COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO
CNPJ 47508411000156 · código CVM 14826Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 04/04/1995 |
| Setor de atividade | Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 22/09/1995 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 98,0% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.gpari.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 75,6% | 31 | 8 | 6 | 9 | 34 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2019 | 77,8% | 29 | 4 | 12 | 9 | 33 | Básico |
| 2020 | 99,0% | 47 | 0 | 1 | 6 | 25 | Básico |
| 2021 | 98,0% | 48 | 0 | 2 | 4 | 27 | Básico |
| 2022 | 98,0% | 48 | 0 | 2 | 4 | 27 | Básico |
| 2023 | 98,0% | 48 | 0 | 2 | 4 | 27 | Básico |
| 2024 | 98,0% | 48 | 0 | 2 | 4 | 27 | Básico |
| 2025 | 98,0% | 48 | 0 | 2 | 4 | 27 | Básico |
Acionistas
7 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaA inclusão da necessidade de realização de uma oferta pública de aquisição de ações por atingimento de participação relevante de 25% (vinte e cinco por cento) foi incluída no estatuto social da Companhia, em seu artigo 36, no contexto da migração da Companhia para o Novo Mercado, que levou o seu então controlador a deter uma participação menor que 50%. A migração e a reforma do estatuto social foram aprovadas na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 30 de dezembro de 2019, conforme proposta da administração apresentada em 29 de novembro de 2019. O Conselho de Administração fez uma análise crítica da medida de defesa quando da submissão da proposta para a Assembleia. O Estatuto Social atualizado da Companhia, contendo tal artigo, encontra-se disponível no site de RI da Companhia (www.gpari.com.br). |
Parcialmente |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaNos termos do artigo 36, II do Estatuto Social, o preço ofertado na OPA por atingimento de participação relevante deve corresponder a, no mínimo, o maior valor entre: (i) o Valor Econômico apurado em laudo de avaliação (ii) o maior preço pago pelo Acionista Adquirente nos 12 (doze) meses que antecederem ao atingimento da Participação Relevante e (iii) 125% da cotação unitária média ponderada das ações de emissão da Companhia durante o período de 120 (cento e vinte) pregões anteriores à realização da OPA. Não há, portanto, acréscimo de prêmio acima do valor econômico, sendo que o prêmio de 25% sobre o valor de mercado não representa acréscimo substancial, tendo em vista que está dentro dos parâmetros de mercado. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaApesar da Companhia não possuir uma política de destinação dos resultados formalmente aprovada por seu Conselho de Administração, as práticas adotadas seguem o disposto na Lei das S.A. e no Capítulo VII de seu Estatuto Social, que prevê a destinação do resultado, a fixação do dividendo obrigatório, bem como o modo de pagamentos dos mesmos aos acionistas. Conforme os referidos dispositivos, todo o processo decisório para aprovação de distribuição de dividendos e/ou pagamento de Juros sobre Capital Próprio, bem como sua divulgação ao mercado prezam pela clareza, precisão e tempestividade aos acionistas da Companhia e ao mercado em geral. Para maior detalhamento, as informações referentes aos últimos 03 exercícios sociais estão disponíveis no item 2.7. do Formulário de Referência 2025, versão 03. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de Administração da Companhia atua conforme as competências relacionadas no artigo 142 da Lei das S.A., definidas pelos acionistas no art. 17 do Estatuto Social e em seu Regimento Interno, sendo responsável pelo estabelecimento das políticas gerais de negócio, incluindo a estratégia a longo prazo, responsabilidade social, gerenciamento de riscos, valores e princípios éticos e sistema de governança corporativa. Em 19 de fevereiro de 2018, o Conselho de Administração aprovou a Política de Gestão de Riscos Corporativos, tendo sido alterada pela última vez em 18 de agosto de 2022, conforme detalhado no item 5.1. do Formulário de Referência 2025, versão 03. Para definir a melhor estratégia de negócio, a Companhia adota a estrutura conceitual do Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission ("COSO") com objetivo de desenhar e testar os controles internos para fins da Lei Sarbanes Oxley (SOX) e, para tanto, divide seus principais riscos em 04 categorias: (i) estratégicos (ii) operacionais (iii) de compliance e (iv) de tecnologia da informação. Em relação à estratégia da Companhia, o Conselho de Administração se reúne duas vezes durante o último trimestre de cada ano para discussão e aprovação do planejamento estratégico da Companhia referente aos próximos três anos e realiza seu acompanhamento periódico durante as reuniões ordinárias. Ainda, trimestralmente, em reuniões do Comitê de Gestão, Pessoas e Governança são discutidos os planos de ação relativo a melhorias de governança da Companhia, o que funciona com um plano de ação contínuo de melhores práticas. Atualmente o Conselho de Administração é assessorado por 02 comitês, divididos conforme os principais riscos da Companhia, são eles: (i) Comitê de Gestão, Pessoas e Governança (ESG) e (ii) Comitê Financeiro e de Auditoria. Após a avaliação das referidas áreas internas, Diretoria e comitês, cabe ao Conselho de Administração estabelecer as diretrizes gerais de riscos alinhadas ao contexto do negócio e do ciclo de planejamento estratégico, conforme responsabilidades e funções descritos nos itens 5.1. e 7.2 do Formulário de Referência 2025, versão 03. Em relação à disseminação e concretização dos valores éticos pela Companhia, o Conselho de Administração é responsável pela aprovação do Código de Ética, o qual é previamente discutido no âmbito do Comitê de Gestão, Pessoas e Governança. O Código de Ética da Companhia vigente foi aprovado em Reunião do Conselho de Administração realizada em 13 de fevereiro de 2025 e está disponível no site da Companhia (http://www.gpari.com.br/). Para mais informações sobre o Código de Ética, vide as justificativas apresentadas no Capítulo 5.1 deste documento, bem como no item 5.3(iii) do Formulário de Referência 2025, versão 03. A Diretoria de Gestão de Riscos revisa periodicamente os processos da Companhia, avaliando os riscos inerentes a estes processos, e mantêm uma matriz de riscos e controles com as devidas validações por partes das gestões das áreas de negócio e da Administração, a qual é submetida, anualmente, para avaliação de procedimentos de auditoria interna e externa, além de trabalhar em cooperação com a auditoria interna nos assuntos internos da Companhia. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Política de Indicação e Remuneração dos Membros do Conselho de Administração, seus Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e Conselho Fiscal ("Política de Indicação")foi formalmente aprovada em reunião do Conselho de Administração realizada em 28 de novembro de 2019, e alterada em 31 de maio de 2022,conforme detalhada no item 8.1 do Formulário de Referência 2025, versão 03. O do Comitê de Gestão, Pessoas e Governança é responsável por examinar os candidatos a serem eleitos para o Conselho de Administração da Companhia e seus Comitês de Assessoramento, inclusive membros externos, com base nas experiências profissionais, capacitação técnica, representatividade econômica, social e cultural. Os membros do Conselho de Administração são todos eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, com mandato unificado de 2 (dois) anos, permitida a reeleição. A Política de Indicação prevê que o Conselho de Administração deverá ser composto por profissionais de alta qualificação, comprometidos com os valores e princípios da Companhia, além de possuírem notável e adequada experiência profissional, técnica ou acadêmica, com intuito de que a Companhia se beneficie da pluralidade e complementariedade de opiniões no processo de tomada de decisões. A indicação de candidatos ao Conselho de Administração poderá ser feita pela Administração da Companhia, bem como por acionista, respeitado o disposto na Resolução CVM 81 e legislação aplicável. Caso o acionista submeta uma indicação de candidato ao Conselho de Administração, tal solicitação deverá ser instruída com cópia de declaração de desimpedimento do indicado ou declaração do acionista de que obteve do indicado a informação que está em condições de firmar tal instrumento, indicando eventuais ressalvas, nos termos da Resolução CVM 80, bem como do currículo do candidato, documento esse que deverá conter, no mínimo, sua qualificação, resumo de sua experiência profissional, escolaridade, principal atividade profissional, além dos cargos que atualmente ocupa em outras companhias. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO Conselho de Administração e os Comitês de Assessoramento, nos termos de seus respectivos regimentos internos, devem proceder anualmente, à auto avaliação de suas atividades e identificar possibilidades de melhorias na forma de sua atuação. Também é de sua competência promover, a cada dois anos, a avaliação formal dos resultados da Companhia e do desempenho da Diretoria, do Conselho de Administração, dos Comitês de Assessoramento e de cada diretor, individualmente. Não foram contratados serviços de consultoria ou assessoria externa. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui um plano de sucessão do Diretor-Presidente e de seu sucessor imediato, conforme aprovado em 19 de dezembro de 2018 pelo então Comitê de Recursos Humanos e Remuneração, atual Comitê de Gestão, Pessoas e Governança o qual é revisto de forma periódica por esse comitê e pelo Conselho de Administração, sendo que sua última revisão ocorreu em dezembro de 2020. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Diretoria de Governança Corporativa, após a eleição de membros para compor o Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento ou Conselho Fiscal, quando instalado, prepara uma agenda de reuniões com os principais executivos da Companhia, abrangendo, mas não se limitando, ao Diretor-Presidente, Diretores de Unidades de Negócio, Diretor Vice-Presidente Financeiro e Diretores de Auditoria Interna, Contabilidade, Tributário, Jurídico e Recursos Humanos, os quais apresentarão ao novo membro a estrutura de negócios da Companhia e as principais informações acerca de seu mercado de atuação. Também são enviados e-mails contendo a documentação necessária para a posse, o Estatuto Social, Código de Ética, Regimentos Internos dos órgãos da administração, políticas e outros documentos necessários ao exercício da função. Adicionalmente, são realizadas visitas em lojas e centros de distribuição da Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO art. 16 do Estatuto Social e o Regimento Interno do Conselho de Administração preveem a eleição de um(a) Secretário(a) Executivo(a) responsável por elaborar e lavrar as atas de reuniões e coletar as assinaturas dos participantes da reunião. As atas, seguindo as boas práticas, são redigidas com clareza e registram as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto. Compete a(o) Secretário(a) Executivo(a) emitir certidões e atestar, perante terceiros, a autenticidade das deliberações tomadas pelo Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO Diretor Presidente da Companhia, em conjunto com os demais Diretores, é avaliado anualmente para apuração do atingimento de metas. Para compor a remuneração variável são observados os indicadores de desempenho alinhados ao planejamento estratégico da Companhia, definidos com base em no plano de negócios e nos resultados a serem alcançados: Vendas Líquidas, NPS, Despesas Gerais Administrativas e de Vendas, EBITDA, Índice de Sustentabilidade (% Mulheres na Liderança: Consumo de Energia) e Market Share, sendo parte desses indicadores estritamente financeiros e os demais são fatores mensuráveis que contribuem para o resultado da Companhia, portanto possuem uma correlação com o seu desempenho financeiro. O resultado dos indicadores de Grupo e dos indicadores individuais é mensurado conforme alcances mínimo, target, máximo, estipulados e aprovados, respectivamente, pelo Comitê de Gestão, Pessoas e Governança e pelo Conselho de Administração. É a média de tais resultados que resultará na porcentagem a ser aplicada sobre o target de remuneração variável de cada indivíduo. Para a apuração e determinação da remuneração variável, a Companhia aplica o método denominado Performance Score (alinhado internamente aos objetivos traçados pelo Grupo Pão de Açúcar e suas controladas). As metas dos diretores foram analisadas pelo Comitê de Gestão, Pessoas e Governança em março de 2025. Para mais informações, vide item 8.1 Formulário de Referência 2025, versão 03. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaAs avaliações dos diretores são discutidas no âmbito do Comitê de Gestão, Pessoas e Governança. Em reunião do Conselho de Administração realizada em 28 de março de 2024, foi aprovada a combinação dos Comitês de Recursos Humanos e Remuneração e do Comitê de Governança Corporativa e Sustentabilidade, portanto a Companhia entende que, dado o caráter mais específico do referido comitê, sua avaliação dos diretores é mais técnica do que uma eventual avaliação por parte do Conselho de Administração. A última reunião do Comitê de Gestão, Pessoas e Sustentabilidade (anterior ao Comitê de Gestão, Pessoas e Governança) que avaliou o desempenho dos diretores ocorreu em 27 de março de 2025. Trata-se de temática conduzida anualmente. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Política de Remuneração da Companhia foi aprovada pelo Conselho de Administração em 28 de novembro de 2019, conforme alterada em 31 de maio de 2022, e considera os custos e riscos envolvidos para definição acerca da remuneração de seus executivos. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração dos Diretores da Companhia é composta pelos seguintes elementos: (i) remuneração fixa (ii) benefícios diretos e indiretos (iii) remuneração variável de curto prazo (iv) remuneração varável de longo prazo e (v) benefícios pós emprego. Para mais informações vide o item 8.1 do Formulário de Referência 2025 versão 03. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaConforme previsto na Política de Remuneração, a Companhia adota um plano de remuneração diferenciado e competitivo, incluindo a utilização de métricas de valor para estabelecer metas de remuneração variável, benefícios e um programa de outorga de ações, inclusive realiza regularmente pesquisas de mercado por meio de renomadas consultorias externas especializadas e contratadas para tal. A Companhia conta com uma área dedicada a temas relacionados à remuneração, cujo objetivo principal é avaliar, estruturar e recomendar as melhores práticas. Estas recomendações são submetidas ao Comitê de Gestão, Pessoas e Governança, responsável pelo encaminhamento do tema ao Conselho de Administração. Este, por sua vez, delibera acerca do envio da Proposta da Administração para a Assembleia Geral, a fim de que os acionistas possam deliberar a respeito do montante global de remuneração dos administradores. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
10 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Capítulo IV, Seção II do Estatuto Social da Companhia prevê a existência do Comitê de Fianças e Auditoria como órgão de assessoramento, vinculado diretamente ao Conselho de Administração de forma permanente, conforme previsto em seu Regimento Interno, aprovado em reunião do Conselho de Administração realizada em 06 de fevereiro de 2020. O Comitê de Financeiro e de Auditoria é regulamentado em concordância com a Resolução CVM nº 23 e possui suas atribuições detalhadas no item 5.1 b, assim como sua atual composição no item 7.4 do Formulário de Referência 2025, versão 03. O órgão é composto por, no mínimo, 03 membros, sendo 01 conselheiro independente e ao menos 01 com reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, sendo que o mesmo membro pode cumular ambas características. Atualmente, o Comitê de Financeiro e de Auditoria da Companhia é composto por 5 membros, contando com 2 conselheiros independentes e 2 membros externos. Conforme previsto no Estatuto Social, para eleição dos membros, o Conselho de Administração verifica o preenchimento dos requisitos aplicável de independência previstos nas regras da CVM e do Regulamento no Novo Mercado, devidamente divulgado no item 7.4, conforme mencionado acima. Uma vez que o Comitê Financeiro e de Auditoria atua com independência em relação à Diretoria, possui autonomia operacional e orçamento próprio aprovado pelo Conselho de Administração anualmente, destinado a cobrir despesas com seu funcionamento. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaConforme descrito nos itens 5.1, 5.2. e 5.3 do Formulário de Referência 2025, versão 03, a Companhia possui uma área de Auditoria Interna, que se reporta ao Comitê Financeiro e de Auditoria e atua de forma independente e objetiva para aferir a qualidade e a efetividade dos processos de gerenciamento de riscos e controles de governança. O plano anual da auditoria é revisado e validado pela Presidência e Diretoria Executiva da Companhia, tendo o seu cumprimento supervisionado pelo Comitê Financeiro e de Auditoria e reportado ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Política de Gestão de Riscos Corporativos da Companhia foi aprovada inicialmente pelo Conselho de Administração em 29 de julho de 2015 e passa por revisões periódicas, tendo sido a última em 18 de agosto de 2022 . Durante o processo de migração da Companhia ao Novo Mercado, a política foi revisitada com o intuito de implementar melhorias e adaptações, tendo sido aprovada em reunião do Conselho de Administração da Companhia em 06 de fevereiro de 2020 uma nova versão, em concordância com os requisitos do segmento de listagem Novo Mercado. Conforme divulgado no item 5.1. b do Formulário de Referência 2025, versão 03, são responsáveis pela governança de riscos o Conselho de Administração, o Comitê Financeiro e de Auditoria, o Comitê de Gestão, Pessoas e Governança, a Diretoria Executiva, Diretoria de Gestão de Riscos, auditoria interna e auditoria externa. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração avalia anualmente o ambiente de riscos da Companhia, incluindo o Programa de Integridade, e fornece à Diretoria Executiva os subsídios necessários para atuar de forma preventiva e conforme o apetite de riscos da Companhia. Ainda, o Comitê Financeiro e de Auditoria faz avaliações periódicas da implementação do Programa de Integridade, planejamento de gestão de riscos e implementação dos planos de ação preventivos e corretivos. Para mais informações, vide item 5.3. do Formulário de Referência 2025, versão 03 e a Política de Gestão de Riscos Corporativos divulgada no site de Relações com Investidores da Companhia (https://www.gpari.com.br/) |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA área de auditoria interna, que se reporta ao Comitê Financeiro e de Auditoria, atua de forma independente e objetiva para aferir a qualidade e a efetividade dos processos de gerenciamento de riscos, controle e governança corporativa da Companhia. O plano anual da auditoria é revisado e validado pela Presidência e Diretoria Executiva da Companhia, tendo o seu cumprimento supervisionado pelo Comitê Financeiro e de Auditoria e reportado ao Conselho de Administração. A Diretoria de Gestão de Riscos, com o assessoramento e suporte das áreas internas da Companhia responsáveis por questões de compliance, controles internos e segurança da informação, revisa periodicamente os processos da Companhia, avalia os riscos inerentes a estes processos e mantém uma matriz de riscos e controles com as devidas validações por partes das gestões das áreas de negócio e da Administração, a qual é submetida, anualmente, para avaliação de procedimentos de auditoria interna. A Administração contrata ainda uma firma de auditoria para efetuar os testes de controles sob supervisão da administração, de forma a suportar sua conclusão sobre os controles internos. Para mais informações vide o item 5.1. do Formulário de Referência 2025, versão 03. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
11 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui um Código de Ética aprovado pelo Conselho de Administração em 06 de fevereiro de 2020, tendo sua última atualização sido realizada em 13 de fevereiro de 2025, e um Programa de Integridade, estruturado nos termos da a Lei nº 12.846/13, Decreto nº 8.420/15, Portarias da Controladoria Geral da União e outras regulamentações correlatas, supervisionado periodicamente pelo Conselho de Administração, via Comitê Financeiro e de Auditoria e pela Diretoria Executiva. Para acompanhamento e reporte à administração a Companhia possui um Comitê de Ética dotado de independência e autonomia e dividido em 02 unidades: (i) Comitê de Ética Corporativo, composto pelo Diretor Presidente, Diretor Vice-Presidente de Finanças e pelos presidentes das Unidades de Negócio (ii) Comitê de Ética das Unidades de Negócio, composto pelo presidente da respectiva unidade de negócio e seus subordinados. Sua principal atribuição é zelar pelo cumprimento das diretrizes estabelecidas no Código de Ética da Companhia, incluindo análises de suspeita de corrupção, fraude ou outras violações ao Código de Ética e/ou Política Anticorrupção por parte de colaboradores, fornecedores, prestadores de serviço e agentes intermediários, para definição dos procedimentos a serem adotados. Dentre as principais atribuições do Comitê de Ética, podemos citar: (i) zelar pela observância do Código de Ética do GPA (ii) estabelecer diretrizes relacionadas a situações ou temas do Código de Ética do GPA, a fim de definir padrões de comportamento e aplicação de sanções (iii) recomendar a elaboração ou atualização de políticas internas (iv) receber da Ouvidoria estatísticas e indicadores sobre as denúncias de violações ao Código de Ética do GPA, e deliberar sobre a aplicação de consequências (v) propor, acompanhar e assegurar o desenvolvimento e a implementação de ações, objetivando a disseminação, capacitação e o treinamento sobre as diretrizes do Código de Ética do GPA (vi) planejar e executar atividades periódicas que visem à prevenção dos desvios de conduta e (vii) submeter à aprovação do Conselho de Administração do GPA, propostas para aperfeiçoamento do Código de Ética do GPA. Periodicamente suas atividades são reportadas aos membros do Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia possui canal de denúncias sob a responsabilidade da Ouvidoria, área que se reporta ao Comitê de Ética. O canal está apto a receber denúncias internas e externas, de forma anônima, de colaboradores, de clientes, parceiros comerciais e ou qualquer outro público de relacionamento da Companhia. A Ouvidoria é responsável pelo recebimento das ocorrências nos canais dedicados para cada Unidade de Negócio, bem como distribuição, para as Áreas Apuradoras, de ocorrências relacionadas a Ética, conforme o tema e políticas impactadas. A Ouvidoria é responsável pelo recebimento das ocorrências nos canais dedicados para cada Unidade de Negócio, bem como distribuição, para as Áreas Apuradoras, de ocorrências relacionadas à Ética, conforme o tema e políticas impactadas. O Código de Ética da Companhia, legislações vigentes aplicadas no país e políticas internas relacionadas ao Programa de Compliance ou demais áreas estabelecem as premissas para recebimento de denúncias, que podem ser feitas de forma anônima, de modo a garantir a imparcialidade e equidade na apuração e aplicações de sanções, assim como impedir qualquer tipo de retaliação aos denunciantes. Para mais informações, vide item 5.3. do Formulário de Referência 2025, versão 03. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaConforme divulgado no item 7.1 do Formulário de Referência 2025, versão 03, a estrutura administrativa da Companhia possui uma divisão clara de competências de cada órgão da administração e dos demais órgãos auxiliares. Além do Comitê Financeiro e de Auditoria, criado em 18 de outubro de 2012 por deliberação da Assembleia Geral Extraordinária, além do Comitê de Gestão, Pessoas e Governança, conforme aprovado na reunião de Conselho de Administração realizada em 25 de junho de 2025. Além do referido item do Formulário de Referência, a Companhia divulga os Regimentos Internos do Conselho de Administração, e referidos Comitês de Assessoramento no site de Relações com Investidores da Companhia (http://www.gpari.com.br/), documentos que detalham sobre o funcionamento, alçadas e tratamento de situações de conflitos de interesse. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia divulga suas políticas e regimentos internos no site de Relações com Investidores (http://www.gpari.com.br/) e adota práticas de governança além das estabelecidas na regulamentação aplicável, buscando assegurar que todas as tomadas de decisões que eventualmente possam auferir um benefício particular a qualquer parte relacionada sejam realizadas em termos e condições usuais de mercado, sempre respeitando os interesses da Companhia. Para tanto, a Companhia conta com seu Código de Ética, o qual exemplifica situações e estabelece as providências a serem tomadas em caso de identificação de conflito de interesses reais ou potenciais, como a obrigação de reportar tal situação ao superior imediato e declarar-se impedido de representar a Companhia em negócios com parentes ou amigos. Há penalidades em caso de descumprimento das regras da Companhia, com aplicação de sanções disciplinares a serem avaliadas pelo Diretor Executivo da área e/ou pelo Comitê de Ética. Além disso, o Regimento Interno do Conselho de Administração da Companhia endereça situações de conflito de interesses, de forma que, na hipótese de ser constatado conflito de interesses ou interesse particular de um dos membros do Conselho de Administração em relação a determinado assunto a ser decidido, é dever do próprio membro do Conselho de Administração comunicar, tempestivamente, tal fato aos demais membros. Ainda, a não manifestação voluntária daquele membro será considerada uma violação do Regimento, caso os referidos benefícios particulares ou conflito de interesses venham a se confirmar. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia observa o artigo 151 da Lei 6.404/76, impedindo o voto de acionistas que possuam interesse conflitante com o da Companhia. Para tanto, a Companhia solicita que o acionista conflitado se identifique sempre que houver uma situação de conflito de interesses, cabendo à mesa da assembleia a avaliação de tal conflito e o impedimento do voto de tal acionista, sendo que, nas situações em que o conflito seja inequívoco, a mesa da assembleia declara tal impedimento de antemão. No que tange à anulação de votos proferidos em conflito, especialmente quando posteriores ao conclave, a Companhia submete-se às normas legais para anulação da manifestação exclusivamente por via judicial. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaEm todas as transações realizadas com partes relacionadas a Companhia procura observar condições equânimes às praticadas no mercado. A Política para Transações com Partes Relacionadas da Companhia ("Política") entrou em vigor em 16 de abril de 2014, sendo alterada em 12 de fevereiro de 2015, 24 de fevereiro de 2016 e em 6 de fevereiro de 2020, conforme as reuniões do Conselho de Administração realizadas nas mesmas datas e está disponível no link: http://www.gpari.com.br/, na seção Governança Corporativa, bem como no sistema da CVM. Pela referida Política, durante a negociação da Transação com Parte Relacionada, devem ser observados o princípio da competitividade, devendo a transação ser formalizada com preços e condições dos serviços compatíveis com os praticados no mercado, e o princípio da equidade, com observância dos mesmos princípios e procedimentos que norteiam as negociações realizadas pela Companhia com partes independentes e as transações que envolvam um valor igual ou inferior a R$ 25 milhões em um único negócio ou em um conjunto de negócios realizados em 12 meses ("Montante Significativo"), estarão sujeitas à (i) análise prévia por um comitê constituído por integrantes (a) do Departamento Jurídico Societário (b) da área responsável pela contratação da Transação com Parte Relacionada (c) da contabilidade (d) da área de Central de Compras Indiretas (se houver processo competitivo para a referida contratação) e (e) de outras áreas que sejam consideradas necessárias ("Comitê de Avaliação") e (ii) aprovação formal pelo Comitê de Gestão, Pessoas e Governança. Por sua vez, as transações com partes relacionadas com valor maior do que o Montante Significativo, estarão sujeitas à: (i) análise prévia pelo Comitê de Avaliação (ii) análise pelo Comitê de Gestão, Pessoas e Governança e (iii) aprovação formal pelo Conselho de Administração, observado o disposto abaixo. O Conselho de Administração, por sua própria iniciativa ou por recomendação do Comitê de Gestão, Pessoas e Governança, poderá determinar que a transação, em razão de sua relevância ou de outras características que o Conselho de Administração considere relevantes, seja examinada por um comitê especial independente que tenha sido constituído e delibere nos termos do Parecer de Orientação CVM nº 35 ("Comitê Especial"). O Comitê de Gestão, Pessoas e Governança e o Conselho de Administração analisarão anualmente todas as transações com partes relacionadas em bases contínuas, para verificar se é do interesse da Companhia que as referidas transações prossigam em vigor ou, se for o caso, determinar à Diretoria que proceda à resilição dos contratos ou à sua renegociação a fim de se adequarem às condições de mercado vigentes. Quando se tratar de transação entre partes relacionadas que deva ser aprovada pela Assembleia Geral de Acionistas por determinação legal, a transação deverá ser examinada por um Comitê Especial. Também deverá ser examinada por um Comitê Especial a transação com parte relacionada que envolva sociedade controlada ou sob controle comum da Companhia que não seja companhia aberta, nas hipóteses em que referida transação, caso fosse realizada diretamente pela Companhia, devesse ser aprovada pela assembleia geral de acionistas da Companhia. Para mais informações, vide item 11.2 do Formulário de Referência 2025, versão 03. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia adota uma Política de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada em reunião do Conselho de Administração cuja última alteração foi aprovada em 27 de julho de 2022, elaborada nos termos da Resolução CVM n° 44 e tem por objetivo estabelecer regras e procedimentos que deverão ser observados em qualquer negociação de valores mobiliários de emissão da Companhia, ou a eles referenciados, por parte das Pessoas Obrigadas, conforme definido na Política. Para monitoramento das negociações, a Companhia possui um Comitê de Divulgação e Negociação, composto por 05 membros representantes das seguintes diretorias: Diretor Presidente Diretor Vice-Presidente Financeiro Diretoria de Relações com Investidores, Diretoria de Imprensa e Diretoria Jurídica. O referido comitê é órgão de assessoramento do Diretor de Relações com Investidores, responsável pela prestação de informações ao público investidor, à CVM e às Bolsas de Valores. Qualquer violação da Política pelas Pessoas Obrigadas deverão ser comunicadas imediatamente ao Diretor de Relações com Investidores e, sem prejuízo das sanções cabíveis nos termos da legislação vigente, a ser aplicadas pelas autoridades competentes em caso de violação dos termos e procedimentos estabelecidos nesta Política de Negociação, as Pessoas Obrigadas responsáveis pelo descumprimento de qualquer disposição constante desta Política de Negociação obrigam-se a ressarcir a Companhia ou outras Pessoas Obrigadas, integralmente e sem limitação, por todos os prejuízos que a Companhia ou outras Pessoas Obrigadas venham a incorrer e que sejam decorrentes, direta ou indiretamente, de tal descumprimento, podendo ainda a Companhia, a seu exclusivo critério, adotar quaisquer medidas corretivas e/ou disciplinares sancionatórias frente aos infratores. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Código de Ética da Companhia, disponível no site de Relações com Investidores (http://www.gpari.com.br/) possui um capítulo sobre "doações, contribuições e patrocínios", por meio da qual estabelece as diretrizes, critérios, responsabilidades e procedimentos a serem observados na realização de doações, contribuições e patrocínios realizados. Ressalta-se que o Código de Ética veda doações políticas de qualquer espécie, tais como, mais não se limitando a, doações a partidos políticos ou financiamento de campanhas políticas ou a candidatos em nome do Grupo Pão de Açúcar. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ LUIZ COELHO DINIZGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| CARLOS AUGUSTO REIS DE ATHAYDE FERNANDES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| CHRISTOPHE JOSÉ HIDALGOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| ELEAZAR DE CARVALHO FILHOGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| GUSTAVO JERONIMO VIANA LOBATO GONÇALVES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| HELENE ESTHER BITTONGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| LEANDRO ASSIS CAMPOS IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 27/03/2026 | AGO 2027 |
Diretoria 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE DE JESUS SANTOROGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 05/01/2026 | 2 anos |
| INÁCIO REIS CAMINHAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 19/06/2026 | 2 anos |
| PEDRO VIEIRA LIMA DE ALBUQUERQUEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 04/02/2026 | 2 anos |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| JHONNY FERNANDES DE SOUSAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| MARCOS REINALDO SEVERINO PETERSGin | Conselho Fiscal | 42 - Pres. C.F.Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| MARIA ELVIRA LOPES GIMENEZGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| PATRÍCIA HERVELHA QUINTAS CALVOSOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 15/06/2026 | AGO 2027 |
| RÔMULO SANTOS SIQUEIRAGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/03/2026 | AGO 2027 |
| VINÍCIUS DA SILVEIRA BOSSIGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 27/03/2026 | AGO 2027 |
Comitês 4 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ELEAZAR DE CARVALHO FILHOGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| HELENE ESTHER BITTONGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LEANDRO ASSIS CAMPOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SILVIO TINI DE ARAUJOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| DÉCIO CHAVES RODRIGUESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUSTAVO JERONIMO VIANA LOBATO GONÇALVESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZ NELSON PORTO DE ARAÚJOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RICARDO BALDINGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
Comitê de Gestão
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDRÉ LUIZ COELHO DINIZGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| CHRISTOPHE JOSÉ HIDALGOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LEANDRO ASSIS CAMPOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Jurídico
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CARLOS AUGUSTO REIS DE ATHAYDE FERNANDESGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| CAROLINA DE CARVALHO OLEA BARREIROS MOREIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| DÉCIO CHAVES RODRIGUESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FABIANA CRYSTHINA ARANDA ZOTINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 6 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 9 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 9 | 4 |
| Salário ou pró-labore | 720.000 | 9.504.000 | 8.337.059 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 682.182 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 9.375.386 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 317.400 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 722.387 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 7.291.437 |
| Total do órgão | 720.000 | 9.504.000 | 26.725.850 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 9 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 4 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 11.719.233 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 7.812.821 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 16/04/2025 |
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 30/04/2026 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 23/04/2024 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 30/04/2026 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/03/2021 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 29/04/2022 |
| 2022 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2021 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2018 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2019 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2018 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2016 → 31/12/2016 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2015 → 31/12/2015 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2018 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2016 → 31/12/2016 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2015 → 31/12/2015 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2016 → 31/12/2016 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2015 → 31/12/2015 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2014 → 31/12/2014 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2015 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2014 → 31/12/2014 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2013 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2014 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2013 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 24/04/2004 → 31/12/2011 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 24/04/2004 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 24/04/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 3 | 1 |
| 2021 | 4 | 1 |
| 2020 | 3 | 1 |
| 2019 | 4 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 4 | 1 |
| 2016 | 3 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 40.180 |
| Acionistas pessoa jurídica | 211 |
| Investidores institucionais | 169 |
| Ações ordinárias em circulação | 466.298.565 (94,67%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 466.298.565 (94,67%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (27/03/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 15/06/2026 | 5.780.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 19/06/2026 | 2.511.191.833 | 492.576.765 | 0 | 492.576.765 |
| Capital Integralizado | 19/06/2026 | 2.511.191.833 | 492.576.765 | 0 | 492.576.765 |
| Capital Subscrito | 19/06/2026 | 2.511.191.833 | 492.576.765 | 0 | 492.576.765 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 57 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração da Companhia e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, bem como Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Companhia Brasileira de Distribuição | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração | Wilkes Participações S.A. | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Diretora | PAIC Participações Ltda. | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Companhia Brasileira de Distribuição | Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Companhia Brasileira de Distribuição | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | Wilkes Participações S.A. | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Companhia Brasileira de Distribuição | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Administração do Plano de Opção de Compra de Ações | Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração e Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Abilio dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração | Globex Utilidades S.A. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração e Diretor | Wilkes Participações S.A. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Gerente | Península Participações Ltda. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Presidente | PAIC Participações Ltda. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e Presidente do Comitê de RH e Remuneração. | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração, Membro do Comitê de Administração do Plano de Outorga de Opções de Compra de Ações. | Companhia Brasileira de Distribuição | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e Presidente do Comitê de RH e Remuneração. | Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Companhia Brasileira de Distribuição | Enteado e Enteada (2º grau por afinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | Wilkes Participações S.A. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e Presidente do Comitê de RH e Remuneração. | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, Comitê Financeiro e Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Companhia Brasileira de Distribuição | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e Presidente do Comitê de RH e Remuneração. | Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Companhia Brasileira de Distribuição | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Abilio dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração | Globex Utilidades S.A. | Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração e Diretor | Wilkes Participações S.A. | Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Gerente | Península Participações Ltda. | Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração, Membro do Comitê de Administração do Plano de Outorga de Opções de Compra de Ações. | Companhia Brasileira de Distribuição | Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Presidente | PAIC Participações Ltda. | Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração | Wilkes Participações S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Diretora | PAIC Participações Ltda. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e Presidente do Comitê de RH e Remuneração. | Companhia Brasileira de Distribuição | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | Wilkes Participações S.A. | Enteado e Enteada (2º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Enteado e Enteada (2º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Companhia Brasileira de Distribuição | Enteado e Enteada (2º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Diretor do PAIC. | Companhia Brasileira de Distribuição | Enteado e Enteada (2º grau por afinidade) |
| Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de Desenvolvimento Sustentável e do Comitê de Recursos Humanos e Remuneração | Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Enteado e Enteada (2º grau por afinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração | Globex Utilidades S.A. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração e Diretor | Wilkes Participações S.A. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Gerente | Península Participações Ltda. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Presidente | PAIC Participações Ltda. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração, Membro do Comitê de Administração do Plano de Outorga de Opções de Compra de Ações | Companhia Brasileira de Distribuição | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração | Wilkes Participações S.A. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Diretora | PAIC Participações Ltda. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e Presidente do Comitê de RH e Remuneração. | Companhia Brasileira de Distribuição | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Companhia Brasileira de Distribuição | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Companhia Brasileira de Distribuição | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de RH e Remuneração, Membro do Comitê de Administração do Plano de Outorga de Opções de Compra de Ações. | Companhia Brasileira de Distribuição | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável, Presidente do Comitê Financeiro e Presidente do Comitê de RH e Remuneração. | Companhia Brasileira de Distribuição | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Geyze Marchesi Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Companhia Brasileira de Distribuição | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê Financeiro e Membro do Comitê de Desenvolvimento Sustentável. | Companhia Brasileira de Distribuição | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração | Globex Utilidades S.A. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração e Diretor | Wilkes Participações S.A. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Gerente | Península Participações Ltda. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneraão e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Abilio dos Santos Diniz | Diretor Presidente | PAIC Participações Ltda. | Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Diretora Presidente | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Membro do Conselho de Administração | Wilkes Participações S.A. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | Ana Maria F.dos Santos Diniz D`Ávila | Diretora | PAIC Participações Ltda. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | Wilkes Participações S.A. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Membro do Conselho de Administração, do Comitê de RH e Remuneração e Presidente do Comitê de Desenvolvimento Sustentável | João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Diretor | PAIC Participações Ltda. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
Relações de subordinação 164 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração e Diretor | Casino Guichard Perrachon | Controlada Indireta | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Globex Utilidades S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | PAIC Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Península Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Península Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração e Diretor | Península Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Abilio dos Santos Diniz | Presidente do Conselho de Administração | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Alexandre Lodygensky Junior | Diretor de Comércio Internacional | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Alexandre Lodygensky Junior | Diretor de Comércio Internacional | CBD Panama Trading Corp | Controlada Indireta | Controle |
| Ana Maria Falleiros dos Santos Diniz D'Avila | Conselheira | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Ana Maria Falleiros dos Santos Diniz D'Avila | Conselheira | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Ana Maria Falleiros dos Santos Diniz D'Avila | Conselheira | PAIC Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Ana Maria Falleiros dos Santos Diniz D'Avila | Conselheira | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Ana Maria Falleiros dos Santos Diniz D'Avila | Conselheira | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Ana Maria Falleiros dos Santos Diniz D'Avila | Conselheira | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Antoine Marie Remi Lazars Giscard D'Estaing | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Arnaud, Daniel, Charles, Walter, Joachim Strasser | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | API SPE 06 - Planejamento e Desenvolvimento de Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | ECQD Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | PAIC Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | PontoFrio.com Comércio Eletrônico S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | Saper Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Saper Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Saper Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Segisor | Controlada Indireta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor Vice-Presidente de Negócios Especializados | Vedra Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Caio Racy Mattar | Diretor de Investimentos e Obras | Vedra Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Cláudia Jordão Ribeiro Pagnano | Diretora de Marketing | Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento | Controlada Indireta | Controle |
| Cláudia Jordão Ribeiro Pagnano | Diretora de Marketing | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Cláudia Jordão Ribeiro Pagnano | Diretora de Marketing | PA Publicidade Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Cláudio Eugênio Stiller Galeazzi | Ex-Diretor Presidente (renúncia em 04/03/2010) | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Cláudio Eugênio Stiller Galeazzi | Diretor Presidente | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Cláudio Eugênio Stiller Galeazzi | Ex-Diretor Presidente (renúncia em 04/03/2010) | CBD Panamá Trading Corp | Controlada Indireta | Controle |
| Cláudio Eugênio Stiller Galeazzi | Ex-Diretor Presidente (renúncia em 04/03/2010) | Globex Utilidades S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Cláudio Eugênio Stiller Galeazzi | Diretor Presidente | Segisor | Controlada Indireta | Controle |
| Cláudio Eugênio Stiller Galeazzi | Ex-Diretor Presidente (renúncia em 04/03/2010) | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Daniela Sabbag | Diretora de Relações com Investidores | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Daniela Sabbag | Diretora de Relações com Investidores | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Banco Investcred Unibanco S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Bellamar Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Bellamar Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | Bellamar Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Bruxelas Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | CBD Panama Trading Corp | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | CBD Panama Trading Corp | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | CBD Panamá Trading Corp | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Dallas Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | ECQD Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | GPA 1 Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | GPA 2 Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | GPA 4 Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | GPA 5 Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | GPA 6 Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Globex Utilidades S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Lake Niassa Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Lake Niassa Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Monte Tardelli Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente. | Nova Extra Eletro Comercial Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | P.A. Publicidade Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | PA Publicidade Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | PA Publicidade Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente. | PontoFrio.com Comércio Eletrônico S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | Sé Supermercados Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Vancouver Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Vancouver Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Administrativo Financeiro | Vancouver Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Presidente | Xantocarpa Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Enéas César Pestana Neto | Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro | Xantocarpa Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Geyze Marchesi Diniz | Conselheira | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Hakim Laurant Aouani | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Hakim Laurant Aouani | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Hakim Laurant Aouani | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Hakim Laurant Aouani | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | API SPE 06 - Planejamento e Desenvolvimento de Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Banco Investcred Unibanco S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente da Cadeia de Suprimentos e TI | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor de Hipermercados e Supermercados Comprebem | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Bellamar Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Bruxelas Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente da Cadeia de Suprimentos e TI | CBD Holland B.V. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | CBD Panama Trading Corp | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Dallas Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente da Cadeia de Suprimentos e TI | Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | GPA 1 Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | GPA 2 Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | GPA 4 Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | GPA 5 Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas. | GPA 6 Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente da Cadeia de Suprimentos e TI | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor de Hipermercados e Supermercados Comprebem | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Lake Niassa Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente da Cadeia de Suprimentos e TI | Lake Niassa Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Monte Tardelli Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente da Cadeia de Suprimentos e TI | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor de Hipermercados e Supermercados Comprebem | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Vancouver Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | Xantocarpa Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente da Cadeia de Suprimentos e TI | Xantocarpa Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| Hugo Antônio Jordão Bethlem | Diretor Vice-Presidente de Relações Corporativas | dunnhumby Brasil Consultoria Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| Jacques Edouard Marrie Charret | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Jean Louis Bourgier | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Jean-Charles Henri Naouri | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Jean-Charles Henri Naouri | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Jean-Charles Henri Naouri | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Jean-Charles Henri Naouri | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Jean-Charles Henri Naouri | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Jean-Charles Henri Naouri | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Jorge Fernando Herzog | Diretor Comercial Operacional Regionais | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Bellamar Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Bruxelas Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Dallas Empreendimentos e Participações S.A. | Controlada Direta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente Comercial Operacional | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Lake Niassa Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente Comercial Operacional | Lake Niassa Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente Comercial Operacional | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor de Supermercados Pão de Açúcar | Sendas Distribuidora S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Vancouver Empreendimentos e Participações Ltda. | Controlada Direta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente de Negócios do Varejo | Xantocarpa Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| José Roberto Coimbra Tambasco | Diretor Vice-Presidente Comercial Operacional | Xantocarpa Participações Ltda. | Controlada Indireta | Controle |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | PAIC Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| João Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | Wilkes Participações S.A. | Controlador Direto | Controle |
| Maria Aparecida Fonseca | Diretora de Recursos Humanos | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Michel Alain Maurice Favre | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
| Pedro Paulo F.dos Santos Diniz | Conselheiro | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano | Controlada Direta | Controle |
| Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz | Conselheiro | PAIC Participações Ltda. | Controlador Indireto | Controle |
| Ulisses Kameyama | Conselheiro | Casino Guichard Perrachon | Controlador Indireto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 25 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Sendas Distribuidora S/A | Controlada | 06/09/2004 | 100.000.000 | — | S | 0.000000 |
| Casino Guichard Perrachon | Controlador | 08/07/2005 | 4.911.000 | — | N | 0.000000 |
| Pão de Açúcar Esporte Clube | Coligada. | 05/02/2004 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Novasoc Comercial Ltda | Controlada. | 07/05/1999 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Novasoc Comercial Ltda | Controlada. | 07/05/1999 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Sendas Distribuidora S/A | Controlada | 05/02/2004 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Novasoc Comercial Ltda | Controlada | 07/05/1999 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Sé Supermercados Ltda | Controlada | 01/07/2002 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Sendas Distribuidora S/A | Controlada | 05/02/2004 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Sendas Distribuidora | Controlada | 01/02/2004 | 0 | — | N | 0.000000 |
| FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PENÍNSULA | Fundo pertencente ao acionista controlador. | 03/10/2005 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Barcelona Com. Varejista e Atacadista S/A | Controlada | 23/01/2009 | 0 | — | S | 0.000000 |
| Barcelona Com.Var. e Atac. S/A | Controlada | 01/12/2008 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Globex Utilidades S/A | Controlada | 09/11/2010 | 0 | — | S | 0.000000 |
| Globex Utilidades S/A | Controlada | 09/11/2010 | 0 | — | S | 0.000000 |
| Globex Utilidades S/A | Coligada | 09/11/2010 | 0 | — | S | 0.000000 |
| Globex Utilidades S.A | Controlada | 01/08/2009 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Globex Utilidades S.A e Casa Bahia Comercial Ltda. | Controlada e Acionista relevante da controlada Globex. | 01/07/2010 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Casa Bahia Comercial Ltda | Acionista relevante da controlada Globex | 30/07/2010 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Casa Bahia Comercial Ltda | Acionista relevante da controlada Globex. | 09/11/2010 | 0 | — | N | 0.000000 |
| German Pasquale Quiroga Vilardo, Eduardo Khair Chalita, Renato Guillobel Drumond e Eduardo V Castro | Administradores da controlada Nova Pontocom | 08/11/2010 | 0 | — | S | 0.000000 |
| dunnhumby International Limited | Controlador de coligada (dunnhumby Brasil Consultoria Ltda.) | 19/04/2010 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Fazenda da Toca Ltda | Sociedade controlada por nosso controlador. | 09/12/2009 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Sykué Consultoria em Energia | Sociedade controlada por nosso controlador | 01/09/2006 | 0 | — | N | 0.000000 |
| Sykué Geração de Energia Ltda | Sociedade controlada pelo nosso controlador | 14/09/2006 | 0 | — | N | 0.000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| American Depositary Shares (ADSs) | Estados Unidos | OTC Market | Securities and Exchange Commission (SEC) | 19/04/2024 | 4,97% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 29.933 | 33.769 | 35.396 | 38.008 | 45.500 | 47.241 | 45.217 | 47.928 | 52.849 | 58.475 | 53.295 | 49.443 | 43.839 | 22.050 | 19.703 | 18.426 |
| Ativo circulante | 14.716 | 17.276 | 17.251 | 18.610 | 24.133 | 24.960 | 31.651 | 33.220 | 36.304 | 19.968 | 17.641 | 17.872 | 28.559 | 7.523 | 6.116 | 5.860 |
| Caixa e equivalentes | 3.818 | 4.970 | 7.086 | 8.367 | 11.149 | 11.015 | 5.112 | 3.792 | 4.369 | 7.954 | 8.711 | 8.274 | 3.751 | 2.971 | 2.631 | 1.990 |
| Aplicações financeiras | 608 | 0 | 0 | 24 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 777 | 15 | 24 |
| Contas a receber | 4.047 | 5.717 | 3.430 | 2.743 | 3.505 | 3.585 | 669 | 903 | 686 | 1.108 | 1.051 | 1.125 | 696 | 573 | 455 | 355 |
| Estoques | 4.824 | 5.553 | 5.760 | 6.382 | 8.405 | 8.965 | 4.641 | 4.822 | 5.909 | 8.631 | 6.536 | 5.257 | 2.046 | 1.952 | 2.014 | 1.963 |
| Tributos a recuperar | 888 | 908 | 871 | 908 | 808 | 1.080 | 674 | 596 | 679 | 1.692 | 983 | 1.743 | 1.114 | 1.078 | 647 | 736 |
| Despesas antecipadas | 437 | 106 | 67 | 92 | 130 | 157 | 97 | 112 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 3.398 | 3.855 | 4.693 | 4.335 | 4.747 | 4.954 | 2.137 | 3.448 | 3.997 | 4.321 | 4.713 | 4.966 | 5.617 | 5.113 | 4.893 | 4.807 |
| Investimentos | 233 | 253 | 362 | 310 | 426 | 407 | 339 | 198 | 223 | 3.660 | 4.889 | 4.508 | 833 | 864 | 804 | 0 |
| Imobilizado | 6.704 | 7.358 | 8.114 | 9.054 | 9.699 | 10.377 | 9.182 | 9.138 | 9.650 | 24.290 | 19.888 | 16.344 | 6.844 | 6.577 | 6.146 | 6.136 |
| Intangível | 4.882 | 5.026 | 4.976 | 5.701 | 6.495 | 6.543 | 1.908 | 1.924 | 2.675 | 6.236 | 6.164 | 5.753 | 1.986 | 1.973 | 1.744 | 1.623 |
| Passivo circulante | 10.817 | 13.501 | 13.955 | 17.013 | 23.848 | 25.273 | 27.582 | 28.992 | 32.785 | 23.135 | 18.483 | 16.550 | 17.747 | 6.225 | 6.356 | 7.084 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 596 | 759 | 729 | 796 | 864 | 1.023 | 614 | 640 | 686 | 980 | 897 | 808 | 294 | 381 | 437 | 335 |
| Fornecedores | 5.306 | 6.279 | 6.803 | 8.548 | 13.322 | 15.508 | 7.232 | 8.128 | 9.246 | 14.887 | 11.424 | 10.078 | 3.123 | 3.253 | 3.348 | 3.396 |
| Dívida de curto prazo | 2.978 | 4.917 | 4.211 | 5.171 | 6.594 | 3.814 | 2.957 | 1.251 | 2.016 | 3.488 | 2.309 | 1.470 | 1.001 | 972 | 849 | 1.700 |
| Passivo não circulante | 9.532 | 10.173 | 10.373 | 8.284 | 7.170 | 8.616 | 5.038 | 5.644 | 6.125 | 21.792 | 18.005 | 16.513 | 12.359 | 11.103 | 10.412 | 9.218 |
| Dívida de longo prazo | 5.592 | 6.241 | 6.281 | 4.322 | 3.134 | 4.164 | 2.912 | 3.337 | 3.509 | 10.706 | 6.842 | 7.582 | 4.862 | 4.302 | 3.196 | 2.402 |
| Patrimônio líquido | 9.584 | 10.094 | 11.068 | 12.712 | 14.482 | 13.352 | 12.597 | 13.292 | 13.939 | 13.548 | 16.807 | 16.380 | 13.733 | 4.722 | 2.935 | 2.124 |
| Receita líquida | 32.092 | 46.594 | 50.924 | 57.730 | 65.525 | 69.220 | 41.454 | 44.634 | 49.388 | 56.635 | 51.253 | 51.291 | 17.321 | 19.250 | 18.790 | 19.113 |
| EBIT | 1.601 | 2.137 | 2.869 | 2.948 | 4.004 | 1.723 | 856 | 1.509 | 2.177 | 1.966 | 2.629 | 1.690 | -565 | 677 | -436 | -169 |
| Lucro líquido | 692 | 720 | 1.156 | 1.396 | 1.760 | -276 | -1.076 | 865 | 1.180 | 836 | 2.326 | 960 | -4 | -2.134 | -2.403 | -815 |
| Fluxo de caixa operacional | 371 | 1.128 | 5.299 | 4.892 | 5.016 | 4.632 | -1.304 | 1.895 | 2.586 | 1.135 | 4.742 | 2.728 | -216 | 563 | 1.363 | 1.352 |
| Fluxo de caixa de investimento | -1.438 | -1.625 | -1.339 | -2.027 | -1.650 | -1.852 | -2.020 | -1.592 | -1.899 | -3.266 | -4.291 | -77 | 2.834 | -1.597 | 338 | -507 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 2.543 | 1.649 | -1.844 | -1.584 | -636 | -3.006 | 1.475 | -2.094 | 42 | 1.894 | -281 | -2.743 | -4.703 | -1.705 | -2.041 | -1.486 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 24,12 | 24,24 | 24,29 | 24,36 | 24,54 | 24,58 | 24,53 | 24,59 | 24,69 | 24,79 | 24,70 | 24,62 | 24,50 | 23,82 | 23,70 | 23,64 |
| Tamanho (receita) | 24,19 | 24,56 | 24,65 | 24,78 | 24,91 | 24,96 | 24,45 | 24,52 | 24,62 | 24,76 | 24,66 | 24,66 | 23,58 | 23,68 | 23,66 | 23,67 |
| Alavancagem | 0,29 | 0,33 | 0,30 | 0,25 | 0,21 | 0,17 | 0,13 | 0,10 | 0,10 | 0,24 | 0,17 | 0,18 | 0,13 | 0,24 | 0,21 | 0,22 |
| Liquidez corrente | 1,36 | 1,28 | 1,24 | 1,09 | 1,01 | 0,99 | 1,15 | 1,15 | 1,11 | 0,86 | 0,95 | 1,08 | 1,61 | 1,21 | 0,96 | 0,83 |
| ROA | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,04 | 0,04 | -0,01 | -0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,01 | 0,04 | 0,02 | -0,00 | -0,10 | -0,12 | -0,04 |
| ROE | 0,07 | 0,07 | 0,10 | 0,11 | 0,12 | -0,02 | -0,09 | 0,07 | 0,08 | 0,06 | 0,14 | 0,06 | -0,00 | -0,45 | -0,82 | -0,38 |
| Margem líquida | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,03 | -0,00 | -0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,01 | 0,05 | 0,02 | -0,00 | -0,11 | -0,13 | -0,04 |
| Caixa / ativos | 0,13 | 0,15 | 0,20 | 0,22 | 0,25 | 0,23 | 0,11 | 0,08 | 0,08 | 0,14 | 0,16 | 0,17 | 0,09 | 0,13 | 0,13 | 0,11 |
| Tangibilidade | 0,22 | 0,22 | 0,23 | 0,24 | 0,21 | 0,22 | 0,20 | 0,19 | 0,18 | 0,42 | 0,37 | 0,33 | 0,16 | 0,30 | 0,31 | 0,33 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 09/11/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 15/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 29/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |