MARCOPOLO SA
CNPJ 88611835000129 · código CVM 8451Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças |
| Listagem na B3 (início) | 24/04/1978 |
| Segmento B3 atual | Nível 2 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 85,0% |
| Auditor independente (2026) | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.marcopolo.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 75,0% | 28 | 3 | 19 | 4 | 34 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2019 | 80,0% | 32 | 2 | 16 | 4 | 32 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2020 | 80,0% | 32 | 2 | 16 | 4 | 32 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2021 | 80,0% | 32 | 2 | 16 | 4 | 32 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2022 | 88,0% | 39 | 1 | 10 | 4 | 29 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2023 | 88,0% | 39 | 1 | 10 | 4 | 29 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2024 | 85,0% | 37 | 2 | 11 | 4 | 29 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2025 | 85,0% | 37 | 2 | 11 | 4 | 29 | Nível 2 de Governança Corporativa |
Acionistas
7 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaO capital social da Companhia, desde 1967, é composto por ações ordinárias e preferenciais, nos termos da legislação então vigente. O inciso III, do § 1º do Art. 8º da Lei 10.303, de 31.10.2001, que alterou a redação do § 2º do Art. 15 da Lei das S.A., estabeleceu que, "as companhias abertas existentes poderão manter proporção de até 2/3 de ações preferenciais, em relação ao total de ações emitidas, inclusive em relação a novas emissões de ações." Ou seja, o capital social da Marcopolo, desde aquela data, já era formado por 2/3 de ações preferenciais, e a Companhia mantém a proporção de 2/3. Atualmente, o capital social é composto por 1.136.271.458 ações escriturais (100%), das quais, 409.950.893 são ações ordinárias escriturais (36,08%), e 726.320.565 são ações preferenciais escriturais (63,92%). As ações preferenciais da Marcopolo têm as seguintes vantagens e preferências (Parágrafo Único - Artigo 10 do Estatuto Social): a) Participação em igualdade de condições com as ações ordinárias, na distribuição de ações pela sociedade, no caso de desdobramento ou de incorporação de reservas do capital social ou reavaliação do ativo: b) Preferência, no caso de liquidação da sociedade, no reembolso do capital social, até o valor do capital próprio a essa espécie de ações, sendo que a seguir serão reembolsadas as ações ordinárias, igualmente até o limite do capital próprio a esta espécie de ações e, então, o saldo restante será distribuído em partes iguais entre todas as ações, quer ordinárias, quer preferenciais: e c) Na hipótese de alienação do poder de controle, nos termos do artigo 38, caput, deste Estatuto Social, direito ao recebimento de um valor por ação correspondente a no mínimo 80% (oitenta por cento) do valor pago aos acionistas que exerçam efetivamente o "Poder de Controle", nos termos da definição constante no Parágrafo Único do Artigo 38 deste Estatuto Social. Além disso, de acordo com o "caput" do mesmo Art. 10 do Estatuto Social da Companhia, as ações preferenciais têm direito a voto nas seguintes matérias: a) transformação, incorporação, fusão ou cisão da Companhia: b) aprovação de contratos entre a Companhia e seu acionista controlador, diretamente ou através de terceiros, assim como de outras sociedades nas quais o acionista controlador tenha interesse, sempre que, por força de disposição legal ou estatutária, a aprovação desses contratos seja deliberada em Assembleia Geral: c) avaliação de bens destinados à integralização de aumento de capital da Companhia: d) escolha de instituição ou empresa especializada para determinação do valor econômico da Companhia, nos termos do artigo 30, Parágrafo 1º, deste Estatuto Social: e e) alteração ou revogação de dispositivos deste Estatuto Social que alterem ou modifiquem qualquer das exigências previstas na Seção IV, item 4.1, do Regulamento de Listagem do Nível 2 de Governança Corporativa da B3 ("Regulamento do Nível 2"), instituído pela B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão ("B3"), ressalvado que esse direito a voto prevalecerá enquanto estiver em vigor o Contrato de Participação no Nível 2 de Governança Corporativa. Em complemento, salientamos que o controle da Companhia é exercido por Acordo de Acionistas, firmado por acionistas detentores de mais de 50% do total das ações ordinárias de emissão da Companhia. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaA letra "v" do Artigo 19 do Estatuto Social da Companhia, assim dispõe: "Artigo 19 - Compete ao Conselho de Administração: v - manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações que tenha por objeto ações de emissão da Companhia, por meio de parecer prévio fundamentado, divulgado em até 15 dias da publicação do edital da oferta pública de aquisição de ações, que deverá abordar, no mínimo: (i) a conveniência e oportunidade da oferta pública de aquisição de ações quanto ao interesse conjunto dos acionistas e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua titularidade: (ii) as repercussões da oferta pública de aquisição de ações sobre os interesses da Companhia: (iii) os planos estratégicos divulgados pelo ofertante em relação à Companhia: (iv) outros pontos que o Conselho de Administração considerar pertinentes, bem como as informações exigidas pelas regras aplicáveis estabelecidas pela CVM." Existe a previsão da prática (letra "v" do Artigo 19 do Estatuto Social, acima descrito) porém, até o momento, não ocorreu nenhum caso concreto onde houvesse a necessidade de manifestação do Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaExiste a previsão da prática (letra "u" do Artigo 19 do Estatuto Social, acima descrito) porém, até o momento, não ocorreu nenhum caso concreto onde houvesse a necessidade de manifestação do Conselho de Administração. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia estabelece em seu Artigo 38, que a alienação de controle da Companhia implica na obrigação do adquirente de efetivar oferta pública de aquisição das ações de todos os demais acionistas, de forma a assegurar que os detentores de ações ordinárias recebam tratamento igualitário àquele dado ao acionista controlador alienante, e que os detentores de ações preferenciais recebam um valor correspondente a 80% do valor oferecido aos detentores de ações ordinárias. De acordo com o Artigo 19 do Estatuto Social, o Conselho de Administração deve se manifestar a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações que tenha por objeto ações de emissão da Companhia, aumentos de capital, reorganizações societárias e vários outros assuntos. A Companhia atende parcialmente a este item uma vez que o tag along dos preferenciais é de 80%, porém, tal regra está de acordo com o Regulamento do Nível 2 da B3 vigente na época da adesão ao Nível 2. Posteriormente, quando da alteração do Regulamento do Nível 2, no que se refere a esse quesito, foi estendido o tag along de 100% também para as ações preferenciais, porém, as empresas já listadas no Nível 2, como é o caso da Marcopolo, poderiam manter o tag along de 80%. Foi o que aconteceu. |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) O Conselho de Administração define as estratégias de negócios da Companhia com foco na perenidade e na criação de valor no longo prazo, considerando os impactos sociais e ambientais das atividades da Marcopolo. A Companhia adota práticas de sustentabilidade e responsabilidade corporativa integradas ao planejamento estratégico, alinhadas às diretrizes ESG. O Conselho conta com o suporte dos Comitês de Auditoria e Riscos e de Compliance, que monitoram a exposição a riscos e a eficácia dos sistemas de controle e integridade. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresa(iii) Os valores e princípios éticos da Companhia estão consolidados no Código de Conduta, instituído em 2005 e submetido a revisões periódicas, sendo a mais recente realizada em 2023 e na Política Global de Integridade vigente desde 2018 com a mais recente revisão em 2025. Esses documentos refletem os pilares da cultura organizacional da Marcopolo: (i) respeito e valorização das pessoas, (ii) ética e integridade, (iii) sustentabilidade, (iv) fazer acontecer com excelência, (v) satisfação dos clientes e (vi) trabalho em equipe. A Companhia promove a transparência no relacionamento com todas as partes interessadas por meio de comunicações periódicas, canais de relacionamento e práticas de governança alinhadas aos princípios de equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia implementou em 2019 processo periódico de avaliação de desempenho do Conselho de Administração e de seus Comitês, como órgão colegiados, do Presidente do Conselho e dos conselheiros individualmente considerados. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA empresa possui um processo estruturado para mapeamento de potenciais sucessores do CEO. O Programa de Sucessão Marcopolo leva em consideração performance, competências e potencial para as posições da organização. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO Programa de Integração de Novos Conselheiros é composto por: - Apresentações das principais estratégias e responsabilidades de todas as áreas da empresa, incluindo Estratégia, Administração e Finanças, Comercial, Aquisição e Logística, Engenharia, Qualidade, Recursos Humanos: - Apresentação a todos os executivos da Companhia: - Visitação às áreas industriais das plantas com apresentação dos processos produtivos: - Reuniões de alinhamento com os controladores, Presidente do Conselho de Administração e CEO. - Entrega das políticas e normas da empresa, e explanação das regras a serem observadas pelos administradores de uma companhia aberta. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaTodas as reuniões são formalizadas em ata, redigidas com clareza, registrando as decisões tomadas e as pessoas presentes, com os eventuais votos divergentes e abstenções. |
Sim |
Diretoria
4 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaHá processo formal de avaliação do CEO, conforme aprovado anualmente pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaOs Diretores são avaliados anualmente por meio do Programa de Avaliação de Performance - Performar. As promoções para as posições de Diretoria são avaliadas e validadas pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia alterou o regimento interno dos comitês de assessoramento ao Conselho de Administração, contemplando a validação do sistema de remuneração da diretoria, adotando os critérios sugeridos pelo Código de Governança Corporativa. No item 8.1. do Formulário de Referência está descrita a prática. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA Companhia alterou o regimento interno dos comitês de assessoramento ao Conselho de Administração, contemplando a validação do sistema de remuneração da Diretoria, adotando os critérios sugeridos pelo Código de Governança Corporativa. A prática está descrita no Formulário de Referência (item 8.1.). A Marcopolo possui um moderno Sistema de Remuneração Executiva alinhado às melhores práticas do mercado, e composto por elementos fixos e variáveis de curto e longo prazo. A estratégia de Remuneração visa atrair e reter talentos, contemplando incentivos de curto, médio e longo prazo que tem como objetivo alavancar e sustentar os resultados da companhia. |
Não |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaEmbora não exista uma Política formal aprovada pelo Conselho de Administração, a prática é adotada pela Companhia. A Companhia não viu, até o momento, necessidade de formalizar uma política a respeito. Os Executivos da Companhia não deliberam sobre temas relacionados à Remuneração que tenham impacto sobre a sua posição. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
7 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui, desde 23.03.2006, um Comitê de Auditoria e Risco, não estatutário, que se reúne de forma bimensal. (i) Dentre as atribuições do Comitê de Auditoria e Risco está a de assessor o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance, tudo conforme Regimento Interno dos Comitês desta Companhia: (ii) O comitê é coordenado por um membro independente do conselho de administração, é composto por 5 membros, mas não é formado em sua maioria por membros independentes: (iii) Tem dentre seus membros pessoa com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, e segue as boas práticas de governança: (iv) A Companhia se compromete com a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, sempre que necessária a opinião de um especialista externo. No que se refere a orçamento, a Companhia dispõe de orçamento próprio para a alta administração, na qual se insere o Comitê de Auditoria e Risco. De acordo com o Regimento Interno dos Comitês da Companhia, o Comitê de Auditoria Risco tem as seguintes competências: a) Recomendar ao Conselho a escolha e contratação dos auditores independentes e seus honorários, bem como a substituição, caso considere necessária, dentre empresas de renome internacional, para elaboração de auditoria externa independente ou para qualquer outro serviço: b) Supervisionar as atividades dos auditores independentes, a fim de avaliar: a) a sua independência: b) a qualidade dos serviços prestados: e c) a adequação dos serviços prestados às necessidades da COMPANHIA: c) Avaliar o cumprimento, pela administração da COMPANHIA, das recomendações feitas pelos auditores independentes e auditores internos, bem como recomendar ao Conselho a resolução de eventuais conflitos entre os auditores independentes e a Diretoria: d) Monitorar a qualidade e integridade: a) dos mecanismos de controles internos: b) das informações trimestrais, demonstrações intermediárias e demonstrações financeiras anuais da COMPANHIA: e c) das informações e medições divulgadas com base em dados contábeis ajustados e em dados não contábeis que acrescentem elementos não previstos na estrutura dos relatórios usuais das demonstrações financeiras: e) Revisar os planos anuais de auditoria e apreciar os relatórios finais, ambos submetidos pela auditoria interna: f) Determinar eventuais mudanças do escopo da auditoria interna e informar ao Conselho de Administração sobre áreas de alto risco, deficiências relevantes, falhas significativas nos controles internos e atos ilegais ao Conselho: g) Avaliar periodicamente a estrutura mais apropriada para a auditoria interna, bem como a forma de execução de seus serviços: h) Avaliar e monitorar, juntamente com a administração e a área de auditoria interna, a adequação das transações como partes relacionadas realizadas pela COMPANHIA e suas respectivas evidências: i) Analisar seu conteúdo e monitorar as avaliações periódicas efetuadas pela auditoria interna sobre denúncias, anônimas ou não, concernentes a questões contábeis, de controles internos, de auditoria e sobre riscos de qualquer natureza, e eventualmente determinar ações específicas: j) Recomendar procedimentos para recepção e tratamento de informações acerca do descumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à COMPANHIA: k) Estabelecer adequada relação e comunicação com a Administração e com o Conselho Fiscal: l) Avaliar e monitorar as exposições de risco da COMPANHIA, bem como acompanhar a evolução da implementação de gestão de riscos na COMPANHIA e das ações voltadas à atualização desse processo: m) Relatar não conformidades (fraudes) diretamente ao Conselho de Administração. Ou seja, embora o Comitê de Auditoria e Risco não seja estatutário, não seja formado em sua maioria por membros independentes, funciona de forma permanente desde 23.03.2006, é presidido por membro independente do Conselho de Administração, e busca seguir as melhores práticas de governança. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaEmbora não exista uma política formalizada, a Companhia divulga no seu relatório anual de administração quando da contratação de auditores independentes para serviços extra-auditoria. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia mantém uma área de auditoria interna independente, vinculada ao Comitê de Auditoria e Risco e ao Conselho de Administração. Seu objetivo é proteger o negócio e indicar melhorias no ambiente de controles internos dos processos, de acordo com a gestão de riscos, estratégia de negócios, e as demais normas aplicáveis. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA estrutura organizacional de gerenciamento de riscos é composta por áreas responsáveis e comitês de assessoramento ao Conselho, como os Comitês de Auditoria e Gestão de Riscos e Compliance. Esses comitês se reúnem periodicamente para monitorar os riscos, avaliar a eficácia dos controles internos e garantir a conformidade com as diretrizes estabelecidas. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia também mantém um Programa de Compliance estruturado, que inclui Código de Conduta, Política Global de Integridade, Política de Privacidade e Canal de Denúncias. Esse sistema visa garantir o cumprimento das leis, regulamentos e normas internas e externas, promovendo uma cultura organizacional baseada na ética, integridade e responsabilidade corporativa. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaComplementarmente, além do Código de Conduta e da Política Global de Integridade citada anteriormente, a Companhia possui outros documentos, como a Política de Privacidade e a de Política de Segurança da Informação que reforçam os princípios de integridade e responsabilidade corporativa no contexto da gestão de riscos. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
7 Sim · 0 Não · 4 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Marcopolo mantém um Comitê Central de Conduta responsável por zelar pela aplicação, atualização e disseminação do Código de Conduta, bem como orientar os colaboradores em caso de dúvidas e conduzir apurações e decisões sobre eventuais violações aos princípios estabelecidos. Esse comitê atua em todas as unidades da Companhia no Brasil e coordena a implementação e adoção do Código de Conduta nas unidades controladas do exterior, e é composto pelos diretores das áreas de Recursos Humanos, Controladoria e Finanças, Industrial e pelo Compliance Officer. Outros colaboradores podem ser convidados para participar do Comitê, conforme a necessidade. É vedada a participação de qualquer pessoa diretamente envolvida nos casos analisados. Havendo situações que possam gerar desconfortos ou constrangimentos para julgamento, devem ser submetidos ao Comitê de Compliance. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia também conta com uma área de Compliance com estrutura e orçamento próprios, responsável por garantir o cumprimento das normas internas e externas, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e a integridade das relações. Suas atividades incluem o mapeamento e classificação de riscos de compliance, definição de medidas mitigadoras, treinamentos, comunicação, gestão do canal de denúncias, investigação de ocorrências e aplicação de medidas corretivas. Casos de conduta relacionados ao Código de Conduta são encaminhados ao Comitê Central de Conduta |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA área de Compliance se reporta ao Comitê de Compliance, composto pelo Presidente e pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração, por diretores estatutários, pelo Compliance Officer (CCO) e por um representante dos acionistas controladores., com reporte direto ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaNão há regras formalizadas, mas identificam as situações de conflito e seguem as melhores práticas. |
Parcialmente |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia segue as melhores práticas, não tendo ocorrido, até o momento, nenhum caso de alegação de conflito e/ou de anulação de voto por conflito de interesses. Não há regras formalizadas, mas a Companhia segue as melhores práticas |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaEmbora não formalizada em política específica, a Companhia observa as recomendações do Código Brasileiro de Governança Corporativa, incluindo: a busca por alternativas de mercado ajustadas ao risco |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Negociação aprovada pelo Conselho de Administração ainda em 2005, tendo sido alterada em 2007. Referida política tem a adesão formal de todos os administradores, membros do Conselho Fiscal, membros de Comitês e de todas as pessoas com acesso a informação, porém, não está expresso na referida Política de Negociação os controles de monitoramento, nem de apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento. A Companhia adota a prática recomendada, no que concerne a adoção de uma Política de Negociação de Valores Mobiliários. A Companhia entende que as instruções descritas na política de negociação são eficazes no controle de negociação das pessoas arroladas na referida política. |
Parcialmente |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política Global de Integridade aprovada pelo Conselho de Administração, onde estão previstas tais regras. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
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Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRE MEURER PAPALEO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 28/03/2025 | 2 anos |
| DAN IOSCHPE IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 28/03/2025 | 2 anos |
| DENISE CASAGRANDE DA ROCHA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 28/03/2025 | 2 anos |
| EDUARDO FREDERICO WILLRICHGin | Conselho de Administração | 29 - Outros Conselheiros | 28/03/2025 | 2 anos |
| HENRIQUE BREDDA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 28/03/2025 | 2 anos |
| JAMES EDUARDO BELLINIGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 28/03/2025 | 2 anos |
| JOSÉ ANTONIO VALIATIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 28/03/2025 | 2 anos |
| PAULO CEZAR DA SILVA NUNESGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 28/03/2025 | 2 anos |
Diretoria 2 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRE VIDAL ARMAGANIJANGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 28/03/2025 | 2 anos |
| PABLO FREITAS MOTTAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 28/03/2025 | 2 anos |
Conselho Fiscal 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADEMAR BARONIGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 28/03/2025 | 1 ano |
| IVETE PISTORELLOGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 30/03/2026 | 1 |
| MARIANA CHAVES BARCELLOS TEIXEIRAGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 30/03/2026 | 1 |
| ROGERIO COLAOGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 28/03/2025 | Até a próxima Assembleia |
| THIAGO COSTA JACINTOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/03/2025 | 1 ano |
| VICTOR JAIRO MICHAELSENGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 28/03/2025 | 1 ano |
| WILLIAM CORDEIROGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/03/2025 | 1 ano |
Comitês 10 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| HENRIQUE BREDDAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MAURICIO OTAVIO BARCELLOS CASTILHOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Inovação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDRE MEURER PAPALEOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANDRE VIDAL ARMAGANIJANGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| DAN IOSCHPEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO CEZAR DA SILVA NUNESGin | Outros |
Comitê de Compliance
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDRE VIDAL ARMAGANIJANGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JAMES EDUARDO BELLINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JOSÉ ANTONIO VALIATIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MAURICIO OTAVIO BARCELLOS CASTILHOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MAURO GILBERTO BELLINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de RH e Ética
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDRE VIDAL ARMAGANIJANGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| DENISE CASAGRANDE DA ROCHAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| IRINA EBERHARDTGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO CEZAR DA SILVA NUNESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
RH e Ética
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CAIO MARCELO DOIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Estratégia e Inovação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JAMES EDUARDO BELLINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Auditoria e Risco
| Nome | Cargo |
|---|---|
| JOSÉ ANTONIO VALIATIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PABLO FREITAS MOTTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Estratégia e Inovação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MAURO GILBERTO BELLINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comite de Compliance
| Nome | Cargo |
|---|---|
| PAULO CEZAR DA SILVA NUNESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Auditoria e Risco
| Nome | Cargo |
|---|---|
| VINICIUS TESSARIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 6 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 2 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 7 | 2 |
| Salário ou pró-labore | 1.119.500 | 10.788.800 | 4.681.322 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 15.302 | 423.331 |
| Participação em comitês | 0 | 980.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 374.506 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 15.027.622 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 1.374.558 |
| Total do órgão | 1.119.500 | 11.784.102 | 21.881.339 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 2 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 7 | 2 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 4.681.322 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 15.027.622 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 15.027.622 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 28/04/2022 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 28/04/2022 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 28/04/2022 |
| 2024 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 24/04/2023 |
| 2024 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda | 61562112000635 | Nacional | 15/04/2021 |
| 2023 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 28/04/2022 |
| 2023 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2023 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independente | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independente | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independente | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independente | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independente | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independente | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2020 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independ | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2019 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independ | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independ | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independ | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2016 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independ | 61562112000635 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2005 → 31/12/2011 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2005 → 31/12/2011 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2005 → 31/12/2011 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2005 |
| 2010 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2005 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 3 | 1 |
| 2023 | 3 | 1 |
| 2022 | 3 | 1 |
| 2021 | 3 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 79.881 |
| Acionistas pessoa jurídica | 826 |
| Investidores institucionais | 225 |
| Ações ordinárias em circulação | 200.789.573 (44,53%) |
| Ações preferenciais em circulação | 728.945.103 (91,24%) |
| Total em circulação | 929.734.676 (74,39%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/03/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 19/12/2025 | 705.749.387 | 40.995.089 | 72.632.056 | 113.627.145 |
| Capital Emitido | 22/02/2024 | 2.334.052.462 | 409.950.893 | 726.320.565 | 1.136.271.458 |
| Capital Integralizado | 22/02/2024 | 2.334.052.462 | 409.950.893 | 726.320.565 | 1.136.271.458 |
| Capital Subscrito | 25/02/2019 | 2.334.052.462 | 409.950.893 | 726.320.565 | 1.136.271.458 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 1 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| JAMES EDUARDO BELLINI | Presidente do Conselho de Administração | MAURO GILBERTO BELLINI | Presidente do Conselho de Administração | BANCO MONEO S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Transações com partes relacionadas 3 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Metalsur Carrocerias S.R.L. | Empresa controlada. | 31/12/2025 | 490.294.000 | — | — | 0,000000 |
| Polomex S.A. de C.V. | Empresa controlada. | 31/12/2025 | 149.432.000 | — | — | 0,000000 |
| Loma Hermosa S/A. | Empresa controlada em conjunto. | 31/12/2025 | 85.283.000 | — | — | 8,16000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 3.030 | 3.381 | 3.512 | 4.118 | 4.439 | 5.039 | 4.968 | 4.732 | 5.148 | 5.194 | 5.861 | 6.655 | 7.395 | 7.959 | 9.442 | 9.723 |
| Ativo circulante | 1.991 | 2.295 | 2.237 | 2.525 | 2.668 | 2.989 | 3.057 | 2.823 | 3.061 | 2.835 | 3.171 | 3.367 | 4.146 | 4.810 | 5.660 | 5.949 |
| Caixa e equivalentes | 672 | 904 | 394 | 625 | 643 | 1.131 | 1.209 | 959 | 863 | 1.075 | 1.041 | 1.323 | 1.171 | 1.536 | 2.093 | 2.222 |
| Aplicações financeiras | 54 | 2 | 136 | 145 | 243 | 187 | 231 | 188 | 91 | 100 | 3 | 1 | 1 | 0 | 5 | 0 |
| Contas a receber | 810 | 920 | 1.127 | 1.166 | 1.151 | 1.033 | 901 | 821 | 1.102 | 863 | 970 | 658 | 1.243 | 1.229 | 1.393 | 1.527 |
| Estoques | 311 | 368 | 410 | 447 | 468 | 438 | 472 | 521 | 687 | 553 | 748 | 988 | 1.338 | 1.619 | 1.829 | 1.771 |
| Tributos a recuperar | 87 | 53 | 102 | 73 | 80 | 118 | 164 | 228 | 206 | 159 | 229 | 234 | 272 | 284 | 194 | 197 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 625 | 634 | 560 | 615 | 668 | 662 | 611 | 572 | 551 | 608 | 759 | 1.309 | 1.387 | 1.349 | 1.564 | 1.562 |
| Investimentos | 22 | 22 | 39 | 372 | 403 | 516 | 358 | 428 | 533 | 521 | 579 | 608 | 507 | 506 | 598 | 431 |
| Imobilizado | 319 | 354 | 455 | 338 | 435 | 561 | 708 | 688 | 771 | 941 | 1.006 | 1.018 | 1.030 | 1.050 | 1.307 | 1.481 |
| Intangível | 73 | 77 | 221 | 268 | 264 | 311 | 235 | 221 | 233 | 288 | 346 | 352 | 326 | 243 | 312 | 300 |
| Passivo circulante | 949 | 1.321 | 1.497 | 1.055 | 1.030 | 1.592 | 1.662 | 1.619 | 1.828 | 1.512 | 1.718 | 2.026 | 2.289 | 2.387 | 3.080 | 3.147 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 135 | 125 | 104 | 117 | 99 | 79 | 128 | 103 | 156 | 141 | 103 | 123 | 204 | 254 | 344 | 355 |
| Fornecedores | 307 | 324 | 382 | 308 | 287 | 249 | 251 | 366 | 418 | 378 | 359 | 459 | 653 | 794 | 679 | 596 |
| Dívida de curto prazo | 268 | 617 | 758 | 368 | 422 | 966 | 926 | 834 | 834 | 624 | 728 | 888 | 750 | 721 | 1.169 | 1.193 |
| Passivo não circulante | 1.117 | 888 | 703 | 1.529 | 1.738 | 1.585 | 1.438 | 1.184 | 1.185 | 1.323 | 1.535 | 1.672 | 1.902 | 1.985 | 2.280 | 2.681 |
| Dívida de longo prazo | 1.094 | 870 | 583 | 1.469 | 1.691 | 1.510 | 1.374 | 1.110 | 1.100 | 1.179 | 1.303 | 1.434 | 1.618 | 1.699 | 2.087 | 2.500 |
| Patrimônio líquido | 963 | 1.171 | 1.312 | 1.534 | 1.671 | 1.862 | 1.869 | 1.929 | 2.135 | 2.358 | 2.608 | 2.956 | 3.205 | 3.588 | 4.082 | 3.896 |
| Receita líquida | 2.964 | 3.369 | 3.817 | 3.659 | 3.400 | 2.739 | 2.574 | 2.876 | 4.197 | 4.315 | 3.590 | 3.499 | 5.416 | 6.683 | 8.594 | 9.058 |
| EBIT | 364 | 428 | 391 | 395 | 265 | 166 | 304 | 74 | 301 | 252 | 172 | 228 | 266 | 801 | 1.458 | 1.350 |
| Lucro líquido | 296 | 344 | 302 | 292 | 224 | 89 | 223 | 82 | 191 | 212 | 91 | 358 | 437 | 811 | 1.222 | 1.236 |
| Fluxo de caixa operacional | 259 | 382 | 133 | 180 | 72 | 491 | 171 | 295 | 225 | 627 | 176 | 188 | 45 | 1.061 | 1.244 | 1.439 |
| Fluxo de caixa de investimento | -81 | -75 | -277 | -300 | -107 | -128 | 356 | -47 | -113 | -139 | -131 | -33 | -94 | -233 | -319 | -321 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -2 | -78 | -368 | 366 | 48 | 93 | -432 | -504 | -222 | -278 | -121 | 126 | -83 | -426 | -393 | -968 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,83 | 21,94 | 21,98 | 22,14 | 22,21 | 22,34 | 22,33 | 22,28 | 22,36 | 22,37 | 22,49 | 22,62 | 22,72 | 22,80 | 22,97 | 23,00 |
| Tamanho (receita) | 21,81 | 21,94 | 22,06 | 22,02 | 21,95 | 21,73 | 21,67 | 21,78 | 22,16 | 22,19 | 22,00 | 21,98 | 22,41 | 22,62 | 22,87 | 22,93 |
| Alavancagem | 0,45 | 0,44 | 0,38 | 0,45 | 0,48 | 0,49 | 0,46 | 0,41 | 0,38 | 0,35 | 0,35 | 0,35 | 0,32 | 0,30 | 0,34 | 0,38 |
| Liquidez corrente | 2,10 | 1,74 | 1,49 | 2,39 | 2,59 | 1,88 | 1,84 | 1,74 | 1,67 | 1,87 | 1,85 | 1,66 | 1,81 | 2,02 | 1,84 | 1,89 |
| ROA | 0,10 | 0,10 | 0,09 | 0,07 | 0,05 | 0,02 | 0,04 | 0,02 | 0,04 | 0,04 | 0,02 | 0,05 | 0,06 | 0,10 | 0,13 | 0,13 |
| ROE | 0,31 | 0,29 | 0,23 | 0,19 | 0,13 | 0,05 | 0,12 | 0,04 | 0,09 | 0,09 | 0,03 | 0,12 | 0,14 | 0,23 | 0,30 | 0,32 |
| Margem líquida | 0,10 | 0,10 | 0,08 | 0,08 | 0,07 | 0,03 | 0,09 | 0,03 | 0,05 | 0,05 | 0,03 | 0,10 | 0,08 | 0,12 | 0,14 | 0,14 |
| Caixa / ativos | 0,22 | 0,27 | 0,11 | 0,15 | 0,14 | 0,22 | 0,24 | 0,20 | 0,17 | 0,21 | 0,18 | 0,20 | 0,16 | 0,19 | 0,22 | 0,23 |
| Tangibilidade | 0,11 | 0,10 | 0,13 | 0,08 | 0,10 | 0,11 | 0,14 | 0,15 | 0,15 | 0,18 | 0,17 | 0,15 | 0,14 | 0,13 | 0,14 | 0,15 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |