USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS
CNPJ 60894730000105 · código CVM 14320Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 11/04/1994 |
| Setor de atividade | Metalurgia e Siderurgia |
| Listagem na B3 (início) | 11/04/1994 |
| Segmento B3 atual | Nível 1 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 74,5% |
| Auditor independente (2026) | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda |
| Site / Relações com Investidores | www.usiminas.com ↗ |
Respostas no ano 2018
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 67,0% | 28 | 12 | 7 | 7 | 36 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2019 | 66,0% | 27 | 12 | 8 | 7 | 36 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2020 | 66,0% | 27 | 12 | 8 | 7 | 36 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2021 | 71,3% | 31 | 11 | 5 | 7 | 33 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2022 | 73,4% | 32 | 10 | 5 | 7 | 32 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2023 | 74,5% | 33 | 10 | 4 | 7 | 32 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2024 | 74,5% | 33 | 10 | 4 | 7 | 32 | Nível 1 de Governança Corporativa |
| 2025 | 74,5% | 33 | 10 | 4 | 7 | 32 | Nível 1 de Governança Corporativa |
Acionistas
3 Sim · 4 Não · 0 Parcialmente · 5 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA Companhia est? sujeita ?s condi??es estabelecidas no Regulamento de Listagem do N?vel 1 de Governan?a Corporativa da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balc?o (?B3?), que n?o prev? quaisquer disposi??es neste sentido (diferentemente do Novo Mercado, por exemplo). O Capital Social da Companhia ? de R$ 13.200.294.935,04 (treze bilh?es, duzentos milh?es, duzentos e noventa e quatro mil, novecentos e trinta e cinco reais e quatro centavos), dividido em 1.253.079.108 a??es, sendo 705.260.684 a??es ordin?rias, 547.740.661 a??es preferenciais classe A e 77.763 a??es preferenciais classe B, todas escriturais, sem valor nominal. Cada a??o ordin?ria d? direito a um voto nas delibera??es da Assembleia Geral, enquanto as a??es preferenciais, ainda que n?o tenham direito a voto, conferem aos seus titulares, os seguintes direitos e vantagens: (i) dividendos 10% (dez por cento) maiores do que os atribu?dos ?s a??es ordin?rias: e (ii) direito de participar, em igualdade de condi??es, com as a??es ordin?rias, de quaisquer bonifica??es votadas em Assembleia Geral. Al?m dos direitos e vantagens informados anteriormente, os titulares de a??es preferenciais classe B gozar?o de prioridade no reembolso do capital, sem direito a pr?mio, no caso de liquida??o da Companhia. Os titulares de a??es preferenciais classe A gozar?o da mesma prioridade, por?m, somente ap?s o atendimento da prioridade conferida ?s a??es preferenciais classe B. A estrutura acion?ria da Companhia, dividida em a??es ordin?rias e preferenciais, ? adequada e justificada tendo em vista o fato de a mesma possuir um controle definido. O Grupo de Controle det?m 68,57% das a??es ordin?rias de emiss?o da Companhia, vinculadas a um acordo de acionistas (?Acordo de Acionistas?), sendo (i) 31,45% detido pelo Grupo NSSMC (Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation, Nippon Usiminas Co., Ltd., Mitsubishi Corporation do Brasil S.A. e Metal One Corporation): (ii) 32,28% detido pelo Grupo T/T (Confab Industrial S.A., Prosid Investments S.A., Ternium Argentina S.A. e Ternium Investments S.?.r.l): e (iii) 4,84% detido pela Previd?ncia Usiminas (?PU?). O relacionamento dos acionistas controladores da Companhia ? regido pelo Acordo de Acionistas, celebrado em 10 de abril de 2018 e aditado e consolidado em 17 de outubro de 2018, que possui, entre outras, disposi??es relativas ao exerc?cio do direito de voto, ao exerc?cio do poder de controle, ? indica??o de administradores, ? transfer?ncia de a??es, ao exerc?cio do direito de prefer?ncia, etc.. Diante dessa realidade, a Companhia acredita que a exist?ncia de a??es preferenciais em sua estrutura acion?ria ? uma forma de atrair investimentos, uma vez que os acionistas preferencialistas, dentre os direitos j? descritos, fazem jus ao recebimento de dividendos 10% (dez por cento) maiores que os atribu?dos aos acionistas ordinaristas e t?m prioridade no reembolso do capital. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaA Companhia possui controle definido, sendo o Grupo de Controle detentor de 68,57% das a??es ordin?rias de emiss?o da Companhia, vinculadas ao Acordo de Acionistas, sendo (i) 31,45% detido pelo Grupo NSSMC: (ii) 32,28% detido pelo Grupo T/T: e (iii) 4,84% detido pela PU. A atua??o do Grupo de Controle na Companhia ? regida pelo Acordo de Acionistas, celebrado em 10 de abril de 2018 e aditado em 17 de outubro de 2018, que possui, dentre outras disposi??es, previs?o relativa ao exerc?cio do direito de voto. O Acordo de Acionistas prev? que, anteriormente a cada Assembleia Geral e a cada Reuni?o do Conselho de Administra??o, representantes do Grupo de Controle devem se reunir para determinar o posicionamento a ser manifestado nas Assembleias Gerais ou Reuni?es do Conselho de Administra??o da Usiminas (?Reuni?o Preparat?ria?). Determinadas mat?rias submetidas ? Reuni?o Preparat?ria est?o sujeitas ? aprova??o de acionistas detentores, no total, de n?o menos que 65% (sessenta e cinco por cento) do n?mero total das A??es Vinculadas ao Acordo de Acionistas (?Resolu??o Ordin?ria?), sendo que outras mat?rias submetidas ? Reuni?o Preparat?ria, conforme previstas no Acordo de Acionistas, somente poder?o ser aprovadas mediante voto afirmativo de acionistas representando, no total, ao menos 93,40% (noventa e tr?s v?rgula quarenta por cento) do n?mero total de A??es Vinculadas ao Acordo de Acionistas (?Resolu??o Especial?). Os acionistas controladores e os membros do Conselho de Administra??o indicados por acionistas controladores dever?o votar em conformidade com as Resolu??es Ordin?ria ou Especial adotadas em Reuni?o Preparat?ria, conforme o caso. A Reuni?o Preparat?ria apenas ser? realizada para deliberar sobre assuntos de compet?ncia do Conselho de Administra??o ou da Assembleia Geral: n?o h? previs?o referente ? exist?ncia de Reuni?es Preparat?rias para mat?rias atribu?das ? Diretoria ou ao Conselho Fiscal, nem a necessidade de o Conselho Fiscal seguir delibera??es tomadas nas Reuni?es Preparat?rias. |
Não |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaA Companhia est? submetida ?s condi??es estabelecidas no Regulamento de Listagem do N?vel 1 de Governan?a Corporativa da B3, que n?o possui disposi??es relativas ? aliena??o de controle. Neste sentido, ainda que n?o haja previs?o estatut?ria espec?fica a esse respeito, a Companhia est? obrigada a observar as determina??es legais e regulamentares sobre a mat?ria, na forma da Lei n? 6.404/1976 (?Lei das S.A.?) e da Instru??o CVM n? 361/2002. |
Não |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia.
justificativa da empresaEmbora o Estatuto Social n?o contenha previs?o espec?fica exigindo a manifesta??o pr?via do Conselho de Administra??o em rela??o a OPAs que tenham por objeto as a??es ou t?tulos de sua emiss?o, a Companhia considera que o seu Conselho de Administra??o tem discricionariedade para, caso entenda necess?rio, manifestar-se em rela??o a tais OPAs, inclusive emitindo seu parecer. |
Não |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
3 Sim · 5 Não · 4 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Conselho de Administração, como órgão máximo na estrutura organizacional da Companhia e de gestão estratégica de riscos, tem como responsabilidade específica a aprovação da propensão ao risco, acompanhar e avaliar os riscos da Companhia, além de definir as orientações gerais dos negócios da Companhia, decidir sobre questões estratégicas e aprovar os projetos de maior relevância para seu funcionamento, visando a sua perenidade e sempre levando em consideração seu impacto na sociedade e no meio ambiente. Para isso, a Diretoria realiza periodicamente no Conselho de Administração apresentações sobre o status da Companhia e o estado de seus negócios, bem como seu planejamento estratégico, planos de médio e longo prazo. As competências do Conselho de Administração estão previstas no Estatuto Social da Companhia e podem ser verificadas no item 12.1 do Formulário de Referência. Em relação ao gerenciamento de riscos, em 12/10/2018, o Conselho de Administração aprovou o Programa de Integridade da Companhia, aplicável a todas as empresas do Grupo Usiminas, que entrará em vigor em 15/01/2019. O Programa consiste em um conjunto de mecanismos e procedimentos internos que objetivam a consolidação da cultura de integridade (criação de diversas políticas, do Departamento de Integridade e do Comitê de Conduta), e que tem como maior objetivo a gestão e prevenção dos riscos nas atividades da Companhia, avaliando periodicamente a exposição da Companhia a esses riscos e a eficácia das políticas de gerenciamento de riscos - programa de integridade - e do canal aberto de denúncia. O Programa de Integridade da Companhia é composto, dentre outras regras internas, pelo seu novo Código de Ética e Conduta, Política Anticorrupção, Política de Conflito de Interesses e Transações com Partes Relacionadas, etc.. Com a aplicação efetiva de seu Código de Ética e Conduta, bem como com o devido cumprimento de suas políticas e o monitoramento constante, a Companhia deverá ser capaz de reduzir riscos, desvios, fraudes e demais possíveis irregularidades. A estrutura de gestão de riscos da Companhia é formada por três principais órgãos (i) Comitê de Auditoria: (ii) Departamento de Integridade e (iii) Comitê de Conduta.O Comitê de Auditoria, é órgão de assessoramento ao Conselho de Administração (reportando ao Presidente do Conselho de Administração), permanente e de instalação obrigatória, previsto no Estatuto Social da Companhia. Entre suas principais atribuições está a fiscalização das ações desempenhadas pelo Departamento de Integridade e pelo Comitê de Conduta, zelando pela correta implementação e pelo cumprimento do Código de Ética e das políticas do Programa de Integridade. Seus membros e suas demais atribuições podem ser verificados nos itens 12.1.a e 12.7 do Formulário de Referência, respectivamente. O Departamento de Integridade é responsável pela implementação, revisão e atualização de todas as ações que compõem o Programa de Integridade. As principais funções do Departamento de Integridade são: (i) disseminar e viabilizar treinamentos e propor ao Conselho de Administração a revisão e atualização do Código, das normas e das políticas do Programa de Integridade (ii) realizar análises periódicas de riscos de integridade (iii) estabelecer controles sobre a conformidade das políticas e das ações de integridade (iv) deliberar sobre aprovações e contratações expressamente previstas no Código e nas demais políticas do Programa de Integridade (v) manifestar-se em eventuais dúvidas, sugestões ou questões sobre o Programa de Integridade e (vi) gerenciar o Canal Aberto e apurar as denúncias recebidas por tal veículo. O Comitê de Conduta é responsável pela implementação das ações avaliadas pelo Departamento de Integridade relacionadas a violações ao Código e a políticas do Programa de Integridade, assim como pela determinação das medidas e ações disciplinares e/ou de remediação cabíveis. Suas principais atribuições são: (i) receber as apurações conduzidas pelo Departamento de Integridade, analisá-las e determinar e aplicar medidas disciplinares e de remediação em face de violações ao Código e às políticas do Programa de Integridade e (ii) auxiliar e orientar o Departamento de Integridade em deliberações sobre a outorga ou denegação das aprovações expressamente previstas como exigidas por este Código e/ou pelas políticas do Programa de Integridade. O Comitê de Conduta deverá reportar suas atuações, deliberações e determinações ao Comitê de Auditoria. Casos relativos a Administradores, membros dos comitês (estatutários ou não), do Conselho Fiscal ou do Departamento de Integridade, deverá ser informados pelo Departamento de Integridade ao Conselho de Administração, que avaliará o procedimento a ser adotado, conforme aplicável.Também subordinada ao Conselho de Administração e integrando a estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos, a Gerência-Geral de Auditoria Interna é responsável por avaliar o sistema de controles internos e reporta-se diretamente ao Comitê de Auditoria. A visão e valores da Companhia também são definidos pelo Conselho de Administração e consistem em: segurança foco no cliente nas pessoas qualidade e resultados. Ademais, a Companhia prima pela gestão transparente e cumprimento de leis e normas.Em relação ao item 9.a.iv, a Companhia entende que são necessárias revisões periódicas de seu sistema de governança, mas não necessariamente anuais. Antes da adoção do Programa de Integridade, a Companhia possuía um Código de Ética, diversas normas e procedimentos internos, além de mecanismos de gestão de riscos e de reclamações, que objetivavam administrar os diferentes riscos de sua atividade, tendo sido eles sistematizados no Programa. Até a data da efetiva implementação das novas Políticas, a Companhia continuará a agir de acordo com tais regulamentos, com seu Estatuto Social e com a Lei das S.A. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaEstatuto Social estabelece que o Conselho de Administração será constituído por até 15 membros efetivos e até igual número de suplentes, eleitos em Assembleia Geral de Acionistas. O Conselho de Administração da Companhia é atualmente composto por oito membros, incluindo o representante dos empregados, número de Conselheiros que ela considera adequado. Ainda que apenas dois membros sejam independentes, conforme critério estabelecido pelo Código Brasileiro de Governança Corporativa, os conselheiros possuem um perfil bastante diversificado, sendo composto por contadores, advogados, administradores, engenheiros e economistas. Essa diversidade de formação possibilita que os temas sejam avaliados de diferentes perspectivas beneficiando sempre a Companhia. |
Não |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaConforme j? informado, a Companhia possui controle definido, de modo que a maioria dos membros do Conselho de Administra??o ? indicada conforme regras previstas no Acordo de Acionistas. Al?m disso, conforme previsto no artigo 13, ??1? e 2?, do Estatuto Social, uma vaga do Conselho ? destinada ao representante dos empregados e aposentados, eleito diretamente pelo voto dos pr?prios empregados e aposentados da Companhia e de sua subsidi?ria Usiminas Mec?nica S.A., bem como dos participantes da Previd?ncia Usiminas, em elei??o organizada pela Companhia, na forma prevista pelo art. 140, par?grafo ?nico, da Lei 6.404/1976, observados os requisitos e demais regras constantes do regulamento aprovado pelo Conselho de Administra??o em reuni?o realizada em 17/12/2015. Diante disso, a Companhia entende n?o ser condizente com a sua realidade a elabora??o de uma pol?tica formal de indica??o de conselheiros. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaOs membros do Conselho de Administra??o s?o eleitos a cada dois anos e, conforme j? informado, a Companhia possui controle definido, de modo que a maioria dos membros do Conselho ? indicada conforme regras previstas no Acordo de Acionistas, al?m do representante dos empregados, eleito de forma direta pelos empregados e aposentados da Companhia e de sua subsidi?ria Usiminas Mec?nica S.A., bem como dos participantes da Previd?ncia Usiminas. Nesse contexto, a Companhia entende que a pr?pria indica??o feita pelos acionistas controladores j? leva em considera??o o desempenho de seus Conselheiros, nas fun??es desempenhadas no Conselho e nos comit?s de assessoramento, n?o sendo necess?ria, dentro da sua realidade, a realiza??o de um processo anual de avalia??o de desempenho do Conselho de Administra??o. Em rela??o ? secretaria de governan?a, os membros s?o empregados da Companhia, contratados no regime CLT, e s?o submetidos ? avalia??o anual de desempenho, baseado em atingimento de metas quantitativas e qualitativas, bem como ? avalia??o de compet?ncias t?cnicas e comportamentais. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaConsiderando que as regras para a indica??o e sucess?o do diretor-presidente est?o previstas no Acordo de Acionistas celebrado pelos acionistas controladores, a Companhia entende n?o ser condizente com a sua realidade a elabora??o pelo Conselho de Administra??o de um plano de sucess?o do diretor presidente. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaApesar de n?o possuir um programa estruturado de integra??o dos novos membros do Conselho de Administra??o, a Companhia preocupa-se em realizar a integra??o dos novos membros do Conselho. Dentre as compet?ncias do Presidente do Conselho de Administra??o previstas no Regulamento deste ?rg?o est? a de ?organizar, em conjunto com o Diretor-Presidente, quando da elei??o de um novo membro do Conselho, um programa de integra??o e orienta??o do novo Conselheiro, que lhe permita tomar contato com as atividades e obter informa??es sobre a organiza??o?. Sempre que um novo membro ? empossado para cargo na Diretoria, no Conselho de Administra??o ou no Conselho Fiscal, a Companhia promove uma visita dos administradores ?s suas instala??es administrativas e industriais, bem como ?s principais instala??es de suas sociedades controladas. Al?m disso, a Companhia promove encontro para introdu??o e discuss?o dos administradores com o ?pessoal-chave? com o objetivo de informar sobre as principais quest?es da administra??o da Companhia. |
Parcialmente |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo.
justificativa da empresaAnualmente, a Companhia participa de pesquisa de remunera??o de conselheiros com consultorias de refer?ncia no mercado a fim de alinhar a remunera??o dos membros ?s melhores pr?ticas de mercado. Sendo assim, os valores que integram a remunera??o dos membros do Conselho de Administra??o estar?o alinhados ?s suas atribui??es e responsabilidades de acordo com a complexidade de suas atividades. A Companhia n?o remunera os membros de seu Conselho de Administra??o de acordo com participa??es em reuni?es e n?o h? remunera??o vari?vel para os membros do Conselho de Administra??o, conforme indicado no item 13.1 do Formul?rio de Refer?ncia. O Presidente do Conselho recebe valores diferenciados dos demais membros, tendo em vista as fun??es por ele exercidas. Os demais membros titulares do Conselho recebem a mesma remunera??o e os conselheiros suplentes n?o recebem remunera??o. Cabe ainda ressaltar que os membros do Conselho de Administra??o que integram os comit?s assessoramento deste ?rg?o n?o recebem remunera??o espec?fica para o desempenho destas fun??es, conforme indicado no item 13.1.v. do Formul?rio de Refer?ncia. |
Parcialmente |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaConforme previsto no artigo 14 do Estatuto Social, todo ano, o Conselho de Administra??o aprova o calend?rio de reuni?es para o ano posterior, conforme proposta apresentada pelo presidente do Conselho. O estatuto social estabelece que o Conselho de Administra??o re?ne-se, ordinariamente, quatro vezes por ano, e, extraordinariamente, sempre que necess?rio aos interesses sociais, ou conforme calend?rio previamente estabelecido pelo Conselho. Habitualmente, o calend?rio prev? oito reuni?es ordin?rias por ano, e possui agenda tem?tica de assuntos que s?o tratados ao longo do exerc?cio, al?m de indicar os assuntos relevantes peri?dicos que ser?o discutidos em cada reuni?o. O calend?rio, uma vez aprovado, ? disponibilizado aos Conselheiros no Portal de Governan?a Corporativa e pode ser consultado a qualquer tempo. Na pr?tica, foram realizadas 18 (dezoito) reuni?es do Conselho de Administra??o em 2016, 18 (dezoito) em 2017 e 16 (dezesseis) at? a presente data de 2018. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaConforme j? informado, a Companhia possui controle definido, de modo que a maioria dos membros do Conselho ? indicada pelos acionistas controladores, conforme regras previstas no Acordo de Acionistas. Nesse contexto, a realiza??o de sess?es exclusivas para conselheiros externos n?o ? condizente com a realidade da Companhia. Contudo, na pr?tica, h? situa??es em que os conselheiros e/ou os diretores que participam das reuni?es do Conselho de Administra??o s?o convidados a se retirar de tais reuni?es, para que o Conselho possa discutir assuntos mais delicados entre si. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaA Companhia adota esta pr?tica, conforme estabelecido no artigo 25 do Regimento Interno do Conselho de Administra??o. |
Sim |
Diretoria
5 Sim · 2 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaO Programa de Integridade da Companhia composto, entre outras, pelo seu novo C?digo de ?tica e Conduta, Pol?tica Anticorrup??o, Pol?tica de Conflito de Interesses, Pol?tica de Relacionamento com Terceiros Intermedi?rios, etc., j? aprovados pelo Conselho de Administra??o da Companhia, que entrar? em vigor em 15/01/2019, ?, em conjunto com o Estatuto Social, a base para o funcionamento de toda a Companhia, inclusive a atua??o de sua Diretoria. Al?m disso, a Diretoria da Companhia re?ne-se semanalmente, momento em que monitora o desempenho financeiro e operacional, bem como o impacto das atividades da Companhia na sociedade e no meio ambiente. A Diretoria possui, ainda, comit?s de apoio que se re?nem mensalmente para analisar temas espec?ficos de sua compet?ncia, vinculados aos processos da Companhia. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaA Companhia n?o possui um regimento interno da Diretoria, mas est? em processo de elabora??o. Espera-se que o Regimento Interno seja aprovado e entre em vigor ao longo de 2019. Apesar de ainda n?o possuir um regimento interno, a Diretoria tem suas fun??es bem delimitadas no Estatuto Social e seus membros tem seus pap?is e responsabilidades determinadas conforme a estrutura organizacional adotada pela Companhia. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas.
justificativa da empresaConforme j? informado, a Companhia possui controle definido, assim as indica??es dos membros da Diretoria s?o feitas conforme regras previstas no Acordo de Acionistas. O Grupo de Controle indica os membros da Diretoria com base em suas capacidades e qualifica??es espec?ficas e suas experi?ncias para atender os desafios da Companhia na ind?stria sider?rgica. |
Não |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA Companhia adota esta pr?tica, conforme artigo 7?, al?nea ii, e artigo 16 do Regimento Interno do Conselho de Administra??o. A avalia??o do Diretor Presidente pelo Conselho de Administra??o consta da ata da reuni?o do dia 08.02.2018. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia adota esta pr?tica, conforme artigo 7?, al?nea ii, e artigo 16 do Regimento Interno do Conselho de Administra??o. Anualmente o Conselho de Administra??o aprova, com recomenda??o do Comit? de Recursos Humanos, o programa de incentivos dos membros da Diretoria Estatut?ria, n?o apenas do Diretor-Presidente. O programa contempla as metas que dever?o ser atingidas, bem como a forma de avalia??o. Al?m disso, ? atribui??o do Conselho de Administra??o aprovar o resultado do programa. O programa relativo ao exerc?cio de 2017 foi aprovado em 24.08.2017 e seus resultados aprovados em 08.02.2018. J? o programa relativo ao exerc?cio de 2018 foi aprovado em 23.11.2017 e seus resultados ser?o objeto de delibera??o ao t?rmino do exerc?cio social corrente. Os resultados da avalia??o dos demais diretores foram apresentados, analisados, discutidos e aprovados na reuni?o de 08.02.2018. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaAl?m da Pol?tica de Remunera??o, aprovada pelo Conselho de Administra??o em 12/10/2018, que passar? a vigorar em 15/01/2019, a metodologia para fixa??o dos honor?rios da Diretoria utilizada pela Companhia ? a de pontos, da Hay Group, por meio da qual ?, anualmente, proposta uma verba para remunera??o dos Diretores da Companhia, composta de Remunera??o Fixa (Honor?rios) e Vari?vel (B?nus). Essa remunera??o anual proposta ? levada ao Comit? de RH e, posteriormente, ao Conselho de Administra??o, visando ? aprova??o para fixa??o da verba e disponibilidade or?ament?ria, sempre respeitando os limites globais fixados pela Assembleia Geral. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA Remunera??o dos Diretores Estatut?rios ? dividida em tr?s partes: 1. Mensal (Honor?rios), que independe de resultados |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaDe acordo com o item vi do artigo 10, par?grafo ?nico do Estatuto Social da Companhia, a remunera??o dos membros da Diretoria ? fixada pelo Conselho de Administra??o. Nenhum Diretor controla o processo decis?rio sobre a fixa??o de sua pr?pria remunera??o. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Auditoria, órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração que tem como objetivo auxiliá-lo no desempenho de suas atribuições, no que se refere: (i) à fiscalização da qualidade e da consistência das demonstrações financeiras e dos procedimentos contábeis: e (ii) à apreciação das questões relativas ao sistema de controles internos, aos riscos do negócio e às auditorias interna e independente e à adoção, pela Companhia, de padrões satisfatórios de governança corporativa. O Comitê é integrado à estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos da Companhia. Entre as principais atribuições está (i) revisar as demonstrações financeiras anuais e trimestrais elaboradas pela Companhia (ii) avaliar a efetividade da estrutura de controles internos e dos processos das auditorias independente e interna da Companhia etc, e uma vez que o Programa de Integridade passe a vigorar (iii) a fiscalização das ações desempenhadas pelo Departamento de Integridade e pelo Comitê de Conduta, zelando pela correta implementação e pelo cumprimento do Código de Ética e das políticas do Programa de Integridade, e assegurando a existência de um sistema de identificação, avaliação e gerenciamento dos principais riscos envolvidos nas atividades da Companhia, com planos para monitorar e minimizar possíveis vulnerabilidades ou falhas nos controles internos. Seus membros e demais atribuições podem ser verificados nos itens 12.1 "a" e 12.7 do Formulário de Referência, respectivamente. O Comitê de Auditoria é eleito pelo Conselho de Administração, mas não é formado por membros independentes, uma vez que seus membros são indicados pelos acionistas controladores, conforme regras previstas no Acordo de Acionistas. Contudo, ainda que seus membros não sejam independentes, ou tenham necessariamente que ter experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente, possuem formação e experiência profissional que possibilita o exercício da função de membro do Comitê de Auditoria com excelência. O Comitê de Auditoria não possui orçamento próprio, mas o Conselho de Administração possui orçamento que possibilita a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. |
Parcialmente |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaConforme previsto nos itens ?q? e ?r? do Estatuto Social da Companhia, a ?rea de auditoria interna est? vinculada diretamente ao Presidente do Conselho de Administra??o e o Conselho de Administra??o tem, entre suas atribui??es, a responsabilidade de homologar o plano de auditoria interna, que atualmente tem periodicidade anual. A ?rea de auditoria interna reporta-se tamb?m ao Comit? de Auditoria, que possui, dentre suas atribui??es, a de acompanhar os planos de a??o propostos pela ?rea de auditoria interna, monitorando as implanta??es das a??es consideradas relevantes, avaliando sua efic?cia, avaliando o plano de auditoria e o or?amento da auditoria interna para o exerc?cio seguinte, e transmitindo as suas conclus?es e recomenda??es ao Conselho de Administra??o. Essas informa??es est?o descritas no item 12.1 do Formul?rio de Refer?ncia de 2018. A ?rea de auditoria interna tem entre suas atribui??es atuar ativamente no desenvolvimento de trabalhos e projetos voltados ao aprimoramento de sistemas e controles estabelecidos pela Companhia, averiguando se foram implementados com efic?cia e se est?o adequados aos objetivos propostos. O Plano de Auditoria ? elaborado de modo a priorizar processos que apresentam maior exposi??o de risco aos objetivos estrat?gicos, financeiro, operacionais e de compliance da Companhia. Para tanto, a auditoria interna conta com uma equipe adequada ao porte e complexidade da Usiminas, tendo em sua composi??o profissionais com experi?ncias e conhecimento que se complementam, de ?reas como Economia, Ci?ncias Cont?beis, Direito, Engenharia e Tecnologia da Informa??o, que s?o fundamentais para a realiza??o dos trabalhos e melhor entendimento dos riscos e controles da Companhia. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaEm 12/10/2018, o Conselho de Administra??o aprovou o Programa de Integridade da Companhia, que consiste em um conjunto de mecanismos e procedimentos internos que objetivam a cria??o da cultura de integridade (cria??o de diversas pol?ticas, do Departamento de Integridade e do Comit? de Conduta), e que tem como maior objetivo a gest?o e preven??o dos riscos nas atividades da Companhia, receber den?ncias, avaliar periodicamente a exposi??o da Companhia a riscos e a efic?cia das pol?ticas de gerenciamento de riscos ? Programa de Integridade - e do canal aberto de den?ncia. O Programa de Integridade da Companhia ? composto, entre outras, pelo seu novo C?digo de ?tica e Conduta, Pol?tica Anticorrup??o, Pol?tica de Conflito de Interesses e Transa??es com Partes Relacionadas, Pol?tica de Relacionamento com Terceiros Intermedi?rios, etc.. Com a aplica??o efetiva de seu C?digo de ?tica e Conduta, bem como com o devido cumprimento de suas pol?ticas e monitoramento constante, a Companhia dever? ser capaz de reduzir e monitorar riscos, desvios, fraudes e demais poss?veis irregularidades. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administra??o, como ?rg?o m?ximo na estrutura organizacional da Companhia e de gest?o estrat?gica de riscos, tem como responsabilidade espec?fica a aprova??o da propens?o ao risco e tamb?m o acompanhamento e a avalia??o dos riscos da Companhia. Como ?rg?o de assessoramento ao Conselho de Administra??o e tamb?m integrando a estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos, existe o Comit? de Auditoria, foi constitu?do e instalado, conforme determinado pelo Estatuto Social da Companhia. Suas atribui??es e membros podem ser verificados nos itens 12.1 ?a? e 12.7 do Formul?rio de Refer?ncia, respectivamente. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaO Programa de Integridade da Companhia, que inclui tamb?m a avalia??o sobre o sistema de gerenciamento de riscos, foi aprovado pelo Conselho de Administra??o em 12/10/2018. Antes da ado??o do Programa de Integridade, a Companhia possu?a um C?digo de ?tica, diversas normas e procedimentos internos, al?m de mecanismos de gest?o de riscos e de reclama??es, que objetivavam administrar os diferentes riscos de sua atividade, tendo sido eles sistematizados no Programa. At? a data da efetiva implementa??o das novas Pol?ticas, a Companhia continuar? a agir de acordo com tais regulamentos, com seu Estatuto Social e com a Lei das S.A., e ir? realizar treinamentos para seus funcion?rios, para que a aplica??o das Pol?ticas atenda ao objetivo em vista. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
9 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Usiminas possui Comitês de Ética e de Conformidade, que será substituído pelo Comitê de Conduta, conforme nova estrutura prevista no Programa de Integridade, aprovado pelo Conselho de Administração. Esses comitês estão encarregados de difundir o Código de Ética e Conduta e zelar pelo seu cumprimento e aplicação, inclusive mediante a determinação das medidas e ações disciplinares e/ou de remediação cabíveis, assim como avaliar as tratativas pertinentes às apurações do canal de denúncias (canalaberto.usiminas.com). Tanto a divulgação do Código de Ética e Conduta como as atividades de gestão e apuração das denúncias são conduzidas atualmente pela Auditoria Interna, e passarão a ser de competência do Departamento de Integridade. Os Comitês de Ética e de Conformidade e o Comitê de Conduta - que está sendo instituído - não estão vinculados diretamente ao Conselho de Administração, mas reportam a ele, sempre que necessário. Os Comitês de Ética e de Conformidade são compostos pelos Diretores Estatutários (CEO e VP's), pelo Diretor Corporativo de RH e pelo Gerente Geral Jurídico, já o Comitê de Conduta terá sua composição prevista no Estatuto Social. O Comitê de Conduta será responsável pela implementação das ações avaliadas pelo Departamento de Integridade, relacionadas a violações ao Código de Ética e Conduta e as políticas do Programa de Integridade do Grupo Usiminas, assim como pela determinação das medidas e ações disciplinares e/ou de remediação cabíveis. Suas principais atribuições são: (i) receber as apurações conduzidas pelo Departamento de Integridade, analisá-las e determinar e aplicar medidas disciplinares e de remediação em face de violações ao Código e às políticas do Programa de Integridade: e (ii) auxiliar e orientar o Departamento de Integridade em deliberações sobre a outorga ou denegação das aprovações expressamente previstas como exigidas pelo Código de Ética e Conduta e/ou pelas políticas do Programa de Integridade. O Comitê de Conduta deverá reportar suas atuações, deliberações e determinações ao Comitê de Auditoria. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal Aberto ? gerido pela Auditoria Interna (e, em breve, pelo Departamento de Integridade que est? sendo institu?do) com efetivo pr?prio. A Auditoria Interna, que est? ligada ao Presidente do Conselho de Administra??o, funciona de forma independente, aut?noma e imparcial. Todas as apura??es e tratativas realizadas s?o apresentadas trimestralmente aos Comit?s de ?tica e de Conformidade (e, em breve, ao Comit? de Conduta, o qual est? sendo institu?do) para tratar de temas relacionados ? integridade. Os riscos mais relevantes conduzidos pela Auditoria tamb?m s?o apresentados ao Comit? de Auditoria e, em breve, ao Comit? de Conduta, e sempre que necess?rio ao Conselho de Administra??o.O canal de den?ncias poder? ser acessado por meio do site do Grupo Usiminas http://canalaberto.usiminas.com, ou pelo telefone 0800-276-2011 (liga??o gratuita), meios que atendem aos princ?pios de seguran?a da informa??o, de forma a garantir a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade das informa??es, sendo o anonimato dos denunciantes preservado. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaAs regras previstas no Estatuto Social e em decis?es do Conselho de Administra??o estabelecem fun??es, pap?is e responsabilidades de cada ?rg?o da Companhia. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaOs mecanismos utilizados para implementar as pr?ticas est?o previstos nas normas do Estatuto Social, Regimento Interno do Conselho de Administra??o e na Pol?tica de Transa??o com Partes Relacionadas e Conflitos de Interesses. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia n?o tem mecanismos preestabelecidos para administra??o de conflitos de interesses nas vota??es submetidas ? Assembleia Geral. Eventuais conflitos de interesses devem ser pr?via e formalmente declarados, devendo o acionista conflitado abster-se de participar, discutir e votar a respectiva mat?ria, em conformidade com a legisla??o brasileira e nos termos dispostos no Estatuto Social e no Acordo de Acionistas. Caso assim o acionista n?o proceda, o Presidente da Assembleia poder? declarar o conflito de interesses e impedir o voto do acionista em quest?o. A natureza e extens?o do interesse conflitado ser?o consignadas em ata. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaO Estatuto Social, o Regimento Interno do Conselho de Administra??o e a Pol?tica de Conflitos de Interesses e Transa??o com Partes Relacionadas estabelecem as regras aplic?veis ?s transa??es com partes relacionadas e veda empr?stimos em favor do controlador e dos administradores. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaO Conselho de Administra??o da Companhia aprovou em 12/10/2018 a nova Pol?tica de Divulga??o de Informa??es e Negocia??o de Valores Mobili?rios, que ir? vigorar a partir de 15/01/2019, que estabelece os crit?rios e procedimentos relativos ? divulga??o de informa??es sobre atos ou fatos relevantes, bem como sobre a negocia??o de valores mobili?rios de emiss?o da Companhia. Sem preju?zo aos controles adotados pela legisla??o (ex.: Relat?rios Mensais de Valores Negociados e Detidos - Instru??o CVM 358, que informa as posi??es iniciais e finais de cada administrador, conselheiro e seus suplentes (Relat?rio Individual ? Confidencial) e o Relat?rio Consolidado, que ? p?blico e informa as posi??es de cada categoria (Grupo de controle, administradores e conselheiros)), a Pol?tica prev? que cabe ao Conselho de Administra??o tomar as medidas disciplinares que julgar cab?veis no ?mbito interno da Companhia em raz?o da gravidade da infra??o de viola??o dos termos e procedimentos estabelecidos por ela, inclusive a destitui??o do cargo ou demiss?o do infrator, prevendo tamb?m a obriga??o de o Conselho de Administra??o convocar uma Assembleia Geral quando a aplica??o da san??o seja de compet?ncia legal ou estatut?ria da Assembleia Geral. At? a data da efetiva implementa??o da nova Pol?tica de Divulga??o de Informa??es e Negocia??o de Valores Mobili?rios, a Companhia continuar? a agir de acordo com a Pol?tica de Divulga??o de Informa??es e Negocia??o de Valores Mobili?rios vigente e com a legisla??o aplic?vel. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Conselho de Administra??o aprovou em 12/10/2018 sua Pol?tica de Patroc?nios e Doa??es da Companhia, aplic?vel a todas as sociedades do Grupo Usiminas. A Pol?tica tem como objetivo orientar e auxiliar a conduta dos colaboradores da Companhia quanto aos patroc?nios e doa??es a serem concedidos em suas rela??es comerciais e institucionais, bem como refor?ar os padr?es ?ticos e de integridade presentes no C?digo de ?tica e Conduta. A Pol?tica visa, ainda, a adotar estrutura e procedimentos integrados e transparentes, que possibilitem um di?logo aberto e participativo para o fomento de projetos, cujos resultados tragam benef?cios para as comunidades nas quais estejam inseridas, entre outros p?blicos e segmentos de interesse social e comercial. At? a data da efetiva implementa??o da nova Pol?tica, a Companhia continuar? a agir de acordo com seus regulamentos internos atuais aplic?veis as doa??es e com a Lei, e ir? realizar treinamentos para seus funcion?rios, para que a aplica??o da Pol?tica atenda ao objetivo em vista.Quando da entrada em vigor, a Pol?tica de Patroc?nios e Doa??es ser? publicada no site de Rela??es com Investidores da Companhia. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas.
justificativa da empresaA doa??o a agentes p?blicos, partidos pol?ticos, campanhas pol?ticas e/ou candidatos a cargos p?blicos, pelas empresas do Grupo Usiminas ou em seu nome ? absolutamente proibida, de acordo com as pol?ticas da Usiminas. |
Não |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 17 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CYNTHIA INÉS GRAF CARIDEGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| EDÍLIO RAMOS VELOSO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| ELIAS DE MATOS BRITOGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| FERNANDO BARRETO MARTINS DA POÇA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| Fernando Duelo Van DeusenGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| JUAN IGNACIO SOMAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| LETICIA DOMINGUES COSTA BRAGA IndependenteGin | Conselho de Administração | 28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| LUIS MARÍA MADEROGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| MARIO GIUSEPPE ANTONIO GALLIGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| MURILO PINHEIRO RICOGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| Oscar Montero MartinezGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| PAULO EDUARDO BICUDO DOS SANTOSGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| PEDRO HENRIQUE GOMES TEIXEIRAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| RITA REBELO HORTA DE ASSIS FONSECAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| ROBERTO LUIS PROSDOCIMI MAIAGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| RONALD SECKELMANNGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| WALACE CALDEIRA PINTOGin | Conselho de Administração | 23 - Conselho de Administração (Suplente) | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| AMÉRICO FERREIRA NETOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 14/05/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| DIEGO EDUARDO GARCIAGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 14/05/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| MARCELO CHARAGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 14/05/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
| Miguel Angel Homes CamejoGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 14/05/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2028 |
Conselho Fiscal 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ LEAL FAOROGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| DOUGLAS MOTAGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| EDERSON CARLO FIRMINOGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| FABIO NOGUEIRA TAYARGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| JOÃO ARTHUR BASTOS GASPARINO DA SILVAGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| JULIANA DE CASTRO PRUDENTEGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| KAREN SAYURI TERUYAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| LINNEU DE ALBUQUERQUE MELLOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| PAULO FRANK COELHO DA ROCHAGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
| SÉRGIO CARVALHO CAMPOSGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 23/04/2026 | Até a Assembleia Geral Ordinária de 2027 |
Comitês 3 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AMANDA MENDES DE SOUZAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ANITHA ANDRADE COSTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JUAN IGNACIO SOMAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PAULO EDUARDO BICUDO DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RITA REBELO HORTA DE ASSIS FONSECAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Membro do Comitê de Recursos Humanos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| IVANI SILVEIRAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RITA REBELO HORTA DE ASSIS FONSECAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RODOLFO ZUZENBERGGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Coordenador do Comitê de Recursos Humanos
| Nome | Cargo |
|---|---|
| SANTIAGO LOZANOGin | — |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 7 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 9 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 9 | 6 |
| Salário ou pró-labore | 1.334.116 | 5.350.648 | 11.059.139 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 34.606 | 4.088.449 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 5.732.656 |
| Bônus | 0 | 0 | 9.866.297 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 1.177.731 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 1.334.116 | 5.385.254 | 31.924.272 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 9 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 9 | 6 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 14.148.876 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 7.446.777 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 6.048.802 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 2.419.521 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 19/09/2023 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 19/09/2023 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA | 61366936001440 | Nacional | 19/09/2023 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 23/03/2022 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA | 61366936001440 | Nacional | 30/08/2023 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes Ltda. | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2022 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes Ltda. | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2021 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2020 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2019 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000471 | Nacional | 01/07/2015 → 05/02/2017 |
| 2019 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936001440 | Nacional | 01/04/2013 → 30/06/2015 |
| 2018 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000471 | Nacional | 01/07/2015 → 05/02/2017 |
| 2018 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936001440 | Nacional | 01/04/2013 → 30/06/2015 |
| 2017 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000471 | Nacional | 01/07/2015 → 05/02/2017 |
| 2017 | PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes | 61562112000554 | Nacional | 06/02/2017 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936001440 | Nacional | 01/04/2013 → 30/06/2015 |
| 2016 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000471 | Nacional | 01/07/2015 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936001440 | Nacional | 01/04/2013 → 30/06/2015 |
| 2015 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57755217000471 | Nacional | 01/07/2015 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2008 → 31/03/2013 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936001440 | Nacional | 01/04/2013 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2008 → 31/03/2013 |
| 2013 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936001440 | Nacional | 01/04/2013 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2008 → 31/03/2013 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2008 |
| 2011 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2008 |
| 2010 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2008 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 3 | 1 |
| 2023 | 3 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 114.137 |
| Acionistas pessoa jurídica | 1.020 |
| Investidores institucionais | 254 |
| Ações ordinárias em circulação | 167.748.403 (23,79%) |
| Ações preferenciais em circulação | 518.315.018 (94,61%) |
| Total em circulação | 686.063.421 (54,75%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (23/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 19/07/2016 | 0 | 0 | 11.396.392 | 11.396.392 |
| Capital Integralizado | 19/07/2016 | 13.200.294.935 | 705.260.684 | 547.818.424 | 1.253.079.108 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 42 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| CYNTHIA INÉS GRAF CARIDE | Membro efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| CYNTHIA INÉS GRAF CARIDE | Membro efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| CYNTHIA INÉS GRAF CARIDE | Membro efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| DIEGO EDUARDO GARCIA | Usiminas:Diretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores (Fevereiro - 2026 - Atual)Ternium S.A:Diretor Financeiro Senior, Ternium Brasil (maio de 2022 - janeiro/2026) | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| DIEGO EDUARDO GARCIA | Usiminas: Diretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores (Fevereiro - 2026 - Atual) Ternium S.A: Diretor Financeiro Senior, Ternium Brasil (maio de 2022 - janeiro/2026) | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| DIEGO EDUARDO GARCIA | Usiminas:Diretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores (Fevereiro - 2026 - Atual)Ternium S.A:Diretor Financeiro Senior, Ternium Brasil (maio de 2022 - janeiro/2026) | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| Fernando Duelo Van Deusen | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| Fernando Duelo Van Deusen | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| Fernando Duelo Van Deusen | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| JUAN IGNACIO SOMA | Membro Efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| JUAN IGNACIO SOMA | Membro Efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| JUAN IGNACIO SOMA | Membro Efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| JULIANA DE CASTRO PRUDENTE | Membro Suplente do Conselho Fiscal | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| JULIANA DE CASTRO PRUDENTE | Membro Suplente do Conselho Fiscal | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| JULIANA DE CASTRO PRUDENTE | Membro Suplente do Conselho Fiscal | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| LUIS MARÍA MADERO | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| LUIS MARÍA MADERO | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| LUIS MARÍA MADERO | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| MARCELO CHARA | Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais - Usiminas:Diretor Presidente (2023 - Até o momento) | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| MARCELO CHARA | Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais - Usiminas:Diretor Presidente (2023 - Até o momento) | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| MARCELO CHARA | Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais - Usiminas:Diretor Presidente (2023 - Até o momento) | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| Mario Guiseppe Antonio Galli | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| Mario Guiseppe Antonio Galli | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| Mario Guiseppe Antonio Galli | Membro Suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| Oscar Montero Martinez | Membro Efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| Oscar Montero Martinez | Membro Efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| Oscar Montero Martinez | Membro Efetivo do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Indireto | Subordinação |
| PAULO EDUARDO BICUDO DOS SANTOS | Membro suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| PAULO EDUARDO BICUDO DOS SANTOS | Membro suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| PAULO EDUARDO BICUDO DOS SANTOS | Membro suplente do Conselho de Administração | Ternium SA | Controlador Direto | Subordinação |
| PEDRO HENRIQUE GOMES TEIXEIRA | Membro titular do Conselho de Administração | TERNIUM BRASIL | Controlador Indireto | Subordinação |
| PEDRO HENRIQUE GOMES TEIXEIRA | Membro titular do Conselho de Administração | TERNIUM BRASIL | Controlador Indireto | Subordinação |
| PEDRO HENRIQUE GOMES TEIXEIRA | Membro titular do Conselho de Administração | TERNIUM BRASIL | Controlador Indireto | Subordinação |
| RITA REBELO HORTA DE ASSIS FONSECA | Membro titular do Conselho de Administração | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| RITA REBELO HORTA DE ASSIS FONSECA | Membro titular do Conselho de Administração | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| RITA REBELO HORTA DE ASSIS FONSECA | Membro titular do Conselho de Administração | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| ROBERTO LUIS PROSDOCIMI MAIA | Membro suplente do Conselho de Administração | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| ROBERTO LUIS PROSDOCIMI MAIA | Membro suplente do Conselho de Administração | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| ROBERTO LUIS PROSDOCIMI MAIA | Membro suplente do Conselho de Administração | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| SÉRGIO CARVALHO CAMPOS | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| SÉRGIO CARVALHO CAMPOS | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
| SÉRGIO CARVALHO CAMPOS | Membro Efetivo do Conselho Fiscal | PREVIDÊNCIA USIMINAS | Controlador Direto | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 32 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| SOLUÇÕES EM AÇO USIMINAS | Controlada | 01/01/2025 | 7.229.026.520 | — | — | Não há |
| TERNIUM BRASIL LTDA | Outras partes relacionadas | 06/04/2023 | 4.343.721.076 | — | — | Não há |
| MRS Logística S.A. | Coligada | 25/10/2012 | 2.940.380.701 | — | — | Não há |
| JAIBA ENERGIAS RENOVAVEIS SA | Coligada | 26/01/2024 | 1.587.004.563 | 0 | — | Não há |
| SIAT S. A | Outras partes relacionadas | 01/01/2025 | 592.686.362 | — | — | Não há |
| MITSUBISHI CORPORATION RTM JAPAN LT | Outras partes relacionadas | 01/10/2024 | 501.234.184 | 0 | — | Não há |
| NIPPON STEEL CORPORATION | Acionista controlador | 24/03/2009 | 419.274.000 | — | — | Não há |
| UNIGAL LTDA | Controlada em conjunto | 12/08/2021 | 406.198.726 | — | — | Não há |
| EXIROS B.V. SUCURSAL URUGUAY | Outras partes relacionadas | 18/08/2020 | 356.557.326 | — | — | Não há |
| TECHINT ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO | Outras partes relacionadas | 18/09/2024 | 353.522.250 | — | — | Não há |
| METAL ONE CORPORATION | Outras partes relacionadas | 01/01/2025 | 346.502.244 | — | — | Não há |
| Confab Industrial S.A. | Acionista controlador | 01/01/2025 | 303.636.912 | — | — | Não há |
| TERMINAL DE CARGAS DE SARZEDO LTDA | Coligada | 01/01/2023 | 255.775.836 | — | — | Não há |
| TEBRA CONSTRUCAO E MONTAGEM LTDA | Outras partes relacionadas | 14/04/2021 | 181.281.063 | 0 | — | Não há |
| MODAL TERMINAL DE GRANEIS LTDA | Controlada em conjunto | 03/05/2013 | 161.308.619 | — | — | Não há |
| TERNIUM USA SA | Outras partes relacionadas | 01/01/2025 | 94.755.836 | 565 | — | Não há |
| USIROLL - USIMINAS COURT TECNOLOGIA EM ACAB.SUP.LTDA | Controlada em conjunto | 11/02/2021 | 94.472.359 | — | — | Não há |
| TAKRAF DO BRASIL EQUIPAMENTOS | Outras partes relacionadas | 03/01/2019 | 88.498.701 | — | — | Não há |
| METAL ONE CORPORATION | Outras partes relacionadas | 01/01/2025 | 68.186.583 | 191 | — | Não há |
| MRS LOGISTICA S/A | Coligada | 01/01/2016 | 31.546.395 | — | — | Não há |
| CODEME ENGENHARIA S A | Coligada | 01/01/2025 | 19.445.764 | — | — | Não há |
| MetForm S.A. | Coligada | 01/01/2025 | 9.505.100 | 0 | — | Não há |
| UNIGAL LTDA | Controlada em conjunto | 01/01/2025 | 9.437.647 | 147 | — | Não há |
| SOLUÇÕES EM AÇO USIMINAS | Controlada | 01/01/2025 | 9.369.289 | — | — | Não há |
| TERNIUM ARGENTINA | Acionista controlador | 01/01/2025 | 6.714.099 | 0 | — | Não há |
| SUMITOMO CORPORATION | Acionista não controlador | 01/01/2025 | 6.494.423 | — | — | Não há |
| TAKRAF DO BRASIL EQUIPAMENTOS | Outras partes relacionadas | 01/01/2025 | 5.532.710 | — | — | Não há |
| TERNIUM BRASIL LTDA | Outras partes relacionadas | 01/01/2025 | 2.450.396 | 0 | — | Não há |
| TERNIUM ARGENTINA | Acionista controlador | 01/01/2025 | 2.257.781 | — | — | Não há |
| METALCENTRO | Outras partes relacionadas | 01/01/2025 | 510.000 | 510 | — | Não há |
| TENOVA S.P.A. | Outras partes relacionadas | 10/04/2024 | 169.750 | 0 | — | Não há |
| USIROLL- USIMINAS COURT TECNOLOGIA EM ACAB.SUP.LTDA | Controlada em conjunto | 01/01/2025 | 165.204 | 165 | — | Não há |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
20162017201820192020202120222023202420252026
Sem listagens em mercados estrangeiros em 2026 (fonte só cobre 2019–2025).
Títulos de dívida no exterior 1 títulos
| Valor mobiliário | Emissão | Vencimento | Quantidade | Valor nominal | Saldo devedor | Conversível |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Outros | 27/01/2025 | 27/01/2032 | 500.000 | 5.567,41 | 2.783.705.000 | — |
Valores na moeda de emissão de cada título, conforme declarado no FRE.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 31.820 | 33.360 | 32.774 | 31.358 | 30.484 | 27.758 | 26.255 | 25.984 | 26.524 | 26.337 | 29.952 | 39.482 | 40.000 | 40.162 | 39.872 | 35.685 |
| Ativo circulante | 12.305 | 12.617 | 10.781 | 9.460 | 8.245 | 6.895 | 6.420 | 7.255 | 8.324 | 8.861 | 11.830 | 19.999 | 20.359 | 17.932 | 17.431 | 16.801 |
| Caixa e equivalentes | 4.554 | 2.901 | 3.181 | 2.633 | 2.110 | 800 | 720 | 1.771 | 1.107 | 1.253 | 3.261 | 6.341 | 2.916 | 5.324 | 5.200 | 5.142 |
| Aplicações financeiras | 0 | 2.289 | 1.538 | 836 | 742 | 1.224 | 1.538 | 544 | 587 | 668 | 1.607 | 683 | 2.156 | 686 | 754 | 1.802 |
| Contas a receber | 1.761 | 1.254 | 1.568 | 1.640 | 1.247 | 1.428 | 1.179 | 1.555 | 1.894 | 1.938 | 2.373 | 3.563 | 3.548 | 3.509 | 3.157 | 3.003 |
| Estoques | 4.898 | 5.059 | 3.780 | 3.850 | 3.517 | 2.748 | 2.604 | 2.763 | 3.881 | 3.796 | 3.890 | 7.516 | 9.965 | 7.493 | 7.452 | 5.929 |
| Tributos a recuperar | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 1.436 | 1.940 | 2.445 | 2.830 | 3.180 | 4.698 | 4.265 | 4.116 | 4.701 | 4.181 | 4.295 | 5.448 | 5.492 | 5.933 | 6.107 | 4.727 |
| Investimentos | 2.061 | 428 | 453 | 1.160 | 1.146 | 1.084 | 1.126 | 1.054 | 1.088 | 1.143 | 1.223 | 1.297 | 1.353 | 1.454 | 1.594 | 1.719 |
| Imobilizado | 14.275 | 15.921 | 16.653 | 15.507 | 15.536 | 14.744 | 13.749 | 12.883 | 11.715 | 11.425 | 11.006 | 11.086 | 10.821 | 12.879 | 12.767 | 10.424 |
| Intangível | 1.742 | 2.454 | 2.443 | 2.401 | 2.378 | 338 | 694 | 677 | 696 | 727 | 1.598 | 1.651 | 1.976 | 1.964 | 1.973 | 2.014 |
| Passivo circulante | 3.532 | 4.092 | 5.403 | 5.087 | 4.769 | 4.496 | 1.752 | 3.046 | 3.336 | 2.890 | 4.479 | 6.332 | 5.393 | 5.514 | 4.783 | 4.079 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 287 | 0 | 0 | 0 | 280 | 278 | 197 | 189 | 206 | 198 | 181 | 222 | 268 | 370 | 370 | 386 |
| Fornecedores | 1.258 | 1.462 | 2.284 | 2.422 | 1.949 | 1.187 | 846 | 977 | 1.134 | 1.518 | 1.918 | 2.630 | 2.839 | 2.624 | 2.971 | 2.544 |
| Dívida de curto prazo | 848 | 1.140 | 1.687 | 1.330 | 1.706 | 1.912 | 68 | 990 | 467 | 121 | 136 | 172 | 131 | 123 | 151 | 184 |
| Passivo não circulante | 9.258 | 10.254 | 8.858 | 7.437 | 6.953 | 8.269 | 9.311 | 7.754 | 7.491 | 7.882 | 8.635 | 8.791 | 8.720 | 8.098 | 8.405 | 7.905 |
| Dívida de longo prazo | 6.904 | 7.623 | 6.468 | 5.511 | 4.978 | 5.957 | 6.857 | 5.646 | 5.383 | 4.985 | 5.832 | 6.128 | 6.067 | 5.793 | 6.618 | 6.206 |
| Patrimônio líquido | 19.029 | 19.014 | 18.513 | 18.834 | 18.762 | 14.994 | 15.192 | 15.184 | 15.697 | 15.566 | 16.838 | 24.359 | 25.888 | 26.549 | 26.684 | 23.701 |
| Receita líquida | 12.962 | 11.902 | 12.709 | 12.829 | 11.742 | 10.186 | 8.454 | 10.734 | 13.737 | 14.949 | 16.088 | 33.737 | 32.471 | 27.638 | 25.870 | 26.263 |
| EBIT | 2.138 | 693 | -138 | 701 | 707 | -3.629 | -222 | 884 | 1.142 | 953 | 2.928 | 11.490 | 2.666 | 799 | 500 | -1.364 |
| Lucro líquido | 1.584 | 404 | -531 | 17 | 208 | -3.685 | -577 | 315 | 829 | 377 | 1.292 | 10.060 | 2.093 | 1.640 | 3 | -2.910 |
| Fluxo de caixa operacional | 1.348 | -471 | 3.409 | 1.106 | 1.219 | 103 | -310 | 877 | 510 | 1.972 | 3.759 | 5.297 | 997 | 4.568 | 989 | 2.179 |
| Fluxo de caixa de investimento | -3.178 | -922 | -1.843 | -168 | -996 | -1.098 | -434 | 813 | -96 | -529 | -1.479 | -326 | -3.341 | -2.674 | -901 | -1.987 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 3.889 | 155 | -1.297 | -1.415 | -754 | -358 | 678 | -647 | -1.077 | -1.300 | -290 | -1.880 | -1.088 | -776 | -423 | -92 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 24,18 | 24,23 | 24,21 | 24,17 | 24,14 | 24,05 | 23,99 | 23,98 | 24,00 | 23,99 | 24,12 | 24,40 | 24,41 | 24,42 | 24,41 | 24,30 |
| Tamanho (receita) | 23,29 | 23,20 | 23,27 | 23,28 | 23,19 | 23,04 | 22,86 | 23,10 | 23,34 | 23,43 | 23,50 | 24,24 | 24,20 | 24,04 | 23,98 | 23,99 |
| Alavancagem | 0,24 | 0,26 | 0,25 | 0,22 | 0,22 | 0,28 | 0,26 | 0,26 | 0,22 | 0,19 | 0,20 | 0,16 | 0,15 | 0,15 | 0,17 | 0,18 |
| Liquidez corrente | 3,48 | 3,08 | 2,00 | 1,86 | 1,73 | 1,53 | 3,66 | 2,38 | 2,50 | 3,07 | 2,64 | 3,16 | 3,78 | 3,25 | 3,64 | 4,12 |
| ROA | 0,05 | 0,01 | -0,02 | 0,00 | 0,01 | -0,13 | -0,02 | 0,01 | 0,03 | 0,01 | 0,04 | 0,25 | 0,05 | 0,04 | 0,00 | -0,08 |
| ROE | 0,08 | 0,02 | -0,03 | 0,00 | 0,01 | -0,25 | -0,04 | 0,02 | 0,05 | 0,02 | 0,08 | 0,41 | 0,08 | 0,06 | 0,00 | -0,12 |
| Margem líquida | 0,12 | 0,03 | -0,04 | 0,00 | 0,02 | -0,36 | -0,07 | 0,03 | 0,06 | 0,03 | 0,08 | 0,30 | 0,06 | 0,06 | 0,00 | -0,11 |
| Caixa / ativos | 0,14 | 0,09 | 0,10 | 0,08 | 0,07 | 0,03 | 0,03 | 0,07 | 0,04 | 0,05 | 0,11 | 0,16 | 0,07 | 0,13 | 0,13 | 0,14 |
| Tangibilidade | 0,45 | 0,48 | 0,51 | 0,49 | 0,51 | 0,53 | 0,52 | 0,50 | 0,44 | 0,43 | 0,37 | 0,28 | 0,27 | 0,32 | 0,32 | 0,29 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 09/11/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 2 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 2 | 04/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 26/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 29/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 1 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |