RAIA DROGASIL S.A.
CNPJ 61585865000151 · código CVM 5258Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Comércio (Atacado e Varejo) |
| Listagem na B3 (início) | 20/07/1977 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 97,1% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | https://ri.rdsaude.com.br/ ↗ |
Respostas no ano 2021
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 86,3% | 42 | 5 | 4 | 3 | 29 | Novo Mercado |
| 2019 | 89,2% | 43 | 3 | 5 | 3 | 29 | Novo Mercado |
| 2020 | 91,2% | 44 | 2 | 5 | 3 | 28 | Novo Mercado |
| 2021 | 91,2% | 44 | 2 | 5 | 3 | 28 | Básico |
| 2022 | 95,1% | 47 | 1 | 3 | 3 | 28 | Básico |
| 2023 | 96,2% | 48 | 0 | 4 | 2 | 28 | Básico |
| 2024 | 97,1% | 48 | 0 | 3 | 3 | 28 | Básico |
| 2025 | 97,1% | 48 | 0 | 3 | 3 | 28 | Básico |
Acionistas
9 Sim · 1 Não · 0 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle.
justificativa da empresaOs acordos de acionistas são instrumentos que permitem assegurar o poder de controle de determinado bloco de acionistas para dirigir as atividades sociais e orientar o funcionamento dos órgãos da administração de uma companhia. Esse poder de controle é exercido não somente por meio do voto em assembleia geral, mas também por meio da tomada de decisões estratégicas no âmbito do conselho de administração de uma companhia. O controle da Companhia é, atualmente, exercido por meio de um bloco de controle composto por mais de 20 acionistas que detém, em conjunto, aproximadamente 35% do seu capital social. Nesse sentido, a fim de que atenda ao seu propósito, o acordo de acionistas regula o direito de voto dos acionistas signatários em assembleia geral, bem como vincula instrução de votos dos conselheiros por eles indicados e eleitos. Caso assim não fosse, não haveria como definir o poder de controle da companhia. Não obstante, é importante ressaltar que não há uma vinculação individual dos conselheiros aos acionistas do bloco de controle que o elegeram, mas tão somente um alinhamento de interesses, de forma que a vontade do bloco seja observada. Entretanto, os administradores estão sujeitos aos deveres fiduciários previstos em lei e o exercício de voto pelos conselheiros observará o melhor interesse da companhia. Ainda, a fim de manter o debate efetivo e a tomada de decisão técnica e fundamentada, o Conselho de Administração é composto por 11 membros, dos quais 5 são independentes. |
Não |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaQuando da listagem no Novo Mercado da B3 o Conselho de Administração realizou a análise e propôs à Assembleia Geral que o mecanismo de defesa fosse considerado no novo Estatuto Social aprovado naquela oportunidade, mais especificamente no CAPÍTULO VII, que trata da alienação do controle acionário, aquisição de participação relevante e saída do Novo Mercado. Este capitulo estabelece as medidas de defesa à dispersão acionária de acordo com o qual, caso uma pessoa se torne titular de mais de 20% das ações de emissão da Companhia, está deverá realizar uma oferta pública de aquisição de ações ("OPA"). O Estatuto Social da Companhia estabelece regras objetivas e detalhadas referentes aos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço da OPA. Nos termos do Estatuto Social, o preço de aquisição na OPA de cada ação de emissão da Companhia será definido em laudo de avaliação, não podendo ser inferior ao equivalente a 100% do maior dos seguintes valores: (i) média ponderada, por volume de negociações, dos 90 últimos pregões: (ii) valor da ação na última OPA realizada e efetivada nos últimos 24 meses, corrigido monetariamente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE: e (iii) valor econômico da Companhia, apurado com base na metodologia de fluxo de caixa descontado. Dito isso, a Companhia entende não ser necessária qualquer análise adicional por parte do Conselho de Administração uma vez que, na ocorrência de acionamento da medida de defesa, os acionistas terão elementos suficientes para avaliar e tomar a melhor decisão com relação às suas ações. O Estatuto Social atualizado, contendo o Capitulo VII na integra, está disponível no sítio eletrônico da CVM e de Relações com Investidores da RD. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Sim |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia estabelece regras objetivas e detalhadas referentes aos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço da OPA. Nos termos do Estatuto Social, o preço de aquisição na OPA de cada ação de emissão da Companhia será definido em laudo de avaliação, não podendo ser inferior ao equivalente a 100% do maior dos seguintes valores: (i) média ponderada, por volume de negociações, dos 90 últimos pregões: (ii) valor da ação na última OPA realizada e efetivada nos últimos 24 meses, corrigido monetariamente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE: e (iii) valor econômico da Companhia, apurado com base na metodologia de fluxo de caixa descontado. A Companhia entende que não há tais prêmios, dado que o preço é definido em laudo de avaliação, não podendo ser inferior ao equivalente a 100%, as cláusulas de dispersão acionária são práticas comuns entre as companhias abertas, com objetivo de beneficiar o acionista assegurando um tratamento razoavelmente igualitário entre os acionistas da companhia, estendendo o prêmio do controlador aos acionistas minoritários em caso de oferta e protegendo os acionistas contra a ofertas de aquisição oportunistas ou em momentos desfavoráveis de mercado. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
9 Sim · 0 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaConforme o previsto em seu Regimento Interno, o Conselho de Administração da RD tem por missão proteger e valorizar o patrimônio da Companhia, zelar por seus princípios e valores e contribuir com orientações que viabilizem sua perpetuidade, além de ser o guardião das melhores práticas de governança corporativa. Adicionalmente, cabe a ele, com assessoramento do Comitê de Finanças e Riscos, mapear e acompanhar todos os tipos de riscos em que a Companhia possa incorrer, além de monitorar o sistema de Compliance. O Conselho tem pleno conhecimento dos princípios, valores, propósitos e crenças da Companhia e se responsabiliza pela adoção e constante aprimoramento das melhores práticas de governança corporativa. Ademais, é o responsável por discutir e aprovar as Políticas de Gerenciamento de Riscos, Partes Relacionadas, Código de Ética (Código da Gente), dentre outras, todas disponíveis para consulta no site de Relações com Investidores da RD e da CVM. Por fim, o Conselho de Administração realiza anualmente o processo de auto-avaliação e aproveita os seus resultados para revisar a estrutura de governança corporativa da Companhia. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia estabelece que no mínimo 2 (dois) ou 20% (vinte por cento), dos conselheiros, o que for maior, devem ser independentes. A composição do Conselho de Administração, incluindo as informações sobre os Conselheiros Independentes, é apresentada anualmente no Formulário de Referência que pode ser consultado através do sitio eletrônico da CVM. Atualmente, o Conselho de Administração da Companhia é composto por 11 (onze) membros, todos externos e dos quais 5 (cinco) são independentes, atingindo 45% (quarenta e cinco por cento) e indo além da recomendação do Código e mínimo exigido pelo Regulamento do Novo Mercado da B3 e Estatuto Social da Companhia. A Companhia realiza a eleição dos membros do conselho a cada dois anos e neste processo são considerados os aspectos de independência. A Companhia entende que nos últimos anos não houve situações que pudessem comprometer a independência de seus conselheiros. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui Política de Indicação e Preenchimento de Cargos do Conselho de Administração aprovada na RCA de 26 de outubro de 2018 e revisada na RCA de 30 de março de 2021. Esta política está disponível para consulta no site de Relações com Investidores da RD e no sitio eletrônico da CVM e, contempla todo o processo para a indicação dos seus membros, além de outros órgãos, como os comitês de assessoramento. A Política prevê, dentre outros fatores, que a proposta de indicação para reeleição dos membros do Conselho de Administração deverá considerar o bom desempenho do conselheiro durante o período, sua experiência, participação, contribuição, assiduidade nas reuniões durante o mandato anterior, a eficiência do órgão e a complementariedade de suas funções, bem como apontar eventuais pontos de melhoria em sua composição. Muito embora não esteja expressamente previsto na Política, a nova composição do Conselho de Administração foi proposta considerando a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero, como está demonstrado por meio das informações sobre o perfil dos nossos atuais conselheiros, informada no item 12 do Formulário de Referência. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO Conselho de Administração e seus comitês de assessoramento são avaliados anualmente em suas atividades como órgãos colegiados. A Companhia realizou em 2020 o primeiro ciclo de avaliação e, futuramente, poderá avaliar a possibilidade de ampliação da abrangência para que seja considerada a avaliação individual dos conselheiros, do presidente e da secretaria de governança. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaO Conselho de Administração avalia anualmente o plano de sucessão do diretor presidente e dos demais diretores estatutários, com a coordenação do Presidente do Conselho e suporte do Comitê de Pessoas. Atualmente não possuímos formalização do plano de sucessão em reunião do Conselho de Administração. Importante ressaltar que nosso Estatuto Social possui a previsão em caso de vacância do cargo de Diretor(a) Presidente, onde o Conselho de Administração poderá indicar um(a) Diretor(a)-Presidente substituto dentre os Diretores ou membros do Conselho, que exercerá provisoriamente o mandato até que ocorra o retorno do titular ou a nomeação definitiva de um(a) novo Diretor(a)-Presidente. |
Parcialmente |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia adota um Programa de Integração de Novos Membros do Conselho de Administração, regido por meio da Política de Integração do Conselho de Administração, aprovada em outubro de 2018 pelo conselho e, disponível para consulta no site de Relações com Investidores da Companhia. O programa tem como objetivo familiarizar os novos conselheiros mais rapidamente com a cultura, as pessoas, o ambiente e o modelo de negócio da Companhia, contribuindo para a efetividade do desempenho da função. No âmbito do processo de integração, dentre outras atividades, os novos conselheiros são apresentados aos executivos da Companhia, que apresentam suas respectivas áreas de atuação, assuntos estratégicos, riscos e principais desafios, além de receber as instruções para acesso ao Portal de Governança e informações gerais sobre a empresa. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração em seu CAPÍTULO VI - DAS DELIBERAÇÕES E DA LAVRATURA DAS ATAS, estabelece as diretrizes em linha com a recomendação do Código. Informações adicionais podem ser obtidas consultando o Regimento Interno do Conselho de Administração ou o Estatuto Social disponível no sitio eletrônico da CVM e no site de Relações com Investidores da Companhia. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA avaliação de desempenho do diretor presidente relativa ao exercício de 2020 foi realizada em dezembro de 2020, por consultoria externa especializada e, após ser discutida com o Presidente do Conselho de Administração no âmbito do Comitê de Pessoas, foi apresentada ao Conselho em reunião realizada em 11 de dezembro de 2020. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaA avaliação dos diretores vice-presidentes foi realizada pelo Comitê de Pessoas em 02/03/2021 em conjunto com o Diretor Presidente e levada ao Conselho de Administração em reunião realizada em 09/04/2021. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaConselho de Administração aprovou em 26 de outubro de 2018 e revisou em 30 de março de 2021, a Política de Remuneração para Diretoria Estatutária. Adicionalmente, a revisão dos valores envolvidos é realizada anualmente, quando da aprovação da proposta de remuneração global a ser submetida à Assembleia Geral. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração variável dos membros da Diretoria Executiva é representada por targets de remuneração de curto e longo prazo que variam de acordo com os resultados obtidos por cada diretor. Os montantes das remunerações variáveis são obtidos ao combinarmos os targets de remuneração com os resultados obtidos e a remuneração do ano anterior à concessão da remuneração variável. Esta remuneração é baseada em ações e seguirá as definições previstas no "PROGRAMA DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO COM ACOES RESTRITAS", aprovado na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 23 de abril de 2014, podendo ser consultado no sítio eletrônico da CVM e RI da Companhia. Adicionalmente, tal prática está em linha com o previsto na Política de Remuneração da Diretoria Estatutária, disponível para acesso no site de Relações com Investidores da Companhia e da CVM. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria Estatuária é aprovada pelo Conselho de Administração com suporte do Comitê de Pessoas, em linha com o previsto na Política de Remuneração da Diretoria Estatutária, disponível para acesso no site de Relações com Investidores da Companhia e da CVM. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO comitê de auditoria da RD será instalado até o exercício social de 2022, visando atender o prazo definido pelas novas regras do Novo Mercado. A Companhia mantém um ambiente de controles internos maduro visando assegurar um bom grau de eficiência, segurança e confiabilidade de suas demonstrações e demais informações financeiras, além de implantar políticas corporativas visando estabelecer as diretrizes definidas pelo Conselho de Administração. Informações adicionais podem ser consultadas no Formulário de Referência, transmitido em 2021 no item 5.3 - Descrição dos controles internos. Nossas Demonstrações Financeiras são auditadas por uma empresa independente, analisadas pelo Conselho Fiscal como órgão de fiscalização e pelo Comitê de Finanças e Riscos na qualidade de assessor do Conselho de Administração, mantendo um elevado nível de confiabilidade. Adicionalmente, a RD utiliza-se de empresas terceirizadas com ampla experiência, para as auditorias internas, e os pontos de melhorias identificados são apresentados e discutidos no Comitê de Finanças e Riscos. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente a prática, visto que, atualmente, possui uma área de Auditoria Interna própria que se reporta à Diretoria Financeira e Administrativa da RD. A área de Auditoria Interna está sendo reformulada para que, através da criação do Comitê de Auditoria, a área passe a se reportar ao Conselho de Administração, em atendimento ao Regulamento do Novo Mercado. |
Parcialmente |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA RD aprovou na RCA de 14 de dezembro de 2017 a Política de Riscos Corporativos e a Política de Riscos de Mercado. Na RCA de 30 de março de 2021 foi apresentada e aprovada a ultima atualização da Política de Riscos Corporativos. As políticas estabelecem os Riscos no qual a RD busca proteção e define a estrutura, as alçadas e limites. Ambos documentos na integra, podem ser consultados no site da CVM e no de relação com investidores. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaConforme consta em seu Regimento Interno, o Conselho de Administração definiu como competências do Comitê de Finanças e Riscos (órgão de assessoramento ao CA), a avaliação e controle dos riscos, além do monitoramento do programa de Compliance. A Gerência de Governança, Riscos e Compliance fornece ao Comitê e à Diretoria Executiva avaliações tempestivas sobre a efetividade do gerenciamento dos riscos e dos processos de governança, da adequação dos controles e do cumprimento das normas e regulamentos associados às operações da Companhia. Na RCA de 26 de outubro de 2018, a Companhia aprovou o Programa de Integridade, podendo ser consultado no sitio eletrônico da CVM e de Relações com Investidores da RD. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaO programa de compliance, processo de gerenciamento de riscos e sistemas de controles internos da RD são acompanhados semestralmente no âmbito do Comitê de Finanças e Riscos do Conselho de Administração. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaO Comitê de Ética da RD é dotado de independência e autonomia, mas se vincula apenas indiretamente ao Conselho de Administração, uma vez que reporta suas atividades periodicamente ao Comitê de Finanças e Riscos, órgão de assessoramento do Conselho. Adicionalmente, foi constituída a Comissão de Assuntos Éticos (CAE), composta pelo Diretor Jurídico, Diretor de Unidade de Negócio - Drogasil e Raia, Diretora de Relacionamento com o Negócio, Diretor Administrativo, Diretor de Vendas Corporativa, Diretor de Engenharia e pelo Diretor de Logística e Abastecimento. Este grupo reporta-se ao Comitê de Ética e Compliance, composto pela Vice Presidente de Gente, Cultura e Sustentabilidade, Vice Presidente Financeiro e Administrativo, Vice Presidente de Operações de Varejo e o Presidente. Tem como objetivo tratar os chamados considerados sensíveis, de maior relevância e exposição, cria e estabelece premissas de solução sustentáveis para os envolvidos, obedecendo as determinações legais, assim como o Código da Gente e o respeito a Ética Organizacional. Em 2018 o Código da Gente - Ética e Conduta na RD foi revisitado e atualizado, sendo aprovado na RCA de 26 de outubro de 2018. Em 2021, as principais politicas de Compliance foram revisadas e aprovadas pelo Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Conversa Ética está sob a gestão da área jurídica da Cia com reporte direto ao Presidente. É um Canal aberto para ouvir funcionários, clientes e terceiros sobre possíveis violações às diretrizes de Ética e Compliance. O anonimato, o sigilo e a confidencialidade do caso são garantidos e a RD não aceita qualquer ato de retaliação ou punição contra funcionário ou terceiro que efetuem chamados. Todos os chamados são apurados, no prazo de até 30 dias úteis e as providências são tomadas a depender da gravidade do chamado. Atualmente contamos com o apoio de uma empresa terceira, para nos apoiar no recebimento de chamados e gestão dos indicadores. Na RD foi constituída a Comissão de Assuntos Éticos (CAE), composta pelo Diretor Jurídico, Diretor de Unidade de Negócio - Drogasil e Raia, Diretora de Relacionamento com o Negócio, Diretor Administrativo, Diretor de Vendas Corporativa, Diretor de Engenharia e pelo Diretor de Logística e Abastecimento, este grupo reporta ao Comitê de Ética e Compliance, composto pela Vice Presidente de Gente, Cultura e Sustentabilidade, Vice Presidente Financeiro e Administrativo, Vice Presidente de Operações de Varejo e o Presidente. Tem como objetivo tratar os chamados considerados sensíveis, de maior relevância e exposição, cria e estabelece premissas de solução sustentáveis para os envolvidos, obedecendo as determinações legais, assim como o Código da Gente e o respeito a Ética Organizacional. Os demais chamados são tratados pelos líderes das áreas que averiguam o chamado, tendo a área de Ética e Compliance como suporte. Para todos os chamados, há um plano de ação desenhado pela área de Ética e Compliance que sugere medidas corretivas e preventivas. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaOs conflitos de interesses são identificados nos termos da lei 6.404/76 e controlados pela Administração da Companhia. O Estatuto Social da Companhia apresenta de maneira segregada as responsabilidades e funcionalidades de cada órgão Estatutário, o Conselho de Administração, o Conselho Fiscal e a Diretoria Estatutária. A seção I do Estatuto Social determina que os membros do Conselho de Administração, não podem ter acesso a informações ou participar de deliberações, quando relacionadas aos assuntos sobre os quais tenha ou represente interesse conflitante com os da Companhia. A Companhia em seu estatuto social e regimentos internos, dispõem sobre as alçadas de decisão. Adicionalmente, a RD aprovou em RCA de 26 de outubro de 2018 a Política Corporativa de Conflito de Interesses, a qual foi revisada em março de 2021 e, nela constam descritas todas as possíveis situações que podem ser caracterizadas como conflito de interesse e qual é a responsabilidade de toda a Companhia frente as diretrizes impostas na política. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA em 26 de outubro de 2018 a Política de Conflitos de Interesse, que foi revisada na RCA de 30 de março de 2021, podendo ser consultada no sitio eletrônico de Relações com Investidores da RD. A Política determina que frente a uma situação de conflito de interesse, o Administrador que tenha um potencial conflito de interesses com a recomendação ou decisão a ser tomada tem o dever de manifestar imediatamente seu potencial conflito de interesses, ausentar-se das discussões sobre o tema e abster-se de votar a respeito: No que se refere a colaboradores em geral, ao identificar uma possível situação de conflito de interesse, cabe ao colaborador declarar seu envolvimento ou relacionamento pessoal, ou comercial identificado. A Política prevê, ainda, que aqueles que tiverem conhecimento de conflitos de interesse não reportados o façam por meio de contato com o time de Ética e Compliance. Adicionalmente, a Companhia possui publicada no site da CVM e no de Relações com Investidores, uma Política de Transações de Partes Relacionadas aprovada em RCA em 26 de outubro de 2018 e revisada na RCA de 30 de março de 2021 A Política informa que em caso de potencial Conflito de Interesses, a Companhia busca assegurar que todas as decisões que possam conferir um benefício privado a qualquer um dos seus administradores, familiares, entidades ou pessoas a eles relacionados, sejam tomadas com total lisura, respeitando o interesse da Companhia. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaOs conflitos de interesses são identificados nos termos da lei 6.404/76 e pela Política de Conflito de Interesses aprovada na RCA de 26 de outubro de 2018 e revisada na RCA de 30 de março de 2021, disponível para consulta no site de Relação com Investidores da RD. A Administração da Companhia mapeia os conflitos de interesses identificados na forma da lei e/ou das suas políticas corporativas aplicáveis e toma todas as providências necessárias para evitar que qualquer manifestação ou deliberação tenha a participação da parte conflitada. A Companhia adota como procedimento recorrente, o monitoramento de transações ou atividades que possam caracterizar possíveis conflitos de interesses e, realiza anualmente, uma reavaliação da existência de possíveis conflitos de interesses. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA de 26 de outubro de 2018 e revisou em RCA de 30 de março de 2021, a Política de Transações de Partes Relacionadas visando: (i) estabelecer regras a fim de assegurar que as decisões envolvendo partes relacionadas e situações com potencial conflito de interesses sejam conduzidas dentro dos parâmetros de mercado, de acordo com as normas vigentes e as melhores práticas de governança corporativa: (ii) assegurar que todas as decisões que possam conferir um benefício privado a qualquer um dos seus administradores, familiares, entidades ou pessoas a eles relacionados, sejam tomadas com total lisura, respeitando o interesse da Companhia e seus acionistas. O Conselho de Administração é responsável por aprovar toda e qualquer Transação com Partes Relacionadas, bem como analisar eventuais omissões ou exceções ao instruído na Política de Transações de Partes Relacionadas: Adicionalmente, a área de Compras Indiretas possui uma rotina de identificação e reporte de fornecedores que possuam em seu quadro de administração Pessoas Relacionadas ou respectivos membros próximos de suas famílias de acordo com base disponibilizada pela Secretaria do Conselho de Administração. A Companhia entende que os itens citados pelo código estão contemplados na Política disponível no sitio eletrônico da CVM e de Relações com Investidor da RD. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Política de Negociação de Valores Mobiliários da RD ("Política de Negociação"), foi aprovada pelo Conselho de Administração em 9 de maio de 2012 e revisada na RCA de 30 de março de 2021. A RD monitora as negociações e analisa as movimentações acionarias realizadas pelas pessoas vinculadas, visando identificar eventuais descumprimentos à Política de Negociação de Valores Mobiliários. As pessoas vinculadas assinam o "Termo de Adesão" concordando com as regras definidas na Política. Informações adicionais podem ser consultadas no Formulário de Referencia Versão 01, transmitido em 31 de maio de 2021 na seção 20.1. A Política de Negociação de Valores Mobiliários está disponível para consulta na página de Relações com Investidores da Companhia e da CVM. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia aprovou em RCA em 26 de outubro de 2018 a Política de Doações, Contribuições e Incentivos, podendo ser consultada no sitio eletrônico da CVM e Relações com Investidores da RD. A Companhia também dispõe de uma Política de Investimento Social e Contribuições, revisada em 11 de junho de 2021 e aprovada pela Vice Presidência de Gente, Cultura e Sustentabilidade. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 13 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIASGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 01/06/2026 | Até a AGO de 2027 |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| CRISTIANA ALMEIDA PIPPONZIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| ELIEZER SILVA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| EUGENIO DE ZAGOTTISGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| FLAVIA MARIA BITTENCOURT IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCO AMBROGIO CRESPI BONOMI IndependenteGin | Conselho de Administração | 25 - Vice Presidente Cons. de Administração Independente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| PAULO SÉRGIO COUTINHO GALVÃO FILHOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| PHILIPP PAUL MARIE POVEL IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| PLÍNIO VILLARES MUSETTI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| RENATO PIRES OLIVEIRA DIASGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| SYLVIA DE SOUZA LEÃO WANDERLEY IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
Diretoria 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANTÔNIO CARLOS COELHOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| ERIKA VANESSA DO AMARAL PETRIGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 13/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| FERNANDO KOZEL VARELAGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| FLÁVIO DE MORAES CORREIAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| JOÃO JOSÉ DE BARROS NETOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/12/2025 | Até a AGO de 2027 |
| JULIANA LOPES MARQUES PAIXÃOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCELLO DE ZAGOTTISGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MELISSA TEIXEIRA CABRALGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| RENATO CEPOLLINA RADUANGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 22/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
Conselho Fiscal 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADEILDO PAULINOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| FLÁVIO DA SILVEIRA DOS ANJOSGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| GILBERTO LERIOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| GUILHERME BOTTREL PEREIRA TOSTESGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| JAIME SANCHES NETOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| MÁRIO ANTONIO LUIZ CORRÊAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| PAULO SÉRGIO BUZAID TOHMÉGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
| VIVIAN DO VALLE SOUZA LEÃO MIKUIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 15/04/2026 | Até a AGO de 2027 |
Comitês 3 comitês
Comitê Financeiro
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EUGENIO DE ZAGOTTISGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PLÍNIO VILLARES MUSETTIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PEDRO AUGUSTO DE MELOGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| PEDRO GUILHERME ZANGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| PLÍNIO VILLARES MUSETTIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas e Governança Corporativa
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANTONIO CARLOS PIPPONZIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| EUGENIO DE ZAGOTTISGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCILIO D'AMICO POUSADAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCO AMBROGIO CRESPI BONOMIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SYLVIA DE SOUZA LEÃO WANDERLEYGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 3 | 10 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 3 | 6 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 4 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 4 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 13 | 0 |
| Diretoria | 0 | 9 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 13 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 13 | 9,83 |
| Nº de membros remunerados | 4 | 13 | 9,83 |
| Salário ou pró-labore | 820.480 | 8.969.260 | 19.162.457 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 806.415 |
| Participação em comitês | 0 | 6.173.249 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 22.036.761 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 30.364.711 |
| Total do órgão | 820.480 | 15.142.509 | 72.370.344 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 13 | 9,83 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 9,83 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 22.036.761 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 16.842.082 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 13/01/2025 |
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 25/09/2024 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 13/01/2025 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 25/09/2024 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 05/11/2024 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 24/04/2023 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 24/03/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 12/04/2021 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/12/2019 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 09/09/2014 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/12/2019 |
| 2020 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 09/09/2014 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/12/2019 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 09/09/2014 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 → 01/01/2015 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 → 01/01/2015 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 → 01/01/2015 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 02/01/2015 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2013 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 25/06/2010 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 2 | 1 |
| 2025 | 2 | 1 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 1 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 1 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 2 | 1 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 1 | 1 |
| 2013 | 1 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 59.973 |
| Acionistas pessoa jurídica | 303 |
| Investidores institucionais | 1.489 |
| Ações ordinárias em circulação | 1.316.346.770 (75,12%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 1.316.346.770 (75,12%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (15/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 22/12/2025 | 0 | 2.000.000.000 | 0 | 2.000.000.000 |
| Capital Emitido | 22/12/2025 | 4.750.000.000 | 1.752.367.344 | 0 | 1.752.367.344 |
| Capital Integralizado | 22/12/2025 | 4.750.000.000 | 1.752.367.344 | 0 | 1.752.367.344 |
| Capital Subscrito | 22/12/2025 | 4.750.000.000 | 1.752.367.344 | 0 | 1.752.367.344 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 14 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | CARLOS PIRES OLIVEIRA DIAS | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | RENATO PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Bruno Wright Pipponzi | Membro do Conselho de Administração | HEALTHBIT PERFORMASYS TECNOLOGIA E INTELIGENCIA LTDA. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Bruno Wright Pipponzi | Membro do Conselho de Administração | Amplisoftware Tecnologia LTDA. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Bruno Wright Pipponzi | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Diretor(a) Vice Presidente de Negócios de Saúde | ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Diretor(a) Vice Presidente de Negócios de Saúde | ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice Presidente de Operações e Comercial | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | MARCELLO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (controlada) | HEALTHBIT PERFORMASYS TECNOLOGIA E INTELIGENCIA LTDA. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Marcello De Zagottis | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice Presidente de Operações e Comercial | EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração(controlada) | Stix Fidelidade e Inteligência S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice Presidente de Operações e Comercial | EUGENIO DE ZAGOTTIS | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Renato Pires Oliveira Dias | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | ANDRÉ PIRES OLIVEIRA DIAS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | Raia Drogasil S.A. | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| Renato Pires Oliveira Dias | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | CARLOS PIRES OLIVEIRA DIAS | Acionista controlador (parte do bloco de controle) | Raia Drogasil S.A. | Padrasto e Madrasta (2º grau por afinidade) |
Relações de subordinação 13 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| ANTONIO CARLOS PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| BRUNO WRIGHT PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| CRISTIANA ALMEIDA PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| CRISTIANA ALMEIDA PIPPONZI | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Membro do Conselho de Administração (Efetivo) | 4 BIO MEDICAMENTOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| EUGENIO DE ZAGOTTIS | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Diretor Vice-Presidente Comercial e Marketing | 4 BIO MEDICAMENTOS S.A. | Controlada Direta | Controle |
| MARCELLO DE ZAGOTTIS | Acionista - Bloco de Controle | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| PAULO SÉRGIO COUTINHO GALVÃO FILHO | Administrador do acionista controlador - GL Participações LTDA | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Direto | Controle |
| RENATO PIRES OLIVEIRA DIAS | Administrador do acionista controlador - Wells Holdings Ltd. | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Indireto | Controle |
| RENATO PIRES OLIVEIRA DIAS | Administrador do acionista controlador - Wells Holdings Ltd. | RAIA DROGASIL S.A. | Controlador Indireto | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 19 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Stix Fidelidade e Inteligência S.A. | Coligada | 27/11/2019 | 120.179.805 | — | — | — |
| Stix Fidelidade e Inteligência S.A. | Coligada | 27/11/2019 | 66.363.838 | — | — | — |
| Mol Impacto LTDA | O Sr. Rodrigo Pipponzi, sócio da Mol Impacto LTDA, é acionista e filho do Presidente do Conselho de Administração, Sr. Antonio Carlos Pipponzi. | 14/02/2008 | 23.856.700 | 0 | — | — |
| Cfly Consultoria e Gestão Empresarial Ltda. | O Sr. Carlos Eduardo Ribeiro do Valle Filho, sócio da empresa em questão, é casado com Maria Regina Pires Ribeiro do Valle filha do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 09/08/2017 | 10.409.140 | — | — | — |
| Cfly Consultoria e Gestão Empresarial Ltda. | O Sr. Carlos Eduardo Ribeiro do Valle Filho, sócio da empresa em questão, é casado com Maria Regina Pires Ribeiro do Valle filha do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 09/08/2017 | 6.983.350 | — | — | — |
| Ribeiro Filho, Pires Oliveira Dias e Freire Advogados | O Sr. Cláudio Pires Oliveira Dias Didier Fecarrotta, sócio do escritório em questão, é sobrinho do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 22/12/1994 | 3.705.142 | — | — | — |
| Mol Impacto LTDA | O Sr. Rodrigo Pipponzi, sócio da Mol Impacto LTDA, é acionista e filho do Presidente do Conselho de Administração, Sr. Antonio Carlos Pipponzi. | 14/02/2008 | 938.902 | — | — | — |
| Heliomar Ltda. | Sociedade controlada pelo Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administação e acionista, e pelo seu irmão, o Sr. José Pires Oliveira Dias Neto. | 23/12/2003 | 428.716 | 0 | — | — |
| Ribeiro Filho, Pires Oliveira Dias e Freire Advogados | O Sr. Cláudio Pires Oliveira Dias Didier Fecarrotta, sócio do escritório em questão, é sobrinho do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista. | 22/12/1994 | 337.479 | 0 | — | — |
| Associação Obra do Berço | Alguns acionistas controladores, ou seus familiares, são associados da Associação | 23/07/2025 | 261.344 | 0 | — | — |
| Labi Exames S.A. | Coligada | 28/11/2023 | 145.140 | 0 | — | — |
| Antonio Carlos Pipponzi | O Sr. Antonio Carlos Pipponzi é o Presidente do Conselho de Administração e signatário do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 143.994 | — | — | — |
| Rosalia Pipponzi Raia | A Sra. Rosalia Pipponzi é acionista e signatária do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 143.994 | — | — | — |
| Regimar Comercial S.A. | Sociedades detidas pelos filhos do Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista, sendo este usufrutuário das respectivas ações. | 22/04/2003 | 108.803 | — | — | — |
| Cristiana Almeida Pipponzi | A Sra. Cristiana Almeida Pipponzi é membro do Conselho de Administração e signatária do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 47.998 | — | — | — |
| André Almeida Pipponzi | O Sr. André Almeida Pipponzi é signatário do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 47.998 | — | — | — |
| Marta Almeida Pipponzi | A Sra. Marta Almeida Pipponzi é signatária do Acordo de Acionistas | 31/08/2015 | 47.998 | — | — | — |
| Heliomar Ltda. | Sociedade controlada pelo Sr. Carlos Pires Oliveira Dias, membro do Conselho de Administração e acionista e por seu irmão, Sr. José Pires Oliveira Dias Neto. | 16/05/2003 | 19.469 | 0 | — | — |
| Labi Exames S.A. | Coligada | 27/09/2022 | 0 | — | — | — |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| ADR nível 1 | Estados Unidos | Balcão (OTC) | The Bank of New York | 21/03/2016 | 0,23% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2011 | 2012 | 2013 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 3.168 | 3.340 | 3.614 | 4.699 | 5.659 | 6.464 | 7.352 | 12.248 | 13.828 | 14.776 | 17.185 | 20.094 | 22.164 | 25.170 |
| Ativo circulante | 1.626 | 1.694 | 1.904 | 2.686 | 3.428 | 3.928 | 4.530 | 5.756 | 7.020 | 7.719 | 9.577 | 11.562 | 12.704 | 14.904 |
| Caixa e equivalentes | 340 | 167 | 242 | 266 | 277 | 265 | 242 | 299 | 880 | 356 | 434 | 412 | 528 | 510 |
| Aplicações financeiras | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 16 | 19 |
| Contas a receber | 367 | 453 | 482 | 700 | 877 | 1.049 | 1.094 | 1.433 | 1.816 | 2.001 | 2.563 | 3.500 | 3.153 | 4.137 |
| Estoques | 815 | 973 | 1.133 | 1.650 | 2.149 | 2.518 | 3.087 | 3.851 | 4.225 | 5.118 | 6.126 | 7.197 | 8.407 | 9.576 |
| Tributos a recuperar | 93 | 96 | 39 | 60 | 112 | 79 | 85 | 146 | 62 | 196 | 393 | 353 | 483 | 541 |
| Despesas antecipadas | 11 | 5 | 8 | 10 | 13 | 18 | 22 | 26 | 37 | 48 | 62 | 99 | 113 | 116 |
| Realizável a longo prazo | 44 | 22 | 23 | 44 | 51 | 69 | 73 | 433 | 525 | 240 | 291 | 663 | 850 | 916 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 4 | 15 | 15 | 19 |
| Imobilizado | 371 | 454 | 537 | 802 | 1.007 | 1.276 | 1.547 | 4.814 | 5.020 | 5.330 | 5.575 | 5.938 | 6.570 | 7.279 |
| Intangível | 1.128 | 1.170 | 1.151 | 1.167 | 1.174 | 1.191 | 1.202 | 1.245 | 1.262 | 1.486 | 1.738 | 1.917 | 2.026 | 2.052 |
| Passivo circulante | 791 | 863 | 1.020 | 1.649 | 2.185 | 2.494 | 2.913 | 4.078 | 4.801 | 5.896 | 6.367 | 8.079 | 9.195 | 10.194 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 92 | 93 | 116 | 165 | 199 | 203 | 238 | 297 | 309 | 420 | 562 | 636 | 687 | 773 |
| Fornecedores | 536 | 576 | 671 | 1.203 | 1.616 | 1.816 | 2.141 | 2.653 | 3.107 | 3.657 | 4.259 | 5.091 | 5.815 | 6.909 |
| Dívida de curto prazo | 50 | 61 | 84 | 108 | 133 | 196 | 273 | 229 | 531 | 614 | 186 | 605 | 637 | 508 |
| Passivo não circulante | 176 | 212 | 267 | 394 | 539 | 720 | 904 | 4.093 | 4.601 | 4.161 | 5.415 | 5.987 | 6.522 | 7.641 |
| Dívida de longo prazo | 112 | 131 | 161 | 188 | 281 | 415 | 570 | 898 | 1.122 | 891 | 2.132 | 2.526 | 2.657 | 3.360 |
| Patrimônio líquido | 2.201 | 2.265 | 2.327 | 2.657 | 2.936 | 3.250 | 3.535 | 4.076 | 4.426 | 4.719 | 5.403 | 6.028 | 6.447 | 7.336 |
| Receita líquida | 2.729 | 5.381 | 6.233 | 8.898 | 11.257 | 13.213 | 14.801 | 17.566 | 20.067 | 24.127 | 29.067 | 33.974 | 38.872 | 44.250 |
| EBIT | 80 | 161 | 150 | 501 | 706 | 793 | 722 | 1.118 | 916 | 1.366 | 1.839 | 2.080 | 2.352 | 2.744 |
| Lucro líquido | 69 | 105 | 101 | 340 | 451 | 513 | 509 | 789 | 496 | 764 | 1.015 | 1.087 | 1.211 | 1.300 |
| Fluxo de caixa operacional | 29 | 105 | 306 | 502 | 556 | 629 | 683 | 749 | 1.477 | 1.551 | 1.682 | 1.785 | 2.771 | 2.431 |
| Fluxo de caixa de investimento | 143 | -258 | -237 | -387 | -489 | -639 | -703 | -3 | -673 | -886 | -1.230 | -1.307 | -1.413 | -1.406 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -13 | -20 | 6 | -129 | -56 | -1 | -3 | -689 | -223 | -1.189 | -375 | -499 | -1.243 | -1.043 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2011 | 2012 | 2013 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,88 | 21,93 | 22,01 | 22,27 | 22,46 | 22,59 | 22,72 | 23,23 | 23,35 | 23,42 | 23,57 | 23,72 | 23,82 | 23,95 |
| Tamanho (receita) | 21,73 | 22,41 | 22,55 | 22,91 | 23,14 | 23,30 | 23,42 | 23,59 | 23,72 | 23,91 | 24,09 | 24,25 | 24,38 | 24,51 |
| Alavancagem | 0,05 | 0,06 | 0,07 | 0,06 | 0,07 | 0,09 | 0,11 | 0,09 | 0,12 | 0,10 | 0,13 | 0,16 | 0,15 | 0,15 |
| Liquidez corrente | 2,05 | 1,96 | 1,87 | 1,63 | 1,57 | 1,58 | 1,55 | 1,41 | 1,46 | 1,31 | 1,50 | 1,43 | 1,38 | 1,46 |
| ROA | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,07 | 0,08 | 0,08 | 0,07 | 0,06 | 0,04 | 0,05 | 0,06 | 0,05 | 0,05 | 0,05 |
| ROE | 0,03 | 0,05 | 0,04 | 0,13 | 0,15 | 0,16 | 0,14 | 0,19 | 0,11 | 0,16 | 0,19 | 0,18 | 0,19 | 0,18 |
| Margem líquida | 0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,04 | 0,04 | 0,04 | 0,03 | 0,04 | 0,02 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 | 0,03 |
| Caixa / ativos | 0,11 | 0,05 | 0,07 | 0,06 | 0,05 | 0,04 | 0,03 | 0,02 | 0,06 | 0,02 | 0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,02 |
| Tangibilidade | 0,12 | 0,14 | 0,15 | 0,17 | 0,18 | 0,20 | 0,21 | 0,39 | 0,36 | 0,36 | 0,32 | 0,30 | 0,30 | 0,29 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 29/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 2 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |