ROMI S.A.
CNPJ 56720428000163 · código CVM 7510Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 19/04/1938 |
| Setor de atividade | Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças |
| Listagem na B3 (início) | 19/04/1938 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 95,1% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.romi.com ↗ |
Respostas no ano 2020
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 71,6% | 30 | 8 | 13 | 3 | 37 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2020 | 92,2% | 45 | 2 | 4 | 3 | 30 | Novo Mercado |
| 2021 | 93,1% | 46 | 2 | 3 | 3 | 29 | Novo Mercado |
| 2022 | 93,0% | 45 | 2 | 3 | 4 | 29 | Novo Mercado |
| 2023 | 93,1% | 46 | 2 | 3 | 3 | 29 | Novo Mercado |
| 2024 | 93,1% | 46 | 2 | 3 | 3 | 29 | Novo Mercado |
| 2025 | 95,1% | 46 | 0 | 5 | 3 | 29 | Novo Mercado |
Acionistas
9 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/estatuto-social/) prevê mecanismo de proteção à dispersão acionária conforme previsto nos artigos 46 e 47. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia, disponível em seu site (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/estatuto-social/), em seu artigo 47, §2º, descreve as regras quanto a determinação do preço da oferta pública de aquisição de ações (OPA). |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaA Companhia atende integralmente a prática recomendada no item "i", conforme o Art. 46 de seu Estatuto Social, disponível em seu site (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/estatuto-social/). Quanto ao item "ii", embora o Estatuto Social da Companhia não estabeleça expressamente conforme a prática recomendada, nos termos do Art. 26 (item 14), o Conselho deve se manifestar sobre qualquer oferta pública de aquisição ("OPA"). Considerando a obrigatoriedade de OPA em caso de alienação de controle e de atingimento de participação relevante, tal artigo se aplicará em qualquer hipótese de reorganização societária que der origem à mudança de controle. O referido artigo ainda prevê que o parecer do Conselho deverá abordar a conveniência e oportunidade da OPA quanto ao interesse do conjunto dos acionistas, além dos demais aspectos previstos no referido artigo, no Regulamento do Novo Mercado e nas demais regulamentações aplicáveis. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
9 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO item "i" da prática recomendada está previsto no Art. 26 do Estatuto Social, somada à atuação da Companhia na área social, conforme a sua Política de Investimento Social (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-investimento-social), bem como, através do Departamento de Meio Ambiente próprio da Companhia, além dos serviços de assessoria externa e da estruturação de controles e procedimentos internos da Companhia, o qual é auditado periodicamente. A Companhia atende integralmente a prática recomendada no item "ii", vez que: (i) possui uma Política de Gestão de Riscos: (ii) Auditoria Interna (iii) Área de Compliance (iv) Comitê de Auditoria e Riscos, que analisa trimestralmente as avaliações e Relatórios emitidos pela Auditoria Interna, tudo em conformidade com o Regulamento do Novo Mercado. O Comitê de Auditoria e Riscos reporta-se diretamente ao Conselho de Administração e as áreas de Auditoria Interna e Compliance reportam-se a este Comitê. O item "iii" da prática recomendada é atendido integralmente, conforme Código de Ética (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/codigo-de-conduta/), aprovado pelo Conselho de Administração na RCA de 02 de Agosto de 2006. O item "iv" da prática recomendada é atendido integralmente pela Companhia, sendo o sistema de governança corporativa revista anualmente pela Auditoria interna, a qual se reporta ao Comitê de Auditoria e Riscos, que por sua vez se reporta ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaA composição do Conselho de Administração respeita o previsto no Regulamento do Novo Mercado e também de seu Estatuto Social (Art. 19, § 1º), ou seja, no mínimo 2 ou 20% dos membros, o que for maior, deverá ser Conselheiro Independente. Na prática, a Assembleia Geral Ordinária realizada em 19/03/2019 elegeu 8 membros para compor o Conselho, dos quais 3 são independentes. Quando da indicação dos Conselheiros, anualmente, é divulgada a condição de independência dos candidatos, junto à Proposta da Administração e ao Formulário de Referência (item 12.5). |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA prática recomendada é atendida integralmente pela Companhia, a qual possui uma Política de Indicação (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-indicacao) que engloba as práticas previstas nos itens 'i' e 'ii'. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia adota o processo de avaliação anual do Conselho de Administração e de seus Comitês, conforme previsto no Regimento Interno do Conselho de Administração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-conselho-de-administracao/) e Regimento Interno dos Comitês (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-dos-comites/), através dos quais os conselheiros e membros dos Comitês avaliam anualmente os Órgãos como um todo. O Conselho de Administração avalia o desempenho do Diretor-Presidente e revisa as avaliações de desempenho dos Diretores, realizada pelo Diretor-Presidente. Em reunião específica é apresentada a avaliação geral do Conselho e da Diretoria, indicando os pontos positivos e demonstrando os pontos a serem desenvolvidos. Os membros do Conselho de Administração e dos Comitês não são avaliados de forma individual. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui plano de sucessão do Diretor Presidente, elaborado sob a coordenação do Presidente do Conselho de Administração e do Comitê de Recursos Humanos. O referido plano de sucessão foi aprovado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 19/12/2012, sendo revisado anualmente na Reunião do Conselho de Administração do mês de setembro, conforme o calendário anual do órgão. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia possui um programa de integração dos novos membros do Conselho de Administração, devidamente estruturado, o qual tem o intuito de preparar o novo conselheiro, permitindo que este tome conhecimento dos negócios da Companhia e de seus órgãos através de: reuniões preliminares com o Presidente do Conselho e membros da Diretoria, visita às áreas operacionais da Companhia, e apresentação do secretário do Conselho seguida de disponibilização e esclarecimentos sobre os principais documentos corporativos. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo.
justificativa da empresaA remuneração dos membros do Conselho é proporcional às atribuições, responsabilidade, disponibilidade de tempo, competência e reputação profissional, estando alinhado com os interesses dos acionistas e investidores. Inclui a remuneração variável por participação em reuniões, não pela premiação do comparecimento ao compromisso, mas como forma de compensação pela dedicação e responsabilidade adicionais, bem como pelas despesas incorridas pelos Conselheiros. |
Parcialmente |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-conselho-de-administracao/) prevê a elaboração de atas de suas reuniões, as quais registram as pessoas presentes, o assunto submetido à deliberação, as decisões tomadas, e, caso aplicável, os votos divergentes e as abstenções. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO Diretor Presidente é anualmente avaliado pelo Conselho de Administração da Companhia, nos termos do item 6.5.2 do Regimento Interno do Conselho de Administração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-conselho-de-administracao/), considerando as metas previamente estabelecidas, sendo que, de acordo com seu desempenho é determinada sua remuneração variável. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO Presidente da Companhia juntamente com o Conselho de Administração avaliam cada diretor, anualmente, , nos termos do item 6.5.2 do Regimento Interno do Conselho de Administração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-conselho-de-administracao/), considerando as metas previamente estabelecidas, sendo que, de acordo com seu desempenho é determinada sua remuneração variável. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Remuneração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-remuneracao) aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 10/12/2019, que visa determinar diretrizes a serem observadas e aplicadas para determinar a remuneração dos Diretores, membros do Conselho de Administração, Conselho Fiscal e dos Comitês de assessoramento, estatutários ou não, considerando a responsabilidade do cargo, o tempo dedicado às suas funções, competência e reputação profissional, além do valor dos serviços no mercado, buscando, assim, atrair e reter os profissionais com as competências e valores requeridos pela Companhia. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria, de acordo com a Política de Remuneração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-remuneracao), é fixada em Assembleia Geral Ordinária e distribuída pelo Conselho de Administração, após previamente debatida pelo Comitê de Recursos Humanos, está atrelada ao desempenho da Companhia e retorno de longo prazo para seus acionistas. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria, de acordo com a Política de Remuneração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-remuneracao), é calculada considerando as responsabilidades dos administradores, o tempo dedicado às suas funções, sua competência e reputação profissional e o valor dos seus serviços no mercado. Tal remuneração é previamente estabelecida pelo Comitê de Recursos Humanos e submetida à aprovação do Conselho de Administração, de modo que não há interferência da Diretoria no processo decisório de sua própria remuneração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui Comitê de Auditoria não estatutário, porém, constituído pelo Conselho de Administração nos termos do Regulamento do Novo Mercado (Ata RCA 17.03.2020), o qual atende os itens 'i','ii','iii' e 'iv' das práticas recomendadas. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui uma área de Auditoria Interna que se reporta diretamente ao Conselho de Administração e também ao Comitê de Auditoria e Riscos. A área de Auditoria Interna atua de forma independente na avaliação da eficiência e da eficácia da gestão dos riscos e dos processos de controles internos, recomendando melhorias e auxiliando a alta Administração e o Conselho de Administração na governança da Companhia. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Gerenciamento de Riscos (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-gerenciamento-de-riscos/) aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 10/12/2019, a qual estabelece as diretrizes, princípios e responsabilidades para o Gerenciamento de Riscos Corporativos da Companhia. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração, visando criar meios de auxiliar no acompanhamento e avaliação pela diretoria quanto aos riscos da Companhia, deliberou sobre a constituição do Comitê de Auditoria e Riscos, o qual emite pareceres considerando a exposição da Companhia a riscos e recomendações ao Conselho de Administração e à Diretoria. Ademais, a Companhia implementou o Programa de Compliance (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/) que estabelece diretrizes para prevenção, detecção e correção de práticas inadequadas ou divergentes das Leis, Normas e Regulamentos externos e internos, incentivando a denúncia de irregularidades, bem como orientando e exigindo conduta ética e responsável de seus integrantes, ganhando relevância como instrumento de governança corporativa. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria avalia anualmente os sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como ao Programa de Compliance (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/), e presta contas ao Conselho de Administração, conforme previsto no item 5.7 do Regimento Interno da Diretoria Executiva (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-da-diretoria-executiva/) |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaO Comitê Executivo de Ética (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-comite-executivo-de-etica/) é um órgão colegiado, o qual reporta ao Conselho de Administração da Companhia, endereçando ao respectivo órgão suas atas contendo as recomendações à Diretoria e, quando for o caso, ao próprio Conselho de Administração. O Comitê Executivo de Ética possui caráter independente e é encarregado de implementar, disseminar, treinar, revisar e atualizar o Código de Ética Empresarial e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal de Denúncia Ética é controlado internamente e está disponível no site da Companhia para todo o público, havendo a possibilidade de manter o anonimato, não limitando-se apenas aos funcionários da Companhia. As denúncias são submetidas ao departamento de Auditoria Interna e ao Comitê de Ética para análise e, se comprovadas, serão obrigatoriamente reportadas ao Conselho de Administração da Companhia. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA competência, funções e responsabilidades dos órgãos da administração da Companhia se encontram definidos no Estatuto Social, no Regimento Interno do Conselho de Administração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-conselho-de-administracao/) e no Programa de Compliance da Companhia (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/). |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO tratamento de conflito de interesses dos órgãos de governança da Companhia estão descritos no Código de Ética e Conduta Empresarial (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/codigo-de-conduta/), Política para Transação com Partes Relacionadas (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-para-transacao-com-partes-relacionadas/) partes integrantes do Programa de Compliance (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/), os quais podem ser consultadas no site da Companhia. Ainda, é tratado, também, no Regimento Interno do Conselho de Administração (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/regimento-interno-conselho-de-administracao/). |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia atende integralmente a prática recomendada, possuindo mecanismos de administração de conflito de interesses nas votações submetidas à Assembleia Geral, conforme previsto na Política de Transações com Partes Relacionadas (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-para-transacao-com-partes-relacionadas/) |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaA Companhia possui a Política de Transações com Partes Relacionadas (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-para-transacao-com-partes-relacionadas/ ), atualizada pelo Conselho de Administração em 10 de dezembro de 2019 a qual define quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo Conselho, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. |
Não |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Transação com Partes Relacionadas, atualizada em 10 de dezembro de 2019, a qual atende às práticas recomendadas , disponível no site da Companhia(https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-para-transacao-com-partes-relacionadas/). |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Negociação, disponível no seu site (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-negociacao/), atualizada em 10 de dezembro de 2019, a qual estabelece as regras e elevados padrões de conduta, promovendo a transparência e a equidade nas negociações dos Valores Mobiliários e seus derivativos, de emissão da Companhia. A política prevê o período de vedação às negociações, evitando assim questionamento com relação ao uso indevido de informações relevantes não divulgadas ao público, nos moldes da Instrução da CVM 358/2002, bem como, o rol de pessoas "vinculadas" a Política. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Investimento Social (https://www.romi.com/investidores/governanca-corporativa/compliance/politica-de-investimento-social/), aprovada em 12/06/2018, a qual atende às práticas recomendadas |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETOGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| ANA CAROLINA RIBEIRO STROBEL IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| ANTONIO CÂNDIDO DE AZEVEDO SODRÉ FILHO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| CARLOS GUIMARÃES CHITIGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 11/03/2025 | Até AGO de 2026 |
| JOSÉ CARLOS ROMIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| MARCIO GUEDES PEREIRA JUNIOR IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| MONICA ROMI ZANATTAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| PAULO ROMIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
Diretoria 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| DOUGLAS PEDRO DE ALCÂNTARAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| FERNANDO MARCOS CASSONIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| FÁBIO BARBANTI TAIARGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLENGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| MAURICIO LANZELLOTTI LOPESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| TALES CAIRES AQUINOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALFREDO FERREIRA MARQUES FILHOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| CLÓVIS AILTON MADEIRAGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| FRANCISCO DE PAULA DOS REIS JÚNIORGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| RUBENS LOPES DA SILVAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 11/03/2025 | Até AGO de 2026 |
| VALTER FARIAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
| WALTER LUIS BERNARDES ALBERTONIGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 11/03/2025 | Até a AGO de 2026 |
Comitês 6 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FERNANDO MARCOS CASSONIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FÁBIO BARBANTI TAIARGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JOSÉ CARLOS ROMIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLENGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MONICA ROMI ZANATTAGin | Presidente do Comitê |
| PAULO ROMIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANA CAROLINA RIBEIRO STROBELGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANTONIO CÂNDIDO DE AZEVEDO SODRÉ FILHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANTÔNIO CARLOS BONINI SANTOS PINTOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCIO GUEDES PEREIRA JUNIORGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Pessoas
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETOGin | Presidente do Comitê |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLENGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCIO GUEDES PEREIRA JUNIORGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MONICA ROMI ZANATTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Inovação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANA CAROLINA RIBEIRO STROBELGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| DOUGLAS PEDRO DE ALCÂNTARAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FÁBIO BARBANTI TAIARGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JOSÉ CARLOS ROMIGin | Presidente do Comitê |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLENGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MAURICIO LANZELLOTTI LOPESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MONICA ROMI ZANATTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Imobiliário
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANTONIO CÂNDIDO DE AZEVEDO SODRÉ FILHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FÁBIO BARBANTI TAIARGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JOSÉ CARLOS ROMIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLENGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO ROMIGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Fundidos e Usinados
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JOSÉ CARLOS ROMIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLENGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO ROMIGin | Presidente do Comitê |
| TALES CAIRES AQUINOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 6 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 |
| Diretoria | 0 | 6 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 8 | 6 |
| Salário ou pró-labore | 440.000 | 3.089.314 | 5.675.686 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 365.000 | 810.000 |
| Participação em comitês | 0 | 260.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 110.000 | 952.199 | 2.487.376 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 550.000 | 4.666.513 | 8.973.062 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 8 | 6 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2025 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2025 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2025 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda. | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2020 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2016 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2016 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2013 → 31/12/2016 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2011 → 31/12/2011 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2012 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2011 → 31/12/2011 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2010 → 31/12/2010 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2011 → 31/12/2011 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2010 → 31/12/2010 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2009 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000805 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2011 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 01/01/2010 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 17/07/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 1 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 4 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 3 | 1 |
| 2013 | 3 | 1 |
| 2012 | 4 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 43.202 |
| Acionistas pessoa jurídica | 157 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 47.361.530 (50,83%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 47.361.530 (50,83%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (26/03/2024).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 26/03/2024 | 0 | 112.000.000 | 0 | 112.000.000 |
| Capital Integralizado | 26/03/2024 | 1.001.432.790 | 93.170.747 | 0 | 93.170.747 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 12 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| Américo Emilio Romi Neto | Presidente do Conselho de Administração | ANDRÉ LUIS ROMI | Membro do Conselho de Administração. | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Américo Emilio Romi Neto | Presidente do Conselho de Administração | JOSÉ CARLOS ROMI | Membro do Conselho de Administração. | Romi S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Américo Emilio Romi Neto | Presidente do Conselho de Administração | MARIA PIA ROMI CAMPOS | Membro do Conselho de Administração. | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| CARLOS GUIMARÃES CHITI | Vice-Presidente do Conselho de Administração | EUGÊNIO GUIMARÃES CHITI | Membro do Conselho de Administração | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| CARLOS GUIMARÃES CHITI | Vice-Presidente do Conselho de Administração | JULIANA GUIMARÃES CHITI | Membro do Conselho de Administração | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| CARLOS GUIMARÃES CHITI | Vice-Presidente do Conselho de Administração | SUZANA GUIMARÃES CHITI | Membro do Conselho de Administração. | Fenix Empreendimentos S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| José Carlos Romi | Membro do Conselho de Administração | AMÉRICO EMILIO ROMI NETO | Presidente do Conselho de Administração | Romi S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| José Carlos Romi | Membro do Conselho de Administração | ANDRÉ LUIS ROMI | Membro do Conselho de Administração. | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| José Carlos Romi | Membro do Conselho de Administração | MARIA PIA ROMI CAMPOS | Membro do Conselho de Administração | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MONICA ROMI ZANATTA | Membro do Conselho de Administração. | FERNANDO ROMI ZANATTA | Membro do Conselho de Administração. | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| PAULO ROMI | Membro do Conselho de Administração. | ADRIANA ROMI | Membro do Conselho de Administração. | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| PAULO ROMI | Membro do Conselho de Administração. | SANDRA MARIA ROMI CHEIDA | Membro do conselho de administração. | Fenix Empreendimentos S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 45 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETO | Presidente do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETO | Presidente do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETO | Presidente do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETO | Presidente do Conselho de Administração | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETO | Presidente do Conselho de Administração | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| AMÉRICO EMILIO ROMI NETO | Presidente do Conselho de Administração | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| CARLOS GUIMARÃES CHITI | Vice Presidente do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| CARLOS GUIMARÃES CHITI | Membro do Conselho de Administração. | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| CARLOS GUIMARÃES CHITI | Vice Presidente do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente. | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente. | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente. | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente. | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente. | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| FERNANDO MARCOS CASSONI | Diretor Vice-Presidente. | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| FÁBIO BARBANTI TAIAR | Diretor | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| JOSÉ CARLOS ROMI | Membro do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| JOSÉ CARLOS ROMI | Membro do Conselho de Administração. | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| JOSÉ CARLOS ROMI | Membro do Conselho de Administração. | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | PRODZ AMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| LUIZ CASSIANO RANDO ROSOLEN | Diretor-Presidente da Diretoria | ROMINOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| PAULO ROMI | Membro do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| PAULO ROMI | Membro do Conselho de Administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| PAULO ROMI | Membro do conselho de administração | FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| PAULO ROMI | Membro do Conselho de Administração | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| PAULO ROMI | Membro do Conselho de Administração | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
| PAULO ROMI | Membro do conselho de administração | ROMINOR COMÉRCIO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 6 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| PRODZ ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS LTDA | Controlada. | 24/03/2022 | 220.374 | 0 | — | 0 |
| PRODZ ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE BENS LTDA | Controlada. | 24/03/2022 | 85.516 | 0 | — | 0 |
| FENIX EMPREENDIMENTOS S.A. | Controladora | 01/10/2011 | 53.540 | 0 | — | — |
| ROMINOR - COMÉRCIO, EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A | Controlada. | 01/10/2011 | 52.730 | — | — | — |
| ROMINOR EMPREEDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada. | 29/11/2021 | 37.722 | 0 | — | — |
| FUNDAÇÃO ROMI | Controladora. | 01/10/2006 | 26.250 | 0 | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.861 | 1.813 | 1.615 | 1.421 | 1.289 | 1.220 | 1.084 | 1.075 | 1.242 | 1.367 | 1.747 | 1.955 | 2.245 | 2.282 | 2.547 | 2.759 |
| Ativo circulante | 977 | 950 | 868 | 785 | 723 | 703 | 622 | 592 | 697 | 760 | 1.069 | 1.164 | 1.389 | 1.401 | 1.576 | 1.715 |
| Caixa e equivalentes | 247 | 163 | 82 | 107 | 146 | 145 | 122 | 119 | 101 | 148 | 195 | 100 | 132 | 282 | 262 | 377 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 127 | 75 | 119 | 32 | 99 | 100 |
| Contas a receber | 438 | 429 | 443 | 364 | 279 | 243 | 197 | 208 | 256 | 237 | 318 | 391 | 438 | 446 | 439 | 452 |
| Estoques | 263 | 314 | 302 | 274 | 258 | 268 | 265 | 242 | 301 | 345 | 359 | 537 | 641 | 607 | 716 | 697 |
| Tributos a recuperar | 14 | 12 | 11 | 14 | 18 | 25 | 24 | 12 | 25 | 15 | 51 | 49 | 42 | 16 | 19 | 22 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 588 | 574 | 410 | 293 | 220 | 166 | 149 | 155 | 209 | 265 | 274 | 339 | 369 | 367 | 410 | 438 |
| Investimentos | 0 | 0 | 18 | 22 | 22 | 17 | 18 | 19 | 18 | 18 | 18 | 17 | 15 | 15 | 14 | 14 |
| Imobilizado | 289 | 281 | 273 | 273 | 278 | 278 | 252 | 258 | 259 | 269 | 315 | 370 | 420 | 455 | 497 | 546 |
| Intangível | 7 | 8 | 45 | 49 | 46 | 55 | 43 | 52 | 58 | 54 | 71 | 64 | 51 | 44 | 49 | 46 |
| Passivo circulante | 450 | 513 | 490 | 413 | 353 | 248 | 291 | 281 | 363 | 395 | 587 | 576 | 598 | 628 | 761 | 730 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 36 | 27 | 22 | 24 | 19 | 21 | 19 | 28 | 28 | 21 | 36 | 46 | 49 | 39 | 38 | 39 |
| Fornecedores | 48 | 41 | 42 | 43 | 31 | 28 | 34 | 34 | 44 | 51 | 96 | 129 | 136 | 80 | 110 | 74 |
| Dívida de curto prazo | 329 | 421 | 356 | 265 | 238 | 129 | 167 | 130 | 166 | 174 | 238 | 214 | 208 | 339 | 344 | 286 |
| Passivo não circulante | 709 | 621 | 487 | 358 | 291 | 299 | 192 | 151 | 182 | 213 | 345 | 413 | 552 | 482 | 556 | 780 |
| Dívida de longo prazo | 667 | 571 | 455 | 321 | 260 | 263 | 163 | 120 | 148 | 176 | 298 | 369 | 513 | 446 | 511 | 735 |
| Patrimônio líquido | 702 | 680 | 637 | 650 | 644 | 673 | 602 | 644 | 698 | 759 | 815 | 965 | 1.095 | 1.171 | 1.229 | 1.249 |
| Receita líquida | 674 | 631 | 618 | 667 | 649 | 607 | 587 | 673 | 743 | 766 | 973 | 1.383 | 1.592 | 1.227 | 1.220 | 1.327 |
| EBIT | 77 | -11 | -52 | 30 | 10 | -2 | -44 | 51 | 46 | 104 | 107 | 212 | 271 | 173 | 113 | 93 |
| Lucro líquido | 69 | 4 | -37 | 2 | 8 | 7 | -39 | 38 | 84 | 130 | 175 | 204 | 216 | 165 | 115 | 86 |
| Fluxo de caixa operacional | 87 | 43 | 220 | 325 | 184 | 159 | 85 | 123 | -0 | 116 | 146 | 42 | 111 | 154 | 204 | 178 |
| Fluxo de caixa de investimento | -27 | -17 | -52 | -26 | -29 | -12 | -23 | -27 | -27 | -33 | -169 | -46 | -155 | 37 | -132 | -171 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -30 | -111 | -248 | -261 | -112 | -142 | -85 | -94 | 23 | -34 | 65 | -94 | 73 | -43 | -103 | 107 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,34 | 21,32 | 21,20 | 21,07 | 20,98 | 20,92 | 20,80 | 20,80 | 20,94 | 21,04 | 21,28 | 21,39 | 21,53 | 21,55 | 21,66 | 21,74 |
| Tamanho (receita) | 20,33 | 20,26 | 20,24 | 20,32 | 20,29 | 20,22 | 20,19 | 20,33 | 20,43 | 20,46 | 20,70 | 21,05 | 21,19 | 20,93 | 20,92 | 21,01 |
| Alavancagem | 0,53 | 0,55 | 0,50 | 0,41 | 0,39 | 0,32 | 0,30 | 0,23 | 0,25 | 0,26 | 0,31 | 0,30 | 0,32 | 0,34 | 0,34 | 0,37 |
| Liquidez corrente | 2,17 | 1,85 | 1,77 | 1,90 | 2,04 | 2,84 | 2,14 | 2,11 | 1,92 | 1,92 | 1,82 | 2,02 | 2,32 | 2,23 | 2,07 | 2,35 |
| ROA | 0,04 | 0,00 | -0,02 | 0,00 | 0,01 | 0,01 | -0,04 | 0,04 | 0,07 | 0,10 | 0,10 | 0,10 | 0,10 | 0,07 | 0,05 | 0,03 |
| ROE | 0,10 | 0,01 | -0,06 | 0,00 | 0,01 | 0,01 | -0,07 | 0,06 | 0,12 | 0,17 | 0,21 | 0,21 | 0,20 | 0,14 | 0,09 | 0,07 |
| Margem líquida | 0,10 | 0,01 | -0,06 | 0,00 | 0,01 | 0,01 | -0,07 | 0,06 | 0,11 | 0,17 | 0,18 | 0,15 | 0,14 | 0,13 | 0,09 | 0,07 |
| Caixa / ativos | 0,13 | 0,09 | 0,05 | 0,08 | 0,11 | 0,12 | 0,11 | 0,11 | 0,08 | 0,11 | 0,11 | 0,05 | 0,06 | 0,12 | 0,10 | 0,14 |
| Tangibilidade | 0,16 | 0,15 | 0,17 | 0,19 | 0,22 | 0,23 | 0,23 | 0,24 | 0,21 | 0,20 | 0,18 | 0,19 | 0,19 | 0,20 | 0,20 | 0,20 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 25/06/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 20/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 13/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 26/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 11/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 01/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 29/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |