CYRELA BRAZIL REALTY S.A.EMPREEND E PART
CNPJ 73178600000118 · código CVM 14460Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 07/07/1994 |
| Setor de atividade | Construção Civil, Mat. Constr. e Decoração |
| Listagem na B3 (início) | 21/09/2005 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 97,8% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.cyrela.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 41,3% | 13 | 21 | 12 | 8 | 38 | Novo Mercado |
| 2019 | 41,3% | 13 | 21 | 12 | 8 | 38 | Novo Mercado |
| 2020 | 42,4% | 14 | 21 | 11 | 8 | 38 | Novo Mercado |
| 2021 | 69,8% | 30 | 11 | 7 | 6 | 30 | Novo Mercado |
| 2022 | 91,7% | 42 | 2 | 4 | 6 | 27 | Novo Mercado |
| 2023 | 95,8% | 44 | 0 | 4 | 6 | 26 | Novo Mercado |
| 2024 | 96,9% | 45 | 0 | 3 | 6 | 26 | Novo Mercado |
| 2025 | 97,8% | 43 | 0 | 2 | 9 | 25 | Novo Mercado |
Acionistas
6 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaCom relação à prática recomendada no item (i), nos termos do artigo 24, I e II, do Estatuto Social da Companhia, compete ao Conselho de Administração estabelecer a orientação geral dos negócios da Companhia, bem como aprovar o seu planejamento anual, definindo objetivos e programas para cada área de atuação, o que requer de seus administradores uma visão com foco de longo prazo e que seja sensível aos impactos das atividades da Companhia na sociedade e no meio ambiente. Sobre esse último ponto, a Companhia ressalta que, no contexto dessa estratégia geral de negócios, tem investido em diversas iniciativas ESG, inclusive com a estruturação de planos de ação envolvendo temas de relevante importância social e ambiental, com investimento em ações sustentáveis para o desenvolvimento do negócio da Companhia. Com relação à prática recomendada no item (ii), destaca-se que o Conselho de Administração aprovou, em reunião realizada em 04.11.2021, Política de Gestão de Riscos, devidamente atualizada em 14.12.2023, voltada à identificação, avaliação, monitoramento, gerenciamento e tratamento de riscos de forma compatível ao modelo de negócios de Companhia, minimizando seus impactos, cabendo ao Conselho de Administração, dentre outras atribuições, aprovar as diretrizes e efetiva implementação da política, bem como acompanhar periodicamente o cumprimento dos parâmetros implementados para gestão dos riscos, com o apoio dos comitês de assessoramento, departamento de compliance e o responsável pela auditoria interna. Com relação ao item (iii), ressalta-se que o Conselho de Administração deliberou e aprovou recentemente, em 30.03.2022, e atualizou em 13.03.2023, o Código de Conduta que atualiza e reforça o propósito, a visão de futuro e os princípios e valores que devem nortear os negócios da Companhia, com foco na sustentabilidade, integridade e transparência. Com relação à prática recomendada no item (iv), por sua vez, nota-se que o Conselho de Administração constituiu e conta com o suporte do Comitê de Governança e Sustentabilidade Socioambiental, órgão de assessoramento ao Conselho que, dentre outras atribuições, visa a subsidiar a tomada de decisões relativas à adoção de melhores práticas de governança, o que inclui a avaliação da efetividade do sistema de conformidade da Companhia e demais empresas do grupo, a proposta de adoção de práticas de governança e atualizações e recomendações no assunto ao Conselho, com reporte regular ao Conselho de suas atividades, recomendações e assuntos julgados relevantes. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO Estatuto Social prevê em seu artigo 20, §2.º, que dos membros do Conselho de Administração da Companhia, no mínimo, 2 (dois) ou 20% (vinte por cento), o que for maior, deverão ser conselheiros independentes, observada a definição estabelecida no Regulamento do Novo Mercado. Com relação à avaliação e divulgação de conselheiros independentes, o Conselho de Administração da Companhia avalia o enquadramento dos candidatos aos critérios de independência a cada dois anos, por meio de manifestação inserida na proposta da administração referente à assembleia geral para eleição de conselheiros. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia aprovou em 10 de março de 2022 a formalização da Política de Indicação dos membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e membros do Conselho Fiscal, a qual foi devidamente atualizada em 21/06/2024 ("Política de Indicação"), que prevê procedimentos de indicação e requisitos de composição do Conselho de Administração em conformidade com esta Prática Recomendada n.º 2.2.2. A Política de Indicação encontra-se disponível para consulta nos sites da CVM e de relações com investidores da Companhia. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO processo de avaliação de desempenho do conselho de administração, da diretoria e dos comitês de assessoramento está previsto na Política de Indicação dos membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e membros do Conselho Fiscal, aprovada em 10 de março de 2022 ("Política de Indicação"), bem como no item 7.1 do Formulário de Referência da Companhia. Nos termos da Política de Indicação, a composição e o desempenho da Diretoria são avaliados anualmente em processo coordenado pelo Comitê de Pessoas. O Conselho de Administração e os comitês (e seus membros) também são submetidos ao processo de avaliação, sendo tal avaliação pautada no exame de adequação da estrutura de governança, composição dos órgãos, dinâmica de funcionamento e práticas adotadas por cada órgão. No caso do Conselho de Administração e dos comitês, ressalta-se que o processo de avaliação é conduzido ao menos 1 (uma) vez durante a vigência do mandato (de até 2 (dois) anos), sendo essa avaliação composta por um acompanhamento anual dos termos e resultados desse processo. Ressalta-se, por fim, que esse procedimento é coordenado pelo próprio Conselho de Administração, sendo admitida a possibilidade de contratação de assessoria externa para a realização da avaliação da administração da Companhia. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional que acompanha e verifica o processo de planejamento sucessório das posições-chave da empresa, analisando a eficácia da retenção de talentos e propondo ações específicas de desenvolvimento para esse público, inclusive do nível executivo. No que se refere à sucessão dos co-presidentes, o tema foi debatido no Comitê de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional e o respectivo plano de sucessão, devidamente coordenado pelo co-presidente do Conselho de Administração, aprovado no referido órgão em 03 de agosto de 2023, sendo desta data sua última atualização. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaEmbora não haja formalização a respeito nas políticas publicamente disponíveis da Companhia, sempre que um novo membro do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e/ou dos Comitês de Assessoramento é eleito, compete ao Departamento de Pessoas e ao Departamento de Governança Corporativa providenciar uma apresentação geral da Companhia em sua primeira reunião, apresentando os executivos-chave das principais áreas de negócio da Companhia, bem como o programa de cultura ética, compliance e o Código de Conduta da Companhia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaConforme informado no item 2.8.1, nesta data, a Companhia possui um regimento interno do Conselho de Administração, no qual a Companhia adota referida prática em seu dia-a-dia, elaborando todas as atas de reuniões do Conselho de Administração no formato recomendado. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaO processo formal de avaliação dos Diretores pelo Conselho de Administração está previsto na Política de Indicação dos membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e membros do Conselho Fiscal, aprovada em 10 de março de 2022, a qual foi devidamente atualizada em 21/06/2024 ("Política de Indicação"), a qual prevê que a Diretoria é avaliada anualmente em processo coordenado pelo Comitê de Pessoas que visa compreender a aderência cultural aos valores institucionais da Companhia e em relação às competências atreladas aos respectivos cargos. Ainda, os membros da Diretoria são avaliados de acordo com performances e metas individuais, que contemplam metas quantitativas e qualitativas. A Política de Indicação encontra-se disponível para consulta nos sites da CVM e de relações com investidores da Companhia. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO processo formal de avaliação dos Diretores pelo Conselho de Administração está previsto na Política de Indicação dos membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e membros do Conselho Fiscal, aprovada em 10 de março de 2022, a qual foi devidamente atualizada em 21/06/2024 ("Política de Indicação"), a qual prevê que, ao fim de cada ciclo, os resultados gerais da avaliação da Diretoria são apresentados e debatidos pelo Conselho de Administração, para a definição de possíveis direcionamentos e para validação dos planos de ação. A Política de Indicação encontra-se disponível para consulta nos sites da CVM e de relações com investidores da Companhia. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaAs práticas de remuneração da Diretoria são disciplinadas pela Política de Remuneração dos membros do Conselho de Administração, Comitês de Assessoramento, Diretoria Estatutária e membros do Conselho Fiscal ("Política de Remuneração"), aprovada pelo Conselho de Administração em 10 de março de 2022, a qual contempla os principais componentes da remuneração da Diretoria e os procedimentos para fixação da remuneração. A Política de Remuneração encontra-se disponível para consulta nos sites da CVM e de relações com investidores da Companhia. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaConforme exposto no item 8.1 do Formulário de Referência da Companhia (versão 1.0, entregue em 31.05.2024), os membros da diretoria fazem jus (i) uma remuneração fixa mensal: (ii) uma remuneração variável consistente no pagamento de bônus, dividido em parcelas de curto e longo prazo, não sendo adotado modelo de stock options e (iii) benefícios estabelecidos conforme práticas de mercado. Os valores pagos a título de remuneração fixa aos membros da Diretoria têm como principais objetivos: (i) oferecer compensação direta pelos serviços prestados, em linha com práticas de mercado e (ii) reconhecer e refletir as atribuições, responsabilidades, demanda de tempo e complexidade inerentes aos seus respectivos cargos. Nesse sentido, em uma perspectiva de curto prazo, busca-se alinhar os interesses dos executivos aos da Companhia por meio de salários e pacote de benefícios compatíveis com o mercado.No caso da remuneração fixa da Diretoria, os valores pagos a cada profissional podem variar de acordo com suas funções, o tempo dedicado às suas atividades, suas competências e reputação e o valor dos seus serviços no mercado. Com isso, em uma perspectiva de curto prazo, as práticas acima alinham-se aos interesses da Companhia, permitindo-lhe atrair e reter profissionais diferenciados, que agreguem valor aos seus resultados. O objetivo da remuneração variável, atribuída apenas aos membros da Diretoria sob o modelo de bônus, é recompensá-los tendo por base o resultado alcançado e garantir a sua retenção. Assim, a remuneração variável tem como objetivo promover um maior alinhamento dos interesses dos Diretores aos objetivos e interesses estratégicos da Companhia, privilegiando a meritocracia, bem como proporcionando a consecução dos objetivos sociais da Companhia, com foco na criação de valor de longo prazo para a própria Companhia e para seus acionistas. Diante disso, a Companhia entende que a prática de remuneração dos membros da sua Diretoria está em linha com os padrões de governança corporativa adotados no mercado e assegura o atingimento de seus objetivos primordiais, quais sejam, a retenção de executivos da Companhia, a geração de valor econômico para a companhia no longo prazo e o alinhamento dos interesses dos administradores e dos acionistas na criação de valor para a Companhia. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaNos termos da Política de Remuneração aprovada pelo Conselho de Administração, a estrutura de incentivos e as decisões voltadas à fixação da remuneração dos administradores devem ser guiadas, dentre outros objetivos, pelo atendimento aos interesses da Companhia e objetivos sociais, com foco na criação de valor de longo prazo para a Companhia e seus acionistas, por meio do estabelecimento de um regime de remuneração e incentivos transparente, equilibrado, justo e compatível com as funções e riscos inerentes a cada cargo e com as melhores práticas de mercado. Com relação à remuneração da Diretoria, ressalta-se que todos os componentes da remuneração - inclusive variável - são fixados pelo Conselho de Administração, sendo que, no caso da determinação da remuneração variável (por meio do pagamento de bônus), pagamentos devem ser atrelados ao cumprimento de determinadas metas individuais e/ou metas e resultados da Companhia, considerando indicadores previamente determinados pelo Conselho de Administração em conformidade com o planejamento e a estratégia de negócios da Companhia, privilegiando o foco no longo prazo. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui Comitê de Auditoria Estatutário (CAE), ao qual compete, dentre suas atribuições, assessorar o Conselho de Administração da Companhia, bem como monitorar a qualidade e integridade dos mecanismos de controles internos, de gerenciamento de riscos e compliance, das informações trimestrais, demonstrações intermediárias e demonstrações financeiras da Companhia e das informações e medições divulgadas com base em dados contábeis ajustados e em dados não contábeis que acrescentem elementos não previstos na estrutura dos relatórios usuais das demonstrações financeiras (art. 37, § 5º, IV do Estatuto Social da Companhia). O CAE será composto por 3 (três) membros, dos quais a maioria deverá ser considerada independente, nos termos da Resolução CVM n.º 23, de 25 de fevereiro de 2021 ("RCVM 23"), e sendo que ao menos 1 (um) membro deverá ser membro independente do Conselho de Administração, conforme critérios do Regulamento do Novo Mercado, e ao menos 1 (um) membro deverá ter reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária , de controles internos, financeiro e de auditoria. Nos termos do item 1.3 do Regimento Interno do CAE, o órgão possui autonomia operacional e orçamento próprio, o qual é definido e acompanhado pelo Conselho de Administração e, dentro dos limites aprovados por este. O CAE pode conduzir ou determinar a realização de pesquisas, avaliações e investigações dentro do escopo das suas atividades, incluindo a contratação e utilização de especialistas externos independentes. O Regimento Interno do CAE se encontra disponível para consulta no site da CVM (https://www.gov.br/cvm/), bem como no site de Relações com Investidores da Companhia (https://ri.cyrela.com.br/governanca-corporativa/comites/). |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaAs atividades de Auditoria Interna da Companhia são conduzidas por consultoria especializada, com reporte periódico ao Conselho de Administração/à Alta Administração. Nos termos da Política de Gerenciamento de Riscos da Companhia e conforme descrito no item 5.1 do Formulário de Referência (versão 1.0, entregue em 31.05.2024), dentre outras atribuições, compete à Auditoria Interna aferir a qualidade e a efetividade dos processos de gerenciamento de riscos, controles e governança da Companhia, recomendar mecanismos de controle e planos de ação para mitigação dos riscos identificados e elaboração de planos de continuidade de negócios, monitorar o cumprimento do apetite ao risco no gerenciamento de riscos, e disseminar a cultura da gestão de riscos, controles internos e continuidade de negócio. A Companhia entende que a sua Auditoria Interna atual é adequada à luz do seu porte e da complexidade das atividades da Companhia. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA companhia possui uma política de Gestão de Riscos, aprovada pelo Conselho de Administração, em reunião realizada em 04 de novembro de 2021, atualizada em 14 de dezembro de 2023 (disponível em http://ri.cyrela.com.br/governanca-corporativa/estatuto-codigos-e-politicas/). A política estabelece diretrizes e procedimentos para identificação, avaliação, monitoramento, gerenciamento e tratamento dos riscos de forma compatível à natureza, porte, complexidade, estrutura, perfil e tolerância de risco ao modelo de negócios da Companhia, minimizando seus impactos. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração zela para que a Diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, por meio da atuação no cumprimento do seu papel definido na Política de Gestão de Riscos que compreende (i) aprovar as diretrizes da Política de Gestão de Riscos, bem como sua efetiva implementação: (ii) acompanhar o cumprimento dos parâmetros implementados para gestão dos riscos, com o apoio dos Comitês de assessoramento, do departamento de Compliance e o responsável pela auditoria interna (iii) estabelecer o nível de apetite a riscos e acompanhar, com assessoria dos Comitês, as exposições resultantes das decisões tomadas na condução dos negócios da Companhia (iv) conscientizar e incentivar os gestores na busca de saídas econômicas para redução da probabilidade de eventos de risco ou para mitigar suas consequências (v) patrocinar a cultura de gestão de riscos com apoio da Diretoria Executiva e do Comitê de Auditoria Estatutário, o qual assumirá a liderança no acompanhamento do cumprimento da Política de Gestão de Riscos (vi) garantir que o Comitê de Auditoria Estatutário tenha orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo e (vii) avaliar anualmente, diretamente ou por meio do Comitê de Auditoria Estatutário, a estrutura e o orçamento da Auditoria Interna, que deverá ser suficiente ao desempenho de suas funções. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaNos termos da Política de Gestão de Riscos, é de responsabilidade da diretoria executiva (i) atuar diretamente na gestão dos riscos inerentes às suas atividades (identificar, avaliar e tratar): (ii) informar à área de Compliance sobre a identificação de novos riscos ou eventos que sejam relevantes e suas respectivas evoluções (iii) reportar semestralmente o Comitê de Auditoria, Finanças e Riscos, o nível de exposição dos principais riscos identificados (iv) suporte às decisões do Conselho de Administração no que tange a mitigação dos riscos Política de Gestão de Riscos (v) apoiar o subsídio de recursos (humanos, financeiros e tecnológicos) para a implementação de controles internos efetivos e estratégias de mitigação de riscos e (vi) acompanhar a implementação da Política de Gestão de Riscos, sugerir melhorias e assegurar a existência de plano de administração de crises que permita a Companhia ultrapassá-las de forma segura. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
10 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaAjustar para: A Companhia possui um Comitê de Conduta composto por membros nomeados anualmente pelo Diretor Presidente, dentre eles estão colaboradores que ocupam cargos de Diretoria, Superintendência ou Gerência das áreas de Recursos Humanos, Jurídico, Financeiro e Compliance. O Comitê de Conduta, dotado de independência, é responsável por promover uma conduta Ética, assegurar o cumprimento do Código de Conduta e das leis vigentes, receber informações de violações que requerem investigações mais apuradas, garantir o sigilo sobre informações recebidas, garantir que denúncias sejam tratadas com imparcialidade, realizar levantamentos necessários sobre denúncias de violações, analisar violações ocorridas e tomar decisões cabíveis, avaliar as revisões do Código de Conduta. Ainda, cabe ao Comitê de Conduta, dentre outras providências, reportar ao Comitê de Auditoria Estatutário e ao Conselho de Administração a respeito da evolução do Programa de Integridade, bem como das apurações das informações recebidas por meio do Canal de Denúncias da Companhia. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaAtual: A Companhia disponibiliza ao público um canal de denúncias, chamado "Canal de Denúncias", por meio do qual é possível reportar e relatar situações de qualquer natureza relacionadas a possíveis infrações ou desconformidades com a legislação, o Código de Conduta ou os valores da Companhia. Atualmente, o canal de denúncias da Companhia está disponível tanto para denúncias de seus colaboradores, quanto para denúncias de terceiros, e é acessível 24h por dia pela internet ou pelo telefone, sendo gerenciado pela Contato Seguro, uma empresa independente e totalmente imparcial. Os denunciantes podem optar por se identificar ou não na abertura da denúncia, assegurando-se anonimato aos que assim desejarem. Não é admitida qualquer forma de represália ou retaliação a denunciante. É assegurado, ao denunciante, total sigilo e confidencialidade, sendo possível, se assim desejar, a apresentação de denúncias anônimas. As denúncias são preliminarmente apuradas, de maneira confidencial, por colaboradores estratégicos da Companhia e, em caso de confirmação, levadas ao Comitê de Conduta da Companhia. Por fim, cabe ao Comitê de Conduta reportar ao Comitê de Auditoria Estatutário e também ao Conselho de Administração as apurações realizadas das informações recebidas por meio do Canal de Denúncias. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaNo Estatuto Social da Companhia e nos demais documentos de governança, tais como regimentos e políticas, indicam a separação e responsabilidades clara de funções, papeis e responsabilidades do Conselho de Administração, dos membros da Diretoria e dos Comitês estatutários. No que tange aos potenciais conflitos de interesses, a Companhia possui uma Política de Transações com Partes Relacionadas com definições claras e objetivas que indicam a conduta esperada da empresa e de suas partes relacionadas, de modo que todas as transações sejam conduzidas dentro das melhores práticas de mercado, assegurando os interesses do Grupo Cyrela, a igualdade e a transparência, bem como sejam conduzidas conforme a legislação e regulamentação vigentes. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaCompanhia possuí uma Política de Transações com Partes Relacionadas que contém diretrizes consistentes e que mitiga diversas situações de conflitos de interesse, conforme a prática recomendada. Referido documento está disponível em http://ri.cyrela.com.br/governanca-corporativa/estatuto-codigos-e-politicas/. Adicionalmente, cabe notar que a Companhia dispõe de uma política interna com foco especificamente em conflito de interesses, conforme disponível em https://integridade.cyrela.com.br/wp-content/uploads/2025/02/GRCPL2.4-Politica-de-Conflito-de-Interesses-rev.24-assinada.pdf |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaConforme disposto no item 11.2 do Formulário de Referência da Companhia (versão 1.0, entregue em 31.05.2025) e na Lei das S.A., o acionista deve exercer o direito de voto no interesse da Companhia, sendo considerado abusivo o voto exercido com o fim de causar dano à Companhia ou a outros acionistas, ou de obter, para si ou para outrem, vantagem a que não faz jus e de que resulte, ou possa resultar, prejuízo para a companhia ou para outros acionistas. Nesse sentido, o acionista não poderá votar em deliberações da assembleia geral em que tenha interesse conflitante com o da Companhia ou em que possa beneficiá-lo de modo particular, especialmente: (i) aprovação do laudo de avaliação de bens com que concorrer para a formação do capital social: e (ii) aprovação de suas contas como administrador. A deliberação tomada em decorrência de voto de acionista que tenha interesse conflitante com o da Companhia será anulável, de forma que o acionista será responsável por eventuais danos causados bem como obrigado a transferir para a Companhia as vantagens que tiver auferido. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA companhia possui uma Política de Transações com Partes Relacionadas (Política), aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 13 de março de 2023 (disponível em http://ri.cyrela.com.br/governanca-corporativa/estatuto-codigos-e-politicas/), que tem por objetivo estabelecer as diretrizes e procedimentos que contribuam para assegurar que Transações com Partes Relacionadas sejam conduzidas dentro das melhores práticas de mercado, assegurando os interesses da Companhia, a igualdade e a transparência, bem como sejam conduzidas conforme a legislação e regulamentação vigentes. Nos termos da Política, o Conselho de Administração poderá, nas hipóteses em que entender adequado à análise e embasamento da Transação com Partes Relacionadas, solicitar informações ou avaliações adicionais, incluindo por meio de avaliações e laudos independentes e de consultas a alternativas de mercado à Transação com Partes Relacionadas. Adicionalmente, com relação a potenciais Conflitos de Interesses, as pessoas envolvidas no processo decisório relativo à aprovação de Transações com Partes Relacionadas que se encontraram em situação de Conflito de Interesses devem: (i) declarar sua condição ao órgão responsável pela deliberação explicando seu envolvimento na transação e fornecendo detalhes da transação e das partes envolvidas: (ii) abster-se de votar na deliberação e (iii) abster-se de participar nas discussões a respeito da aprovação, pela Companhia, da Transação com Parte Relacionada, devendo, inclusive, quando for o caso, retirar-se da reunião enquanto a discussão estiver ocorrendo. Adicionalmente, a Política determina expressamente que reestruturações societárias envolvendo Partes Relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. Contudo, não há previsão expressa na Política com relação a proibição a empréstimos em favor dos acionistas controladores da Companhia e de seus administradores. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia dispõe de Política de Negociação de Valores Mobiliários, aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 12 de maio 2021, conforme atualizada em 13 de março de 2023, e elaborada em conformidade com as normas aplicáveis, em especial a Resolução CVM n.º 44/21 ("Política de Negociação"). Dentre outras regras e procedimentos, a Política de Negociação estabelece dinâmica segundo a qual as pessoas vinculadas que tenham dúvida sobre a existência ou a caracterização de informação privilegiada, e que pretendam negociar valores mobiliários de emissão da Companhia, fora dos períodos de vedação à negociação e, deverão, com 3 dias de antecedência de cada operação, contatar o Diretor de Relações com Investidores e: (i) informar a data na qual deseja negociar valores mobiliários: (ii) descrever o tipo, classe e espécie de valores mobiliários que serão objeto da operação (iii) indicar a natureza da operação e sumarizar os aspectos principais do negócio, incluindo a quantidade e o objetivo visado e (iv) questionar se há qualquer impedimento ou período de restrição na realização da operação nos moldes previstos. A Política de Negociação encontra-se disponível para consulta nos sites da CVM e de relações com investidores da Companhia (https://ri.cyrela.com.br/governanca-corporativa/estatuto-codigos-e-politicas/). |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Política de Doações e Patrocínios foi aprovada pelo Conselho de Administração, em reunião realizada em 04 de novembro de 2021 (disponível em http://ri.cyrela.com.br/governanca-corporativa/estatuto-codigos-e-politicas/). A política estabelece diretrizes e responsabilidades a serem observadas na prática de doações e patrocínios pelo grupo Cyrela. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| AFONSO SANT'ANNA BEVILAQUA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| ELIE HORNGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| FERNANDO GOLDSZTEINGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| GEORGE ZAUSNERGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| JOÃO CESAR DE QUEIROZ TOURINHOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| MARCELA DUTRA DRIGO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| RAFAEL NOVELLINOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| RICARDO CUNHA SALES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| ROGÉRIO FROTA MELZIGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
| SÉRGIO AGAPITO LIRES RIALGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 30/04/2026 | AGO que aprovar as contas do exercício social de 2027 |
Diretoria 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CELSO ANTONIO ALVESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/05/2026 | 1ª reunião do Conselho de Administração após a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2028 |
| EFRAIM HORNGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 20/05/2026 | 1ª reunião do Conselho de Administração após a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2028 |
| FELIPE RUSSO DE ALMEIDA CUNHAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/05/2026 | 1ª reunião do Conselho de Administração após a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2028 |
| MIGUEL MAIA MICKELBERGGin | Diretoria | 15 - Diretor Financeiro / Diretor de Relações com Investidores | 20/05/2026 | 1ª reunião do Conselho de Administração após a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2028 |
| RAFAELLA NOGUEIRA DE CARVALHO CORTIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 20/05/2026 | 1ª reunião do Conselho de Administração após a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2028 |
| RAPHAEL ABBA HORNGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 20/05/2026 | 1ª reunião do Conselho de Administração após a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2028 |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| DANIEL BRUNO DE MOURAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2026 |
| GUILHERME BOTTREL PEREIRA TOSTESGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2026 |
| LIVIA XAVIER DE MELLOGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 30/04/2026 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2026 |
| LUCIANO DOUGLAS COLAUTOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2026 |
| LUIZ AUGUSTO MARQUES PAESGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2026 |
| MARCOS SAMPAIO DE ALMEIDA PRADOGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 30/04/2026 | Até a AGO que aprovar as contas do exercício social de 2026 |
Comitês 3 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AFONSO SANT'ANNA BEVILAQUAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MARCELA DUTRA DRIGOGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| RAFAELLA NOGUEIRA DE CARVALHO CORTIGin | Outros |
| ROSANGELA DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia e Finanças
| Nome | Cargo |
|---|---|
| AFONSO SANT'ANNA BEVILAQUAGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| JOÃO CESAR DE QUEIROZ TOURINHOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MIGUEL MAIA MICKELBERGGin | Outros |
| RICARDO CUNHA SALESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SÉRGIO AGAPITO LIRES RIALGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Pessoas e Sustentabilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CELSO ANTONIO ALVESGin | Outros |
| MARCELA DUTRA DRIGOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RAFAEL NOVELLINOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROGÉRIO FROTA MELZIGin | Outros |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 9 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 5 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 10 | 0 |
| Diretoria | 0 | 6 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 3 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 9 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 10 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 2 | 10 | 6 |
| Salário ou pró-labore | 163.669 | 5.942.499 | 3.273.372 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 2.240.913 | 4.945.370 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 26.301.550 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 163.669 | 8.183.411 | 34.520.292 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 4 | 10 | 6 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 6 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 26.301.550 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 26.301.550 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2022 | DeloiteTouche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 01/04/2019 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 01/04/2019 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 31/03/2021 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 01/04/2019 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 23/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 01/02/2018 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 23/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/01/2017 |
| 2017 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU | 49928567000111 | Nacional | 23/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217002253 | Nacional | 27/01/2017 |
| 2016 | Delloite Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 17/04/2015 |
| 2015 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES | 61366936000125 | Nacional | 02/01/2012 |
| 2015 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/04/2009 → 31/12/2011 |
| 2014 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES | 61366936000125 | Nacional | 02/01/2012 |
| 2014 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/04/2009 → 31/12/2011 |
| 2013 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES | 61366936000125 | Nacional | 02/01/2012 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes | 61366936000125 | Nacional | 10/04/2009 → 31/12/2011 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes SS | 61366936000125 | Nacional | 10/04/2009 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes SS | 61366936000125 | Nacional | 10/04/2009 |
| 2010 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes SS | 61366936000125 | Nacional | 10/04/2009 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 2 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 1 | 0 |
| 2015 | 2 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 73.710 |
| Acionistas pessoa jurídica | 678 |
| Investidores institucionais | 1.108 |
| Ações ordinárias em circulação | 256.078.097 (66,69%) |
| Ações preferenciais em circulação | 48.433.767 (69,74%) |
| Total em circulação | 304.511.864 (67,16%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (30/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 07/11/2022 | 0 | 750.000.000 | 0 | 750.000.000 |
| Capital Emitido | 05/06/2026 | 6.184.224.000 | 384.000.000 | 69.446.450 | 453.446.450 |
| Capital Integralizado | 05/06/2026 | 6.184.224.000 | 384.000.000 | 69.446.450 | 453.446.450 |
| Capital Subscrito | 05/06/2026 | 6.184.224.000 | 384.000.000 | 69.446.450 | 453.446.450 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 3 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| EFRAIM HORN | Co-Presidente | RAPHAEL ABBA HORN | Co-Presidente | CYRELA BRAZIL REALTY SA EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES | Sogra ou Sogro (2º grau por afinidade) |
| ELIE HORN | Co Presidente do Conselho de Administração | EFRAIM HORN | Co-Presidente | CYRELA BRAZIL REALTY SA EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
| ELIE HORN | Co Presidente do Conselho de Administração | RAPHAEL ABBA HORN | Co-Presidente | CYRELA BRAZIL REALTY SA EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
Transações com partes relacionadas 104 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Precon Engenharia S.A | Coligada | 02/02/2026 | 84.547.787 | — | — | - |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Coligada | 31/03/2026 | 65.400.094 | — | — | INCC e IPCA |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Coligada | 10/02/2026 | 45.892.224 | — | — | INCC |
| Plano & Plano Desenvolvimento Imobiliários S.A | Coligada | 31/12/2025 | 33.595.152 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 32.575.064 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Rjz Jcgontijo Empreendimentos Imobiliária Ltda | Controlada | 05/08/2025 | 32.328.560 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 32.328.560 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 02/05/2024 | 31.667.381 | — | — | Inexiste |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 19.183.246 | — | — | Não se Aplica |
| Ebm Incorporacoes S.A. | Coligada | 31/12/2025 | 16.916.748 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 095 Empreendimentos Imobiliários | Coligada | 31/12/2025 | 10.628.145 | — | — | Não se Aplica |
| Lyon Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 01/10/2025 | 9.987.961 | — | — | Não se Aplica |
| Piemonte Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 6.069.500 | — | — | Não se Aplica |
| Lavvi Empreendimentos Imobiliários S.A | Coligada | 23/03/2026 | 5.729.606 | — | — | INCC |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 4.596.293 | — | — | Não se Aplica |
| Mac Empreendimentos Imobiliários Ltda | Coligada | 17/06/2024 | 4.567.485 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 037 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 02/12/2025 | 4.293.982 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 3.934.719 | — | — | Não se Aplica |
| Goldsztein Cyrela Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 05/08/2025 | 3.784.016 | — | — | Não se Aplica |
| Olamp Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 05/11/2025 | 3.750.000 | — | — | Não se Aplica |
| Living Cantagalo Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 05/11/2025 | 3.712.275 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 057 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 05/11/2024 | 2.404.979 | — | — | Não se Aplica |
| Pionner-4 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 02/12/2025 | 2.037.136 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 1.896.041 | — | — | Não se Aplica |
| Living Salinas Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 1.529.606 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 979.778 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr117 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 874.370 | — | — | Não se Aplica |
| CBR 165 EMP IMOB | Controlada | 31/12/2025 | 648.458 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 639.897 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 594.963 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 525.081 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 191 Emp Imob | Controlada | 31/12/2025 | 483.592 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 438.040 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 424.286 | — | — | Não se Aplica |
| Roque Petroni Do Brasil Projetos Imob. Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 384.166 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Rjz Construtora E Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 381.848 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 018 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 369.214 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 190 Emp Imob | Controlada | 31/12/2025 | 367.221 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 017 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 271.054 | — | — | Não se Aplica |
| Lyon Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 245.391 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty Rjz Empreendimentos Imobiliária Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 238.543 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 057 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 237.504 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 076 Empreendimentos Imobiliarios Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 217.106 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 125 Empreendimentos Imobiliarios Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 214.417 | — | — | Não se Aplica |
| Goldsztein Cyrela Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 200.821 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Camelia Empreendimentos Imob | Controlada | 31/12/2025 | 190.878 | — | — | Não se Aplica |
| Seller Consultoria Imobiliária E Representações Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 176.081 | — | — | Não se Aplica |
| CBR 174 EMP IMOB | Controlada | 31/12/2025 | 154.037 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 058 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 152.140 | — | — | Não se Aplica |
| Madinina Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 147.400 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 212 Emp Imob Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 133.499 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 179 Emp Imob | Controlada | 31/12/2025 | 116.392 | — | — | Não se Aplica |
| Living 006 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 115.196 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Bentevi Empreendimentos Imobiliária Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 112.119 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 190 Emp Imob | Controlada | 31/12/2025 | 108.432 | — | — | Não se Aplica |
| Pionner-4 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 105.336 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Lotus Empreendimentos Imobil | Controlada | 31/12/2025 | 98.569 | — | — | Não se Aplica |
| Living Cantagalo Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 86.752 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Cristal Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 81.061 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 050 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 72.413 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 082 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 67.360 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Indonesia Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 66.582 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Monza Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 63.931 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 060 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 45.725 | — | — | Não se Aplica |
| Living Emp. Imob. Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 36.500 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 083 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 28.366 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Asessippi Empreendimentos Im | Controlada | 31/12/2025 | 25.916 | — | — | Não se Aplica |
| Olamp Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 22.703 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 096 Empreendimentos Imobiliários | Controlada | 03/07/2025 | 20.808 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 081 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 20.409 | — | — | Não se Aplica |
| Piemonte Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 15.869 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Recife Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 15.331 | — | — | Não se Aplica |
| Cyma Desenvolvimento Imobiliário S/A | Controlada | 31/12/2025 | 14.953 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr142 Emp.Imob Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 14.713 | — | — | Não se Aplica |
| Living Barbacena Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 7.560 | — | — | Não se Aplica |
| Cashme Soluções Financeiras S.A | Controlada | 31/12/2025 | 5.250 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Portugal Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 5.119 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Rjz Jcgontijo Empreendimentos Imobiliária Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 3.922 | — | — | Não se Aplica |
| Alleric Participacoes Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 3.559 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr105 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 2.132 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 037 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 1.672 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 031 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 1.444 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 096 Empreendimentos Imobiliários | Controlada | 31/12/2025 | 870 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 124 Empreendimentos Imobiliarios Ltda | Controlada | 31/12/2025 | 300 | — | — | Não se Aplica |
| Cyrela Brazil Realty S/A. | Controlada | 31/12/2025 | 75 | — | — | Não se Aplica |
| Flamingo Investimento Imobiliária Ltda | Controlada | 02/08/2023 | 0 | — | — | Não se Aplica |
| Cbr 018 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 25/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Living Barbacena Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Living Salinas Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 30/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Madinina Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 21/11/2025 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 058 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 30/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 096 Empreendimentos Imobiliários | Controlada | 14/11/2025 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 124 Empreendimentos Imobiliarios Ltda | Controlada | 25/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 125 Empreendimentos Imobiliarios Ltda | Controlada | 31/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 076 Empreendimentos Imobiliarios Ltda | Controlada | 31/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 082 Empreendimentos Imobiliários Ltda | Controlada | 31/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cyrela Asessippi Empreendimentos Im | Controlada | 30/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cyrela Lotus Empreendimentos Imobil | Controlada | 10/02/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| CBR 174 EMP IMOB | Controlada | 25/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| CBR 165 EMP IMOB | Controlada | 25/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 179 Emp Imob | Controlada | 25/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Cbr 212 Emp Imob Ltda | Controlada | 30/03/2026 | 0 | — | — | 100% do CDI |
| Sk Realty Empreendimentos Imobiliários Ltda | Coligada | 08/12/2025 | 0 | — | — | 100% do CDI + 1,72% |
| Maremar - Administracao De Bens S/S | Coligada | 31/03/2023 | 0 | — | — | IGPM-DI + 1% |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| Ação | Estados Unidos | OTC Pink | Securities and Exchange Commission (SEC) | 01/10/1996 | 3,72% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2024.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 12.043 | 13.417 | 13.830 | 14.387 | 13.421 | 12.730 | 11.880 | 10.402 | 9.829 | 9.988 | 11.434 | 13.841 | 16.560 | 17.371 | 21.241 | 26.110 |
| Ativo circulante | 8.190 | 9.093 | 9.738 | 8.689 | 8.644 | 8.439 | 7.917 | 6.641 | 5.920 | 5.353 | 6.059 | 7.961 | 9.167 | 9.768 | 12.115 | 14.870 |
| Caixa e equivalentes | 243 | 265 | 1.244 | 1.330 | 919 | 829 | 514 | 196 | 174 | 212 | 200 | 206 | 129 | 242 | 532 | 727 |
| Aplicações financeiras | 607 | 593 | 488 | 230 | 353 | 1.326 | 1.017 | 1.047 | 1.231 | 1.153 | 1.642 | 2.299 | 2.728 | 2.462 | 2.521 | 3.255 |
| Contas a receber | 4.256 | 5.057 | 4.876 | 4.575 | 4.193 | 2.888 | 2.615 | 2.069 | 1.336 | 1.252 | 1.355 | 1.724 | 2.151 | 2.858 | 3.701 | 4.578 |
| Estoques | 3.077 | 3.024 | 2.984 | 2.422 | 3.032 | 3.169 | 3.657 | 3.218 | 3.094 | 2.638 | 2.700 | 3.499 | 3.821 | 3.701 | 4.763 | 5.775 |
| Tributos a recuperar | 0 | 86 | 89 | 91 | 112 | 72 | 18 | 16 | 15 | 18 | 14 | 16 | 18 | 10 | 11 | 10 |
| Despesas antecipadas | 8 | 11 | 6 | 5 | 8 | 9 | 13 | 12 | 9 | 13 | 15 | 22 | 33 | 31 | 74 | 50 |
| Realizável a longo prazo | 3.587 | 4.031 | 3.822 | 4.742 | 3.810 | 3.320 | 2.908 | 2.823 | 2.937 | 3.699 | 3.215 | 3.650 | 4.803 | 4.829 | 5.692 | 7.335 |
| Investimentos | 6 | 7 | 8 | 708 | 695 | 746 | 903 | 837 | 876 | 815 | 2.066 | 2.070 | 2.246 | 2.439 | 3.126 | 3.157 |
| Imobilizado | 169 | 197 | 174 | 157 | 171 | 140 | 86 | 61 | 69 | 92 | 73 | 124 | 129 | 146 | 160 | 640 |
| Intangível | 91 | 88 | 88 | 91 | 101 | 85 | 66 | 40 | 27 | 28 | 21 | 36 | 215 | 188 | 148 | 109 |
| Passivo circulante | 3.922 | 4.156 | 4.290 | 3.887 | 4.060 | 3.038 | 2.276 | 2.203 | 1.680 | 2.190 | 2.106 | 2.562 | 3.702 | 3.454 | 3.702 | 3.869 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 0 | 100 | 93 | 109 | 101 | 66 | 49 | 42 | 39 | 51 | 50 | 108 | 174 | 183 | 225 | 249 |
| Fornecedores | 136 | 236 | 282 | 318 | 312 | 254 | 209 | 115 | 122 | 135 | 152 | 219 | 248 | 319 | 249 | 276 |
| Dívida de curto prazo | 878 | 1.143 | 932 | 907 | 1.301 | 1.233 | 1.135 | 1.280 | 299 | 553 | 563 | 720 | 1.519 | 1.406 | 1.005 | 1.502 |
| Passivo não circulante | 3.439 | 4.338 | 4.147 | 4.306 | 2.993 | 3.013 | 2.837 | 1.833 | 2.612 | 2.622 | 3.531 | 4.477 | 5.159 | 5.417 | 7.589 | 10.774 |
| Dívida de longo prazo | 2.555 | 3.446 | 3.287 | 3.306 | 2.574 | 2.508 | 2.289 | 1.294 | 2.072 | 1.952 | 2.140 | 2.922 | 3.360 | 3.752 | 4.970 | 7.215 |
| Patrimônio líquido | 4.682 | 4.923 | 5.393 | 6.194 | 6.368 | 6.679 | 6.767 | 6.365 | 5.538 | 5.175 | 5.797 | 6.802 | 7.699 | 8.500 | 9.949 | 11.467 |
| Receita líquida | 4.890 | 6.127 | 5.838 | 5.372 | 5.818 | 4.341 | 3.195 | 2.674 | 3.146 | 3.931 | 3.824 | 4.791 | 5.412 | 6.253 | 7.966 | 9.423 |
| EBIT | 749 | 731 | 921 | 1.002 | 960 | 673 | 239 | 17 | 52 | 590 | 2.205 | 1.063 | 913 | 1.125 | 1.993 | 2.296 |
| Lucro líquido | 685 | 592 | 779 | 894 | 831 | 593 | 245 | -11 | 6 | 534 | 1.829 | 1.017 | 859 | 1.106 | 1.921 | 2.396 |
| Fluxo de caixa operacional | -244 | -154 | 754 | 267 | 1.036 | 649 | 6 | 579 | 864 | 689 | 2.130 | -397 | -403 | -616 | 63 | -358 |
| Fluxo de caixa de investimento | -277 | -186 | 929 | 109 | -420 | -323 | 281 | 283 | -151 | 80 | -1.570 | -472 | -758 | 577 | -85 | -394 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 550 | 364 | -704 | -204 | -1.027 | -417 | -602 | -1.181 | -735 | -731 | -572 | 875 | 1.084 | 151 | 311 | 948 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,21 | 23,32 | 23,35 | 23,39 | 23,32 | 23,27 | 23,20 | 23,07 | 23,01 | 23,02 | 23,16 | 23,35 | 23,53 | 23,58 | 23,78 | 23,99 |
| Tamanho (receita) | 22,31 | 22,54 | 22,49 | 22,40 | 22,48 | 22,19 | 21,88 | 21,71 | 21,87 | 22,09 | 22,06 | 22,29 | 22,41 | 22,56 | 22,80 | 22,97 |
| Alavancagem | 0,29 | 0,34 | 0,31 | 0,29 | 0,29 | 0,29 | 0,29 | 0,25 | 0,24 | 0,25 | 0,24 | 0,26 | 0,29 | 0,30 | 0,28 | 0,33 |
| Liquidez corrente | 2,09 | 2,19 | 2,27 | 2,24 | 2,13 | 2,78 | 3,48 | 3,01 | 3,52 | 2,44 | 2,88 | 3,11 | 2,48 | 2,83 | 3,27 | 3,84 |
| ROA | 0,06 | 0,04 | 0,06 | 0,06 | 0,06 | 0,05 | 0,02 | -0,00 | 0,00 | 0,05 | 0,16 | 0,07 | 0,05 | 0,06 | 0,09 | 0,09 |
| ROE | 0,15 | 0,12 | 0,14 | 0,14 | 0,13 | 0,09 | 0,04 | -0,00 | 0,00 | 0,10 | 0,32 | 0,15 | 0,11 | 0,13 | 0,19 | 0,21 |
| Margem líquida | 0,14 | 0,10 | 0,13 | 0,17 | 0,14 | 0,14 | 0,08 | -0,00 | 0,00 | 0,14 | 0,48 | 0,21 | 0,16 | 0,18 | 0,24 | 0,25 |
| Caixa / ativos | 0,02 | 0,02 | 0,09 | 0,09 | 0,07 | 0,07 | 0,04 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,02 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,03 | 0,03 |
| Tangibilidade | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,01 | 0,02 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
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| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 09/11/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 23/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 2 | 19/11/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 2 | 15/08/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |