FRASLE MOBILITY S.A.
CNPJ 88610126000129 · código CVM 6211Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças |
| Listagem na B3 (início) | 20/07/1977 |
| Segmento B3 atual | Nível 1 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 85,1% |
| Auditor independente (2026) | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda |
| Site / Relações com Investidores | ri.fraslemobility.com ↗ |
Respostas no ano 2019
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 53,2% | 23 | 20 | 4 | 7 | 34 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2020 | 62,8% | 28 | 16 | 3 | 7 | 32 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2021 | 75,0% | 34 | 11 | 1 | 8 | 29 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2022 | 82,6% | 37 | 7 | 2 | 8 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2023 | 82,6% | 37 | 7 | 2 | 8 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2024 | 85,1% | 39 | 6 | 2 | 7 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2025 | 85,1% | 39 | 6 | 2 | 7 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
Acionistas
4 Sim · 3 Não · 0 Parcialmente · 5 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaA Companhia possui Acordo de Acionistas, participa de acordo de acionista celebrado em 25 de abril de 2016, entre os acionistas GIF V PIPE Fundo de Investimentos em Participações (Gávea) e a controladora Randon S.A. Implementos e Participações, que vigorará pelo prazo de 10 (dez) anos, cujos principais termos estão descritos no item 15.5 do Formulário de Referência da Companhia. O referido Acordo, que possui caráter transitório, estabelece entre as principais definições, que a Companhia ou a Controladora comunicarão previamente o GIF sobre a intenção de submeter determinadas matérias constantes no acordo, submetidas à apreciação da Assembleia Geral ou do Conselho de Administração, bem como, a intenção de voto, o qual poderá solicitar esclarecimentos adicionais ou reuniões com os representantes da Controladora e/ou a diretoria da Companhia, a fim de possibilitar a tomada de decisão pelo GIF a respeito da matéria a ser deliberada. Dessa forma a Companhia entende que a controladora está efetivamente exercendo o controle, nos termos do Artigo 116 da Lei das S.A., e se compromete, nos termos em que ficar deliberado nas reuniões prévias, a votar de maneira uniforme e permanente em todas as matérias de competência da Assembleia Geral e, através dos Conselheiros de Administração e Diretores eleitos. |
Não |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaApesar de não existir uma previsão estatutária específica para manifestação do conselho de administração em relação a qualquer OPA, tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, por meio de parecer fundamentado, as práticas atualmente adotadas pela Companhia estão de acordo com a legislação vigente aplicável. |
Não |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia não possui uma política formal definida e aprovada pelo Conselho de Administração para regular a destinação de resultados. No entanto, a prática atual da Companhia de retenção de lucros e distribuição de dividendos, conforme o previsto nos artigos 37 a 39 de seu estatuto social, que prevê que o valor correspondente a 25% (vinte e cinco) do lucro líquido seja distribuído aos acionistas com dividendo mínimo obrigatório. Além dos dividendos mínimos obrigatórios, o Estatuto Social prevê a possibilidade de distribuir dividendos à conta de reservas de lucros ou lucros semestrais, sem prejuízo do crédito e pagamento de juros sobre o capital próprio, os quais podem ser imputados aos dividendos. Ainda, a Companhia informa que a regra de retenção de lucros e distribuição de dividendos, bem como a prática da Companhia, é divulgada anualmente em seu Formulário de Referência, no item 3.4. A Companhia entende que a prática de destinação de resultados que vem sendo adotada ao longo dos anos é adequada para as características econômico-financeiras do negócio, respeitando a necessidade de geração de caixa e investimentos. E que tal prática, divulgada anualmente no Formulário de Referência é suficiente para garantir o amplo conhecimento de todos os interessados, incluindo acionistas e investidores. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
4 Sim · 6 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaConforme o previsto no artigo 23 do estatuto social da Companhia, compete ao Conselho de Administração fixar a orientação geral dos negócios da Companhia, aprovar planos de desenvolvimento e investimentos necessários para sua execução, aprovar os orçamentos anuais e plurianuais e acompanhar em caráter permanente o desenvolvimento e desempenho da Companhia, através da fiscalização da gestão e atuação da Diretoria. A atuação do Conselho de Administração da Companhia busca a consecução dos interesses de longo prazo da Companhia e seus acionistas, visando à perenidade da Companhia e a criação de valor no longo prazo conciliada a uma gestão dos riscos inerentes à forma de atuação da Companhia. A Companhia possui uma Política de Gestão de Riscos aprovada pelo Conselho de Administração, em 2017, a qual pode ser acessada através do website: http://ri.fras-le.com.br/governanca-corporativa/estatutos-codigos-e-politicas. Assim, o Conselho de Administração considera os impactos das atividades e visa à perenidade da Companhia. A avaliação periódica da exposição da Companhia aos riscos e à eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos está prevista para ocorrer anualmente, conforme a Política de Gestão de Riscos e os valores e os princípios éticos da Companhia que constam do Código de Conduta Ética, cuja última consolidação foi aprovada pelo Conselho de Administração em maio de 2016, e a última alteração aprovada em 2018. Conforme a Política de Gestão de Riscos da Companhia, cabe à Área de Ética, Compliance e Riscos manter a Diretoria e o Comitê Executivo (não estatutário) regularmente informados sobre os riscos que a Companhia está sujeita, devendo o Comitê Executivo realizar uma avaliação contínua da adequação e da eficácia do modelo de gestão de riscos. Os resultados das avaliações são reportados pela Diretoria ao Conselho de Administração. Os princípios e valores éticos da Companhia, bem como qualquer alteração referente a estes, são aprovados pelo Conselho de Administração, que zela pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com as partes interessadas. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO estatuto social da Companhia não estabelece que o Conselho de Administração seja composto, em sua maioria, por membros externos tendo, no mínimo, um terço de membros independentes. A Companhia não possui uma política de indicação de membros da administração formalmente aprovada pelo Conselho de Administração. Atualmente, o Conselho de Administração da Companhia é composto 5 (cinco) membros, sendo 3 (três) conselheiros externos. Dentre os 3 (três) conselheiros externos, 2 (dois) são classificados como independentes, pelo conceito trazido no Código de Governança Corporativa. A Companhia entende que a prática atual, além de estar em conformidade com o previsto na lei e na regulamentação aplicável, é adequada ao seu porte e estrutura, bem como pelo bom histórico de atuação, não comprometendo a independência e isenção do Conselho de Administração. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaO processo para a indicação dos membros do Conselho de Administração está em conformidade com a Lei das Sociedades por Ações, com a regulação da CVM, Regulamento de Listagem do Nível 1 e com o estatuto social da Companhia. De forma que os candidatos são indicados tendo em vista sua disponibilidade, adequação ao cargo e alinhamento com os interesses da Companhia. Ademais, a Companhia entende que o processo atual de indicação e eleição dos membros do Conselho de Administração é suficiente para garantir membros de perfil diversificado, e tamanho que permita a criação de comitês, o debate efetivo de ideias e a tomada de decisões técnicas, isentas e fundamentadas e, ao mesmo tempo, não ocasionar um custo significativo para a Companhia, nem dificultar a tomada de decisões. Ainda, a Companhia esclarece que tem como prática, possuir membros externos na composição do Conselho de Administração, visando à representação e defesa dos interesses de seus acionistas minoritários neste órgão de decisão colegiada. Respeitadas as disposições legais, que permitem aos minoritários participar deste órgão colegiado, o acionista controlador tem a prerrogativa da indicação da maioria dos membros do Conselho de Administração. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia não possui processo formal de avaliação do desempenho do Conselho de Administração, nem do presidente e demais membros do Conselho de Administração, individualmente considerados. Tendo em conta a estrutura societária da Companhia, a forma e a composição do Conselho de Administração, bem como as premissas de competência, experiência e senioridade dos seus membros, a Companhia entende que são dispensadas avaliações formais de seus membros. Ademais, a Companhia cumpre com as exigências previstas na legislação aplicável e no Regulamento do Nível 1 de Governança Corporativa. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA sucessão do Diretor-presidente da Companhia é definida pelo Conselho de Administração em conformidade com as orientações do acionista controlador, tendo em vista assegurar que a gestão disponha de profissionais, cuja experiência profissional e competências contribuam para o bom desempenho e para a preservação de valor da Companhia. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia não possui programa de integração de novos membros do Conselho de Administração previamente estruturado. Atualmente, a apresentação de novos membros do Conselho de Administração às pessoas-chave da Companhia e às suas instalações é feita sob demanda e, envolvendo as áreas solicitadas. Ainda, os membros do Conselho de Administração são convidados a participar dos eventos de planejamento estratégico, nos quais são abordados os aspectos estratégicos e financeiros, possibilitando uma melhor compreensão dos negócios e ambições estratégicas. A Companhia entende que prática atual é suficiente para que os membros do Conselho de Administração estejam familiarizados com a cultura, pessoas, ambiente, estrutura e modelo de negócios da Companhia. |
Não |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaO Conselho de Administração da Companhia define um calendário anual com, no mínimo, 5 (cinco) reuniões ordinárias, e convoca, sempre que necessário, reuniões extraordinárias. A Companhia entende que o número de reuniões adotado está em conformidade com o previsto na lei e na regulamentação aplicável, e foi estabelecido levando em consideração porte, a forma de atuação e estrutura da Companhia. Sem prejuízo da realização das reuniões presenciais, os membros do Conselho de Administração podem manifestar-se por escrito sobre os temas que lhe são submetidos, facilitando sua participação nas decisões estratégicas. No ano de 2018, foram formalizadas 20 atas de Reuniões do Conselho de Administração, relativas as reuniões ordinárias e extraordinárias. No calendário das reuniões do Conselho de Administração são indicadas as datas e os temas chaves para deliberação, como as demonstrações financeiras, o relatório dos administradores e o plano de operações anual. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaAs reuniões do Conselho de Administração da Companhia não são precedidas de reuniões exclusivas para conselheiros externos, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. A ausência da adoção dessa recomendação pela Companhia, também dar-se-á em função do tamanho, da forma de atuação e da estrutura da Companhia e, também está de acordo com o previsto na lei e na regulamentação aplicável. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas de reuniões do Conselho de Administração são redigidas com clareza, onde são registradas as as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto. |
Sim |
Diretoria
3 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Diretoria da Companhia não possui um regimento interno próprio formalmente aprovado. A Companhia entende que a forma de condução de reuniões e aprovações já é bastante disseminada entre os membros da Diretoria e amplamente conhecida na Companhia. A Companhia entende que a forma de atuação da Diretoria, bem como a gestão de suas atividades, está em conformidade com a forma de atuação, o porte e a estrutura da Companhia. Adicionalmente, o estatuto social da Companhia prevê, nos artigos 24 a 30, as regras aplicáveis à composição, atribuições e competências da Diretoria. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia possui um procedimento de avaliação formal de desempenho para os membros da Diretoria, com exceção dos membros vinculados ao grupo controlador. Atualmente, o diretor-presidente pertence ao grupo controlador. |
Não |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaOs membros da diretoria elegíveis, são avaliados periodicamente, uma vez por ano. A avaliação não é feita pelo Conselho de Administração, sendo realizada pelo superior imediato do Diretor avaliado, no caso o Diretor-presidente, e por seus subordinados. A avaliação é realizada em dois eixos: comportamental (avaliação das competências do Perfil do Líder Randon) e resultados (com base em metas de desempenho atribuídas individualmente). |
Não |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaEmbora o Conselho de Administração, não tenha aprovado formalmente uma política de remuneração, a remuneração dos diretores, visa a atender aos interesses dos acionistas da Companhia de manter uma administração capacitada, eficiente e visa a atrair e reter os melhores profissionais do mercado. A remuneração dos Diretores é estabelecida com base na formação profissional e experiência de mercado e está diretamente ligada ao alinhamento dos interesses dos executivos em questão e dos acionistas. O objetivo principal da remuneração da Diretoria é estabelecer critérios que possibilitem o reconhecimento e a valorização do desempenho funcional, a possibilidade de oportunidades de desenvolvimento e o estabelecimento e manutenção do equilíbrio da estrutura organizacional no que tange a cargos e salários, bem como a motivação dos diretores. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração variável está vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionados de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo. Principais indicadores avaliados: EBIT, operation cash flow, crescimento do EBITDA, ROIC e Redução de Alavancagem. A Companhia entende que a sua prática de remuneração dos diretores é suficiente para proporcionar o alinhamento dos interesses dos diretores com os interesses de médio e longo prazo da Companhia. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia não possui política de remuneração aprovada pelo Conselho de Administração. No entanto, a remuneração é paga com observância nos limites fixados pela lei das sociedades por ações, estatuto social e assembleia geral de acionistas. |
Não |
Órgãos de Fiscalização e Controle
6 Sim · 3 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia não possui um comitê de auditoria estatutário. No entanto, possui áreas estruturadas de Auditoria Interna bem como de Riscos e Compliance, as quais estão vinculadas e subordinadas diretamente ao Conselho de Administração. O vínculo e a subordinação destas ocorre da seguinte forma: As áreas reportam-se administrativamente à Diretoria de Controladoria Corporativa e funcionalmente ao Conselho de Administração. A subordinação funcional implica assegurar que as atividades estarão livres de interferências de qualquer ordem que possam limitar os seus escopos de atuação. A subordinação administrativa implica assegurar que as áreas de Compliance e Auditoria Interna terão os recursos materiais e humanos necessários ao desempenho de suas funções. Ademais, a Companhia está em conformidade com o previsto na Lei das Sociedades por Ações e na regulamentação aplicável. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaNão há política formal aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia, para a contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes. A Companhia tem como prática atender às restrições de serviços dos auditores independentes, ou seja, assegurar que não haja conflito de interesse, perda de independência ou objetividade pelos serviços prestados por auditores independentes, não relacionados à auditoria externa. Tal independência é obtida pela prestação dos serviços por profissionais de áreas independentes da empresa de auditoria. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaComo não há Comitê de Auditoria na Companhia, a auditoria independente reporta-se diretamente ao Conselho de Administração, que tem atribuições de monitorar/acompanhar diretamente os trabalhos da auditoria independente. A Companhia entende que a prática atual garante aos auditores independentes sua independência em relação à Companhia, aos administradores e aos acionistas. |
Não |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui uma área de Auditoria Interna, Riscos e Compliance ("Auditoria Interna"), vinculada e subordinada diretamente ao seu Conselho de Administração, conforme as características descritas a seguir. A área de Auditoria Interna está sob responsabilidade de um Coordenador e sua estrutura é composta por 08 (oito) auditores, divididos em 2 (duas) grandes áreas de atuação, quais sejam (i) Controles Internos, e (ii) Auditorias Tributárias. A área de Auditoria Interna tem como atribuição atuar no desenvolvimento de uma cultura organizacional de riscos e comunicação que envolva todos os colaboradores e partes que mantenham vínculo e/ou relação com as Empresas Randon. Os auditores internos deverão observar as disposições aplicáveis (i) do Código de Conduta Ética das Empresas Randon: (ii) das Normas e procedimentos do Conselho Federal de Contabilidade: (iii) da Estrutura Internacional de Práticas Profissionais emanada pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil - IIA Brasil (Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna, Código de Ética, Normas e Definição de Auditoria Interna). Com o objetivo de estabelecer e comunicar o propósito, a autoridade e a responsabilidade que define a atuação da área de Auditoria Interna das Empresas Randon foi elaborado o "Regulamento de Auditoria Interna das Empresas Randon. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Gestão de Riscos aprovada pelo Conselho de Administração, em 7 de novembro de 2017, a qual pode ser acessada através do website: http://ri.fras-le.com.br/governancacorporativa/estatutos-codigos-e-politicas, a qual tem por objetivo estabelecer as diretrizes, estratégias e responsabilidades na gestão dos riscos da Companhia. A Política de Gestão de Riscos dispõe, principalmente, sobre (i) definição dos riscos: (ii) as diretrizes e indicadores dos riscos a que a Companhia está sujeita (iii) o tratamento de risco: e (iv) a incumbência de cada órgão societário ou não no tratamento do risco. O tratamento do risco, em linhas gerais, é realizado através do ciclo de Planejamento Estratégico das Unidades de Negócio em que são identificados, avaliados e mensurados os principais riscos que podem impactar os negócios da Companhia e, posteriormente à fase de identificação, os riscos são avaliados e mensurados, de modo a serem (i) evitados, (ii) aceitados (iii) retidos (iv) mitigados e (v) transferidos. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Área de Ética, Compliance e Riscos é responsável por manter a Diretoria e o Comitê Executivo regularmente informados sobre os riscos aos quais estão sujeitos a Companhia, sendo que cabe ao Diretor-presidente da Companhia revisar e aprovar as definições gerais das estratégicas de gestão de risco. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA definição dos mecanismos de controles internos e a efetivação da estruturação de riscos foi elaborada em 2018, após diagnóstico e proposição do modelo de gestão de riscos para as Empresas Randon. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
6 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui um Código de Conduta Ética que enaltece os valores e os princípios sobre os quais a Companhia foi constituída, trazendo sua identidade e sua cultura organizacional, dando a oportunidade, por meio de um canal de denúncias, aos colaboradores deixarem seus apontamentos sobre as atividades da Companhia, conforme se demonstrará abaixo. Nesse sentido, a Companhia instituiu, em 2016, o Programa de Integridade, que visa a construir um ambiente organizacional ético para que todos exerçam suas atividades pautados pela honestidade, transparência, integridade e seriedade e, por meio disso, reafirmam o seu comprometimento com a sociedade como um todo. Referido Programa conta como principais ferramentas o Código de Conduta Ética, a Política Anticorrupção e o Canal de Ética e o Portal Due Diligence. A área de Ética, Compliance e Riscos é responsável pelo desenvolvimento do Programa de Integridade, buscando permear a cultura de integridade, ética e transparência nas Empresas Randon. Essa área que conduz as apurações de relatos realizados e acompanha a apuração e aplicação de sanções nos casos que venham a ocorrer nas Empresas Randon. A área de compliance está estruturada sob a coordenação da Diretoria de Controladoria e seu reporte matricial é direcionado ao Diretor Presidente. Nesse contexto, a Companhia possui política de compliance ("Política de Compliance") aprovada 2017 pelo Conselho de Administração. Referida área ainda realiza periodicamente treinamentos relacionados ao Programa de Integridade, aplicáveis aos administradores, funcionários, estagiários, consultores internos e prestadores de serviços alocados fisicamente na Companhia. Por sua vez, o Comitê de Conduta Ética suporta a execução do Programa de Integridade das Empresas Randon, estimulando o comprometimento dos altos executivos e patrocinando as ações de gestão da ética e compliance. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal de Ética (Canal de Denúncia) aplica-se a funcionários e terceiros para todas Empresas Randon. É um canal exclusivo para comunicação segura e, se desejada, anônima, de condutas consideradas antiéticas ou que violem os princípios das Empresas Randon e/ou a legislação vigente. A gestão e operação do Canal de Ética é realizada pela ICTS, uma empresa especializada em captação de relatos, garantindo total sigilo e confidencialidade. As demandas são analisadas pelo Comitê de Ética das Empresas Randon, que tem por atribuição dar cumprimento ao Código de Conduta Ética mediante o tratamento adequado à todas as ocorrências. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs regras e os mecanismos relativos a conflito de interesses estão contempladas no Código de Conduta Ética (Parentesco, Atividades Paralelas e Vínculos com Parceiros) e no Anexo B (Termo de Esclarecimento de Conflito de Interesses). Ambos estão disponíveis no website da Companhia. Ainda, o Formulário de Referência da Companhia estabelece que com relação às transações com partes relacionadas, das quais pode advir conflito de interesses, a Companhia reforça seu compromisso em estabelecer de forma clara e objetiva medidas para evitar conflito de interesses, bem como em prestar todas as informações necessárias para demonstrar que as operações foram realizadas em condições estritamente comutativas ou com o pagamento compensatório adequado, similares àquelas que poderiam ser estabelecidas em transações com partes não relacionadas, informando, dentre outros, termos e condições aplicadas na operação e a existência de eventuais garantias. A Companhia se compromete a não afirmar que as transações foram realizadas em condições de mercado se não dispuser de informações claras e objetivas que confirmem a seriedade destas transações. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaAs regras e os mecanismos relativos a conflito de interesses estão contempladas no Código de Conduta Ética (Parentesco, Atividades Paralelas e Vínculos com Parceiros) e no Anexo B (Termo de Esclarecimento de Conflito de Interesses). Ambos estão disponíveis no website da Companhia. |
Parcialmente |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia não adota mecanismos ou políticas que estabeleçam a administração do conflito de interesses em assembleias, além daquelas previstas em lei. A Companhia entende que os dispositivos legais são suficientes para administrar lidar com situações de conflito de interesses nas assembleias gerais da Companhia. |
Não |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaAs transações comerciais praticadas com partes relacionadas seguem políticas de preços e prazos específicos estabelecidos em contrato de associação entre as partes. O acordo comercial leva em consideração o prazo, o volume e a especificidade dos produtos adquiridos pelas partes relacionadas, que são comparáveis aos vendidos para partes não relacionadas. |
Não |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Política de Divulgação e Uso de Informações Relevantes e a Política de Negociação, relativas aos valores mobiliários de emissão da Companhia foi aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada no dia 14 de junho de 2002, revisada e consolidada pelo mesmo órgão em reuniões de 14 de setembro de 2009, 29 de abril de 2014, 10 de novembro de 2015, 9 de dezembro de 2016 e 01 de julho de 2019. A Política de Negociações de Valores Mobiliários da Companhia estabelece que as negociações de ações devem ocorrer através de corretora credenciada, a fim de ampliar o controle mencionados no código de governança corporativa e existem normas e procedimentos internos para garantir sua efetividade. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia não possui política de contribuições voluntárias aprovadas pelo Conselho de Administração. No entanto, a Companhia possui um Código de Conduta e Ética aonde são abordados temas relacionados as contribuições voluntárias, as quais deverão ser transparentes e de acordo com a lei própria. |
Não |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaNão há política relativa a este tema, no entanto, nas relações com o setor público, observa a legislação vigente aplicável, em especial a Lei Anticorrupção, conforme prevê seu Código de Conduta e Ética e a Política Anticorrupção das Empresas Randon. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE RANDONGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 28/04/2026 | 04/2028 |
| ANTONIO SERGIO RIEDE IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 28/04/2026 | 04/2028 |
| DAVID ABRAMO RANDONGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 28/04/2026 | 04/2028 |
| RENATA FABER ROCHA RIBEIRO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 28/04/2026 | 04/2028 |
Diretoria 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDERSON PONTALTIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 06/05/2026 | 2 anos |
| DANIEL RAUL RANDONGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 06/05/2026 | 04/2028 |
| HEMERSON FERNANDO DE SOUZAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 06/05/2026 | 04/2028 |
Conselho Fiscal 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CARLOS OSVALDO PEREIRA HOFFGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 28/04/2026 | 04/2028 |
| DIVA DELI SIMAS FREIREGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 28/04/2026 | 1 ano |
| GUILHERME SANGALLI SANDRIGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | 1 ano |
| JAIME MARCHETGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 28/04/2026 | 1 ano |
| JOILSON RODRIGUES FERREIRAGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 23/04/2025 | AGO 2026 |
| VINICIUS PICCININIGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | 1 ano |
| WLADIMIR OMIECHUKGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 28/04/2026 | 1 ano |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
201020132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 6 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 6 | 3 |
| Salário ou pró-labore | 520.443 | 3.007.017 | 3.168.823 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 615.446 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 1.730.486 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 4.480.825 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 283.423 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 520.443 | 3.007.017 | 10.279.004 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 6 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 3 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 818.383 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 3.682.724 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 2.727.943 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 6.721.238 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 6.721.238 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 4.480.825 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 11/03/2024 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 11/03/2024 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA | 61366936001105 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 12/03/2024 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA | 61366936001105 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 12/03/2024 |
| 2022 | Ernst Young Auditores Independentes S/S | 61366936001105 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936001105 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/03/2014 |
| 2020 | Ernst Young Auditores Independentes S/S | 61366936001105 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/03/2014 |
| 2019 | Ernst Young Auditores Independentes S/S | 61366936001105 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/03/2014 → 13/03/2019 |
| 2018 | Ernst Young Auditores Independentes S/S | 61366936001105 | Nacional | 14/03/2019 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/03/2014 → 13/03/2019 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 → 28/02/2014 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/03/2014 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 → 28/02/2014 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/03/2014 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 → 27/02/2014 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 28/02/2014 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 → 27/02/2014 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 28/02/2014 |
| 2013 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 |
| 2011 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 09/03/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 2 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 8.018 |
| Acionistas pessoa jurídica | 37 |
| Investidores institucionais | 182 |
| Ações ordinárias em circulação | 107.111.030 (38,21%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 107.111.030 (38,21%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (28/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 10/07/2025 | 0 | 219.664.909 | 0 | 219.664.909 |
| Capital Emitido | 31/12/2025 | 1.800.000.000 | 280.335.091 | 0 | 280.335.091 |
| Capital Integralizado | 31/12/2025 | 1.800.000.000 | 280.335.091 | 0 | 280.335.091 |
| Capital Subscrito | 31/12/2025 | 1.800.000.000 | 280.335.091 | 0 | 280.335.091 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 17 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE RANDON | Membro do Conselho de Administração. | DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | Fras-le S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| ALEXANDRE RANDON | Membro do Conselho de Administração. | DANIEL RAUL RANDON | CEO da Randoncorp. | RANDONCORP S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| ALEXANDRE RANDON | Membro do Conselho de Administração. | DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | Fras-le S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| ALEXANDRE RANDON | Membro do Conselho de Administração. | DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | RANDONCORP S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| ALEXANDRE RANDON | Membro do Conselho de Administração. | MAURIEN HELENA RANDON BARBOSA | Sócia-diretora da Acionista Controladora Indireta | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | ALEXANDRE RANDON | Vice-Presidente do Conselho de Administração, Diretor da Acionista Controladora | RANDONCORP S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | ALEXANDRE RANDON | Sócio e Diretor-presidente da Acionista Controladora Indireta | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | ALEXANDRE RANDON | Membro do Conselho de Administração da Fras-le S.A | Fras-le S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração da Controladora | RANDONCORP S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | Fras-le S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | MAURIEN HELENA RANDON BARBOSA | Sócia-diretora da Acionista Controladora Indireta | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | ALEXANDRE RANDON | Vice-Presidente do Conselho de Administração e Diretor da Controladora | RANDONCORP S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | ALEXANDRE RANDON | Diretor-presidente da Acionista Controladora Indireta | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | ALEXANDRE RANDON | Membro do Conselho de Administração da Fras-le S.A. | Fras-le S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | DANIEL RAUL RANDON | Diretor Presidente | Fras-le S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | DANIEL RAUL RANDON | CEO da Randoncorp, controladora | RANDONCORP S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | MAURIEN HELENA RANDON BARBOSA | Sócia-diretora da Acionista Controladora Indireta | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 17 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE RANDON | Vice-presidente do Conselho de Administração | ALEXPAR ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlador Indireto | Controle |
| ALEXANDRE RANDON | Vice-presidente do Conselho de Administração | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE RANDON | Vice-presidente do Conselho de Administração | RANDONCORP S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ANDERSON PONTALTI | CEO | RANDONCORP S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ANDERSON PONTALTI | CEO | RANDONCORP S.A. | Controlador Direto | Controle |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor-presidente | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Controlador Direto | Controle |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor-presidente | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Controlador Direto | Controle |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor-presidente | RANDONCORP S.A. | Controlador Direto | Controle |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor-presidente | RANDONCORP S.A. | Controlador Direto | Controle |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor-presidente | WHITE TIGER ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlador Indireto | Controle |
| DANIEL RAUL RANDON | Diretor-presidente | WHITE TIGER ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlador Indireto | Controle |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | DRAIPAR ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlador Indireto | Controle |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | DRAIPAR ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlador Indireto | Controle |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Controlador Direto | Controle |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | DRAMD PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO LTDA | Controlador Direto | Controle |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | RANDONCORP S.A. | Controlador Direto | Controle |
| DAVID ABRAMO RANDON | Presidente do Conselho de Administração | RANDONCORP S.A. | Controlador Direto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 66 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Fras-le Argentina S.A. | Empresas controladas no exterior | 31/12/2025 | 68.197.098 | — | — | 0,00% |
| Fras-le Argentina S.A. | Empresas controladas no exterior | 31/12/2025 | 55.081.780 | — | — | 7,40% a.a. |
| Fras-le Argentina S.A. | Empresas controladas no exterior. | 30/04/2026 | 51.141.025 | — | — | 0,00 |
| RANDONCORP S.A. | Controladora direta da Companhia | 31/12/2025 | 51.067.919 | — | — | 0,00% |
| Master Sistemas Automotivos Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 49.990.971 | — | — | 0,00% |
| RANDONCORP S.A. | Controladora direta da Companhia | 31/12/2025 | 44.552.253 | — | — | 0,00 |
| FRASLE MOBILITY SOROCABA LTDA. | Empresas controladas no país | 31/12/2025 | 30.478.120 | — | — | 0,00% |
| Banco Randon S.A. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 29.847.854 | — | — | 0,00% |
| Fras-le Argentina S.A. | Empresas controladas no exterior | 30/04/2026 | 26.129.229 | — | — | 0,00 |
| RANDONCORP S.A. | Controladora direta da Companhia | 30/04/2026 | 19.163.078 | — | — | 0,00 |
| ASK Fras-le Friction Private Limited | Empresas controladas no exterior | 31/12/2025 | 18.863.490 | — | — | 0,00% |
| Master Sistemas Automotivos Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 18.759.372 | — | — | 0,00 |
| FRASLE MOBILITY SOROCABA LTDA. | Empresas controladas no país | 31/12/2025 | 15.846.929 | — | — | 0,00% |
| RANDONCORP S.A. | Controladora direta da Companhia | 31/12/2025 | 14.338.605 | — | — | 0,00% |
| Banco Randon S.A. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 10.451.145 | — | — | 0,00 |
| Dramd Participações e Administrações Ltda | Controladora final | 31/12/2025 | 8.875.999 | — | — | 0,00% |
| RANDONCORP S.A. | Controladora direta da Companhia | 30/04/2026 | 7.493.227 | — | — | — |
| Banco Randon S.A. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 6.115.223 | — | — | 0,00% |
| Banco Randon S.A. | Empresa controlada pela controladora Rancondorp S.A. | 30/04/2026 | 5.705.126 | — | — | 0,00 |
| Instituto Hercilio Randon | Saldos mantidos com outras partes relacionadas. O montante envolvido corresponde aos valores negociados no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. | 31/12/2025 | 5.270.324 | — | — | 0,00% |
| Randon Serviços | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 4.894.848 | — | — | 0,00% |
| ASK Fras-le Friction Private Limited | Empresas controladas no exterior | 31/12/2025 | 4.167.502 | — | — | 0,00% |
| Fras-le Argentina S.A. | Empresas controladas no exterior | 31/12/2025 | 3.838.233 | — | — | 0,00% |
| Randon Serviços | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 3.005.089 | — | — | 0,00 |
| Instituto Hercilio Randon | Saldos mantidos com outras partes relacionadas. O montante envolvido corresponde aos valores negociados no período encerrado em 30 de abril de 2026. | 30/04/2026 | 2.000.000 | — | — | 0,00 |
| ASK Fras-le Friction Private Limited | Empresas controladas no exterior | 30/04/2026 | 1.899.497 | — | — | 0,00 |
| CENTRO TECNOLÓGICO RANDON LTDA | Empresa Coligada Frasle Mobility S.A. e controlada pela Randoncorp S.A. no país | 31/12/2025 | 1.672.445 | — | — | 0,00% |
| Instituto Elisabetha Randon | Saldos mantidos com outras partes relacionadas. O montante envolvido corresponde aos valores negociados no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. | 31/12/2025 | 1.609.470 | — | — | 0,00% |
| ASK Fras-le Friction Private Limited | Empresas controladas no exterior | 30/04/2026 | 1.437.939 | — | — | 0,00 |
| Fras-le Argentina S.A. | Empresa controlada no exterior | 30/04/2026 | 1.240.685 | — | — | 0,00 |
| Randon Venice | Empresa controlada pela controladora Randoncorp. S.A. | 31/12/2025 | 992.800 | — | — | — |
| RANDONCORP S.A. | Controladora direta da Companhia | 31/12/2025 | 837.642 | — | — | 0,00% |
| DB | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 783.695 | — | — | 0,00 |
| Castertech Fundição e Tecnologia Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 669.057 | — | — | 0,00% |
| Instituto Elisabetha Randon | Saldos mantidos com outras partes relacionadas. O montante envolvido corresponde aos valores negociados no período encerrado em 30 de abril de 2026. | 30/04/2026 | 645.226 | — | — | 0,00 |
| FRASLE MOBILITY SOROCABA LTDA. | Empresas controladas no país | 31/12/2025 | 504.225 | — | — | 0,00% |
| Randon Venice | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 405.506 | — | — | 0,00% |
| RANDONCORP S.A. | Controladora direta da Companhia | 30/04/2026 | 333.481 | — | — | 0,00 |
| Randon Venice | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 293.290 | — | — | 0,00 |
| RTS | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 221.697 | — | — | 0,00% |
| ASK Fras-le Friction Private Limited | Empresas controladas no exterior | 31/12/2025 | 210.864 | — | — | 0,00% |
| CENTRO TECNOLÓGICO RANDON LTDA | Empresa coligada Frasle Mobility S.A. e controlada pela Ranconcorp S.A. no país. | 30/04/2026 | 191.994 | — | — | 0,00 |
| Castertech Schroeder Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 135.347 | — | — | 0,00 |
| Conexo | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 109.604 | — | — | 0,00% |
| Master Sistemas Automotivos Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 59.458 | — | — | 0,00% |
| Nione LTDA. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 51.596 | — | — | 0,00% |
| Castertech Fundição e Tecnologia Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 40.766 | — | — | 0,00% |
| ASK Fras-le Friction Private Limited | Empresas controladas no exterior | 30/04/2026 | 36.596 | — | — | 0,00 |
| Jost Brasil Sistemas Automotivos Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 28.775 | — | — | 0,00% |
| Jost Brasil Sistemas Automotivos Ltda. | Empresa controlada pela controladora Ranconrop S.A. | 30/04/2026 | 28.149 | — | — | 0,00 |
| Randon Administradora de Consórcios Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 23.510 | — | — | 0,00% |
| ASK Fras-le Friction Private Limited | Empresas controladas no exterior | 30/04/2026 | 21.193 | — | — | 0,00 |
| RTS | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 19.879 | — | — | 0,00% |
| Castertech Fundição e Tecnologia Ltda. | Empresa controladas pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 15.791 | — | — | 0,00 |
| Conexo | Empresa controlada pela controladora Ranconcorp S.A. | 30/04/2026 | 15.514 | — | — | — |
| RTS | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 15.364 | — | — | 0,00 |
| RTS | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 10.759 | — | — | 0,00 |
| Fras-le Argentina S.A. | Empresas controladas no exterior | 31/12/2025 | 10.096 | — | — | 0,00% |
| Fras-le Argentina S.A. | Empresas controladas no exterior | 30/04/2026 | 9.564 | — | — | 0,00 |
| Castertech Fundição e Tecnologia Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 7.829 | — | — | 0,00 |
| Castertech Fundição e Tecnologia Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 2.722 | — | — | 0,00 |
| Master Sistemas Automotivos Ltda. | Empresa controlada pela controladora Ranconcorp S.A. | 30/04/2026 | 2.705 | — | — | 0,00 |
| Randon Triel-HT Implementos Rodoviários Ltda. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 31/12/2025 | 2.198 | — | — | 0,00 |
| Nione LTDA. | Empresa controlada pela controladora Randoncorp S.A. | 30/04/2026 | 1.417 | — | — | 0,00 |
| CENTRO TECNOLÓGICO RANDON LTDA | Empresa Coligada Frasle Mobility S.A. e controlada pela Randoncorp S.A no país | 31/12/2025 | 754 | — | — | 0,00% |
| CENTRO TECNOLÓGICO RANDON LTDA | Empresa Coligada Frasle Mobility S.A. e controlada pela Randoncorp S.A no país. | 30/04/2026 | 400 | — | — | 0,00 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 696 | 777 | 897 | 934 | 942 | 971 | 1.202 | 1.356 | 1.527 | 1.620 | 2.889 | 3.082 | 3.766 | 3.912 | 4.870 | 7.223 |
| Ativo circulante | 405 | 463 | 479 | 503 | 515 | 513 | 796 | 865 | 782 | 730 | 1.447 | 1.612 | 2.289 | 2.373 | 3.078 | 3.419 |
| Caixa e equivalentes | 6 | 128 | 79 | 166 | 176 | 162 | 256 | 238 | 225 | 178 | 443 | 364 | 568 | 1.050 | 845 | 1.316 |
| Aplicações financeiras | 220 | 120 | 147 | 70 | 78 | 55 | 274 | 241 | 6 | 35 | 20 | 0 | 494 | 0 | 14 | 14 |
| Contas a receber | 72 | 88 | 118 | 106 | 86 | 92 | 75 | 91 | 124 | 142 | 310 | 296 | 302 | 450 | 475 | 547 |
| Estoques | 93 | 110 | 124 | 142 | 157 | 187 | 172 | 256 | 368 | 333 | 494 | 825 | 858 | 783 | 1.055 | 1.443 |
| Tributos a recuperar | 14 | 17 | 11 | 19 | 18 | 17 | 19 | 39 | 59 | 41 | 172 | 123 | 68 | 89 | 143 | 98 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 22 | 11 | 29 | 37 | 33 | 45 | 49 | 54 | 81 | 79 | 198 | 120 | 143 | 99 | 198 | 411 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 29 | 32 | 34 | 37 | 67 |
| Imobilizado | 261 | 285 | 370 | 376 | 377 | 399 | 345 | 372 | 504 | 641 | 736 | 823 | 827 | 851 | 970 | 1.451 |
| Intangível | 9 | 17 | 20 | 17 | 16 | 14 | 11 | 65 | 159 | 168 | 506 | 499 | 474 | 555 | 587 | 1.875 |
| Passivo circulante | 189 | 198 | 277 | 175 | 207 | 267 | 241 | 418 | 373 | 342 | 818 | 826 | 862 | 1.113 | 1.499 | 1.420 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 32 | 31 | 31 | 33 | 37 | 42 | 45 | 63 | 42 | 40 | 59 | 84 | 92 | 91 | 109 | 105 |
| Fornecedores | 25 | 29 | 35 | 46 | 40 | 43 | 56 | 78 | 96 | 94 | 265 | 346 | 388 | 436 | 617 | 625 |
| Dívida de curto prazo | 117 | 114 | 193 | 75 | 109 | 151 | 117 | 135 | 157 | 118 | 222 | 196 | 166 | 305 | 388 | 256 |
| Passivo não circulante | 183 | 229 | 252 | 364 | 327 | 271 | 188 | 155 | 328 | 499 | 1.115 | 1.151 | 1.125 | 938 | 1.119 | 3.321 |
| Dívida de longo prazo | 146 | 207 | 217 | 334 | 293 | 231 | 139 | 85 | 214 | 275 | 702 | 780 | 756 | 573 | 723 | 2.493 |
| Patrimônio líquido | 325 | 351 | 369 | 396 | 409 | 433 | 773 | 783 | 827 | 779 | 955 | 1.106 | 1.778 | 1.861 | 2.251 | 2.481 |
| Receita líquida | 510 | 546 | 663 | 717 | 765 | 875 | 813 | 833 | 1.141 | 1.366 | 1.671 | 2.582 | 3.058 | 3.389 | 3.966 | 5.491 |
| EBIT | 55 | 41 | 50 | 67 | 67 | 81 | 84 | 65 | 140 | 107 | 240 | 275 | 333 | 543 | 519 | 724 |
| Lucro líquido | 49 | 44 | 25 | 40 | 45 | 52 | 64 | 64 | 89 | 33 | 182 | 211 | 203 | 389 | 375 | 283 |
| Fluxo de caixa operacional | 45 | -66 | 36 | 196 | 95 | 195 | -73 | 129 | 266 | 121 | 241 | 245 | -105 | 1.038 | 114 | 1.530 |
| Fluxo de caixa de investimento | -33 | -56 | -83 | -46 | -39 | -63 | -10 | -48 | -308 | -83 | -320 | -195 | -87 | -236 | -201 | -2.281 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 9 | 25 | -2 | -64 | -46 | -146 | 178 | -100 | 29 | -84 | 343 | -129 | 397 | -319 | -118 | 1.305 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,36 | 20,47 | 20,61 | 20,66 | 20,66 | 20,69 | 20,91 | 21,03 | 21,15 | 21,21 | 21,78 | 21,85 | 22,05 | 22,09 | 22,31 | 22,70 |
| Tamanho (receita) | 20,05 | 20,12 | 20,31 | 20,39 | 20,46 | 20,59 | 20,52 | 20,54 | 20,86 | 21,03 | 21,24 | 21,67 | 21,84 | 21,94 | 22,10 | 22,43 |
| Alavancagem | 0,38 | 0,41 | 0,46 | 0,44 | 0,43 | 0,39 | 0,21 | 0,16 | 0,24 | 0,24 | 0,32 | 0,32 | 0,24 | 0,22 | 0,23 | 0,38 |
| Liquidez corrente | 2,15 | 2,34 | 1,73 | 2,88 | 2,49 | 1,92 | 3,31 | 2,07 | 2,10 | 2,14 | 1,77 | 1,95 | 2,66 | 2,13 | 2,05 | 2,41 |
| ROA | 0,07 | 0,06 | 0,03 | 0,04 | 0,05 | 0,05 | 0,05 | 0,05 | 0,06 | 0,02 | 0,06 | 0,07 | 0,05 | 0,10 | 0,08 | 0,04 |
| ROE | 0,15 | 0,13 | 0,07 | 0,10 | 0,11 | 0,12 | 0,08 | 0,08 | 0,11 | 0,04 | 0,19 | 0,19 | 0,11 | 0,21 | 0,17 | 0,11 |
| Margem líquida | 0,10 | 0,08 | 0,04 | 0,06 | 0,06 | 0,06 | 0,08 | 0,08 | 0,08 | 0,02 | 0,11 | 0,08 | 0,07 | 0,11 | 0,09 | 0,05 |
| Caixa / ativos | 0,01 | 0,17 | 0,09 | 0,18 | 0,19 | 0,17 | 0,21 | 0,18 | 0,15 | 0,11 | 0,15 | 0,12 | 0,15 | 0,27 | 0,17 | 0,18 |
| Tangibilidade | 0,37 | 0,37 | 0,41 | 0,40 | 0,40 | 0,41 | 0,29 | 0,27 | 0,33 | 0,40 | 0,25 | 0,27 | 0,22 | 0,22 | 0,20 | 0,20 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |