FLEURY SA
CNPJ 60840055000131 · código CVM 21881Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 14/12/2009 |
| Setor de atividade | Serviços Médicos |
| Listagem na B3 (início) | 15/12/2009 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 95,7% |
| Auditor independente (2026) | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | https://ri.fleury.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2023
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 95,6% | 41 | 0 | 4 | 9 | 26 | Novo Mercado |
| 2019 | 94,7% | 42 | 0 | 5 | 7 | 26 | Novo Mercado |
| 2020 | 95,7% | 43 | 0 | 4 | 7 | 26 | Novo Mercado |
| 2021 | 95,7% | 43 | 0 | 4 | 7 | 26 | Novo Mercado |
| 2022 | 95,7% | 43 | 0 | 4 | 7 | 26 | Novo Mercado |
| 2023 | 95,7% | 43 | 0 | 4 | 7 | 26 | Novo Mercado |
| 2024 | 95,7% | 43 | 0 | 4 | 7 | 26 | Novo Mercado |
| 2025 | 95,7% | 43 | 0 | 4 | 7 | 26 | Novo Mercado |
Acionistas
7 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 5 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) A companhia possui Política de Sustentabilidade que descreve o processo de Gestão da Sustentabilidade, alavancando o valor da sustentabilidade em todos os níveis da organização, tangibilizando os temas priorizados na agenda de sustentabilidade junto as áreas de negócios, garantindo que as premissas e diretrizes de sustentabilidade adotadas pela Companhia sejam consideradas nos processos decisórios, fortalecendo o tema dentro e fora da organização. Para isso, foi criado um sistema de gestão baseado na atuação de grupos com responsabilidades e autoridades definidas nesta política, tendo como premissa o engajamento dos stakeholders da organização. A Política de Sustentabilidade está disponível no portal de políticas da Companhia. ii) O Conselho de Administração tem dentre suas atribuições avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos, do sistema de Integridade/Compliance e Privacidade conforme definido em sua Política de Gestão de Riscos. Esta Política é aprovada e revisada periodicamente pelo próprio Conselho de Administração.Em relação ao sistema de integridade e conformidade, a estruturação e revisão também estão dentre as responsabilidades do Conselho de Administração que tem nesta atividade o suporte do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos, o qual possui dentre suas atribuições o papel de supervisionar o Programa de Integridade da Companhia e atuar como instância na avaliação e deliberação de medidas relacionadas aos potenciais desvios. Esse Programa é formalizado e documentado através de dois instrumentos principais, o Código de Conduta e a Política de Integridade, ambos aprovados pelo Conselho de Administração. iii) Esses princípios são formalizados em um Código de Conduta aprovado pelo Conselho de Administração. iv) O sistema de governança corporativa da Companhia é sustentado essencialmente através de suas Políticas Corporativas as quais são aprovadas em geral pelo Conselho de Administração ou então delegadas para aprovação da Diretoria Executiva. Por definição do próprio Conselho e formalizado na Política de Governança Normativa, cabe à cada instância rever no mínimo anualmente a adequação dessas Políticas Corporativas, dessa forma, o Conselho de Administração consegue junto aos seus demais órgãos manter um sistema de governança compatível com as necessidades da organização. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaEstatuto social estabelece o patamar de, no mínimo, 2 (dois) ou 20% (vinte por cento) de conselheiros necessariamente independentes, conforme estabelecido pelas regras do Novo Mercado. A Companhia entende que esse percentual é adequado, sendo certo ainda que há 5 Comitês de Assessoramento ao Conselho de Administração, debate efetivo de ideias e tomada de decisões de forma imparcial. Atualmente a empresa possui 40% dos membros independentes, de acordo com os critérios estabelecidos nas Melhores Práticas do IBGC, atuando acima do seu mínimo definido pelo Novo Mercado. Apesar da ausência de previsão expressa no Estatuto, atualmente 100% dos membros do Conselho de Administração da Companhia são externos. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Política de Indicação de Membros do Conselho de Administração, seus Comitês de Assessoramento e Diretoria Estatutária foi aprovada pelo Conselho de Administração e é revisada periodicamente. Seu principal objetivo é estabelecer requisitos mínimos para indicação de membros ao Conselho de Administração, aos Comitês relacionados ao Conselho de Administração e à Diretoria Estatutária do Fleury S.A. Além disso, estabelece que a proposta de indicação e de (re)eleição dos membros do Conselho de Administração deverá considerar, a disponibilidade de tempo, assiduidade nas reuniões durante o mandato anterior, o bom desempenho do conselheiro durante o período de exercício de suas funções e aspectos de diversidade. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO Conselho de Administração é avaliado em duas dinâmicas: através da autoavaliação de cada membro e de forma colegiada. Os resultados consolidados são discutidos em Comitê de Pessoas e Cultura da Companhia e um resumo é levado ao Conselho. Os pontos de melhoria são debatidos e as ações decorrentes são confirmadas pelo Comitê e Conselho. A Secretaria de Governança é avaliada pelos mecanismos dos sistemas de gestão e pela Auditoria Interna da Companhia. Há registros de avaliação do Conselho em anos anteriores (2017, 20182019, 2020, 2021 e 2022). O Comitê de Pessoas e Cultura da Companhia tem , dentre outras, a atribuição de apoiar o Presidente do Conselho na organização do processo formal e periódico de avaliação do Conselho e dos Conselheiros. As avaliações são realizadas internamente pela Companhia, anualmente, sendo que o processo de avaliação considera: composição e dinâmica: estrutura e processos estratégia e negócios pessoas e cultura e riscos corporativos e controles internos, sendo que as deficiências constatadas geram ações de melhoria. A Avaliação dos anos de 2020, 2021 e 2022 teve como base o Caderno do IBGC: Avaliação de Conselho: Recomendações Práticas. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA nomeação da nova CEO do Grupo Fleury está aderente ao Plano de Sucessão estabelecido pela Companhia. A Companhia revisa e atualiza, periodicamente, o Plano de Sucessão. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO Programa de Integração de Novos Conselheiros foi aprovado pelo Comitê de Pessoas e Cultura e tem por objetivo auxiliar novos membros do Conselho de Administração do Grupo Fleury a se familiarizarem com a cultura, as pessoas, e o ambiente da empresa. Espera-se que o programa contribua para melhor entendimento do modelo de negócio da companhia e maior efetividade nas contribuições dos conselheiros no aporte de suas experiências. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO regimento interno do Conselho de Administração prevê que todas as atas serão redigidas pela Secretaria com clareza e registrarão todas as decisões tomadas, abstenção de votos por conflitos de interesses, responsabilidades e prazos. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaEm linha com as práticas recomendadas, o(a) Diretor(a)-Presidente é avaliado(a) em processo formal pelo Conselho de Administração e pelas ferramentas de gestão da Companhia com base em indicadores de performance e projetos estratégicos previamente acordados. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO ciclo de avaliação é realizado anualmente, entre os meses de maio e junho. Os resultados são apresentados em reunião do Comitê de Pessoas e Cultura, normalmente em agosto. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA definição da remuneração segue uma série de processos estruturados e transparentes, lastreados em normativos internos e nas próprias atribuições do Comitê de Pessoas e Cultura. A proposta de remuneração dos Administradores é aprovada pelo Conselho de Administração e amplamente discutida em Assembleia. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria é composta por um modelo que apresenta equilíbrio entre incentivos de curto, médio e longo-prazo e derivadas do planejamento estratégico da Companhia. Os indicadores contratados buscam o equilíbrio entre resultados de curto-prazo, projetos estruturantes e geração de valor de longo-prazo. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaO processo de governança estabelecido prevê alçadas de aprovação que não permitem que alguém delibere sua própria remuneração e incentivos. No caso dos Diretores e Conselheiros a aprovação da remuneração global ocorre em Assembleia Geral. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Comitê de Auditoria, atualmente denominado de Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos e, foi constituído em 2004 com função de assessorar o Conselho de Administração, conforme descrito no Formulário de Referência. A função de assessorar o Conselho de Administração também está prevista nas definições do Regimento do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos. A Companhia tem atualmente uma composição de Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos que entende ser adequada às suas necessidades, considerando as experiências e conhecimentos, bem como a devida independência para a execução das suas atividades. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Auditoria Interna reporta diretamente ao Conselho de Administração, a área foi constituída com o objetivo de ser um órgão independente para garantir a revisão dos processos e ambiente de controles da Companhia. Revisa periodicamente a efetividade do programa de Integridade e a aderência às políticas e procedimentos internos. Possui também a responsabilidade pela apuração de relatos recebidos através do Canal de Confiança e por implementar processos contínuos e automatizados de revisão de controles e identificação de transações. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA definição de riscos e a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos estão descritos no Formulário de Referência, bem como a estrutura organizacional de gerenciamento de riscos. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA definição de riscos e a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos estão descritos no Formulário de Referência. Além disso, nosso Programa de Integridade prevê que os mecanismos de controle monitoramento, políticas e sistemas de controles internos, além do programa de Integridade/Compliance, são estabelecidos a partir de uma avaliação de riscos e de acordo com a exposição identificada para a Companhia. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaDe acordo com a Política de Gestão de Riscos da Companhia, o ambiente de riscos é revisado no mínimo anualmente e isso deve ser refletido em todo o ambiente de controles da Companhia, o que inclui suas políticas e procedimentos internos. Além disso, cabe à cada instância rever, anualmente, a adequação das Políticas Corporativas. Dessa forma o Conselho de Administração consegue junto aos seus demais órgãos manter um sistema de Governança compatível com as necessidades da Organização. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
9 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia tem em seu Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos todas as atribuições típicas do que as práticas de Governança estabelecem para o comitê de conduta. Além disso, como forma de complementar operacionalmente essa função, foi criado o Fórum de Ética, que é o órgão funcional de apoio a Governança, aprovado pelo Conselho de Administração por meio do Código de Confiança, que tem por atribuição avaliar e definir as medidas disciplinares aplicáveis às situações identificadas quanto ao descumprimento ou desvios em relação ao código de confiança e políticas da companhia. Todas as situações são reportadas ao Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos e periodicamente apresentadas ao Conselho de Administração. Eventualmente, a depender da situação e/ou pessoa envolvida, os temas são levados diretamente ao Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos e/ou Conselho. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal de Confiança da Companhia adota um modelo híbrido de gestão, uma vez que tem o processo de recebimento e triagem das manifestações realizados por empresa externa, e posteriormente o processo de apuração e tratamento dos relatos realizados pela equipe interna de Auditoria Interna. A Companhia entende que o processo de recebimento, registro e triagem das manifestações feitas por empresa externa, traz maior segurança ao processo, à proteção dos dados, ao fluxo adequado de segregação das informações, à proteção dos denunciantes, e uma isenção e maior conforto inclusive aos empregados, na utilização do Canal. Além disso em todos os contatos é garantido o direito ao anonimato e a demonstração clara de repúdio a qualquer tipo de retaliação aos denunciantes. O Canal de Confiança da Companhia está disponível para acesso tanto interno (colaboradores e prestadores) como externo (fornecedores, clientes, médicos, ex-colaboradores, etc.) e pode ser acessado por diversos canais, como site, telefone 0800, e-mail, aplicativo, etc. Ao mesmo tempo, o processo de apuração que exige um conhecimento maior dos processos e um acesso mais profundo às informações, além de uma independência necessárias, é realizado pela Auditoria Interna, que no entendimento da Administração seria o órgão da governança mais independente e capacitado e isento para realizar essas análises. Eventualmente, quando a situação envolver algum membro da Auditoria Interna ou do Fórum de Conduta, os casos são diretamente encaminhados pela empresa terceira ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaEstão previstas e formalizadas através do Estatuto Social, Regimentos Internos e Políticas Corporativas. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Regimento do Conselho de Administração, a Política de Transações com Partes Relacionadas e o Código de Confiança contemplam os aspectos relacionados aos conflitos de interesse. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaCompanhia segue as normas legais para receber e processar alegações de conflitos de interesse, alocando o jurídico interno e assessores externos especialmente contratados para apoiar a realização de Assembleia Geral. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaA Companhia submete as transações às aprovações previstas em suas regras de Governança e divulga as Transações com Partes Relacionadas nos termos das normativas internas e regulamentações vigentes. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui um Política de Transações com Partes Relacionadas que não atende, necessariamente, todas as diretrizes previstas nesta normativa. Porém, na visão da administração, esta confere um grau de proteção razoável para garantir a lisura, transparência e controle sobre as transações realizadas. Além disso, as Transações com Partes Relacionadas e seus respectivos valores são divulgadas no Formulário de Referência e ao mercado, de acordo com as normativas aplicáveis. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia tem uma Política de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração e disponível na CVM e no site de Relações com Investidores. A área de Relações com Investidores analisa regularmente as negociações de valores mobiliários ocorridas no período. Eventuais descumprimentos da Política são analisados e, quando necessário, são punidos nos termos do Código de Conduta da Companhia. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Política de Integridade da Companhia prevê contribuições voluntárias para Organizações Não Governamentais (ONG's), parceiros, instituições idôneas, que compartilhem os mesmos valores e princípios estabelecidos e contidos no Código de Confiança da Companhia, de forma que as contribuições a elas devem ocorrer de forma transparente. Isto significa, entre outros, que a identidade do destinatário e o uso pretendido da doação têm de estar claramente definidos e que o motivo e a finalidade da doação têm de ser justificados e documentados, sendo, tão somente, permitida as contribuições e doações às instituições que estiverem de acordo com a legislação vigente. Além disso, a atual Política de Alçadas da Companhia prevê que as doações sejam aprovadas pelo Conselho de Administração. Nosso Código de Confiança e a Política de Integridade não permitem quaisquer doações relacionadas às atividades político-partidárias. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 16 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CARLOS ALBERTO IWATA MARINELLIGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| CÉLIO DE MELO ALMADA NETO IndependenteGin | Conselho de Administração | 28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| EWALDO MARIO KUHLMANN RUSSOGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| FERNANDO LOPES ALBERTOGin | Conselho de Administração | 21 - Vice Presidente Cons. de Administração | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| IVAN LUIZ GONTIJO JÚNIORGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| MARCIO PINHEIRO MENDESGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| MARIA DE LOURDES LOPES FERRARI CHAUFFAILLEGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| MAURICIO MACHADO DE MINASGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| MÁRCIO MOURA DE PAULA RICARDO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| REGINA PARDINI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| ROBERTO DINIZ JUNQUEIRA NETO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| ROGÉRIO RABELOGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| RUI MONTEIRO DE BARROS MACIELGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| SAMUEL MONTEIRO DOS SANTOS JUNIORGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
| VICTOR CAVALCANTI PARDINI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2025 | AGO de 2027 |
Diretoria 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EDGAR GIL RIZZATTIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | RCA seguinte à AGO de 2027 |
| JEANE MIKE TSUTSUIGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 30/04/2025 | RCA seguinte à AGO de 2027 |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | RCA seguinte à AGO de 2027 |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | RCA seguinte à AGO de 2027 |
| ROBERTO SANTORO MEIRELLESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2025 | RCA seguinte à AGO de 2027 |
Comitês 9 comitês
Coordenadora do Comitê de Pessoas, Cultura e ESG
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANDRÉA CRISTINA DE LIMA ROLIMGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Tecnologia
| Nome | Cargo |
|---|---|
| FERNANDO LOPES ALBERTOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Coordenador do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| LUIZ CARLOS NANNINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MARCELO SANTOS DALL'OCCOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROBERTO DINIZ JUNQUEIRA NETOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| VIVIEN BOUZAN GOMEZ NAVARRO ROSSOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Coordenador do Comitê de Finanças
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MARCIO PINHEIRO MENDESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Coordenador do Comitê de Estratégia e Tecnologia
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MAURICIO MACHADO DE MINASGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Finanças
| Nome | Cargo |
|---|---|
| REGINA PARDINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| VINICIUS MARINHO DA CRUZGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas, Cultura e ESG
| Nome | Cargo |
|---|---|
| RUI MONTEIRO DE BARROS MACIELGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| VALDIRENE SOARES SECATOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Tecnologia da Companhia
| Nome | Cargo |
|---|---|
| VICTOR CAVALCANTI PARDINIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 9 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Suplentes | 1 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 10 | 0 |
| Conselho de Administração - Suplentes | 0 | 6 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 10 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Suplentes | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 10 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 10 | 5 |
| Salário ou pró-labore | 10.008.019 | 11.193.263 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 1.121.033 |
| Participação em comitês | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 2.001.604 | 4.763.737 |
| Bônus | 0 | 2.678.060 |
| Participação nos resultados | 0 | 8.842.699 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 330.750 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 10.620.390 |
| Total do órgão | 12.009.623 | 39.549.932 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 10 | 5 |
| Nº de membros remunerados | 10 | 5 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 2.678.060 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 2.231.716 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 8.842.699 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 6.621.894 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2026 |
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 31/03/2025 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2026 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 31/03/2025 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 31/03/2023 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 27/03/2020 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 31/03/2022 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2020 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2019 |
| 2022 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2020 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2019 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2018 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2017 → 09/03/2018 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2019 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2018 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2017 → 09/03/2018 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2018 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/03/2017 → 09/03/2018 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 28/03/2016 → 08/03/2017 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 10/03/2018 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 09/03/2017 → 09/03/2018 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 28/03/2016 → 08/03/2017 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2015 → 24/03/2016 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2014 → 29/04/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 09/03/2017 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 28/03/2016 → 08/03/2017 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2015 → 24/03/2016 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2014 → 29/04/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 28/03/2016 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2015 → 24/03/2016 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2014 → 29/04/2015 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2013 → 29/04/2014 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 28/03/2016 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2015 → 24/03/2016 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2014 → 29/04/2015 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2013 → 29/04/2014 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 27/03/2012 → 29/03/2013 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 28/07/2008 → 03/03/2011 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 30/04/2013 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 27/03/2012 → 29/03/2013 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2011 → 26/03/2012 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 28/07/2008 → 03/03/2011 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2011 → 26/03/2012 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 27/03/2012 |
| 2012 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 28/07/2008 → 03/03/2011 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2011 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2011 |
| 2010 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUD IND | 61562112000120 | Nacional | 04/03/2011 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 3 | 1 |
| 2022 | 3 | 1 |
| 2021 | 4 | 1 |
| 2020 | 3 | 1 |
| 2019 | 3 | 1 |
| 2018 | 5 | 1 |
| 2017 | 4 | 1 |
| 2016 | 4 | 1 |
| 2015 | 5 | 1 |
| 2014 | 4 | 1 |
| 2013 | 3 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 148.190 |
| Acionistas pessoa jurídica | 301 |
| Investidores institucionais | 409 |
| Ações ordinárias em circulação | 445.241.785 (81,37%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 445.241.785 (81,37%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (13/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 31/12/2025 | 4.000.000.000 | 0 | 0 | 0 |
| Capital Emitido | 31/12/2025 | 2.762.949.637 | 547.191.026 | 0 | 547.191.026 |
| Capital Integralizado | 31/12/2025 | 2.762.949.637 | 547.191.026 | 0 | 547.191.026 |
| Capital Subscrito | 31/12/2025 | 2.762.949.637 | 547.191.026 | 0 | 547.191.026 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 1 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| Victor Cavalcanti Pardini | Conselheiro | Regina Pardini | Conselheira | FLEURY S.A | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 79 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | ANATOMIA PATOLÓGICA HUGO SILVIANO BRANDÃO LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | CENTRO AVANÇADO DE OFTALMOLOGIA S.A ("GRUPO MOACIR CUNHA") | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | CLÍNICA DE OLHOS DR. MOACIR DA CUNHA SA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | CLÍNICA OFTALMOLÓGICA SÃO LUCAS LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | CPC - CENTRO DE PATOLOGIA CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | DIAGNÓSTICO POR IMAGEM SETE LAGOAS LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | FLEURY CENTRO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS AVANÇADOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | FLEURY SERVIÇOS ORTOPÉDICOS SA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | GIP MEDICINA DIAGNÓSTICA S.A. | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | GÊNESIS ANÁLISES GENÔMICAS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | HEMOLAB LABORATÓRIO DE PATOLOGIA CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | INDA-LAB ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | INSTITUTO 9 DE JULHO - SERVIÇOS MÉDICOS S.A. ("GRUPO MOACIR CUNHA") | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | INSTITUTO DE ANALISES CLINICAS DE SANTOS S.A ("IACS") | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | INSTITUTO DE RADIOLOGIA DE NATAL LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | INSTITUTO HERMES PARDINI S/A | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | LABCLIN LABORATÓRIO CLÍNICO DE CAMPINAS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CONFIANCE LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | LABORATÓRIO DE PATOLOGIA CLÍNICA DR. PAULO CORDEIRO DE AZEVEDO LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | LABORATÓRIO PADRÃO S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | LSL - LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | MOSCOGLIATO - SERVIÇO DE ULTRA-SOM LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | MÉTHODOS LABORATÓRIO, ANÁLISES CLÍNICAS E HEMATOLOGIA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | SAHA SERVIÇOS MÉDICOS E HOSPITALARES LTDA. ("GRUPO SAHA") | Controlada Direta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | SANTÉCORP LTDA. ("GRUPO SANTÉCORP") | Controlada Indireta | Controle |
| EDGAR GIL RIZZATTI | Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos | VITA CLÍNICAS MEDICINA ESPECIALIZADA LTDA. ("GRUPO VITA") | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | CENTRO AVANÇADO DE OFTALMOLOGIA S.A ("GRUPO MOACIR CUNHA") | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | CLÍNICA DE OLHOS DR. MOACIR DA CUNHA SA. | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | CLÍNICA OFTALMOLÓGICA SÃO LUCAS LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | CPC - CENTRO DE PATOLOGIA CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | FLEURY CENTRO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS AVANÇADOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | FLEURY SERVIÇOS ORTOPÉDICOS SA. | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | GIP MEDICINA DIAGNÓSTICA S.A. | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | HEMOLAB LABORATÓRIO DE PATOLOGIA CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | INDA-LAB ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | INSTITUTO 9 DE JULHO - SERVIÇOS MÉDICOS S.A. ("GRUPO MOACIR CUNHA") | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | INSTITUTO DE RADIOLOGIA DE NATAL LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | INSTITUTO HERMES PARDINI S/A | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | LABCLIN LABORATÓRIO CLÍNICO DE CAMPINAS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | LABORATÓRIO BIOCLINICO LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CONFIANCE LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | LABORATÓRIO PRETTI LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | LSL - LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | MÉTHODOS LABORATÓRIO, ANÁLISES CLÍNICAS E HEMATOLOGIA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | SANTÉCORP LTDA. ("GRUPO SANTÉCORP") | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | SAÚDE NEWCO LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| JEANE MIKE TSUTSUI | Diretora Presidente do emissor | VITA CLÍNICAS MEDICINA ESPECIALIZADA LTDA. ("GRUPO VITA") | Controlada Indireta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | CPC - CENTRO DE PATOLOGIA CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | FLEURY CENTRO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS AVANÇADOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | FLEURY SERVIÇOS ORTOPÉDICOS SA. | Controlada Indireta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | GÊNESIS ANÁLISES GENÔMICAS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | INSTITUTO DE RADIOLOGIA DE NATAL LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | INSTITUTO HERMES PARDINI S/A | Controlada Direta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | LABORATÓRIO BIOCLINICO LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | LABORATÓRIO PRETTI LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | LSL - LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | MÉTHODOS LABORATÓRIO, ANÁLISES CLÍNICAS E HEMATOLOGIA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| JOSÉ ANTONIO DE ALMEIDA FILIPPO | Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores | SANTÉCORP LTDA. ("GRUPO SANTÉCORP") | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | CPC - CENTRO DE PATOLOGIA CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | DIAGNÓSTICO POR IMAGEM SETE LAGOAS LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | FLEURY CENTRO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS AVANÇADOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | FLEURY SERVIÇOS ORTOPÉDICOS SA. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | GIP MEDICINA DIAGNÓSTICA S.A. | Controlada Direta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | HEMOLAB LABORATÓRIO DE PATOLOGIA CLÍNICA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | INDA-LAB ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | INSTITUTO DE ANALISES CLINICAS DE SANTOS S.A ("IACS") | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | INSTITUTO DE RADIOLOGIA DE NATAL LTDA | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | LABCLIN LABORATÓRIO CLÍNICO DE CAMPINAS LTDA | Controlada Direta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | LABORATÓRIO BIOCLINICO LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CONFIANCE LTDA. | Controlada Direta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | LABORATÓRIO PADRÃO S.A. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | LABORATÓRIO PRETTI LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | MOSCOGLIATO - SERVIÇO DE ULTRA-SOM LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| PATRICIA YUMI MAEDA BERTONCELLO | Diretora Executiva Unidades de Atendimento | MÉTHODOS LABORATÓRIO, ANÁLISES CLÍNICAS E HEMATOLOGIA LTDA | Controlada Direta | Controle |
| ROBERTO SANTORO MEIRELLES | Diretor Executivo L2L e Suporte de Operações | ANATOMIA PATOLÓGICA HUGO SILVIANO BRANDÃO LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| ROBERTO SANTORO MEIRELLES | Diretor Executivo L2L e Suporte de Operações | INSTITUTO DE ANALISES CLINICAS DE SANTOS S.A ("IACS") | Controlada Indireta | Controle |
| ROBERTO SANTORO MEIRELLES | Diretor Executivo L2L e Suporte de Operações | INSTITUTO HERMES PARDINI S/A | Controlada Direta | Controle |
| ROBERTO SANTORO MEIRELLES | Diretor Executivo L2L e Suporte de Operações | PARDIS - PARDINI DISTRIBUIDORA LTDA. | Controlada Indireta | Controle |
| ROBERTO SANTORO MEIRELLES | Diretor Executivo L2L e Suporte de Operações | TOXICOLOGIA PARDINI LABORATÓRIOS S.A. (LABFAR) | Controlada Indireta | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 46 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Banco Bradesco S.A. | Coligada | 24/03/2022 | 1.142.970.571 | — | — | 0,00 |
| Banco Bradesco S.A. | Coligada | 24/03/2022 | 185.135.062 | — | — | 0,00 |
| BSP Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Coligada | 20/11/2022 | 172.023.000 | — | — | 0,00 |
| Companhia Brasileira de Soluções e Serviços - Alelo | Coligada | 01/01/2022 | 152.850.491 | — | — | 0,00 |
| Bradesco Saúde S.A. | Coligada | 01/01/2022 | 95.542.671 | — | — | 0.00 |
| BSP Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Coligada | 20/11/2022 | 29.606.000 | — | — | 0,00 |
| Empreeendimentos Imobiliários Vista Alegre Ltda | Coligada | 01/01/2019 | 28.760.000 | — | — | 0.00 |
| Mediservice Operadora de Planos de Saúde S.A. | Coligada | 01/08/2023 | 22.898.000 | — | — | 0% |
| Villa de Migliori Participações Ltda | Coligada | 28/04/2023 | 19.410.000 | — | — | 0.00 |
| Bradesco Vida e Previdência S.A. | Coligada | 01/01/2022 | 12.386.247 | — | — | 0,00 |
| Empreeendimentos Imobiliários Vista Alegre Ltda | Coligada | 01/01/2019 | 11.672.000 | — | — | 0.00 |
| Companhia de Locação das Américas | Coligada | 01/05/2025 | 9.207.000 | — | — | 0,00 |
| AP Imobiliária Ltda. | Coligada | 01/01/2019 | 8.910.000 | — | — | 0.00 |
| Companhia Brasileira de Soluções e Serviços - Alelo | Coligada | 01/01/2022 | 8.732.259 | — | — | 0.00 |
| Paes e Alcantara Serviços Ltda. | Coligada | 16/11/2021 | 7.962.000 | — | — | 0,00 |
| Amicabilis Participações e Empreendimentos Ltda. | Coligada | 01/12/2018 | 5.663.000 | — | — | 0.00 |
| Scaas Participações Ltda. | Coligada | 01/08/2024 | 5.103.000 | — | — | 0,00 |
| Operis Administração Imobiliária Ltda. | Coligada | 01/07/2024 | 4.812.000 | — | — | 0,00 |
| Amicabilis Participações e Empreendimentos Ltda. | Coligada | 01/12/2018 | 4.737.000 | — | — | 0.00 |
| Villa de Migliori Participações Ltda | Coligada | 28/04/2023 | 4.471.000 | — | — | 0.00 |
| Banco Bradesco S.A. | Coligada | 24/03/2022 | 4.301.127 | — | — | 0,00 |
| Transinc Fundo de Investimento Imobiliário - FII | Coligada | 05/12/2018 | 4.256.000 | — | — | 0.00 |
| Banco Bradesco S.A. | Coligada | 24/03/2022 | 4.168.588 | — | — | 0,00 |
| Harmonikos Participações e Empreendimentos Ltda. | Coligada | 30/12/2018 | 3.818.000 | — | — | 0.00 |
| AP Imobiliária Ltda. | Coligada | 01/01/2019 | 3.785.000 | — | — | 0.00 |
| OdontoPrev S.A. | Coligada | 01/01/2022 | 3.425.000 | — | — | 0,00 |
| Harmonikos Participações e Empreendimentos Ltda. | Coligada | 30/12/2018 | 3.064.000 | — | — | 0.00 |
| Dumont Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Coligada | 31/10/2019 | 2.658.000 | — | — | 0,00 |
| Azevedo e Dias Administração Patrimonial Ltda. | Coligada | 01/06/2021 | 2.340.000 | — | — | 0,00 |
| Banco Bradesco S.A. | Coligada | 24/03/2022 | 2.316.662 | — | — | 0,00 |
| CM Médicos Associados Ltda. | Coligada | 01/01/2022 | 2.088.983 | — | — | 0,00 |
| Bitoliz Consultoria de imóvel Ltda | Coligada | 16/11/2021 | 2.046.000 | — | — | 0% |
| Paes e Alcantara Serviços Ltda. | Coligada | 16/11/2021 | 2.042.000 | — | — | 0,00 |
| Companhia de Locação das Américas | Coligada | 01/05/2025 | 2.022.000 | — | — | 0,00 |
| Serra Participações Ltda. | Coligada | 01/08/2024 | 1.972.000 | — | — | 0,00 |
| Syl Administração de Bens Ltda. | Coligada | 01/08/2024 | 1.718.000 | — | — | 0,00 |
| Operis Administração Imobiliária Ltda. | Coligada | 01/07/2024 | 1.592.000 | — | — | 0,00 |
| Transinc Fundo de Investimento Imobiliário - FII | Coligada | 05/12/2018 | 1.579.000 | — | — | 0.00 |
| Scaas Participações Ltda. | Coligada | 01/08/2024 | 1.080.000 | — | — | 0,00 |
| Prontmed Tecnologia de dados em Saúde. | Coligada | 01/01/2024 | 1.048.000 | — | — | 0,00 |
| Azevedo e Dias Administração Patrimonial Ltda. | Coligada | 01/06/2021 | 1.002.000 | — | — | 0,00 |
| Dumont Empreendimentos Imobiliários Ltda. | Coligada | 31/10/2019 | 940.000 | — | — | 0,00 |
| Bitoliz Consultoria de imóvel Ltda | Coligada | 16/11/2021 | 522.000 | — | — | 0% |
| Serra Participações Ltda. | Coligada | 01/08/2024 | 418.000 | — | — | 0,00 |
| Syl Administração de Bens Ltda. | Coligada | 01/08/2024 | 334.000 | — | — | 0,00 |
| Swiss RE Corporate Solutions Brasil | Coligada | 30/04/2025 | 136.000 | — | — | 0,00 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.328 | 2.832 | 2.738 | 3.211 | 3.210 | 3.204 | 3.006 | 3.527 | 3.910 | 5.097 | 5.524 | 6.074 | 7.792 | 11.580 | 13.062 | 13.220 |
| Ativo circulante | 783 | 874 | 663 | 1.055 | 1.017 | 1.132 | 933 | 1.267 | 1.434 | 1.485 | 1.880 | 1.742 | 2.391 | 2.804 | 4.376 | 4.421 |
| Caixa e equivalentes | 543 | 486 | 181 | 540 | 505 | 625 | 314 | 338 | 55 | 9 | 28 | 34 | 17 | 22 | 22 | 22 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 93 | 334 | 754 | 795 | 1.014 | 763 | 1.292 | 902 | 2.320 | 2.141 |
| Contas a receber | 203 | 313 | 359 | 400 | 390 | 398 | 403 | 512 | 505 | 570 | 704 | 794 | 857 | 1.505 | 1.635 | 1.747 |
| Estoques | 10 | 18 | 19 | 17 | 14 | 16 | 32 | 22 | 27 | 32 | 63 | 73 | 97 | 135 | 155 | 181 |
| Tributos a recuperar | 17 | 47 | 79 | 85 | 102 | 75 | 67 | 49 | 81 | 67 | 56 | 27 | 77 | 183 | 165 | 248 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 41 | 108 | 121 | 160 | 193 | 107 | 70 | 70 | 52 | 128 | 140 | 136 | 248 | 244 | 227 | 230 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 8 | 8 | 8 | 9 | 11 | 12 | 17 | 34 | 43 | 44 | 82 | 82 | 112 |
| Imobilizado | 179 | 376 | 424 | 455 | 458 | 443 | 470 | 642 | 783 | 751 | 709 | 1.565 | 1.948 | 2.644 | 2.514 | 2.478 |
| Intangível | 324 | 1.474 | 1.529 | 1.534 | 1.533 | 1.514 | 1.524 | 1.537 | 1.629 | 2.715 | 2.761 | 2.587 | 3.160 | 5.808 | 5.864 | 5.980 |
| Passivo circulante | 133 | 380 | 244 | 260 | 265 | 418 | 409 | 639 | 625 | 747 | 1.110 | 1.207 | 1.234 | 1.687 | 1.743 | 2.246 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 34 | 43 | 43 | 49 | 54 | 84 | 93 | 100 | 129 | 139 | 139 | 202 | 228 | 339 | 382 | 408 |
| Fornecedores | 41 | 75 | 71 | 104 | 105 | 105 | 143 | 148 | 194 | 190 | 250 | 357 | 364 | 620 | 704 | 800 |
| Dívida de curto prazo | 35 | 36 | 88 | 73 | 78 | 188 | 148 | 316 | 216 | 208 | 472 | 505 | 536 | 580 | 498 | 551 |
| Passivo não circulante | 183 | 820 | 789 | 1.262 | 1.372 | 1.131 | 1.061 | 1.182 | 1.536 | 2.591 | 2.663 | 3.012 | 3.857 | 4.782 | 5.945 | 5.879 |
| Dívida de longo prazo | 55 | 553 | 472 | 911 | 961 | 802 | 684 | 739 | 1.043 | 1.348 | 1.431 | 2.444 | 3.142 | 3.661 | 4.894 | 4.721 |
| Patrimônio líquido | 1.012 | 1.632 | 1.706 | 1.689 | 1.573 | 1.655 | 1.536 | 1.707 | 1.750 | 1.759 | 1.751 | 1.854 | 2.701 | 5.111 | 5.375 | 5.096 |
| Receita líquida | 872 | 1.126 | 1.502 | 1.657 | 1.679 | 1.895 | 2.096 | 2.383 | 2.664 | 2.905 | 2.972 | 3.873 | 4.463 | 6.471 | 7.685 | 8.291 |
| EBIT | 169 | 141 | 215 | 170 | 194 | 236 | 339 | 477 | 503 | 560 | 479 | 667 | 735 | 916 | 1.198 | 1.221 |
| Lucro líquido | 130 | 101 | 107 | 61 | 86 | 107 | 229 | 321 | 332 | 312 | 257 | 351 | 309 | 421 | 604 | 597 |
| Fluxo de caixa operacional | 113 | 146 | 167 | 210 | 286 | 369 | 514 | 530 | 701 | 732 | 647 | 1.019 | 987 | 1.439 | 1.930 | 2.134 |
| Fluxo de caixa de investimento | -108 | -645 | -371 | -165 | -120 | -128 | -66 | -521 | -806 | -543 | -507 | -591 | -1.384 | 2 | -2.057 | -516 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 11 | 441 | -101 | 314 | -200 | -121 | -649 | 15 | -178 | -236 | -121 | -422 | 381 | -1.437 | 126 | -1.618 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,01 | 21,76 | 21,73 | 21,89 | 21,89 | 21,89 | 21,82 | 21,98 | 22,09 | 22,35 | 22,43 | 22,53 | 22,78 | 23,17 | 23,29 | 23,31 |
| Tamanho (receita) | 20,59 | 20,84 | 21,13 | 21,23 | 21,24 | 21,36 | 21,46 | 21,59 | 21,70 | 21,79 | 21,81 | 22,08 | 22,22 | 22,59 | 22,76 | 22,84 |
| Alavancagem | 0,07 | 0,21 | 0,20 | 0,31 | 0,32 | 0,31 | 0,28 | 0,30 | 0,32 | 0,31 | 0,34 | 0,49 | 0,47 | 0,37 | 0,41 | 0,40 |
| Liquidez corrente | 5,89 | 2,30 | 2,72 | 4,05 | 3,84 | 2,71 | 2,28 | 1,98 | 2,30 | 1,99 | 1,69 | 1,44 | 1,94 | 1,66 | 2,51 | 1,97 |
| ROA | 0,10 | 0,04 | 0,04 | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,08 | 0,09 | 0,08 | 0,06 | 0,05 | 0,06 | 0,04 | 0,04 | 0,05 | 0,05 |
| ROE | 0,13 | 0,06 | 0,06 | 0,04 | 0,05 | 0,06 | 0,15 | 0,19 | 0,19 | 0,18 | 0,15 | 0,19 | 0,11 | 0,08 | 0,11 | 0,12 |
| Margem líquida | 0,15 | 0,09 | 0,07 | 0,04 | 0,05 | 0,06 | 0,11 | 0,13 | 0,12 | 0,11 | 0,09 | 0,09 | 0,07 | 0,07 | 0,08 | 0,07 |
| Caixa / ativos | 0,41 | 0,17 | 0,07 | 0,17 | 0,16 | 0,19 | 0,10 | 0,10 | 0,01 | 0,00 | 0,01 | 0,01 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Tangibilidade | 0,14 | 0,13 | 0,16 | 0,14 | 0,14 | 0,14 | 0,16 | 0,18 | 0,20 | 0,15 | 0,13 | 0,26 | 0,25 | 0,23 | 0,19 | 0,19 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 22/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 11/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 15/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 03/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |