COMPANHIA DE LOCAÇÃO DAS AMERICAS
CNPJ 10215988000160 · código CVM 22691Visão geral
| Situação na CVM | CANCELADA |
|---|---|
| Registro na CVM | 30/12/2011 |
| Cancelamento do registro | 01/08/2025 (ELISÃO POR EXTINÇÃO DA CIA) |
| Setor de atividade | Serviços Transporte e Logística |
| Listagem na B3 (início) | 23/04/2012 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2022) | 97,0% |
| Auditor independente (2025) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.localiza.com ↗ |
Respostas no ano 2019
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 69,0% | 26 | 7 | 17 | 4 | 37 | Novo Mercado |
| 2019 | 69,8% | 26 | 7 | 15 | 6 | 35 | Novo Mercado |
| 2020 | 85,0% | 39 | 4 | 7 | 4 | 29 | Novo Mercado |
| 2021 | 86,0% | 40 | 4 | 6 | 4 | 28 | Novo Mercado |
| 2022 | 97,0% | 47 | 0 | 3 | 4 | 28 | — |
Acionistas
8 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaNão atende a prática recomendada. |
Não |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaConforme previsto no Capítulo VII do Estatuto Social da Companhia, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.unidas.com.br) a medida de defesa é a realização de oferta pública de aquisição de ações ("OPA") por atingimento de participação, direta ou indireta, de qualquer pessoa física ou jurídica, fundo de investimento ou investidor de outra natureza, que adquira o montante igual ou superior a 20% do capital social da Companhia (artigo 43). A análise do Conselho de Administração acerca da referida medida de defesa, consta da Proposta da Administração referente à Assembleia Geral Extraordinária realizada em 11 de maio de 2017, a qual foi submetida aos acionistas, para fins da deliberação da reforma do Estatuto. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaA Companhia atende a prática recomendada e não impõe acréscimos de prêmios acima do valor econômico ou de mercado das ações. Conforme estabelecido no parágrafo 2º do Artigo 43 do Estatuto Social da Companhia, aprovado em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 06 de novembro de 2018, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.unidas.com.br), o preço de aquisição por ação de emissão da Companhia deverá ser o maior valor entre: (i) 130% do valor justo da Companhia, apurado em laudo de avaliação elaborado nos termos do artigo 47 deste Estatuto Social, dividido pelo número total de ações de emissão da Companhia: (ii) 130% do preço de emissão de cada uma das ações no último aumento de capital realizado mediante distribuição pública ocorrido no período de 24 (vinte e quatro) meses antes da realização da oferta pública de aquisição de ações, devidamente atualizado pelo IPCA até o momento do pagamento: e (iii) 130% da cotação unitária média ponderada das ações de emissão da Companhia durante os 90 (noventa) dias anteriores ao anúncio acerca da realização da oferta pública de aquisição de ações. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia esclarece que a política de destinação de resultados está sendo discutida pela adminsitração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. No entanto, o seu Estatuto Social dispõe sobre a destinação de 25% do lucro líquido ajustado a título de dividendo mínimo obrigatório. Embora não possua uma política formal, a Companhia ressalta que segue processo interno estruturado para remuneração dos seus acionistas, baseado em aspectos relevantes sobre a evolução dos seus resultados financeiros e operacionais, bem como em seu planejamento estratégico e retorno aos acionistas. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
6 Sim · 3 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaA Companhia esclarece que a política de gestão de riscos está sendo discutida pela adminsitração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. De toda forma, a Companhia informa que o Conselho de Administração monitora, discute e revisa, por meio de agenda anual de reuniões, os assuntos de sua competência, nos termos das exigências legais e previsões estatutárias. Ademais, a Companhia possui, subordinados ao Conselho de Administração o (i) Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, (ii) Comitê de Compliance, (iii) Comitê de Seminovos, (iv) Comitê de Gestão de Pessoas, (v) Comitê Rent a Car e (vi) Comitê de Gerenciamento de Frotas, que o auxiliam no acompanhamento, junto à Administração da Companhia, de cada uma das práticas recomendadas conforme abaixo: (i) Definição de estratégias de negócios: Conforme Estatuto Social da Companhia, é de competência do Conselho de Administração fixar a orientação geral dos negócios, zelando por sua boa execução, considerando os impactos das atividades da Companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da Companhia e a criação de valor no longo prazo. (ii) Avaliação de riscos: A Companhia esclarece que, apesar de não possuir uma política formal de gestão de riscos, possui um comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, que é responsável por discutir, revisar e apresentar ao Conselho de Administração e à Diretoria as análises e mapeamentos realizados. (iii) Definição de valores e princípios: Um dos valores e princípios basilares da Companhia é a atuação com ética e transparência nos negócios. Nesse sentido, em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 27 de fevereiro de 2012, a Companhia aprovou o seu Código de Conduta Ética, ao qual, inclusive o próprio Conselho de Administração se submete, zelando pela sua aplicação e garantindo a transparência da Companhia no relacionamento com todas as partes interessadas. (iv) Revisão do sistema de governança corporativa: O Conselho de Administração revisa anualmente o sistema de governança corporativa, visando aprimorá-lo. Essa revisão periódica do sistema de governança corporativa da Companhia foi ratificada através da aprovação do Estatuto Social considerando todas as alterações propostas pelo novo Regulamento do Novo Mercado na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 02 de janeiro de 2018. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia esclarece que a política de indicação e avaliação de cargos do Conselho de Administração está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. Apesar disso, a Companhia reforça seu compromisso de avaliar frequentemente a pertinência e importância de adequar suas políticas e procedimentos internos com o objetivo de se adequar às melhores práticas de governança corporativa para garantir a transparência a seus investidores. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que a política de indicação e avaliação de cargos do Conselho de Administração está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que a política de sucessão da alta administração está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que possui programa de integração interno para os novos membros do Conselho de Adminsitração e demais colaboradores da Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. justificativa da empresaA Companhia esclarece que o Regimento Interno do Conselho de Administração está sendo discutido pela administração da Companhia e será aprovado ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. Contudo, os itens são atendidos, uma vez que as atribuições do presidente do Conselho, as regras de substituição, as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e a definição de prazo para recebimento dos materiais para discussão nas reuniões estão previstas no Estatuto Social da Companhia. |
Parcialmente |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que o Regimento Interno do Conselho de Administração está sendo discutido pela administração da Companhia e será aprovado ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaA Companhia atende à prática solicitada. |
Sim |
Diretoria
4 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresa(i)A Companhia esclarece que a política de gestão de riscos está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. (ii) A Companhia atende a prática recomendada, pois possui mecanismos, processos e programas eficazes de monitormanto e divulgação do desempenho financeiro e operacional, bem como dos impactos das atividades da Companhia na sociedade. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que o Regimento Interno da Diretoria está sendo discutido pela administração da Companhia e será aprovado ao longo do ano de 2019 pela Diretoria e pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaAtende à prática recomendada. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que, após o processo formal de avaliação dos Diretores da Companhia, o Diretor-Presidente reporta sua recomendação ao Comitê de Gestão de Pessoas e ao Conselho de Administração que, por sua vez, avaliarão a sua permanência, promoção ou o desligamento do executivo. |
Parcialmente |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Remuneração, ainda pendente de aprovação pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaAtende à prática recomendada. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que atende a prática recomendada e seus executivos e administradores não deliberam sobre sua própria remuneração. Além disso, a estrutura de incentivos está alinhada aos limites de risco definidos pelo Conselho de Administração. Vide maiores detalhes sobre as práticas de remuneração dos Administradores no item 13.1 do Formulário de Referência da Companhia. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
1 Sim · 2 Não · 4 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO parágrafo 6º do artigo 12 do Estatuto Social da Companhia, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.unidas.com.br), estabelece como competência do Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos, entre outras matérias: (i) opinar sobre a contratação e destituição dos serviços de auditoria independente: (ii) avaliar as informações trimestrais, demonstrações intermediárias e demonstrações financeiras: (iii) acompanhar as atividades da auditoria interna e da área de controles internos da Companhia (iv) avaliar e monitorar as exposições de risco da Companhia (v) avaliar, monitorar e recomendar à administração a correção ou aprimoramento das políticas internas da Companhia, incluindo a política de transações entre partes relacionadas e (vi) possuir meios para recepção e tratamento de informações acerca do descumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à Companhia, além de regulamentos e códigos internos, inclusive com previsão de procedimentos específicos para proteção do prestador e da confidencialidade da informação. A Companhia informa que, apesar de atualmente o Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos não possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, está analisando internamente a adoção desta prática e, em momento oportuno, apresentará o tema aos órgãos societários competentes para análise. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia informa que seu Estatuto Social, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.unidas.com.br), estabelece regras de contratação para auditoria externa, entretanto, não possui política aprovada pelo Conselho de Administração para contratação de serviços de extra-auditoria. Não obstante, a Companhia informa que está estruturando uma política formal para contratação de auditores externos e auditores independentes para serviços extra-auditoria que será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. |
Não |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui Comitê Estatutário de Auditoria e Gestão de Riscos, cujas atribuições, dentre outras, é opinar sobre a contratação e destituição dos serviços de auditoria independente e avaliar as informações trimestrais, demonstrações intermediárias e demonstrações financeiras. Todavia, a Companhia não instituiu ainda como obrigatória a apresentação do plano anual de trabalho dos auditores independentes pelo Comitê Estatutário de Auditoria e Gestão de Riscos ao Conselho de Administração. Não obstante, a Companhia está analisando internamente a adoção desta prática com vistas a se adequar às melhores práticas de governança corporativas e, em momento oportuno, apresentará o tema aos órgãos societários competentes para análise. |
Parcialmente |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA área de Auditoria Interna está atualmente vinculada à Diretoria Financeira. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que a política de gerenciamento de riscos está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. Não obstante, a Companhia mapeia seus riscos de acordo com o framework do COSO (Commitee of sponsoring organization), segregando os controles a nível de entidade e controle a nível de atividades. |
Parcialmente |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia atende à prática solicitada. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Companhia esclarece que a política de gerenciamento de riscos está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. Não obstante, a Companhia avalia constantemente os riscos mapeados em suas operações, bem como a efetividade de seus controles internos e de seu programa de integridade para preveni-los e mitiga-los, prestando reporte ao conselho de administração quanto à essa avaliação. |
Parcialmente |
Ética e Conflito de Interesses
7 Sim · 0 Não · 4 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaAtualmente a Companhia possui um Comitê de Ética ligado ao Departamento de Compliance que se reporta à Diretoria Financeira. Apesar de não estar ligado diretamente ao Conselho de Administração se encarrega de revisar e atualizar o canal de denúncias, bem como de conduzir apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta, ao passo em que o Departamento de Compliance se encarrega de implementar, disseminar, treinar e garantir as revisões e atualizações devidas ao Código de Conduta Ética e demais Políticas Institucionais da Companhia. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA canal de denúncias da Companhia funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, de forma independente e imparcial, conduzido por empresa terceirizada e especializada (Contato Seguro) que garante a confidencialidade aos denunciantes e o atendimento por profissionais especializados, através do site https://www.contatoseguro.com.br/unidas, aplicativo para celular e pelo telefone 0800 602 6914. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA separação e definição de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança é realizada mediante o estabelecimento de competências e alçadas claras nos documentos corporativos da Companhia, quais sejam, o estatuto social, regimentos internos e/ou políticas. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia estabelece no seu código de ética e na política de transação com partes relacionadas, esta aprovada pelo Conselho de Administração em 05 de outubro de 2018 e ambos divulgados no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.unidas.com.br), as regras para tratativas de conflitos de interesse eventualmente identificados. Adicionalmente, o canal de denúncia da Companhia também está apto a receber denúncias relacionadas a eventuais conflitos de interesse para tratativas pelo Comitê de Ética. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA política de transação com partes relacionadas da Companhia e seu Estatuto Social, ambos disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.unidas.com.br) estabelecem mecanismos para administração de conflitos de interesse nas votações submetidas ao Conselho de Administração. Além disso, o parágrafo 6º do artigo 14 do Estatuto Social da Companhia estabelece que os membros do Conselho de Administração não poderão ter acesso a informações ou participar de reuniões do Conselho de Administração, relacionadas a assuntos sobre os quais tenham ou representem interesses conflitantes com os da Companhia, ficando expressamente vedado o exercício do seu direito de voto. Adicionalmente, o artigo 50 do seu Estatuto Social estabelece que a Companhia, seus acionistas, administradores e membros do Conselho Fiscal (se instalado), efetivos e suplentes, obrigam-se a resolver, por meio de arbitragem, perante a Câmara de Arbitragem do Mercado, na forma de seu regulamento toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada com ou oriunda, da sua condição de emissor, acionistas, administradores, e membros do conselho fiscal, em especial, decorrentes das disposições contidas na Lei nº 6.385/76, na Lei nº 6.404, no Estatuto Social da Companhia, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco Central do Brasil e pela CVM, bem como nas demais normas aplicáveis ao funcionamento do mercado de capitais em geral, além daquelas constantes do Regulamento do Novo Mercado, do Regulamento de Arbitragem da Câmara de Arbitragem do Mercado, dos regulamentos da B3 e do Contrato de Participação do Novo Mercado. Por fim, a Companhia reforça seu compromisso de avaliar frequentemente a pertinência e importância de adequar suas políticas e procedimentos internos com o objetivo de se adequar às melhores práticas de governança corporativa para garantir a transparência a seus investidores. |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaEm 05 de outubro de 2018, foi aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia a Política de Transações com Partes Relacionadas, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.unidas.com.br), nos termos da Lei nº 6.404/76, bem como com as normas gerais emitidas pela CVM e com as boas práticas de governança corporativa do Novo Mercado. Seu objetivo é estabelecer diretrizes para assegurar que todas as decisões envolvendo Partes Relacionadas e outras situações com potencial conflito de interesses, sejam tomadas observando os interesses da Companhia e de seus acionistas Todos os administradores da Companhia devem aderir à Política, através da assinatura do termo de adesão anexo à ela, através do qual declaram ciência aos seus termos. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Negociação de Valores Mobiliários, a qual foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 27 de fevereiro de 2012, e uma Política de Divulgação de Ato e Fato Relevante, a qual foi originalmente aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 03 de outubro de 2011 e reformulada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 07 de maio de 2014. Ambas políticas estabelecem controles que viabilizam o monitoramento das negociações realizadas. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não tenha uma Política específica que regule sobre Contribuições e Doações, a Política Anticorrupção da Companhia aprovada pelo Conselho de Administração em 03 de janeiro de 2018 estabelece critérios para contribuições e doações, sendo terminantemente proibida as contribuições e doações políticas. Não obstante, a Companhia esclarece que a política de doações e patrocínios está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaEmbora a Companhia não tenha uma Política específica que regule sobre Contribuições e Doações, a Política Anticorrupção da Companhia aprovada pelo Conselho de Administração em 03 de janeiro de 2018 proíbe terminantemente a Companhia, seus Colaboradores e Administradores e Terceiros de realizar doações e contribuições políticas, pela Companhia ou em seu nome. Não obstante, a Companhia esclarece que a política de doações e patrocínios está sendo discutida pela administração da Companhia e será aprovada ao longo do ano de 2019 pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
201120122013201420152016201720182019202020212022202320242025
Conselho de Administração 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| BRUNO SEBASTIAN LASANSKYGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/03/2025 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício findo em 31 de dezembro de 2025 |
| DIRLEY PINGNATTI RICCIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 27/03/2025 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício findo em 31 de dezembro de 2025 |
| ELVIO LUPO NETOGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 27/03/2025 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício findo em 31 de dezembro de 2025 |
Diretoria 3 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| BRENO DAVIS CAMPOLINAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 02/04/2025 | Até a primeira Reunião do Conselho de Administração após a AGO de 2026 |
| BRUNO SEBASTIAN LASANSKYGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 02/04/2025 | Até a primeira Reunião do Conselho de Administração após a AGO de 2026 |
| JOÃO HILÁRIO DE ÁVILA VALGAS FILHOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 02/04/2025 | Até a primeira Reunião do Conselho de Administração após AGO de 2026 |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
201120122013201420152016201720182019202020212022202320242025
Remuneração total, por órgão — exercício 2025
Prevista para 2025 (FRE 2025)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 3,75 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 |
| Salário ou pró-labore | 0 | 0 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 |
| Participação em comitês | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 |
| Total do órgão | 0 | 0 |
Realizada em 2025 (FRE 2026)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2025: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2025; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2026 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 10/03/2024 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000626 | Nacional | 02/05/2023 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000626 | Nacional | 14/04/2022 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 17/02/2021 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 17/02/2021 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000626 | Nacional | 01/01/2021 |
| 2020 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2019 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2015 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2015 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2015 |
| 2016 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 → 31/12/2015 |
| 2015 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 31/03/2016 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 1 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
201120122013201420152016201720182019202020212022202320242025
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 0 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 0 (0%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 0 (0%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (01/08/2025).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Emitido | 01/07/2025 | 10.544.984.677 | 2.228.741.100 | 0 | 2.228.741.100 |
| Capital Integralizado | 01/07/2025 | 10.544.984.677 | 2.228.741.100 | 0 | 2.228.741.100 |
| Capital Subscrito | 01/07/2025 | 10.544.984.677 | 2.228.741.100 | 0 | 2.228.741.100 |
201120122013201420152016201720182019202020212022202320242025
Transações com partes relacionadas 8 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Localiza Rent a Car S.A. | Controladora | 31/12/2023 | 152.767.611 | — | — | 0 |
| Mobi 7 S.A. | Coligada | 31/12/2023 | 4.096.365 | — | — | 0 |
| Localiza Fleet S.A. | Coligada | 31/12/2023 | 1.719.799 | — | — | 0 |
| Via Trucks Comércio de Caminhões Ltda | Sociedade controlada pelos Fundadores da Companhia | 16/08/2022 | 916.075 | — | — | 0 |
| Via Jap Comércio de Veículos Ltda. | Sociedade controlada pelos Fundadores da Companhia | 23/04/2015 | 205.461 | 0 | — | 0 |
| Localiza Prime Serviços | Coligada | 31/12/2023 | 31.877 | — | — | 0 |
| Vanguard Car Rental System USA LLC | Subsidiária de investidor da Companhia | 31/12/2024 | 8.897 | — | — | — |
| Alienantes Getrak | Integrante do quadro de diretoria da Companhia com saldo a receber, decorrente da alienação da Getrak, anteriormente denominada como Nexcorp Serviços e Telecomunicações S.A. | 30/08/2021 | 0 | — | — | 0,000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| American Depositary Receipts Nível 1 | Estados Unidos | OTC | JP Morgan Chase Bank | 12/12/2018 | 4,18% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2021.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 725 | 930 | 1.185 | 1.227 | 1.365 | 2.395 | 8.745 | 11.048 | 14.466 | 18.502 | 20.115 | 20.275 | 19.156 |
| Ativo circulante | 165 | 240 | 422 | 426 | 452 | 692 | 2.785 | 3.122 | 4.757 | 4.162 | 3.529 | 4.536 | 6.943 |
| Caixa e equivalentes | 84 | 79 | 92 | 125 | 167 | 402 | 1.756 | 1.770 | 3.338 | 2.663 | 499 | 228 | 975 |
| Aplicações financeiras | 0 | 11 | 145 | 72 | 39 | 22 | 207 | 243 | 352 | 50 | 318 | 1.943 | 4.097 |
| Contas a receber | 42 | 70 | 103 | 120 | 126 | 149 | 406 | 513 | 581 | 819 | 904 | 1.200 | 998 |
| Estoques | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 123 | 21 | 0 |
| Tributos a recuperar | 2 | 6 | 12 | 16 | 17 | 39 | 74 | 86 | 80 | 146 | 90 | 181 | 99 |
| Despesas antecipadas | 2 | 2 | 5 | 8 | 6 | 14 | 11 | 13 | 14 | 11 | 7 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 26 | 37 | 61 | 61 | 17 | 26 | 102 | 113 | 239 | 325 | 1.637 | 662 | 237 |
| Investimentos | 1 | 2 | 2 | 1 | 0 | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 531 | 647 | 695 | 734 | 891 | 1.591 | 4.958 | 6.838 | 8.400 | 12.797 | 14.055 | 14.265 | 11.206 |
| Intangível | 2 | 3 | 5 | 6 | 5 | 85 | 900 | 974 | 1.070 | 1.217 | 892 | 813 | 770 |
| Passivo circulante | 235 | 280 | 201 | 184 | 195 | 632 | 2.416 | 2.278 | 3.545 | 3.760 | 2.654 | 1.378 | 922 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 3 | 6 | 3 | 3 | 3 | 10 | 24 | 42 | 55 | 151 | 84 | 39 | 24 |
| Fornecedores | 50 | 73 | 105 | 111 | 142 | 355 | 1.974 | 1.927 | 2.367 | 2.323 | 1.002 | 910 | 574 |
| Dívida de curto prazo | 179 | 197 | 82 | 36 | 38 | 221 | 299 | 120 | 726 | 901 | 1.302 | 53 | 14 |
| Passivo não circulante | 353 | 491 | 682 | 739 | 862 | 1.279 | 3.763 | 4.865 | 6.735 | 9.817 | 11.493 | 4.003 | 1.192 |
| Dívida de longo prazo | 298 | 418 | 599 | 663 | 840 | 1.212 | 3.594 | 4.553 | 6.388 | 9.107 | 10.620 | 3.049 | 616 |
| Patrimônio líquido | 137 | 159 | 302 | 304 | 308 | 483 | 2.566 | 3.904 | 4.186 | 4.925 | 5.967 | 14.894 | 17.042 |
| Receita líquida | 309 | 391 | 444 | 541 | 629 | 1.095 | 2.917 | 4.799 | 5.592 | 6.513 | 8.111 | 7.748 | 8.503 |
| EBIT | 63 | 114 | 74 | 87 | 117 | 224 | 547 | 799 | 777 | 1.892 | 2.230 | 2.224 | 867 |
| Lucro líquido | 12 | 23 | 4 | 16 | 25 | 61 | 189 | 338 | 386 | 1.003 | 303 | 721 | 835 |
| Fluxo de caixa operacional | -44 | -29 | -51 | -40 | -136 | 148 | 224 | -1.073 | -98 | -1.473 | -2.652 | 116 | 1.990 |
| Fluxo de caixa de investimento | -16 | -21 | -140 | 64 | 29 | -20 | -416 | -205 | -227 | 85 | 1.745 | 150 | -10 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 122 | 46 | 203 | 9 | 149 | 103 | 1.545 | 1.292 | 1.893 | 712 | -1.172 | -537 | -1.233 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,40 | 20,65 | 20,89 | 20,93 | 21,03 | 21,60 | 22,89 | 23,13 | 23,40 | 23,64 | 23,72 | 23,73 | 23,68 |
| Tamanho (receita) | 19,55 | 19,78 | 19,91 | 20,11 | 20,26 | 20,81 | 21,79 | 22,29 | 22,44 | 22,60 | 22,82 | 22,77 | 22,86 |
| Alavancagem | 0,66 | 0,66 | 0,57 | 0,57 | 0,64 | 0,60 | 0,45 | 0,42 | 0,49 | 0,54 | 0,59 | 0,15 | 0,03 |
| Liquidez corrente | 0,70 | 0,86 | 2,10 | 2,31 | 2,31 | 1,09 | 1,15 | 1,37 | 1,34 | 1,11 | 1,33 | 3,29 | 7,53 |
| ROA | 0,02 | 0,02 | 0,00 | 0,01 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,05 | 0,02 | 0,04 | 0,04 |
| ROE | 0,08 | 0,14 | 0,01 | 0,05 | 0,08 | 0,13 | 0,07 | 0,09 | 0,09 | 0,20 | 0,05 | 0,05 | 0,05 |
| Margem líquida | 0,04 | 0,06 | 0,01 | 0,03 | 0,04 | 0,06 | 0,06 | 0,07 | 0,07 | 0,15 | 0,04 | 0,09 | 0,10 |
| Caixa / ativos | 0,12 | 0,09 | 0,08 | 0,10 | 0,12 | 0,17 | 0,20 | 0,16 | 0,23 | 0,14 | 0,02 | 0,01 | 0,05 |
| Tangibilidade | 0,73 | 0,70 | 0,59 | 0,60 | 0,65 | 0,66 | 0,57 | 0,62 | 0,58 | 0,69 | 0,70 | 0,70 | 0,59 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 30/12/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 23/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 28/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | — | FCA 2022 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |