MARISA LOJAS SA
CNPJ 61189288000189 · código CVM 22055Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 14/06/2010 |
| Setor de atividade | Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 14/06/2010 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 94,4% |
| Auditor independente (2026) | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada |
| Site / Relações com Investidores | ri.marisa.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2021
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 76,0% | 30 | 4 | 16 | 4 | 35 | Novo Mercado |
| 2020 | 77,0% | 31 | 4 | 15 | 4 | 34 | Novo Mercado |
| 2021 | 81,0% | 34 | 3 | 13 | 4 | 32 | Novo Mercado |
| 2022 | 81,3% | 33 | 3 | 12 | 6 | 31 | Novo Mercado |
| 2023 | 81,3% | 33 | 3 | 12 | 6 | 31 | Novo Mercado |
| 2024 | 81,3% | 33 | 3 | 12 | 6 | 31 | Novo Mercado |
| 2025 | 94,4% | 40 | 0 | 5 | 9 | 27 | Novo Mercado |
Acionistas
9 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaA análise crítica do Conselho de Administração sobre medidas de defesa no Estatuto Social da Companhia pode ser consultada no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br > Governança > Visão Geral). |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia prevê acréscimos de prêmio de 25% do valor de mercado em caso de OPA, o qual a Companhia não entende como substancialmente acima do valor de mercado. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaNão há política interna formalizada sobre Destinação de Resultados, contudo a Companhia segue a legislação em vigor - Lei das S/As. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
7 Sim · 0 Não · 5 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaItem (i) - Sim, conforme Regimento Interno do Conselho da Administração formalizado e disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br). A Marisa vem integrando, cada vez mais, em suas práticas de governança, os impactos de suas atividades na sociedade e meio-ambiente. Essas práticas são implementadas através do Comitê de Ética e Compliance, Comitê de Sustentabilidade e Comissão contra Violência contra a Mulher, órgãos assessores ao Conselho de Administração e Diretoria, e sob orientação destes. Item (ii) - Parcialmente. Há Política de Gestão de Riscos, aprovada pelo Conselho de Administração e disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br), que prevê diretrizes para a Auditoria Interna e Comitê de Auditoria e Riscos avaliarem e monitorarem riscos. A área de compliance encontra-se estruturada e implementada com reporte ao CEO. Item (iii) - Sim, por meio do Código de Conduta Ética, que encontra-se em atualização para melhor aderência a Nova Cultura Marisa com prazo para conclusão em dezembro de 2021. Tal código estabelece diretrizes éticas a serem seguidas nas operações envolvendo a Companhia, e pelo Comitê de Ética e Compliance, que possui regimento interno formalizado e disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br), que trata situações fáticas, bem como zela pela manutenção, cumprimento e atualização das diretrizes éticas aplicáveis. Item (iv) - Parcialmente, conforme Regimento Interno do Conselho da Administração formalizado, o Conselho de Administração deve revisar periodicamente diretrizes de governança corporativa e políticas. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui Política de Indicação aprovada pelo Conselho de Administração em 25/04/2018, que pode ser consultada na página de Relações com Investidores da Companhia, ri.marisa.com.br. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaSegundo o Regimento Interno do Conselho de Administração, é de responsabilidade do presidente do Conselho de Administração assegurar-se de realizar avaliações periódicas dos membros do Conselho, seus Comitês e da Diretoria. Quanto à secretaria de governança, existe um processo de acompanhamento contínuo da qualidade dos trabalhos realizados, e quaisquer necessidades de ajustes são imediatamente comunicados e corrigidos. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia está estruturando e implementando processo formal da gestão da carreira de seus principais executivos. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO Regimento do Conselho de Administração prevê a organização de um programa de integração de novos conselheiros, apesar de atualmente não haver um programa previamente estruturado. |
Parcialmente |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaA Companhia possui calendário corporativo, até o momento sem divisão temática, e, apesar do Estatuto Social da Companhia prever a realização de reuniões ordinárias do Conselho de Administração trimestrais, a Companhia possui calendário corporativo formalizado que prevê a realização de reuniões em número superior a seis, conforme previsto no Código Brasileiro de Governança Corporativa. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração não prevê todas as práticas listadas, mencionando apenas o registro obrigatório de divergências e pessoas presentes nas reuniões. Contudo, a Companhia segue a legislação societária em vigor (Lei das SAs), contemplando todos os itens mencionados nas atas de reuniões do Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia possui um processo formal de avaliação do Diretor Presidente que é composto da seguintes etapas: i) definição de metas e indicadores junto ao Conselho de Administração: ii) auto-avaliação do Diretor Presidente: iii) avaliação de competência e performance feita pelos membros do Conselho, na qual o Presidente do Conselho assume papel de superior imediato: iv) feedback realizado pelo Presidente do Conselho. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia implementou em 2021 o processo formal da gestão da carreira de seus principais executivos. Essa gestão inclui: i) comitê de carreira e sucessão, realizado com a participação do Diretor Presidente, da área de Recursos Humanos, e Conselho de Administração: ii) avaliação de performance anual realizada pelo Diretor Presidente: iii) comitê de calibragem, com a discussão sobre avaliação de performance com os membros do Conselho e Recursos Humanos. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria está, em parte, vinculada aos resultados da Companhia, conforme descrito na Política de Remuneração, aprovada pelo Conselho de Administração em 22 de fevereiro de 2019, disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br). |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da diretoria está, em parte, vinculada aos resultados da Companhia, conforme descrito na Política de Remuneração, aprovada pelo Conselho de Administração em 22 de fevereiro de 2019, disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br). |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaCabe ao Comitê de Gestão de Pessoas a avaliação da remuneração dos administradores da Companhia e recomendação ao Conselho de Administração do montante correspondente à remuneração individual de cada órgão da administração, conforme seu Regimento Interno, aprovado pelo Conselho de Administração e disponível no site de Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
5 Sim · 0 Não · 4 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui Comitê de Auditoria e Riscos com Regimento Interno aprovado pelo Conselho de Administração em 26 de abril de 2019, o qual prevê tais atribuições e composição. O Comitê é órgão de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração da Companhia dispondo de autonomia operacional e orçamento próprio. No entanto, apesar de prevista no regimento interno, a composição do comitê ainda encontra-se em fase de adaptação ao Regulamento do Novo Mercado, que deve ocorrer até o final de 2021. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia não possui política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, porém cumpre com as normas de independência e boas práticas de mercado e não contrata serviços além de auditoria externa de seus auditores independentes. A Companhia compromete-se a elaborar e publicar referida política até a AGO 2022. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui na sua estrutura de governança corporativa uma área de Auditoria Interna, a qual reporta-se diretamente ao Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, comitê vinculado ao Conselho de Administração. A área de Auditoria Interna tem como objetivo prover o Conselho de Administração, o Comitê de Auditoria e o Diretor Presidente com avaliações independentes, imparciais e tempestivas sobre a efetividade do gerenciamento dos riscos e dos processos de governança, da adequação dos controles e do cumprimento das normas e regulamentos associados às operações da Companhia. A Auditoria Interna utiliza-se das diretrizes do COSO - ERM para estruturar a gestão de riscos, conforme descrito na Política de Gestão de Riscos aprovada em 25 de abril de 2018, e disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br). |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Gestão de Riscos aprovada pelo Conselho de Administração em 25 de abril de 2018, disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br). |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaSim, apesar do programa de integridade/conformidade (compliance) estar em fase de estruturação e implementação. |
Parcialmente |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Gestão de Riscos aprovada pelo Conselho de Administração em 25 de abril de 2018, disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br), a qual prevê sua revisão e atualização anual. No entanto, o programa de integridade/conformidade (compliance) encontra-se em fase de estruturação e implementação. |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
5 Sim · 3 Não · 3 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui Comitê de Ética e Compliance formalizado e vinculado ao Conselho de Administração, com regimento interno aprovado pelo Conselho de Administração em 20 de março de 2019, e disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br), o qual dispõe sobre a composição e o funcionamento do Comitê. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaO Código de Conduta vigente desde 2010 abrange os princípios éticos que fundamentam as relações da Companhia e as partes a ela relacionadas. Embora referido documento esteja em processo de atualização, a Companhia possui outros documentos como (i) Política de Transação com Partes Relacionadas, e (ii) os regimentos internos dos órgãos estatutários que disciplinam situações de conflitos de interesse, assim como possui processos internos de apuração de infrações legais e éticas. |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia possui em funcionamento um Canal de Denúncias independente, autônomo e imparcial operacionalizado por prestador de serviços especializado, com recepção, registro, encaminhamento e conclusão de denúncias sistêmico. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA Companhia possui definido em seu Estatuto Social, em normas internas e regimentos internos as alçadas de aprovação e responsabilidade dos membros e encarregados pela gestão da Companhia, além de preverem também os mecanismos de tratativa de conflitos de interesse. A secretaria de governança corporativa e o departamento jurídico atuam de modo a resguardar o cumprimento dessas disposições, e fornecer orientações a todos os envolvidos em eventuais operações com a Companhia. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia disciplina nos regimentos internos dos órgãos estatutários a conduta adequada em situações de conflito de interesse, contudo se encontra em fase de estruturação a política de governança corporativa que visa abranger todos os demais colaboradores da Companhia. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia encontra-se em fase de estruturação da política de governança corporativa, a qual abrangerá os mecanismos para administração de conflitos de interesse nas votações submetidas em Assembleia Geral. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Transação com Partes Relacionadas, aprovada pelo Conselho de Administração em 22 de fevereiro de 2019, e disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br), e o Regimento Interno do Conselho de Administração prevê a aprovação pelo Conselho de Administração de Transações com Partes Relacionadas em valor relevante, conforme definido na referida política. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui Política de Transação com Partes Relacionadas aprovada pelo Conselho de Administração em 22 de fevereiro de 2019, que se encontra disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br). |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Negociação de Valores Mobiliários aprovada pelo Conselho de Administração em 26 de abril de 2019, que contempla os mecanismos de controle e apuração das negociações realizadas, e sanções em caso de descumprimento. A política encontra-se disponível para consulta no site de Relações com Investidores da Companhia (ri.marisa.com.br). |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia não possui política formalizada sobre contribuições e doações. |
Não |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaA Companhia não possui política formalizada sobre contribuições e doações. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADRIANA CAETANO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| DOUGLAS ANTONIO GONÇALVES SOUZA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| IVAN LUIZ MURIAS DOS SANTOS IndependenteGin | Conselho de Administração | 24 - Presidente do Conselho de Administração Independente | 30/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| MÁRCIO LUIZ GOLDFARBGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2025 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| RICARDO GOLDFARBGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2025 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
Diretoria 2 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADILVO ALVES DE SOUZA JUNIORGin | Diretoria | 14 - Diretor Financeiro | 15/05/2026 | 1 ano |
| EDSON SALLES ABUCHAIM GARCIAGin | Diretoria | 13 - Diretor Presidente / Diretor de Relações com Investidores | 15/05/2026 | 1 ano |
Comitês 2 comitês
Comitê Estatutário de Auditoria e Riscos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ADRIANA CAETANOGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| DOUGLAS ANTONIO GONÇALVES SOUZAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| IVAN LUIZ MURIAS DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia, Pessoas e Cultura
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ADRIANA CAETANOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| IVAN LUIZ MURIAS DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| MICHEL TERPINSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MÁRCIO LUIZ GOLDFARBGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RICARDO GOLDFARBGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 2 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 2 |
| Salário ou pró-labore | 1.215.000 | 2.959.270 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 244.002 |
| Participação em comitês | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 2.143.553 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 |
| Total do órgão | 1.215.000 | 5.346.825 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 2 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 2 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 2.143.553 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 3.177.960 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 2.143.553 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada | 54276936000179 | Nacional | 18/06/2024 |
| 2025 | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada | 54276936000179 | Nacional | 18/06/2024 |
| 2024 | BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples Limitada | 54276936000179 | Nacional | 01/04/2024 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 29/06/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 28/07/2021 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 22/06/2020 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2019 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 09/05/2016 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2019 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 09/05/2016 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 → 08/05/2016 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 09/05/2016 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 → 08/05/2016 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 09/05/2016 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 → 08/05/2016 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 09/05/2016 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 20/03/2007 → 05/05/2011 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 20/03/2007 → 05/05/2011 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 06/05/2011 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 20/03/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 0 |
| 2025 | 1 | 0 |
| 2024 | 1 | 0 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 1 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 31.833 |
| Acionistas pessoa jurídica | 89 |
| Investidores institucionais | 36 |
| Ações ordinárias em circulação | 36.334.516 (7,08%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 36.334.516 (7,08%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 13/06/2024 | 0 | 936.483.698 | 0 | 936.483.698 |
| Capital Emitido | 30/12/2025 | 2.344.912.849 | 513.516.302 | 0 | 513.516.302 |
| Capital Integralizado | 30/12/2025 | 2.344.912.849 | 513.516.302 | 0 | 513.516.302 |
| Capital Subscrito | 30/12/2025 | 2.344.912.849 | 513.516.302 | 0 | 513.516.302 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 8 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| MÁRCIO LUIZ GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | DENISE GOLFARB TERPINS | A Sra. Denise é é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MÁRCIO LUIZ GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | DÉCIO GOLDFARB | O Sr. Décio é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MÁRCIO LUIZ GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | FLÁVIA GOLDFARB PAPA | A Sra. Flávia é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| MÁRCIO LUIZ GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | MARCELO GOLDFARB | O Sr. Marcelo é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| MÁRCIO LUIZ GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | ROBERTA GOLDFARB PHILIPSEN | A Sra. Roberta é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| RICARDO GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | DÉCIO GOLDFARB | O Sr. Décio é é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| RICARDO GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | MARINA GOLDFARB | A Sra. Marina é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| RICARDO GOLDFARB | Membro do Conselho de Administração e Controlador | RENATA GOLDFARB | A Sra. Renata é é Acionista de referência da Companhia | MARISA LOJAS S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 8 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ADILVO ALVES DE SOUZA JUNIOR | Diretor | M SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| ADILVO ALVES DE SOUZA JUNIOR | Diretor | M SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| ADILVO ALVES DE SOUZA JUNIOR | Diretor | REGISTRADA MARCAS, PATENTES E ROYALTIES LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| ADILVO ALVES DE SOUZA JUNIOR | Diretor | REGISTRADA MARCAS, PATENTES E ROYALTIES LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| EDSON SALLES ABUCHAIM GARCIA | Presidente / Diretor de Relações com Investidores | M SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| EDSON SALLES ABUCHAIM GARCIA | Presidente / Diretor de Relações com Investidores | M SERVIÇOS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| EDSON SALLES ABUCHAIM GARCIA | Presidente / Diretor de Relações com Investidores | REGISTRADA MARCAS, PATENTES E ROYALTIES LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| EDSON SALLES ABUCHAIM GARCIA | Presidente / Diretor de Relações com Investidores | REGISTRADA MARCAS, PATENTES E ROYALTIES LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 2 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Fundo de Investimento Imobiliário Brasil | Empresas ligadas ao Controlador | 01/07/2022 | 707.760.865 | — | — | 0,00 |
| Mareasa Participações Ltda | Empresas ligadas ao Controlador | 01/07/2022 | 4.526.502 | 0 | — | 0,00 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem listagens em mercados estrangeiros em 2017 (fonte só cobre 2019–2025).
Títulos de dívida no exterior 1 títulos
| Valor mobiliário | Emissão | Vencimento | Quantidade | Valor nominal | Saldo devedor | Conversível |
|---|---|---|---|---|---|---|
| — | — | — | 0 | 0 | 0 | N |
Valores na moeda de emissão de cada título, conforme declarado no FRE.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 2.061 | 2.433 | 2.441 | 2.576 | 2.969 | 2.832 | 2.644 | 2.833 | 3.162 | 4.020 | 3.368 | 3.423 | 3.105 | 2.454 | 1.904 | 2.057 |
| Ativo circulante | 1.468 | 1.707 | 1.680 | 1.694 | 1.979 | 1.863 | 1.591 | 1.847 | 1.982 | 2.376 | 1.787 | 1.777 | 1.572 | 962 | 577 | 565 |
| Caixa e equivalentes | 25 | 29 | 48 | 35 | 47 | 45 | 36 | 41 | 40 | 37 | 527 | 262 | 241 | 92 | 92 | 48 |
| Aplicações financeiras | 515 | 613 | 238 | 223 | 463 | 506 | 383 | 416 | 357 | 688 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 635 | 682 | 878 | 982 | 980 | 831 | 676 | 801 | 751 | 872 | 705 | 861 | 617 | 68 | 30 | 59 |
| Estoques | 232 | 281 | 368 | 342 | 373 | 330 | 338 | 418 | 361 | 442 | 275 | 369 | 385 | 146 | 260 | 260 |
| Tributos a recuperar | 44 | 81 | 61 | 53 | 51 | 82 | 93 | 98 | 419 | 277 | 181 | 187 | 224 | 115 | 95 | 157 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 161 | 162 | 161 | 181 | 271 | 340 | 493 | 538 | 839 | 810 | 812 | 891 | 833 | 871 | 788 | 1.013 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 7 | 18 | 18 | 12 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 347 | 465 | 494 | 577 | 552 | 458 | 405 | 312 | 224 | 176 | 133 | 113 | 86 | 69 | 57 | 44 |
| Intangível | 85 | 98 | 106 | 124 | 159 | 153 | 138 | 123 | 117 | 658 | 635 | 642 | 614 | 553 | 483 | 435 |
| Passivo circulante | 983 | 741 | 605 | 691 | 930 | 831 | 726 | 1.274 | 1.375 | 1.547 | 1.463 | 1.430 | 1.441 | 1.627 | 885 | 926 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 43 | 41 | 58 | 56 | 60 | 68 | 76 | 82 | 79 | 106 | 69 | 78 | 72 | 49 | 46 | 63 |
| Fornecedores | 208 | 178 | 248 | 255 | 245 | 205 | 293 | 354 | 490 | 535 | 474 | 481 | 546 | 508 | 311 | 322 |
| Dívida de curto prazo | 510 | 297 | 90 | 107 | 365 | 364 | 110 | 582 | 371 | 680 | 706 | 651 | 584 | 300 | 226 | 298 |
| Passivo não circulante | 256 | 834 | 797 | 778 | 882 | 882 | 907 | 599 | 813 | 1.053 | 912 | 993 | 1.147 | 827 | 735 | 907 |
| Dívida de longo prazo | 68 | 687 | 682 | 685 | 774 | 734 | 711 | 422 | 645 | 839 | 741 | 812 | 880 | 473 | 413 | 508 |
| Patrimônio líquido | 823 | 858 | 1.039 | 1.108 | 1.156 | 1.119 | 1.012 | 960 | 974 | 1.420 | 992 | 1.000 | 517 | 0 | 285 | 224 |
| Receita líquida | 2.076 | 2.450 | 2.877 | 3.097 | 3.345 | 3.165 | 2.853 | 2.876 | 2.764 | 2.882 | 2.139 | 2.525 | 2.750 | 1.646 | 1.392 | 1.483 |
| EBIT | 286 | 277 | 355 | 206 | 195 | 71 | 9 | 112 | 280 | 67 | -293 | 5 | -241 | -289 | -44 | 197 |
| Lucro líquido | 209 | 177 | 230 | 85 | 51 | -36 | -88 | -60 | 28 | -112 | -432 | -72 | -519 | -521 | -316 | -60 |
| Fluxo de caixa operacional | 228 | 84 | 136 | 310 | 265 | 434 | 330 | -10 | 83 | 215 | 130 | 4 | 496 | 338 | -81 | -10 |
| Fluxo de caixa de investimento | -246 | -237 | -186 | -266 | -215 | -113 | -109 | -56 | -47 | -60 | -47 | -124 | -126 | 111 | -3 | -27 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 206 | 272 | -306 | -71 | 202 | -280 | -353 | 104 | -97 | 173 | -281 | -146 | -391 | -494 | 30 | -6 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,45 | 21,61 | 21,62 | 21,67 | 21,81 | 21,76 | 21,70 | 21,76 | 21,87 | 22,11 | 21,94 | 21,95 | 21,86 | 21,62 | 21,37 | 21,44 |
| Tamanho (receita) | 21,45 | 21,62 | 21,78 | 21,85 | 21,93 | 21,88 | 21,77 | 21,78 | 21,74 | 21,78 | 21,48 | 21,65 | 21,73 | 21,22 | 21,05 | 21,12 |
| Alavancagem | 0,28 | 0,40 | 0,32 | 0,31 | 0,38 | 0,39 | 0,31 | 0,35 | 0,32 | 0,38 | 0,43 | 0,43 | 0,47 | 0,32 | 0,34 | 0,39 |
| Liquidez corrente | 1,49 | 2,30 | 2,78 | 2,45 | 2,13 | 2,24 | 2,19 | 1,45 | 1,44 | 1,54 | 1,22 | 1,24 | 1,09 | 0,59 | 0,65 | 0,61 |
| ROA | 0,10 | 0,07 | 0,09 | 0,03 | 0,02 | -0,01 | -0,03 | -0,02 | 0,01 | -0,03 | -0,13 | -0,02 | -0,17 | -0,21 | -0,17 | -0,03 |
| ROE | 0,25 | 0,21 | 0,22 | 0,08 | 0,04 | -0,03 | -0,09 | -0,06 | 0,03 | -0,08 | -0,44 | -0,07 | -1,00 | -1.115,10 | -1,11 | -0,27 |
| Margem líquida | 0,10 | 0,07 | 0,08 | 0,03 | 0,02 | -0,01 | -0,03 | -0,02 | 0,01 | -0,04 | -0,20 | -0,03 | -0,19 | -0,32 | -0,23 | -0,04 |
| Caixa / ativos | 0,01 | 0,01 | 0,02 | 0,01 | 0,02 | 0,02 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,16 | 0,08 | 0,08 | 0,04 | 0,05 | 0,02 |
| Tangibilidade | 0,17 | 0,19 | 0,20 | 0,22 | 0,19 | 0,16 | 0,15 | 0,11 | 0,07 | 0,04 | 0,04 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,02 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 29/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 21/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 12/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |