | 127 | 124 | 122 | 105 | 130 | 259 | 264 | 265 |
| Passivo circulante | 130 | 110 | 140 | 234 | 343 | 261 | 220 | 277 | 355 | 556 | 785 | 683 | 678 | 889 | 994 | 873 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 4 | 4 | 8 | 35 | 40 | 40 | 34 | 33 | 40 | 50 | 42 | 51 | 64 | 76 | 87 | 86 |
| Fornecedores | 13 | 12 | 21 | 26 | 21 | 10 | 14 | 42 | 77 | 58 | 82 | 89 | 189 | 121 | 104 | 92 |
| Dívida de curto prazo | 84 | 58 | 73 | 150 | 259 | 191 | 147 | 181 | 168 | 383 | 600 | 476 | 342 | 540 | 672 | 589 |
| Passivo não circulante | 320 | 394 | 457 | 515 | 405 | 519 | 441 | 306 | 878 | 1.376 | 1.174 | 1.996 | 2.350 | 3.326 | 3.188 | 2.992 |
| Dívida de longo prazo | 276 | 346 | 403 | 443 | 314 | 423 | 330 | 194 | 689 | 1.212 | 1.038 | 1.854 | 2.206 | 3.023 | 2.921 | 2.728 |
| Patrimônio líquido | 157 | 172 | 208 | 246 | 481 | 531 | 565 | 593 | 614 | 647 | 699 | 805 | 859 | 937 | 1.001 | 1.326 |
| Receita líquida | 704 | 687 | 795 | 1.015 | 1.116 | 1.155 | 1.027 | 995 | 1.208 | 1.690 | 1.695 | 2.088 | 2.620 | 3.457 | 3.875 | 4.044 |
| EBIT | 85 | 88 | 105 | 125 | 132 | 135 | 105 | 76 | 83 | 150 | 192 | 318 | 364 | 621 | 559 | 679 |
| Lucro líquido | 36 | 34 | 51 | 62 | 51 | 67 | 48 | 40 | 36 | 45 | 75 | 152 | 88 | 125 | 119 | 170 |
| Fluxo de caixa operacional | 145 | 183 | 107 | 71 | 132 | 113 | 152 | 163 | -355 | -571 | 220 | -548 | -101 | 41 | -185 | 412 |
| Fluxo de caixa de investimento | -126 | -243 | -50 | -8 | -7 | -20 | -26 | -12 | -22 | -40 | -46 | -55 | -82 | -197 | -33 | -96 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 9 | 26 | -43 | -48 | 93 | -63 | -152 | -150 | 407 | 607 | -80 | 654 | 58 | 438 | -114 | -298 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,22 | 20,33 | 20,51 | 20,72 | 20,93 | 20,99 | 20,93 | 20,88 | 21,34 | 21,67 | 21,70 | 21,97 | 22,08 | 22,36 | 22,37 | 22,37 |
| Tamanho (receita) | 20,37 | 20,35 | 20,49 | 20,74 | 20,83 | 20,87 | 20,75 | 20,72 | 20,91 | 21,25 | 21,25 | 21,46 | 21,69 | 21,96 | 22,08 | 22,12 |
| Alavancagem | 0,59 | 0,60 | 0,59 | 0,60 | 0,47 | 0,47 | 0,39 | 0,32 | 0,46 | 0,62 | 0,62 | 0,67 | 0,66 | 0,69 | 0,69 | 0,64 |
| Liquidez corrente | 2,02 | 1,83 | 1,50 | 1,17 | 1,49 | 2,21 | 2,43 | 1,71 | 1,61 | 1,76 | 1,23 | 1,92 | 1,80 | 1,75 | 1,69 | 1,95 |
| ROA | 0,06 | 0,05 | 0,06 | 0,06 | 0,04 | 0,05 | 0,04 | 0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,04 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,03 |
| ROE | 0,23 | 0,20 | 0,24 | 0,25 | 0,11 | 0,13 | 0,09 | 0,07 | 0,06 | 0,07 | 0,11 | 0,19 | 0,10 | 0,13 | 0,12 | 0,13 |
| Margem líquida | 0,05 | 0,05 | 0,06 | 0,06 | 0,05 | 0,06 | 0,05 | 0,04 | 0,03 | 0,03 | 0,04 | 0,07 | 0,03 | 0,04 | 0,03 | 0,04 |
| Caixa / ativos | 0,02 | 0,01 | 0,03 | 0,05 | 0,22 | 0,23 | 0,22 | 0,01 | 0,02 | 0,02 | 0,05 | 0,05 | 0,02 | 0,07 | 0,00 | 0,01 |
| Tangibilidade | 0,49 | 0,63 | 0,67 | 0,66 | 0,53 | 0,51 | 0,50 | 0,53 | 0,58 | 0,54 | 0,53 | 0,55 | 0,62 | 0,61 | 0,58 | 0,58 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 12/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 16/12/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 02/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 28/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 26/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 30/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |