ALLOS S.A.
CNPJ 05878397000132 · código CVM 22357Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 01/02/2011 |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 02/02/2011 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 83,0% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.allos.com.br ↗ |
Respostas no ano 2020
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 63,8% | 25 | 12 | 10 | 7 | 34 | Básico |
| 2019 | 63,8% | 25 | 12 | 10 | 7 | 34 | Básico |
| 2020 | 60,4% | 23 | 13 | 12 | 6 | 37 | Básico |
| 2021 | 65,0% | 26 | 11 | 13 | 4 | 37 | Básico |
| 2022 | 77,0% | 36 | 9 | 5 | 4 | 34 | Básico |
| 2023 | 78,0% | 37 | 9 | 4 | 4 | 34 | Básico |
| 2024 | 79,0% | 38 | 9 | 3 | 4 | 33 | Básico |
| 2025 | 83,0% | 40 | 7 | 3 | 4 | 32 | Básico |
Acionistas
7 Sim · 3 Não · 0 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaNão há formalização da análise do conselho de administração a respeito da medida de proteção da dispersão da base acionária prevista no capítulo VIII do estatuto social. No contexto da incorporação da Aliansce Shopping Centers S.A. pela Aliansce Sonae Shopping Centers S.A., a Assembléia Geral Extraordinária realizada em 25.06.2019 aprovou a reformulação do estatuto social da Companhia e o ajuste à medida de proteção aumentando de 15% para 30% o percentual que obriga o acionista adquirente a realizar uma oferta pública de aquisição. |
Não |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO mecanismo de defesa do estatuto social da Companhia somente é acionado quando qualquer acionista ou grupo de acionistas venha a atingir participação acionária ou direitos ligados à participação acionária que representem 30% ou mais do capital social, de forma que sua aplicação é excepcional. Nesse sentido, o preço de cada ação na OPA decorrente (125% da cotação unitária mais alta atingida pelas ações de emissão da Companhia durante os 365 dias anteriores) prevê um prêmio substancial, mas compatível com a excepcionalidade da situação, dado que haverá um impacto relevante na liquidez das ações da Companhia e na dispersão acionária. |
Não |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Aliansce Sonae entende que é mais salutar aos seus negócios ter flexibilidade para implementar e ajustar sua estratégia de destinação de resultados conforme as condições de mercado na época. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
3 Sim · 6 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) estratégia de negócio: nos termos da lei e do estatuto social da Aliansce Sonae, compete ao conselho de administração fixar a orientação geral dos negócios da Companhia. Ainda, de acordo com o estatuto social, compete ao presidente do conselho de administração monitorar a diretoria quanto à implementação das estratégias de negócio determinadas pelo conselho de administração: (ii) gestão de riscos: a Aliansce Sonae entende que as práticas por ela adotadas até agora foram suficientes para gerenciar os principais riscos a que está exposta. Nos itens 5.1, 5.2 e 5.3 do formulário de referência entregue em 30/06/2020 está explicada a atuação dos diversos órgãos da Companhia na gestão dos riscos, incluindo o conselho de administração. Com relação a compliance, vide item (iii) abaixo. A Aliansce Sonae não possui política consolidada de gerenciamento de riscos ainda, irá adotá-la até a AGO de 2021, conforme Regulamento do Novo Mercado (iii) ética e compliance/relacionamento com partes interessadas: os valores e princípios éticos da Companhia são previstos no Código de Ética e Conduta, aprovado em reunião do conselho de administração realizada em 08/11/2019. Na referida reunião também foi aprovada a Política Anticorrupção e Lavagem de Dinheiro e a Política de Responsabildiade Corporativa e de Sustentabilidade da Companhia. Tais temas estão sob supervisão do Comitê de Governança e Ética, criado por deliberação do conselho de administração em 5 de agosto de 2019 e composto de, no mínimo, 3 membros. De acordo com o estatuto social, ainda, compete ao presidente do conselho de administração representar institucionalmente a Companhia nas suas relações com órgãos governamentais, investidores, entidades de classe e demais partes interessadas e estratégicas. O engajamento da alta administração no relacionamento com partes interessadas privilegia, portanto, a transparência (iv) revisão anual do sistema de governança: o Comitê de Governança e Ética tem por objetivo o monitoramento do funcionamento de todo o sistema de governança corporativa da Companhia, mas não há obrigatoriedade de revisão anual. Não obstante, a Companhia entende que tal monitoramento encontra-se adequado à sua estrutura. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaA Companhia está de acordo com o Regulamento do Novo Mercado ao prever no artigo 16 do estatuto social que o conselho de administração é composto por no mínimo cinco e no máximo sete membros, sendo que no mínimo dois ou vinte por cento dos membros do conselho de administração, o que for maior, deverão ser conselheiros independentes. A Companhia possui um controle definido e os controladores indicam a maior parte dos membros do Conselho de Administração, conforme previsto no Acordo de Acionistas da Companhia. Conforme o Regulamento do Novo Mercado, sempre que houver eleição do conselho de administração, a assembleia deverá indicar quem são os membros independentes. Tal divulgação/eleição ocorre anualmente, dado que o mandato dos membros do conselho é de 1 ano. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA formalização de uma política não se mostrou necessária até o momento tendo em vista a estrutura de controle definido da Aliansce Sonae, cabendo aos controladores indicar a maior parte dos membros do Conselho de Administração, conforme previsto no Acordo de Acionistas da Companhia. A Aliansce Sonae elaborará a referida política para adequação às novas regras do Novo Mercado até a AGO de 2021. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae não tem mecanismos formalizados de avaliação de desempenho do conselho de administração e de cada órgão ou comitê que se reporta ao conselho de administração. A atuação do conselho de administração é avaliada pelos acionistas da Companhia na forma da lei. Nos termos do Regulamento do Novo Mercado, a Companhia estruturará e divulgará um processo de avaliação do conselho de administração, de seus comitês e da diretoria até a AGO de 2021. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae não possui um plano estruturado de sucessão do diretor-presidente, mas está avaliando a sua elaboração. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae não possui um programa de integração formalizado, mas está em curso a sua preparação. Após a eleição de novos conselheiros, a Companhia entrega a cada um deles um "kit" com os principais documentos de governança da Companhia. A partir de então, a atuação regular no cargo levará à uma integração natural do novo membro ao órgão, dando que o conselho de administração da Aliansce Sonae é bastante atuante na supervisão das atividades da diretoria. |
Não |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo.
justificativa da empresaA remuneração dos Membros do Conselho de Administração é formada por: (i) remuneração fixa mensal: e (ii) bônus anuais. A referida remuneração sempre respeita a diretriz da Companhia e não há remuneração baseada em participação em reuniões. Conforme Regulamento do Novo Mercado, a Aliansce Sonae elaborará e divulgará uma política de remuneração até a AGO de 2021. |
Parcialmente |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaO artigo 18 do estatuto social da Aliansce Sonae e o artigo 9.1. do Regimento Interno do Conselho de Administração estabelecem que o conselho irá se reunir ordinariamente 6 (seis) vezes por ano e extraordinariamente sempre que convocado por seu presidente ou pela maioria dos seus membros. A cada ano, são realizadas tantas reuniões conforme venham a se mostrar necessárias de acordo com o andamento dos negócios sociais. No final de cada ano, o Presidente do Conselho de Administração deve, com auxílio do Secretário Executivo e consultando a Diretoria, propor o calendário anual de reuniões ordinárias do exercício subsequente. Em 2019, o conselho de administração realizou 14 reuniões, sendo 6 ordinárias e 8 para discussões internas de interesse da Companhia. |
Não |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaNão há previsão de sessões exclusivas para conselheiros externos. A Companhia entende não ser necessária, pois os membros possuem liberdade para se reunir, independentemente de reuniões formais previstas. Além disso, toda vez que um conselheiro tem conflito na matéria deliberada, o membro deixa a sala de reunião para evitar qualquer conflito de interesse. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaOs requisitos para as atas das reuniões do conselho estão descrito no item item 9.14 do Regimento interno do Conselho de Administração. |
Sim |
Diretoria
5 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresa(i) Apesar de não existir uma política formalmente consolidada, a gestão dos riscos de mercado pelos quais a Aliansce Sonae está exposta é gerenciada internamente pelas diretorias da Companhia, por meio de acompanhamento através do Comitê de Governança e Ética. A depender do risco, a diretoria executiva e o conselho também são envolvidos. Os riscos são revisados mensalmente pelas diretorias operacional e financeira que elaboram relatórios de acompanhamento. Se forem identificadas situações de desvio, são submetidas revisões das estratégias para aprovação da diretoria (item 5.2 do formulário de referência entregue em 30.06.2020). Atualmente, a Aliansce Sonae está preparando um sistema consolidado de gestão de risco, compliance e controles internos de acordo com as novas determinações e prazos estabelecidos pelas diretrizes do Regulamento do Novo Mercado. (ii) No que se refere a impactos das atividades da Companhia na sociedade e no meio ambiente, a Aliansce Sonae possui relatório de sustentatibilidade: quanto à divulgação do desempenho financeiro e operacional, a Companhia divulga trimestralmente ITRs e, ao final do exercício, demonstrações financeiras auditadas, DFPs e relatório da administração. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA diretoria da Aliansce Sonae não possui regimento interno próprio, mas está em curso a sua preparação. O estatuto social da Companhia prevê a estrutura da diretoria e as funções de cada diretor. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae realiza a avaliação individual dos membros da diretoria, incluindo do diretor-presidente, para fins de remuneração variável, com base nas metas globais da Companhia e nas metas individuais, através de um sistema de KPIs (Key Performance Indicators). Os KPIs são a base para a remuneração variável e são revisados pelo comitê de remuneração do Conselho. Vide itens 12.1.d e 13.1 do formulário de referência entregue em 31/06/2020, sendo certo que (i) o item 12.1.d trata do assunto objeto do presente item na medida que informa que a há avaliação individual com base no desempenho pessoal e no cumprimento de metas estabelecidas: e (ii) o item 13.1 trata de remuneração da diretoria, esclarecendo, dentre outros detalhes no item c que: "A remuneração variável (bônus e incentivos atrelados a ações restritivas) é estabelecida com base na performance pessoal dos membros da administração, resultados globais da Companhia e cumprimento das metas estabelecidas. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA metas anuais de cada membro da diretoria são submetidas pelo diretor-presidente da Companhia ao comitê de remuneração e são avaliadas se atingidas e aprovadas em reunião do comitê de remuneração da Companhia, que recomenda ao Conselho de Administração a remuneração variável relacionada a referida meta. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaNão há uma política de remuneração formalmente aprovada, mas os procedimentos para fixação da remuneração da diretoria são transparentes e consideram as atribuições e responsabilidades envolvidas, sendo realizada uma comparação com as médias de mercado e havendo auxílio de consultoria externa. Conforme o Regulamento do Novo Mercado, a Aliansce Sonae elaborará e divulgará uma política de remuneração até a AGO de 2021. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA composição da remuneração dos diretores é formada por: (i) remuneração fixa mensal, sendo pró-labore ou salário, a depender do caso: (ii) bônus anuais e (iii) incentivos atrelados a ações. Além disso, existem benefícios indiretos pagos pela Aliansce Sonae aos seus diretores, como plano de saúde, seguro de vida e auxílio alimentação. A remuneração variável (através de bônus, opção de compra de ações e incentivos atrelados a ações) é determinada de acordo com a performance pessoal dos membros da administração, com os resultados globais da Aliansce Sonae e com o cumprimento das metas estabelecidas. A prática de remuneração da Aliansce Sonae tem o intuito de alinhar os interesses dos administradores à Companhia e seus acionistas, visto que uma parte da remuneração dos diretores depende do alcance de metas, obtenção de resultados e da valorização de suas ações. Busca-se assim objetivos de curto prazo, através dos bônus anuais, bem como objetivos de médio e longo prazo, por meio os incentivos atrelados a ações, exercíveis ao longo de até cinco anos, e de incentivos atrelados a ações, com restrições à sua negociação pelo prazo de três anos. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaDe acordo com o estatuto social da Aliansce Sonae, compete à assembleia geral fixar a remuneração global anual dos administradores, devendo o conselho de administração efetuar a distribuição da verba individualmente aos diretores de acordo com parâmetros que se mostrem mais adequados a cada ano, não necessariamente com base em limites de risco previamente definidos. Os diretores não deliberam, pois, sobre a sua própria remuneração. Note-se que atualmente não há nenhum diretor que seja também membro do conselho de administração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
0 Sim · 2 Não · 5 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaAs práticas que a Companhia adota para monitoramento e controle dos aspectos indicados neste item 4.1.1, subitem (i), estão descritas nos itens 2.1.1 (atuação do conselho de administração) e 3.1.1 (atuação da diretoria) deste informe. Cabe notar ainda que no tocante à controle de qualidade das demonstrações financeiras, a Companhia é auditada por auditores independentes na forma da regulamentação da CVM. Apesar de não possuir comitê de auditoria estatutário, conforme o Regulamento do Novo Mercado, a Aliansce instalará comitê de auditoria, estatutário ou não estatutário, até a AGO de 2021. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae não possui política de contratação de serviços extra-auditoria. As contratações extra-auditoria são pontuais e não comprometem independência dos auditores. O conselho de administração, como responsável por escolher e destituir os auditores independentes, monitora a atuação deles. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaApesar de não haver comitê de auditoria, a prática adotada pela Companhia é a reunião entre o auditor independente e os membros do conselho de administração para verificação das avaliações realizadas anualmente, sem a presença de membros da diretoria. Além de ser responsável por escolher e destituir os auditores independentes, o conselho de administração deve avaliar os seus relatórios anualmente junto com as demonstrações financeiras da Companhia e as contas da diretoria. A Aliansce Sonae instalará o comitê de auditoria, estatutário ou não estatutário, até a AGO de 2021, conforme o Regulamento do Novo Mercado. |
Parcialmente |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae tem uma área de auditoria interna vinculada à Diretoria. Conforme o Regulamento do Novo Mercado, até a AGO de 2021, a Aliansce Sonae definirá se terá uma área de auditoria interna vinculada ao Conselho ou ao Comitê de Auditoria ou se irá contratar auditor independete até a AGO de 2021. |
Parcialmente |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae não possui política consolidada de gerenciamento de riscos, pois esta entende que as práticas por ela adotadas são suficientes para gerenciar os principais riscos a que está exposta. Quanto às práticas de gerenciamento de riscos, vide itens 2.1.1 e 3.1.1 deste informe. A Aliansce Sonae irá adotar política consolidada de gerenciamento de riscos até a AGO de 2021, conforme Regulamento do Novo Mercado. |
Parcialmente |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaVide item 2.1.1 deste informe. A Aliansce Sonae tem programa de integridade/conformidade, por meio do Código de Ética e Conduta e da Política Anticorrupção, ambas aprovada em Reunião do conselho de administração. Tais temas estão sob supervisão do Comitê de Governança e Ética, que é exclusivamente composto por membros do conselho de administração. A Aliansce Sonae elaborará a política de gerenciamento de risco, que englobará o Código de Conduta e Ética, para adequação às novas regras do Novo Mercado até a AGO de 2022. |
Parcialmente |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaNão há uma política que determine uma avaliação ao menos anualmente. Não obstante, a diretoria da Aliansce Sonae monitora os riscos a que está exposta permanentemente, verificando a necessidade de revisão e aprimoramento. Adicionalmente, a diretoria também é responsável pela avaliação de riscos e implementação de melhorias de controles internos na Companhia. São realizados treinamentos periódicos acerca do Código de Ética e Conduta. Alinhada às determinações do Regulamento do Novo Mercado, a Companhia está implementando um sistema consolidado de gestão de risco, compliance e controles internos. Trimestralmente, pelo menos, o conselho de administração verifica a situação dos negócios da Companhia, o seu desempenho financeiro e operacional. Nestas reuniões, eventuais pontos de fragilidade ou aprimoramento de políticas e sistemas de gerenciamento de riscos e controles internos são reportados pela diretoria ao conselho de administração. |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
8 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaNos termos do Código de Conduta e Ética, a Aliansce Sonae possui o comitê de governança e ética, com membros do conselho de administração em sua composição, a quem cabe: (i) propor ações quanto à disseminação e cumprimento do Código e da Política Anticorrupção da Aliansce, de modo a assegurar sua eficácia e efetividade: e (ii) revisar o Código e a Política Anticorrupção da Aliansce sempre que necessário. É prevista uma comissão de apuração, que será composta por membros eleitos pela diretoria da Aliansce, sendo majoritariamente de diretores estatutários. Este órgão é responsável por: (i) avaliar situações de descumprimento do Código e da Política Anticorrupção da Aliansce e a responsabilização do colaborador interno e terceiro (ii) conceder dispensa do cumprimento de determinada disposição do Código e da Política Anticorrupção da Aliansce e (iii) solucionar qualquer dúvida relacionada à aplicação do Código e à Política Anticorrupção da Aliansce. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae coloca à disposição dos colaboradores internos e terceiros um canal de denúncias, conforme previsto no Código de Conduta e Ética aprovado pelo conselho de administração. O nome do nosso canal de denúncias é "Canal de Ética", conforme item 5.4 "b" do Formulário de Referência entregue em 30/06/2020. O Canal de Ética deve ser usado para comunicar à Companhia potenciais violações ou situações suspeitas, bem como para sanar quaisquer dúvidas acerca da aplicação do Código de Conduta e Ética. Ele está a cargo de terceiros, mais especificamente a Contato Seguro. Os colaboradores podem reportar suas denúncias pela plataforma online do Contato Seguro (acessado na página principal da Companhia) ou por meio de telefone. Em todos os casos o anonimato estará garantido. Após o recebimento da denúncia, a Companhia tem o prazo de 30 dias para tomar as providências. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs competências dos órgãos de governança da Aliansce Sonae observam o disposto na Lei nº 6.404/1976, no estatuto social e no item 8 do regimento interno do conselho de administração, com definição clara de funções, papéis e responsabilidades, bem como alçada de decisão. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaAs regras de conflito de interesse observam, quanto aos órgãos estatutários, as disposições da Lei nº 6.404/1976, e há previsões a respeito também no Código de Conduta e Ética da Companhia e na Política de Transações com Partes Relacionadas. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae não adota um mecanismo estruturado para identificação de situações de conflito de interesse em assembleias gerais, a Companhia observa os parâmetros legais, os do Código de Conduta e Ética e Política de Transações com Partes Relacionadas. Nos termos da legislação, a mesa da Assembleia da Companhia está sempre apta a receber e processar alegações de conflitos de interesses e de anulação de votos proferidos em conflito. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaO estatuto social não trata especificamente de transações com partes relacionadas, mas a Companhia adota a regra de que, havendo conflito de interesse de membros da diretoria ou do conselho quanto a determinada transação, ele deve se afastar do processo de deliberação, conforme Política de Transações com Partes Relacionadas aprovada e item 8 do Regimento Interno do Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia tem uma Política de Transação com Partes Relacionadas aprovada em 05.08.2019, que abrange os itens sugeridos. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Aliansce Sonae possui política de negociação de valores mobiliários em conjunto com a política de divulgação de informações relevantes e preservação de sigilo. Os controles de monitoramento das negociações realizadas, porém, são aqueles previstos na Instrução CVM 358. Não obstante, a Diretoria de Relações com Investidores possui um controle operacional de acompanhamento diário da movimentação da base acionária da Companhia, inclusive dos membros da administração da Companhia. Quanto a punições, a política prevê que as pessoas vinculadas responsáveis pelo descumprimento de qualquer disposição se obrigam a ressarcir a Companhia e/ou outras pessoas vinculadas, integralmente e sem limitação, de todos os prejuízos que a Companhia e/ou outras pessoas vinculadas venham a incorrer e que sejam decorrentes, direta ou indiretamente, de tal descumprimento. A política de negociação de valores mobiliários da Companhia está em processo de avaliação para torná-la mais compatível com as recentes orientações de melhores práticas de governança corporativa. |
Parcialmente |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Política Anticorrupção prevê os atos que podem representar risco para a Companhia e determina quais controles estes estarão sujeitos. Dentre eles estão (i) as contribuições ou doação a partidos políticos, campanhas políticas e candidatos a cargos públicos, que deverão ter a aprovação prévia do diretor financeiro, além da participação do departamento jurídico, e (ii) as contribuições ou doações para fins filantrópicos ou beneficentes para uma entidade, que deverão ter a aprovação prévia e unânime do diretor regional responsável pela área solicitante (em caso de shopping) e dos diretores jurídico e financeiro da Aliansce Sonae. A Política Anticorrupção foi aprovada em 05/08/2019 e pode ser acessada no seguinte link: https://ri.alianscesonae.com.br/governanca-corporativa/estatutos-codigos-e-politicas/ De qualquer forma, a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) não mais prevê a possibilidade de doações de pessoas jurídicas para as campanhas eleitorais. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaConforme mencionado acima, os controles são realizados pela diretoria. De qualquer forma, a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) não mais prevê a possibilidade de doações de pessoas jurídicas para as campanhas eleitorais. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CARLA SCHMITZBERGER IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| EDUARDO CHRISTOVAM GALDI MESTIERI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 28/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| FERNANDO MARIA GUEDES MACHADO ANTUNES DE OLIVEIRAGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 13/08/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCOS HAERTEL VIEIRA LOPES DE OLIVEIRAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARILIA ARTIMONTE ROCCA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| Peter BallonGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| RENATO FEITOSA RIQUEGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| ROBERTO DINIZ JUNQUEIRA NETO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| VOLKER KRAFTGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
Diretoria 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOSGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLARGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| MARIO JOÃO ALVES DE OLIVEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| PAULA GUIMARÃES FONSECAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| RAFAEL SALES GUIMARÃESGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| RENATA CORREA LABRUNAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
| RENATO FLOHGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 09/03/2026 | Até a AGO de 2029 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CELIO DE MELO ALMADA NETOGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| HELENA TUROLA DE ARAÚJO PENNAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| JOAQUIM SANTOS NETOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| JOSÉ MANUEL BAETA TOMÁSGin | Conselho Fiscal | 42 - Pres. C.F.Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| MARCELO PFAENDER DE LIMAGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| MARCOS DE BEM GUAZZELLIGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 28/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
Comitês 7 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ALEXANDRE SILVEIRA DIASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| EDUARDO CHRISTOVAM GALDI MESTIERIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MAURO MOREIRAGin | Outros |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FERNANDO MARIA GUEDES MACHADO ANTUNES DE OLIVEIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| Peter BallonGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RENATO FEITOSA RIQUEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROBERTO DINIZ JUNQUEIRA NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| VOLKER KRAFTGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Ética e ESG
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CARLA SCHMITZBERGERGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FERNANDO MARIA GUEDES MACHADO ANTUNES DE OLIVEIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROBERTO DINIZ JUNQUEIRA NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Investimento
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FERNANDO MARIA GUEDES MACHADO ANTUNES DE OLIVEIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCOS HAERTEL VIEIRA LOPES DE OLIVEIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RENATO FEITOSA RIQUEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| VOLKER KRAFTGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Inovação e Transformação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GERMAN PASQUALE QUIROGA VILARDOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARILIA ARTIMONTE ROCCAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RAFAEL SALES GUIMARÃESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Inovação e Transformação Digital
| Nome | Cargo |
|---|---|
| LUIZ ALBERTO QUINTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RENATO FEITOSA RIQUEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Indicação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MARCOS HAERTEL VIEIRA LOPES DE OLIVEIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RENATO FEITOSA RIQUEGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| VOLKER KRAFTGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 7 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 3 | 5 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 |
| Diretoria | 1 | 7 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 8 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 9 | 8 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 6 | 8 |
| Salário ou pró-labore | 452.790 | 3.662.500 | 11.880.711 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 231.563 | 1.820.683 |
| Participação em comitês | 0 | 774.000 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 17.360.523 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 10.925.806 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 2.648.415 | 25.462.906 |
| Total do órgão | 452.790 | 7.316.478 | 67.450.629 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 9 | 8 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 8 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 22.644.161 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 17.360.523 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 09/05/2025 |
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 29/04/2023 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 15/04/2024 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 29/04/2023 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 15/04/2024 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 29/04/2023 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 29/04/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. ("EY") | 61366936000125 | Nacional | 26/08/2019 |
| 2022 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2016 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. ("EY") | 61366936000125 | Nacional | 26/08/2019 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2016 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 26/08/2019 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2016 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 26/08/2019 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2016 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/07/2008 → 03/03/2016 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2016 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/07/2008 → 03/03/2016 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 14/03/2016 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/07/2008 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/07/2008 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/07/2008 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/06/2008 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/06/2008 |
| 2011 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/06/2008 |
| 2010 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 25/06/2008 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 117.421 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1.290 |
| Investidores institucionais | 1.179 |
| Ações ordinárias em circulação | 478.975.645 (95%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 478.975.645 (95%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (14/05/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 23/05/2023 | 4.000.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 16/09/2025 | 15.092.136.244 | 504.190.947 | 0 | 504.190.947 |
| Capital Integralizado | 16/09/2025 | 15.092.136.244 | 504.190.947 | 0 | 504.190.947 |
| Capital Subscrito | 16/09/2025 | 15.092.136.244 | 504.190.947 | 0 | 504.190.947 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 61 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | CAMPO LIMPO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | CAMPO LIMPO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | COLINA SHOPPING CENTER LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | COLINA SHOPPING CENTER LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | GR PARKING ESTACIONAMENTOS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | GR PARKING ESTACIONAMENTOS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | SOCIEDADE INDEPENDÊNCIA IMÓVEIS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | SOCIEDADE INDEPENDÊNCIA IMÓVEIS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | VILLA LOBOS PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| DANIELLA DE SOUZA GUANABARA SANTOS | Diretora Financeira e de Relações com Investidores | VILLA LOBOS PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | CAMPO LIMPO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | CAMPO LIMPO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | COLINA SHOPPING CENTER LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | COLINA SHOPPING CENTER LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | ESPÍRITO SANTO MALL S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | ESPÍRITO SANTO MALL S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Direta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | GR PARKING ESTACIONAMENTOS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | GR PARKING ESTACIONAMENTOS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | GS SHOPPING CENTER S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | GS SHOPPING CENTER S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | Diretor de Operações | SOCIEDADE INDEPENDÊNCIA IMÓVEIS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| JOSÉ VICENTE COELHO DUPRAT AVELLAR | ´Diretor de Operações | SOCIEDADE INDEPENDÊNCIA IMÓVEIS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | CAMPO LIMPO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | CAMPO LIMPO EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| MAURO SÉRGIO JUNQUEIRA DE ARAÚJO | Diretor de Investimentos e M&A | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | ACAPURANA PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | CAMPO GRANDE PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | COLINA SHOPPING CENTER LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | COLINA SHOPPING CENTER LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | COLINA SHOPPING CENTER LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | ESTAÇÃO BH EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | GR PARKING ESTACIONAMENTOS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | GR PARKING ESTACIONAMENTOS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | GR PARKING ESTACIONAMENTOS LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | SDT3 CENTRO COMERCIAL LTDA. | Controlada Direta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | SOCIEDADE INDEPENDÊNCIA IMÓVEIS S.A. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | VILLA LOBOS PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | VILLA LOBOS PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
| PAULA GUIMARÃES FONSECA | Diretora Jurídica | VILLA LOBOS PARKING LTDA. | Controlada Indireta | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 6 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| CPPIB US RE-A, INC. | Empresa ligada a acionista de referência do Emissor. | 11/04/2024 | 62.759.000 | — | — | 0 |
| Parque D. Pedro 1 BV | Empresa controlada pelo Emissor. | 29/10/2009 | 37.102.000 | — | — | 0,00 |
| Reinaldo Rique | Membro próximo da família de pessoa chave da administração da companhia. | 21/12/2011 | 13.900.000 | — | — | 0,00 |
| FIP BALI | Empresa controlada por pessoa chave da administração da companhia. | 26/08/2016 | 11.808.058 | — | — | 0,00 |
| Ricardo Rique | Membro próximo da família de pessoa chave da administração da companhia. | 03/04/2008 | 1.542.000 | — | — | 0,0 |
| LUCIANA RIQUE | Membro próximo da família de pessoa chave da administração da companhia. | 31/01/2013 | 87.000 | — | — | 0,00 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 2.335 | 3.271 | 4.070 | 4.530 | 4.742 | 4.901 | 4.988 | 5.326 | 5.505 | 10.907 | 10.888 | 11.115 | 12.285 | 27.659 | 27.289 | 26.006 |
| Ativo circulante | 99 | 438 | 737 | 482 | 398 | 340 | 312 | 509 | 345 | 1.543 | 1.851 | 1.775 | 3.266 | 3.824 | 4.272 | 3.317 |
| Caixa e equivalentes | 62 | 391 | 682 | 424 | 316 | 265 | 256 | 448 | 280 | 33 | 13 | 15 | 18 | 44 | 48 | 61 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1.167 | 1.372 | 1.231 | 2.544 | 2.089 | 3.321 | 2.369 |
| Contas a receber | 22 | 25 | 34 | 40 | 49 | 40 | 44 | 47 | 51 | 169 | 328 | 401 | 323 | 647 | 493 | 474 |
| Estoques | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Tributos a recuperar | 10 | 17 | 16 | 10 | 11 | 14 | 5 | 7 | 10 | 50 | 56 | 53 | 46 | 124 | 150 | 169 |
| Despesas antecipadas | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 4 | 3 | 1 | 0 | 24 | 16 | 17 |
| Realizável a longo prazo | 30 | 24 | 49 | 60 | 91 | 105 | 134 | 124 | 136 | 191 | 160 | 228 | 369 | 548 | 768 | 801 |
| Investimentos | 2.200 | 2.802 | 3.277 | 3.980 | 4.245 | 4.448 | 4.536 | 4.687 | 5.019 | 8.851 | 8.527 | 8.742 | 8.220 | 22.356 | 21.325 | 20.986 |
| Imobilizado | 5 | 6 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 10 | 27 | 24 | 20 | 87 | 97 | 107 |
| Intangível | 1 | 2 | 4 | 6 | 5 | 5 | 3 | 2 | 2 | 310 | 324 | 345 | 411 | 843 | 827 | 797 |
| Passivo circulante | 142 | 125 | 276 | 224 | 188 | 242 | 225 | 317 | 255 | 240 | 424 | 727 | 1.016 | 2.137 | 2.265 | 1.284 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 7 | 8 | 10 | 11 | 11 | 11 | 11 | 9 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Fornecedores | 16 | 14 | 31 | 50 | 16 | 21 | 6 | 4 | 9 | 34 | 30 | 34 | 37 | 92 | 90 | 86 |
| Dívida de curto prazo | 7 | 18 | 65 | 76 | 89 | 140 | 144 | 248 | 198 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Passivo não circulante | 522 | 716 | 1.116 | 1.341 | 1.385 | 1.350 | 1.305 | 1.394 | 1.343 | 3.151 | 2.847 | 2.577 | 3.392 | 10.417 | 10.889 | 10.823 |
| Dívida de longo prazo | 195 | 333 | 682 | 829 | 825 | 752 | 670 | 727 | 567 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Patrimônio líquido | 1.672 | 2.430 | 2.677 | 2.965 | 3.169 | 3.309 | 3.458 | 3.615 | 3.907 | 7.516 | 7.617 | 7.810 | 7.877 | 15.105 | 14.135 | 13.899 |
| Receita líquida | 185 | 219 | 257 | 276 | 319 | 331 | 342 | 355 | 374 | 743 | 798 | 938 | 1.111 | 2.712 | 2.740 | 2.859 |
| EBIT | 282 | 450 | 417 | 548 | 422 | 335 | 386 | 382 | 560 | 254 | 320 | 490 | 470 | 5.413 | 1.453 | 1.539 |
| Lucro líquido | 213 | 364 | 310 | 368 | 275 | 204 | 248 | 252 | 363 | 57 | 202 | 318 | 222 | 3.494 | 812 | 945 |
| Fluxo de caixa operacional | 106 | 168 | 175 | 48 | 73 | 163 | 163 | 171 | 187 | 468 | 304 | 600 | 930 | 1.442 | 1.680 | 1.726 |
| Fluxo de caixa de investimento | -119 | -310 | -157 | -345 | -66 | -81 | 26 | -17 | -49 | -750 | -39 | -309 | -1.388 | 360 | 88 | 1.364 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -12 | 472 | 273 | 40 | -116 | -133 | -198 | 38 | -306 | 292 | -285 | -289 | 461 | -1.775 | -1.764 | -3.077 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,57 | 21,91 | 22,13 | 22,23 | 22,28 | 22,31 | 22,33 | 22,40 | 22,43 | 23,11 | 23,11 | 23,13 | 23,23 | 24,04 | 24,03 | 23,98 |
| Tamanho (receita) | 19,04 | 19,21 | 19,36 | 19,44 | 19,58 | 19,62 | 19,65 | 19,69 | 19,74 | 20,43 | 20,50 | 20,66 | 20,83 | 21,72 | 21,73 | 21,77 |
| Alavancagem | 0,09 | 0,11 | 0,18 | 0,20 | 0,19 | 0,18 | 0,16 | 0,18 | 0,14 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Liquidez corrente | 0,70 | 3,49 | 2,67 | 2,15 | 2,12 | 1,41 | 1,39 | 1,61 | 1,35 | 6,44 | 4,37 | 2,44 | 3,22 | 1,79 | 1,89 | 2,58 |
| ROA | 0,09 | 0,11 | 0,08 | 0,08 | 0,06 | 0,04 | 0,05 | 0,05 | 0,07 | 0,01 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | 0,13 | 0,03 | 0,04 |
| ROE | 0,13 | 0,15 | 0,12 | 0,12 | 0,09 | 0,06 | 0,07 | 0,07 | 0,09 | 0,01 | 0,03 | 0,04 | 0,03 | 0,23 | 0,06 | 0,07 |
| Margem líquida | 1,15 | 1,66 | 1,21 | 1,34 | 0,86 | 0,62 | 0,72 | 0,71 | 0,97 | 0,08 | 0,25 | 0,34 | 0,20 | 1,29 | 0,30 | 0,33 |
| Caixa / ativos | 0,03 | 0,12 | 0,17 | 0,09 | 0,07 | 0,05 | 0,05 | 0,08 | 0,05 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Tangibilidade | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 03/01/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Básico | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |