DIAGNOSTICOS DA AMERICA SA
CNPJ 61486650000183 · código CVM 19623Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 05/11/2004 |
| Setor de atividade | Serviços Médicos |
| Listagem na B3 (início) | 05/11/2004 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 85,7% |
| Auditor independente (2026) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.dasa3.com.br ↗ |
Respostas no ano 2020
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 76,5% | 35 | 9 | 5 | 5 | 34 | Básico |
| 2020 | 76,5% | 35 | 9 | 5 | 5 | 33 | Básico |
| 2021 | 82,7% | 38 | 6 | 5 | 5 | 33 | Básico |
| 2022 | 83,7% | 39 | 6 | 4 | 5 | 32 | Básico |
| 2023 | 82,0% | 37 | 5 | 8 | 4 | 34 | Básico |
| 2024 | 80,6% | 34 | 4 | 11 | 5 | 34 | Básico |
| 2025 | 85,7% | 36 | 1 | 12 | 5 | 32 | Básico |
Acionistas
6 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA administração da Companhia entende que a Assembleia Geral é um momento importante de prestação de contas e exercício de transparência pela administração, bem como uma oportunidade valiosa para que os acionistas possam contribuir com suas ideias e opiniões em relação à Companhia. Apesar de não publicar um manual visando a facilitar e estimular a participação dos acionistas em todas e quaisquer Assembleias Gerais, a Companhia acredita que o edital de convocação, a proposta da administração e o boletim de voto à distância, quando aplicável, contam com todas as informações necessárias para a participação dos acionistas na respectiva Assembleia Geral, bem como para o acesso aos documentos relacionados às matérias constantes na ordem do dia. Sobre o ponto acima, vale destacar que a Companhia, a partir de 2018 e em cumprimento ao disposto na Instrução CVM 480, passou a adotar o boletim de voto à distância nas hipóteses de Assembleia Geral previstas na norma, de forma a possibilitar a participação dos acionistas nas Assembleias Gerais, ainda que de forma remota. Desta forma, a Companhia acredita implementar as medidas necessárias para o engajamento dos acionistas nas Assembleias Gerais, favorecendo a presença e o correto entendimento das matérias a serem deliberadas, bem como facilitando a indicação e eleição de candidatos ao conselho de administração e conselho fiscal, se aplicável. |
Parcialmente |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaEmbora o Conselho de Administração analise as vantagens e desvantagens da medida de defesa, o teor dessas analises é tratado de maneira confidencial e não consta em ata pública. |
Parcialmente |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO estatuto social da Companhia prevê que, em caso de poison pill, o preço da OPA deverá ser baseado no valor econômico das ações de emissão da Companhia apurado em laudo de avaliação ou baseado em determinadas médias do preço de mercado das ações de emissão da Companhia. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política de destinação de resultados formalizada e aprovada pelo Conselho de Administração. Não obstante, ao longo dos últimos anos e em linha com o disposto no seu estatuto social, a Companhia efetuou a distribuição de parcela relevante do seu lucro líquido ajustado. A cada distribuição de provento, o Conselho de Administração analisa a situação econômico-financeira da Companhia e busca atender os objetivos de robustez do balanço patrimonial e distribuição de resultados para os acionistas. Para informações sobre a destinação do resultado pela Companhia, vide item 3.4 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
6 Sim · 5 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa- |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaTendo em vista que a Companhia, atualmente, enquadra-se no segmento de listagem tradicional da B3, não há a obrigatoriedade para que o estatuto social da Companhia estabeleça que determinado percentual dos membros do Conselho de Administração da Companhia seja composto por membros independentes. Por este motivo e considerando que a Companhia possui um percentual de ações em circulação e acionistas minoritários relativamente baixo, a Companhia entende não ser necessário o atendimento dessa recomendação. Não obstante, a Companhia observa que, atualmente, 2 dos 6 membros do Conselho de Administração da Companhia se declaram e são considerados independentes, sendo que tal informação é amplamente divulgada por meio das propostas da administração submetidas às assembleias gerais quando da eleição dos membros do Conselho de Administração e, anualmente, por meio do Formulário de Referência da Companhia. Para informações sobre os membros independentes do Conselho de Administração da Companhia, vide item 12.5/6 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaApesar de não possuir uma política de indicação de membros da administração formalizada e aprovada pelo Conselho de Administração, a indicação e eleição dos membros do Conselho de Administração da Companhia é realizada em conformidade com o seu estatuto social, a Lei das Sociedades por Ações e a regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), considerando a disponibilidade do candidato, a sua adequação ao cargo e o alinhamento com os interesses da Companhia. Desta forma, a Companhia acredita que o processo atual de indicação e eleição dos membros do Conselho de Administração é suficiente para garantir membros de perfil diversificado, número adequado de conselheiros independentes, tamanho adequado para a criação de comitês e o debate efetivo de ideias e a tomada de decisões técnicas, isentas e fundamentadas, não havendo necessidade de adoção de uma política de indicação de membros da administração formalmente aprovada. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia não possui mecanismos formais de avaliação de desempenho dos membros do Conselho de Administração, pois entende que a composição do seu Conselho de Administração, incluindo as premissas de competência e experiência de seus membros, bem como a transparência das suas atividades e sua proximidade com os acionistas da Companhia, permitem uma supervisão adequada de suas atividades e desempenho. Neste sentido, a Companhia julga não ser necessária a adoção de um processo periódico de avaliação de desempenho do Conselho de Administração. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaApesar de não adotar um plano formal de sucessão do diretor-presidente, a Companhia tem reelegido historicamente o seu atual diretor-presidente, bem como conta com um Comitê de Gente, não estatutário, composto por membros do Conselho de Administração. Desta forma, a Companhia acredita não ser necessária a adoção de um plano formal de sucessão de seu diretor-presidente. No entanto, em caso de sucessão de seu diretor-presidente ou de quaisquer membros da Diretoria, o Conselho de Administração da Companhia será responsável por definir um plano de sucessão em conformidade com as orientações dos acionistas, assegurando a disposição de profissionais cuja experiência e competências contribuam para o bom desempenho e para a preservação de valor da Companhia. A Companhia acredita, assim, que as práticas adotadas atendem adequadamente aos objetivos pretendidos em caso de eventual cenário de sucessão do diretor-presidente. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaOs novos Conselheiros são recepcionados por um concierge que transmite de forma personalizada as informações para o início das atividades na Companhia. Posteriormente, são agendadas reuniões com pessoas-chave para integração e apresentação do negócio da Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaO Conselho de Administração se reúne, no mínimo, 4 vezes ao ano, conforme indicado no artigo 19 do Estatuto Social da Companhia. Não são programadas reuniões extraordinárias, todavia, existe a possibilidade de convocação de reuniões extraordinárias que são convocadas pelo Presidente do Conselho de Administração ou pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração ou, em caso de adoção do regime de Co-presidência, por qualquer um de seus Co-Presidentes. Em 2019, foram realizadas 31 reuniões do Conselho de Administração da Companhia, sendo 4 ordinárias e 27 extraordinárias. Nesse sentido a Companhia entende que não seria necessário para a condução das atividades do seu Conselho de Administração que o calendário defina um número superior de reuniões ordinárias. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaTendo em vista que a Companhia, atualmente, enquadra-se no segmento de listagem tradicional da B3, não há a obrigatoriedade para que a Companhia mantenha determinado percentual de membros independentes / externos no Conselho de Administração. Por este motivo, a Companhia entende não ser necessário o atendimento dessa recomendação. A ausência da adoção dessa recomendação pela Companhia dá-se em função da forma de atuação e da estrutura da Companhia e está de acordo com a legislação e regulamentação aplicável. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaTodas as atas de reuniões do Conselho de Administração (a) são lavradas no livro próprio, com data, local, nome dos conselheiros presentes e deliberações tomadas: (b) são redigidas com clareza, de forma que permitem o pleno e completo entendimento das discussões havidas e deliberações aprovadas pelos membros do Conselho de Administração e (c) contêm a identificação dos votos proferidos pelos conselheiros, eventualmente registrando os votos favoráveis, os votos divergentes e as abstenções de voto. |
Sim |
Diretoria
5 Sim · 2 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaApesar de a Diretoria da Companhia não possuir um regimento interno formalizado, a atuação de referido órgão é realizada em conformidade com as orientações do Conselho de Administração, respeitado o previsto no estatuto social da Companhia, na Lei das Sociedades por Ações e nas regulamentações da CVM, de modo que a estrutura, o funcionamento e as responsabilidades da Diretoria estão contidos no estatuto social da Companhia. Desta forma, a Companhia acredita não ser necessária a adoção de um regimento interno para que a Diretoria atue de forma a implementar a estratégia definida pelo Conselho de Administração, bem como os mecanismos, processos, programas, controles e sistemas visando a assegurar a observância aos limites de risco e às diretrizes aprovadas pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia dispõe de mecanismos de avaliação e indicadores formais de desempenho para os membros da Diretoria, incluindo o diretor-presidente, os quais são revistos anualmente por meio do processo de desdobramento de metas, que envolve todos os altos executivos da Companhia e está estruturado em dois pilares: (i) resultados, que é baseado nos planos orçamentários e de negócios da Companhia: e (ii) valores, que é baseado na cultura da Companhia. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaEmbora não seja submetido e aprovado por todos os membros do Conselho de Administração em reunião formal, o Conselho de Administração da Companhia acompanha a gestão da Diretoria por meio das reuniões trimestrais de resultados, do Comitê Auditoria e do Comitê de Gente, sendo que aos referidos Comitês compete recomendar a correção ou aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito das suas atribuições. Os Comitês são formados por membros do Conselho de Administração e da Diretoria, podendo convocar outros participantes conforme seja necessário e pertinente. O Conselho de Administração estabelece ações à Diretoria baseadas nos planos de negócio definidos pela Companhia, observados os parâmetros orçamentários e projetos estratégicos desenvolvidos pela Companhia, bem como os regimentos internos de cada Comitê. Assim, por meio de reuniões periódicas, os membros do Conselho de Administração que compõem referidos Comitês efetuam o acompanhamento de tais ações, o que lhes permite, dentre outras questões, avaliar o desempenho de cada órgão. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política de remuneração formalmente aprovada com abrangência para todos os colaboradores. A política tem como objetivo fornecer uma contraprestação aos colaboradores pelos serviços prestados, estimulando o alcance das metas estabelecidas para o ano. As práticas de remuneração adotadas pela Companhia para sua Diretoria estão alinhadas às práticas de mercado e sistema de gestão e governança corporativa, com o intuito de atrair e reter profissionais que detenham qualificação, competência e perfil alinhado às características e necessidades dos negócios da Companhia. Para informações sobre as práticas de remuneração da Diretoria da Companhia, vide item 13.1 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Não |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA Companhia oferece remuneração pautada em resultados financeiros e de desenvolvimento do negócio, com metas robustas que levam em conta a efetividade operacional, riscos e qualidade. Nesse sentido, a Companhia entende que suas práticas de remuneração estão adequadas aos seus interesses de curto, médio e longo prazos. O posicionamento da remuneração fixa é feito com base em pesquisas de mercado com consultorias especializadas, para manutenção da competitividade da Companhia no mercado de trabalho. Em complemento à remuneração fixa, a Companhia adota para sua Diretoria um programa de remuneração variável que visa a mensurar o atingimento de metas e resultados alinhados com o plano de negócios e os interesses de curto e médio prazos da Companhia. Além desses dois elementos de remuneração fixa e variável, a Companhia adota para os membros da Diretoria um programa de remuneração de longo prazo baseado em opções de compras de ações. O referido programa visa a alinhar a remuneração dos executivos aos interesses de longo prazo da Companhia, promovendo o conhecimento, as competências e o comportamento necessários à perenidade do negócio, além de reforçar o nível de atração e retenção dos seus principais executivos. Para informações, vide item 13.1 e 13.4 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia acredita que a estrutura de incentivos está alinhada aos limites de risco definidos pelo Conselho de Administração, vedando que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
6 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Auditoria não estatutário. Para informações, vide regimento interno do Comitê de Auditoria disponível na página eletrônica da Companhia (www.dasa3.com.br). |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia não possui política de contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes. Não obstante, o Conselho de Administração da Companhia, por meio de seu Comitê de Auditoria não estatutário, aprova a nomeação e a substituição dos auditores independentes, tendo como prática assegurar que não haja conflito de interesse ou perda de independência de tais auditores independentes. O Comitê de Auditoria não estatutário revisa o fluxo de contratação dos auditores independentes e não contrata auditores independentes que estejam prestando serviços para a Companhia para outros processos de auditoria que possam estar correlacionados ou que possam afetar a independência dos trabalhos para os quais tais auditores independentes foram originalmente contratados. Além disso, os auditores independentes são nomeados pelo Conselho de Administração e reportam-se diretamente a este órgão e, em conformidade com a Instrução da CVM nº 308, de 14 de maio de 1999, conforme alterada, a Companhia realiza a alteração dos seus auditores independentes a cada 5 (cinco) anos. A Companhia acredita que a prática atual garante a devida independência dos auditores independentes em relação à Companhia, seus acionistas e administradores, sendo a contratação de quaisquer serviços realizada em conformidade com a legislação e regulamentação aplicável, e pautada pela ética, transparência e integridade na condução e realização dos negócios da Companhia. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresa- |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaPara informações, vide itens 5.1 a 5.4 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaPara informações, vide itens 5.1 a 5.4 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaPara informações, vide itens 5.1 a 5.4 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Conduta constituído desde junho de 2014, que se reúne periodicamente, sendo um órgão não estatutário e de caráter consultivo e permanente, que tem por objetivo analisar as denúncias realizadas no canal de denúncias e decidir sobre as consequências a serem adotadas, melhorias no processo e a implantação das ações e revisão e disseminação do Código de Conduta da Companhia. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaPara informações, vide item 5.4 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs políticas adotadas pela Companhia definem as funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança da Companhia, bem como as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia adota, além das regras previstas na Lei das Sociedades por Ações, determinadas regras e mecanismos para identificação e administração de conflitos de interesses, conforme estabelecido em sua Política de Integridade. Sendo assim, considerando que as reuniões do Conselho de Administração que tratam da aprovação de operações com partes relacionadas e a identificação e administração de conflitos de interesse são realizadas nos termos da Política de Integridade e da Lei das Sociedades por Ações, bem como que a atuação dos acionistas é pautada em observância aos dispositivos legais relacionados ao abuso de controle e conflito de interesses previsto no artigo 115 da Lei das Sociedades por Ações, a Companhia busca a manutenção dos seus padrões de governança corporativa. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaOs conflitos de interesses nas votações submetidas à Assembleia Geral são identificados e administrados em conformidade com a Lei das Sociedades por Ações, sendo a atuação dos acionistas pautada em observância aos dispositivos legais relacionados ao abuso de controle e conflito de interesses previsto no artigo 115 da Lei das Sociedades por Ações. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaPara informações, vide Política de Transações com Partes Relacionadas disponível na página eletrônica da Companhia (www.dasa3.com.br). |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia realiza controle das negociações de ações em conformidade com a Instrução da CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, conforme alterada. Neste sentido, a Companhia verifica mensalmente em sua base acionária se houve alguma movimentação de ações detidas pelas pessoas sujeitas à Política de Negociação de Valores Mobiliários, para que a Companhia possa informar à CVM. A Companhia entende que esse procedimento é suficiente para um controle adequado das negociações, levando em consideração a estrutura e forma de atuação da Companhia. Para mais informações sore a Política de Negociação de Valores Mobiliários da Companhia, ver item 20.1 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Política Anticorrupção da Companhia aborda temas relacionados ao envio de brindes, entretenimentos e realização de doações à administração pública e/ou seus agentes, candidatos a cargos políticos e partidos políticos. Para mais informações, vide item 5.4 da última versão de seu Formulário de Referência. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENOGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2026. |
| HENRIQUE LOURENÇO GROSSIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2026. |
| MARIA LETÍCIA DE FREITAS COSTA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2026. |
| OSCAR DE PAULA BERNARDES NETO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2026. |
| PEDRO DE GODOY BUENOGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 30/04/2025 | Prazo unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2026. |
| ROMEU CÔRTES DOMINGUES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2026. |
| STELLEO PASSOS TOLDA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2026. |
Diretoria 11 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercíco social findo em 31/12/2027. |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| ANDRE COVREGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | Até a Assembleia Geral Ordinária que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| LEONARDO MODESTI VEDOLINGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| LINALDO VILAR JUNIORGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | Mandato unificado até a AGO que aprovar as contas do exercício social findo 31/12/2027. |
| PAULA LÍGIA OLIVEIRA DIASGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/08/2025 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| RAFAEL BOSSOLANIGin | Diretoria | 15 - Diretor Financeiro / Diretor de Relações com Investidores | 30/04/2025 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| RAFAEL LUCCHESIGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 30/06/2025 | Até a Assembleia Geral Ordinária que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
| ROBERTO CALDEIRA CURYGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | Até a AGO da Companhia que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2027. |
Comitês 2 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ELIDIE PALMA BIFANOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ESTELA MARIS VIEIRA DE SOUZAGin | — |
| MARIA LETÍCIA DE FREITAS COSTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas
| Nome | Cargo |
|---|---|
| OSCAR DE PAULA BERNARDES NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PEDRO DE GODOY BUENOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROMEU CÔRTES DOMINGUESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 9 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 6 | 0 |
| Diretoria | 0 | 11 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 11 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 7 | 11 |
| Nº de membros remunerados | 4 | 11 |
| Salário ou pró-labore | 4.452.480 | 23.476.123 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 1.307.119 |
| Participação em comitês | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 58.273.399 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 4.056.879 |
| Total do órgão | 4.452.480 | 87.113.520 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 7 | 11 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 11 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 69.928.078 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 58.273.399 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 17/12/2021 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112001879 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112001879 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes S/S | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2020 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/1998 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/1998 |
| 2010 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/1998 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 8.490 |
| Acionistas pessoa jurídica | 116 |
| Investidores institucionais | 7 |
| Ações ordinárias em circulação | 177.246.783 (14,12%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 177.246.783 (14,12%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (28/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 18/06/2024 | 0 | 1.097.792.796 | 0 | 1.097.792.796 |
| Capital Emitido | 30/04/2025 | 19.625.346.938 | 1.255.007.048 | 0 | 1.255.007.048 |
| Capital Integralizado | 30/04/2025 | 19.625.346.938 | 1.255.007.048 | 0 | 1.255.007.048 |
| Capital Subscrito | 30/04/2025 | 19.625.346.938 | 1.255.007.048 | 0 | 1.255.007.048 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 7 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | CAMILLA DE GODOY BUENO GROSSI | Controladora | Diagnósticos da América S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | HENRIQUE LOURENÇO GROSSI | Membro do Conselho de Administração | Diagnósticos da América S.A. | Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) |
| HENRIQUE LOURENÇO GROSSI | Membro do Conselho de Administração | CAMILLA DE GODOY BUENO GROSSI | Controladora | Diagnósticos da América S.A. | Genro ou Nora (2º grau por afinidade) |
| HENRIQUE LOURENÇO GROSSI | Membro do Conselho de Administração | DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | Diagnósticos da América S.A. | Enteado e Enteada (2º grau por afinidade) |
| HENRIQUE LOURENÇO GROSSI | Membro do Conselho de Administração | PEDRO DE GODOY BUENO | Vice Presidente Conselho de Administração | Diagnósticos da América S.A. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | CAMILLA DE GODOY BUENO GROSSI | Controladora | Diagnósticos da América S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração | HENRIQUE LOURENÇO GROSSI | Membro do Conselho de Administração | Diagnósticos da América S.A. | Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade) |
Relações de subordinação 213 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CENTRO DE DIAGNÓSTICO BORIS BERENSTEIN LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CENTRO DE IMAGEM MARTINS E GODOY LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CENTRO ESPECIALIZADO DE CITOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | LUNAV ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ALEXANDRE ANTÔNIO GARCIA VALENTE DA SILVA | Diretor Comercial | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | AMO PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ANATERRA BARROS DE OLIVEIRA | Diretora de Tecnologia | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | 1122-SF FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÃO | Controlador Direto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | 1122-SF FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÃO | Controlador Direto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | 3921 FUNDO DE INVESTIMENTO FINANCEIRO MULTIMERCADO | Controlador Direto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | 3921 FUNDO DE INVESTIMENTO FINANCEIRO MULTIMERCADO | Controlador Direto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | ALDEBARAN S.A R.L., SPF | Controlador Indireto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | ALDEBARAN S.A R.L., SPF | Controlador Indireto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | BTG 3921 G FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO | Controlador Indireto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | BTG 3921 G FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO | Controlador Indireto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES GENOMA II - MULTIESTRATÉGIA | Controlador Direto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES GENOMA II - MULTIESTRATÉGIA | Controlador Direto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES GENOMA III - MULTIESTRATÉGIA | Controlador Direto | Controle |
| DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO | Presidente do Conselho de Administração | FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES GENOMA III - MULTIESTRATÉGIA | Controlador Direto | Controle |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CENTRO DE DIAGNÓSTICO BORIS BERENSTEIN LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CENTRO DE IMAGEM MARTINS E GODOY LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CENTRO ESPECIALIZADO DE CITOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | LUNAV ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| FÁBIO SAMPAIO DE LACERDA | Diretor de Gente, Gestão e Cultura | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| HELISSON BRÍGIDO ANDRADE LEMOS | Diretor de Produtos, Marketing, Analytics e Experiência do Cliente | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO HBA - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO HBA - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO HBA - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CEDIPAR - CENTRO DE DIAGNÓSTICO PARANÁ LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CENTRO DE DIAGNÓSTICO BORIS BERENSTEIN LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CENTRO DE IMAGEM MARTINS E GODOY LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CENTRO ESPECIALIZADO DE CITOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CPCLIN - CENTRO DE PESQUISAS CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CPCLIN - CENTRO DE PESQUISAS CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | FERNANDO HENRIQUE PINTO JUNIOR & CIA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | FERNANDO HENRIQUE PINTO JUNIOR & CIA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | LUNAV ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | ONCO HEMATOS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | ONCO HEMATOS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | PREVILAB ANALISES CLINICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | PREVILAB ANALISES CLINICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| LEONARDO MODESTI VEDOLIN | Diretor Médico e de Operações | UNI TOM - UNIDADE DE TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | CPCLIN - CENTRO DE PESQUISAS CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | CPCLIN - CENTRO DE PESQUISAS CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | FERNANDO HENRIQUE PINTO JUNIOR & CIA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | FERNANDO HENRIQUE PINTO JUNIOR & CIA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | PREVILAB ANALISES CLINICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| LINALDO VILAR JUNIOR | Diretor de Produção | PREVILAB ANALISES CLINICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | 1122P FUNDO DE INVESTIMENTO FINANCEIRO MULTIMERCADO | Controlador Indireto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | 2019RV1 FUNDO DE INVESTIMENTO FINANCEIRO AÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | BTG 1122 P G 2 FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | BTG 1122 P G 2 FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES | Controlador Indireto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | BTG 1122P G FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES MULTIESTRATÉGIA - INVESTIMENTO NO EXTERIOR | Controlador Indireto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES GENOMA II - MULTIESTRATÉGIA | Controlador Direto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES GENOMA III - MULTIESTRATÉGIA | Controlador Direto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES GENOMA III - MULTIESTRATÉGIA | Controlador Direto | Controle |
| PEDRO DE GODOY BUENO | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Membro do Comitê de Pessoas | GENOMA PG FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CENTRO DE DIAGNÓSTICO BORIS BERENSTEIN LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CENTRO DE IMAGEM MARTINS E GODOY LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CENTRO ESPECIALIZADO DE CITOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Prestação de serviço |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | HBA S.A. ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | LAB HORMON - LABORATÓRIO ESPECALIZADO EM DOSAGENS HORMONAIS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | LABORATÓRIO EXAME DE ANÁLISES CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | LUNAV ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL BOSSOLANI | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CPCLIN - CENTRO DE PESQUISAS CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CPCLIN - CENTRO DE PESQUISAS CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | FERNANDO HENRIQUE PINTO JUNIOR & CIA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | FERNANDO HENRIQUE PINTO JUNIOR & CIA LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | HBA S.A. ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | LAB HORMON - LABORATÓRIO ESPECALIZADO EM DOSAGENS HORMONAIS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | LABORATÓRIO EXAME DE ANÁLISES CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | PREVILAB ANALISES CLINICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| RAFAEL LUCCHESI | Diretor Presidente | PREVILAB ANALISES CLINICAS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | AMO ILHÉUS - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DE ILHÉUS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | AMO OESTE - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | AMO RECÔNCAVO - ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA DO RECÔNCAVO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | AMO SUDOESTE LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CENTRO DE DIAGNÓSTICO BORIS BERENSTEIN LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CENTRO DE IMAGEM MARTINS E GODOY LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CENTRO DE ONCOLOGIA CLÍNICA DO RN S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CENTRO ESPECIALIZADO DE CITOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CLÍNICA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E GINECOLÓGICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CLÍNICA DE RESSONÂNCIA E MULTI-IMAGEM PETRÓPOLIS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CLÍNICA INTEGRADA HOMO LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | CRC SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | GEM ASSISTÊNCIA MÉDICA ESPECIALIZADA S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | HBA S.A. ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | ICA - INSTITUTO DO CÂNCER DE ALAGOINHAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | INSITUTO DE MASTOLOGIA E GINECOLOGIA DA BAHIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | LAB HORMON - LABORATÓRIO ESPECALIZADO EM DOSAGENS HORMONAIS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | LABORATÓRIO BIOCLÍNICO MS LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | LABORATÓRIO EXAME DE ANÁLISES CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | LUNAV ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | NAVEGANTES INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | ONCOBAHIA SERVIÇOS MÉDICO-HOSPITALARES DE ONCOLOGIA LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| ROBERTO CALDEIRA CURY | Diretor de Unidades de Atendimento e NAC | PAQUETÁ PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 34 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| PTR14 Investimentos Imobiliários S.A. | Empresa com participação direta e indireta da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi, da Sra. Dulce Pugliese de Godoy Bueno e do Sr. Pedro de Godoy Bueno, acionistas controladores da Companhia e os dois últimos membros do Conselho de Administração da Companhia. | 01/01/2022 | 244.303.033 | 0 | — | N/A |
| 3G Empreendimentos e Participações Ltda. | Empresa com participação direta do Sr. Pedro de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração da Companhia) e indireta da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi, acionistas controladores da Companhia. | 01/07/2022 | 75.565.000 | 0 | — | N/A |
| Signo Properties Invest. Imobiliários Ltda. | Family Office de gestão imobiliária de controladores da Companhia. | 01/07/2022 | 44.577.000 | 0 | — | N/A |
| Patrys Investimentos Imobiliários Ltda. | Empresa com participação direta do Sr. Pedro de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração da Companhia) e indireta da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi e da Sra. Dulce Pugliese de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração da Companhia), todos acionistas controladores da Companhia. | 29/09/2015 | 29.070.737 | 0 | — | N/A |
| PTR7 Investimentos Imobiliários Ltda. | Acionistas controladores da Companhia também são controladores da empresa PTR7 Investimentos Imobiliários Ltda., a qual tem imóveis locados e em comodato com a Companhia e suas controladas. | 22/12/2015 | 24.620.347 | — | — | N/A |
| Ecolimp Sistemas de Serviços Ltda. | Empresa controlada pelo Sr. Rodolpho Ricci, primo do Sr. Pedro de Godoy Bueno, acionista controlador e membro do Conselho de Administração da Companhia. | 01/12/2020 | 17.733.112 | — | — | N/A |
| BFL Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Empresa controlada pelo Sr. Romeu Cortês Domingues, membro do Conselho de Administração da Companhia. | 30/09/2016 | 9.720.000 | — | — | N/A |
| Essijota Serv. de Coleta e Diag. Ltda. | Empresa que possui participação do Sr. Sérgio dos Santos Souza Júnior, primo do Sr. Pedro de Godoy Bueno, acionista controlador da Companhia e membro do Conselho de Administração. | 29/07/2022 | 4.968.104 | — | — | N/A |
| Coupa Software Brasil Ltda. | Ex-Diretor da Companhia, o Sr. Eduardo Lacerda Morelli é irmão de executivo da empresa Coupa, que fornece serviços para a Dasa. | 21/12/2023 | 4.037.747 | 0 | — | N/A |
| Edan Servicos de Coleta. | Empresa em que o marido e enteado da Sra. Cláudia Alice Cohn, diretora CLT no Grupo Dasa, possuem participação. | 01/10/2023 | 2.615.697 | — | — | N/A |
| Espólio do Sr. José de Oliveira Domingues | Contrato de locação celebrado com os Sr. Marília Côrtes Domingues, Roberto Côrtes Domingues, Romulo Côrtes Domingues e Romeu Côrtes Domingues, integrantes da família do Sr. Romeu Côrtes Domingues (também locador e membro do Conselho de Administração da Companhia). | 25/09/2009 | 2.187.000 | — | — | N/A |
| Agaesse Servicos Ltda. | Empresa que tem como sócia a Sra. Gláucia Andrade e Silva Palácio, que era diretora de uma empresa do Grupo Dasa. | 30/12/2021 | 2.160.000 | 0 | — | N/A |
| Pechincha Serviços de Coleta e Diagnósticos Ltda. | Empresa que possui como sócia a Sra. Neuza de Godoy Bueno Joaquim, tia do Sr. Pedro de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração da Companhia) e da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi, acionistas controladores da Companhia. Adicionalmente, a sociedade possui como sócio o Sr. Carlos Fabio Ferreira Xavier, ex-diretor da marca da Companhia, Sérgio Franco, e marido da prima do Sr. Pedro de Godoy Bueno. | 13/05/2020 | 2.007.117 | — | — | N/A |
| PHD Servicos De Coleta Ltda. | Empresa que o marido e o enteado da Sra. Cláudia Alice Cohn, diretora CLT no Grupo Dasa, possui participação. | 25/11/2020 | 1.934.689 | — | — | N/A |
| VIDA - Posto de Coleta Ltda. | Empresa em que existe participação da Sra. Natasha Slhessarenko Fraife Barreto, fundadora da marca Cedic/Cedilab e atuante no corpo clínico de outras marcas da Companhia. | 31/07/2021 | 1.913.887 | — | — | N/A |
| ECRD - Serviços Médicos de Radiologia Ltda. | Empresa tem como sócio o Sr. Roberto Cortês Domingues, irmão do Sr. Romeu Cortês Domingues, membro do Conselho de Administração da Companhia. | 24/06/2013 | 1.910.729 | 0 | — | N/A |
| Copa Serviços de Coleta e Diagnósticos Ltda. | Empresa que possui como sócia a Sra. Regina Célia de Godoy Joaquim Xavier e o Sr. Nicholas de Godoy Xavier, prima e sobrinho, respectivamente, do Sr. Pedro de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração da Companhia) e da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi, acionistas controladores da Companhia. | 13/05/2020 | 1.909.085 | 127 | — | N/A |
| RMR Ressonância Magnética Rio Ltda. | Empresa prestadora de serviços médicos na área de ressonância magnética para a Companhia que tem como sócio detentor de 80% do seu capital social o irmão do Sr. Romeu Côrtes Domingues, membro do Conselho de Administração da Companhia. | 02/01/2012 | 1.832.914 | 0 | — | N/A |
| DMG Laboratório Médico Ltda. | Empresa que possui como sócia a Sra. Neuza de Godoy Bueno Joaquim e o Sr. Antonio Joaquim Sobrinho (marido da Sra. Neuza), tia do Sr. Pedro de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração da Companhia) e da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi, acionistas controladores da Companhia. Adicionalmente, a sociedade possui como sócio o Sr. Carlos Fabio Ferreira Xavier, ex-diretor da marca da Companhia, Sérgio Franco, e marido da prima do Sr. Pedro de Godoy Bueno. | 18/06/2021 | 1.598.573 | — | — | N/A |
| Localiza Rent a Car S.A. | Grupo do qual o Sr. Pedro de Godoy Bueno, controlador e membro do Conselho de Administração da Companhia, fazia parte do Conselho de Administração. | 29/09/2020 | 1.283.501 | — | — | N/A |
| César Antonio Biazio Sanches | Quotista da Previlab Análises Clínicas Ltda. (subsidiária da Companhia) e proprietário do imóvel locado. | 01/01/2012 | 1.170.000 | — | — | N/A |
| Mega Copa Serviços de Coleta e Diagnósticos Ltda. | Empresa que possui como sócia a Sra. Regina Célia de Godoy Joaquim Xavier e o Sr. Nicholas de Godoy Xavier, prima e sobrinho, respectivamente, do Sr. Pedro de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração) e da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi, acionistas controladores da Companhia. | 08/07/2024 | 926.686 | — | — | N/A |
| Fernandes Oncologia | Dr. Gustavo dos Santos Fernandes, Vice-Presidente de Oncologia da Rede Américas e sócio- administrador da Fernandes Oncologia. | 11/11/2022 | 882.198 | 0 | — | N/A |
| VK Saude Ltda. | Empresa que tem como sócio o Sr. Victor Hada Sanders, diretor no Grupo Dasa, e sua esposa. | 28/09/2023 | 827.400 | 0 | — | N/A |
| Pesmed - Pesq. e Serv. Médicos Ltda. | Empresa da Sra. Taisa Pallu Davaus Gasparetto, ex esposa do Ermerson Gasparetto ex-vice-Presidente da Companhia. | 01/09/2015 | 784.843 | 0 | — | N/A |
| Meier Serviços de Coleta e Diagnósticos Ltda. | Empresa que possui como sócia a Sra. Regina Célia de Godoy Joaquim Xavier e o Sr. Nicholas de Godoy Xavier, prima e sobrinho, respectivamente do Sr. Pedro de Godoy Bueno (membro do Conselho de Administração) e da Sra. Camilla de Godoy Bueno Grossi, acionistas controladores da Companhia. | 01/11/2022 | 777.714 | — | — | N/A |
| Amar Administradora de Bens Próprios Ltda. | O Sr. Alcione Moya Aprilante, quotista da Previlab Análises Clínicas, e a Sra. Melania Angelieri Cunha Aprilante, esposa de Alcione, são proprietários de imóveis locados por Previlab, empresa controlada pela Companhia. | 01/06/2013 | 447.131 | — | — | N/A |
| A e C Consultores Ltda. | Empresa controlada por Sr. César Antonio Biázio Sanches, quotista da Previlab Análises Clínicas Ltda., empresa controlada da Companhia. | 03/05/2016 | 287.886 | — | — | N/A |
| Link Consultorias em Medicina Diagnóstica Ltda. | Empresa controlada pelo Sr. Alcione Moya Aprilante, quotista da Previlab Análises Clínicas Ltda., empresa controlada da Companhia. | 04/07/2011 | 277.262 | — | — | N/A |
| HRO - Hospital de Referência Oftalmologica Ltda. | Empresa que tem como sócio o marido da Sra. Gláucia Andrade e Silva Palácio, que era diretora de uma empresa do Grupo Dasa. | 30/12/2021 | 257.404 | 0 | — | N/A |
| Machado Cruz Assistência Médica Ltda. (razão social anterior Veloso Machado Cruz Assistência Médica) | Tatiana Coelho Veloso, Diretora Médica na Companhia, fez parte do quadro societário da empresa. | 01/10/2022 | 242.119 | 0 | — | N/A |
| Conexa Saúde Serviços Médicos Ltda. | Empresa com participação do Sr. Fernando Domingues, filho do Sr. Romeu Cortês Domingues, membro do Conselho de Administração da Companhia. O Sr. Romeu Domingues também é membro do Conselho de Administração da Conexa. | 20/03/2020 | 180.327 | — | — | N/A |
| Ultrascan Serviços de Imagem Ltda. | Empresa controlada por Sr. João Carlos de Castro Bersot, cotista da Clínica de Ressonância e Multi Imagem Petrópolis Ltda., empresa controlada da Companhia | 01/11/2019 | 123.117 | 0 | — | N/A |
| FL Pediatria e Puericultura Ltda. | Empresa da Dra. Fernanda Ferreira Mendes Pereira Loja, esposa do Diretor regional de São Paulo da Companhia, o Sr. Carlos André Loja. | 08/05/2023 | 53.506 | 0 | — | N/A |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.945 | 4.283 | 4.272 | 4.692 | 4.610 | 4.682 | 5.125 | 6.246 | 7.224 | 8.839 | 13.343 | 23.250 | 26.844 | 26.213 | 26.458 | 18.562 |
| Ativo circulante | 845 | 1.003 | 993 | 1.439 | 1.430 | 1.352 | 1.532 | 1.576 | 2.294 | 2.273 | 4.211 | 6.868 | 7.722 | 7.032 | 8.203 | 5.654 |
| Caixa e equivalentes | 329 | 250 | 229 | 536 | 275 | 318 | 288 | 512 | 545 | 568 | 754 | 1.143 | 1.285 | 1.585 | 1.743 | 2.665 |
| Aplicações financeiras | 23 | 41 | 32 | 73 | 165 | 160 | 371 | 81 | 536 | 310 | 761 | 2.471 | 1.793 | 104 | 153 | 0 |
| Contas a receber | 357 | 490 | 498 | 566 | 627 | 567 | 550 | 660 | 780 | 984 | 1.743 | 2.305 | 3.303 | 3.977 | 4.951 | 2.101 |
| Estoques | 52 | 77 | 61 | 59 | 72 | 70 | 84 | 85 | 85 | 105 | 358 | 367 | 476 | 451 | 466 | 190 |
| Tributos a recuperar | 51 | 118 | 138 | 170 | 179 | 203 | 202 | 202 | 266 | 226 | 260 | 393 | 557 | 602 | 511 | 429 |
| Despesas antecipadas | 2 | 1 | 1 | 1 | 1 | 4 | 6 | 7 | 8 | 7 | 12 | 27 | 60 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 209 | 260 | 214 | 201 | 145 | 248 | 179 | 314 | 313 | 367 | 665 | 1.406 | 1.879 | 1.964 | 1.972 | 1.186 |
| Investimentos | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 6 | 4 | 6 | 4 | 1 | 4 | 4 | 4 | 4.674 |
| Imobilizado | 462 | 656 | 716 | 720 | 683 | 746 | 816 | 955 | 1.009 | 2.171 | 3.994 | 5.743 | 6.473 | 6.479 | 6.192 | 2.663 |
| Intangível | 429 | 2.363 | 2.347 | 2.332 | 2.350 | 2.335 | 2.597 | 3.394 | 3.604 | 4.022 | 4.469 | 9.232 | 10.766 | 10.735 | 10.087 | 4.385 |
| Passivo circulante | 686 | 590 | 401 | 731 | 812 | 748 | 952 | 1.493 | 1.409 | 1.561 | 3.013 | 6.950 | 6.166 | 5.641 | 5.299 | 4.563 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 69 | 76 | 81 | 104 | 132 | 120 | 173 | 175 | 232 | 226 | 496 | 581 | 738 | 614 | 765 | 502 |
| Fornecedores | 59 | 77 | 84 | 65 | 116 | 161 | 241 | 310 | 361 | 394 | 893 | 1.231 | 1.550 | 1.538 | 1.438 | 866 |
| Dívida de curto prazo | 405 | 311 | 119 | 421 | 434 | 354 | 376 | 672 | 448 | 221 | 346 | 2.095 | 1.163 | 1.519 | 938 | 1.902 |
| Passivo não circulante | 645 | 1.151 | 1.264 | 1.252 | 1.025 | 1.143 | 1.312 | 1.433 | 2.493 | 4.015 | 6.794 | 8.752 | 13.589 | 13.238 | 13.224 | 7.106 |
| Dívida de longo prazo | 402 | 798 | 987 | 1.054 | 795 | 895 | 972 | 1.120 | 2.096 | 2.604 | 4.993 | 5.552 | 10.299 | 9.133 | 9.459 | 5.732 |
| Patrimônio líquido | 615 | 2.542 | 2.607 | 2.709 | 2.772 | 2.790 | 2.861 | 3.320 | 3.321 | 3.263 | 3.537 | 7.549 | 7.089 | 7.334 | 7.936 | 6.893 |
| Receita líquida | 1.502 | 2.180 | 2.264 | 2.487 | 2.698 | 2.794 | 3.041 | 3.399 | 3.933 | 4.365 | 7.039 | 10.419 | 13.129 | 14.252 | 15.322 | 11.170 |
| EBIT | 293 | 375 | 245 | 289 | 249 | 159 | 300 | 336 | 346 | 398 | 167 | 89 | 1.017 | 913 | 1.094 | 903 |
| Lucro líquido | 98 | 145 | 85 | 132 | 83 | 24 | 95 | 134 | 185 | 130 | -148 | -217 | -388 | -1.130 | -1.196 | -1.135 |
| Fluxo de caixa operacional | 195 | -26 | 315 | 255 | 459 | 494 | 842 | 653 | 530 | 699 | 767 | 1.298 | 1.340 | -964 | 28 | -36 |
| Fluxo de caixa de investimento | -174 | -325 | -189 | -175 | -286 | -254 | -754 | -541 | -926 | -518 | -941 | -4.952 | -1.600 | 979 | -374 | 1.352 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 30 | 298 | -148 | 227 | -434 | -197 | -117 | 111 | 428 | -158 | 360 | 4.043 | 402 | 285 | 503 | -393 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,39 | 22,18 | 22,18 | 22,27 | 22,25 | 22,27 | 22,36 | 22,56 | 22,70 | 22,90 | 23,31 | 23,87 | 24,01 | 23,99 | 24,00 | 23,64 |
| Tamanho (receita) | 21,13 | 21,50 | 21,54 | 21,63 | 21,72 | 21,75 | 21,84 | 21,95 | 22,09 | 22,20 | 22,67 | 23,07 | 23,30 | 23,38 | 23,45 | 23,14 |
| Alavancagem | 0,41 | 0,26 | 0,26 | 0,31 | 0,27 | 0,27 | 0,26 | 0,29 | 0,35 | 0,32 | 0,40 | 0,33 | 0,43 | 0,41 | 0,39 | 0,41 |
| Liquidez corrente | 1,23 | 1,70 | 2,48 | 1,97 | 1,76 | 1,81 | 1,61 | 1,06 | 1,63 | 1,46 | 1,40 | 0,99 | 1,25 | 1,25 | 1,55 | 1,24 |
| ROA | 0,05 | 0,03 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | 0,01 | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,01 | -0,01 | -0,01 | -0,01 | -0,04 | -0,05 | -0,06 |
| ROE | 0,16 | 0,06 | 0,03 | 0,05 | 0,03 | 0,01 | 0,03 | 0,04 | 0,06 | 0,04 | -0,04 | -0,03 | -0,05 | -0,15 | -0,15 | -0,16 |
| Margem líquida | 0,07 | 0,07 | 0,04 | 0,05 | 0,03 | 0,01 | 0,03 | 0,04 | 0,05 | 0,03 | -0,02 | -0,02 | -0,03 | -0,08 | -0,08 | -0,10 |
| Caixa / ativos | 0,17 | 0,06 | 0,05 | 0,11 | 0,06 | 0,07 | 0,06 | 0,08 | 0,08 | 0,06 | 0,06 | 0,05 | 0,05 | 0,06 | 0,07 | 0,14 |
| Tangibilidade | 0,24 | 0,15 | 0,17 | 0,15 | 0,15 | 0,16 | 0,16 | 0,15 | 0,14 | 0,25 | 0,30 | 0,25 | 0,24 | 0,25 | 0,23 | 0,14 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 26/08/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 3 | 01/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |