CPFL ENERGIA SA
CNPJ 02429144000193 · código CVM 18660Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 18/05/2000 |
| Setor de atividade | Emp. Adm. Part. - Energia Elétrica |
| Listagem na B3 (início) | 18/05/2000 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 95,8% |
| Auditor independente (2026) | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.cpfl.com.br ↗ |
Respostas no ano 2021
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 75,0% | 34 | 9 | 7 | 4 | 36 | Básico |
| 2019 | 77,0% | 35 | 8 | 7 | 4 | 35 | Básico |
| 2020 | 79,6% | 35 | 6 | 8 | 5 | 32 | Básico |
| 2021 | 82,6% | 35 | 5 | 6 | 8 | 28 | Básico |
| 2022 | 91,5% | 40 | 1 | 6 | 7 | 27 | Básico |
| 2023 | 91,5% | 40 | 1 | 6 | 7 | 27 | Básico |
| 2024 | 95,7% | 43 | 0 | 4 | 7 | 26 | Básico |
| 2025 | 95,8% | 44 | 0 | 4 | 6 | 27 | Básico |
Acionistas
6 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
8 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaO Plano de Sustentabilidade, demandado pelo Conselho de Administração em 2019, define diretrizes, integradas ao Planejamento Estratégico da companhia, para o desenvolvimento dos negócios e a realização de investimentos de forma alinhada aos nossos valores e às tendências globais de promoção do desenvolvimento sustentável. Ele é estruturado por três pilares que sustentam a maneira como conduzimos nossos negócios e executamos nossa estratégia visando à perenidade e à criação de valor no longo prazo: Energias Sustentáveis, Soluções Inteligentes e Valor Compartilhado. Dentro desses pilares, assumimos 15 compromissos públicos para contribuir para o crescimento econômico, social e ambiental em toda a cadeia de valor. O Conselho e um de seus comitês de assessoramento, o Comitê de Estratégia e Processos de Gestão, acompanham a implementação do Plano e outras iniciativas relacionadas ao tema. Como principais instâncias responsáveis pela gestão da sustentabilidade pela Diretoria Executiva da Companhia, destacamos o Comitê de Sustentabilidade e a Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, sob a Vice-Presidência Jurídica e de Relações Institucionais. As exposições aos riscos são monitoradas no Mapa Corporativo de Riscos e reportadas periodicamente nos foruns executivos, incluindo Reunião de Diretoria, Comitê de Gestão de Riscos que é um órgão de assessoramento do Conselho de Administração, e o próprio Conselho de Administração, bem como sob demanda ao Conselho Fiscal. Em caso de eventual ultrapassagem desses limites, o diretor responsável pelo risco deve preencher o Formulário de Extrapolação de Limites de Risco e encaminhá-lo à Diretoria de Auditoria, Riscos, Compliance e DPO para avaliação, bem como tomar as providências para que a Diretoria Executiva da CPFL Energia tome conhecimento da ultrapassagem do limite de risco e dos planos de mitigação propostos. Caso o plano de mitigação proposto não seja suficiente, o diretor responsável pelo risco deverá propor ações alternativas. Ademais, deverá acompanhar a implantação dos planos de mitigação sinalizados. A Diretoria de Auditoria, Riscos, Compliance e DPO, além de monitorar periodicamente a exposição do risco, deverá avaliar o Formulário de Extrapolação de Limites de Risco preenchido pelo Diretor responsável pelo risco: acompanhar e reportar os planos de mitigação sinalizados para reenquadramento das exposições aos limites aprovados e comunicar a ultrapassagem do limite e respectivos planos de mitigação ao Conselho de Administração da CPFL Energia e/ou Comitê (s) de Assessoramento, após avaliação pela Diretoria Executiva. As exposições aos riscos relacionados ao Programa de Integridade são analisados pelo Comitê de Ética e Conduta Empresarial. No que tange a eficácia do Programa de Integridade /conformidade da Companhia, os resultados dos trabalhos são reportados ao Conselho de Administração trimestralmente e ao Conselho Fiscal sob demanda. Por último, o sistema de governança corporativa da Companhia é revisto periodicamente, de acordo com as demandas e necessidades de adequação da Companhia, embora não exista uma periodicidade formal para a realização dessa revisão. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO Conselho de Administração da Companhia é formado por 2 (dois) conselheiros internos, 3 (três) conselheiros externos e 2 (dois) membros independentes. Os membros independentes obedecem às regras previstas no Regulamento do Novo Mercado, que determina que as companhias devem contar com, no mínimo, 2 (dois) conselheiros independentes ou 20% (vinte por cento) do total de membros, o que for maior. Dessa forma, a Companhia não apenas observa as práticas de governança corporativa como se beneficia da expertise dos especialistas de mercado na sua administração. O Estatuto Social da Companhia determina, em seu art. 15, caput, os conselheiros possuem mandato unificado de 2 (dois) anos, sendo permitida a reeleição, assim como os demais membros do Conselho de Administração. Todavia, a cada eleição verifica-se a independência dos Conselheiros através da análise de participação de cada conselheiro independente como conselheiros, diretores ou acionistas de outras companhias ou de companhias do mesmo grupo econômico da Companhia. A Companhia entende que essa forma de verificação é adequada e suficiente para a manutenção da parcela independente de seu Conselho de Administração. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia segue as regras instituídas pela Lei 6.404/76, Regulamento do Novo Mercado e Instruções da CVM sobre a indicação dos membros do Conselho de Administração. Além disso, as discussões no Conselho de Administração sobre potenciais novas indicações de conselheiros avaliam também a disponibilidade do candidato para as atividades realizadas pelos conselheiros da Companhia, dado que o Conselho de Administração da Companhia é muito ativo, se reunindo pelo menos 12 (doze) vezes ao ano, conforme disposto no art. 18, caput, do Estatuto Social da Companhia. O Conselho possui conselheiros de culturas latino-americana e asiática e conta com as recomendações do Comitê de Gestão de Pessoas, que desenvolve discussões com vistas a ampliar a participação de funcionários de diferentes gêneros, grupos sociais e faixas etárias em posições-chave e de liderança na Companhia. Está sob a análise da Companhia a política de indicação de seus Conselheiros. A sua aprovação e divulgação ao mercado será feita oportunamente. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaNo último mês de cada exercício social, o Presidente do respectivo órgão, com o auxílio da Secretaria de Governança Corporativa, encaminha aos seus membros um questionário de avaliação para ser preenchido individualmente. Os resultados desta avaliação são posteriormente divulgados a todos os membros dos órgãos, com o objetivo de aprimorar cada vez mais o desempenho desses órgãos. A avaliação abrange: (i) a configuração do órgão e suas reuniões: (ii) a interação do órgão com os demais Agentes de Governança Corporativa (iii) o monitoramento de assuntos relevantes para Companhia e (iv) a performance do membro. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia mantém um plano de sucessão do diretor-presidente atualizado anualmente sob a coordenação do Presidente do Conselho de Administração. O último plano foi aprovado na 395ª Reunião do Conselho de Administração e sua última atualização ocorreu em 18/12/2019. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaOs novos membros do Conselho de Administração da Companhia participam de atividades de integração que envolvem a(i) apresentação do executivo para os principais integrantes da Companhia, (ii) exposição sobre o segmento de atuação e atividades desenvolvidas pela Companhia, (iii) apresentação da estrutura societária e (iv) exposição acerca da organização e funcionamento internos. Este programa de integração também é feito para executivos-seniores. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração tem em seu Item VII.2. a seguinte disposição: As atas serão redigidas com clareza, registrarão todos os assuntos tratados e as decisões tomadas. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaEssa avaliação não é destinada somente ao Diretor-Presidente, mas todos os diretores recebem essa mesma avaliação. A última avaliação foi realizada em dezembro de 2020. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO resultado da última avaliação realizada em Reunião do Conselho de Administração em dezembro de 2020 foi apresentado na 435ª RCA, realizada em 28/01/2021. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaO Conselho de Administração da Companhia recebe anualmente as propostas de remuneração global dos Diretores Estatutários pela Diretoria de RH para o ciclo seguintes e discute e aprova a remuneração total dos Diretores Estatutários da Companhia considerando, além da remuneração fixa : (i) benefícios, (ii) incentivos de curto prazo e (iii) incentivos de longo prazo. A remuneração fixa é baseada em pesquisa de mercado realizadas anualmente por consultorias especializadas. A remuneração variável é composta por (i) benefícios diretos e indiretos, (ii) incentivos de curto prazo e (iii) incentivos de longo prazo, conforme descrito no Item 13.1 do Formulário de Referência de 2020, arquivado na CVM em 05/08/2020. Além disso, o Conselho pode reavaliar a remuneração e as vantagens conferidas aos Diretores. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaConforme aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia, Diretores Estatutários da Companhia, além da remuneração fixa mensal, fazem jus a (i) benefícios, (ii) incentivos de curto prazo e (iii) incentivos de longo prazo, concedidos de acordo com as metas estipuladas pela administração. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA Companhia está aderente à pratica uma vez que o Conselho de Administração é responsável pela definição e aprovação da remuneração da Diretoria Estatutária, bem como os limites de risco. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
7 Sim · 2 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Conselho Fiscal da Companhia tem funções semelhantes a de um audit committee, conforme descritas no Item 4.1. do Regimento Interno do Conselho Fiscal disponível no site de Relação com Investidores da Companhia. Há, também, a Gerência de Auditoria Interna, cuja atualçao está descrita no item 5.1 do Formulário de Referência da Companhia publicado no site da CVM em 05/08/2020. Apesar disso, em função do compromisso com seus acionistas, investidores e o mercado, a Companhia está estruturando e implementando um Comitê de Auditória não estatutário para assessorar o Conselho de Administração no acompanhamento e controle de qualidade dos controles internos, demonstrações financeiras, gestão de risco e compliance. |
Não |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração.
justificativa da empresaAs atas das reuniões do Conselho Fiscal da Companhia são redigidas com clareza, registrando os assuntos tratados e seus respectivos comentários. Porém, a divulgação ocorre somente em ocasiões específicas, como, por exemplo, em operações de fusão, cisão ou incorporação, conforme a Instrução CVM 481. A Companhia entende que as divulgações atualmente realizada são suficientes para a tomada de decisões dos investidores. |
Não |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaO Departamento de Auditoria Interna reporta e responde primordialmente ao Conselho de Administração, enquanto as matérias do dia a dia são conduzidas com a supervisão do Diretor Presidente. Os auditores independentes reportam ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaMonitoramento das exposições é feito através do uso de indicadores e/ou modelos para simulação ou projeção de cenários de risco, com base nas diretrizes previstas na Política de Gestão Corporativa de Riscos. Além disso, a Companhia trabalha com limites de exposição a estes riscos, aprovados pelo Conselho de Administração. Em casos de aumento da exposição ou extrapolação de limites, planos de mitigação devem ser estruturados pelas áreas de negócio, em conjunto com a Diretoria de Auditoria Interna, Riscos, Compliance e DPO e, posteriormente, reportados ao Conselho de Administração, nos termos da Política de Gestão de Riscos Corporativos. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração da Companhia orienta a condução dos negócios, observando, dentre outros, o monitoramento dos riscos empresariais, exercido através do modelo de gerenciamento corporativo de risco adotado pela Companhia, delibera sobre as metodologias de limite de risco recomendadas pela Diretoria Executiva, além de conhecer as exposições e planos de mitigação apresentados em caso de eventual ultrapassagem desses limites. Adicionalmente, cabe ao Conselho de Administração tomar conhecimento e acompanhar eventuais importantes fragilidades de controles e/ou processos, assim como falhas de aderência regulatória relevantes acompanhando planos propostos pela Diretoria Executiva para saná-los, previamente analisados pelo Comitê de Riscos. A última apreciação das políticas de conformidade/integridade pelo Conselho de Administração da Companhia foi realizada em 12 de novembro de 2020. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaCabe à Diretoria da Companhia as seguintes medidas para garantir a eficácia das políticas e o sistema de Controles Internos: Aprovar o escopo anual dos trabalhos, no que diz respeito à extensão (seleção de processos), prazos, materialidade, estratégia de testes: Acompanhar periodicamente a evolução dos trabalhos através de apresentações feitas em Reunião de Diretoria e relatórios emitidos pela Diretoria de Auditoria, Riscos, Compliance e DPO: Garantir a implantação de ações definidas pelos gestores a eles subordinados Efetuar a certificação ascendente no período definido e Patrocinar as melhorias no ambiente de controles internos buscando sempre o equilíbrio entre a eficácia dos processos, dos controles e dos custos, bem como o alinhamento com os objetivos estratégicos da Companhia. A última apreciação das avaliações da Diretoria foi realizada em 15/04/2021. Além disso, o mapa de risco com indicações de hits de incidentes de risco operacional e os planos de ação de cada área é avaliado, discutido e aprovado pela Diretoria. Cabe à Diretoria da Companhia as seguintes medidas para garantir a eficácia das políticas e o sistemas de gerenciamento de riscos: recomendar indicadores de risco e metodologias de limite ou limites de risco ao Conselho de Administração da CPFL Energia para deliberação observar os limites de risco definidos, devendo tomar as medidas necessárias para evitar que a exposição aos riscos exceda tais limites e reportar eventuais ultrapassagens ao Conselho de Administração da CPFL Energia, apresentando ações de mitigação recomendar alterações no Mapa Corporativo de Riscos ao Conselho de Administração da CPFL Energia para deliberação e submeter ao Conselho de Administração da CPFL Energia assuntos que julgar pertinentes para o efetivo monitoramento dos riscos corporativos. No que tange a eficácia do Programa de integridade /conformidade da Companhia, os resultados dos trabalhos são reportados ao Conselho de Administração trimestralmente e ao Conselho Fiscal sob demanda |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
6 Sim · 1 Não · 4 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia possui o Comitê de Ética e Conduta Empresarial que é composto por cinco membros, sendo três vice-presidentes executivos da Companhia e dois membros externos e independentes. Sua atuação se dá através (i) do apoio às empresas do Grupo CPFL na disseminação, aplicação e defesa dos princípios éticos definidos no Código de Conduta Ética da Companhia, (ii) orientação e acompanhamento de apurações de denúncias de descumprimento do Código de Conduta Ética da Companhia, alisando seus resultados e recomendando, se entender necessário, a implantação de medidas disciplinares. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. justificativa da empresaAtualmente, a Companhia dispõe de Código de Conduta Ética que concentra as diretrizes éticas que devem seguidas pela Companhia e seus funcionários. Na visão a Companhia, abarcam substancialmente os pontos descritos pela prática recomendada, apesar de não adentrar especificamente em cada um deles. Além das disposições no Código, as questões de conflitos de interesses de administradores e abstenções de voto, são tratadas no Código de Conduta Ética da Companhia, e regulados em outros documentos da Companhia, como o Regimento Interno do Conselho de Administração. Adicionalmente, a Companhia dispõe do Código de Ética para Fornecedores. |
Parcialmente |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia conta com diversos canais de denúncia disponíveis 24 horas por dia e 7 dias por semana, a saber: (i) Telefone nº 0800 601 8670: (ii) site www.contatoseguro.com.br/cpflenergia: (iii) e-mail eticacpfl@contatoseguro.com.br e o aplicativo do Contato Seguro disponibilizado na Apple Store e Google Play. Todos esses canais são geridos pela empresa Contato Seguro, que garante a integridade e confidencialidade das informações, bem como o anonimato dos usuários e a independência durante todo o processo. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia, em seu Capítulo IV, define os papéis, funções e competência de cada um dos órgãos e dos agentes que os compõem. Essa separação é reforçada, ainda, pelos Regimentos Internos dos órgãos que contam com esse documento. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaA Companhia cumpre com as disposições da Lei 6.404/76 sobre conflito de interesses e, além disso, estabelece no Regimento Interno do Conselho de Administração e no Código de Conduta Ética os princípios acerca do conflito de interesses ou interesse particular a serem seguidos pelos conselheiros, executivos e funcionários da Companhia. Ademais, as diretrizes de governança corporativa determina que qualquer agente de governança deve zelar para os casos de conflito de interesses. |
Parcialmente |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaO Código de Conduta Ética possui previsões sobre o conflito de interesses nas votações submetidas à Assembleia Geral. Além disso, a Companhia dispõe em seu manual da Assembleia Geral a forma de tratamento para casos de conflito de interesse. Ainda, a Companhia possui os mecanismos de recebimento e processamento de denúncias de conflitos de interesses nos moldes estabelecidos pela Lei 6.404/76. |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes.
justificativa da empresaO art. 17, alínea n, do Estatuto Social da Companhia prevê a necessidade de autorização do Conselho de Administração para a celebração de contratos pela Companhia ou pelas sociedades direita ou indiretamente controladas por ela, com acionistas ou pessoas relacionadas a partir do valor de R$ 14.294.852,58, corrigida nos termos do Estatuto Social. As formas de aprovação ou rejeição de operações desse tipo seguem as disposições gerais sobre as regras de votação e conflitos de interesse que, na visão da Companhia, são substancialmente suficientes para o caso. |
Parcialmente |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA antiga política de transações com partes relacionadas da Companhia está sob revisão do Conselho de Administração. No entanto, a Companhia possui normas gerenciais internas para a realização de controle e fiscalização das operações com partes relacionadas. Adicionalmente, existe uma nova minuta de política que está em discussão com a Diretoria Executiva. Caso seja aprovada, será enviada para discussão e aprovação do Conselho de Administração da Companhia. |
Não |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaO departamento de Relacionamento com Investidores monitora mensalmente as negociações de valores mobiliários emitidos pela Companhia por pessoas vinculadas. Além disso, o RI circula avisos internos sobre períodos de vedação. Por fim, o departamento de Governança Corporativa da Companhia realiza questionário quando da posse dos Administradores da Companhia para verificar, entre outras informações, se o Administrador realiza negociações com esses valores mobiliários. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Código de Conduta Ética, em seus itens 21 e 24, proíbe o uso dos recursos da Companhia para o financiamento de atividades políticas. O Conselho de Administração aprovou a política de alçada, na qual a Diretoria tem liberdade para manejar os recursos previamente autorizados pelo Conselho. Além disso, o Instituto CPFL, mantido pela Companhia apresenta anualmente o seu orçamento e seu plano estratégico para o Conselho de Administração da Companhia. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANTONIO KANDIR IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até AGO 2027 |
| CLAUDIA ELISA DE PINHO SOARES IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até AGO 2027 |
| KEDI WANGGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2025 | Até AGO 2027 |
| SUN PENGGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
| YUSHENG WANGGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2025 | Até AGO 2027 |
| ZHONGHUA WEIGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
| GUSTAVO ESTRELLAGin | Conselho de Administração e Diretoria | 33 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Presidente | 29/04/2025 | Até AGO 2027 / 2 anos - até nova eleição pela RCA |
Diretoria 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| GUSTAVO ESTRELLAGin | Conselho de Administração e Diretoria | 33 - Conselheiro(Efetivo) e Dir. Presidente | 29/04/2025 | Até AGO 2027 / 2 anos - até nova eleição pela RCA |
| FLAVIO HENRIQUE RIBEIROGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | 2 anos - até nova eleição pela RCA |
| FUTAO HUANGGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | 2 anos - até nova eleição pela RCA |
| FUTAO HUANGGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | 2 anos - até nova eleição pela RCA |
| GUSTAVO PINTO GACHINEIROGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | 2 anos - até nova eleição pela RCA |
| KEDI WANGGin | Diretoria | 13 - Diretor Presidente / Diretor de Relações com Investidores | 14/05/2025 | 2 anos - até nova eleição por RCA |
| LUIS HENRIQUE FERREIRA PINTOGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 14/05/2025 | 2 anos - até nova eleição pela RCA |
| ROBERTO SARTORIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 13/08/2025 | 2 anos - até nova eleição pela RCA |
| VITOR FAGALI DE SOUZAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 13/08/2025 | 2 anos - até nova eleição pela RCA |
Conselho Fiscal 6 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| BRUNO VARELLAGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
| LUIZ CLAUDIO GOMES DO NASCIMENTOGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
| MINGMING CHENGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
| RAFAEL ALVES RODRIGUESGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
| RUIJUAN LIGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
| VINICIUS NISHIOKAGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO 2027 |
Comitês 5 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANTONIO KANDIRGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| CLAUDIA ELISA DE PINHO SOARESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| RICARDO FLORENCE DOS SANTOSGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Partes Relacionadas
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANTONIO KANDIRGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| CLAUDIA ELISA DE PINHO SOARESGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
| HONG ZHAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia, Finanças e Regulação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CARLOS VICTOR PEREIRA SICARD CYRINOGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| JUN QIGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| RAFAEL LAZZARETTIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ZHANG KAIHANGGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| ZHONGHUA WEIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Segurança, Risco e ESG
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GUSTAVO ESTRELLAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| MINGZHI HANGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| RENATO POVIA SILVAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SUN PENGGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| YUSHENG WANGGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| ZHANG LIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Nomeação e Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GUSTAVO HENRIQUE DE AGUIAR SABLEWSKIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| HONG ZHAGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| RODOLFO NARDEZ SIROLGin | Membro do Comitê (Suplente) |
| SUN PENGGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ZHANG LIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ZHONGHUA WEIGin | Membro do Comitê (Suplente) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 2 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 7 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 3 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 8 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 2 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 4 |
| Diretoria | 1 | 5 | 0 | 1 | 0 | 0 | 1 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 7 | 8 |
| Nº de membros remunerados | 2 | 2 | 6 |
| Salário ou pró-labore | 416.491 | 1.005.600 | 10.707.131 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 1.620.700 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 8.851.448 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 7.466.407 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 971.112 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 416.491 | 1.005.600 | 29.616.798 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Diretoria Estatutária | |
|---|---|
| Nº de membros | 8 |
| Nº de membros remunerados | 6 |
| Bônus — mínimo previsto | 6.638.586 |
| Bônus — máximo previsto | 13.277.171 |
| Bônus — se metas atingidas | 8.851.448 |
| Bônus — efetivo | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2025 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2024 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2023 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 20/01/2017 |
| 2022 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 20/01/2017 |
| 2021 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/04/2022 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 20/01/2017 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 21/12/2011 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 20/01/2017 |
| 2018 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 12/03/2012 → 13/03/2017 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 29/03/2017 |
| 2017 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 12/03/2012 → 13/03/2017 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 29/03/2017 |
| 2016 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 12/03/2012 |
| 2015 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 12/03/2012 |
| 2014 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 12/03/2012 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2007 → 11/03/2012 |
| 2013 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567000111 | Nacional | 12/03/2012 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2007 → 11/03/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2007 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2007 |
| 2010 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/04/2007 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 1 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 1 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 100.554 |
| Acionistas pessoa jurídica | 5.050 |
| Investidores institucionais | 1.192 |
| Ações ordinárias em circulação | 187.732.538 (16,29%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 187.732.538 (16,29%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (29/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 30/04/2021 | 0 | 365.660.306 | 0 | 365.660.306 |
| Capital Emitido | 27/06/2019 | 9.435.625.760 | 1.152.254.440 | 0 | 1.152.254.440 |
| Capital Integralizado | 28/04/2006 | 9.435.625.760 | 1.152.254.440 | 0 | 1.152.254.440 |
| Capital Subscrito | 27/06/2019 | 9.435.625.760 | 1.152.254.440 | 0 | 1.152.254.440 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações de subordinação 7 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| DAOBIAO CHEN | Presidente do Conselho de Administração | STATE GRID BRAZIL POWER PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| DAOBIAO CHEN | Presidente do Conselho de Administração | STATE GRID BRAZIL POWER PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| FUTAO HUANG | Diretor Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Excelência de Negócio | STATE GRID BRAZIL POWER PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| FUTAO HUANG | Diretor Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Excelência de Negócio | STATE GRID BRAZIL POWER PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| FUTAO HUANG | Diretor Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Excelência de Negócio | STATE GRID BRAZIL POWER PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| KEDI WANG | Diretora Vice-Presidente Financeira e de Relações com Investidores | STATE GRID BRAZIL POWER PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
| KEDI WANG | Diretora Vice-Presidente Financeira e de Relações com Investidores | STATE GRID BRAZIL POWER PARTICIPAÇÕES S.A. | Controlador Direto | Subordinação |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 4 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| State Grid Europe Limited | Entidades sob controle comum | 19/09/2025 | 3.000.000.000 | — | — | CNH + 1,98%a.a. |
| State Grid Europe Limited | Entidades sob controle comum | 19/12/2025 | 1.375.000.000 | — | — | CNH + 2,00%a.a. |
| State Grid Brazil Power Participações S.A. | Controladora | 06/03/2025 | 320.000.000 | — | — | CDI + 0,59% a.a. |
| Instituto CPFL | Entidades de terceiro setor | 31/12/2025 | 5.298.780 | 0 | — | N/A |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Listagens em mercados estrangeiros 1 valores mobiliários
| Valor mobiliário | País | Mercado | Administradora | Início da listagem | % do capital |
|---|---|---|---|---|---|
| ADR | Estados Unidos | Bolsa de Valores | New York Stock Exchange (NYSE) | 29/09/2004 | 2,9% |
Sem títulos de dívida no exterior em 2020.
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 20.057 | 27.413 | 31.076 | 31.043 | 35.099 | 40.532 | 42.171 | 41.283 | 42.212 | 44.078 | 49.107 | 66.120 | 71.146 | 74.971 | 77.129 | 81.100 |
| Ativo circulante | 3.898 | 5.363 | 5.630 | 7.264 | 9.215 | 12.509 | 11.379 | 9.581 | 9.402 | 10.341 | 13.812 | 15.553 | 15.180 | 18.051 | 16.552 | 16.616 |
| Caixa e equivalentes | 1.563 | 2.700 | 2.478 | 4.206 | 4.357 | 5.683 | 6.165 | 3.250 | 1.891 | 1.937 | 3.919 | 2.200 | 3.746 | 4.435 | 1.973 | 2.229 |
| Aplicações financeiras | 43 | 48 | 6 | 25 | 5 | 24 | 0 | 0 | 0 | 851 | 1.872 | 586 | 856 | 1.097 | 1.574 | 676 |
| Contas a receber | 1.816 | 1.874 | 2.269 | 2.008 | 2.251 | 3.175 | 3.766 | 4.301 | 4.548 | 4.986 | 5.207 | 5.425 | 5.071 | 6.190 | 5.884 | 6.244 |
| Estoques | 25 | 45 | 49 | 22 | 19 | 24 | 0 | 0 | 0 | 0 | 96 | 151 | 190 | 152 | 222 | 237 |
| Tributos a recuperar | 193 | 277 | 263 | 262 | 330 | 475 | 404 | 395 | 411 | 419 | 425 | 1.762 | 2.963 | 3.600 | 3.288 | 3.067 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 172 | 77 | 226 | 309 | 333 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 3.787 | 4.830 | 6.298 | 6.280 | 6.751 | 8.393 | 8.809 | 10.323 | 11.863 | 14.335 | 16.512 | 30.936 | 34.822 | 37.290 | 42.420 | 47.834 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 1.033 | 1.099 | 1.248 | 1.494 | 1.002 | 980 | 998 | 1.016 | 1.203 | 623 | 521 | 581 | 381 |
| Imobilizado | 5.786 | 8.292 | 9.612 | 7.717 | 8.878 | 9.173 | 9.713 | 9.787 | 9.457 | 9.084 | 8.798 | 8.755 | 10.614 | 10.136 | 9.752 | 9.376 |
| Intangível | 6.585 | 8.927 | 9.535 | 8.748 | 9.156 | 9.210 | 10.776 | 10.590 | 10.509 | 9.321 | 8.970 | 9.674 | 9.907 | 8.974 | 7.824 | 6.893 |
| Passivo circulante | 4.428 | 4.499 | 5.193 | 4.906 | 7.417 | 9.525 | 9.018 | 11.379 | 8.415 | 10.066 | 14.406 | 12.914 | 14.879 | 19.762 | 17.371 | 17.876 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 59 | 71 | 73 | 68 | 70 | 80 | 132 | 116 | 119 | 125 | 133 | 165 | 183 | 199 | 222 | 0 |
| Fornecedores | 1.047 | 1.240 | 1.691 | 1.885 | 2.374 | 3.161 | 2.728 | 3.297 | 2.398 | 3.260 | 3.910 | 4.270 | 3.228 | 3.692 | 3.891 | 4.098 |
| Dívida de curto prazo | 2.247 | 1.653 | 2.133 | 1.837 | 3.526 | 3.640 | 3.423 | 5.293 | 3.363 | 3.459 | 3.988 | 4.035 | 4.686 | 4.513 | 5.403 | 4.896 |
| Passivo não circulante | 8.879 | 14.361 | 17.475 | 17.339 | 18.297 | 20.877 | 22.780 | 18.718 | 21.264 | 20.729 | 20.465 | 36.400 | 38.727 | 35.210 | 37.964 | 39.719 |
| Dívida de longo prazo | 7.159 | 11.955 | 14.993 | 15.184 | 15.624 | 18.093 | 18.621 | 14.876 | 17.013 | 15.451 | 14.882 | 18.381 | 20.697 | 21.925 | 23.385 | 24.160 |
| Patrimônio líquido | 6.750 | 8.553 | 8.407 | 8.799 | 9.385 | 10.130 | 10.373 | 11.186 | 12.532 | 13.283 | 14.236 | 16.806 | 17.540 | 19.999 | 21.795 | 23.505 |
| Receita líquida | 12.024 | 12.764 | 15.055 | 14.634 | 17.306 | 20.206 | 19.112 | 26.745 | 28.137 | 29.932 | 30.898 | 39.210 | 39.354 | 39.743 | 42.628 | 44.368 |
| EBIT | 2.739 | 3.051 | 2.771 | 2.491 | 2.600 | 2.469 | 2.834 | 3.334 | 4.043 | 4.713 | 5.113 | 7.408 | 10.231 | 10.580 | 10.830 | 11.054 |
| Lucro líquido | 1.560 | 1.582 | 1.257 | 949 | 886 | 875 | 879 | 1.243 | 2.166 | 2.748 | 3.707 | 4.854 | 5.219 | 5.537 | 5.762 | 5.743 |
| Fluxo de caixa operacional | 2.029 | 2.489 | 2.144 | 2.518 | 1.593 | 2.558 | 4.634 | 2.034 | 857 | 5.789 | 6.361 | 3.862 | 8.980 | 8.900 | 6.789 | 7.163 |
| Fluxo de caixa de investimento | -1.802 | -2.488 | -3.368 | -1.695 | -933 | -1.525 | -3.815 | -2.509 | -1.851 | -3.069 | -3.124 | -4.207 | -6.259 | -4.641 | -5.531 | -4.400 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -152 | 1.136 | 1.002 | 948 | -509 | 292 | -337 | -2.440 | -364 | -2.674 | -1.256 | -1.374 | -1.175 | -3.570 | -3.719 | -2.507 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 23,72 | 24,03 | 24,16 | 24,16 | 24,28 | 24,43 | 24,47 | 24,44 | 24,47 | 24,51 | 24,62 | 24,91 | 24,99 | 25,04 | 25,07 | 25,12 |
| Tamanho (receita) | 23,21 | 23,27 | 23,44 | 23,41 | 23,57 | 23,73 | 23,67 | 24,01 | 24,06 | 24,12 | 24,15 | 24,39 | 24,40 | 24,41 | 24,48 | 24,52 |
| Alavancagem | 0,47 | 0,50 | 0,55 | 0,55 | 0,55 | 0,54 | 0,52 | 0,49 | 0,48 | 0,43 | 0,38 | 0,34 | 0,36 | 0,35 | 0,37 | 0,36 |
| Liquidez corrente | 0,88 | 1,19 | 1,08 | 1,48 | 1,24 | 1,31 | 1,26 | 0,84 | 1,12 | 1,03 | 0,96 | 1,20 | 1,02 | 0,91 | 0,95 | 0,93 |
| ROA | 0,08 | 0,06 | 0,04 | 0,03 | 0,03 | 0,02 | 0,02 | 0,03 | 0,05 | 0,06 | 0,08 | 0,07 | 0,07 | 0,07 | 0,07 | 0,07 |
| ROE | 0,23 | 0,19 | 0,15 | 0,11 | 0,09 | 0,09 | 0,08 | 0,11 | 0,17 | 0,21 | 0,26 | 0,29 | 0,30 | 0,28 | 0,26 | 0,24 |
| Margem líquida | 0,13 | 0,12 | 0,08 | 0,06 | 0,05 | 0,04 | 0,05 | 0,05 | 0,08 | 0,09 | 0,12 | 0,12 | 0,13 | 0,14 | 0,14 | 0,13 |
| Caixa / ativos | 0,08 | 0,10 | 0,08 | 0,14 | 0,12 | 0,14 | 0,15 | 0,08 | 0,04 | 0,04 | 0,08 | 0,03 | 0,05 | 0,06 | 0,03 | 0,03 |
| Tangibilidade | 0,29 | 0,30 | 0,31 | 0,25 | 0,25 | 0,23 | 0,23 | 0,24 | 0,22 | 0,21 | 0,18 | 0,13 | 0,15 | 0,14 | 0,13 | 0,12 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 30/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 19/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 29/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 23/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 26/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 28/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 30/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 30/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Básico | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |