LOJAS RENNER SA
CNPJ 92754738000162 · código CVM 8133Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 07/04/1988 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 98,0% |
| Auditor independente (2026) | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda |
| Site / Relações com Investidores | http://ri.lojasrenner.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 96,9% | 47 | 1 | 1 | 5 | 28 | Básico |
| 2019 | 98,0% | 48 | 1 | 0 | 5 | 27 | Básico |
| 2020 | 98,0% | 48 | 1 | 0 | 5 | 27 | Básico |
| 2021 | 98,0% | 48 | 1 | 0 | 5 | 27 | Básico |
| 2022 | 98,0% | 48 | 1 | 0 | 5 | 27 | Básico |
| 2023 | 98,0% | 48 | 1 | 0 | 5 | 27 | Básico |
| 2024 | 98,0% | 48 | 1 | 0 | 5 | 27 | Básico |
| 2025 | 98,0% | 48 | 1 | 0 | 5 | 27 | Novo Mercado |
Acionistas
8 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaAplica. A análise crítica do Conselho de Administração sobre medidas de defesa no Estatuto Social da Companhia pode ser consultada na página de Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'.
justificativa da empresaA Lojas Renner, em 2005, foi a primeira corporation brasileira, com 100% das ações em negociação na B3 - Brasil, Bolsa, Balcão, sem acionista controlador, reconhecimento alcançado quando da sua entrada no Novo Mercado, o mais alto nível de governança da B3. Naquele momento, entendeu-se que a previsão trazida no parágrafo 11 do Artigo 39 do Estatuto Social, considerada cláusula pétrea, traria ainda mais segurança aos acionistas, pois não haveria mudanças significativas na Companhia nesse então novo "formato" e que, caso acontecesse, o acionista não seria prejudicado no seu investimento. A Companhia entende que a referida cláusula pétrea, ainda guarda essa mesma importância, justificando sua manutenção. |
Não |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaAplica. As regras para determinação de preço da oferta pública de aquisição de ações estão descritas no parágrafo 2º do Artigo 39 do Estatuto Social da Companhia, o qual determina que o preço de aquisição na OPA de cada ação de emissão da Companhia não poderá ser inferior ao maior valor entre: (i) o valor econômico apurado em laudo de avaliação (ii) 120% (cento e vinte por cento) do preço de emissão das ações em qualquer aumento de capital realizado mediante distribuição pública, ocorrido no período de 24 (vinte e quatro) meses que anteceder a data em que se tornar obrigatória a realização da OPA, nos termos do Artigo 39, devidamente atualizado pelo IPCA até o momento do pagamento e (iii) 120% (cento e vinte por cento) da cotação unitária média das ações de emissão da Companhia durante o período de 90 (noventa) dias anterior à realização da OPA na bolsa de valores em que houver o maior volume de negociações das ações de emissão da Companhia. Portanto, a Companhia entende que não há um acréscimo substancial ao preço das ações, considerando que o prêmio de 20% (vinte por cento) está dentro dos parâmetros de mercado. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaAplica. O Conselho de Administração possui um Regimento Interno próprio e público, que tem por objetivo estabelecer as regras gerais relativas à sua composição, eleição, investidura, funcionamento, estrutura, organização e atividades de acordo com o Estatuto Social da Companhia e com a legislação e regulamentação aplicáveis. Em relação às práticas recomendadas: (i) O Conselho de Administração discute e avalia periodicamente as estratégias de negócio da Companhia, visando a consolidação de nosso ecossistema de Moda e Lifestyle com responsabilidade, encantamento e soluções que contribuam com a criação de modelos mais sustentáveis e geradores de valor a todos os nossos públicos e cadeia. Nesse sentido, o Comitê de Sustentabilidade, vinculado ao Conselho de Administração, avaliou em 2023 o ciclo estratégico de sustentabilidade, com compromissos a serem alcançados até 2030, com alcance sobre todo o ecossistema de moda e lifestyle da Companhia e desdobrados em três pilares fundamentais: soluções climáticas, circulares e regenerativas conexões que amplificam e relações humanas e diversas. (ii) O Conselho, nos termos do seu Regimento Interno, avalia periodicamente a exposição da Companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade e conformidade. Além disso, a estrutura de governança de gestão de riscos consiste, principalmente, no Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, órgão estatutário de supervisão e monitoramento dos processos de gestão de riscos e auditoria da Companhia. Este Comitê reporta suas atividades ao Conselho de Administração, de modo que este possa acompanhar periodicamente os níveis de exposição de riscos e as medidas de gerenciamento destes riscos. O Conselho também aprova a Política Corporativa de Governança, Riscos e Conformidade, que é a principal orientadora geral sobre o gerenciamento adequado dos riscos. (iii) O Conselho de Administração é responsável pela aprovação do Código de Conduta da Lojas Renner S.A., o qual define o conjunto de diretrizes que padroniza a conduta ética a ser praticada por todos os administradores e colaboradores independentemente da modalidade de trabalho, fortalecendo a identidade e a cultura da nossa Companhia. (iv) A Companhia possui uma Área de Governança Corporativa instituída, com reporte à Diretoria de Relações com Investidores, que atua junto ao Conselho de Administração revisando os processos, as estruturas administrativas e os documentos corporativos. A estrutura de governança corporativa da Companhia, bem como os temas relevantes e estratégicos relacionados são submetidos para avaliação do Conselho de Administração, anualmente. O referido Regimento e a Política podem serem consultados na página de Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaAplica. Desde 2018, a Companhia tem uma Política de Indicação dos Administradores, aprovada pelo Conselho de Administração, sendo um instrumento de tomada de decisão da alta administração e que visa garantir a composição do Conselho de Administração, seus Comitês e Diretoria Estatutária de forma adequada e alinhada as melhores práticas de governança. Conforme referida política e Estatuto Social, a eleição para os membros do Conselho de Administração é feita anualmente e de forma individualizada. Neste processo, compete ao Comitê de Pessoas e Nomeação auxiliar o Conselho de Administração no processo de seleção e indicação de membros do Conselho de Administração, de seus Comitês e da Diretoria Estatutária da Companhia. Para a composição do Conselho de Administração será considerada, além dos outros critérios previstos na Política, a disponibilidade de tempo dos candidatos, a qual é tida como prejudicada no caso da pessoa que atuar como (incluindo a Companhia): (i) Membro de conselho de administração em mais de quatro Empresas, concomitantemente e (ii) Presidente de conselho de administração, concomitantemente à atuação como membro de conselho de administração em mais de duas outras empresas. Os membros do Conselho de Administração em exercício serão considerados automaticamente indicados para reeleição por proposta conjunta dos membros do Conselho de Administração, salvo se o Conselho de Administração submeter aos acionistas proposta em outro sentido. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaAplica. O Conselho de Administração, desde 2009, é objeto de uma avaliação formal de desempenho, com o apoio de consultoria externa especializada, seguindo as boas práticas de governança corporativa e visando ao aperfeiçoamento contínuo do órgão. Em 2024, o Conselho de Administração foi avaliado com o apoio de uma nova consultoria externa especializada, a Korn Ferry, que possui sólidos conhecimentos e experiência em avaliações de conselhos de grandes empresas, com uma metodologia diferenciada e alinhada às melhores práticas de governança corporativa. O processo contemplou uma avaliação sobre a efetividade do Conselho como um todo, dos Comitês, dos Conselheiros e do Presidente do Conselho, assim como sobre a proficiência do Conselho nas competências críticas e o seu grau de maturidade. A avaliação contou ainda com a participação dos Diretores Estatutários e foi seguida por uma avaliação conduzida pela consultoria mediante entrevistas individuais com os Conselheiros. A avaliação como um todo contou com seis fases, conforme descritas no Manual da Assembleia 2025. Como resultados e fortalezas do Conselho de Administração, foi ressaltado: (i) o elevado alinhamento de percepções entre conselheiros quanto à alta efetividade do Conselho (ii) a relação produtiva e de confiança entre Conselho e Executivos (iii) os elevados protagonismo e contribuição do Conselho pela mudança na dinâmica e na forma de atuação (iv) agenda focada em assuntos relevantes e de impacto (v) a composição equilibrada e com membros com capacitações complementares (vi) o Conselho em Estágio Maduro transicionando para Estratégico (vii) a contribuição efetiva dos comitês. Assim, a efetividade do Conselho de Administração da Companhia apresentou uma evolução positiva na percepção dos membros em relação ao exercício passado, buscando continuamente aprimorar seus processos de governança. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaAplica. A Lojas Renner tem, desde 2007, um plano de sucessão bastante estruturado, aprovado pelo Conselho de Administração, que visa atender ao crescimento da Companhia de forma a identificar e desenvolver potenciais sucessores do Diretor Presidente e para todos os cargos-chave. O Presidente e a Vice-Presidente de Gente, Sustentabilidade e Relações Institucionais reportam, periodicamente, ao Comitê de Pessoas e Nomeação e, posteriormente, ao Conselho de Administração sobre o plano de sucessão. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaAplica. A Companhia tem um programa estruturado de treinamento para novos membros do Conselho de Administração, para que conheçam todos os negócios da empresa, bem como tenham acesso as pessoas chaves e aos temas essenciais para a condução da empresa. Esse treinamento é, atualmente, de três dias e compreende, principalmente, nos seguintes temas: história da Companhia, varejo e modelo de negócio, alinhamento estratégico, visita às lojas, processos e projetos das Diretorias e suas áreas, segurança da informação, gestão de riscos, posicionamento e a estratégia da marca, plano de sucessão, entre outros. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAplica. Todas as deliberações do Conselho de Administração constam em atas lavradas no respectivo livro do Conselho, são redigidas com clareza, contendo o registro das decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes, as abstenções de voto, bem como a assinatura de todos os conselheiros presentes, conforme determinado no Regimento Interno do Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaAplica. O Presidente da Companhia é avaliado anualmente pelo Comitê de Pessoas e Nomeação, em conjunto com o Presidente do Conselho de Administração, reportando formalmente o resultado ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaAplica. O Presidente da Companhia avalia, anualmente, cada membro da Diretoria, baseado em competências organizacionais, estratégicas e funcionais e reporta formalmente as avaliações ao Comitê de Pessoas e Nomeação e este ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaAplica. Desde 2018, a Companhia tem uma Política de Remuneração dos Administradores, aprovada pelo Conselho de Administração. Os programas e níveis de remuneração individual da Diretoria são sugeridos ao Comitê de Pessoas e Nomeação pelo Presidente, com base na filosofia de remuneração vigente. Ao fazer suas recomendações, o Presidente leva em consideração os resultados da Companhia no exercício anterior, desempenho individual, pesquisas de remuneração de mercado e outros aspectos, tais como riscos de retenção, habilidades e conhecimentos, experiência e potencial de cada executivo. Maiores informações estão disponíveis na referida política e podem ser consultadas no item 8 do Formulário de Referência e no Manual da Assembleia Geral Ordinária. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaAplica. A remuneração total da Diretoria Executiva é composta por quatro elementos: Remuneração Fixa, Benefícios, Remuneração Variável de curto prazo e Remuneração Variável de longo prazo. A remuneração variável de curto prazo visa estimular o alcance e a superação das metas da Companhia, alinhadas ao seu planejamento estratégico e às melhores práticas de mercado, reconhecendo o desempenho dos Executivos pela entrega de resultados corporativos, alinhados ao orçamento e aprovadas pelo Conselho de Administração. A mecânica dos planos de remuneração variável anual atrela as premiações a métricas financeiras de crescimento da empresa de curto e médio prazos (Receita Operacional Líquida), eficiência operacional (Resultado Operacional) e ROIC. A Remuneração Variável de longo prazo (Plano de Opções de Compra de Ações (POCA) e Plano de Ações Restritas) visa reforçar a retenção dos executivos, atração de talentos e alinhar seus interesses com os dos acionistas, na criação de valor para o negócio de forma sustentável e no longo prazo. Maiores informações sobre as práticas de remuneração da Companhia podem ser consultadas no item 8 do Formulário de Referência e no Manual da Assembleia Geral Ordinária. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaAplica. O Comitê de Pessoas e Nomeação é responsável por analisar as recomendações do Presidente quanto à remuneração dos Diretores, bem como recomendar a remuneração do Presidente para aprovação do Conselho de Administração. A Companhia tem uma Política de Remuneração dos Administradores, aprovada pelo Conselho de Administração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaAplica. O Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos da Lojas Renner, criado em 2012 e tornado estatutário em março de 2018, é um órgão de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, com autonomia operacional e orçamento próprio, de caráter consultivo, tem o seu funcionamento disciplinado pelas disposições do seu Regimento Interno e do Estatuto Social da Companhia. O Comitê tem por objetivo assessorar o Conselho de Administração em relação às suas responsabilidades de monitoramento e supervisão da qualidade e integridade dos relatórios financeiros, da adequação do sistema de gerenciamento de riscos e controles internos, das atividades e desempenho dos auditores internos e independentes e da aderência às exigências legais, regulatórias e estatutárias da Companhia. O Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos é composto integralmente por membros independentes e possui como Presidente um Conselheiro Independente. O Comitê possui membro com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaAplica. A Companhia possui na sua estrutura de governança corporativa uma área de auditoria interna, criada em abril de 1997, reportando-se diretamente ao Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, comitê de assessoramento ao Conselho de Administração. Complementam as estruturas de controle, a Auditoria Interna, que possui reporte independente ao Conselho de Administração e é supervisionado pelo Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos. O departamento avalia periodicamente os processos de governança, riscos e controles internos com objetivo de identificar oportunidades e sugerir melhorias. A Diretoria de Riscos e Auditoria atua na identificação, prevenção e tratamento dos principais riscos e reporta os temas relevantes ao Comitê. Esta Diretoria é composta pelas áreas de Auditoria Interna, Compliance e Prevenção de Perdas. A Auditoria Interna desempenha suas atividades com base em planejamento anual, aprovado pelo Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos e está aderente com as melhores práticas das organizações e grupos de estudos Nacionais e Internacionais sobre auditoria interna, como o COSO - Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission eo IIA - Instituto dos Auditores Internos. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaAplica. A Companhia tem uma Política de Governança, Riscos e Conformidade (GRC), aprovada pelo Conselho de Administração, que se propõe a: consolidar os princípios e práticas de Governança Corporativa adotadas pela Companhia melhorar a tomada de decisão estratégica, tática e operacional, contribuindo para a perenidade da Companhia, com visão de longo prazo, na busca da sustentabilidade econômica, social e ambiental criar e sustentar valor ao acionista através de uma estrutura de Governança, Riscos e Conformidade sólida e efetiva demonstrar o gerenciamento adequado dos riscos com transparência e em linha com os princípios de governança corporativa utilizar técnicas de gestão de riscos no processo de decisão que permita que os gestores tenham autonomia e responsabilidade para balancear riscos, crescimento e retorno alinhados à estratégia da Companhia identificar oportunidades e riscos potenciais nos negócios compartilhar as melhores práticas de gerenciamento e controle de riscos dentro e fora da Companhia com ênfase no aprendizado contínuo aplicar racionalmente recursos alocados à gestão de riscos garantir conformidade às leis e regulamentos e consolidar as estruturas existentes na Lojas Renner S.A., para a proteção dos interesses da Companhia, dos seus acionistas e do mercado de capitais. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaAplica. Em linha com o Regimento Interno do Conselho de Administração, é competência do Conselho avaliar periodicamente a exposição da Companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade e conformidade. Em 2019, foi criada a Diretoria de Riscos, composta pelas áreas de Auditoria Interna, Prevenção de Perdas e Compliance Corporativo, cujo nível de reporte se substancia nos princípios que preservam a independência destes colaboradores e atende aos preceitos de Governança Corporativa. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaAplica. Semestralmente, a área de auditoria interna passa para a Diretoria avaliar a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance). Anualmente, a Diretoria presta contas ao Conselho de Administração sobre essa avaliação. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
11 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaAplica. A Companhia tem um Comitê de Conduta, vinculado ao Conselho de Administração, que é dotado de independência e autonomia, visando garantir a implementação, disseminação, treinamentos, revisão e atualizações do Código de Conduta e do Canal de Denúncias. O Comitê, atualmente, é constituído pelo Diretor Presidente e demais Diretores da Companhia. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaAplica. A Companhia possui um Canal de Denúncia terceirizado e independente, que garante segurança, confidencialidade e anonimato, para uso de colaboradores ou de pessoas externas à organização. O contato pode ser realizado por telefone 0800 900 9091 ou https://contatoseguro.com.br/lojasrennersa (em português, inglês e espanhol). Posteriormente, as apurações frente aos fatos denunciados serão conduzidas de forma imparcial e independente, por meio das áreas de Prevenção de Perdas, Compliance e Auditoria Interna. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAplica. O Estatuto Social da Companhia, os Regimentos Internos do Conselho de Administração, dos Comitês ligados ao Conselho, da Diretoria e a Política de Governança, Riscos e Conformidade definem as funções, papéis e responsabilidades associadas aos agentes de governança, bem como outras informações pertinentes sobre conflitos de interesses. Os referidos documentos podem ser consultados na página de Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaAplica. O tratamento de conflito de interesses dos órgãos de governança da Companhia estão descritos nos Regimentos Internos do Conselho de Administração, dos Comitês ligados ao Conselho, da Diretoria, do Conselho Fiscal e nas Políticas de Transação com Partes Relacionadas e de Governança, Riscos e Conformidade, todos documentos públicos e que podem ser consultados na página de Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaAplica. Nas assembleias gerais da Companhia é vedado o voto de acionista que tiver efetivo ou potencial interesse conflitante com o da Companhia, o qual deverá declarar tal condição ao Presidente da assembleia e abster-se da respectiva votação. Caso não haja tal manifestação e, mesmo assim, o conflito de interesse seja identificado em referência a algum acionista, competirá ao Presidente da assembleia suscitar essa questão e não considerar o voto do acionista conflitado na respectiva deliberação, com devido registro em ata. Os tratamentos de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia estão descritos na Política de Governança, Riscos e Conformidade. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaAplica. A Companhia tem uma Política de Transações com Partes Relacionadas, aprovada pelo Conselho de Administração, que visa estabelecer regras a fim de assegurar que as decisões, envolvendo partes relacionadas e situações com potencial conflito de interesses, sejam tomadas tendo em vista os interesses da Companhia e de seus acionistas. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaAplica. A Companhia tem uma Política de Divulgação de Fato Relevante e Negociação de Valores Mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração, a qual traz as disposições relativas à vedação de negociação antes da divulgação do ato ou fato relevante e/ou outras hipóteses de vedação, bem como a forma de agir da Companhia em caso de descumprimento das regras. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaAplica. Desde 2018, a Companhia tem uma Política de Governança, Riscos e Conformidade, aprovada pelo Conselho de Administração, que traz regras sobre contribuições e doações. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADRIANO CIVES SEABRA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| ANDRÉ VITORIO CESAR CASTELLINI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| ANDRÉA CRISTINA DE LIMA ROLIM IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| CARLOS FERNANDO COUTO DE OLIVEIRA SOUTO IndependenteGin | Conselho de Administração | 24 - Presidente do Conselho de Administração Independente | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| GUSTAVO JOSÉ COSTA ROXO DA FONSECAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| JEAN PIERRE ZAROUK IndependenteGin | Conselho de Administração | 25 - Vice Presidente Cons. de Administração Independente | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| JULIANA ROZENBAUM MUNEMORI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| MARCILIO D'AMICO POUSADA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2026 | AGO 2027 |
Diretoria 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALESSANDRO SANTIAGO POMARGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| DANIEL MARTINS DOS SANTOSGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| DANIEL MARTINS DOS SANTOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| FABIANA SILVA TACCOLAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| FABIO ADEGAS FACCIOGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| REGINA FREDERICO DURANTEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2026 | AGO 2027 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| JOAREZ JOSÉ PICCININIGin | Conselho Fiscal | 42 - Pres. C.F.Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| PAULA REGINA GOTOGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| ROBERTO FROTA DECOURTGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| ROBERTO ZELLER BRANCHIGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| VANDERLEI DOMINGUEZ DA ROSAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | AGO 2027 |
| ZEILA THOALDO CANTERIGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | AGO 2027 |
Comitês 4 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ADRIANO CIVES SEABRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| CARLOS FERNANDO COUTO DE OLIVEIRA SOUTOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JULIANA ROZENBAUM MUNEMORIGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Sustentabilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ADRIANO CIVES SEABRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANDRÉA CRISTINA DE LIMA ROLIMGin | Presidente do Comitê |
| JULIANA ROZENBAUM MUNEMORIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| REGINA FREDERICO DURANTEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê Estratégico
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDRÉ VITORIO CESAR CASTELLINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUSTAVO JOSÉ COSTA ROXO DA FONSECAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JEAN PIERRE ZAROUKGin | Presidente do Comitê |
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas e Nomeação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDRÉA CRISTINA DE LIMA ROLIMGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| CARLOS FERNANDO COUTO DE OLIVEIRA SOUTOGin | Presidente do Comitê |
| JEAN PIERRE ZAROUKGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 3 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 8 | 5 |
| Salário ou pró-labore | 900.000 | 7.200.000 | 11.500.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 700.000 |
| Participação em comitês | 0 | 3.100.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 2.200.000 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 19.200.000 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 12.000.000 |
| Total do órgão | 900.000 | 10.300.000 | 45.600.000 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 5 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 25.800.000 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 19.200.000 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2025 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2025 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA | 61366936001105 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 22/04/2025 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA | 61366936001105 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936001105 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936001105 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936001105 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936001105 | Nacional | 20/04/2020 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2017 | Price Waterhouse Coopers | 61562112000120 | Nacional | 18/03/2010 → 11/03/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2016 | Price Waterhouse Coopers | 61562112000120 | Nacional | 18/03/2010 → 11/03/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 12/03/2015 |
| 2015 | Price Waterhouse Coopers | 61562112000120 | Nacional | 18/03/2010 → 11/03/2015 |
| 2014 | Price Waterhouse Coopers | 61562112000120 | Nacional | 18/03/2010 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 17/02/2005 → 17/03/2010 |
| 2013 | Price Waterhouse Coopers | 61562112000120 | Nacional | 18/03/2010 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 17/02/2005 → 17/03/2010 |
| 2012 | Price Waterhouse Coopers | 61562112000120 | Nacional | 18/03/2010 |
| 2011 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 17/02/2005 → 17/03/2010 |
| 2011 | Price Waterhouse Coopers | 61562112000120 | Nacional | 18/03/2010 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 17/02/2005 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 1 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 1 | 0 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 2 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 102.907 |
| Acionistas pessoa jurídica | 555 |
| Investidores institucionais | 1.225 |
| Ações ordinárias em circulação | 975.958.589 (96,93%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 975.958.589 (96,93%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (29/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 11/12/2024 | 0 | 1.647.112.500 | 0 | 1.647.112.500 |
| Capital Emitido | 08/12/2025 | 9.544.826.617 | 1.006.845.095 | 0 | 1.006.845.095 |
| Capital Integralizado | 08/12/2025 | 9.544.826.617 | 1.006.845.095 | 0 | 1.006.845.095 |
| Capital Subscrito | 08/12/2025 | 9.544.826.617 | 1.006.845.095 | 0 | 1.006.845.095 |
Transações com partes relacionadas 4 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| DROMEGON PARTICIPAÇÕES LTDA | Controlada Direta | 15/04/2009 | 7.168.367 | — | N | 0.000000 |
| RENNER ADM. CARTÕES DE CRÉDITO LTDA | Controlada Direta | 01/04/2006 | 0 | — | S | 0.000000 |
| MAXMIX COMERCIAL LTDA | Controlada Direta | 04/05/2011 | 0 | — | S | 0.000000 |
| FASHION BUSINESS COMÉRCIO DE ROUPAS LTDA | Controlada Direta | 05/12/2013 | 0 | — | S | 0.000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| ADR | Estados Unidos | Mercado de Balcão | Mercado de Balcão (OTC) de Nova Iorque | 21/02/2017 | 0,73% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2020.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 2.456 | 2.984 | 3.770 | 4.516 | 5.322 | 5.864 | 6.475 | 7.548 | 8.821 | 11.792 | 14.643 | 21.412 | 21.149 | 20.491 | 20.365 | 19.626 |
| Ativo circulante | 1.873 | 2.036 | 2.497 | 3.001 | 3.499 | 3.721 | 4.085 | 4.908 | 5.930 | 6.656 | 8.897 | 13.985 | 13.054 | 12.192 | 12.317 | 11.634 |
| Caixa e equivalentes | 684 | 578 | 683 | 802 | 834 | 738 | 895 | 1.060 | 945 | 1.148 | 2.067 | 5.489 | 2.848 | 2.532 | 1.926 | 978 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 82 | 440 | 224 | 606 | 458 | 655 | 572 | 845 | 925 |
| Contas a receber | 894 | 1.022 | 1.310 | 1.621 | 1.981 | 2.268 | 2.266 | 2.697 | 3.163 | 3.826 | 3.812 | 5.413 | 6.525 | 6.639 | 6.903 | 7.175 |
| Estoques | 276 | 403 | 454 | 507 | 612 | 623 | 782 | 923 | 1.110 | 1.125 | 1.382 | 1.610 | 1.837 | 1.774 | 1.930 | 1.866 |
| Tributos a recuperar | 19 | 30 | 48 | 68 | 68 | 88 | 136 | 140 | 209 | 258 | 962 | 849 | 1.004 | 546 | 578 | 593 |
| Despesas antecipadas | 1 | 2 | 2 | 3 | 3 | 5 | 6 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 103 | 144 | 171 | 129 | 150 | 176 | 244 | 300 | 261 | 298 | 951 | 1.135 | 1.016 | 1.284 | 1.225 | 1.320 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 26 | 57 | 55 |
| Imobilizado | 413 | 599 | 846 | 1.063 | 1.304 | 1.546 | 1.645 | 1.814 | 1.994 | 4.054 | 3.854 | 5.085 | 5.440 | 5.286 | 5.153 | 5.006 |
| Intangível | 67 | 205 | 256 | 322 | 368 | 420 | 500 | 526 | 635 | 784 | 941 | 1.208 | 1.639 | 1.702 | 1.613 | 1.611 |
| Passivo circulante | 978 | 1.066 | 1.725 | 1.933 | 2.037 | 2.319 | 2.918 | 2.942 | 4.324 | 4.768 | 5.633 | 7.954 | 7.006 | 7.493 | 7.648 | 6.867 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 72 | 67 | 103 | 102 | 142 | 175 | 179 | 233 | 246 | 307 | 227 | 460 | 305 | 323 | 488 | 544 |
| Fornecedores | 318 | 430 | 456 | 471 | 561 | 553 | 680 | 842 | 956 | 1.082 | 1.405 | 1.762 | 1.703 | 1.790 | 1.807 | 1.816 |
| Dívida de curto prazo | 279 | 172 | 670 | 736 | 560 | 707 | 996 | 517 | 1.424 | 894 | 1.418 | 2.086 | 704 | 1.091 | 932 | 21 |
| Passivo não circulante | 457 | 763 | 739 | 1.090 | 1.429 | 1.234 | 921 | 1.383 | 542 | 2.319 | 3.508 | 3.651 | 4.056 | 2.951 | 1.944 | 2.303 |
| Dívida de longo prazo | 377 | 666 | 645 | 1.047 | 1.395 | 1.196 | 880 | 1.354 | 500 | 751 | 1.967 | 1.381 | 1.701 | 836 | 14 | 359 |
| Patrimônio líquido | 1.021 | 1.155 | 1.306 | 1.493 | 1.855 | 2.311 | 2.637 | 3.223 | 3.955 | 4.705 | 5.501 | 9.807 | 10.088 | 10.047 | 10.773 | 10.456 |
| Receita líquida | 2.751 | 3.239 | 3.863 | 4.370 | 5.217 | 6.145 | 6.452 | 7.444 | 8.427 | 9.588 | 7.537 | 10.572 | 13.271 | 13.648 | 14.436 | 15.829 |
| EBIT | 404 | 473 | 559 | 650 | 802 | 933 | 976 | 1.087 | 1.424 | 1.644 | 857 | 814 | 1.407 | 889 | 1.259 | 1.797 |
| Lucro líquido | 308 | 337 | 355 | 407 | 471 | 579 | 625 | 733 | 1.020 | 1.099 | 1.096 | 633 | 1.292 | 976 | 1.197 | 1.458 |
| Fluxo de caixa operacional | 560 | 274 | 446 | 381 | 591 | 772 | 914 | 846 | 811 | 1.563 | 608 | 1.216 | 1.536 | 2.663 | 2.487 | 2.802 |
| Fluxo de caixa de investimento | -152 | -448 | -382 | -412 | -477 | -571 | -477 | -546 | -610 | -750 | -544 | -1.030 | -1.190 | -893 | -679 | -800 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -135 | 69 | 41 | 149 | -81 | -298 | -279 | -129 | -318 | -621 | 1.013 | 3.238 | -2.984 | -2.009 | -2.426 | -2.940 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,62 | 21,82 | 22,05 | 22,23 | 22,40 | 22,49 | 22,59 | 22,74 | 22,90 | 23,19 | 23,41 | 23,79 | 23,77 | 23,74 | 23,74 | 23,70 |
| Tamanho (receita) | 21,74 | 21,90 | 22,07 | 22,20 | 22,38 | 22,54 | 22,59 | 22,73 | 22,85 | 22,98 | 22,74 | 23,08 | 23,31 | 23,34 | 23,39 | 23,49 |
| Alavancagem | 0,27 | 0,28 | 0,35 | 0,39 | 0,37 | 0,32 | 0,29 | 0,25 | 0,22 | 0,14 | 0,23 | 0,16 | 0,11 | 0,09 | 0,05 | 0,02 |
| Liquidez corrente | 1,92 | 1,91 | 1,45 | 1,55 | 1,72 | 1,60 | 1,40 | 1,67 | 1,37 | 1,40 | 1,58 | 1,76 | 1,86 | 1,63 | 1,61 | 1,69 |
| ROA | 0,13 | 0,11 | 0,09 | 0,09 | 0,09 | 0,10 | 0,10 | 0,10 | 0,12 | 0,09 | 0,07 | 0,03 | 0,06 | 0,05 | 0,06 | 0,07 |
| ROE | 0,30 | 0,29 | 0,27 | 0,27 | 0,25 | 0,25 | 0,24 | 0,23 | 0,26 | 0,23 | 0,20 | 0,06 | 0,13 | 0,10 | 0,11 | 0,14 |
| Margem líquida | 0,11 | 0,10 | 0,09 | 0,09 | 0,09 | 0,09 | 0,10 | 0,10 | 0,12 | 0,11 | 0,15 | 0,06 | 0,10 | 0,07 | 0,08 | 0,09 |
| Caixa / ativos | 0,28 | 0,19 | 0,18 | 0,18 | 0,16 | 0,13 | 0,14 | 0,14 | 0,11 | 0,10 | 0,14 | 0,26 | 0,13 | 0,12 | 0,09 | 0,05 |
| Tangibilidade | 0,17 | 0,20 | 0,22 | 0,24 | 0,25 | 0,26 | 0,25 | 0,24 | 0,23 | 0,34 | 0,26 | 0,24 | 0,26 | 0,26 | 0,25 | 0,26 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 18/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 17/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 29/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 30/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Básico | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |