WHIRLPOOL S.A
CNPJ 59105999000186 · código CVM 14346Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 22/04/1994 |
| Setor de atividade | Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças |
| Listagem na B3 (início) | 26/04/1994 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 48,9% |
| Auditor independente (2026) | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.whirlpool.com.br ↗ |
Respostas no ano 2023
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 30,4% | 8 | 26 | 12 | 8 | 42 | Básico |
| 2020 | 27,3% | 6 | 26 | 12 | 10 | 42 | Básico |
| 2021 | 29,5% | 7 | 25 | 12 | 10 | 42 | Básico |
| 2022 | 40,2% | 13 | 22 | 11 | 8 | 40 | Básico |
| 2023 | 38,0% | 12 | 23 | 11 | 8 | 40 | Básico |
| 2024 | 42,4% | 14 | 21 | 11 | 8 | 38 | Básico |
| 2025 | 48,9% | 17 | 18 | 11 | 8 | 36 | Básico |
Acionistas
1 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaO capital social da Companhia é composto atualmente por ações ordinárias e ações preferenciais, em conformidade com a Lei das S.A. Ressalte-se que há ações preferenciais em sua estrutura acionária há mais de 25 anos, quando ainda era denominada Brastemp S.A., ou seja, antes da consolidação desta prática como sendo recomendável. As ações preferenciais da Companhia não têm direito de voto, salvo as exceções previstas na Lei das S.A., e não são conversíveis em ações ordinárias. No entanto, nos termos do artigo 5º do Estatuto Social da Companhia, as ações preferenciais têm prioridade, em relação às ações ordinárias, no reembolso do capital em caso de liquidação da Companhia, e terão direito a dividendos, no mínimo 10%, maiores do que os atribuídos às ações ordinárias, tanto no rateio do dividendo mínimo obrigatório de 25%, como na distribuição pela Companhia, a qualquer título, de novas ações bonificadas ou outros quaisquer títulos ou vantagens, inclusive em casos de capitalização de quaisquer reservas ou provisões, e capitalização de lucros remanescentes não distribuídos. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA administração da Companhia entende que a proposta da administração e o edital de convocação para as assembleias gerais, já cumprem o objetivo de facilitar o correto entendimento dos acionistas sobre assuntos que serão deliberados nas assembleias gerais. Embora a Companhia não divulgue formalmente manual para participação nas assembleias gerais, a administração da Companhia entende que o formato e o conteúdo das propostas da administração, que englobam esclarecimentos a respeito de cada uma das matérias objeto das deliberações e informações para orientar sobre as regras para participação e voto, é adequado para informar os acionistas e facilitar e estimular a participação nas assembleias. Além disso, a área de Relações com Investidores é próxima e acessível aos acionistas, colocando-se à disposição para dirimir dúvidas sobre as matérias que serão colocadas em votação. |
Parcialmente |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaCom relação ao item 1.5.1.i, o Estatuto Social da Companhia não estabelece obrigações adicionais àquelas previstas na legislação aplicável para casos de alienação de controle. Dessa forma, nos termos do artigo 254-A da Lei das S.A., a alienação, direta ou indireta, do controle da Companhia somente poderá ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o adquirente se obrigue a fazer oferta pública de aquisição das ações com direito a voto de propriedade dos demais acionistas da Companhia, de modo a lhes assegurar o preço no mínimo igual a 80% do valor pago por ação com direito a voto, integrante do bloco de controle. Em relação à manifestação do Conselho de Administração sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle (item 1.5.1.ii), apesar de não haver previsão estatutária expressa sobre a referida manifestação do Conselho de Administração no Estatuto Social da Companhia, os Administradores da Companhia, no cumprimento dos seus deveres fiduciários, ao proporem e apreciarem os termos e condições das reorganizações societárias e aumentos de capital para recomendação de aprovação pelos acionistas em assembleias gerais da Companhia, poderão se manifestar sobre o tratamento justo e equitativo aos acionistas da Companhia no âmbito das referidas operações. |
Não |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaApesar do Estatuto Social da Companhia não estabelecer expressamente uma competência do Conselho de Administração em relação a qualquer oferta pública de aquisição ("OPA"), a Companhia entende que, caso seja lançada uma OPA que tenha por objeto a aquisição de ações de sua emissão - ou valores mobiliários conversíveis em ações, caberia ao Conselho de Administração, em cumprimento aos deveres fiduciários que lhe são impostos pela Lei das S.A, nos termos dos artigos 153 a 157, analisar os termos e condições da oferta e avaliar a conveniência e a oportunidade de se emitir uma manifestação direcionada aos acionistas a respeito do valor econômico atribuído à Companhia. |
Não |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaEmbora a Companhia não possua uma política formal de destinação de resultados, o Estatuto Social da Companhia, nos termos de seu artigo 24, estabelece os principais critérios e parâmetros referentes a destinação de resultados da Companhia a serem submetidas anualmente à assembleia geral ordinária, sendo que 25% do lucro líquido anual deve ser distribuído a título de dividendo mínimo, não cumulativo, aos detentores de ações ordinárias e preferenciais. O Estatuto Social da Companhia encontra-se disponível para consulta no Sistema Empresas.Net da CVM e na página de relações com investidores da Companhia: https://www.whirlpool.com.br/investidor/. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
3 Sim · 7 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente as práticas recomendadas. Item (i) - Definição de Estratégias de Negócios O Conselho de Administração da Companhia define as estratégias de negócios da Companhia considerando seus impactos na sociedade e no meio ambiente, de modo a orientar os negócios da Companhia sempre em conformidade com a legislação em vigor e os princípios da sustentabilidade ambiental e da função social da Companhia, de acordo com sua política interna de Gestão de Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança, visando a criação de valor no longo prazo. Item (ii) - Avaliação de Riscos Não obstante, a Companhia, visando o contínuo aperfeiçoamento de suas práticas de governança corporativa, está avaliando a implementação de uma política formal de gerenciamento de riscos, de acordo com as práticas recomendadas do Código Brasileiro de Governança Corporativa. Item (iii) - Definição de Valores e princípios Os valores e princípios éticos da Companhia encontram-se estabelecidos no Manual de Integridade da Companhia, observado pelos órgãos de administração desta, aos quais compete também zelar pela comutatividade da relação da Companhia com suas partes relacionadas. Esse Manual de Integridade e as políticas internas de compliance da Companhia encontram-se disponíveis na Intranet para todos os colaboradores em diversos idiomas, inclusive o português. Item (iv) - Revisão do Sistema de Governança Corporativa A Companhia adota parcialmente as práticas recomendadas. Item (i) - Definição de Estratégias de Negócios O Conselho de Administração da Companhia define as estratégias de negócios da Companhia considerando seus impactos na sociedade e no meio ambiente, de modo a orientar os negócios da Companhia sempre em conformidade com a legislação em vigor e os princípios da sustentabilidade ambiental e da função social da Companhia, de acordo com sua política interna de Gestão de Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança, visando a criação de valor no longo prazo. Item (ii) - Avaliação de Riscos Não obstante, a Companhia, visando o contínuo aperfeiçoamento de suas práticas de governança corporativa, está avaliando a implementação de uma política formal de gerenciamento de riscos, de acordo com as práticas recomendadas do Código Brasileiro de Governança Corporativa. Item (iii) - Definição de Valores e princípios Os valores e princípios éticos da Companhia encontram-se estabelecidos no Manual de Integridade da Companhia, observado pelos órgãos de administração desta, aos quais compete também zelar pela comutatividade da relação da Companhia com suas partes relacionadas. Esse Manual de Integridade e as políticas internas de compliance da Companhia encontram-se disponíveis na Intranet para todos os colaboradores em diversos idiomas, inclusive o português. Item (iv) - Revisão do Sistema de Governança Corporativa O Conselho de Administração da Companhia, com o apoio da Diretoria e das áreas de Auditoria Interna, Compliance e Jurídica, analisa e revê anualmente toda a estrutura de governança corporativa da Companhia, de modo a garantir a eficiência empresarial e o atendimento às melhores práticas de governança corporativa. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaMuito embora o Estatuto Social não imponha a obrigação de eleição de maioria de membros externos ao Conselho de Administração e/ou a previsão de número mínimo de membros independentes, esta é uma prática de governança historicamente adotada, de forma voluntária, pelos acionistas controladores da Companhia. A Companhia entende que os deveres e responsabilidades dos Administradores impostos pela Lei das S.A. aos Administradores são suficientes para assegurar a independência dos membros do Conselho de Administração no exercício de suas funções. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia entende que a atuação no seu melhor interesse envidada por seus acionistas tem permitido a composição de um Conselho de Administração altamente qualificado, e com perfil diversificado, ainda que sem a formalização de uma política de indicação. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia não adota um procedimento formal de avaliação do desempenho do Conselho de Administração. A eleição e destituição dos membros do Conselho de Administração cabe à Assembleia Geral. Nesse sentido, quando da eleição dos membros do órgão para determinado período, os acionistas da Companhia avaliam o desempenho dos membros do órgão com base no cumprimento de suas atribuições definidas no Estatuto Social da Companhia e na legislação aplicável. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui um plano formal de sucessão do diretor-presidente. Não obstante, a estrutura de governança da Companhia permite que os Diretores Vice-Presidentes possam suprir as necessidades da Companhia nos eventuais períodos de vacância ou renúncia do cargo de Diretor Presidente, nos termos do artigo 14 do Estatuto Social da Companhia. A Companhia entende ainda que a sua estrutura de administração possibilita o desenvolvimento e integração de seus profissionais, de forma que tais profissionais podem vir a ser elegíveis à referida posição. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não possua um programa formal de integração dos novos membros do Conselho de Administração, a Companhia adota processos de familiarização dos novos membros ao conselho. Nesse sentido, os novos integrantes sempre são apresentados às pessoas chave da Companhia e às suas instalações quando do seu respectivo ingresso na Companhia. Além disso, a Companhia tem por prática realizar uma apresentação sobre os principais temas e estratégias do negócio, bem como treinamento do conselheiro relativo ao Manual de Integridade da Companhia e aos deveres e responsabilidades atinentes ao cargo. Desta forma, a Companhia entende que a sua prática atual é suficiente para que os membros do Conselho de Administração estejam familiarizados com a cultura, pessoas, ambiente, estrutura e modelo de negócios da Companhia, contribuindo para a efetividade das discussões do órgão. |
Parcialmente |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. justificativa da empresaA Companhia não possui um regimento interno do Conselho de Administração que normatize suas responsabilidades. Porém, visando o contínuo aperfeiçoamento de suas práticas de governança corporativa, o Conselho de Administração avalia a formalização e aprovação de um Regimento Interno, de acordo com as práticas recomendadas do Código Brasileiro de Governança Corporativa. Não obstante, as seguintes práticas são adotadas, de acordo com as regras disposta em seu estatuto social, políticas internas e da legislação aplicável: Item (i) - Atribuições do Presidente do Conselho de Administração As atribuições do presidente do Conselho de Administração estão expressamente previstas no artigo 10 do Estatuto Social da Companhia. Item (ii) - Regras de Substituição do Presidente do Conselho A Companhia estabelece no artigo 7°, parágrafos segundo e terceiro, de seu estatuto social, que em caso de ausência e nos impedimentos do Presidente do Conselho de Administração, seu substituto seria o vice-presidente e em casos de vaga no cargo de presidente e vice-presidente, o Conselho de Administração escolherá seu substituto. Item (iii) - Situações de Conflito de Interesses Nos termos da Lei das S.A. e da política interna de conflito de interesses da Companhia, qualquer membro do Conselho de Administração da Companhia está proibido de intervir em qualquer operação social em que tiver interesse conflitante com o da companhia, bem como na deliberação que a respeito tomarem os demais Administradores, e ainda, de ocupar cargos de gestão em qualquer organização que faça ou pretenda fazer negócios com a Whirlpool. Item (iv) - Prazo para recebimento de material para discussão nas reuniões A definição de prazo de antecedência para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões do conselho está previsto no próprio Estatuto Social da Companhia, em seu artigo 8°, parágrafo quarto, que dispõe que os avisos de convocação de cada reunião do Conselho de Administração, inclusive a agenda da reunião, serão enviados aos membros por carta, telex ou telefax com pelo menos cinco dias de antecedência a cada reunião. O Estatuto Social encontra-se disponível para consulta no Sistema Empresas.Net da CVM e na página de relações com investidores da Companhia: https://www.whirlpool.com.br/investidor/. |
Não |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaApesar da Companhia não adotar um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias do Conselho de Administração, a Companhia prevê, nos termos do artigo 9º do Estatuto Social, que o Conselho de Administração deve se reunir sempre que os interesses sociais o exigirem, observado o prazo de convocação de dois dias de antecedência e com exigência mínima de metade de seus membros, presentes ou representados, para, validamente, deliberar sobre qualquer assunto. Desse modo, a Companhia entende que as regras atuais já garantem uma periodicidade suficiente para tratar dos assuntos de interesse da Companhia. No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2022, o Conselho de Administração da Companhia se reuniu 10 vezes. |
Não |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaMuito embora a Companhia adote historicamente como prática de governança a eleição de membros externos, o Conselho de Administração da Companhia é composto por quatro membros, sendo um membro independente. Nesse sentido, tendo em vista a sua estrutura atual, a Companhia entende que não é aplicável a realização de sessões exclusivas para conselheiros externos. Adicionalmente, os membros do Conselho de Administração da Companhia possuem participação ativa nas reuniões do conselho, discutindo e debatendo as propostas e planos constantes da ordem do dia entre todos, de modo que eventual presença dos demais Administradores não interfere no resultado dessa dinâmica. Ademais, entende-se que as reuniões do Conselho de Administração são marcadas pela livre proposição e discussão de temas, permitindo aos conselheiros externos exporem suas perspectivas e ideias. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas das reuniões do conselho da Companhia são redigidas com clareza, registrando as presenças, as apresentações realizadas, todas as decisões tomadas e a abstenção de votos por conflitos de interesses. |
Sim |
Diretoria
1 Sim · 3 Não · 4 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaApesar da Companhia não possuir política formalizada de gerenciamento de riscos gerais, a estrutura interna da Companhia permite o acompanhamento destes riscos por diversos órgãos, tais como: (i) Auditoria Interna, Controles Internos e Área de Crédito inseridos na Vice-Presidência Financeira, (ii) Compliance & Ethics inseridos na Vice-Presidência Jurídica, (iii) Environmental Health and Safety (EHS) inserida na Vice-Presidência de RH, e (iv) Comitês multifuncionais trimestrais. Assim, os riscos da Companhia são monitorados periodicamente e reportados à Diretoria da Companhia, quando necessário, garantindo a efetividade dos controles-chave de prevenção em funcionamento e a execução da estratégia de tratamento dos riscos. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaApesar da Diretoria da Companhia não possuir um Regimento Interno próprio, as suas atribuições e poderes encontram-se expressamente previstos no próprio Estatuto Social da Companhia, sendo inclusive indicadas matérias que deliberará de forma colegiada. No entanto, a Companhia estuda internamente a possibilidade de formalizar os poderes, deveres e competências dos membros da Diretoria em regimento interno. O Estatuto Social encontra-se disponível para consulta no Sistema Empresas.Net da CVM e na página de relações com investidores da Companhia: https://www.whirlpool.com.br/investidor/. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaApesar da Diretoria da Companhia não possuir um Regimento Interno próprio, as suas atribuições e poderes encontram-se expressamente previstos no próprio Estatuto Social da Companhia, sendo inclusive indicadas matérias que deliberará de forma colegiada. No entanto, a Companhia estuda internamente a possibilidade de formalizar os poderes, deveres e competências dos membros da Diretoria em regimento interno. O Estatuto Social encontra-se disponível para consulta no Sistema Empresas.Net da CVM e na página de relações com investidores da Companhia: https://www.whirlpool.com.br/investidor/. |
Não |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaApesar dos Diretores serem avaliados, anualmente, de acordo com os procedimentos internos, a Companhia não possui mecanismo formal de avaliação de desempenho dos diretores conduzido pelo Conselho de Administração. Contudo, em observância às melhores práticas de governança corporativa, o processo de recondução leva em consideração a experiência, a contribuição e o comprometimento dos Diretores no exercício de suas funções. |
Não |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia adota uma política de remuneração, porém esta não foi submetida à aprovação formal pelo Conselho de Administração. Para garantir o alinhamento com o mercado, a Companhia contrata consultorias especializadas para a realização de pesquisas salariais e de benefícios no mercado, as quais são realizadas com empresas de porte similar. As pesquisas salariais são realizadas anualmente e, com base nos resultados, são efetuados os ajustes na remuneração. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração variável dos membros da Diretoria é composta por incentivos de curto e longo prazo, os quais são atrelados a indicadores de desempenho de curto e longo prazo, respectivamente. Nesse sentido, apesar da remuneração da Diretoria não estar vinculada a metas de médio prazo, a Companhia entende que a remuneração da Diretoria com as metas estipuladas auxilia na geração de valor econômico para a Companhia no longo prazo, bem como possibilita a retenção de profissionais-chave na Companhia. |
Parcialmente |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia se vale de diversos comparativos de mercado para manter a remuneração da Diretoria e de todos os demais funcionários, adequadas com a perspectiva da empresa, porte e objetivos. Nos termos do art. 20 do Estatuto Social da Companhia, a remuneração global dos administradores é fixada anualmente pela Assembleia Geral, cabendo ao Conselho de Administração a distribuição da remuneração entre os membros da Diretoria, bem como da repartição entre parcela fixa e parcela variável. |
Parcialmente |
Órgãos de Fiscalização e Controle
3 Sim · 5 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia não dispõe de Comitê de Auditoria Estatutário. No entanto, anualmente a Auditoria Interna realiza de forma independente a revisão dos processos e controles para assegurar o cumprimento das políticas e normas operacionais, financeiras e contábeis. A Auditoria Interna elabora o Plano Anual de Auditoria com base em entrevistas com a Diretoria e Gerência da Companhia e também efetua uma avaliação de riscos operacionais, estratégicos e financeiros de todos os processos. Durante a execução das auditorias operacionais e financeiras os processos e sistemas são avaliados baseados nos riscos e a efetividade dos controles é testada para assegurar que os riscos estão mitigados com controles eficazes. As deficiências dos controles são reportadas através do relatório de auditoria, e são elaborados planos de ação para remediar as deficiências. A Auditoria Interna acompanha e monitora mensalmente a implementação dos planos de ação para assegurar a remediação das deficiências. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia não possui uma Política estabelecida para a contratação de serviços extra auditoria com o auditor independente, porém a sua administração, em atenção aos seus deveres fiduciários impostos pela Lei das S.A., quando da contratação destes serviços, considera elementos que possam comprometer a independência do auditor independente. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui uma Política estabelecida para a contratação de serviços extra auditoria com o auditor independente, porém a sua administração, em atenção aos seus deveres fiduciários impostos pela Lei das S.A., quando da contratação destes serviços, considera elementos que possam comprometer a independência do auditor independente. |
Não |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA área de Auditoria Interna responde diretamente ao Vice-Presidente de Auditoria Global da Whirlpool Corporation e administrativamente ao Vice-Presidente da América Latina da área de Finanças. A Companhia entende que, ainda que não haja o vínculo direto da área de auditoria interna aos membros do Conselho de Administração, o regime de deveres fiduciários impostos a todos os Administradores pela Lei das S.A. cria incentivos para a adequada supervisão destes trabalhos pelos Diretores. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaApesar da Companhia não possuir política formalizada de gerenciamento de riscos gerais, a estrutura interna da Companhia permite o acompanhamento destes riscos por diversos órgãos, tais como: (i) Auditoria Interna, Controles Internos e Área de Crédito inseridos na Vice-Presidência Financeira, (ii) Compliance & Ethics inseridos na Vice-Presidência Jurídica, (iii) Environmental Health and Safety (EHS) inserida na Vice-Presidência de RH, e (iv) Comitês multifuncionais trimestrais. Assim, os riscos da Companhia são monitorados periodicamente, garantindo a efetividade dos controles-chave de prevenção em funcionamento e a execução da estratégia de tratamento dos riscos. |
Não |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO programa de integridade/conformidade (compliance) da Companhia é resultado de uma série de medidas adotadas visando o cumprimento e a disseminação de padrões de conduta ética, anticorrupção e socioambiental, dentre as quais destacamos: (i) adoção de Manual de Integridade aplicável a todos os colaboradores da Companhia: (ii) adoção de um Código de Conduta para Fornecedores, com orientações no relacionamento com a Companhia e (iii) a sujeição dos seus Administradores a questionário de conhecimento, entendimento, concordância e desconhecimento de práticas contrárias às Políticas Globais de Compliance e Manual de Integridade. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaApesar de não haver avaliação anual da eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, a administração da Companhia realiza, periodicamente, o monitoramento dos principais riscos a que está submetida, em atenção aos deveres fiduciários que lhes são impostos pela Lei das S.A. |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
4 Sim · 4 Não · 3 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia não possui um Comitê de Conduta. Porém, possui um Comitê de Ética multidisciplinar, o qual não é vinculado diretamente ao Conselho de Administração, mas integrado pela Diretoria sênior da empresa (CEO, CFO, VP Jurídico, VP RH, Auditoria Interna, Compliance Officer Regional e Responsável por Segurança Corporativa), que se reúne trimestralmente para avaliar e autorizar as iniciativas do Programa de Compliance da empresa, bem como analisar casos reportados pelo Canal de Denúncias. Adicionalmente, a Companhia possui uma Comissão de Apuração de Não-conformidades, integrada pelas áreas de Auditoria interna, Compliance & Ethics, Segurança Corporativa e Recursos Humanos, a qual investiga os casos de denúncias reportados pelo hotline e demais canais, reportando os resultados ao Comitê de Ética acima. Já em relação à implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta, são atividades exercidas pela área de Compliance com apoio da área de Recursos Humanos. Assim, a Companhia entende que embora não possua um Comitê de Conduta, a estrutura atual descrita atende o objetivo do princípio em questão. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaAtualmente a Companhia não possui um Código de Conduta formalmente aprovado pelo Conselho de Administração. Não obstante, a Companhia possui um Manual de Integridade implementado, o qual é o resultado da revisão e atualização de seu antigo Código de Ética realizada em fevereiro de 2019 e é aplicável a todos os colaboradores da Companhia. O Manual de Integridade foi elaborado segundo os valores, princípios éticos e cultura organizacional da Companhia e tem como objetivo estabelecer, dentre outros, procedimentos e orientações essenciais (i) na manutenção de uma conduta ética e transparente em todas as relações profissionais da Companhia, a fim de combater atos de corrupção: (ii) na utilização adequada de ativos da Companhia (iii) para evitar conflito de interesses e (iv) para proteção e gerenciamento de informações confidenciais (v) procedimentos a serem observados para a celebração de contratos e (vi) promoção dos princípios fundamentais da Companhia. A Companhia segue engajada na constante divulgação e treinamento do novo Manual aos seus colaboradores, de todos os níveis hierárquicos, por meio de treinamentos onde lhes são entregues cópias físicas e realizadas atividades dinâmicas. Em complemento ao Manual, a Companhia possui ainda políticas globais de Compliance e um Código de Conduta para fornecedores. |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia possui um canal de denúncias, atualmente denominado "Linha da Integridade", para o recebimento e a tratativa de denúncias de irregularidades percebidas em seu ambiente de negócios, visando à correção imediata de eventuais desvios e à prevenção a possíveis transgressões às diretrizes de seu Manual de Integridade. O canal de denúncia é gerido por uma empresa terceira, especializada para gerenciar o canal de comunicação hotline, a qual recebe, em caráter confidencial, comunicações e questionamentos, garantindo total proteção aos denunciantes de boa-fé. Para maiores informações, favor consultar a seção 5 do Formulário de Referência da Companhia. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaCom o objetivo, inclusive, de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses, sem prejuízo do disposto em lei e normativos, o Estatuto Social define as atribuições do Conselho de Administração (art. 10º) e Diretoria (art. 19), bem como estabelece as competências do Conselho Consultivo, quando instalado (art. 21), o que também contribui para o controle das responsabilidades na tomada de decisões executivas da Companhia. O Estatuto Social encontra-se disponível para consulta no Sistema Empresas.Net da CVM e na página de relações com investidores da Companhia: https://www.whirlpool.com.br/investidor/. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaAs regras de governança da Companhia sobre conflito de interesses estão disponíveis para consulta na página de relações com investidores da Companhia: https://www.whirlpool.com.br/investidor/, através do Manual de Integridade que trata das hipóteses de conflito de interesses, que junto com o regime trazido pelo artigo 156 da Lei das S.A., a Companhia entende ser capaz de impedir que o administrador ou conselheiro fiscal intervenha em operação social em que tiver interesse conflitante com o da companhia, sendo também exigido que os demais Administradores/conselheiros fiscais sejam cientificados sobre o seu impedimento e a extensão de seu interesse. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não possua mecanismo para administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, a Companhia entende que o regime previsto no artigo 115 da Lei das S.A. é adequado para mitigar o exercício do voto em conflito de interesses, prevendo a anulabilidade do voto proferido em conflito de interesses com a Companhia, respondendo referido acionista por danos causados e obrigando-se a transferir para a companhia as vantagens que tiver auferido. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia não define quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo Conselho de Administração. No entanto, a Companhia entende que o regime disposto pelos artigos 156 e 245 da Lei das S.A. impõe aos Administradores o dever de zelar pela comutatividade na aprovação de transações entre partes relacionadas, e o afastamento nas hipóteses de interesse conflitante com o da Companhia. |
Não |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia não possui uma política formalizada de transações com partes relacionadas. Porém, a Companhia possui procedimentos e regras internas para transações tanto operacionais quanto financeiras com suas partes relacionadas, com base em sua estratégia. Nesse sentido, a Companhia entende que o item 5.3.2.i é atendido, visto que, as contratações intercompany, comumente de mútuos, são propostas, em primeira instância, pela Tesouraria da nossa Companhia e negociadas em conjunto com a Tesouraria Global da Whirlpool Corporation, após a análise de (i) disponibilidade de recursos e caixa da Companhia, observados nossos índices de liquidez e, ainda, se foram integralmente destinados os recursos necessários ao investimento nas próprias atividades: (ii) rentabilidade oferecida por instituições financeiras de primeira linha no Brasil para investimento do capital de giro da Companhia face àquela oferecida pela acionista controladora para o capital emprestado, e (iii) a segurança oferecida para a transação, uma vez que nós observamos, usualmente, rígidos critérios de gestão conservadora de risco. Após estas análises financeiras, as transações são submetidas ao departamento jurídico que por sua vez avalia as condições formais. Uma vez feita essa análise, caso a Tesouraria da Companhia, em conjunto com a Diretoria Financeira e departamento jurídico, constate que as condições acima são perfeitamente atendidas, a celebração do mútuo é proposta à deliberação da Diretoria ou do Conselho de Administração conforme o caso (a alçada para aprovação do mútuo varia de acordo com o seu valor, nos termos do nosso Estatuto Social). Dessa forma, observada a governança global da Companhia e as alçadas estabelecidas no Estatuto Social, os mútuos são devidamente autorizados pelo Conselho de Administração e pela Diretoria. As nossas operações e os nossos negócios com partes relacionadas seguem padrões e juros praticados usualmente pelo mercado e são acordados de tal forma a garantir uma rentabilidade adequada à Whirlpool, mantendo, no mínimo, equivalência com tais condições usualmente praticadas no mercado. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Divulgação de Ato e Fato Relevante e de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada em 23 de março de 2021 e atualizada em 11 de agosto de 2022, pelo Conselho de Administração, através da qual estabelece, dentre outras disposições, as orientações a serem observadas pela Companhia, pelos acionistas controladores, diretos ou indiretos, membros da Administração, bem como qualquer outra pessoa, que tenha conhecimento de informação referente a ato ou fato relevante, bem como a vedação à negociação de valores mobiliários de emissão da Companhia, incluindo operações com derivativos que envolvam tais valores mobiliários, antes da divulgação ao mercado do respectivo ato ou fato relevante, em período antecedente à divulgação das demonstrações financeiras trimestrais e anuais da Companhia ou em outro período que venha a ser determinado pelo Diretor de Relações com Investidores da Companhia. A referida política também possui disposições relacionadas à apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento desta. Adicionalmente, a Companhia possui uma política global de insider trading do Grupo Whirlpool, a qual estabelece que os funcionários da Companhia não devem comprar nem vender ações da Companhia com base em informações privilegiadas relevantes das quais tenham tido conhecimento ou às quais tenham obtido como parte de suas responsabilidades e relacionamentos no cargo. A Política de Divulgação de Ato e Fato Relevante e de Negociação de Valores Mobiliários encontra-se disponível no sistema E.NET da CVM e na página de relações com investidores da Companhia: https://www.whirlpool.com.br/investidor/. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não possua uma política formalizada sobre doações e contribuições voluntárias, a Companhia possui uma (i) política interna de presentes que trata das diretrizes sobre quais presentes e entretenimento de negócios podem ser aceitos pelo funcionários da Companhia: e (ii) política global interna sobre atividades políticas, a qual não permite campanha política ou atividades político-partidárias em nenhum estabelecimento ou local de trabalho da Companhia, bem como não permite o uso de recursos da Companhia (inclusive computadores, telefones, e-mails) ou tempo de trabalho de funcionários em atividades de campanha política, captação de recursos ou atividades político-partidárias. Não obstante, visando o contínuo aperfeiçoamento de suas práticas de governança corporativa, a Companhia avalia a possibilidade de elaboração e aprovação de uma política de contribuições e doações, que tenha por objetivo de apresentar os padrões de conduta que são esperados de cada indivíduo, seja sócio, administrador, conselheiro, diretor, empregado, colaborador, representante, assessor, consultor, procurador ou agente na condução dos negócios da Companhia e suas controladas. |
Não |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaVide esclarecimentos prestados no item 5.5.1 deste Informe. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDREA NEVES CLEMENTE HANDGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2024 | AGO 2027 |
| ANTONIO MENDESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2024 | AGO 2027 |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINAGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2024 | AGO 2027 |
Diretoria 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CARLOS ROBERTO BARBERYGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 07/05/2026 | RCA pós AGO 2027 |
| FRANCISCO AUGUSTO SEMERARO NETOGin | Diretoria | 13 - Diretor Presidente / Diretor de Relações com Investidores | 10/10/2025 | RCA pós AGO 2027 |
| JORGE RODRIGO GIORDANGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/05/2026 | RCA pós AGO 2027 |
| SILVIO LUIS DA SILVA FERRAIOLIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/05/2026 | RCA pós AGO 2027 |
| VINÍCIUS TOKUDA KOUICHIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 17/12/2025 | RCA pós AGO 2027 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EDGARD MASSAO RAFFAELLIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 27/04/2026 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício que se encerrar em 31 de dezembro de |
| FÁBIO DE CARVALHO E MELLO CURTIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 27/04/2026 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício que se encerrar em 31 de dezembro de |
| LUIZ FERNANDO FERRAZ DE REZENDEGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 27/04/2026 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício que se encerrar em 31 de dezembro de |
| MARCELO CURTIGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 27/04/2026 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício que se encerrar em 31 de dezembro de |
| MASSAO FÁBIO OYAGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 27/04/2026 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício que se encerrar em 31 de dezembro de |
| MURICI DOS SANTOSGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 27/04/2026 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício que se encerrar em 31 de dezembro de |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 3 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 3 | 5 |
| Salário ou pró-labore | 0 | 3.237.857 | 5.074.661 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 977.946 | 1.397.715 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 2.281.511 | 3.777.240 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 3.499.317 |
| Total do órgão | 0 | 6.497.314 | 13.748.933 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 3 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 2 | 4 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 4.563.021 | 7.554.480 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 1.521.007 | 2.518.160 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 09/05/2024 |
| 2026 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2022 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 09/05/2024 |
| 2025 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2022 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 09/05/2024 |
| 2024 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2022 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 09/05/2024 |
| 2023 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 27/04/2018 |
| 2022 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | — | Nacional | 27/03/2020 |
| 2022 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES SOCIEDADE SIMPLES. | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2022 |
| 2022 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES SOCIEDADE SIMPLES. | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2021 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 27/03/2020 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 27/04/2018 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 28/04/2017 |
| 2021 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES SOCIEDADE SIMPLES. | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2021 |
| 2020 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 27/04/2018 |
| 2020 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 28/04/2017 |
| 2020 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 08/09/2016 |
| 2020 | RSM BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES SOCIEDADE SIMPLES. | 16549480000184 | Nacional | 18/03/2021 |
| 2019 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 27/04/2018 |
| 2019 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 28/04/2017 |
| 2019 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 08/09/2016 → 27/04/2017 |
| 2018 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 28/04/2017 |
| 2018 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 08/09/2016 → 27/04/2017 |
| 2018 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 29/04/2015 → 07/09/2016 |
| 2017 | DIRECTA AUDITORES | 11245719000109 | Nacional | 01/07/2013 → 31/12/2013 |
| 2017 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 08/09/2016 |
| 2017 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 29/04/2015 → 07/09/2016 |
| 2017 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/01/2014 → 28/04/2015 |
| 2016 | DIRECTA AUDITORES | 11245719000109 | Nacional | 01/07/2013 → 31/12/2013 |
| 2016 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2008 → 30/06/2013 |
| 2016 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 29/04/2014 |
| 2016 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/03/2014 → 28/04/2014 |
| 2015 | DIRECTA AUDITORES | 11245719000109 | Nacional | 01/07/2013 → 31/12/2013 |
| 2015 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/07/2008 → 30/06/2013 |
| 2015 | GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES | 10830108000165 | Nacional | 01/03/2014 |
| 2014 | DIRECTA AUDITORES | 11245719000109 | Nacional | 01/07/2013 |
| 2014 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 26/04/1994 → 30/06/2013 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 26/04/1994 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 26/04/1994 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 26/04/1994 |
| 2010 | Ernest & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 26/04/1994 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 2 | 1 |
| 2022 | 4 | 1 |
| 2021 | 4 | 1 |
| 2020 | 4 | 1 |
| 2019 | 3 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 4 | 1 |
| 2016 | 4 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 9.473 |
| Acionistas pessoa jurídica | 53 |
| Investidores institucionais | 22 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.028.700.891 (100%) |
| Ações preferenciais em circulação | 474.085.113 (100%) |
| Total em circulação | 1.502.786.004 (100%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (27/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Emitido | 14/08/2025 | 859.102.348 | 1.028.700.891 | 474.085.113 | 1.502.786.004 |
| Capital Integralizado | 14/08/2025 | 859.102.348 | 1.028.700.891 | 474.085.113 | 1.502.786.004 |
| Capital Subscrito | 14/08/2025 | 859.102.348 | 1.028.700.891 | 474.085.113 | 1.502.786.004 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 13 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ANDREA NEVES CLEMENTE HAND | Membro do Conselho de Administração (Efetiva) | BRASMOTOR LTDA | Controlador Direto | Subordinação |
| ANDREA NEVES CLEMENTE HAND | Membro do Conselho de Administração (Efetiva) | WHIRLPOOL COMERCIAL LTDA. | Controlador Direto | Subordinação |
| ANDREA NEVES CLEMENTE HAND | Membro do Conselho de Administração (Efetiva) | WHIRLPOOL DO BRASIL LTDA. | Controlador Direto | Subordinação |
| ANDREA NEVES CLEMENTE HAND | Membro do Conselho de Administração (Efetiva) | WHIRLPOOL DO BRASIL LTDA. | Controlador Direto | Subordinação |
| ANDREA NEVES CLEMENTE HAND | Vice-presidente Conselho de Administração | WHIRLPOOL DO BRASIL LTDA. | Controlador Direto | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Administrador | B. BLEND MÁQUINAS E BEBIDAS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Membro do Conselho de Administração (efetivo) | B. BLEND MÁQUINAS E BEBIDAS S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Presidente Conselho de Administração | B. BLEND MÁQUINAS E BEBIDAS S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Membro do Conselho de Administração (efetivo) | BRASMOTOR LTDA | Controlador Direto | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Presidente Conselho de Administração | BRASMOTOR LTDA | Controlador Direto | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Presidente Conselho de Administração | BUD COMÉRCIO DE ELETRODOMÉSTICOS LTDA. | Controlador Direto | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Membro do Conselho de Administração (efetivo) | WHIRLPOOL DO BRASIL LTDA. | Controlador Direto | Subordinação |
| BERNARDO RIBEIRO DOS SANTOS GALLINA | Presidente Conselho de Administração | WHIRLPOOL DO BRASIL LTDA. | Controlador Direto | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 27 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Whirlpool Argentina | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 97.666.147 | — | — | 0 |
| Whirlpool Corporation | Acionista Controlador | 01/01/2025 | 44.004.591 | — | — | 0 |
| Whirlpool Corporation | Acionista Controlador | 01/01/2025 | 37.215.010 | — | — | 0 |
| Whirlpool Comercial Ltda | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia. | 25/06/2025 | 36.000.000 | — | — | 102% CDI |
| Whirlpool Mexico | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia | 01/01/2025 | 22.361.989 | — | — | — |
| KitchenAid Global | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 20.450.523 | — | — | 0 |
| Whirlpool Corporation | Acionista Controlador | 01/01/2025 | 16.190.892 | — | — | 0 |
| Indesit Argentina S.A. | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia | 30/09/2022 | 14.713.339 | — | — | 40,50,% e 115,50% do CDI |
| Indesit Argentina S.A. | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia | 01/01/2025 | 14.310.156 | — | — | 0 |
| Beko Europe Management SRL | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 13.037.000 | — | — | 0 |
| Whirlpool Corporation | Acionista Controlador | 01/01/2025 | 11.876.396 | — | — | 0 |
| Whirlpool Argentina | Acionista Controlador | 16/05/2023 | 11.258.389 | — | — | CDI 110% a.a. |
| Whirlpool Corporation | Acionista Controlador | 01/01/2025 | 8.722.722 | — | — | 0 |
| Beko Europe Management SRL | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 8.656.399 | — | — | 0 |
| Whirlpool Colômbia | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia | 01/01/2025 | 7.013.540 | — | — | 0 |
| WHIRLPOOL DO BRASIL LTDA. | Acionista Controlador | 30/01/2024 | 6.000.000 | — | — | CDI 110% a.a. |
| Whirlpool Equador S.A | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia. | 01/01/2025 | 5.485.645 | — | — | 0 |
| Whirlpool Properties | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia. | 01/01/2025 | 4.324.216 | — | — | 0 |
| Insinkerator | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 1.865.343 | — | — | 0 |
| Industrias Acros Whirlpool. | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 1.128.978 | — | — | 0 |
| Whirlpool Properties | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia. | 01/01/2025 | 873.338 | — | — | 0 |
| Indesit Argentina S.A. | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2024 | 442.922 | — | — | 0 |
| Whirlpool Mexico | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia. | 01/01/2025 | 385.310 | — | — | — |
| Whirlpool Asia LLP | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 335.323 | — | — | 0 |
| Whirlpool Colômbia | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia. | 01/01/2025 | 201.724 | — | — | 0 |
| Indesit Argentina S.A. | Outras Partes Relacionadas | 01/01/2025 | 17.897 | — | — | 0 |
| Whirlpool Product Development | Outras Partes Relacionadas - empresa do mesmo grupo econômico, sem participação acionária direta da Companhia. | 01/01/2024 | 8.044 | — | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem listagens em mercados estrangeiros em 2022 (fonte só cobre 2019–2025).
Títulos de dívida no exterior 1 títulos
| Valor mobiliário | Emissão | Vencimento | Quantidade | Valor nominal | Saldo devedor | Conversível |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Título de Investimento Coletivo | 14/09/2017 | 14/09/2020 | 0 | 203.811.000 | 0 | N |
Valores na moeda de emissão de cada título, conforme declarado no FRE.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 4.852 | 5.258 | 5.968 | 6.577 | 6.187 | 6.551 | 6.569 | 6.852 | 7.780 | 7.634 | 7.100 | 9.165 | 8.435 | 9.021 | 10.569 | 10.401 |
| Ativo circulante | 2.908 | 3.478 | 4.278 | 4.805 | 4.401 | 4.176 | 4.275 | 4.749 | 6.234 | 5.899 | 5.421 | 6.968 | 5.973 | 6.389 | 7.479 | 7.150 |
| Caixa e equivalentes | 504 | 665 | 378 | 972 | 723 | 490 | 756 | 1.168 | 959 | 1.634 | 1.907 | 1.677 | 1.519 | 2.126 | 3.377 | 2.633 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 958 | 962 | 1.289 | 1.108 | 1.192 | 1.466 | 1.575 | 1.591 | 1.152 | 1.463 | 2.281 | 2.979 | 2.965 | 2.778 | 2.178 | 2.788 |
| Estoques | 906 | 806 | 897 | 1.148 | 1.181 | 1.150 | 1.164 | 1.194 | 797 | 761 | 913 | 1.864 | 1.174 | 1.195 | 1.497 | 1.312 |
| Tributos a recuperar | 63 | 129 | 131 | 178 | 255 | 262 | 138 | 133 | 129 | 711 | 249 | 291 | 268 | 125 | 254 | 204 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 1.005 | 824 | 720 | 759 | 693 | 954 | 781 | 464 | 624 | 689 | 610 | 799 | 818 | 1.152 | 1.334 | 1.574 |
| Investimentos | 6 | 5 | 5 | 6 | 6 | 126 | 149 | 155 | 153 | 147 | 155 | 144 | 72 | 4 | 3 | 3 |
| Imobilizado | 867 | 878 | 888 | 923 | 998 | 1.189 | 1.221 | 1.325 | 720 | 861 | 884 | 1.229 | 1.544 | 1.443 | 1.709 | 1.642 |
| Intangível | 67 | 72 | 78 | 84 | 90 | 106 | 143 | 160 | 49 | 39 | 30 | 25 | 28 | 34 | 43 | 33 |
| Passivo circulante | 2.275 | 2.950 | 3.393 | 3.644 | 3.629 | 3.608 | 3.598 | 3.907 | 5.090 | 4.276 | 4.686 | 6.540 | 5.737 | 6.329 | 7.102 | 7.753 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 107 | 116 | 129 | 122 | 129 | 126 | 126 | 140 | 82 | 96 | 106 | 129 | 120 | 140 | 154 | 155 |
| Fornecedores | 1.648 | 1.726 | 2.380 | 2.546 | 2.490 | 2.289 | 2.261 | 2.578 | 2.305 | 2.472 | 3.349 | 4.192 | 3.424 | 3.661 | 4.652 | 4.221 |
| Dívida de curto prazo | 19 | 19 | 19 | 16 | 51 | 100 | 266 | 207 | 453 | 596 | 297 | 1.183 | 1.122 | 1.391 | 1.087 | 2.200 |
| Passivo não circulante | 858 | 497 | 443 | 468 | 425 | 435 | 426 | 571 | 499 | 339 | 486 | 515 | 516 | 735 | 772 | 814 |
| Dívida de longo prazo | 85 | 66 | 92 | 123 | 161 | 101 | 72 | 36 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 6 | 4 | 2 |
| Patrimônio líquido | 1.719 | 1.811 | 2.132 | 2.465 | 2.133 | 2.509 | 2.545 | 2.375 | 2.190 | 3.019 | 1.929 | 2.110 | 2.181 | 1.957 | 2.696 | 1.834 |
| Receita líquida | 7.385 | 7.465 | 8.458 | 9.335 | 9.659 | 9.387 | 9.219 | 9.483 | 6.194 | 7.742 | 9.259 | 11.380 | 10.798 | 11.488 | 12.932 | 12.562 |
| EBIT | 762 | 360 | 872 | 1.068 | 1.053 | 412 | 305 | 387 | 239 | 706 | 978 | 1.097 | 755 | 1.077 | 1.036 | 1.166 |
| Lucro líquido | 637 | 372 | 617 | 821 | 714 | 291 | 317 | 428 | 174 | 1.776 | 714 | 982 | 419 | 254 | 911 | 451 |
| Fluxo de caixa operacional | 1.192 | 818 | 596 | 1.151 | 422 | -419 | 1.209 | 1.027 | 1.312 | 661 | 1.606 | 145 | 614 | 1.049 | 2.380 | -394 |
| Fluxo de caixa de investimento | -162 | -133 | -174 | -139 | -187 | -139 | -495 | -243 | -430 | 2.158 | -146 | -274 | -351 | -157 | -239 | -319 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -1.057 | -525 | -709 | -417 | -484 | 325 | -448 | -372 | -685 | -2.144 | -1.187 | -101 | -422 | -285 | -891 | -31 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 22,30 | 22,38 | 22,51 | 22,61 | 22,55 | 22,60 | 22,61 | 22,65 | 22,77 | 22,76 | 22,68 | 22,94 | 22,86 | 22,92 | 23,08 | 23,07 |
| Tamanho (receita) | 22,72 | 22,73 | 22,86 | 22,96 | 22,99 | 22,96 | 22,94 | 22,97 | 22,55 | 22,77 | 22,95 | 23,16 | 23,10 | 23,16 | 23,28 | 23,25 |
| Alavancagem | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,05 | 0,04 | 0,06 | 0,08 | 0,04 | 0,13 | 0,13 | 0,15 | 0,10 | 0,21 |
| Liquidez corrente | 1,28 | 1,18 | 1,26 | 1,32 | 1,21 | 1,16 | 1,19 | 1,22 | 1,22 | 1,38 | 1,16 | 1,07 | 1,04 | 1,01 | 1,05 | 0,92 |
| ROA | 0,13 | 0,07 | 0,10 | 0,12 | 0,12 | 0,04 | 0,05 | 0,06 | 0,02 | 0,23 | 0,10 | 0,11 | 0,05 | 0,03 | 0,09 | 0,04 |
| ROE | 0,37 | 0,21 | 0,29 | 0,33 | 0,33 | 0,12 | 0,12 | 0,18 | 0,08 | 0,59 | 0,37 | 0,47 | 0,19 | 0,13 | 0,34 | 0,25 |
| Margem líquida | 0,09 | 0,05 | 0,07 | 0,09 | 0,07 | 0,03 | 0,03 | 0,05 | 0,03 | 0,23 | 0,08 | 0,09 | 0,04 | 0,02 | 0,07 | 0,04 |
| Caixa / ativos | 0,10 | 0,13 | 0,06 | 0,15 | 0,12 | 0,07 | 0,12 | 0,17 | 0,12 | 0,21 | 0,27 | 0,18 | 0,18 | 0,24 | 0,32 | 0,25 |
| Tangibilidade | 0,18 | 0,17 | 0,15 | 0,14 | 0,16 | 0,18 | 0,19 | 0,19 | 0,09 | 0,11 | 0,12 | 0,13 | 0,18 | 0,16 | 0,16 | 0,16 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 02/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 28/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 29/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 30/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |