PRIO S.A.
CNPJ 10629105000168 · código CVM 22187Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 21/10/2010 |
| Setor de atividade | Petróleo e Gás |
| Listagem na B3 (início) | 25/10/2010 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 83,0% |
| Auditor independente (2026) | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.prio3.com.br ↗ |
Respostas no ano 2024
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 66,3% | 28 | 12 | 9 | 5 | 37 | Novo Mercado |
| 2020 | 69,4% | 30 | 11 | 8 | 5 | 36 | Novo Mercado |
| 2021 | 73,5% | 33 | 10 | 6 | 5 | 34 | Novo Mercado |
| 2022 | 73,5% | 29 | 6 | 14 | 5 | 37 | Novo Mercado |
| 2023 | 80,0% | 35 | 5 | 10 | 4 | 35 | Novo Mercado |
| 2024 | 86,0% | 39 | 3 | 8 | 4 | 33 | Novo Mercado |
| 2025 | 83,0% | 36 | 3 | 11 | 4 | 32 | Novo Mercado |
Acionistas
8 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 3 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaA PRIO é uma companhia de capital pulverizado que zela constantemente pela proteção da sua base acionária, principalmente no que diz respeito a uma tomada hostil de controle. Dessa forma, prevê em seu Estatuto Social mecanismos de proteção à dispersão acionária, incluindo (i) parecer do Conselho de Administração previsto no Artigo 24, alínea s: (ii) parecer do comitê especial independente por hipótese de reorganizações societárias, previsto no Artigo 49 e (iii) cláusula poison pill, prevista no Artigo 52. O Conselho de Administração da Companhia reavalia periodicamente regras referentes à oferta pública por atingimento de participação relevante constantes no Estatuto Social, inclusive quanto às suas vantagens e desvantagens, gatilhos de acionamento e parâmetro de preço, a fim de prevenir aquisições oportunistas de parcelas significativas de capital da companhia. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaSugestão de redação (INA): Após alteração aprovada na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 08 de dezembro de 2023, o Estatuto Social da Companhia passou a prever que o preço ofertado por ação no caso de OPA por Atingimento de Participação Relevante corresponda, no mínimo, à maior cotação, considerando inclusive cotações intraday, dos 18 (dezoito) meses anteriores à data de atingimento da Participação Relevante, em negociação privada ou pública, devidamente atualizada pela taxa SELIC desde a data em que for verificada a referida maior cotação até a data em que for divulgado o edital da OPA por Atingimento de Participação Relevante, acrescido de 15% (quinze por cento), nos termos do Artigo 53. A alteração estatutária promoveu ajustes no cálculo do preço por ação para refletir eventos societários, tais como grupamentos, desdobramentos, dentre outros, exceto aqueles relacionados a operações de reorganização societária. Não há, portanto, acréscimo de prêmio acima do valor econômico, dado que o prêmio de 15% não representa acréscimo substancial em relação ao valor econômico ou de mercado das ações, estando dentro do praticado no mercado. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia pratica consistentemente o que está estabelecido e divulgado em seu Estatuto Social e no Formulário de Referência. A cada distribuição de provento, o Conselho de Administração analisa a situação econômico-financeira da Companhia e busca atender os objetivos de robustez do Balanço Patrimonial e distribuição de resultados para os acionistas. Esse movimento é parte integrante da estratégia da Companhia, que é pautada em um modelo de negócio com foco em crescimento orgânico e M&A, e com a premissa de maximizar o retorno sobre o capital investido. Conforme divulgado em Fato Relevante em 11/03/2024, o Conselho de Administração aprovou, a aquisição de até 10% das ações totais da PRIO por meio do Programa de Recompra. Com o Programa de Recompra em execução, a PRIO também fortalece sua posição no mercado, podendo adquirir até 89.205.993 ações ordinárias, o que representa 10% das ações totais da Companhia. As demais informações sobre o Programa de Recompra, exigidas nos termos do do Anexo G à Resolução CVM nº 80/22, foram prestadas como anexo à ata da reunião do Conselho de Administração que aprovou o Programa de Recompra, disponível na página da Companhia (https://ri.prio3.com.br/) e da CVM (http://sistemas.cvm.gov.br/) na rede mundial de computadores. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
7 Sim · 2 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de Administração da Companhia tem como função primordial a orientação geral dos negócios da Companhia, atuando na definição das políticas e na fixação das diretrizes orçamentárias, para a melhor condução dos negócios, nos termos previstos no Artigo 24, alínea a do Estatuto Social e no item 2.1 do Regimento Interno do Conselho de Administração. No que diz respeito ao item (ii), o Conselho de Administração da PRIO em 14 de fevereiro de 2022, exercendo a competência prevista no artigo 24, alínea u do Estatuto Social, aprovou a Política de Gerenciamento de Riscos, a qual destaca a atribuição do Conselho de Administração na avaliação periódica da eficácia do sistema de gerenciamento de riscos com o assessoramento do Comitê de Ética e Compliance. Com relação ao tema ética, o Conselho de Administração, em observância à legislação aplicável e às melhores práticas de mercado, aprovou em reunião do dia 11 de março de 2019 o novo Código de Ética e Conduta da Companhia, que também passou por alterações em reunião realizada em 14 de setembro de 2023, definindo os valores e princípios gerais da conduta de seus colaboradores, independentemente de cargo ou função, e parceiros de negócios que exercem atividades em nome da Companhia ou em seu favor. Por fim, quanto ao sistema de governança corporativa, o Conselho de Administração periodicamente avalia em suas reuniões a estrutura interna dos órgãos da administração, propondo aprimoramentos significativos, como a criação do Comitê de Remuneração em reunião do dia 14 de setembro de 2023 e do Comitê de Sustentabilidade em reunião do dia 31 de outubro de 2023. No ano de 2023, o Conselho de Administração se reuniu em 11 ocasiões, para deliberação de assuntos extraordinários e pautas ordinárias, em consonância com as atribuições em referência. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaSugestão de nova resposta (INA): O Conselho de Administração, em reunião do dia 31 de outubro de 2023, aprovou a nova Política de Indicação PRIO, no âmbito da qual foram estabelecidas as diretrizes, critérios e processos aplicáveis a seleção, indicação, investidura e posse de candidatos ao Conselho de Administração da Companhia. O procedimento previsto na Política de Indicação demanda a atuação do Comitê de Indicação em conjunto com o Comitê de Ética e Compliance, nos termos das competências que lhes foram atribuídas no referido documento. A investidura e posse dos membros do Conselho de Administração estarão sujeitas à conclusão da avaliação de elegibilidade do respectivo candidato e à emissão de parecer favorável pelo Comitê de Indicação, observada a possibilidade de dispensa pela Assembleia Geral, conforme previsto no Artigo 6º da Política de Indicação. Por sua vez, a seleção do perfil de cada candidato ao Conselho de Administração deverá considerar, entre outras, as características e competências previstas no Artigo 8ª da Política de Indicação, quais sejam: (i) experiência profissional prévia de, no mínimo, 2 (dois) anos em organização de primeira linha com porte e cultura similares à Companhia: (ii) alinhamento e comprometimento com os princípios, valores e cultura da Companhia (iii) disponibilidade de tempo (iv) capacidade de trabalho em equipe e (v) capacidade de interpretar relatórios gerenciais. |
Parcialmente |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia possui processo periódico de avaliação de desempenho do Conselho de Administração e dos seus Comitês de Assessoramento, como órgãos colegiados, conforme metodologia própria, de forma a garantir que tais órgãos executem seus papéis de forma alinhada aos interesses sociais da Companhia. Para encontrar mais informações sobre o funcionamento das avaliações, ver item 7.1 do Formulário de Referência do ano de 2024. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não conta com um plano de sucessão estruturado, porém o atual Diretor-Presidente foi eleito conforme a estratégia definida pelo Conselho de Administração, pois já participava ativamente da gestão desde 2015, inclusive do seu relançamento, após a bem-sucedida reestruturação societária da Companhia. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaOs novos membros do Conselho de Administração são submetidos a procedimento de onboarding estruturados para todos os novos colaboradores, o que inclui, dentre outras ações, a apresentação às pessoas-chave da Administração, o recebimento de materiais de governança e políticas da Companhia e visitação às instalações da Companhia (escritórios e ativos). |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaO Conselho de Administração define o seu calendário anual com o mínimo de 4 (quatro) reuniões ordinárias, cujas datas programadas para divulgação de informações periódicas constam no Calendário Anual de Eventos Corporativos da Companhia, porém não dispõe de agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaA PRIO entende que as reuniões exclusivas para membros externos devem ocorrer caso haja necessidade ou indicação de tais conselheiros que se façam presentes. Portanto, a Companhia disponibiliza a estrutura necessária para a realização de tal reunião. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaComo boa prática de governança, as atas das reuniões do Conselho de Administração da Companhia registram as pessoas presentes, o assunto submetido, a deliberação, as decisões tomadas, e, quando aplicável, os votos divergentes e as abstenções, e disponibilizadas no sistema da CVM e no site de RI da PRIO. |
Sim |
Diretoria
6 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Gerenciamento de Riscos formalizada, cuja proposta foi apreciada pelo Comitê de Auditoria Estatutário e aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada no dia 14 de fevereiro de 2022. A Política de Gerenciamento de Riscos estabelece os princípios, diretrizes e responsabilidades que devem ser observados em todos os processos inerentes às atividades da Companhia, por meio da identificação, análise, priorização, abordagem de tratamento, monitoramento e a comunicação dos riscos que podem afetar o alcance e a execução do plano estratégico. Em relação à Diretoria Estatutária, compete-lhe: (i) participar do processo de gestão de riscos corporativos e assegurar que esteja alinhado às práticas da Companhia e às boas práticas de mercado: (ii) assegurar a adequação dos recursos humanos e financeiros destinados à gestão de riscos corporativos: (iii) disseminar a cultura da gestão de riscos para toda a Companhia: (iv) apreciar eventuais alterações nas disposições da Política de Gerenciamento de Riscos (v) participar do processo de construção e atualização do portfólio de riscos corporativos (vi) contribuir com a avaliação dos riscos, conforme os critérios de impacto e probabilidade estabelecidos (vii) apoiar na definição dos proprietários dos riscos corporativos (viii) aprovar o portfólio e indicar os riscos a serem priorizados (ix) assegurar o enforcement para que os proprietários dos riscos atuem adequadamente na avaliação, tratamento e monitoramento dos riscos corporativos (x) avaliar os planos de ação a serem capitaneados pelos proprietários dos riscos corporativos priorizados e (xi) aprovar processo de assunção de responsabilidade relacionado aos riscos significativos e altos após o aceite do Comitê de Ética e Compliance. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Diretoria da PRIO, responsável pela gestão e representação da Companhia, não dispõe de um regimento interno divulgado, de modo que sua estrutura, funcionamento, papéis e atribuições são definidos no Estatuto Social da Companhia, conforme estabelecido na Lei nº 6.4004 de 1976. |
Parcialmente |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO Conselho de Administração da PRIO realiza, anualmente, avaliação formal da Diretoria. Este processo é conduzido através do preenchimento de um formulário disponibilizado pela Gerência de Pessoas & Performance, utilizando uma metodologia estruturada para avaliar o cumprimento da Diretoria, como órgão colegiado, em relação à cultura corporativa e à estratégia de negócios da Companhia, conforme detalhado no Item 7.1 do Formulário de Referência da Companhia. Além disso, cada Diretor possui metas individuais de desempenho anuais. Ao final de cada ano, tais metas são avaliadas pelo Comitê de Remuneração considerando indicadores de desempenho financeiro e operacional e encaminhadas ao Conselho de Administração para conhecimento. Os resultados dessa avaliação são utilizados para determinar a remuneração variável de cada Diretor. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO Conselho de Administração da PRIO realiza, anualmente, avaliação formal da Diretoria. Este processo é conduzido através do preenchimento de um formulário disponibilizado pela Gerência de Pessoas & Performance, utilizando uma metodologia estruturada para avaliar o cumprimento da Diretoria, como órgão colegiado, em relação à cultura corporativa e à estratégia de negócios da Companhia, conforme detalhado no Item 7.1 do Formulário de Referência da Companhia. Além disso, cada Diretor possui metas individuais de desempenho anuais. Ao final de cada ano, tais metas são avaliadas pelo Comitê de Remuneração considerando indicadores de desempenho financeiro e operacional e encaminhadas ao Conselho de Administração para conhecimento. Os resultados dessa avaliação são utilizados para determinar a remuneração variável de cada Diretor. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaO Conselho de Administração da Companhia aprovou em reunião realizada em 31 de outubro de 2023 a nova Política de Remuneração, no âmbito da qual foram estabelecidos os critérios e diretrizes gerais a serem aplicados na fixação da remuneração e benefícios concedidos aos membros do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal da Companhia. A Política de Remuneração prevê que os membros da Diretoria Executiva estatutária e não estatutária façam jus a (i) pró-labore: (ii) benefícios indiretos e (iii) remuneração variável, dividida em componentes de curto e longo prazo, sem prejuízo de outras modalidades recomendadas pelo Comitê de Remuneração e/ou aprovadas pela Assembleia Geral de Acionistas. A Assembleia Geral de Acionistas aprova anualmente a remuneração dos administradores da Companhia, de acordo com o artigo 152 da Lei nº 6.404 de 1976, sendo certo que tais deliberações em sua íntegra estão disponibilizadas nos websites da Companhia e da Comissão de Valores Mobiliários. Para mais informações sobre o tema, consulte o Item 8 do Formulário de Referência da Companhia. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaConforme constante da Política de Indicação da Companhia, a remuneração da Diretoria Executiva é composta de 3 parcelas, quais sejam: (i) pró-labore: (ii) benefícios indiretos e (iii) remuneração variável. No que diz respeito a remuneração variável, ela é dividida em componentes de curto e longo prazo, a fim de alinhar os interesses dos diretores com a constante geração de valor à Companhia. Para mais informações sobre o tema, consulte o Item 8 do Formulário de Referência da Companhia. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA proposta de remuneração anual é formulada com o apoio do Comitê de Remuneração, com base na Política de Remuneração, sendo levada ao Conselho de Administração para aprovação ou submissão à Assembleia Geral de Acionistas. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
6 Sim · 0 Não · 3 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Comitê de Auditoria Estatutário (Comitê) é um órgão de assessoramento ao Conselho de Administração, composto por, no mínimo, 3 (três) membros titulares, administradores ou não, com mandato unificado de 2 (dois) anos, podendo ser reeleitos. Dentre os membros do Comitê, ao menos 1 (um) será membro do Conselho de Administração, desde que não participe da Diretoria, e a maioria será composta de membros independentes, conforme definição prevista no Regulamento do Novo Mercado. Além disso, os membros do Comitê deverão ter notória experiência e comprovada capacidade técnica em questões contábeis e de auditoria, nos termos da regulamentação editada pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"). Sem prejuízo, atualmente a totalidade dos membros do comitê são independentes, sendo que 2 (dois) dos 3 (três) membros são conselheiros independentes, sendo 1 (um) deles coordenador do comitê. O Comitê dispõe de autonomia orçamentária, cuja proposta orçamentária é aprovada anualmente pelo Conselho de Administração, a fim de custear a realização de consultas, avaliações e investigações dentro do escopo de suas atividades, incluindo a contratação de serviços de consultores e especialistas legais, contábeis, financeiros e de mercado, bem como os demais recursos que sejam necessários ao desempenho de suas atribuições. O Regimento Interno estabelece que, dentre outras atribuições, o Comitê deverá: (i) estabelecer procedimentos a serem utilizados pela Companhia para receber, processar e tratar denúncias e reclamações relacionadas a questões contábeis, de controles contábeis e matérias de auditoria, bem como assegurar que os mecanismos de recebimento de denúncias garantam sigilo e anonimato aos denunciantes: (ii) supervisionar e avaliar os trabalhos dos auditores externos, da área de controles internos e das atividades da auditoria interna: e (iii) avaliar e monitorar as exposições de risco da Companhia. Frisa-se, ainda, que cabe ao Comitê de Ética e Compliance avaliar, orientar, monitorar e supervisionar os processos de avaliação de riscos de compliance da Companhia, incluindo políticas e procedimentos, em paralelo e de forma complementar a outros comitês existentes e operantes. Para mais informações consultar o item 7 do Formulário de Referência da Companhia, além do Regimento Interno dos Comitês de Assessoramento, por meio do link: (https://ri.prio3.com.br/governanca-corporativa/estatuto-e-politicas/). |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaApesar de não dispor de política formal para contratação de serviços extra-auditoria, ressalta-se que a atuação da Companhia na contratação de serviços não relacionados à auditoria externa dos seus auditores independentes se fundamenta na regulamentação aplicável e nos princípios internacionalmente aceitos que preservam a independência do auditor. Esses princípios consistem em: (i) o auditor não deve auditar seu próprio trabalho: (ii) o auditor não deve exercer funções gerenciais no seu cliente: e (iii) o auditor não deve promover os interesses de seu cliente. Além disso, conforme previsto no Artigo 15, alínea c, do Regimento Interno do Comitê de Auditoria Estatutário, o Comitê possui a competência para deliberar sobre a conveniência da contratação de novos serviços a serem prestados pelos auditores externos da Companhia, auxiliando na verificação se os serviços extra-auditoria irão comprometer a independência dos auditores externos. A descrição dos serviços contratados e os valores desembolsados são informados no Item 9 do Formulário de Referência da Companhia. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração.
justificativa da empresaNos termos do item d, do artigo 15, do Regimento Interno do Comitê de Auditoria Estatutário, o Comitê de Auditoria Estatutário deve supervisionar e avaliar os trabalhos dos auditores externos, da área de controles internos e das atividades da auditoria interna. |
Parcialmente |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaEm 03 de agosto de 2022, o Conselho de Administração aprovou o Regimento de Auditoria Interna da Companhia, que funciona nos termos do artigo 23 do Regulamento do Novo Mercado da B3. Mesmo contando com área de auditoria interna estruturada, suas atividades são reportadas ao Conselho de Administração por meio do Comitê de Auditoria Estatutário. |
Parcialmente |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma política de gerenciamento de riscos formalizada e aprovada pelo Conselho de Administração em reunião do dia 14/02/2022, que estabelece os critérios para a avaliação dos riscos, como a Régua de Impacto x Probabilidade, o modelo de gerenciamento de riscos adotados pela Companhia e as respostas para tratamento dos riscos. Além disso, a política estabelece a avaliação da função de riscos pelo Conselho de Administração, a fim de garantir sua efetividade. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Companhia possui um conjunto de controles internos capaz de assegurar a confiabilidade da informação contábil e financeira, bem como garantir a precisão e transparência das demonstrações contábeis para fins externos, observando a conformidade com os princípios contábeis geralmente aceitos. A Companhia mantém contínuas diretrizes de fortalecimento e aprimoramento do seu ambiente de controles internos e governança corporativa, adotando adequadas estruturas de gestão e boas práticas de mercado. A Companhia acredita que o grau de eficiência dos controles internos adotados para a elaboração de suas demonstrações financeiras é adequado para o desenvolvimento de suas atividades e suficiente para assegurar que estas representem adequadamente sua posição patrimonial e financeira, bem como os resultados de suas operações. Adiconalmente, a Companhia possui um programa de integridade (compliance), aprovado pelo Conselho de Administração, e mantém contínuos esforços de fortalecimento e aprimoramento do seu ambiente de controles de riscos de integridade (compliance). Nesse sentido, além do supramencionado programa de compliance, o Conselho de Administração da Companhia também aprovou a instalação de um Comitê de Ética e Compliance, bem como a indicação de um Compliance Officer, subordinado ao próprio Conselho. A Companhia acredita que o grau de eficiência dos seus mecanismos de integridade são adequados para prevenir, detectar e sanar desvios, fraudes e atos ilícitos praticados contra a Administração Pública, nacional ou estrangeira, e orientar a tomada de decisão pelos executivos, garantindo o respeito aos interesses dos acionistas e demais partes interessadas. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaO resultado da avaliação e eficácia do ambiente de controles internos é compartilhado com os gestores responsáveis pelos processos por meio de matrizes de riscos, as quais contém um resumo das não conformidades por ventura identificadas e as respetivas recomendações de melhoria e aprimoramento. Adicionalmente, o Diretor Financeiro da companhia, juntamente com as áreas a ele subordinadas, avalia, segundo metas objetivas estabelecidas no inicio de cada ano, a eficiência das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, de modo a ajustar discrepâncias procedimentais ou aprimorar seus processos. O Compliance Officer da Companhia supervisiona a execução do programa de compliance, com intuito de prevenir, detectar e sanar desvios, fraudes e atos ilícitos praticados contra empresa, seus colaboradores, ou contra a Administração Pública, nacional ou estrangeira. Cumpre, ainda, ao Compliance Officer orientar a tomada de decisão pelos executivos, garantindo o respeito aos interesses dos acionistas e demais partes interessadas. Adeamis, eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento e controle de riscos e de integridade são revisados e sua eficiência testada periodicamente. Por fim, a Companhia também possui um Comitê de Ética e compliance, responsável por dar recomendações ao Compliance Officer, bem como sugerir ou opinar acerca de questões pertinentes ao Código de Ética e Conduta que são avaliadas pelo Conselho de Administração. O Comitê também age conforme os valores da Companhia, leis pertinentes e de acordo com as diretrizes no Código de Ética e Conduta e suas políticas complementares, para garantir um ambiente de negócios íntegro e a preservação do ativo reputacional da Companhia. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA PRIO segue a prática recomendada. A companhia possui um Comitê de Ética e Compliance responsável por dar recomendações ao Compliance Officer, bem como sugerir ou opinar acerca de questões pertinentes ao Código de Ética e Conduta que são avaliadas pelo Conselho de Administração. O Comitê também age conforme os valores da Companhia, leis pertinentes e de acordo com as diretrizes no Código de Ética e Conduta e suas políticas complementares, para garantir um ambiente de negócios íntegro e a preservação do ativo reputacional da Companhia. Em coordenação com o Compliance Officer, o Comitê também pode assessorar o Conselho de Administração e demais órgãos de governança da PRIO, emitindo pareceres e recomendações de caráter consultivo e não vinculante, com o objetivo de garantir as boas práticas corporativas a serem seguidas pelos administradores, colaboradores, sociedades controladas e coligadas e parceiros de negócios e comerciais da Companhia, observadas, em qualquer caso, as disposições do Estatuto Social, do Código de Ética e Conduta e demais políticas aplicáveis à PRIO. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA PRIO atende a prática recomendada. Com efeito, a empresa possui um canal exclusivo e seguro para relato de condutas consideradas antiéticas ou que violem os princípios do Código de Ética e Conduta da PRIO. Todas as informações serão recebidas por uma empresa independente e especializada de modo a preservar a confidencialidade das informações relatadas. Se preferir, o contato pode ser anônimo. Os registros serão tratados de forma imparcial e independente, que o preservará de qualquer tipo de retaliação. O serviço está disponível na intranet dos colaboradores, no site da PRIO (https://prio3.com.br/esg/canal-de-integridade/) e pode ser feito pelo telefone 0800-326-0826. As ligações são gratuitas, sendo que o número +55 21 2018-2075 aceita chamadas a cobrar. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaA PRIO atende a prática recomendada. Conforme se pode extrair do Estatuto Social da Companhia e de suas políticas internas, a empresa possui regras de governança que zelam pela separação e definição das funções, papéis, e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governça da empresa. Nesse sentido, o Conselho de Administração tem como função primordial a orientação geral dos negócios da Companhia e de suas subsidiárias, diretas e indiretas, assim como controlar e fiscalizar o seu desempenho, além de outras atribuições que lhe sejam conferidas por lei ou pelo Estatuto Social (vide artigos 17 a 24 do Estatuto Social, por exemplo). Por sua vez, compete à Diretoria a administração dos negócios sociais em geral e a prática, para tanto, de todos os atos necessários ou convenientes, ressalvados aqueles para os quais, por lei ou por este Estatuto Social, seja atribuída a competência à Assembleia Geral ou ao Conselho de Administração (para maiores informações vide artigos 25 e seguintes do Estatuto Social). Por fim, cabe ao Compliance Officer, supervisionar a execução do programa de compliance e prevenir, detectar e sanar riscos de compliance. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA PRIO atende a prática recomendada. A PRIO possui uma Política de Transações com Partes Relacionadas e Conflito de Interesses, além de possuir dispositivo no seu Código de Ética tratado da identificação e do tratamento dos casos que possam gerar ou aparentar gerar conflito, garantindo processos de tomada de decisão transparentes, que preservem os interesses da PRIO e de seus acionistas, de forma a assegurar a competitividade, conformidade, transparência, equidade e comutatividade das transações. Adicionalmente, os regimentos internos dos órgãos da administração contam com mecanismos próprios para controle de conflito de interesses nas respectivas deliberações. Com efeito, muito embora não haja previsão expressa a respeito do afastamento físico das discussões, tampouco a consignação em ata do referido afastamento físico, é prática consuetudináriamente adotada por todos os órgãos da administração, os conflitos de interesse são identificados e administrados pelo Conselho de Administração, vide item 12.3 c) do Formulário de Referência, nos termos da legislação societária vigente. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia prevê que compete ao Conselho de Administração aprovar qualquer operação ou conjunto de operações envolvendo a Companhia e qualquer parte relacionada, direta ou indiretamente. Adicionalmente, em conformidade com a Lei 6.404/76, os membros do Conselho de Administração estão proibidos de votar em qualquer assembleia ou reunião do Conselho, ou de atuar em qualquer operação ou negócios nos quais tenha interesses conflitantes com os da Companhia. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Política de Transações com Partes Relacionadas da PRIO e o Código de Ética e Conduta estabelecem os princípios que devem ser observados nas transações com partes relacionadas e outras situações que possam envolver conflito de interesses, garantindo processos de tomada de decisão transparentes, que preservem os interesses da Companhia e de seus acionistas, de forma a assegurar a competitividade, conformidade, transparência, equidade e comutatividade das transações. Embora esta Política não abranja especificamente os subitens (ii), (iii) e (iv) das práticas recomendadas, o Código de Ética da PRIO e a Política de Transações com Partes Relacionadas prevêm que é vedado aos conselheiros, aos diretores, aos colaboradores da PRIO e suas controladas, bem como, quaisquer parceiros de intervir em operação social em que tiver interesse conflitante com o da companhia, bem como na deliberação que a respeito tomarem os demais administradores, cumprindo-lhe cientificá-los do seu impedimento e fazer consignar, em ata de reunião do Conselho de Administração ou da Diretoria, a natureza e extensão do seu interesse. Além disso, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê de Auditoria, compete a este órgão avaliar, monitorar, e recomendar à administração a correção ou aprimoramento das políticas internas da Companhia, incluindo a política de transações entre partes relacionadas. Por fim a PRIO informa que avalia constantemente suas políticas para aprimoramento de suas práticas de governança. A versão da Política na íntegra encontra-se disponível no link: (https://ri.prio3.com.br/governanca-corporativa/estatuto-e-politicas/). |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Política de Divulgação de Informações Relevantes, Preservação de Sigilo e Negociação de Valores Mobiliários , elaborada nos termos da Resolução CVM nº 44/2021, e suas alterações posteriores, tem por objetivo (i) estabelecer as regras e diretrizes que deverão ser observadas pelo Diretor de Relações com Investidores e demais Pessoas Vinculadas quanto à divulgação de informações relevantes e à manutenção de sigilo acerca de informações relevantes que ainda não tenham sido divulgadas ao público e (ii) regulamentar as regras e procedimentos que deverão ser observados pelas Pessoas Vinculadas, pelas Pessoas Ligadas e pela Companhia relativas à negociação com valores mobiliários. Os acionistas controladores, quando houver, membros do Conselho de Administração, de seus Comitês de Assessoramento e do Conselho Fiscal, bem como de Diretores Estatutários e não Estatutários da Companhia deverão comunicar, por escrito, ao Diretor de Relações com Investidores e, por este, à CVM e às bolsas de valores onde as ações da Companhia são admitidas à negociação, uma declaração de participação acionária, que deverá ser efetuada no primeiro dia útil após sua investidura no cargo e no prazo de cinco dias após a realização de cada negócio. A área de Relações com Investidores envia, oportunamente, para os representantes dos acionistas, administradores, membros do Conselho Fiscal e todos os empregados da Companhia, aviso sobre o período de vedação a negociações, informando seu início e fim. Sem prejuízo das sanções legais e regulatórias, o descumprimento por colaboradores configura infração ao Código de Ética e Conduta da Companhia, e, portanto, passível de sanções nele previstas. A versão da Política na íntegra encontra-se disponível no link: (https://ri.prio3.com.br/governanca-corporativa/estatuto-e-politicas/) |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaApesar da Companhia não contar com uma Política específica que regule suas contribuições voluntárias, o Conselho de Administração aprovou o Código de Ética e Conduta que estabelece as diretrizes para doações, investimentos sociais e demais contribuições realizadas pela Companhia, inclusive a exigência de diligência prévia das instituições sociais que recebem doações para verificar a sua idoneidade, seu histórico reputacional e o alcance de suas iniciativas. Além disso, a Política Anticorrupção, também aprovada pelo Conselho de Administração, recomenda evitar compras de patrocínio por empresa ou pessoas intermediadoras e a emissão de um relatório de prestação de contas para comprovar a aplicação dos recursos recebidos. Nessa mesma Política, proíbe-se a realização de contribuições monetárias, ou qualquer outra forma de contribuição, a partidos políticos ou a candidatos a cargos políticos. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EMILIANO FERNANDES LOURENÇO GOMESGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 17/04/2026 | 2 anos |
| FELIPE BUENO DA SILVA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 17/04/2026 | 2 anos |
| FELIPE VILLELA DIAS IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 17/04/2026 | 2 anos |
| FLÁVIO VIANNA ULHÔA CANTOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 17/04/2026 | 2 anos |
| GUSTAVO ROCHA GATTASS IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 17/04/2026 | 2 anos |
| MARCIA RAQUEL CORDEIRO DE AZEVEDO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 17/04/2026 | 2 anos |
| NELSON DE QUEIROZ SEQUEIROS TANUREGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 17/04/2026 | 2 anos |
| ROBERTO BERNARDES MONTEIROGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 17/04/2026 | 2 anos |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| BRUNO LOWNDES DALE CABRAL DE MENEZESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 12/03/2025 | 2 anos |
| JEAN CARLOS CALVIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 04/05/2026 | 12/03/2027 |
| MILTON SALGADO RANGEL NETOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 12/03/2025 | 2 anos |
| ROBERTO BERNARDES MONTEIROGin | Diretoria | 13 - Diretor Presidente / Diretor de Relações com Investidores | 12/03/2025 | 2 anos |
Conselho Fiscal 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CÍCERO IVAN DO VALEGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 17/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| ELIAS DE MATOS BRITOGin | Conselho Fiscal | 42 - Pres. C.F.Eleito p/Minor.Ordinaristas | 17/04/2026 | Até AGO 2027 |
| GILBERTO BRAGAGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 17/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| MARCO ANTÔNIO PEIXOTO SIMÕES VELOZOGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 17/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| RONALDO DOS SANTOS MACHADOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 17/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
Comitês 5 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDERSON DOS SANTOS AMORIMGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FELIPE BUENO DA SILVAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FELIPE VILLELA DIASGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FELIPE BUENO DA SILVAGin | Presidente do Comitê |
| FELIPE VILLELA DIASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RODRIGO PINHEIRO BASTOS DE CARVALHO VIANNAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Indicação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EMILIANO FERNANDES LOURENÇO GOMESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| FELIPE BUENO DA SILVAGin | Presidente do Comitê |
| MARCIA RAQUEL CORDEIRO DE AZEVEDOGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| MAURÍCIO MOREIRA MENDONÇA DE MENEZESGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| ROBERTO BERNARDES MONTEIROGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| RODRIGO PINHEIRO BASTOS DE CARVALHO VIANNAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Ética e Compliance
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EMILIANO FERNANDES LOURENÇO GOMESGin | Presidente do Comitê |
| JOHANNA TKATCHENKO COELHO SIMÕES DE ALMEIDAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JOÃO ZANINE BARROSOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LUIZA DE MELLO MARTINGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Sustentabilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FLÁVIO VIANNA ULHÔA CANTOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GUSTAVO ROCHA GATTASSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MILTON SALGADO RANGEL NETOGin | Presidente do Comitê |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 7 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 2 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 3 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 8 | 4 |
| Salário ou pró-labore | 540.000 | 1.920.000 | 3.120.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 737.272 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 21.241.379 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 24.529.125 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 98.116.499 |
| Total do órgão | 540.000 | 23.161.379 | 126.502.896 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 4 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 24.529.125 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 24.529.125 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 16/04/2025 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2020 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 16/04/2025 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2020 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 16/04/2025 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2020 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2020 |
| 2022 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 09/10/2017 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2020 |
| 2021 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 09/10/2017 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2020 |
| 2020 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 09/10/2017 |
| 2019 | Emst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 30/03/2020 |
| 2019 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 01/01/2016 |
| 2019 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 01/01/2016 |
| 2018 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 01/01/2016 |
| 2017 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 01/01/2016 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000200 | Nacional | 01/07/2015 → 19/10/2015 |
| 2016 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2014 → 30/06/2015 |
| 2016 | LOPES, MACHADO AUDITORES | 40262602000131 | Nacional | 20/10/2015 |
| 2015 | Emst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2014 |
| 2014 | Emst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2013 |
| 2013 | Emst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Emst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 03/05/2010 |
| 2011 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 03/05/2010 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 03/05/2010 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 3 | 0 |
| 2018 | 1 | 0 |
| 2017 | 1 | 0 |
| 2016 | 3 | 1 |
| 2015 | 1 | 0 |
| 2014 | 1 | 0 |
| 2013 | 1 | 0 |
| 2012 | 1 | 0 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 158.586 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1.266 |
| Investidores institucionais | 1.931 |
| Ações ordinárias em circulação | 753.702.456 (86,39%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 753.702.456 (86,39%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (17/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 20/12/2024 | 0 | 400.614.352 | 0 | 400.614.352 |
| Capital Emitido | 02/01/2026 | 15.824.780.017 | 872.495.263 | 0 | 872.495.263 |
| Capital Integralizado | 02/01/2026 | 15.824.780.017 | 872.495.263 | 0 | 872.495.263 |
| Capital Subscrito | 02/01/2026 | 15.824.780.017 | 872.495.263 | 0 | 872.495.263 |
20102011201220132014201520182020202120222023202420252026
Relações de subordinação 2 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| MARCIA RAQUEL CORDEIRO DE AZEVEDO | Membro do conselho de adminsitração. | FALCONI CONSULTORES S.A. | Fornecedor | Controle |
| MARCIA RAQUEL CORDEIRO DE AZEVEDO | Membro do Conselho de Administração | FALCONI CONSULTORES S.A. | Fornecedor | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Sem listagens em mercados estrangeiros em 2026 (fonte só cobre 2019–2025).
Títulos de dívida no exterior 2 títulos
| Valor mobiliário | Emissão | Vencimento | Quantidade | Valor nominal | Saldo devedor | Conversível |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Debêntures | 09/06/2021 | 09/06/2026 | 600.000 | 3.348.300.000 | 931.753.685,2 | — |
| Debêntures | 15/10/2025 | 15/10/2030 | 700.000 | 3.733.660.000 | 3.905.844.250 | — |
Valores na moeda de emissão de cada título, conforme declarado no FRE.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 2.696 | 5.390 | 4.256 | 1.805 | 1.061 | 1.177 | 1.082 | 1.252 | 1.537 | 5.490 | 6.793 | 12.221 | 20.303 | 28.311 | 55.746 | 64.180 |
| Ativo circulante | 2.446 | 2.854 | 983 | 673 | 806 | 900 | 782 | 850 | 1.040 | 1.513 | 1.841 | 6.106 | 10.603 | 5.295 | 7.953 | 9.573 |
| Caixa e equivalentes | 21 | 57 | 38 | 34 | 351 | 284 | 25 | 92 | 154 | 459 | 809 | 971 | 9.613 | 2.335 | 3.993 | 3.398 |
| Aplicações financeiras | 2.406 | 1.434 | 871 | 394 | 98 | 213 | 547 | 512 | 644 | 226 | 23 | 3.680 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 2 | 1 | 3 | 1 | 2 | 244 | 31 | 62 | 35 | 375 | 386 | 915 | 166 | 1.743 | 932 | 1.690 |
| Estoques | 0 | 0 | 0 | 0 | 9 | 25 | 33 | 41 | 59 | 125 | 195 | 218 | 0 | 652 | 1.205 | 3.110 |
| Tributos a recuperar | 8 | 35 | 58 | 43 | 39 | 27 | 69 | 59 | 67 | 117 | 124 | 86 | 76 | 348 | 1.203 | 948 |
| Despesas antecipadas | 2 | 8 | 2 | 3 | 3 | 1 | 3 | 3 | 2 | 10 | 26 | 10 | 11 | 22 | 33 | 29 |
| Realizável a longo prazo | 37 | 22 | 156 | 5 | 5 | 46 | 74 | 80 | 66 | 233 | 266 | 398 | 730 | 632 | 5.994 | 8.425 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Imobilizado | 38 | 323 | 394 | 139 | 73 | 70 | 44 | 61 | 45 | 3.055 | 3.729 | 3.975 | 6.136 | 11.469 | 25.298 | 31.143 |
| Intangível | 174 | 2.191 | 2.723 | 988 | 177 | 162 | 183 | 261 | 386 | 690 | 957 | 1.742 | 2.834 | 10.915 | 16.502 | 15.039 |
| Passivo circulante | 35 | 596 | 164 | 224 | 168 | 85 | 80 | 217 | 371 | 1.670 | 2.149 | 1.086 | 1.388 | 3.464 | 3.688 | 5.262 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 3 | 10 | 21 | 18 | 7 | 7 | 10 | 10 | 15 | 39 | 55 | 131 | 138 | 267 | 252 | 496 |
| Fornecedores | 8 | 54 | 101 | 63 | 63 | 52 | 50 | 71 | 73 | 87 | 237 | 292 | 566 | 835 | 758 | 2.350 |
| Dívida de curto prazo | 0 | 0 | 2 | 70 | 0 | 1 | 1 | 97 | 223 | 1.447 | 1.773 | 106 | 498 | 1.477 | 579 | 1.773 |
| Passivo não circulante | 0 | 923 | 433 | 127 | 271 | 178 | 169 | 174 | 159 | 1.655 | 1.492 | 4.515 | 9.023 | 10.969 | 26.134 | 33.137 |
| Dívida de longo prazo | 0 | 0 | 1 | 0 | 88 | 31 | 31 | 54 | 57 | 811 | 763 | 3.795 | 8.724 | 8.078 | 21.855 | 26.665 |
| Patrimônio líquido | 2.660 | 3.872 | 3.659 | 1.455 | 622 | 914 | 834 | 860 | 1.007 | 2.165 | 3.151 | 6.620 | 9.892 | 13.878 | 25.924 | 25.780 |
| Receita líquida | 16 | 10 | 7 | 4 | 487 | 253 | 398 | 534 | 849 | 1.644 | 1.904 | 4.396 | 6.363 | 11.905 | 14.361 | 15.584 |
| EBIT | -191 | -507 | -404 | -2.605 | -1.068 | 84 | 259 | 42 | 170 | 878 | 943 | 2.121 | 3.916 | 7.156 | 6.945 | 1.809 |
| Lucro líquido | -142 | -304 | -278 | -2.238 | -1.003 | 110 | 242 | 31 | 205 | 842 | 453 | 1.333 | 3.427 | 5.180 | 10.302 | 2.251 |
| Fluxo de caixa operacional | -2.200 | -503 | -234 | -283 | 88 | -20 | 114 | 52 | 270 | 445 | 1.618 | 2.184 | 4.927 | 7.740 | 9.669 | 8.176 |
| Fluxo de caixa de investimento | -131 | 378 | 207 | 224 | 223 | -17 | -391 | 0 | -338 | -1.383 | -585 | -4.743 | -176 | -13.245 | -14.814 | -17.200 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 2.348 | 161 | 10 | 49 | 6 | -9 | -6 | 14 | 121 | 1.190 | -713 | 2.627 | 4.010 | -917 | 5.831 | 8.873 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,71 | 22,41 | 22,17 | 21,31 | 20,78 | 20,89 | 20,80 | 20,95 | 21,15 | 22,43 | 22,64 | 23,23 | 23,73 | 24,07 | 24,74 | 24,89 |
| Tamanho (receita) | 16,56 | 16,11 | 15,72 | 15,30 | 20,00 | 19,35 | 19,80 | 20,10 | 20,56 | 21,22 | 21,37 | 22,20 | 22,57 | 23,20 | 23,39 | 23,47 |
| Alavancagem | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,04 | 0,08 | 0,03 | 0,03 | 0,12 | 0,18 | 0,41 | 0,37 | 0,32 | 0,45 | 0,34 | 0,40 | 0,44 |
| Liquidez corrente | 69,50 | 4,79 | 5,99 | 3,01 | 4,79 | 10,53 | 9,82 | 3,92 | 2,80 | 0,91 | 0,86 | 5,62 | 7,64 | 1,53 | 2,16 | 1,82 |
| ROA | -0,05 | -0,06 | -0,07 | -1,24 | -0,95 | 0,09 | 0,22 | 0,02 | 0,13 | 0,15 | 0,07 | 0,11 | 0,17 | 0,18 | 0,18 | 0,04 |
| ROE | -0,05 | -0,08 | -0,08 | -1,54 | -1,61 | 0,12 | 0,29 | 0,04 | 0,20 | 0,39 | 0,14 | 0,20 | 0,35 | 0,37 | 0,40 | 0,09 |
| Margem líquida | -9,13 | -30,60 | -41,15 | -509,19 | -2,06 | 0,44 | 0,61 | 0,06 | 0,24 | 0,51 | 0,24 | 0,30 | 0,54 | 0,44 | 0,72 | 0,14 |
| Caixa / ativos | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,02 | 0,33 | 0,24 | 0,02 | 0,07 | 0,10 | 0,08 | 0,12 | 0,08 | 0,47 | 0,08 | 0,07 | 0,05 |
| Tangibilidade | 0,01 | 0,06 | 0,09 | 0,08 | 0,07 | 0,06 | 0,04 | 0,05 | 0,03 | 0,56 | 0,55 | 0,33 | 0,30 | 0,41 | 0,45 | 0,49 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 22/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 29/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 17/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
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