POSITIVO TECNOLOGIA S.A.
CNPJ 81243735000148 · código CVM 20362Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 06/12/2006 |
| Setor de atividade | Comunicação e Informática |
| Listagem na B3 (início) | 01/11/2006 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 87,3% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.positivotecnologia.com.br/ri ↗ |
Respostas no ano 2021
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 63,7% | 27 | 13 | 11 | 3 | 37 | Novo Mercado |
| 2020 | 63,7% | 27 | 13 | 11 | 3 | 37 | Novo Mercado |
| 2021 | 64,7% | 25 | 10 | 16 | 3 | 39 | Novo Mercado |
| 2022 | 75,5% | 32 | 6 | 13 | 3 | 35 | Novo Mercado |
| 2023 | 83,3% | 39 | 5 | 7 | 3 | 32 | Novo Mercado |
| 2024 | 78,4% | 36 | 7 | 8 | 3 | 35 | Novo Mercado |
| 2025 | 87,3% | 40 | 2 | 9 | 3 | 31 | Novo Mercado |
Acionistas
5 Sim · 2 Não · 3 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaO Acordo de Acionistas (AA) vincula o exercício do direito de voto dos membros do Conselho de Administração que representem os Acionistas signatários, tendo em vista o disposto na Cláusula 4ª do Acordo de Acionistas, a qual estabelece que, caso qualquer das partes solicite Reunião Prévia ("RP"), os signatários ao AA definirão e vincularão o voto a ser proferido em Assembleia Geral ("AG") ou Reunião do Conselho de Administração. Desta forma, cada uma das Partes se obriga a comparecer e exercer o direito de voto de suas ações votando uniformemente, conforme estabelecido na respectiva RP. O AA prevê ainda em sua Cláusula 3.6 que as partes se obrigam a destituir qualquer Conselheiro, por elas respectivamente indicado, que deixar de cumprir as disposições e/ou a orientação de voto dada pelas partes de conformidade com AA, sendo nulas e de nenhum efeito eventuais deliberações que tenham sido tomadas em desacordo com tal orientação. A realização de RP visa facilitar o alinhamento entre os acionistas integrantes do bloco de controle contribuindo com a coerência e uniformidade das decisões na consecução do interesse social e realização do objeto social da Companhia, em estrita observância a obrigação prevista no artigo 154, §1º, da Lei 6.404/76. Adicionalmente, dos 9 (nove) Conselheiros efetivos que compõem o Conselho de Administração da Companhia, 4 (quatro) membros são independentes, em conformidade com os critérios de eleição de membro independente previsto no Regulamento do Novo Mercado, razão pela qual, seus votos não estão sujeitos ao AA vigente. Com relação aos órgãos de fiscalização e controle, não há vinculação do exercício do direito de voto, sendo que o Conselho Fiscal da Companhia é composto por 3 membros, sendo 1 deles eleito pelos acionistas minoritários. Destacamos também que o Acordo de Acionistas não vincula qualquer exercício do direito de voto dos Diretores. Para mais informações sobre o Acordo de Acionista da Cia vide versão arquivada no site de Relações com Investidores. |
Parcialmente |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaDesde a Assembleia Geral Extraordinária realizada em 30 de agosto de 2006, que aprovou a distribuição pública primária e secundária de ações de emissões da Companhia e o ingresso da Companhia no Novo Mercado, o Estatuto Social da Companhia, de forma clara e objetiva, estabelece mecanismo de proteção para aquisições oportunistas de parcelas representativas de mais de 10% do capital da Companhia, visando favorecer a dispersão acionária. |
Não |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia, em seu artigo 42, parágrafo 15º, prevê que os acionistas que votarem a favor de alteração estatutária que limite, exclua e/ou restrinja o mecanismo de proteção acionária, estarão obrigados a realizar oferta pública ("OPA") para aquisição das ações de emissão da Cia. A referida cláusula tem por objetivo garantir a efetividade da proteção conferida pela medida de defesa. Apesar de o parecer de orientação CVM nº 36/2009 afastar a aplicação das penalidades impostas aos acionistas que votarem pela alteração ou supressão, não se pode excluir a possibilidade de uma decisão arbitral vir a adotar entendimento contrário ao referido Parecer, condenando os acionistas que votarem a favor de realizar a OPA conforme o Estatuto Social. |
Não |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaAs regras sobre a realização da OPA e a determinação do preço de oferta estão descritas no Art. 42 parágrafo 2º. do Estatuto Social da Companhia, que prevê que o preço ofertado não poderá ser inferior ao maior valor entre (i) o valor econômico apurado através de laudos de avaliação, observado o disposto no Estatuto Social: (ii) o valor patrimonial constante do último balanço auditado da Companhia e (iii) a maior cotação unitária das ações de emissão da Companhia durante o período de 24 (vinte e quatro) meses anterior à realização da OPA na bolsa de valores em que houver o maior volume de negociações das ações de emissão da Companhia. Neste sentido, não há imposição de acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaNo que diz respeito ao item (i), a Companhia adota integralmente a prática recomendada, nos termos Art. 31 do Estatuto Social. No que diz respeito ao item (ii), apesar de os administradores, no cumprimento dos seus deveres fiduciários, proporem e apreciarem os termos e condições das reorganizações societárias e aumentos de capital para recomendação de aprovação pelos acionistas em Assembleias Gerais, não há no Estatuto Social da Companhia previsão da manifestação dos administradores sobre as operações assegurarem ou não tratamento justo e equitativo aos acionistas da Companhia. Há, contudo, previsão expressa no artigo 14, (xx) do Estatuto no sentido de o Conselho de Administração manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer OPA (o que inclui a mudança de controle decorrente de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações) por meio de parecer prévio fundamentado. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não dispõe de uma Política de Destinação de Resultados formalmente aprovada pelo Conselho de Administração. Contudo, a Política de Destinação dos Resultados adotada pela Companhia consta no item 3.4 do Formulário de Referência 2021. Adicionalmente, os principais critérios e parâmetros referentes a destinação de resultados e periodicidade de distribuição de dividendos são descritos nos artigos 27 ao 30 do Estatuto as práticas adotadas em relação à destinação do lucro líquido, dividendos e reservas estatutárias. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
6 Sim · 1 Não · 5 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaItem (i): conforme Capítulo IV, Seção II do Estatuto Social, é competência do Conselho de Administração da Positivo estabelecer a orientação geral dos negócios e decidir sobre questões estratégicas, visando o cumprimento de determinadas diretrizes, dentre elas, políticas e objetivos que pautam sua atuação sempre observando os princípios e cultura da Companhia. Cabe ao Conselho aprovar o Plano de Negócios da Companhia, visando estabelecer as diretrizes para os próximos anos na condução dos negócios pela Diretoria, assim como aprovar o orçamento anual da Companhia, de forma a definir a estratégia de negócio de curto prazo e determinar os ajustes necessários para atingir aderência ao plano de negócios de médio/longo prazo já definido. Item (ii): o gerenciamento de riscos é realizado pelo Conselho de Administração e pela Diretoria, por meio de uma detalhada Matriz de Riscos Corporativos, revista anualmente pela Administração, conforme processo relatado no capítulo 5.1 e 5.2 do Formulário de Referência da Companhia. A Companhia possui colaboradores designados para criar e executar a Matriz de Riscos Corporativos, com foco em controles internos e adequação às leis e políticas internas da Companhia, bem como realizar o acompanhamento dos planos de ação determinados pelo Conselho de Administração. Ao Conselho de Administração compete: aprovar a Matriz de Riscos, os Planos de Tratamento dos Riscos e o Planos de Contingência: aprovar o Apetite ao Risco e a Tolerância ao Risco para cada uma das categorias de risco e acompanhar periodicamente a Matriz de Riscos, os Planos de Tratamento dos Riscos e o Planos de Contingência. Item (iii): em seu Código de Conduta, cuja primeira versão foi aprovada pelo Conselho de Administração em 2009, com revisões realizadas em 2015 e 2019, a Companhia define seus valores e princípios éticos, bem como determina as diretrizes para nortear o relacionamento da Companhia perante órgãos públicos, fornecedores, parceiros, clientes, colaboradores e a sociedade em geral. Item (iv): o Conselho de Administração não possui uma periodicidade definida para revisão do sistema de governança corporativa, o fazendo sempre que identificada a necessidade de alteração e/ou revisão. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaNos termos do artigo 10, § 1º do Estatuto Social e do Regulamento do Novo Mercado, no mínimo 20% dos membros do Conselho de Administração da Companhia deverão ser conselheiros independentes, observada a definição estabelecida no Regulamento do Novo Mercado. Apesar de o Estatuto Social da Companhia não prever expressamente um percentual mínimo de membros externos do Conselho de Administração, atualmente Conselho de Administração é composto por 9 membros efetivos, com mandato anual, dos quais 4 (ou 44,44%) são membros independentes. A Companhia observa e adota as disposições referentes à avaliação da independência dos conselheiros de administração estabelecidas no Regulamento do Novo Mercado, segmento de listagem com alto grau de recomendações em boas práticas de governança. O Conselho de Administração avalia o enquadramento dos conselheiros aos critérios de independência por meio de manifestação inserida na proposta da administração referente à assembleia geral, na ocasião da indicação dos conselheiros para eleição, sem que tal aderência seja revista anualmente, mas sempre que se fizer necessária. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia ainda não aplica um processo estruturado que estabeleça uma política formal de indicação dos membros do Conselho de Administração. A Companhia submeterá para deliberação do Conselho de Administração um Política de Indicação de Membros do Conselho de Administração e de seus respectivos Comitês, que será finalizada dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaNesta data, a Companhia não possui um processo estruturado anual de avaliação do desempenho do Conselho de Administração e de seus comitês, do presidente do Conselho de Administração e seus conselheiros. Não obstante, o art. 5º do Regimento Interno do Conselho de Administração prevê que deve haver a reavaliação periódica de seus membros, para que haja ajustes na estrutura de composição do próprio Conselho, de forma a mantê-lo adequado ao atendimento das necessidades da Companhia e de outras atribuições exigidas dos Conselheiros, as quais estão indicadas no item 12.1 do FR da Companhia. Adicionalmente, a Política de Avaliação dos Administradores da Companhia se encontra atualmente em fase de elaboração e será finalizada dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia, em seu Estatuto Social (Art. 15, § 3º) prevê que a substituição de qualquer Diretor, no caso de ausência ou impedimento temporário, ou ainda por renúncia, morte ou incapacidade, será deliberada em Reunião do Conselho de Administração, podendo o Presidente do Conselho de Administração eleger interinamente um substituto. O plano de sucessão da Companhia não foi aprovado formalmente pelo Conselho, no entanto, as discussões e decisões da Companhia são compartilhadas e contam com o engajamento não só do Diretor-Presidente como dos demais membros da Diretoria e do Conselho de Administração, o que contribui para a continuidade da gestão da Companhia, na hipótese de eventual necessidade de sucessão. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaDe acordo com o programa de integração da Positivo, quando da indicação de membros para compor o Conselho de Administração da Companhia, a área Jurídica e a secretária do Conselho entram em contato com o respectivo membro para requerer os documentos e informações necessárias, bem como para apresentá-lo à Companhia, estabelecendo o canal de comunicação direto para esclarecer quaisquer dúvidas sobre o processo de eleição. Mediante a efetiva eleição: (i) os novos conselheiros passam a ter acesso ao sistema exclusivo de gestão das comunicações entre a Companhia e os principais administradores, de forma a garantir segurança e privacidade nas informações compartilhadas: (ii) os documentos relacionados à eleição também são celebrados e (iii) é compartilhada a agenda dos órgãos internos para os novos membros. Na primeira reunião presencial do Conselho de Administração, os novos membros são apresentados formalmente ao grupo e aos Diretores da Companhia, além da apresentação das instalações administrativas e principais indicadores de desempenho da Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. justificativa da empresaO Conselho de Administração possui Regimento Interno aprovado em reunião do próprio Conselho de Administração no dia 09 de março de 2007. As regras estabelecidas pelo referido Regimento estão descrita no item 12.1 do Formulário de Referência 2021. Atualmente, este regimento se encontra em fase de reestruturação e será finalizado dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. |
Parcialmente |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaSim, em atenção às medidas de governança corporativa as atas das reuniões do Conselho de Administração da Companhia são redigidas com a devida clareza de modo a registrar às respectivas tomadas de decisões das pessoas presentes. |
Sim |
Diretoria
4 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaA Companhia não possui uma política formalizada de gerenciamento dos riscos. O gerenciamento de tais riscos é realizado pelo Conselho de Administração e pela Diretoria, por meio de uma detalhada Matriz de Riscos Corporativos que é aprovada pelo Conselho de Administração e parte da Diretoria Estatutária. Em vista das rotinas de acompanhamento dos riscos pelos órgãos da Administração, entende-se que o gerenciamento de tais riscos tem sido satisfatório. Para mais informações, ver item 5.1 do Formulário de Referência 2021. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Companhia não possui regimento interno próprio para a Diretoria. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaConforme mencionado no item 2.4.1, a Companhia não possui mecanismo formal de avaliação. No entanto, as avaliações do Diretor Presidente e dos demais Diretores são realizadas durante todo o exercício social, com objetivo de verificar se foram atingidas as metas individuais pré-estabelecidas, todas relativas à performance da respectiva área e da Companhia. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaConforme mencionado no item 2.4.1, a Companhia não possui mecanismo formal de avaliação. No entanto, a Administração da Companhia sempre avalia, nos casos de promoção ou desligamento dos executivos, as práticas, experiências e desempenho, sendo observados, ainda: os debates havidos nas matérias discutidas, sua contribuição ativa no processo decisório, seu comprometimento com o exercício de suas funções, e assiduidade nas reuniões durante o mandato. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Remuneração, no entanto a mesma ainda não foi formalmente aprovada pelo Conselho de Administração e divulgada, sendo que tal Politica se encontra atualmente em fase de elaboração e será finalizada dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. No entanto, as regras de remuneração individual dos Administradores estão estabelecidas no capítulo 13 do Formulário de Referência, sendo que a remuneração é examinada anualmente pelo Conselho de Administração e está atrelada às metas de sua área e da Companhia. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração concedida aos membros da Diretoria da Companhia, estatutária e não estatutária, é constituída por uma remuneração mensal fixa, uma remuneração variável paga anualmente atrelada ao desempenho do diretor e condicionada ao cumprimento de determinadas metas de sua (s) área (s) e da Companhia. A estrutura de remuneração dos administradores da Companhia foi desenvolvida com o objetivo de atender às necessidades estratégicas do negócio, de modo a atrair, reter e motivar um quadro de administradores de alto nível incentivando o comprometimento com os resultados de curto, médio e longo prazos da Companhia. Ademais, a composição da remuneração visa assegurar a competitividade do pacote total de remuneração comparado com as condições do mercado, de forma a garantir a retenção e a motivação dos administradores. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA composição da remuneração da diretoria da Companhia, inclusive montantes, é avaliada e recomendada pela área de Recursos Humanos, validada pelo Conselho de Administração e, posteriormente, submetida e aprovada anualmente para deliberação em Assembleia Geral, em conformidade com este item. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
5 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Positivo não possui um comitê de auditoria estatutário, porem o Conselho de Administração auxilia no assessoramento correlacionado ao desempenho e qualidade das demonstrações contábeis, tanto internos, quanto no de gerenciamento de riscos, contando com o trabalho dedicado de Controladoria realizado internamente. A Positivo possui um Conselho Fiscal ao qual compete desempenhar as atribuições previstas no art. 163 da Lei nº 6.404/76, e nas demais normas que lhe são aplicáveis, sempre no interesse da Companhia. No entanto, a Companhia está se estruturando para assegurar a implantação de comitê de auditoria dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaApesar de não estar formalmente aprovado em ata pelo Conselho de Administração a Companhia adota a prática de não contratar serviços extra auditoria dos auditores independentes. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Controladoria é responsável pela implementação das boas práticas e pela eficiência dos controles internos, em concordância com as normas contábeis aplicáveis, assim como pela elaboração das Demonstrações Financeiras. Essa área está subordinada à Vice-Presidência de Finanças e RI, que tem a responsabilidade de revisão final das demonstrações financeiras, para posterior envio aos órgãos de governança, quais sejam, o Conselho Fiscal e o Conselho de Administração, para a devida aprovação. A eficiência dos controles é avaliada com base na matriz de risco da Companhia, supervisionada pela Diretoria de Controladoria e pela Vice-Presidência Financeira e de Relações com Investidores. Avalia-se o grau do risco, possíveis efeitos monetários de deficiências e plano de ação. Adicionalmente tais controles sofrem avaliação trimestral realizada por nossos auditores independentes com a revisão das principais operações e controle das atividades realizadas. A Administração acredita que os controles internos da Companhia sobre os relatórios financeiros são eficazes. No entanto, a Companhia está se estruturando para assegurar a implantação de comitê de auditoria e área de auditoria interna dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente a recomendação uma vez que a política de gerenciamento de riscos não foi aprovada formalmente pelo Conselho de Administração. A Companhia formalizará uma Política de Gestão de Riscos, buscando consolidar em documento as suas práticas já adotadas e descritas no item 5 do Formulário de Referência e a organização de sua governança para o tema, que será finalizada dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. De qualquer forma, a Companhia segue dando robustez ao seu Programa de Compliance |
Parcialmente |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração e seus órgãos de assessoramento, o Conselho Fiscal e a Diretoria da Companhia, fazem o acompanhamento dos negócios e condutas, desempenhando funções relativas ao gerenciamento de riscos e de controles internos de acordo com as suas respectivas funções. O Conselho de Administração é órgão responsável por examinar e avaliar os relatórios anuais da Auditoria Independente e da Diretoria. A Diretoria da Companhia é responsável pelo processo onde o risco é identificado, avaliando o grau de impacto versus probabilidade de ocorrência para cada risco identificado, para então definir o melhor instrumento de proteção. Os controles referentes à preparação e divulgação das demonstrações financeiras são executados sob a supervisão dos Diretores e sob a responsabilidade do Diretor Financeiro da Companhia, para fornecer segurança razoável quanto à confiabilidade do processo de preparação e divulgação dos relatórios e demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro. Maiores informações sobre a estrutura de gerenciamento de riscos e controles internos adotados pela Companhia são apresentadas na Seção 5 do Formulário de Referência. Adicionalmente, a Companhia está estruturando a Politica de Gerenciamento de Riscos, implantação de Comitê de Auditoria e área de auditoria interna, com função de controles internos e gerenciamento de riscos, que será finalizado dentro do prazo de adequação concedido pelo Regulamento do Novo Mercado, ou seja, até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2022, conforme aplicação de prazo concedida pelo Oficio Circular de 07.04.2020. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Positivo, por meio dos seus gestores e diretores, realiza periodicamente avaliações para verificação da eficácia das medidas e dos sistemas de gerenciamentos de ricos de controle interno. A Positivo também disponibiliza auditores independentes para garantir, a segurança e eficácia dos componentes aplicados. A Companhia possui Programa de Integridade que busca a ética, a transparência e a integridade como pilares que norteiam a condução dos negócios da Positivo Tecnologia, assim como todos os colaboradores, parceiros de negócios ou aqueles que nos representam devem observar e respeitar as diretrizes, os propósitos e os princípios descritos nas Políticas que fazem parte do nosso Programa de Integridade. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
5 Sim · 4 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaO Comitê de Ética da Positivo Tecnologia (Comitê) é um órgão autônomo de caráter deliberativo subordinado ao Presidente da Positivo Tecnologia, responsável pelo cumprimento dos valores e diretrizes contidos no Código de Conduta (Código), assim como pela promoção das ações necessárias à divulgação e utilização do canal de denúncias denominado Canal Aberto. O Comitê tem competência para normatizar, supervisionar o processo de apuração, assim como deliberar sobre as denúncias e/ou relatos de não conformidades relacionados ao Código de Conduta e ao Canal Aberto da Positivo Tecnologia. Todas as questões referentes ao conteúdo do Código de Ética serão analisadas com imparcialidade e sigilo pelo respectivo Comitê, o qual investigará os relatos, garantirá a uniformidade dos critérios, responsabilizando-se pela definição dos casos não previstos e pelo bom funcionamento do Canal Aberto. Em 2018 foi constituído pelo Conselho de Administração o Comitê de Compliance. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaA Companhia possui Código de Conduta, cuja primeira versão foi aprovada pelo Conselho de Administração em 2009, com revisões realizadas em 2015 e 2019, que prevê de forma clara os princípios éticos que fundamentam a atuação da Positivo, seus colaboradores, administradores e parceiros, disciplinando as relações internas e externas da Companhia, casos de conflito de interesses, bem como estabelece um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. De forma complementar e devidamente mencionado no Código de Conduta, a Política de Divulgação de Ato e Fato Relevante de Negociação de Valores Mobiliários da Companhia estabelece controles que viabilizam o monitoramento das negociações realizadas, não havendo, contudo, previsão expressa de abstenção do membro do Conselho de Administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, em casos de conflito de interesses. Por fim, com o fim de evitar conflitos de interesse, a Companhia também dispõe no regimento interno do Conselho de Administração, o qual prevê que, nos casos em que haja Conselheiros com interesses conflitados com os da Companhia, este deverá se abster de discutir e votar a matéria ora deliberada (Art. 5º do Regimento Interno do Conselho de Administração) |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaSeguindo os padrões éticos e de integridade a Positivo disponibiliza o Canal Aberto Positivo como uma ferramenta segura e vinculada a uma empresa independente, por meio da qual pode ser relatado - de forma absolutamente sigilosa e confidencial - comportamentos ou situações que violem o Código de Conduta, a Política corporativa de Prevenção à Corrupção e demais políticas e normas internas do Positivo, ou mesmo as legislações vigentes. O Canal Aberto positivo pode ser acessado através do link: www.positivotecnologia.com.br/canalaberto ou pelo número 0800 724 8337, também disponível na página de RI da Companhia (https://ri.positivotecnologia.com.br/governanca-corporativa/programa-de-integridade/) Toda manifestação recebida é tratada com confidencialidade e os manifestantes de boa-fé são protegidos contra retaliação. O canal de denúncias é operado pela Hello Ethics de forma independente, anônima, confidencial e imparcial, sendo que a forma de apuração das denúncias é feito pelo Comitê de Ética ou pelo Comitê de Compliance, conforme o tema da denúncia. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia define, em seu artigo 14, as matérias cuja apreciação e aprovação é de competência do Conselho de Administração, da mesma forma o Capitulo IV, seção III, descreve, de forma individual e detalhada, as atribuições de cada um dos cargos da diretoria executiva da Companhia. Adicionalmente há alçadas internas de decisão para as aprovações de negócios da gestão, mecanismo este que busca minimizar possíveis focos de conflitos de interesses. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Código de Conduta da Companhia prevê que os colaboradores devem ter uma atuação profissional, ética e isenta. Essa conduta inclui proteger os objetivos da empresa nas decisões e escolhas de negócios. Toda contratação de pessoas deverá ser previamente submetida à avaliação da área de Recursos Humanos. A participação de parentes e colegas de colaboradores em processos seletivos não deverá, em hipótese nenhuma, ser fator influenciador na escolha do candidato. Em algumas situações, como negociações com parceiros e clientes, pode haver conflito de interesses com o trabalho, o que deve ser evitado. A Companhia está elaborando uma política formal de Conflito de Interesses, que deverá estar em vigor até a AGO de 2022, conforme o prazo legal de adequação a Regulamento ao Novo Mercado e prorrogação do prazo pelo Oficio Circular de abril de 2020. |
Não |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaOs conflitos de interesse devem ser denunciados pelos acionistas, em assembleia, conforme disposto no artigo 115 da Lei nº 6.404/76 devendo o acionista exercer o direito a voto no interesse da Companhia: considerando-se abusivo o voto exercido com o fim de causar dano à Companhia ou a outros acionistas, ou de obter, para si ou para outrem, vantagem a que não faz jus e de que resulte, ou possa resultar, prejuízo para a Companhia ou para outros acionistas. Não sendo possível resolver o conflito, deverá ser submetido a câmara de arbitragem ou ao judiciário, conforme o caso. Observando-se as determinações estabelecidas da CVM a respeito da atuação da mesa das assembleias na hipótese de flagrantes conflitos. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia não define quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo Conselho de Administração. A Companhia aprovará uma Política de Partes Relacionadas até a Assembleia Geral ordinária de 2022, conforme o prazo legal para adequação ao Regulamento do Novo Mercado. |
Não |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia não possui Política de Transações com Partes Relacionadas formalmente aprovada e divulgada. Não obstante, a Positivo respeita e adota medidas de governança corporativa, seguindo todas as disposições referentes à sua obrigação de divulgar quaisquer transações com partes relacionadas, em conformidade com o artigo 247 da Lei das S.A. e com a Instrução CVM nº 552, de 09 de outubro de 2014 ("Instrução CVM 552"). Adicionalmente, a Companhia realiza a divulgação das informações sobre as transações com partes relacionadas por meio de suas demonstrações contábeis periódicas, e dos itens 16.2 e 16.3 deste Formulário de Referência, conforme dispostos em seu website: https://ri.positivotecnologia.com.br. A Companhia aprovará uma Política de Partes Relacionadas até a Assembleia Geral ordinária de 2022, conforme o prazo legal para adequação ao Regulamento do Novo Mercado. |
Não |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaSim, a Companhia possui "Política De Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes E De Negociação de Valores Mobiliários de Emissão" devidamente aprovada pelo Conselho de Administração, e disponibilizada para consulta na página de Relações com Investidores da Companhia, na https://ri.positivotecnologia.com.br/governanca-corporativa/politica-de-divulgação/. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui Política Corporativa de Prevenção à Corrupção, regras claras e objetivas em relação a pedidos de contribuições e doações, disponibilizada para consulta na página de Relação com Investidores da Companhia: https://ri.positivotecnologia.com.br/governanca-corporativa/programa-de-integridade/. Ademais, toda e qualquer doação realizada pela Companhia deve ser previamente aprovada por meio processo de engajamento do Compliance da Companhia. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaConforme a Política Corporativa de Prevenção à Corrupção, aprovada previamente pelo Conselho de Administração em abril de 2018, qualquer doação deverá ser aprovada pelo Comitê de Compliance. |
Parcialmente |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei.
justificativa da empresaConforme a Política Corporativa de Prevenção à Corrupção da Companhia, quaisquer doações ou contribuições a serem realizadas pela Positivo para Agentes Públicos ou PEPs devem ser (i) permitidas por lei ou ato normativo competente: (ii) transparentes, ou seja, a identidade do destinatário e o uso pretendido da doação têm de estar claramente definidos, bem como o motivo e a finalidade da doação têm de ser justificados, comprovados e documentados pela área responsável pela doação: (iii) realizadas mediante encaminhamento prévio e aprovação expressa do Comitê de Compliance. |
Não |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE SILVEIRA DIAS IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | 1 ano |
| FERNANDO COSTA DE FREITAS IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | 1 ano |
| GIEM RADUY GUIMARÃESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | 1 ano |
| HELIO BRUCK ROTENBERGGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | 1 ano |
| RAFAEL MOIA VARGASGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | 1 ano |
| RAYMUNDO DE SÁ PEIXOTO JUNIORGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/05/2026 | 1 ano |
| RODRIGO CESAR FORMIGHIERIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | 1 ano |
| SAMUEL FERRARI LAGOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2025 | 1 ano |
| SHIN TOUNG FARIA LAI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | 1 ano |
Diretoria 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| FABIO TRIERWEILER FAIGLEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2025 | 2 anos |
| HELIO BRUCK ROTENBERGGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 29/04/2025 | 2 anos |
| MARIELVA ANDRADE SILVA DIASGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2025 | 2 anos |
| NORBERTO MARASCHIN FILHOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2025 | 2 anos |
| RODRIGO GUERCIO TEIXEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2025 | 2 anos |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CARLOS EDUARDO ANNIBELLI BARONGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | 1 ano |
| CARLOS TORTELLIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | 1 ano |
| IRINEU HOMANGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | 1 ano |
| MARCIO CORRADI LEONIGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | 1 ano |
| MICHEL YOUSSIF CHAOWICHEGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | 1 ano |
| PEDRO CARVALHO ARAUJO TAVARESGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | 1 ano |
Comitês 6 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ALEXANDRE SILVEIRA DIASGin | — |
| RAFAEL MOIA VARGASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RODRIGO CESAR FORMIGHIERIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDUARDO MORMINOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUSTAVO KEHL JOBIMGin | — |
| JOÃO RAMOS DE ALMEIDAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RAYMUNDO DE SÁ PEIXOTO JUNIORGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Novos Negócios
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ALEXANDRE SILVEIRA DIASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANDRÉ KRIGERGin | — |
| FERNANDO COSTA DE FREITASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GIEM RADUY GUIMARÃESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RAYMUNDO DE SÁ PEIXOTO JUNIORGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Gente
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FERNANDO COSTA DE FREITASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GIEM RADUY GUIMARÃESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUILHERME ALBERTO WOODS SOARES CAVALIERIGin | — |
| HELIO BRUCK ROTENBERGGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RAYMUNDO DE SÁ PEIXOTO JUNIORGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Marketing e Comunicação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GIEM RADUY GUIMARÃESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| HELIO BRUCK ROTENBERGGin | — |
Membro de Estratégia e Novos Negócios
| Nome | Cargo |
|---|---|
| HELIO BRUCK ROTENBERGGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 8 | 5 |
| Salário ou pró-labore | 350.217 | 2.472.997 | 8.401.454 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 0 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 5.070.863 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 190.584 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 350.217 | 2.663.581 | 13.472.317 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 14/05/2025 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 01/03/2025 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 03/05/2024 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2021 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2022 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2021 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000707 | Nacional | 31/03/2018 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2022 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2021 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 18/05/2020 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 31/03/2018 |
| 2022 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2021 |
| 2022 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000129 | Nacional | 18/05/2020 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 31/03/2018 |
| 2021 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000129 | Nacional | 18/05/2020 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 05/05/2015 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 05/05/2015 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 05/05/2015 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000988 | Nacional | 01/01/2012 → 04/05/2015 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 05/05/2015 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000988 | Nacional | 01/01/2012 → 04/05/2015 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 05/05/2015 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 26/03/2007 → 31/12/2011 |
| 2016 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000988 | Nacional | 01/01/2012 → 04/05/2015 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 05/05/2015 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 26/03/2007 → 31/12/2011 |
| 2015 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000988 | Nacional | 01/01/2012 → 04/05/2015 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 26/03/2007 → 31/12/2011 |
| 2014 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000988 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 26/03/2007 → 31/12/2011 |
| 2013 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000988 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 26/03/2007 |
| 2011 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 26/03/2007 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000707 | Nacional | 26/03/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 3 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 4 | 1 |
| 2022 | 3 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 1 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 3 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 39.690 |
| Acionistas pessoa jurídica | 104 |
| Investidores institucionais | 143 |
| Ações ordinárias em circulação | 69.153.195 (48,77%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 69.153.195 (48,77%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 04/10/2019 | 0 | 71.000.000 | 0 | 71.000.000 |
| Capital Integralizado | 30/12/2025 | 1.465.068.000 | 141.800.000 | 0 | 141.800.000 |
| Capital Subscrito | 30/12/2025 | 1.486.068.000 | 141.800.000 | 0 | 141.800.000 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 9 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| GIEM RADUY GUIMARÃES | Membro do Conselho de Administração | LUCAS RADUY GUIMARÃES | Presidente do Grupo Positivo Educacional e Controlador da Positivo Tecnologia | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| GIEM RADUY GUIMARÃES | Membro do Conselho de Administração | ORIOVISTO GUIMARÃES | Controlador | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| GIEM RADUY GUIMARÃES | Membro do Conselho de Administração | SOFIA GUIMARÃES VON RIDDER | Controladora | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| RAFAEL MOIA VARGAS | Membro do Conselho de Administração | CIXARES LIBERO VARGAS | Controlador | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| RODRIGO CESAR FORMIGHIERI | Membro do Conselho de Administração | DANIELA CESAR FORMIGHIERI RIGOLINO | Controlador | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| RODRIGO CESAR FORMIGHIERI | Membro do Conselho de Administração | ISABELA CESAR FORMIGHIERI | Controlador | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| SAMUEL FERRARI LAGO | Membro do Conselho de Administração | PAULO FERNANDO FERRARI LAGO | Controlador | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| SAMUEL FERRARI LAGO | Membro do Conselho de Administração | SAMUEL RAMOS LAGO | Controlador | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| SAMUEL FERRARI LAGO | Membro do Conselho de Administração | THAIS SUSANA FERRARI LAGO | Controlador | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 16 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| GIEM RADUY GUIMARÃES | Membro do Conselho de Administração | ACC BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COMPUTADORES LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| GIEM RADUY GUIMARÃES | Membro do Conselho de Administração | Informática Fueguina S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| GIEM RADUY GUIMARÃES | Membro do Conselho de Administração | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Controlador Direto | Controle |
| HELIO BRUCK ROTENBERG | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | ACC BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COMPUTADORES LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| HELIO BRUCK ROTENBERG | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | Informática Fueguina S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| HELIO BRUCK ROTENBERG | Membro do Conselho de Administração e Diretor Presidente | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Controlador Direto | Controle |
| RAFAEL MOIA VARGAS | Membro do Conselho de Administração | ACC BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COMPUTADORES LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| RAFAEL MOIA VARGAS | Membro do Conselho de Administração | Informática Fueguina S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| RAFAEL MOIA VARGAS | Membro do Conselho de Administração | PBG Rwanda Limited | Controlada Indireta | Controle |
| RAFAEL MOIA VARGAS | Membro do Conselho de Administração | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Controlador Direto | Controle |
| RODRIGO CESAR FORMIGHIERI | Membro do Conselho de Administração | ACC BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COMPUTADORES LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| RODRIGO CESAR FORMIGHIERI | Membro do Conselho de Administração | INFORMÁTICA FUEGUINA S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| RODRIGO CESAR FORMIGHIERI | Membro do Conselho de Administração | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| SAMUEL FERRARI LAGO | Membro do Conselho de Administração | ACC BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COMPUTADORES LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| SAMUEL FERRARI LAGO | Membro do Conselho de Administração | INFORMÁTICA FUEGUINA S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| SAMUEL FERRARI LAGO | Membro do Conselho de Administração | POSITIVO TECNOLOGIA S.A. | Controlador Direto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 1 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Rosch Administração de Bens Ltda | Sócios em comum | 30/06/2006 | 7.304.105 | — | — | 0,0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.630 | 1.568 | 1.815 | 1.880 | 1.760 | 1.919 | 1.823 | 1.734 | 1.790 | 1.945 | 2.825 | 3.754 | 4.200 | 4.582 | 4.467 | 4.474 |
| Ativo circulante | 1.408 | 1.273 | 1.464 | 1.518 | 1.376 | 1.551 | 1.415 | 1.411 | 1.419 | 1.472 | 2.211 | 3.120 | 3.430 | 3.575 | 2.968 | 2.821 |
| Caixa e equivalentes | 90 | 157 | 116 | 165 | 224 | 555 | 478 | 388 | 393 | 461 | 544 | 359 | 427 | 591 | 567 | 618 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 623 | 562 | 590 | 500 | 481 | 278 | 288 | 276 | 235 | 259 | 698 | 763 | 1.132 | 1.326 | 861 | 741 |
| Estoques | 541 | 412 | 625 | 661 | 480 | 394 | 468 | 507 | 535 | 494 | 646 | 1.690 | 1.391 | 1.256 | 1.096 | 1.138 |
| Tributos a recuperar | 119 | 62 | 69 | 113 | 118 | 190 | 101 | 142 | 129 | 125 | 221 | 176 | 362 | 304 | 301 | 193 |
| Despesas antecipadas | 18 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 87 | 132 | 163 | 168 | 206 | 204 | 232 | 150 | 193 | 206 | 338 | 340 | 384 | 502 | 766 | 795 |
| Investimentos | 5 | 0 | 0 | 43 | 59 | 42 | 65 | 54 | 48 | 73 | 92 | 114 | 164 | 227 | 257 | 276 |
| Imobilizado | 59 | 73 | 85 | 62 | 51 | 53 | 52 | 57 | 51 | 89 | 86 | 93 | 111 | 147 | 155 | 145 |
| Intangível | 71 | 89 | 102 | 89 | 68 | 70 | 59 | 62 | 79 | 105 | 98 | 87 | 111 | 131 | 321 | 436 |
| Passivo circulante | 783 | 783 | 1.057 | 1.011 | 770 | 1.101 | 1.073 | 1.091 | 1.112 | 1.179 | 1.371 | 1.938 | 1.773 | 1.934 | 1.503 | 1.668 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 26 | 34 | 40 | 33 | 35 | 18 | 23 | 20 | 18 | 20 | 33 | 38 | 43 | 51 | 106 | 118 |
| Fornecedores | 250 | 282 | 417 | 397 | 311 | 283 | 340 | 486 | 449 | 384 | 562 | 1.186 | 594 | 823 | 658 | 692 |
| Dívida de curto prazo | 305 | 288 | 400 | 387 | 250 | 667 | 538 | 440 | 519 | 602 | 461 | 400 | 656 | 695 | 341 | 454 |
| Passivo não circulante | 161 | 166 | 118 | 223 | 329 | 241 | 191 | 137 | 168 | 232 | 421 | 635 | 1.020 | 1.051 | 1.318 | 1.230 |
| Dívida de longo prazo | 100 | 116 | 80 | 167 | 269 | 182 | 141 | 92 | 91 | 110 | 302 | 500 | 876 | 691 | 942 | 820 |
| Patrimônio líquido | 686 | 619 | 640 | 646 | 661 | 576 | 559 | 506 | 510 | 535 | 1.033 | 1.182 | 1.406 | 1.596 | 1.646 | 1.576 |
| Receita líquida | 2.328 | 2.081 | 2.195 | 2.567 | 2.332 | 1.843 | 1.746 | 1.914 | 1.951 | 1.915 | 2.192 | 3.365 | 4.993 | 3.927 | 3.688 | 3.355 |
| EBIT | 116 | -53 | 62 | 75 | 87 | -62 | 121 | 39 | 75 | 99 | 278 | 303 | 625 | 509 | 310 | 230 |
| Lucro líquido | 89 | -68 | 30 | 16 | 23 | -80 | 9 | -48 | -0 | 21 | 196 | 203 | 306 | 251 | 85 | 12 |
| Fluxo de caixa operacional | -154 | 191 | -40 | 44 | 167 | 81 | 69 | 113 | -65 | -4 | -224 | -146 | -330 | 541 | 529 | 298 |
| Fluxo de caixa de investimento | -48 | -65 | -65 | -29 | -15 | -58 | -37 | -43 | -11 | -32 | -43 | -67 | -156 | -161 | -287 | -177 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 284 | -59 | 65 | 40 | -92 | 310 | -105 | -160 | 80 | 103 | 352 | 29 | 552 | -215 | -263 | -72 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,21 | 21,17 | 21,32 | 21,35 | 21,29 | 21,38 | 21,32 | 21,27 | 21,31 | 21,39 | 21,76 | 22,05 | 22,16 | 22,25 | 22,22 | 22,22 |
| Tamanho (receita) | 21,57 | 21,46 | 21,51 | 21,67 | 21,57 | 21,33 | 21,28 | 21,37 | 21,39 | 21,37 | 21,51 | 21,94 | 22,33 | 22,09 | 22,03 | 21,93 |
| Alavancagem | 0,25 | 0,26 | 0,26 | 0,29 | 0,30 | 0,44 | 0,37 | 0,31 | 0,34 | 0,37 | 0,27 | 0,24 | 0,36 | 0,30 | 0,29 | 0,28 |
| Liquidez corrente | 1,80 | 1,63 | 1,38 | 1,50 | 1,79 | 1,41 | 1,32 | 1,29 | 1,28 | 1,25 | 1,61 | 1,61 | 1,93 | 1,85 | 1,97 | 1,69 |
| ROA | 0,05 | -0,04 | 0,02 | 0,01 | 0,01 | -0,04 | 0,00 | -0,03 | -0,00 | 0,01 | 0,07 | 0,05 | 0,07 | 0,05 | 0,02 | 0,00 |
| ROE | 0,13 | -0,11 | 0,05 | 0,02 | 0,04 | -0,14 | 0,02 | -0,09 | -0,00 | 0,04 | 0,19 | 0,17 | 0,22 | 0,16 | 0,05 | 0,01 |
| Margem líquida | 0,04 | -0,03 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | -0,04 | 0,01 | -0,02 | -0,00 | 0,01 | 0,09 | 0,06 | 0,06 | 0,06 | 0,02 | 0,00 |
| Caixa / ativos | 0,06 | 0,10 | 0,06 | 0,09 | 0,13 | 0,29 | 0,26 | 0,22 | 0,22 | 0,24 | 0,19 | 0,10 | 0,10 | 0,13 | 0,13 | 0,14 |
| Tangibilidade | 0,04 | 0,05 | 0,05 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,05 | 0,03 | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 28/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |