BANCO BRADESCO S.A.
CNPJ 60746948000112 · código CVM 906Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Bancos |
| Listagem na B3 (início) | 26/11/1946 |
| Segmento B3 atual | Nível 1 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 95,7% |
| Auditor independente (2026) | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.bradesco.com.br ↗ |
Respostas no ano 2022
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 84,8% | 37 | 5 | 4 | 8 | 29 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2019 | 84,8% | 37 | 5 | 4 | 8 | 29 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2020 | 89,1% | 40 | 4 | 2 | 8 | 28 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2021 | 92,4% | 41 | 2 | 3 | 8 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2022 | 94,6% | 42 | 1 | 3 | 8 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2023 | 94,6% | 42 | 1 | 3 | 8 | 27 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2024 | 94,6% | 42 | 1 | 3 | 8 | 26 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2025 | 95,7% | 43 | 1 | 2 | 8 | 26 | Nível 1 de Governança Corporativa |
Acionistas
5 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA Companhia optou por possuir uma estrutura societária com controle definido e com a diferenciação entre as espécies de ações, com vistas a facilitar, por meio de uma maior flexibilidade na estrutura de capital, a capitalização da Companhia. A estrutura acionária está composta conforme abaixo, sendo que as participações foram calculadas com base no capital total, inclusive ações em tesouraria: ACIONISTAS ON % PN % TOTAL % CONTROLADORES 3.811.582.438 71,3994 121.067.103 2,2757 3.932.649.541 36,8969 DEMAIS ACIONISTAS 1.526.811.443 28,6006 5.199.027.044 97,7243 6.725.838.487 63,1031 TOTAL 5.338.393.881 100,00 5.320.094.147 100,00 10.658.488.028 100,00 Base Maio de 2022 O Estatuto Social da Sociedade assegura a todos os acionistas, em cada exercício, a título de dividendo mínimo obrigatório, 30% do lucro líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos incisos I, II e III do caput do Art. 202 da Lei nº 6.404/76. As ações da Companhia podem ser divididas em espécies, quais sejam: - As Ações Ordinárias (ON) possuem direito de voto em todas as deliberações das assembleias gerais. O Estatuto confere aos seus titulares, não integrantes do bloco de controle, o recebimento de 100% do valor pago por ON de titularidade dos controladores, no caso de inclusão de oferta pública decorrente de eventual alienação do controle da Sociedade (tag along). - As Ações Preferenciais (PN) não possuem direito de voto, com exceção dos casos previstos legalmente, quais sejam: Na eleição de membros para o Conselho de Administração, cujos titulares que representam, no mínimo, 10% do capital social, acionistas detentores de ações PN têm a prerrogativa de eleger seus candidatos em votação em separado, bem como terão direito de eleger, também em separado, 1 (um) membro para o Conselho Fiscal e seu respectivo suplente, nos termos dos Artigos 141 e 161 da Lei nº 6.404/76: No caso de assembleia especial de preferencialistas, nos termos do Parágrafo Primeiro do Artigo 136 da Lei nº 6.404/76, conforme o Estatuto, será assegurado aos titulares de ações PN o recebimento do preço igual a 80% do valor pago por ON integrante do bloco de controle (tag along), benefício este que não tem previsão legal. Ainda, é conferida prioridade no reembolso do capital social e dividendos 10% maiores que os atribuídos às ON. Destacamos que a Companhia respeita a previsão legal de que o número de PN não poderá ultrapassar 50% do total das ações emitidas. - Forma como o controle é exercido O controle é exercido em conjunto, diretamente, pela Cidade de Deus - Cia. Comercial de Participações S.A. ("Cidade de Deus") (cerca de 45% do capital votante), Fundação Bradesco (cerca de 17% do capital votante) e NCF Participações S.A. ("NCF") (cerca de 8% do capital votante) e, indiretamente, pela Nova Cidade de Deus Participações S.A. ("Nova Cidade de Deus"), BBD Participações S.A. ("BBD"), além da própria Fundação Bradesco. Importante salientar que o maior acionista pessoa física possui apenas 0,32% do capital votante do Banco, na data base: Maio de 2022. - Acionistas dos Controladores do Bradesco: 1) Cidade de Deus Empresa holding, que administra, compra e vende valores mobiliários e outros ativos por conta própria. O capital social é composto por ações ordinárias, escriturais, nominativas, sem valor nominal. Acionista % Capital Votante Nova Cidade de Deus 47,93 Fundação Bradesco 35,43 Família Aguiar 16,64 Total 100 2) NCF Empresa holding cujo objeto é a realização de aplicações em títulos e valores mobiliários. Acionista % Capital Votante Cidade de Deus 74,72 Fundação Bradesco 25,13 Nova Cidade de Deus 0,15 Total 100 3) Nova Cidade de Deus Empresa holding, que detém investimentos em outras empresas, especialmente naquelas que, direta ou indiretamente, detêm o capital do Bradesco com direito a voto. O capital social da Nova Cidade de Deus é dividido em ações ordinárias classe A, classe B e preferenciais. A titularidade das ações ordinárias classe A da Nova Cidade de Deus é privativa das pessoas que têm direito de deter ações ordinárias classe B, bem como de associações civis e fundações de direito privado, cuja administração esteja a cargo destas pessoas ou de dirigentes por ela nomeadas. Somente os detentores de ações ordinárias classe A e B da Nova Cidade de Deus têm direito a voto. Acionista % Capital Votante BBD 53,70 Fundação Bradesco 46,30 Total 100 4) Fundação Bradesco A Fundação Bradesco não possui acionistas. Trata-se de entidade declarada de Utilidade Pública Federal, Estadual e Municipal, instituída por dotação do Banco Bradesco, sendo patrimônio personificado. Possui uma "Mesa Regedora", órgão deliberativo supremo composto por membros da Administração do Banco Bradesco e da Cidade de Deus, nos termos de seu estatuto social. Seu principal objetivo é promover a inclusão social, por meio da educação, e atuar como multiplicador das melhores práticas pedagógico-educacionais junto à população brasileira socioeconomicamente desfavorecida. 5) BBD Empresa holding, constituída para deter participações em nosso capital e no capital de nossos acionistas diretos e indiretos. Somente podem deter ações da BBD, membros do Conselho de Administração e Diretoria Estatutária do Bradesco, bem como funcionários qualificados do Bradesco, da Bradespar ou de nossas subsidiárias e pessoas jurídicas nacionais sem fins lucrativos ou sociedades nacionais por elas controladas, que tenham como administradores exclusivamente empregados e/ou administradores da Organização. Entretanto, somente os Conselheiros e Diretores Estatutários podem possuir ações com direito a voto. Atualmente, possui mais de 400 acionistas, principalmente Administradores do Bradesco e de suas controladas, sendo que o maior detém cerca de 7,60% do capital votante. Ao se desligarem da Organização Bradesco, por disposição estatutária estão obrigados a vender suas posições. A estrutura pode ser visualizada no item 15.4 do FRE. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaA Companhia adota integralmente as práticas descritas nos itens (i), (ii), (iii) e (iv). Item (i): De acordo com o Estatuto Social e com o item 12.1(a) do Formulário de Referência, cabe ao Conselho de Administração (CA) (i) cuidar para que os negócios sociais sejam conduzidos com probidade, de modo a preservar o bom nome da Sociedade: (ii) buscar, constantemente, alinhar o planejamento estratégico da Sociedade aos aspectos ASG (Ambiental, Social e Governança) e (iii) estabelecer a estratégia da Sociedade, com o objetivo de, dentro das melhores práticas de governança corporativa, proteger e maximizar o retorno do investimento do acionista. Pode-se dizer, portanto, que compete ao Órgão fomentar a geração de valor, considerando os impactos das atividades da Organização na sociedade e no meio ambiente, fortalecendo a perenidade dos negócios e a geração de valor no longo prazo. Item (ii): Contamos também com uma estrutura de gestão de riscos que subsidia o CA na tomada de decisões estratégicas. A estrutura é composta pelo Comitê de Riscos, que tem por objetivo de assessorar o CA no desempenho de suas atribuições relacionadas ao gerenciamento de riscos e de capital. O mencionado Comitê reporta suas atividades e recomendações ao CA no mínimo trimestralmente e tem suas atribuições definidas em seu regimento interno, o qual está disponibilizado no Bradesco RI (Governança Corporativa - Comitês - Riscos), e no item 12.1 do Formulário de Referência (Informações ao Mercado - Relatórios e Planilhas - CVM data da última versão entregue: 4.7.2022). Além desses Comitês, a Companhia possui políticas de gestão de riscos alinhadas aos seus objetivos estratégicos e às melhores práticas nacionais e internacionais, as quais são revisadas no mínimo anualmente pelo CA. Quanto ao Compliance, há o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital da Organização Bradesco (COGIRAC), comitê executivo cujo objetivo é assessorar o Diretor Presidente no desempenho de suas atribuições na gestão e controle de todos os riscos e do capital da Organização, bem como assegurar o suporte aos processos e a conformidade relativos à Segurança Corporativa e a conformidade de processos e procedimentos relacionados ao assunto de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo com as legislações e regulamentações aplicáveis. Ademais, as diretrizes concernentes ao tema foram definidas pelo Conselho em 2006 na Política de Controles Internos e em 2017 na Política Corporativa de Compliance (Conformidade). A governança de riscos é constantemente avaliada pelo Comitê de Riscos e pela Auditoria Interna. Também é analisada por auditoria externa, agências de rating e órgãos reguladores. O Conselho também aprovou o Programa de Compliance, em linha com a Resolução CMN no 4.595/17 e com a Resolução do Bacen nº 65 de 26.1.2021, dando o tom da estratégia de gerenciamento do risco de Compliance e tomando conhecimento dos relatórios de Compliance, sobretudo dos pontos de não conformidade. Item (iii): Quanto ao tema Ética, o órgão subordinado ao Conselho responsável por propor ações quanto à disseminação e cumprimento dos Códigos da Organização é o Comitê de Integridade e Conduta Ética. Foi constituído em 2003 e o seu regimento está disponível no Bradesco RI (Governança Corporativa - Compliance e Ética - Códigos de Ética). Também em 2003 foi formalizada a primeira versão do Código de Conduta Ética Corporativo, que norteia a conduta pessoal e profissional para administradores, funcionários, estagiários, aprendizes, fornecedores de produtos, parceiros de negócios e prestadores de serviços, cuja última revisão ocorreu em 2022. Complementarmente, temos outros 4 Códigos de Conduta Ética Setoriais: Profissional de Compras Profissional de Mercado Financeiro e de Capitais Auditores e Inspetores Internos da Organização Bradesco e Da Bradseg Participações S.A., suas ligadas e controladas. Para ampliarmos a cobertura do Código a todos os funcionários da Organização, utilizamos os seguintes meios: Cada funcionário admitido compromete-se em cumprir o Código, mediante aceite digital de protocolo de adesão e compromisso. Abordagem do tema Ética nos ciclos de palestras, nos cursos de formação de gerentes e nos cursos presenciais. Campanhas de endomarketing sobre Ética. Vídeos institucionais sobre assuntos contidos no Código. Videotreinamentos sobre dilemas éticos do dia a dia. Autoavaliação Corporativa, com o objetivo de avaliar o grau de conhecimento, entendimento e cumprimento, pelos funcionários, de assuntos como valores éticos e políticas e normas inerentes ao gerenciamento de riscos e controles internos. Para cobertura do Código a terceirizados, os contratos são firmados com cláusula específica sobre os temas Ética e Anticorrupção. Quanto ao esclarecimento de dúvidas, deve ser consultada a chefia imediata ou outros canais internos disponíveis. É garantido o direito de relato anônimo por meio do Canal Corporativo de Denúncias do Bradesco RI (Governança Corporativa - Canal Corporativa de Denúncias) e no documento Norma de Recepção, Tratamento e Apuração de Denúncias, disponível no canal interno para funcionários (Intranet Corporativa). Item (iv): Outra atribuição do Conselho é rever anualmente o sistema de governança do Banco, cujo processo ocorre ordinariamente antes da convocação para a Assembleia Geral Ordinária ou tempestivamente, seja por meio de aprovação, pelo Conselho, da constituição, revisão ou avaliação dos comitês a eles subordinados, seja pela condução de alterações administrativas, constituição de subsidiárias, reorganizações societárias e/ou instituição/revisão de códigos, políticas e regimentos internos ou ainda de propostas de alterações estatutárias. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaItem (i) A Companhia não estabelece previsão estatutária de que o Conselho de Administração do Bradesco seja composto por maioria de membros externos ou de que pelo menos 1/3 de sua composição seja constituída por membros independentes. Por outro lado, o Regimento Interno do Conselho de Administração estabelece o mínimo de 20% de membros independentes no órgão. Atualmente, a Sociedade possui 4 membros independentes. Em 2020 e 2021, nossa meta para conselheiros independentes era de 20%. Em 2020 alcançamos essa meta e em 2021 a ultrapassamos, atingindo 33,3% de membros independentes em nosso Conselho. Dessa forma, para 2022, nossa meta foi ajustada para 30%. Essa informação está disponível no documento Declaração de Ação Independente dos Membros, divulgada no Bradesco RI (Governança Corporativa - Conselhos e Diretoria - Conselho de Administração). Item (ii) Embora não esteja disposto no Estatuto, nosso conselho de administração já avalia e divulga anualmente informações sobre seus conselheiros independentes, além de estar comprometido em indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer tal independência. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaO processo de indicação de administradores na Organização Bradesco, que compreende tanto membros do Conselho de Administração como da Diretoria, em seus vários níveis hierárquicos, consubstancia-se nas diretrizes estabelecidas pela Política de Nomeação e Sucessão de Administradores da Organização Bradesco publicamente disponível Bradesco RI (Governança Corporativa - Estatuto, Políticas, Normas e Contrato de Indenidade). A mencionada Política estabelece que tanto a disponibilidade de tempo quanto aspectos de diversidade, como gênero, etnia, cor, idade, estado civil, orientação sexual, escolha religiosa, condição física ou classe socioeconômica, além de diversidade de experiência e competências técnicas e comportamentais, sejam respeitados no processo de indicação de candidatos para possíveis vagas no Conselho de Administração e na Diretoria. Todo esse processo de indicação utiliza critérios de meritocracia, além dos aspectos já mencionados. Desse modo, inclusive, qualquer Diretor Executivo tem a possibilidade de ser eleito para compor o Conselho de Administração. Como assessor do Conselho na condução deste processo, há o Comitê de Nomeação e Sucessão da Organização Bradesco, órgão subordinado ao Conselho de Administração, o qual atua em nome de todas as Instituições integrantes da Organização. Dentre outras atribuições, o Comitê é responsável por identificar, avaliar e propor ao Conselho candidatos para ocupar vaga no Conselho de Administração, na Diretoria e em posições destinadas a Funcionários Qualificados (Superintendentes Executivos e Gerentes Regionais), considerando-se, quando da indicação, critérios de meritocracia e competência, identificação com a cultura organizacional de carreira e de respeito integral aos aspectos de diversidade como gênero, raça e etnia. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaConselho de Administração A avaliação anual do Conselho de Administração, como Órgão Colegiado, e de seus membros, individualmente, ocorre desde 2006, ano em que os atributos para a condução da avaliação, pelo Presidente do Órgão, foram estabelecidos e formalizados. Em 2020, o processo foi modificado, sendo estabelecido envio de pesquisa a cada um de seus integrantes para sua autoavaliação, avaliação dos seus pares e do próprio Órgão. O resultado da avaliação do Órgão como colegiado foi divulgado a todo o Conselho, em sessão Executiva em janeiro de 2021. A partir de 2021, visando à melhoria contínua das boas práticas de governança, o processo de avaliação anual do Conselho de Administração, tanto de forma individual dos seus membros quanto do colegiado, passou a ser conduzido por empresa independente. Com base em avaliações realizadas ao longo de 2021, a partir de questionários e entrevistas individuais com Administradores e membros de Comitês subordinados ao Conselho de Administração, a empresa contratada para prestar a consultoria divulgou, em dezembro de 2021, o resultado final da avaliação do Conselho enquanto Órgão Colegiado. Quanto a avaliação individual, cada conselheiro recebeu apenas a sua avaliação final, atribuída pelos demais integrantes em caráter de estrita confidencialidade, de forma a assegurar a efetividade da pesquisa. A metodologia utilizada levou em consideração fatores como: experiência, diversidade de competências, estilos de liderança e de comunicação entre os conselheiros, estruturação, agenda, número de reuniões, dispêndio de tempo para temas tratados nas reuniões, fluxo de informações e ferramentas utilizadas, qualidade das discussões e forma de tomadas de decisões. A avaliação, portanto, possibilita a identificação das fortalezas do Órgão, dos pontos para melhoria, bem como das ações a serem implementadas, de modo a, dentre outras providências, fornecer feedbacks e submeter os nomes dos candidatos para possível processo de reeleição. Comitês e Secretaria de Governança Os Comitês subordinados ao Conselho de Administração são avaliados em função do cumprimento de suas atribuições, as quais estão estabelecidas nos respectivos Regimentos. Ao longo do ano de 2021, ocorreram algumas avaliações de controles de nível de entidade (ELCs - entity level controls), os quais são utilizados para verificar o cumprimento dos regimentos dos Comitês, sob os aspectos de frequência, composição, participação de membros nas reuniões e arquivamento da documentação. Os Comitês também são avaliados pelo Conselho de Administração com o objetivo de buscar melhorias para o processo de comunicação entre os Comitês e o Conselho. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO plano de sucessão de Administradores, que engloba tanto o Diretor-Presidente, quanto os demais Diretores Executivos e, também, membros a serem indicados para compor o Conselho de Administração, consubstancia-se na aplicação das Diretrizes da Política de Nomeação e Sucessão, cuja aplicabilidade é acompanhada pelo Comitê de Nomeação e Sucessão, com aprovação final de todo o processo pelo Conselho de Administração. Tanto a Política como o Regimento do Comitê citado estão divulgados no item de Governança Corporativa do Bradesco RI. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaAtualmente existe um programa estruturado de integração de novos conselheiros, onde os membros independentes recebem da Companhia um kit com todos os documentos relevantes para exercerem suas funções no Conselho, entre eles o Estatuto Social, o Regimento Interno e o Manual de Reuniões do Conselho de Administração, bem como o Código de Conduta Ética, Políticas e Regimentos dos Comitês subordinados ao Conselho. Além disso, a Secretaria de Governança, área que presta assessoria diária a todos os membros do órgão, facilitando a interface com os demais executivos e os negócios da Companhia, elabora uma apresentação de boas-vindas, apresentando a estrutura de governança, o calendário de reuniões e as providências iniciais. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaDe acordo com o Parágrafo Terceiro do Artigo 9o do Regimento Interno do Conselho de Administração, para cada reunião do Órgão realizada lavra-se uma ata, cujo teor deve ser claro e objetivo, registrando-se todas as decisões tomadas. São informados os conselheiros presentes, os ausentes e todos os convidados ao conclave, além do direcionamento de votos dos membros do Órgão. As atas das reuniões com efeitos perante terceiros são disponibilizadas no Bradesco RI (Governança Corporativa - Reuniões - Conselho de Administração). |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA avaliação do CEO foi realizada pela consultoria externa Egon Zehnder entre os meses de julho, agosto e setembro de 2021 e o resultado foi apresentado em dezembro de 2021. Para o processo de avaliação formal, obedecidos os requisitos da Resolução CMN nº 3.921/2010, são definidos os seguintes indicadores para avaliação individual: qualidade dos produtos/serviços: comprometimento com a estratégia participação em decisões colegiadas liderança da equipe planejamento e visão global. Essa avaliação de desempenho ocorre trimestralmente e tanto o Diretor-Presidente quanto os demais Diretores são avaliados, sendo que o resultado dessa avaliação, serve, inclusive, para eventual recebimento de remuneração variável. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO desempenho individual dos Administradores é acompanhado pelos seus respectivos superiores. Dessa forma, o Diretor-Presidente avalia os seus diretos (vice-presidentes - VP´s), os quais avaliam seus diretos (Dir. Gerente, Dir. Adjunto, Dir. Departamental e Diretor, quando estes se reportarem direto aos VP's). O Departamento de Recursos Humanos, do Bradesco, na função de Dependência Assessora, acompanha todo o processo descrito acima, remete ao Comitê de Remuneração a ficha de avaliação de cada Administrador, com o respectivo nome e decisão sobre possível elegibilidade e o Comitê de Remuneração submete ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaEm 6.2.2012, o Conselho de Administração aprovou a Política de Remuneração dos Administradores da Organização Bradesco, a qual, de acordo com a Resolução nº 3.921/2010 do CMN, é compatível com a política de gestão de riscos do Banco e foi formulada de modo a não incentivar comportamentos que elevem a exposição a riscos acima dos níveis considerados prudentes nas estratégias de curto, médio e longo prazos adotadas pela instituição. Citada política está publicamente disponível no Bradesco RI (Governança Corporativa - Estatuto, Políticas, Normas e Contrato de Indenidade) e demais informações sobre a prática de remuneração estão disponíveis no item 13.1 do Formulário de Referência da Companhia (data da última versão entregue: 4.7.2022), também disponível no Bradesco RI (Informações ao Mercado - Relatórios e Planilhas - CVM), bem como no site da CVM. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaMediante o atingimento das metas da Organização e dos riscos do negócio mensurados, considerados os possíveis elementos discricionais, e dos resultados das avaliações individuais de desempenho, os Administradores que atenderem às expectativas estarão elegíveis ao recebimento de Remuneração Variável, conforme o disposto na Norma Corporativa sobre Remuneração dos Administradores da Organização Bradesco. Assim, o Comitê de Remuneração apresentará proposta ao Conselho de Administração para pagamento ou não de Remuneração Variável aos Administradores, com base nos resultados obtidos para as metas estabelecidas nos processos de avaliação individual e avaliação corporativa, as quais estão atreladas à geração de valor econômico para a Companhia no longo prazo, conforme indicadores de desempenho que são levados em consideração na determinação de cada elemento da remuneração. Mesmo com o estabelecimento de metas e objetivos para todas as áreas, individualmente, para efeito de remuneração prevalece o desempenho global da Organização, sem distinção de área, seja ela considerada de suporte ou de negócios, técnica ou de relacionamento. O desempenho global, denominado na Norma Corporativa como Processo de Avaliação Corporativa, leva em consideração o resultado dos indicadores abaixo definidos: ROAE - (Return On Equity - Ajustado) - Retorno sobre Patrimônio: Índice de Satisfação de Clientes Global Índice de Basileia - Nível I IEO - Índice de Eficiência Operacional Dimensão Social e Ambiental de Índices de Mercado e Índice de Cobertura. O desempenho individual dos Administradores, bem como de suas correspondentes áreas, é acompanhado pelos seus respectivos superiores, conforme processo de avaliação formal, obedecidos os requisitos da Resolução do Bacen nº 3.921/10. Para mais informações sobre como é composta a remuneração dos Diretores da Companhia, acessar o item 13.1 do Formulário de Referência (data da última versão entregue: 4.7.2022), também disponível no Bradesco RI (Informações ao Mercado - Relatórios e Planilhas - CVM). |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO montante global da remuneração é proposto ao Conselho de Administração pelo Comitê de Remuneração, o qual, conforme as melhores práticas de governança corporativa, é constituído, em sua maioria, por Conselheiros. O Conselho, por sua vez, delibera anualmente pela submissão, à Assembleia Geral, de proposta para aprovação do montante global. Uma vez aprovado, o Conselho de Administração aprova a remuneração fixa dos administradores, e o Comitê de Remuneração propõe a remuneração variável, baseando-se: (i) na avaliação individual dos administradores, prerrogativa essencial para permanência dos mesmos na Companhia: e (ii) no desempenho global da Organização. Mesmo que o Comitê de Remuneração seja composto, em sua maioria, por Conselheiros de Administração, o processo corporativo existente impede que o administrador delibere por sua própria remuneração. Tal processo sustenta-se, também, pelas diretrizes estabelecidas na Política de Remuneração dos Administradores da Organização Bradesco, a qual estabelece que a prática de remuneração esteja relacionada com objetivos que busquem a valorização da Organização, não incentivando comportamentos que elevem a exposição ao risco acima dos níveis considerados prudentes nas estratégias de curto, médio e longo prazos adotadas, além da inexistência de conflito de interesse no estabelecimento da remuneração, de maneira que as decisões tomadas sejam as melhores possíveis, buscando criar valor para os seus acionistas e investidores. A própria prática de remuneração variável atribuída aos administradores é uma forma de atrelar a tomada de decisão ao desempenho de longo prazo, já que 50% é pago em espécie ao administrador no momento da aferição do resultado, e os 50% restantes em ações PNB de emissão da BBD e/ou de ações PN do Bradesco que ficam bloqueadas sendo diferidas em 3 parcelas iguais, anuais e sucessivas a depender do resultado da Organização. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Organização Bradesco possui Comitê de Auditoria Estatutário desde 2004, cujo objetivo é assessorar o Conselho de Administração em suas atribuições relacionadas ao acompanhamento das práticas contábeis adotadas na elaboração das Demonstrações Financeiras da Sociedade e de suas Controladas e na indicação e avaliação da efetividade da Auditoria Independente, assim como, em observância à Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4.879/2020, homologar o Regimento, Plano Anual de Atividades e Relatório Anual, instrumentos elaborados pela Auditoria e Inspetoria Geral (Auditoria Interna). As atribuições do Comitê de Auditoria constam tanto de seu Regimento Interno, disponível no site de Relações com Investidores (Governança Corporativa - Comitês - Auditoria), quanto nos Relatórios Semestral e Anual do Comitê, conforme dispõe a Resolução do Conselho Monetário Nacional - CMN nº 4.910, de 27 de maio de 2021. Atualmente, o órgão é composto por quatro membros: Sr. Alexandre da Silva Glüher (Coordenador) - conselheiro de administração externo, mas não independente: Sr. Amaro Luiz de Oliveira Gomes (Membro Independente - Especialista Financeiro) Sr. Paulo Ricardo Satyro Bianchini (Membro) e Sr. José Luis Elias (Membro). Ainda, conforme consta dos Parágrafos Primeiro e Segundo do Art. 4o do Regimento do Comitê, o Órgão pode, no âmbito das suas atribuições, contratar serviços profissionais especializados. Para isso, conta com orçamento anual próprio, aprovado pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Auditoria Interna da Companhia, denominada Auditoria e Inspetoria Geral, está diretamente subordinada ao Conselho de Administração, conforme descrito no item 12.1(a - 3) do Formulário de Referência* da Companhia e conforme o organograma funcional publicamente disponibilizados no Bradesco RI (Informações ao Mercado - Relatórios e Planilhas - CVM e Governança Corporativa - Estrutura de Governança/Organograma Funcional, respectivamente). *data da última versão entregue: 4.7.2022. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaAs políticas, normas e procedimentos asseguram que a Organização mantenha uma estrutura de controle compatível com a natureza de suas operações, complexidade dos seus produtos e serviços, atividades, processos, sistemas e a dimensão de sua exposição aos riscos. As políticas de gerenciamento de riscos e de capital, estão alinhadas aos objetivos estratégicos da Organização, às melhores práticas nacionais e internacionais, em conformidade com leis e regulamentos emanados por órgãos supervisores, sendo revisadas, no mínimo, anualmente pelo Conselho de Administração e disponibilizadas a todos os funcionários e empresas ligadas por meio do Portal Corporativo da Empresa. Mais informações podem ser acessadas no item 5 do Formulário de Referência da Companhia, disponível no Bradesco RI (Informações ao Mercado - Relatórios e Planilhas - CVM: data da última versão entregue: 4.7.2022). |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaPara que as diretrizes estabelecidas pelo Conselho de Administração relacionadas à gestão de riscos e compliance sejam devidamente implementadas pela Diretoria, conforme mencionado acima e no item 5 do Formulário de Referência, a Diretoria Executiva conta com o auxílio de Comitês Executivos, os quais, dentre suas atribuições, sugerem os limites de exposição a seus respectivos riscos e elaboram planos de mitigação a serem submetidos ao Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital e ao Conselho de Administração. Operacionalmente, destacam-se na estrutura de gestão de riscos/controles internos, na segunda linha, dois Departamentos, quais sejam: o DCCE - Departamento de Compliance, Conduta e Ética e o DCIR - Departamento de Controle integrado de Riscos, além do Departamento de Auditoria e Inspetoria Geral (AIGL), na terceira linha. Em complemento às Políticas de Gestão de Riscos previamente mencionadas, o Conselho de Administração aprovou em 2017, em linha com a Resolução BACEN no 4.595/2017, a Política e o Programa de Compliance, cuja finalidade é a implementação de um programa de gerenciamento dos riscos de conformidade, dos quais podemos destacar como principais diretrizes a garantia de meios e canais para reporte ao Conselho de Administração e ao Comitê de Auditoria, dos resultados apurados nas atividades relacionadas à função de conformidade. Cabe destacar, que para a realização dos diagnósticos e trabalhos de Compliance, temos metodologia própria, com base nas melhores práticas de mercado e aderente à necessidade de avaliação do arcabouço Legal e Infralegal, que se aplica aos negócios da Organização Bradesco. A Organização Bradesco possui um Programa de Integridade, que integra um conjunto de políticas, normas e procedimentos voltados para a prevenção, monitoramento, detecção e resposta em relação aos atos lesivos previstos na Lei no 12.846/2013 e nas legislações internacionais. Este programa está estruturado para permear todas as áreas da Organização Bradesco. As principais atividades operacionais e todas as práticas de negócio da Organização foram consideradas na elaboração do Programa e estão estruturadas em pilares estratégicos de atuação, sendo eles a Prevenção do Risco de Corrupção, o Monitoramento e Detecção de Condutas Inapropriadas e a Resposta da Alta Administração. Informações adicionais quanto ao Programa de Integridade Bradesco podem ser obtidas no Bradesco RI (Governança Corporativa - Compliance e Ética). |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaPolíticas/Sistemas de Gerenciamento de Riscos e Controles Internos A Organização, em relação a disseminação da cultura de riscos, dispõe de políticas, normas e procedimentos para realizar o gerenciamento dos riscos e do capital. Estes instrumentos estabelecem as diretrizes básicas de atuação expressas pela Alta Administração em consonância com os padrões de integridade e valores éticos da instituição e alcançam todas as atividades da Organização e empresas ligadas. As políticas de gerenciamento de riscos e de capital estão alinhadas aos objetivos estratégicos da Organização, às melhores práticas nacionais e internacionais, em conformidade com leis e regulamentos emanados por órgãos supervisores, sendo revisadas no mínimo anualmente pelo Conselho de Administração e disponibilizadas a todos os funcionários e empresas ligadas por meio do Portal Corporativo. O processo de revisão consiste na avaliação da política vigente, após a verificação quanto à necessidade de atualização do instrumento, e depois é submetida aos Comitês Executivos de Gerenciamento de Riscos e de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital e, posteriormente, ao Conselho de Administração. A última revisão anual das políticas com submissão dos instrumentos atualizados ao Conselho de Administração ocorreu em 11.11.2021, conforme informado no quadro do item 5.1. (Política de gerenciamento de riscos) divulgado no Formulário de Referência. O escopo do gerenciamento de riscos da Organização alcança a mais ampla visão, permitindo que os riscos do Consolidado Econômico-Financeiro sejam suportados pelo Processo Corporativo de Gerenciamento de Riscos. Para tanto, a atuação da Organização é realizada por meio do modelo de três linhas. Primeira linha, representada pelas áreas de negócio e áreas de suporte, responsáveis por identificar, avaliar, reportar e gerenciar os riscos inerentes como parte das atividades do dia a dia. Segunda linha, representada pelas áreas de supervisão, responsáveis por estabelecer políticas e procedimentos de gerenciamento de riscos e conformidade para o desenvolvimento e/ou monitoramento dos controles da primeira linha. Nesta linha, destacam-se os Departamentos de Controle Integrado de Riscos, Compliance, Conduta e Ética, Jurídico, Segurança Corporativa, entre outros. Terceira linha, representada pelo Departamento de Auditoria e Inspetoria Geral (Auditoria Interna), que é responsável por avaliar de maneira independente a eficácia do gerenciamento de riscos e dos controles internos, incluindo a forma como a primeira e a segunda linhas alcançam seus objetivos, reportando os resultados de seus trabalhos ao Conselho de Administração, Comitê de Auditoria, Conselho Fiscal e Alta Administração. São reportados mensalmente aos diretores dos departamentos, os mapas de riscos, por meio de dashboards em Power BI, que permitem a visualização de todos os riscos, problemas e planos de ação sob sua responsabilidade e, periodicamente, riscos residuais Muito Alto e Alto são reportados ao Comitê de Acompanhamento de Riscos, ao Comitê de Gerenciamento de Riscos e ao COGIRAC, para ciência ou aprovação, conforme Estrutura de Governança descrita na Norma do Sistema de Controles Internos. As principais informações são consolidadas em Relatório anualmente e submetidas aos Executivos Responsáveis e apresentado ao Comitê de Auditoria, Comitê de Riscos e submetido aos membros do Conselho de Administração. O Conselho de Administração conta com o assessoramento do Comitê de Riscos, cujas atribuições estão relacionadas ao gerenciamento de riscos e de capital. Programa de Integridade/Conformidade Conforme descrito na Norma Programa de Integridade Bradesco, os riscos relacionados a corrupção são monitorados e controlados periodicamente por meio de Relatório de Compliance, testes de aderência, de auditorias internas e externas programadas, e, ainda, de gestão dos canais de denúncias. O monitoramento contínuo do Programa de Integridade permite que a Organização verifique a efetividade do programa, identifique quaisquer riscos novos que tenham surgido e responda tempestivamente através de correções e aprimoramentos. Além da análise de informações existentes, a Organização avalia por meio do Diagnóstico da Cultura de Riscos o entendimento dos colaboradores sobre as Políticas e Normas que expõem a Organização a riscos relevantes, buscando a identificação eficaz sobre a necessidade de investimento em treinamentos e orientações que subsidiem a disseminação dos assuntos abordados ou adequação dos procedimentos, bem como a maior divulgação dos temas de riscos e controles. Prestação de contas da análise mencionada acima e reporte ao Conselho de Administração: - As ações referentes ao Programa de Integridade são apresentadas trimestralmente no Comitê de Integridade e Conduta Ética, cujo objetivo é reportar à Alta Administração sobre o andamento, as inconsistências e a evolução do Programa. Essas ações são registradas em Ata. - O resultado das diligências e diagnósticos de Compliance, bem como o acompanhamento dos planos de ação declarados pelos gestores para as deficiências diagnosticadas, são apresentados periodicamente aos Comitês de Gerenciamento de Riscos e ao de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital da Organização Bradesco. A Política Corporativa de Compliance (Conformidade) foi revisada em dezembro de 2021 e a Política Corporativa Anticorrupção foi revisada em janeiro de 2022. Já a última revisão do Programa de Integridade foi registrada em Ata do Conselho de Administração em janeiro de 2021. O Programa de Integridade pode ser consultado no Bradesco RI (Governança Corporativa - Compliance e Ética - Programa de Integridade). |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA composição e regimento do Comitê, com as atribuições do Órgão, bem como demais informações relacionadas à disseminação e cumprimento dos Códigos de Conduta Ética e das regras de conduta relacionadas aos temas de integridade, anticorrupção e concorrencial, estão publicamente disponíveis no Bradesco RI (Governança Corporativa, abas Compliance e Ética e Comitês). |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaConforme consta no item 5.3 do Código de Conduta Ética da Organização Bradesco, quando ocorrerem situações ou suspeitas de violação aos Códigos de Conduta Ética, a comunicação deverá ser feita, prontamente, ao Canal Corporativo de Denúncias (canal interno), por meio de Formulário eletrônico disponível no Bradesco RI, Portal Corporativo, ou pelo telefone 0800 776 4820, (Segunda à Sexta, das 8h às 18h, exceto feriados), levando-se em conta que o teor das denúncias, anônimas ou não, deve ser sempre o mais completo possível, a fim de possibilitar a averiguação dos fatos e, se possível, acompanhada pelos documentos e outros elementos que as comprovem. É garantido o direito de a denúncia ser feita anonimamente, sendo proibida a retaliação ao denunciante de boa-fé. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs regras de governança da Companhia estão estabelecidas, principalmente, nos seguintes documentos corporativos, os quais determinam os papéis, funções, competências, responsabilidades e alçadas de aprovação/decisão de cada um dos órgãos de governança da Companhia e de seus membros: Estatuto Social: Regimento Interno do Conselho de Administração, o qual determina, inclusive, a abstenção do conselheiro em caso de matéria envolvendo conflito de interesse Regimento Interno da Diretoria Executiva Regimento Interno do Conselho Fiscal Código de Conduta Ética, que estabelece que diante de qualquer conflito de interesse, o administrador, o funcionário ou o colaborador deve informar o fato tempestivamente ao seu superior hierárquico e ao(s) seu(s) par(es) envolvido(s) e se afastar, inclusive fisicamente, das discussões e das deliberações em relação ao tema específico Código de Conduta Ética Setoriais, que estabelecem as responsabilidades e a postura que devem pautar a atuação de profissionais de diversas áreas da Organização Regimento dos Comitês subordinados ao Conselho de Administração Regimento dos Comitês Executivos subordinados ao Diretor-Presidente e Política de Governança Corporativa e demais Políticas e Normas Corporativas. Mencionados regulamentos estão publicamente disponíveis no Bradesco RI (Governança Corporativa), com exceção dos regimentos dos comitês executivos, os quais são disponibilizados na Intranet Corporativa. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaDentre os documentos corporativos que ditam as regras de governança, três expressam claramente as diretrizes a serem seguidas em caso de existência de conflitos de interesse: - o Código de Conduta Ética, em seu item 4.1.1, estabelece que diante de qualquer conflito de interesses, o administrador, o funcionário, estagiário, aprendiz ou o colaborador conflitado deve informar o fato tempestivamente ao seu superior hierárquico e ao(s) seu(s) par(es) envolvido(s) e se afastar, inclusive fisicamente, das discussões e das deliberações em relação ao tema específico. Na ocorrência de conflito no momento da discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização, o afastamento do conflitado deve ser registrado em ata de reunião do respectivo órgão. Caso o conflitado não se manifeste, outra pessoa poderá fazê-lo, caso tenha conhecimento do conflito. - Tanto o Regimento Interno do Conselho de Administração quanto o da Diretoria Executiva tratam do tema, no âmbito do Órgão, estabelecendo que o Administrador deve intervir em qualquer operação social em que tiver interesse conflitante com o da Sociedade ou com o de qualquer empresa da Organização Bradesco e deliberar na presença de qualquer conflito de interesses, cabendo-lhes cientificar o seu impedimento e se afastar, inclusive fisicamente, das discussões e das deliberações em relação ao tema específico, registrando-se o afastamento em ata. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaO Bradesco possui formalmente e divulga, no Bradesco RI (Serviços - Fale com RI), um canal de comunicação sobre assuntos relacionados às Assembleias Gerais (governancacorp@bradesco.com.br) por meio do qual os acionistas têm a possibilidade de enviar (i) tanto recomendações para serem incluídas nas pautas das Assembleias quanto (ii) alegações de conflito de interesses nas votações submetidas. Havendo quaisquer das hipóteses acima, os casos serão submetidos para análise do Conselho de Administração, o qual deliberará quanto à anulação dos votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave. Desse modo, busca-se evitar o abuso do direito de voto e conflito de interesses no âmbito das assembleias de acionistas, conforme estabelecido no Artigo 115 da Lei das Sociedades por Ações. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaO Estatuto Social não estabelece quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo Conselho de Administração, porém a Companhia dispõe de Política de Transações com Partes Relacionadas, aprovada pelo Conselho de Administração em 15.8.2008, a qual segue integralmente as bases normativas referentes ao assunto e está divulgada no Bradesco RI (Governança Corporativa - Estatuto, Políticas, Normas e Contrato de Indenidade). Ademais, disponível apenas por meio da Intranet Corporativa, há a Norma intitulada Prática de Transações com Partes Relacionadas, a qual tem por objetivo consolidar as regras das transações com partes relacionadas a serem organizadas pela Organização, as quais estão de acordo com as normas emanadas dos Órgãos Reguladores e com as melhores práticas de Governança Corporativa. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Organização segue integralmente todas as bases normativas definidas pelos órgãos reguladores e adicionalmente dispõe de controles e normativos internos visando: (i) assegurar que as transações com partes relacionadas sejam realizadas de maneira comutativa: (ii) garantir que as transações com partes relacionadas estejam em conformidade com as normas legais e as demais normas e políticas internas (iii) assegurar que as transações sejam devidamente formalizadas e divulgadas, garantindo a transparência do processo aos nossos acionistas, investidores e ao mercado em geral. Complementarmente, mantemos, como procedimento obrigatório, a Certificação Mensal (documento interno) pelos gestores dos Departamentos e Empresas Ligadas que certificam que as transações entre "Partes Relacionadas", quando realizadas, estão de acordo tanto com a Política quanto com a Norma citada no item anterior. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaO Instrumento de Políticas de Divulgação e Uso de informação de Ato ou Fato Relevante e de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão do Banco Bradesco S.A. ("Instrumento"), aprovado pelo Conselho de Administração em 29.7.2002 e fundamentado pela Resolução CVM Nº 44, de 23.8.2021, prevê que para apurar eventual descumprimento, qual seja o de negociar valores mobiliários de emissão do Bradesco antes da divulgação ao mercado de ato ou fato relevante ocorrido nos negócios do banco, a Companhia consulta tanto o depositário quanto suas corretoras nos períodos impeditivos, de modo a certificar-se de que não haja falha de bloqueio no período indevido. Ademais, anualmente, todos os administradores estatutários, bem como os membros de órgãos previstos no estatuto, recebem um calendário de eventos com as datas da divulgação ao mercado dos resultados da Companhia, bem como com o período de silêncio para cada divulgação, de maneira que tenham ciência dos períodos em que estarão bloqueados para negociação de valores mobiliários do Banco Bradesco. Quanto a fatos relevantes, conforme mecanismos internos, com 15 dias de antecedência todos os administradores e demais pessoas que deles tenham conhecimento também são bloqueados. Além disso, no Artigo 37 do Instrumento, consta que, nos termos da legislação em vigor, o uso de informação relevante ainda não divulgada ao mercado é considerado prática criminosa, sujeita às devidas sanções. O Instrumento pode ser consultado no Bradesco RI (Governança Corporativa - Estatuto, Políticas, Normas e Contrato de Indenidade). |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaAs doações realizadas pela Organização, sociais e incentivadas, são regidas pela Norma de Doações e Patrocínios e pela Política Corporativa de Doações. A Norma foi aprovada pela Diretoria Executiva em janeiro de 2018 e teve suas principais premissas ratificadas em reunião do Conselho de Administração em 15.1.2018, enquanto a Política foi aprovada pelo Conselho de Administração em 12.3.2018. Podemos citar também a Política Corporativa Anticorrupção, aprovada pelo Conselho em 24.2.2014, a qual assegura que qualquer tipo de contribuição às entidades públicas e/ou privadas esteja de acordo com os princípios éticos da Organização. Todos os documentos citados estão disponibilizados no Bradesco RI (Governança Corporativa - Estatuto, Políticas, Normas e Contrato de indenidade). |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 11 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHERGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| DENISE AGUIAR ALVAREZGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| DENISE PAULI PAVARINA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| IVAN LUIZ GONTIJO JÚNIORGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros que serão eleitos na AGO de 2028 |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPIGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINASGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| PAULO ROBERTO SIMÕES DA CUNHA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| PAULO ROGÉRIO CAFFARELLI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| REGINA HELENA JORGE NUNES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
| RUBENS AGUIAR ALVAREZGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 10/03/2026 | 2 (dois) anos, estendendo-se até a posse dos novos Conselheiros eleitos na AGO de 2028 |
Diretoria 95 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| AFRANIO CARLOS CAMARGO DANTZGERGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028. |
| ALESSANDRO ZAMPIERIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ALEX DE BRITO BONIFÁCIOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ALEXANDRE CESAR PINHEIRO QUERCIAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ALEXANDRE PANICOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ALTAIR LUIZ GUARDAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| AMADEU EMILIO SUTER NETOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ANA LUISA RODELA BLANCOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ANDRÉ COSTA CARVALHOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ANDRÉ COSTA CARVALHOGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 25/03/2026 | Até a 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2028, estendendo-se até a posse dos novos Diretores |
| ANDRÉ FERREIRA GOMESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ANDRÉ LUIS DUARTE DE OLIVEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ANTONIO CAMPANHA JUNIORGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| BRUNO D'AVILA MELO BOETGERGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| BRUNO FUNCHALGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| BRUNO ROSA CARDOSOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| BRÁULIO MIRANDA OLIVEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| CARLOS HENRIQUE VILLELA PEDRASGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| CLAYTON NEVES XAVIERGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| CRISTIANO ADJUTO E CAMPOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| CRISTIANO GOMES DE MOURAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 29/04/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028. |
| CRISTINA COELHO DE ABREU PINNAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| CÉSAR CABÚS BERENGUER SILVANYGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| CÍNTIA SCOVINE BARCELOS DE SOUZAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| DANIELA PINHEIRO DE CASTROGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| DANILO LUÍS DAMASCENOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| DEBORAH D'AVILA PEREIRA CAMPANI SANTANAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| EDMIR JOSÉ DOMINGUESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FABIO SUZIGAN DRAGONEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FERNANDO FREIBERGERGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FERNANDO HONORATO BARBOSAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FERNANDO JULIÃO DE SOUSA AMARALGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FRANCESCO DI MARCELLOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FRANCISCO ARMANDO ARANDAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FRANCISCO HENRIQUE FRANÇA FERNANDESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| FÁBIO MONTEIRO CHEHABGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| GUILHERME MULLER LEALGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| HEBERCLEY MAGNO DOS SANTOS LIMAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| HENRIQUE LEME PINTO LIMAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028. |
| JEFERSON RICARDO GARCIA HONORATOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JOSÉ AUGUSTO RAMALHO MIRANDAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JOSÉ LEANDRO BORGESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JOSÉ RAMOS ROCHA NETOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JOSÉ ROBERTO GUZELAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JULIANA LAHAMGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JULIANO RIBEIRO MARCÍLIOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JULIO CARDOSO PAIXÃOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JÚLIO CESAR BUENOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| JÚLIO CÉSAR DE ALMEIDA GUEDESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| LEANDRO JOSÉ DINIZGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| LEANDRO KARAM CORREA LEITEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| LEANDRO MARÇAL ARAÚJOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| LETÍCIA CARDELLI BUSO GOMESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1ª Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| LUIS CLAUDIO DE FREITAS COELHO PEREIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| LUIZ PHILIPE ROXO BIOLCHINIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MANOEL GUEDES DE ARAUJO NETOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHAGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCELO MAGALHÃESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCELO SOUZA RAMOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028. |
| MARCIO RENATO RIBEIRO SILVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCO AURELIO GALICIOLIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1ª Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCOS ALBERTO WILLEMANNGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCOS ALEXANDRE PINA CAVAGNOLIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCOS DANIEL BOLLGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARCOS VALÉRIO TESCAROLOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARINA BAUAB CARVALHO WEREBEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARINA CLAUDIA GONZALEZ MARTIN DE CARVALHOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MARINA GRAVINA VEASEYGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1ª Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| MATEUS PAGOTTO YOSHIDAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| NAIRO JOSÉ MARTINELLI VIDAL JÚNIORGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| NELSON PASCHE JUNIORGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| NILTON PEREIRA DOS SANTOSGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após AGO de 2028. |
| OSWALDO TADEU FERNANDESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| PATRÍCIA KESSLER DE ASSUMPÇÃOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| PATRÍCIA SOARES MARTILGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RAFAEL FORTE ARAÚJO CAVALCANTIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RAFAEL PADILHA DE LIMA COSTAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RENATA GEISER MANTARROGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RENATO CAMARGO NASCIMENTO JUNIORGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RICARDO BARBIERI DE ANDRADEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RICARDO ELEUTÉRIO DA SILVAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ROBERTO DE JESUS PARISGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ROBERTO FRANÇAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| ROMERO GOMES DE ALBUQUERQUEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RUY CELSO ROSA FILHOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| RÉGIS EDUARDO PRENHACA CARREIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028. |
| RÚBIA BECKERGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| SILVANA ROSA MACHADOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | até a 1a Reuniao do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| SORAYA BAHDEGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| TELMA MARIA DOS SANTOS CALURAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| TÚLIO XAVIER DE OLIVEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| VINICIUS PANAROGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| VINICIUS URIAS FAVARÃOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a AGO de 2028 |
| WELDER COELHO DE OLIVEIRAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 25/03/2026 | Até a 1ª RCA que se realizar após a AGO de 2028, estendendo-se até a posse dos Diretores |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| AVA COHNGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 10/03/2026 | até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2027 |
| JOAQUIM CAXIAS ROMÃOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 10/03/2026 | até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2027 |
| JOAQUIM KIYOSHI KAVAKAMAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 10/03/2026 | até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2027 |
| JOSÉ MARIA SOARES NUNESGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 10/03/2026 | até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2027 |
| MARCOS APARECIDO GALENDEGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 10/03/2026 | até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2027 |
| VICENTE CARMO SANTOGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 10/03/2026 | até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2027 |
Comitês 3 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AMARO LUIZ DE OLIVEIRA GOMESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANTONIO JOSÉ DA BARBARAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARAGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHERGin | Presidente do Comitê |
| FABIO AUGUSTO IWASAKIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Risco
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MAURÍCIO MACHADO DE MINASGin | Presidente do Comitê |
| PAULO ROBERTO SIMÕES DA CUNHAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| REGINA HELENA JORGE NUNESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 2 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 9 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 23 | 114 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 11 | 0 |
| Diretoria | 0 | 137 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 11 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 129 | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 10 | 11 | 97 |
| Nº de membros remunerados | 10 | 11 | 97 |
| Salário ou pró-labore | 3.117.500 | 29.000.000 | 186.300.000 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 0 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 372.600.000 |
| Bônus | 0 | 34.600.000 | 250.548.000 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 952.000 | 36.000.000 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 3.117.500 | 64.552.000 | 845.448.000 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 10 | 11 | 97 |
| Nº de membros remunerados | 10 | 11 | 97 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 17.300.000 | 125.274.000 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 34.600.000 | 250.548.000 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 34.600.000 | 250.548.000 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes Ltda. | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 05/01/2009 → 31/12/2010 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 05/01/2009 → 31/12/2010 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 21/03/2011 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2010 → 31/12/2010 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 05/01/2009 → 31/12/2009 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 06/02/2008 → 31/12/2008 |
| 2010 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 05/01/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 1 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 1 | 1 |
| 2018 | 1 | 1 |
| 2017 | 1 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 4 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 847.717 |
| Acionistas pessoa jurídica | 33.578 |
| Investidores institucionais | 1.181 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.464.434.502 (27,61%) |
| Ações preferenciais em circulação | 5.100.907.585 (96,46%) |
| Total em circulação | 6.565.342.087 (61,98%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (08/05/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Emitido | 10/03/2026 | 93.770.000.000 | 5.303.870.781 | 5.288.141.247 | 10.592.012.028 |
| Capital Integralizado | 10/03/2026 | 93.770.000.000 | 5.303.870.781 | 5.288.141.247 | 10.592.012.028 |
| Capital Subscrito | 10/03/2026 | 93.770.000.000 | 5.303.870.781 | 5.288.141.247 | 10.592.012.028 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 2 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| Denise Aguiar Alvarez | Membro do Conselho de Administração | Rubens Aguiar Alvarez | Membro do Conselho de Administração | DENISE AGUIAR ALVAREZ | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Rubens Aguiar Alvarez | Membro do Conselho de Administração | Denise Aguiar Alvarez | Membro do Conselho de Administrçaão | DENISE AGUIAR ALVAREZ | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 180 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE CESAR PINHEIRO QUERCIA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE CESAR PINHEIRO QUERCIA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE CESAR PINHEIRO QUERCIA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice Presidente do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice Presidente do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice Presidente do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice Presidente do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice Presidente do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ALEXANDRE DA SILVA GLÜHER | Vice-Presidente do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ALEXANDRE PANICO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE PANICO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ALEXANDRE PANICO | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ANDRÉ COSTA CARVALHO | Diretor | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ANDRÉ COSTA CARVALHO | Diretor e Diretor de Relações com Investidores | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ANDRÉ FERREIRA GOMES | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ANDRÉ FERREIRA GOMES | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ANDRÉ FERREIRA GOMES | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO D'AVILA MELO BOETGER | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO D'AVILA MELO BOETGER | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO D'AVILA MELO BOETGER | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO D'AVILA MELO BOETGER | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| BRUNO D'AVILA MELO BOETGER | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| CARLOS HENRIQUE VILLELA PEDRAS | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| CARLOS HENRIQUE VILLELA PEDRAS | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| CARLOS HENRIQUE VILLELA PEDRAS | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| CASSIANO RICARDO SCARPELLI | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| DENISE AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| FERNANDO FREIBERGER | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| FERNANDO FREIBERGER | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| FERNANDO HONORATO BARBOSA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| FERNANDO HONORATO BARBOSA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| FERNANDO HONORATO BARBOSA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| GUILHERME MULLER LEAL | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| GUILHERME MULLER LEAL | Diretor Executivo Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| GUILHERME MULLER LEAL | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| GUILHERME MULLER LEAL | Diretor Executivo Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| GUILHERME MULLER LEAL | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| JEFERSON RICARDO GARCIA HONORATO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JEFERSON RICARDO GARCIA HONORATO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JEFERSON RICARDO GARCIA HONORATO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ AUGUSTO RAMALHO MIRANDA | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ AUGUSTO RAMALHO MIRANDA | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ AUGUSTO RAMALHO MIRANDA | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ LEANDRO BORGES | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ LEANDRO BORGES | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ LEANDRO BORGES | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ RAMOS ROCHA NETO | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ RAMOS ROCHA NETO | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ RAMOS ROCHA NETO | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JOSÉ RAMOS ROCHA NETO | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| JOSÉ RAMOS ROCHA NETO | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| JULIO CARDOSO PAIXÃO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JULIO CARDOSO PAIXÃO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| JULIO CARDOSO PAIXÃO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| LEANDRO JOSÉ DINIZ | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| LEANDRO JOSÉ DINIZ | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| LEANDRO JOSÉ DINIZ | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI | Presidente do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MANOEL GUEDES DE ARAUJO NETO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MANOEL GUEDES DE ARAUJO NETO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MANOEL GUEDES DE ARAUJO NETO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MARCELO DE ARAÚJO NORONHA | Diretor-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | BBD PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| MAURÍCIO MACHADO DE MINAS | Membro do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| NAIRO JOSÉ MARTINELLI VIDAL JÚNIOR | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| NAIRO JOSÉ MARTINELLI VIDAL JÚNIOR | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| NAIRO JOSÉ MARTINELLI VIDAL JÚNIOR | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| NILTON PEREIRA DOS SANTOS | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| NILTON PEREIRA DOS SANTOS | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| OSWALDO TADEU FERNANDES | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| OSWALDO TADEU FERNANDES | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| OSWALDO TADEU FERNANDES | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RENATA GEISER MANTARRO | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RENATA GEISER MANTARRO | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RENATA GEISER MANTARRO | Diretora Executiva | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROBERTO DE JESUS PARIS | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROBERTO DE JESUS PARIS | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROBERTO DE JESUS PARIS | Diretor Executivo | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROBERTO FRANÇA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROBERTO FRANÇA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROBERTO FRANÇA | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Membro do Conselho de Administração | NCF PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Diretor Vice-Presidente | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ROGÉRIO PEDRO CÂMARA | Membro do Conselho de Administração | NOVA CIDADE DE DEUS PARTICIPAÇÕES S.A | Controlador Indireto | Controle |
| ROMERO GOMES DE ALBUQUERQUE | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROMERO GOMES DE ALBUQUERQUE | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| ROMERO GOMES DE ALBUQUERQUE | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RUBENS AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| RUBENS AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| RUBENS AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | CIDADE DE DEUS CIA CIAL PARTICIPAÇÕES | Controlador Direto | Controle |
| RUBENS AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RUBENS AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RUBENS AGUIAR ALVAREZ | Membro do Conselho de Administração | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RUY CELSO ROSA FILHO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RUY CELSO ROSA FILHO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RUY CELSO ROSA FILHO | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RÚBIA BECKER | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RÚBIA BECKER | Diretor | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
| RÚBIA BECKER | Diretora | FUNDAÇÃO BRADESCO | Controlador Direto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 121 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Cielo S.A. | Coligada | 30/11/2000 | 12.754.848.812 | — | — | 0 |
| NCF Participações S.A. | Controlador | 23/12/2024 | 5.000.000.000 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 31/10/2025 | 3.485.000.000 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 02/01/2026 | 3.183.000.000 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 04/06/2025 | 3.053.700.000 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 23/12/2024 | 2.800.000.000 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 17/03/2023 | 2.258.401.753 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 05/02/2025 | 1.605.434.407 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 17/05/2024 | 1.500.000.000 | — | — | 0 |
| Livelo S.A. | Coligada | 16/05/2016 | 1.406.072.737 | — | — | 0 |
| BBD Participações S.A. | Controlador | 02/01/2025 | 1.355.456.319 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 07/07/2023 | 1.100.004.913 | — | — | 0 |
| NCF Participações S.A. | Controlador | 02/01/2026 | 1.090.398.504 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 02/01/2025 | 1.073.305.854 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 07/01/2021 | 1.058.226.000 | — | — | 0 |
| Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações | Controlador | 27/12/2022 | 1.016.444.539 | — | — | 0 |
| Nova Cidade de Deus Participações S.A. | Controlador | 02/01/2025 | 986.247.579 | — | — | 0 |
| Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações | Controlador | 02/01/2026 | 905.014.782 | — | — | 0 |
| NCF Participações S.A. | Controlador | 02/01/2025 | 801.391.422 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 14/07/2025 | 763.827.045 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 02/01/2026 | 730.820.593 | — | — | 0 |
| Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações | Controlador | 02/01/2025 | 660.380.765 | — | — | 0 |
| BBD Participações S.A. | Controlador | 08/01/2026 | 551.875.644 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 02/01/2024 | 550.000.000 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 11/07/2022 | 500.100.000 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 11/07/2022 | 500.000.000 | — | — | 0 |
| Tecban - Tecnologia Bancária S.A | Coligada | 31/12/2025 | 459.059.882 | — | — | 0 |
| Alelo S.A. | Coligada | 30/12/2025 | 366.151.261 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 12/07/2021 | 315.200.000 | — | — | 0 |
| Elo Participações LTDA. | Joint Venture | 06/08/2025 | 250.000.000 | — | — | 0 |
| Elo Serviços S.A. | Coligada | 01/04/2025 | 243.021.974 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 28/06/2024 | 213.521.844 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 29/12/2023 | 203.889.619 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 30/01/2026 | 201.771.704 | — | — | 0 |
| Livelo S.A. | Coligada | 08/08/2025 | 200.000.000 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 31/12/2024 | 197.956.530 | — | — | 4,2 |
| Pacífico Holding Imobiliária Hospitalar S.A. | Coligada | 15/07/2025 | 164.553.000 | — | — | 0 |
| NCD Participações Ltda. | Controlador | 31/01/2025 | 153.422.352 | — | — | 0 |
| Hospital Santa Lúcia S.A. | Coligada | 08/08/2024 | 152.870.978 | — | — | 0 |
| Banco John Deere S.A. | Coligada | 31/03/2025 | 149.999.295 | — | — | 14,1 |
| Alelo S.A. | Coligada | 04/01/2010 | 131.409.449 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 31/07/2025 | 121.806.096 | — | — | 0 |
| Pacífico Holding Imobiliária Hospitalar S.A. | Coligada | 30/01/2025 | 116.619.963 | — | — | 0 |
| Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações | Controlador | 31/12/2024 | 115.215.302 | — | — | 0 |
| NCF Participações S.A. | Controlador | 31/12/2024 | 114.878.108 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 28/06/2024 | 107.836.313 | — | — | 0 |
| Hospital Santa Lúcia S.A. | Coligada | 09/08/2024 | 100.996.672 | — | — | 0 |
| Alelo S.A. | Coligada | 02/01/2026 | 92.038.439 | — | — | 0 |
| Pacífico Holding Imobiliária Hospitalar S.A. | Coligada | 12/06/2025 | 91.430.037 | — | — | 0 |
| Nova Cidade de Deus Participações S.A. | Controlador | 02/01/2026 | 87.048.767 | — | — | 0 |
| Alelo S.A. | Coligada | 04/01/2010 | 74.175.241 | — | — | 0 |
| HP - Hospital Prontonorte S.A. | Coligada | 07/01/2025 | 70.116.422 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 28/06/2024 | 63.835.935 | — | — | 0 |
| Nova Cidade de Deus Participações S.A. | Controlador | 31/12/2024 | 59.185.612 | — | — | 0 |
| BBD Participações S.A. | Controlador | 02/01/2025 | 57.251.002 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 24/11/2025 | 55.581.909 | — | — | 0 |
| Alelo S.A. | Coligada | 04/01/2010 | 51.705.845 | — | — | 0 |
| Hospital Santa Lúcia S.A. | Coligada | 18/03/2026 | 50.000.000 | — | — | 0 |
| Tecban - Tecnologia Bancária S.A. | Coligada | 11/12/2025 | 48.077.333 | — | — | 0 |
| HMA - Hospital Maria Auxiliadora S.A. | Coligada | 07/01/2025 | 47.500.000 | — | — | 0 |
| Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações | Controlador | 02/01/2025 | 41.596.100 | — | — | 0 |
| Hospital Santa Lúcia S.A. | Coligada | 07/08/2024 | 36.000.000 | — | — | 0 |
| Gestora de Inteligência de Crédito S.A. | Coligada | 29/08/2025 | 31.439.194 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 01/01/2025 | 29.044.393 | — | — | 0 |
| Servinet Serviços Ltda. | Coligada | 30/12/2025 | 21.804.416 | — | — | 0 |
| Fleury S.A. | Coligada | 07/02/2024 | 20.000.000 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 30/11/2021 | 18.556.313 | — | — | 0 |
| NCF Participações S.A. | Controlador | 30/04/2025 | 17.893.383 | — | — | 0 |
| HME - Hospital de Medicina Especializada S.A. | Coligada | 12/05/2025 | 15.543.193 | — | — | 0 |
| Pacífico Holding Imobiliária Hospitalar S.A. | Coligada | 30/12/2025 | 15.378.049 | — | — | 0 |
| Pacífico Operações Hospitalares S.A | Coligada | 08/12/2025 | 15.346.343 | — | — | 0 |
| Tecban Serviços Integrados Ltda. | Coligada | 31/12/2025 | 14.353.014 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 06/10/2014 | 11.140.221 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 11/10/2023 | 10.840.191 | — | — | 0 |
| Pacífico Operações Hospitalares S.A | Coligada | 16/03/2026 | 10.683.000 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 01/01/2025 | 8.792.268 | — | — | 0 |
| Stelo S.A. | Coligada | 13/03/2026 | 6.899.498 | — | — | 0 |
| Pacífico Holding Imobiliária Hospitalar S.A. | Coligada | 11/02/2026 | 6.890.000 | — | — | 0 |
| Aliança Pagamentos e Participações Ltda. | Coligada | 30/12/2025 | 6.328.386 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 25/10/2024 | 6.092.807 | — | — | 0 |
| Elo Serviços S.A. | Joint Venture | 29/12/2025 | 5.598.532 | — | — | 0 |
| Livelo S.A. | Coligada | 21/07/2025 | 5.002.548 | — | — | 0 |
| Elo Serviços S.A. | Joint Venture | 23/03/2026 | 4.603.885 | — | — | 0 |
| Alelo S.A. | Coligada | 31/12/2025 | 4.401.771 | — | — | 0 |
| Stelo S.A. | Coligada | 12/12/2025 | 4.112.358 | — | — | 0 |
| Livelo S.A. | Coligada | 31/03/2026 | 2.800.508 | — | — | 0 |
| GNI15 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Coligada | 10/12/2025 | 2.495.372 | — | — | 0 |
| Hospital Santa Lúcia S.A. | Coligada | 11/07/2025 | 2.088.441 | — | — | 0 |
| ABPF Oncologia S.A | Coligada | 01/08/2024 | 2.007.171 | — | — | 0 |
| Elo Serviços S.A. | Joint Venture | 31/12/2024 | 1.917.394 | — | — | 0 |
| Elo Consultoria e Serviços Ltda. | Coligada | 19/03/2026 | 1.863.181 | — | — | 0 |
| Hospital Santa Lúcia S.A. | Coligada | 25/03/2026 | 1.743.499 | — | — | 0 |
| Fleury S.A. | Coligada | 31/12/2025 | 1.565.021 | — | — | 0 |
| Livelo S.A. | Coligada | 31/12/2024 | 1.548.643 | — | — | 0 |
| GNI12 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Coligada | 10/12/2025 | 1.477.934 | — | — | 0 |
| Gestora de Inteligência de Crédito S.A. | Coligada | 27/02/2026 | 1.464.647 | — | — | 0 |
| NCD Participações Ltda. | Controlador | 20/01/2025 | 1.311.833 | — | — | 0 |
| HP - Hospital Prontonorte S.A. | Coligada | 16/07/2025 | 1.159.308 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 31/01/2020 | 1.023.356 | — | — | 0 |
| HMA - Hospital Maria Auxiliadora S.A. | Coligada | 11/07/2025 | 687.442 | — | — | 0 |
| Califórnia Investimentos Imobiliários Ltda. | Coligada | 10/12/2025 | 643.647 | — | — | 0 |
| Instituto Hermes Pardini S.A. | Coligada | 31/12/2025 | 502.329 | — | — | 0 |
| Fleury CPMA | Coligada | 31/12/2025 | 404.884 | — | — | 0 |
| ABPF Oncologia S.A | Coligada | 31/12/2025 | 399.079 | — | — | 0 |
| Pacífico Operações Hospitalares S.A | Coligada | 31/12/2025 | 274.143 | — | — | 0 |
| NAIP Instituição de Pagamento S/A | Coligada | 31/12/2025 | 228.979 | — | — | 0 |
| Instituto Hermes Pardini S.A. | Coligada | 24/04/2024 | 218.630 | — | — | 0 |
| Vita Clinicas Medicina Especializada Ltda | Coligada | 31/12/2025 | 151.057 | — | — | 0 |
| Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros S.A. | Coligada | 31/12/2025 | 122.107 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 31/01/2020 | 116.017 | — | — | 0 |
| Santecorp Holding Ltda. | Coligada | 31/12/2025 | 93.549 | — | — | 0 |
| CRG - Centro Radiológico do Gama S.A. | Coligada | 12/05/2025 | 86.963 | — | — | 0 |
| Laboratório Padrão S.A. | Coligada | 31/12/2025 | 85.090 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 29/08/2008 | 74.565 | — | — | 0 |
| Clínica Oftalmológica São Lucas Ltda. | Coligada | 31/12/2025 | 66.393 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 06/10/2023 | 53.976 | — | — | 0 |
| Câmara Interbancária de Pagamento - CIP | Coligada | 31/12/2025 | 48.708 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 30/09/2022 | 28.726 | — | — | 0 |
| Cielo S.A. | Coligada | 26/09/2024 | 24.000 | — | — | 0 |
| HMA - Hospital Maria Auxiliadora S.A. | Coligada | 09/04/2025 | 6.474 | — | — | 0 |
| Fundação Bradesco | Controlador | 04/09/2024 | 6.457 | — | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
201620172018201920202021202220232024
Listagens em mercados estrangeiros 3 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| GDR - XBBDC | Espanha | Secundário | Bolsa de Madrid | 16/02/2001 | 0% |
| ADR - BBD | Estados Unidos | Secundário | Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) | 21/11/2001 | 35,1% |
| ADR - BBDO | Estados Unidos | Secundário | Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) | 13/03/2012 | 0,43% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 602.954 | 722.087 | 801.187 | 838.302 | 930.451 | 1.026.704 | 1.192.030 | 1.224.353 | 1.305.544 | 1.378.528 | 1.604.654 | 1.675.572 | 1.799.616 | 1.927.523 | 2.069.506 | 2.330.327 |
| Ativo circulante | 80.960 | 93.778 | 59.993 | 67.450 | 65.430 | 72.092 | 72.555 | 81.743 | 107.210 | 109.611 | 107.603 | 71.386 | 118.184 | 186.791 | 208.024 | 193.517 |
| Caixa e equivalentes | 80.960 | 93.778 | 59.993 | 67.450 | 65.430 | 72.092 | 72.555 | 81.743 | 107.210 | 109.611 | 0 | 21.284 | 20.548 | 17.332 | 19.528 | 15.352 |
| Aplicações financeiras | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0 | 50.102 | 97.636 | 169.458 | 188.496 | 178.165 |
| Contas a receber | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Estoques | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Tributos a recuperar | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Despesas antecipadas | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Realizável a longo prazo | 115.413 | 141.845 | 193.400 | 163.931 | 199.460 | 277.319 | 326.258 | 401.123 | 246.161 | 249.760 | 0 | 87.317 | 101.973 | 109.517 | 109.786 | 111.379 |
| Investimentos | 3.394 | 4.111 | 3.716 | 23.069 | 25.071 | 40.004 | 43.002 | 39.006 | 178.051 | 192.450 | 275.987 | 336.561 | 301.899 | 387.598 | 371.883 | 547.790 |
| Imobilizado | — | — | — | — | — | — | — | — | 670.134 | 705.633 | 185.842 | 193.517 | 215.588 | 212.850 | 156.293 | 138.998 |
| Intangível | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 897.102 | 849.588 | 910.574 | 871.517 | 1.045.629 | 1.145.050 |
| Passivo circulante | 733 | 747 | 4.050 | 1.826 | 3.316 | 19.346 | 13.436 | 14.275 | 16.152 | 14.244 | 18.698 | 14.265 | 13.341 | 15.542 | 16.241 | 18.268 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | — | — | — | — | — | — | — | — | 16.152 | 14.244 | — | — | — | — | — | — |
| Fornecedores | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Dívida de curto prazo | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Passivo não circulante | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1.086.251 | 1.155.822 | 1.239.685 | 1.323.281 | 1.422.679 | 1.626.740 |
| Dívida de longo prazo | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0 | 575.890 | 593.423 | 625.793 | 648.766 | 727.963 |
| Patrimônio líquido | 492.015 | 588.264 | 636.770 | 683.416 | 757.383 | 819.487 | 953.964 | 972.409 | 852.333 | 893.209 | 311.227 | 317.305 | 343.569 | 370.607 | 402.554 | 443.361 |
| Receita líquida | 66.739 | 82.124 | 87.140 | 77.698 | 99.724 | 114.601 | 162.913 | 137.794 | 112.547 | 124.306 | 98.429 | 125.443 | 205.913 | 224.458 | 213.220 | 270.183 |
| EBIT | 15.324 | 14.683 | 15.502 | 14.319 | 19.331 | 9.604 | 31.905 | 23.744 | 19.442 | 13.381 | 4.075 | 32.852 | 24.210 | 10.208 | 16.901 | 21.025 |
| Lucro líquido | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 16.034 | 23.381 | 21.217 | 14.503 | 17.542 | 23.925 |
| Fluxo de caixa operacional | -27.846 | -37.061 | 51.612 | 99.833 | 81.417 | -58.443 | 53.959 | 35.552 | -6.497 | -19.454 | 142.433 | -101.995 | 41.766 | -178 | 50.228 | -62.534 |
| Fluxo de caixa de investimento | -29.802 | 16.683 | -44.797 | -23.187 | -3.443 | -11.961 | 9.152 | -18.230 | -34.485 | -15.327 | 20.462 | -19.306 | -17.779 | 83.606 | -5.014 | 59.830 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 4.555 | 20.965 | 3.850 | -6.375 | 9.000 | 12.994 | -23.525 | -43.304 | -5.598 | -14.318 | -36.406 | -1.609 | 21.918 | -23.063 | -23.676 | -11.715 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 27,13 | 27,31 | 27,41 | 27,45 | 27,56 | 27,66 | 27,81 | 27,83 | 27,90 | 27,95 | 28,10 | 28,15 | 28,22 | 28,29 | 28,36 | 28,48 |
| Tamanho (receita) | 24,92 | 25,13 | 25,19 | 25,08 | 25,33 | 25,46 | 25,82 | 25,65 | 25,45 | 25,55 | 25,31 | 25,56 | 26,05 | 26,14 | 26,09 | 26,32 |
| Alavancagem | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,00 | 0,34 | 0,33 | 0,32 | 0,31 | 0,31 |
| Liquidez corrente | 110,46 | 125,50 | 14,81 | 36,93 | 19,73 | 3,73 | 5,40 | 5,73 | 6,64 | 7,70 | 5,75 | 5,00 | 8,86 | 12,02 | 12,81 | 10,59 |
| ROA | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 |
| ROE | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,05 | 0,07 | 0,06 | 0,04 | 0,04 | 0,05 |
| Margem líquida | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,16 | 0,19 | 0,10 | 0,06 | 0,08 | 0,09 |
| Caixa / ativos | 0,13 | 0,13 | 0,07 | 0,08 | 0,07 | 0,07 | 0,06 | 0,07 | 0,08 | 0,08 | 0,00 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 |
| Tangibilidade | — | — | — | — | — | — | — | — | 0,51 | 0,51 | 0,12 | 0,12 | 0,12 | 0,11 | 0,08 | 0,06 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 30/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 29/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 02/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 2 | 16/08/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 30/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |