RAIA DROGASIL S.A.
CNPJ 61585865000151 · código CVM 5258Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 20/07/1977 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 97,1% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | https://ri.rdsaude.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2019
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 86,3% | 42 | 5 | 4 | 3 | 29 | Novo Mercado |
| 2019 | 89,2% | 43 | 3 | 5 | 3 | 29 | Novo Mercado |
| 2020 | 91,2% | 44 | 2 | 5 | 3 | 28 | Novo Mercado |
| 2021 | 91,2% | 44 | 2 | 5 | 3 | 28 | Básico |
| 2022 | 95,1% | 47 | 1 | 3 | 3 | 28 | Básico |
| 2023 | 96,2% | 48 | 0 | 4 | 2 | 28 | Básico |
| 2024 | 97,1% | 48 | 0 | 3 | 3 | 28 | Básico |
| 2025 | 97,1% | 48 | 0 | 3 | 3 | 28 | Básico |
Acionistas
9 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaOs acordos de acionistas são instrumentos que permitem assegurar o poder de controle de determinado bloco de acionistas para dirigir as atividades sociais e orientar o funcionamento dos órgãos da administração de uma companhia. Esse poder de controle é exercido não somente por meio do voto em assembleia geral, mas também por meio da tomada de decisões estratégicas no âmbito do conselho de administração de uma companhia. O controle da Companhia é, atualmente, exercido por meio de um bloco de controle composto por mais de 20 acionistas que detém, em conjunto, aproximadamente 35% do seu capital social. Nesse sentido, a fim de que atenda ao seu propósito, o acordo de acionistas regula o direito de voto dos acionistas signatários em assembleia geral, bem como vincula instrução de votos dos conselheiros por eles indicados e eleitos. Caso assim não fosse, não haveria como definir o poder de controle. Não obstante, é importante ressaltar que tal previsão é comum em acordos de acionistas de companhias com controle determinado e não deve ser interpretada como uma prática em prejuízo da governança corporativa, pois não afeta a obrigação dos administradores da Companhia de observar o interesse social no exercício das funções para as quais foram eleitos, conforme previsto na Lei nº 6.404/1976 (Lei das S.A.), é somente um alinhamento de interesses, de forma que a vontade do bloco seja observada, e que no entanto, os administradores estão sujeitos aos deveres fiduciários previstos em lei e o exercício de voto pelos conselheiros observará o melhor interesse da companhia. Ainda, a fim de manter o debate efetivo e a tomada de decisão técnica e fundamentada, o Conselho de Administração é composto também por membros independentes. |
Não |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaO Conselho de Administração realizou a análise e incluiu os mecanismos de defesa no Estatuto Social da Companhia, no CAPÍTULO VII - ALIENAÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO, AQUISIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO RELEVANTE E SAÍDA DO NOVO MERCADO. Este capitulo estabelece as medidas de defesa à dispersão acionária de acordo com o qual, caso uma pessoa se torne titular de mais de 20% das ações de emissão da Companhia, esta deverá realizar uma oferta pública de aquisição de ações ("OPA"). O documento esta disponível no sítio eletrônico da CVM e de Relações com Investidores da RD. O Estatuto Social da Companhia estabelece regras objetivas e detalhadas referentes aos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço da OPA. Nos termos do Estatuto Social, o preço de aquisição na OPA de cada ação de emissão da Companhia será definido em laudo de avaliação, não podendo ser inferior ao equivalente a 100% do maior dos seguintes valores: (i) média ponderada, por volume de negociações, dos últimos 90 últimos pregões: (ii) valor da ação na última OPA realizada e efetivada nos últimos 24 meses, corrigido monetariamente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE: e (iii) valor econômico da Companhia, apurado com base na metodologia de fluxo de caixa descontado. Dito isso, a Companhia entende não ser necessária qualquer análise adicional por parte do Conselho de Administração uma vez que, na ocorrência de acionamento da medida de defesa, os acionistas terão elementos suficientes para avaliar e tomar a melhor decisão com relação às suas ações |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia estabelece regras objetivas e detalhadas referentes aos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço da OPA. Nos termos do Estatuto Social, o preço de aquisição na OPA de cada ação de emissão da Companhia será definido em laudo de avaliação, não podendo ser inferior ao equivalente a 100% do maior dos seguintes valores: (i) média ponderada, por volume de negociações, dos últimos 90 últimos pregões: (ii) valor da ação na última OPA realizada e efetivada nos últimos 24 meses, corrigido monetariamente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE: e (iii) valor econômico da Companhia, apurado com base na metodologia de fluxo de caixa descontado. A Companhia entende que não há tais prêmios, dado que o preço é definido em laudo de avaliação, não podendo ser inferior ao equivalente a 100%, as cláusulas de dispersão acionária são práticas comuns entre as companhias abertas, com objetivo de beneficiar o acionista assegurando um tratamento razoavelmente igualitário entre os acionistas da companhia, estendendo o prêmio do controlador aos acionistas minoritários em caso de oferta e protegendo os acionistas contra a ofertas de aquisição oportunistas ou em momentos desfavoráveis de mercado. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
8 Sim · 1 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaA Companhia possui compromisso claro com a sustentabilidade, com base em uma agenda totalmente alinhada ao seu propósito: Cuidar da Saúde das Pessoas, Cuidar da Saúde do Planeta e Cuidar da Saúde do Negócio. Esses três grandes eixos se desdobram em nove diretrizes específicas que fundamentam o seu processo de tomada de decisão. As diretrizes são precedidas de um plano de trabalho aprovado pelo Conselho de Administração com ações específicas, metas e prazos estabelecidos, muitas dos quais influenciam a remuneração variável dos executivos envolvidos. A Companhia também destina todos os anos recursos para organizações da sociedade civil, que são arrecadados em suas lojas através da comercialização de revistas de cunho social - Sorria (Droga Raia) e TODOS (Drogasil) respectivamente. Dentre as práticas ambientais adotadas pela Companhia a busca de soluções para redução do consumo de energia elétrica e a utilização de maneira eficaz deste recurso nos equipamentos e luminárias de suas instalações. Em 2018 tratamos 40 toneladas através dos 539 pontos de recolhimento de medicamentos vencidos para a população de 15 estados, para destiná-los também de maneira adequada, evitando a contaminação de solos e lençóis freáticos. O CA avalia anualmente a exposição da Companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de ntegridade/conformidade (compliance). A Companhia possui uma Política de Gestão de Riscos Corporativos e de Mercado devidamente formalizadas e aprovadas pelo Conselho de Administração em 14 de dezembro de 2017. As Políticas definem as diretrizes para a gestão de riscos da Companhia e orientações para os processos de identificação, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos riscos relacionados ao negócio, incorporando a visão de riscos à tomada de decisões e ao planejamento estratégico, a fim de alinhar a governança da Companhia às boas práticas de mercado. A Companhia possui um Código de Ética e Conduta aprovado em Reunião do Conselho de Administração realizada em 9 de maio de 2012 e revisado em 26 de outubro de 2018 ("Código de Ética"). O Código de Ética tem como finalidade delinear as diretrizes que irão dirigir os administradores, funcionários, estagiários e prestadores de serviços regulares da Companhia a adotarem comportamentos e atitudes guiados pela ética e pelos valores básicos nele traçados, visando preservar e fortalecer a imagem da Companhia perante seus clientes, fornecedores e investidores, de forma a atingir elevados padrões éticos. A Companhia entende que sua estrutura atual de governança atingiu um grau satisfatório de maturidade, o que se evidencia por suas políticas e práticas adotadas. Dentre as políticas adotadas pela Companhia pode-se mencionar o Código de Ética e Conduta, a Política de Gestão de Riscos Corporativos, a Política de Gerenciamento de Riscos de Mercado, Política de Transação com Partes Relacionadas e Programa de Integridade, os quais foram discutidas internamente e junto a assessores externos, quando necessário, e passaram pelos devidos processos de aprovação pelos órgãos competentes. Dessa forma, a Companhia monitora anualmente seu sistema de governança e realiza ajustes e atualizações conforme entenda necessário. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaAtualmente, o Conselho de Administração da Companhia é composto por 9 (nove) membros, sendo 6 (seis) externos e 3 (três) independentes , atendendo a recomendação do Código. Apesar disso, o Estatuto Social da Companhia segue o requerimento do Regulamento do Novo Mercado e na Seção I - Conselho de Administração, estabelece que no mínimo 2 (dois) ou 20% (vinte por cento), o que for maior, deverão ser conselheiros independentes. A composição do Conselho de Administração, incluindo as informações sobre os Conselheiros Independentes, é apresentada anualmente no Formulário de Referência. A Companhia entende que nos últimos anos não houve situações que pudessem comprometer a independência de seus conselheiros. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia aprovou na RCA de 26 de outubro de 2018 a Política de Indicação e Preenchimento de Cargos do Conselho de Administração, contemplando o processo para a indicação dos membros e a diversidade de conhecimentos e experiências, o processo de indicação dos membros do CA é realizado por indicação dos acionistas controladores e aprovada em Assembleia Geral. Informações adicionais podem ser consultadas no sitio eletrônico da CVM e no de Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaCompanhia está se preparando para implementar o processo de avaliação do Conselho de Administração e de seus Comitês, atendendo ao prazo determinado pelo Regulamento do Novo Mercado - até a AGO de deliberação das demonstrações financeiras referentes ao exercício social de 2020. A RD reconhece que o processo de avaliação anual dos Administradores está alinhado às melhores práticas de governança corporativa . Ainda, buscando adequar-se às melhores práticas de governança corporativa, a Companhia está elaborando benchmark de outras companhias e consultoria externa para avaliar as metodologias e os modelos de avaliação existentes, de maneira a identificar o mais adequado às suas atividades. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia conduz, com o apoio de empresa de consultoria especializada, juntamente ao Comitê de Pessoas, órgão de assessoramento do Conselho de Administração, o plano de sucessão para os principais níveis da organização, incluindo a sucessão do Diretor Presidente. Atualmente não possuímos formalização do plano de sucessão em reunião do Conselho de Administração. Adicionalmente o Comitê de Pessoas, dentre suas atribuições discute, acompanha e aconselha o Conselho de Administração e a Diretoria sobre projetos e processos relativos a pessoas, políticas de remuneração e incentivos para empregados, avaliação de desempenho e competências para empregados e administradores e acompanha o plano de sucessão da organização. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA em 26 de outubro de 2018 a Política de Preenchimento e Indicação de Membros do Conselho de Administração, visando que os novos conselheiros se familiarizem mais rapidamente com a cultura, as pessoas, o ambiente e o modelo de negócio da Companhia, contribuindo para a efetividade das discussões. Entre as praticas, está a nomeação de um Administrador para orientar os novos Administradores, para que eles se sintam parte da Companhia o mais rápido possível, atuando de forma responsável e produtiva, reuniões com pessoas chaves, além da disponibilização imediata de informações e documentos. A política imputa a responsabilidade ao novo Conselheiro, de modo a alinhar expectativas e obter o melhor entendimento da estratégia e decisões de que irá participar. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaAtualmente o Conselho de Administração define um calendário anual com as datas das reuniões. Os principais assuntos são previamente definidos para a pauta da reunião ao longo do ano, outros assuntos são adicionados ao calendário conforme necessidade e relevancia para a tomada de decisão da administração. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração em seu CAPÍTULO VI - DAS DELIBERAÇÕES E DA LAVRATURA DAS ATAS, estabelece as diretrizes em linha com a recomendação do Código. Informações adicionais podem ser obtidas consultando o Estatuto Social disponível no sitio eletrônico da CVM e Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA última avaliação individual e formal do diretor-presidente, relativa ao período de 01 de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2018, foi realizada pelo Presidente do Conselho de Administração e discutida em Reunião do Conselho de Administração (RCA) realizada em 26 de abril de 2019. De forma geral , a avaliação formal da Diretoria da Companhia é conduzida anualmente com base em 3 (três) componentes: 1) Avaliação da RD: nota da empresa que engloba as metas e resultados organizacionais e é impactada diretamente pelas ações conjuntas dos diretores: 2) Avaliação de área: são as metas e resultados individuais (quantitativas e qualitativas) que refletem diretamente a gestão e empenho de cada diretor 3) Avaliação de desempenho: é individual e baseada em competências priorizadas pela RD. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA RD conduz a avaliação formal da Diretoria anualmente com base em 3 componentes: 1. Avaliação da RD: nota da empresa que engloba as metas e resultados organizacionais e é impactada diretamente pelas ações conjuntas dos diretores: 2. Avaliação de área: são as metas e resultados individuais (quantitativas e qualitativas) que refletem diretamente a gestão e empenho de cada diretor: 3. Avaliação de desempenho: é individual e baseada em competências priorizadas pela RD. Para os diretores, a avaliação é realizada pelo diretor-presidente, sua última Avaliação foi realizada e discutida na RCA de 26 de abril de 2019, relativo ao período de 01 de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2018. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA em 26 de outubro de 2018 a Política de Remuneração para Diretoria Estatutária, que tem como premissa a padronização das normas e procedimentos de remuneração servindo de norte, profissional e impessoal nas tomadas de decisões para: atrair, reter e desenvolver os profissionais com real capacidade de atender as necessidades e prioridades da RD frente ao mercado: administrar e controlar as despesas com pessoas estabelecer as posições necessárias à RD frente à compatibilidade entre as atividades realizadas, formação exigida e experiências obrigatórias fixar pró-labores consistentes e competitivos. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA Companhia entende que está alinhada à prática pois, a remuneração variável é representada por targets de remuneração de curto e longo prazo que variam de acordo com os resultados obtidos por cada diretor. Os montantes das remunerações variáveis são obtidos ao combinarmos os targets de remuneração, com os resultados obtidos e o último pró-labore do ano anterior a concessão da remuneração variável. Esta remuneração é baseado em ações e seguirá as definições previstas no "PROGRAMA DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO COM ACOES RESTRITAS", aprovado na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 23 de abril de 2014, podendo ser consultado no sítio eletrônico da CVM e RI da Companhia. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaCompete ao Conselho de Administração analisar e deliberar sobre os planos de remuneração sugeridos pela área de Recursos Humanos e estabelecer as verbas destinadas aos reajustes de pró-labore, com base nos resultados da RD e na Política de Remuneração vigente. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaAté o momento, a Companhia não possui um comitê de auditoria estuário e entende que mantém um ambiente de controles internos maduro, que visa assegurar um bom grau de eficiência, segurança e confiabilidade de suas Demonstrações e demais informações financeiras. As Demonstrações Financeiras são auditadas por empresa independente de auditoria e aprovadas pelo Conselho Fiscal, mantendo um elevado nível de confiabilidade. Demais informações sobre os controles internos mantidos pela Companhia podem ser consultadas no item 5.3 do Formulário de Referência. Importante ressaltar que a Companhia está preparando-se para implementar um comitê de auditoria estatutário, independente e qualificado, em atendimento ao prazo do Regulamento do Novo Mercado - até 2021. Adicionalmente, a RD utiliza-se de empresas terceirizadas para as auditorias internas, e os pontos de melhorias identificados são apresentados e discutidas no Comitê Financeiro. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente a prática, visto que, atualmente, possui uma área de Auditoria Interna própria que reporta à Diretoria. A Companhia está reformulando sua área de Auditoria Interna própria para reportar ao Conselho de Administração, em atendimento ao prazo do Regulamento do Novo Mercado - até 2021. |
Parcialmente |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA RD aprovou na RCA de 14 de dezembro de 2017 a Política de Riscos Corporativos e de Mercado. As politicas estabelecem os Riscos no qual a RD busca proteção e define a estrutura e as Alçada e limites. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaA Gerência de Governança, Riscos e Compliance fornece aos Comitês e à Diretoria Executiva avaliações tempestivas sobre a efetividade do gerenciamento dos riscos e dos processos de governança, da adequação dos controles e do cumprimento das normas e regulamentos associados às operações da Companhia. Adicionalmente, a RD aprovou na RCA de 26 de outubro de 2018 o Programa de Integridade da RD, podendo ser consultado no sitio eletrônico da CVM e de Relações com Investidores da RD. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria avalia a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos anualmente, levando para discussão no Comitê Financeiro itens pontuais. A aprovação do Programa de Integridade em outubro de 2018 permite um melhor acompanhamento por parte da Diretoria, sua avaliação é efetuada anualmente e apresentada ao Comitê de assessoramento do Conselho de Administração. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaAtualmente a RD não possui um Comitê de Conduta dotado de independência e autonomia, vinculado diretamente ao Conselho de Administração, a RD constituiu em o Grupo Delegado de Ética, que é composto pelos Diretores de OPV das bandeiras Raia e Drogasil, pela Diretoria de Gente e Cultura e Sustentabilidade, Diretora Jurídica e pelo Compliance Officer. O órgão colegiado é interdisciplinar e seu objetivo é atuar na análise dos chamados recebidos pelo canal de denúncias considerados sensíveis. As violações às disposições do Código de Ética e Conduta podem ser levadas ao conhecimento do Diretor Presidente da Companhia, sendo garantido o anonimato do funcionário e a confidencialidade do caso. Em 26/10/18 o Código da Gente - Ética e Conduta na RD foi revisitado e atualizado, sendo aprovado na RCA de 26 de outubro de 2018. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Canal Conversa Ética está sob a gestão da Vice-Presidência de Gente, Cultura e Sustentabilidade. É um Canal aberto para ouvir funcionários e terceiros sobre possíveis violações às diretrizes de Ética e Compliance. O anonimato, o sigilo e a confidencialidade do caso são garantidos e a RD não aceita qualquer ato de retaliação ou punição contra funcionário ou terceiro que efetuem chamados. Todos os chamados são apurados, de forma tempestiva (15 dias), e, tomadas as devidas providências. Atualmente contamos com o apoio de uma empresa terceira, ICTS Outsorcing, para nos apoiar no recebimento de chamados. Na RD foi constituído o Grupo Delegado de Ética e é composto pelos Diretores de OPV das bandeiras Raia e Drogasil, pela Diretoria de Gente e Cultura e Sustentabilidade, Diretora Jurídica e pelo Compliance Officer. É um órgão colegiado interdisciplinar e independente, cujo envolvimento na tratativa dos chamados é considerado sensível, cria e estabelece premissas de solução sustentáveis para os envolvidos, obedecendo as determinações legais, assim como, o respeito a Ética Organizacional. Os demais chamados são tratados pelos líderes das áreas, no qual é feita a averiguação do chamado e, quando necessário, convoca-se algum integrante da RD para ajudar na averiguação e após, sugere medidas corretivas e preventivas, estabelece plano de ação, aplica a decisão final e finaliza o chamado no sistema. Informações adicionais podem ser consultadas no Formulário de Referencia na seção 5.4. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaOs conflitos de interesses são identificados nos termos da lei 6.404/76 e controlados pela Administração da Companhia. O Estatuto Social da Companhia apresenta de maneira segregada as responsabilidades e funcionalidades de cada órgão Estatutário, o Conselho de Administração, o Conselho Fiscal e a Diretoria Estatutária. A seção I do Estatuto Social determina que os membros do Conselho de Administração, não podem ter acesso a informações ou participar de deliberações, quando relacionadas aos assuntos sobre os quais tenha ou represente interesse conflitante com os da Companhia. Adicionalmente, a RD aprovou em RCA de 26 de outubro de 2018 a Política de Conflito de Interesses. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA em 26 de outubro de 2018 a Política de Conflitos de Interesse, podendo ser consultada no sitio eletrônico da CVM e de Relações com Investidores da RD. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia adota como procedimento recorrente o monitoramento de transações ou atividades que possam caracterizar possíveis conflitos de interesses. Nas Assembleias Gerais, os acionistas não podem deliberar sobre matérias conflitantes, conforme previsto na legislação. No Conselho de Administração, o responsável por receber e processar alegações de conflitos de interesses e de anulação de votos proferidos em conflito é o Presidente do Conselho. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA em 26 de outubro de 2018 a Política de Transações com Partes Relacionadas visando: (i) estabelecer regras a fim de assegurar que as decisões envolvendo partes relacionadas e situações com potencial conflito de interesses sejam conduzidas dentro dos parâmetros de mercado, de acordo com as normas vigentes e as melhores práticas de governança corporativa: (ii) assegurar que todas as decisões que possam conferir um benefício privado a qualquer de seus administradores, familiares, entidades ou pessoas a eles relacionados, sejam tomadas com total lisura, respeitando o interesse da Companhia e de seus acionistas. A Companhia entende que os itens citados pelo código estão contemplados na Política disponível no sitio eletrônico da CVM e de Relações com Investidor da RD. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Política de Negociação de Valores Mobiliários da RD ("Política de Negociação"), aprovada pelo Conselho de Administração em 9 de maio de 2012, pode ser consultada na página de Relações com Investidores da Companhia e da CVM. A RD monitora as negociações e analisa as movimentações acionarias realizadas pelas pessoas vinculadas, visando identificar eventuais descumprimentos à Política de Negociação de Valores Mobiliários. As pessoas vinculadas assinam o "Termo de Adesão" concordando com as regras definidas na Política, e que, a área de Relações com Investidores informa o período que estarão inabilitadas a realizar operações com valores mobiliários da Companhia. Informações adicionais podem ser consultadas no Formulário de Referencia na seção 20.1. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA em 26 de outubro de 2018 a Política de Doações, Contribuições e Incentivos, podendo ser consultada no sitio eletrônico da CVM e Relações com Investidores da RD. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 13 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIASGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 01/06/2026 | Até a AGO de 2027 |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| CRISTIANA ALMEIDA PIPPONZIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| ELIEZER SILVA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| EUGENIO DE ZAGOTTISGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| FLAVIA MARIA BITTENCOURT IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCO AMBROGIO CRESPI BONOMI IndependenteGin | Conselho de Administração | 25 - Vice Presidente Cons. de Administração Independente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| PAULO SÉRGIO COUTINHO GALVÃO FILHOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| PHILIPP PAUL MARIE POVEL IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| PLÍNIO VILLARES MUSETTI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| RENATO PIRES OLIVEIRA DIASGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| SYLVIA DE SOUZA LEÃO WANDERLEY IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
Diretoria 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANTÔNIO CARLOS COELHOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| ERIKA VANESSA DO AMARAL PETRIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 13/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| FERNANDO KOZEL VARELAGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| FLÁVIO DE MORAES CORREIAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| JOÃO JOSÉ DE BARROS NETOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/12/2025 | Até a AGO de 2027 |
| JULIANA LOPES MARQUES PAIXÃOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCELLO DE ZAGOTTISGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MELISSA TEIXEIRA CABRALGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| RENATO CEPOLLINA RADUANGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
Conselho Fiscal 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADEILDO PAULINOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| FLÁVIO DA SILVEIRA DOS ANJOSGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| GILBERTO LERIOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| GUILHERME BOTTREL PEREIRA TOSTESGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| JAIME SANCHES NETOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| MÁRIO ANTONIO LUIZ CORRÊAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| PAULO SÉRGIO BUZAID TOHMÉGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| VIVIAN DO VALLE SOUZA LEÃO MIKUIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
Comitês 3 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EUGENIO DE ZAGOTTISGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PLÍNIO VILLARES MUSETTIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PEDRO AUGUSTO DE MELOGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| PEDRO GUILHERME ZANGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PLÍNIO VILLARES MUSETTIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas e Governança Corporativa
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANTONIO CARLOS PIPPONZIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| EUGENIO DE ZAGOTTISGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCO AMBROGIO CRESPI BONOMIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SYLVIA DE SOUZA LEÃO WANDERLEYGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 3 | 10 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 3 | 6 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 4 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 4 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 13 | 0 |
| Diretoria | 0 | 9 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 13 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 13 | 9,83 |
| Nº de membros remunerados | 4 | 13 | 9,83 |
| Salário ou pró-labore | 820.480 | 8.969.260 | 19.162.457 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 806.415 |
| Participação em comitês | 0 | 6.173.249 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 22.036.761 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 30.364.711 |
| Total do órgão | 820.480 | 15.142.509 | 72.370.344 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 13 | 9,83 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 9,83 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 22.036.761 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 16.842.082 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 13/01/2025 |
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 25/09/2024 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 13/01/2025 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 25/09/2024 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 05/11/2024 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 24/04/2023 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 24/03/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 12/04/2021 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/12/2019 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 09/09/2014 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/12/2019 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 09/09/2014 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/12/2019 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 09/09/2014 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 → 01/01/2015 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 → 01/01/2015 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 → 01/01/2015 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2013 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 1 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 59.973 |
| Acionistas pessoa jurídica | 303 |
| Investidores institucionais | 1.489 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.316.346.770 (75,12%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 1.316.346.770 (75,12%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (15/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 22/12/2025 | 0 | 2.000.000.000 | 0 | 2.000.000.000 |
| Capital Emitido | 22/12/2025 | 4.750.000.000 | 1.752.367.344 | 0 | 1.752.367.344 |
| Capital Integralizado | 22/12/2025 | 4.750.000.000 | 1.752.367.344 | 0 | 1.752.367.344 |
| Capital Subscrito | 22/12/2025 | 4.750.000.000 | 1.752.367.344 | 0 | 1.752.367.344 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 14 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | CARLOS PIRES OLIVEIRA DIAS | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | RENATO PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Bruno Wright Pipponzi | Membro do Conselho de Administração | HEALTHBIT PERFORMASYS TECNOLOGIA E INTELIGENCIA LTDA. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Bruno Wright Pipponzi | Membro do Conselho de Administração | Amplisoftware Tecnologia LTDA. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Bruno Wright Pipponzi | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Diretor(a) Vice Presidente de Negócios de Saúde | ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Diretor(a) Vice Presidente de Negócios de Saúde | ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice Presidente de Operações e Comercial | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | MARCELLO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (controlada) | HEALTHBIT PERFORMASYS TECNOLOGIA E INTELIGENCIA LTDA. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Marcello De Zagottis | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice Presidente de Operações e Comercial | EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração(controlada) | Stix Fidelidade e Inteligência S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice Presidente de Operações e Comercial | EUGENIO DE ZAGOTTIS | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Renato Pires Oliveira Dias | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Renato Pires Oliveira Dias | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | CARLOS PIRES OLIVEIRA DIAS | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 13 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| CRISTIANA ALMEIDA PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| CRISTIANA ALMEIDA PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | 4 BIO MEDICAMENTOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice-Presidente Comercial e Marketing | 4 BIO MEDICAMENTOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| PAULO SÉRGIO COUTINHO GALVÃO FILHO | Administrador do acionista controlador - GL Participações LTDA | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| RENATO PIRES OLIVEIRA DIAS | Administrador do acionista controlador - Wells Holdings Ltd. | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| RENATO PIRES OLIVEIRA DIAS | Administrador do acionista controlador - Wells Holdings Ltd. | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Indireto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 19 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Stix Fidelidade e Inteligência S.A. | Coligada | 27/11/2019 | 120.179.805 | — | — | — |
| Stix Fidelidade e Inteligência S.A. | Coligada | 27/11/2019 | 66.363.838 | — | — | — |
| Mol Impacto LTDA | O Sr. Rodrigo Pipponzi, sócio da Mol Impacto LTDA, é acionista e filho do Presidente do Conselho de Administração, Sr. Antonio Carlos Pipponzi. | 14/02/2008 | 23.856.700 | 0 | — | — |
| Cfly Consultoria e Gestão Empresarial Ltda. | O Sr. Carlos Eduardo Ribeiro do Valle Filho, sócio da empresa em questão, é casado com Maria Regina Pires Ribeiro do Valle filha do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 09/08/2017 | 10.409.140 | — | — | — |
| Cfly Consultoria e Gestão Empresarial Ltda. | O Sr. Carlos Eduardo Ribeiro do Valle Filho, sócio da empresa em questão, é casado com Maria Regina Pires Ribeiro do Valle filha do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 09/08/2017 | 6.983.350 | — | — | — |
| Ribeiro Filho, Pires Oliveira Dias e Freire Advogados | O Sr. Cláudio Pires Oliveira Dias Didier Fecarrotta, sócio do escritório em questão, é sobrinho do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 22/12/1994 | 3.705.142 | — | — | — |
| Mol Impacto LTDA | O Sr. Rodrigo Pipponzi, sócio da Mol Impacto LTDA, é acionista e filho do Presidente do Conselho de Administração, Sr. Antonio Carlos Pipponzi. | 14/02/2008 | 938.902 | — | — | — |
| Heliomar Ltda. | Sociedade controlada pelo Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administação e acionista, e pelo seu irmão, o Sr. José Pires Oliveira Dias Neto. | 23/12/2003 | 428.716 | 0 | — | — |
| Ribeiro Filho, Pires Oliveira Dias e Freire Advogados | O Sr. Cláudio Pires Oliveira Dias Didier Fecarrotta, sócio do escritório em questão, é sobrinho do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 22/12/1994 | 337.479 | 0 | — | — |
| Associação Obra do Berço | Alguns acionistas controladores, ou seus familiares, são associados da Associação | 23/07/2025 | 261.344 | 0 | — | — |
| Labi Exames S.A. | Coligada | 28/11/2023 | 145.140 | 0 | — | — |
| Antonio Carlos Pipponzi | O Sr. Antonio Carlos Pipponzi é o Presidente do Conselho de Administração e signatário do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 143.994 | — | — | — |
| Rosalia Pipponzi Raia | A Sra. Rosalia Pipponzi é acionista e signatária do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 143.994 | — | — | — |
| Regimar Comercial S.A. | Sociedades detidas pelos filhos do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista, sendo este usufrutuário das respectivas ações. | 22/04/2003 | 108.803 | — | — | — |
| Cristiana Almeida Pipponzi | A Sra. Cristiana Almeida Pipponzi é membro do Conselho de Administração e signatária do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 47.998 | — | — | — |
| André Almeida Pipponzi | O Sr. André Almeida Pipponzi é signatário do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 47.998 | — | — | — |
| Marta Almeida Pipponzi | A Sra. Marta Almeida Pipponzi é signatária do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 47.998 | — | — | — |
| Heliomar Ltda. | Sociedade controlada pelo Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista e por seu irmão, Sr. José Pires Oliveira Dias Neto. | 16/05/2003 | 19.469 | 0 | — | — |
| Labi Exames S.A. | Coligada | 27/09/2022 | 0 | — | — | — |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| ADR nível 1 | Estados Unidos | Balcão (OTC) | The Bank of New York | 21/03/2016 | 0,23% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2011 | 2012 | 2013 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 3.168 | 3.340 | 3.614 | 4.699 | 5.659 | 6.464 | 7.352 | 12.248 | 13.828 | 14.776 | 17.185 | 20.094 | 22.164 | 25.170 |
| Ativo circulante | 1.626 | 1.694 | 1.904 | 2.686 | 3.428 | 3.928 | 4.530 | 5.756 | 7.020 | 7.719 | 9.577 | 11.562 | 12.704 | 14.904 |
| Caixa e equivalentes | 340 | 167 | 242 | 266 | 277 | 265 | 242 | 299 | 880 | 356 | 434 | 412 | 528 | 510 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 16 | 19 |
| Contas a receber | 367 | 453 | 482 | 700 | 877 | 1.049 | 1.094 | 1.433 | 1.816 | 2.001 | 2.563 | 3.500 | 3.153 | 4.137 |
| Estoques | 815 | 973 | 1.133 | 1.650 | 2.149 | 2.518 | 3.087 | 3.851 | 4.225 | 5.118 | 6.126 | 7.197 | 8.407 | 9.576 |
| Tributos a recuperar | 93 | 96 | 39 | 60 | 112 | 79 | 85 | 146 | 62 | 196 | 393 | 353 | 483 | 541 |
| Despesas antecipadas | 11 | 5 | 8 | 10 | 13 | 18 | 22 | 26 | 37 | 48 | 62 | 99 | 113 | 116 |
| Realizável a longo prazo | 44 | 22 | 23 | 44 | 51 | 69 | 73 | 433 | 525 | 240 | 291 | 663 | 850 | 916 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 4 | 15 | 15 | 19 |
| Imobilizado | 371 | 454 | 537 | 802 | 1.007 | 1.276 | 1.547 | 4.814 | 5.020 | 5.330 | 5.575 | 5.938 | 6.570 | 7.279 |
| Intangível | 1.128 | 1.170 | 1.151 | 1.167 | 1.174 | 1.191 | 1.202 | 1.245 | 1.262 | 1.486 | 1.738 | 1.917 | 2.026 | 2.052 |
| Passivo circulante | 791 | 863 | 1.020 | 1.649 | 2.185 | 2.494 | 2.913 | 4.078 | 4.801 | 5.896 | 6.367 | 8.079 | 9.195 | 10.194 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 92 | 93 | 116 | 165 | 199 | 203 | 238 | 297 | 309 | 420 | 562 | 636 | 687 | 773 |
| Fornecedores | 536 | 576 | 671 | 1.203 | 1.616 | 1.816 | 2.141 | 2.653 | 3.107 | 3.657 | 4.259 | 5.091 | 5.815 | 6.909 |
| Dívida de curto prazo | 50 | 61 | 84 | 108 | 133 | 196 | 273 | 229 | 531 | 614 | 186 | 605 | 637 | 508 |
| Passivo não circulante | 176 | 212 | 267 | 394 | 539 | 720 | 904 | 4.093 | 4.601 | 4.161 | 5.415 | 5.987 | 6.522 | 7.641 |
| Dívida de longo prazo | 112 | 131 | 161 | 188 | 281 | 415 | 570 | 898 | 1.122 | 891 | 2.132 | 2.526 | 2.657 | 3.360 |
| Patrimônio líquido | 2.201 | 2.265 | 2.327 | 2.657 | 2.936 | 3.250 | 3.535 | 4.076 | 4.426 | 4.719 | 5.403 | 6.028 | 6.447 | 7.336 |
| Receita líquida | 2.729 | 5.381 | 6.233 | 8.898 | 11.257 | 13.213 | 14.801 | 17.566 | 20.067 | 24.127 | 29.067 | 33.974 | 38.872 | 44.250 |
| EBIT | 80 | 161 | 150 | 501 | 706 | 793 | 722 | 1.118 | 916 | 1.366 | 1.839 | 2.080 | 2.352 | 2.744 |
| Lucro líquido | 69 | 105 | 101 | 340 | 451 | 513 | 509 | 789 | 496 | 764 | 1.015 | 1.087 | 1.211 | 1.300 |
| Fluxo de caixa operacional | 29 | 105 | 306 | 502 | 556 | 629 | 683 | 749 | 1.477 | 1.551 | 1.682 | 1.785 | 2.771 | 2.431 |
| Fluxo de caixa de investimento | 143 | -258 | -237 | -387 | -489 | -639 | -703 | -3 | -673 | -886 | -1.230 | -1.307 | -1.413 | -1.406 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -13 | -20 | 6 | -129 | -56 | -1 | -3 | -689 | -223 | -1.189 | -375 | -499 | -1.243 | -1.043 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2011 | 2012 | 2013 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,88 | 21,93 | 22,01 | 22,27 | 22,46 | 22,59 | 22,72 | 23,23 | 23,35 | 23,42 | 23,57 | 23,72 | 23,82 | 23,95 |
| Tamanho (receita) | 21,73 | 22,41 | 22,55 | 22,91 | 23,14 | 23,30 | 23,42 | 23,59 | 23,72 | 23,91 | 24,09 | 24,25 | 24,38 | 24,51 |
| Alavancagem | 0,05 | 0,06 | 0,07 | 0,06 | 0,07 | 0,09 | 0,11 | 0,09 | 0,12 | 0,10 | 0,13 | 0,16 | 0,15 | 0,15 |
| Liquidez corrente | 2,05 | 1,96 | 1,87 | 1,63 | 1,57 | 1,58 | 1,55 | 1,41 | 1,46 | 1,31 | 1,50 | 1,43 | 1,38 | 1,46 |
| ROA | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,07 | 0,08 | 0,08 | 0,07 | 0,06 | 0,04 | 0,05 | 0,06 | 0,05 | 0,05 | 0,05 |
| ROE | 0,03 | 0,05 | 0,04 | 0,13 | 0,15 | 0,16 | 0,14 | 0,19 | 0,11 | 0,16 | 0,19 | 0,18 | 0,19 | 0,18 |
| Margem líquida | 0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,04 | 0,04 | 0,04 | 0,03 | 0,04 | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 |
| Caixa / ativos | 0,11 | 0,05 | 0,07 | 0,06 | 0,05 | 0,04 | 0,03 | 0,02 | 0,06 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,02 |
| Tangibilidade | 0,12 | 0,14 | 0,15 | 0,17 | 0,18 | 0,20 | 0,21 | 0,39 | 0,36 | 0,36 | 0,32 | 0,30 | 0,30 | 0,29 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 29/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 2 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |