BANCO DO ESTADO DO PARÁ S/A.
CNPJ 04913711000108 · código CVM 1171Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 20/07/1977 |
| Setor de atividade | Bancos |
| Listagem na B3 (início) | 20/07/1977 |
| Segmento B3 atual | Básico |
| Comply Index (2025) | 95,9% |
| Auditor independente (2026) | FORVIS MAZARS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES LTDA. |
| Site / Relações com Investidores | https://www.banpara.b.br/ ↗ |
Respostas no ano 2023
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 83,7% | 36 | 3 | 10 | 5 | 31 | Básico |
| 2020 | 91,8% | 42 | 1 | 6 | 5 | 29 | Básico |
| 2021 | 91,8% | 42 | 1 | 6 | 5 | 29 | Básico |
| 2022 | 92,9% | 43 | 1 | 5 | 5 | 29 | Básico |
| 2023 | 89,8% | 42 | 3 | 4 | 5 | 29 | Básico |
| 2024 | 96,9% | 47 | 1 | 1 | 5 | 27 | Básico |
| 2025 | 95,9% | 46 | 1 | 2 | 5 | 28 | Básico |
Acionistas
7 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 4 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. justificativa da empresaReferente a alienação direta ou indireta, a Companhia obedece ao Art. 254-A da Lei n° 6.404/1976, que dispõe que a alienação, direta ou indireta, do controle de Companhia Aberta somente poderá ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o adquirente se obrigue a fazer oferta pública de aquisição das ações com direito a voto de propriedade dos demais acionistas da Companhia, de modo a lhes assegurar o preço no mínimo igual a 80% (oitenta por cento) do valor pago por ação com direito a voto, integrante do bloco de controle. Consta no inciso XXXIV e no parágrafo segundo do art. 39 do Estatuto Social do Banpará que o Conselho de Administração deve apresentar manifestação quando da realização de OPA por meio de um parecer prévio fundamentado contrário ou favorável. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ |
Parcialmente |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros). | Sim |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico.
justificativa da empresaDe acordo com o seu Estatuto Social, art. 1°, o Banpará, ápice do sistema financeiro do Estado do Pará e conforme art. 42 da Constituição Estadual, é pessoa jurídica de direito privado, constituída como sociedade anônima aberta, de economia mista, estruturada como banco múltiplo que atua, também, na execução de políticas públicas de fomento à economia do Estado do Pará, consoante a Lei Estadual n° 1.819, de 30.11.1959, sendo regido por seu Estatuto Social, pelas Leis nº 4.595/64, nº 6.404/1976, nº 13.303/2016 e demais disposições legais e regulamentares que lhe sejam aplicáveis. O art. 4°, dispõe que o Banpará tem como objeto social a prática de operações ativas, passivas e acessórias, de acordo com as disposições legais e regulamentares em vigor, relativas aos bancos comerciais, de desenvolvimento, ao mercado de câmbio e comércio exterior e ao crédito imobiliário. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ |
Sim |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador.
justificativa da empresaO Estatuto Social dispõe no art. 31, que o Conselho de Administração é órgão de administração representante dos interesses dos acionistas em nível estratégico de organização, orientação, supervisão, coordenação, controle e avaliação dos interesses do Banco, seus objetivos e programas, sendo responsável pelo seu desenvolvimento e estabilidade. No Regimento Interno do Conselho de Administração, art. 4°, inciso XXIX, fica definido que caberá ao Conselho elaborar carta anual, explicitando os compromissos de consecução de objetivos de políticas públicas, em atendimento ao interesse coletivo que justificou a autorização para a criação do BANPARÁ, com definição clara dos recursos a serem empregados para esse fim, bem como dos impactos econômico-financeiros da consecução desses objetivos, mensuráveis por meio de indicadores objetivos. E no art. 21, inciso V, que deverá zelar pela adoção das boas práticas de governança corporativa, de transparência, práticas de gestão de riscos e de controle interno, composição da administração e dos mecanismos de proteção dos acionistas, na forma das disposições legais e regulamentares. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/regimentos-internos/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/carta-anual-de-governanca/ |
Sim |
Conselho de Administração
9 Sim · 1 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresai) Conforme previsto no art. 39 do Estatuto Social, o Conselho de Administração tem como atribuição fixar a orientação geral dos negócios, estabelecendo políticas e diretrizes gerais, bem como aprovar o Planejamento Estratégico e o Orçamento Anual. O Banpará também possui uma Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, aprovada pelo Conselho de Administração que serve de instrumento de gestão integrada estabelecendo um conjunto de princípios e diretrizes de natureza social, ambiental e climática a ser observado pelo Banco na condução dos seus negócios, atividades e processos, e sua relação com as partes interessadas, alinhados às Resoluções n° 4.557/2017, 4.943/2021 e 4.945/2021 do Conselho Monetário Nacional - CMN, bem como ao Normativo SARB nº 14/2014 da Federação Brasileira de Bancos. Responsabilidade Socioambiental para o Banpará é gerar resultado econômico, social e ambiental positivo à sociedade. Por isso, as diretrizes dispostas nesta Política estão inseridas em sua estratégia, políticas, procedimentos e demais atividades. ii) O Regimento Interno do Conselho de Administração, capitulo IV, inciso XVII, prevê que cabe ao Conselho de Administração, implementar e supervisionar os sistemas de gestão de riscos e de controle interno estabelecidos para a prevenção e mitigação dos principais riscos a que o Banco esta´ exposto, inclusive os riscos relacionados a` integridade das informações contábeis e financeiras e os relacionados a` ocorrência de corrupção e fraude. E, ainda, na sessão II, art. 5°, são elencadas as atribuições específicas para fins de gerenciamento de riscos e do gerenciamento de capital: Na sessão III, art. 6°, as atribuições conjuntas para fins de gerenciamento de riscos e do gerenciamento de capital. iii) O Conselho de Administração é responsável pela aprovação do Código de Ética e Conduta Institucional, que está alinhado às boas práticas de Governança Corporativa e preza pelos mais altos padrões de comportamento ético nas relações com o público que interage, reforçando o compromisso da Instituição e de todos os seus funcionários e colaboradores em realizar seus negócios de forma ética, íntegra e transparente. iv) Conforme previsto no Estatuto Social, art. 39, inciso XVI, compreende-se nas atribuições do Conselho de Administração a responsabilidade de discutir, aprovar e monitorar decisões envolvendo práticas de governança corporativa, relacionamento com partes interessadas, política de gestão de pessoas, código de conduta e integridade dos agentes e política de indicação e sucessão dos administradores e de membros do conselho fiscal. Firmando seu compromisso em uma gestão transparente são disponibilizados no site de Relações com Investidores do Banpará, os documentos referentes à governança corporativa ao público em geral. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/regimentos-internos/ |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaO Estatuto Social, no art. 34, define que o Conselho de Administração deve ser composto, no mínimo, por 25% (vinte e cinco por cento) de membros independentes ou por pelo menos 1(um), caso haja decisão pelo exercício da faculdade do voto múltiplo pelos acionistas minoritários, nos termos do art. 141 da Lei nº 6.404/1976, de 15 de dezembro de 1976. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaO Banpará possui uma Política Institucional de Indicação e Sucessão, aprovada pelo Conselho de Administração, que tem por objetivo geral reunir os requisitos legais, regulamentares e estatutários, que devem orientar a verificação de conformidade do processo de indicação e sucessão dos membros do Conselho de Administração (CA), Conselho Fiscal (CF) e Diretoria Colegiada. A referida política considera como parte fundamental ao processo de conformidade da instituição as normas contidas no Código Brasileiro de Governança Corporativa, sendo elaborada para assegurar que os cargos da administração do Banco do Estado do Pará S/A sejam ocupados por pessoas qualificadas e aptas a implementar as estratégias institucionais em conformidade com as disposições estatutárias, com as leis e regulamentos aplicáveis às instituições financeiras. Dentre os aspectos mínimos de participação é considerado o reconhecimento à diversidade de formação técnica e experiências pessoais do indicado a cargo de administração do Banpará, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/politicas/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaO BANPARÁ adota mecanismos de avaliação de desempenho dos Comitês Estatutários que se reportam ao Conselho de Administração, conforme abaixo: A Avaliação de Desempenho tem como público alvo os membros dos seguintes Comitês Estatutários do BANPARÁ: Comitê de Auditoria, Comitê de Elegibilidade, Comitê de Remuneração dos Administradores e Comitês de Risco, sendo de periodicidade anual. O processo de avaliação busca mensurar o desempenho dos membros dos comitês e a contribuição para os objetivos estratégicos estabelecidos. A metodologia de avaliação é do tipo 180º, no qual permite que o Gestor realize a avaliação de cada membro da equipe, bem como cada membro realize a sua autoavaliação. A aplicação da avaliação ocorre através do questionário contendo 10 (dez) questões, baseadas em atribuições previstas no regimento interno de cada comitê. O resultado final compreende a média ponderada das notas do avaliador (peso 60%) e as notas do avaliado (peso 40%) e o conceito é definido de acordo com a faixa do resultado final. Após a aplicação da Avaliação de Desempenho aos participantes e consolidação das notas é apresentado o relatório final a ser entrega a cada membro. Faixa de Resultado: 1,00 a 1,99 Conceito: Insatisfatório Descrição: Indica que o empregado não atende às expectativas na (s) competência (s), necessitando de acompanhamento contínuo e plano de ação / PDI para corrigir o desempenho. Faixa de Resultado: 2,00 a 3,99 Conceito: Abaixo da expectativa Descrição: Indica que o empregado tem baixa presença das competências exigidas, demonstrando que tem dificuldade na realização de suas atribuições. Faixa de Resultado: 4,00 a 6,99 Conceito: Regular Descrição: Indica que o empregado tem moderada presença das competências exigidas, apresentando-as em situações ocasionais. Faixa de Resultado: 7,00 a 8,99 Conceito: Satisfatório Descrição: Indica que o empregado tem adequada presença das competências exigidas, nas situações de rotina, atendendo às expectativas em relação às atividades que são esperadas, conforme a descrição do cargo. Faixa de Resultado: 9,00 a 10,00 Conceito: Supera a expectativa Descrição: Indica que o empregado tem elevada presença da competência, superando as expectativas, contribuindo significativamente para os objetivos da sua unidade e da Instituição. Quanto aos planos de ação no sentido de aprimorar o funcionamento do órgão é de alçada dos avaliadores e avaliados dos respectivos Comitês. Para a definição das metodologias e do processo avaliativo não foram contratados serviços de consultoria e nem assessoria externa, sendo desenvolvido por colaboradores internos da organização. O conselho de Administração aprovou em 30/11/2021 a Proposta - Modelo de Gestão de Desempenho dos Diretores e Conselheiros, concordando com a sua aplicação a partir do exercício 2022. Contudo, considerando fatos abaixo, a avaliação não pode ser realizada. a) Para aplicação da metodologia de avaliação são necessários diversos dados/insumos/indicadores, os quais são disponibilizados pelo Núcleo de Planejamento Estratégico e Estudos Econômicos do Banpará (Nuple), no entanto, para o exercício 2022, o referido Núcleo informou pendências relevantes, as quais impactaram na aplicabilidade da metodologia, no prazo previsto, tais como: i) falta de mensuração de indicadores fundamentais: ii) a mensuração dos indicadores da Diretoria, referente a dezembro de 2022 iii) necessidade de alterações nas métricas de mensuração de indicadores b) Conforme comunicado de fato relevante divulgado em 28 de março de 2023, o Banpará decidiu suspender a publicação de suas demonstrações financeiras referente ao exercício do ano de 2022, inicialmente previsto para 29.03.2023, devido à necessidade de concluir os trabalhos dos auditores independentes c) Conforme o comunicado de fato relevante de 15 de maio de 2023, as Demonstrações Financeiras Padronizadas do ano de 2022, estão com estimativa de publicação até 29/09/2023, conforme atualização do Calendário Anual de Eventos Corporativos, do art. 31, II da Resolução nº 80 da CVM. |
Parcialmente |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui Política de Indicação e Sucessão estabelecida segundo parâmetros definidos pela Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 4.878/2020. A Política foi aprovada em maio de 2017 e a última alteração foi realizada em julho de 2020. Observados critérios estabelecidos pela legislação e normas específicas as quais o Banco na condição de Instituição Financeira está sujeito, a indicação do Diretor-Presidente é encaminhada ao Comitê de Elegibilidade para análise e, posteriormente, deliberada em reunião do Conselho de Administração. É relevante destacar que a posse de administrador de Instituição Financeira sujeita-se a prévia homologação da eleição pelo Banco Central do Brasil, cujo processo segue rito específico estabelecido por normas do Conselho Monetário Nacional e o mandato daquele eventualmente substituído estende-se até a posse do eleito, mitigando riscos para a continuidade da gestão da Companhia. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaO Programa de Integração de Novos Membros, tem por objetivo apresentar aos novos membros, os negócios, as pessoas chave da administração (Presidente e Diretores), as práticas de governança corporativa, assim como as instalações da sede da companhia, proporcionando um entendimento amplo da dinâmica institucional. Etapas do programa de Integração: 1. Reunião de Boas-Vindas 2. Entrega de Documentos 3. Visita às Instalações 4. Apresentação Institucional: a) Reuniões com Diretoria b) Treinamentos |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaAtualmente as reuniões do Conselho não preveem sessões exclusivas para os conselheiros externos, porém no art. 21, inciso IV, do Regimento Interno do Conselho de Administração, determina que é dever do Conselheiro declarar previamente à deliberação, que, por qualquer motivo, tem interesse particular ou conflitante com o da companhia quanto à determinada matéria submetida à sua apreciação, abstendo-se de sua discussão e voto. E, ainda, no item 3.7 da Política de Partes Relacionadas, determina que ao identificarem matéria de potencial conflito, as pessoas chave da administração devem imediatamente manifestar seu conflito de interesse. Adicionalmente, devem ausentar-se das discussões sobre o tema e abster-se de votar. Caso alguma pessoa chave da administração, que possa ter um potencial ganho privado decorrente de alguma decisão, não manifeste seu conflito de interesse, qualquer outro membro do órgão ao qual pertence e que tenha conhecimento da situação poderá fazê-lo. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaNo Regimento Interno do Conselho de Administração, § 2º do art. 16 e no Estatuto Social, art. 37, parágrafo segundo, dispõe que as atas poderão ser lavradas na forma de sumário dos fatos ocorridos, inclusive dissidências e protestos, e conter a transcrição apenas das deliberações tomadas, estando de acordo com as recomendações sugeridas. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/regimentos-internos/ |
Sim |
Diretoria
6 Sim · 2 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaA avaliação das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo Conselho de Administração para a Companhia depende de uma série de dados, insumos e indicadores fornecidos pelo Núcleo de Planejamento Estratégico e Estudos Econômicos do Banpará (Nuple). Alguns desses dados são disponibilizados após o fechamento das Demonstração Financeiras. No entanto, alguns fatos e acontecimento comprometeram o processo de avaliação: a) Em 28 de março de 2023, o Banpará divulgou um comunicado de Fato Relevante informando que decidiu suspender a publicação de suas demonstrações financeiras referente ao exercício do ano de 2022, que estava previsto para 29.03.2023, devido à necessidade de concluir os trabalhos dos auditores independentes: b) O Comitê de Elegibilidade foi informado pelo Nuple sobre algumas pendências relevantes para a aplicabilidade da metodologia de avaliação para o exercício de 2022, tais como: i) falta de mensuração de indicadores fundamentais ii) a mensuração dos indicadores da Diretoria, referente a dezembro de 2022 e iii) necessidade de alterações nas métricas de mensuração de indicadores e c) E, 15 de maio de 2023, foi divulgado Fato Relevante informando que as Demonstrações Financeiras Padronizadas do ano de 2022, têm um estimativa de publicação até 29/09/2023, conforme atualização do Calendário Anual de Eventos Corporativos, conforme disposto no art. 31, II da Resolução nº 80 da CVM. Devido a essas questões, a avaliação de atingimento das metas ficou comprometida. |
Não |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO Comitê de Elegibilidade restou impossibilitado de realizar uma avaliação dentro do prazo previsto na norma, considerando os seguintes fatos: a) Para aplicar a metodologia de avaliação para o exercício de 2022, o Comitê de Elegibilidade depende dos dados fornecidos pelo Núcleo de Planejamento Estratégico e Estudos Econômicos do Banpará (Nuple): b) Que conforme comunicado de fato relevante divulgado em 28 de março de 2023, o Banpará decidiu suspender a publicação de suas demonstrações financeiras referente ao exercício do ano de 2022, inicialmente previsto para 29.03.2023, devido à necessidade de concluir os trabalhos dos auditores independentes c) Que o Comitê de Elegibilidade foi informado pelo Nuple sobre pendências relevantes para a aplicabilidade da metodologia de avaliação para o exercício de 2022, tais como: i) falta de mensuração de indicadores fundamentais ii) a mensuração dos indicadores da Diretoria, referente a dezembro de 2022 e iii) necessidade de alterações nas métricas de mensuração de indicadores d) Que conforme o comunicado de fato relevante de 15 de maio de 2023, as Demonstrações Financeiras Padronizadas do ano de 2022, estão com estimativa de publicação até 29/09/2023, conforme atualização do Calendário Anual de Eventos Corporativos, do art. 31, II da Resolução nº 80 da CVM. |
Não |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria é estabelecida por meio da Política Institucional de Remuneração dos Administradores aprovada anualmente em Assembleia Geral considerando os custos e os riscos envolvidos. A referida Política é publicada externamente no site de Relações com Investidores da Instituição. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração fixa da diretoria está vinculada a resultados e metas, em conformidade com a Resolução nº 3.921, de 25 de novembro de 2010. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaConforme estabelecido no Estatuto Social do Banpará, artigo 20: a Assembleia Geral tem poderes para deliberar sobre todos os negócios de interesse do Banco e para tomar decisões de sua competência privativa conforme esteja estabelecido em Lei, e em especial: VI - fixar a remuneração global ou individual dos Administradores e dos membros do Conselho Fiscal, na forma da Lei. No artigo 28 do referido Estatuto está definido que a remuneração dos integrantes dos órgãos de administração será fixada anualmente pela Assembleia Geral, observadas as disposições das Leis nº 6.404/76 e Lei 13.303/2016, os demais normativos aplicáveis, bem como a Política Institucional de Remuneração dos Administradores do Banpará. No que tange a fiscalização no artigo 93 está disposto que constituem atribuições do Comitê de Auditoria: V - avaliar e monitorar exposições de risco do Banpará, podendo requerer, entre outras, informações detalhadas sobre políticas e procedimentos referentes a: a) remuneração da administração: O Comitê de Remuneração do Banpará, por sua vez, tem como atribuição, assim como estabelece o artigo 100 do Estatuto Social: I- elaborar a política de remuneração dos Administradores do Banpará, propondo ao Conselho de Administração as diversas formas de remuneração fixa e variável, além de benefícios e programas especiais de recrutamento e desligamento II - supervisionar a implementação e operacionalização da política de remuneração dos Administradores III - revisar anualmente a política de remuneração dos Administradores, recomendando ao Conselho de Administração a sua correção ou aprimoramento IV - propor ao Conselho de Administração o montante da remuneração global ou individual dos Administradores a ser submetido à Assembleia Geral, na forma do artigo 152 da Lei n.º 6.404 de 15.12.1976 V - avaliar cenários futuros, internos e externos, e seus possíveis impactos sobre a política de remuneração dos Administradores VI - analisar a política de remuneração dos Administradores do Banpará em relação às práticas de mercado, com vistas a identificar discrepâncias significativas em relação a empresas congêneres, propondo os ajustes necessários VII - zelar para que a política de remuneração dos administradores esteja permanentemente compatível com a política de gestão de riscos, com as metas e a situação financeira atual e esperada da instituição e com os normativos do Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil e demais órgãos reguladores. Por fim, é competência do Conselho de Administração, de acordo com o disposto no artigo 97, reportar-se diretamente ao Conselho de Administração, que será competente para aprovar o Regimento Interno do Comitê, bem como a Política de Remuneração e no Parágrafo único que o Conselho de Administração deverá supervisionar o planejamento, a operacionalização, o controle e a revisão da política de remuneração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
9 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresai) Conforme art. 80, do Estatuto Social, o Comitê de Auditoria Estatutário é órgão auxiliar do Conselho de Administração, ao qual se reporta diretamente, atuando com independência em relação à Diretoria. No art. 93, inciso III, dispõe que deverá supervisionar as atividades desenvolvidas nas áreas de controle interno, de auditoria interna e de elaboração das demonstrações financeiras da Instituição. No inciso IV, define que deverá monitorar a qualidade e a integridade dos mecanismos de controle interno, das demonstrações financeiras e das informações e medições divulgadas pela Instituição. E, ainda, no inciso VII determina que deverá elaborar relatório anual com informações sobre as atividades, os resultados, as conclusões e as recomendações do Comitê de Auditoria Estatutário, registrando, se houver, as divergências significativas entre administração, auditoria independente e Comitê de Auditoria Estatutário em relação às demonstrações financeiras. ii) De acordo com o art. 3,° do Regimento Interno do Comitê de Auditoria, o comitê é composto por 3 (três) membros independentes, sendo designado o seu coordenador, no ato de nomeação dos membros. iii) Os membros externos, além de cumprir outros requisitos, previsto no artigo 7° do Regimento Interno do Comitê, devem possuir conhecimentos em auditoria, controle interno, compliance, contabilidade e gerenciamento de riscos e ao menos 1 (um) dos membros do Comitê deve possuir reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, conforme art. 8° do referido Regimento Interno. iv) Consonante com o art. 94 do Estatuto Social, o Comitê de Auditoria possui autonomia operacional e dotação orçamentária, anual ou por projeto, dentro de limites aprovados pelo Conselho de Administração, para conduzir ou determinar a realizações de consultas, avaliações e investigações dentro do escopo de suas atividades, inclusive com a contratação e utilização de especialistas independentes. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/regimentos-internos/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Sim |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaO Banpará possui uma unidade específica de auditoria interna, vinculada diretamente ao Conselho de Administração, com as prerrogativas, atribuições e deveres previstos na legislação e demais normas aplicáveis e no seu Regulamento Interno, dispondo das condições necessárias para avaliação independente, autônoma e imparcial da qualidade e da efetividade dos sistemas e processos de controles, gerenciamento de riscos e governança corporativa da instituição, conforme dispõem os arts.72 e 74 do Estatuto Social. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaO Banpará adota políticas individuais para cada risco, quando gerenciado de maneira unificada: risco de crédito, risco de mercado, risco de variação de taxa de juros na carteira bancária - IRRBB, risco de liquidez, risco operacional e risco socioambiental. As diretrizes do gerenciamento de riscos do Banpará estão institucionalizadas nas políticas, manuais, procedimentos e práticas adotadas pelo Banco, que abrangem todas as operações, processos e sistemas de informações, que visam assegurar que os riscos inerentes às atividades são gerenciados adequadamente e de forma preventiva, assegurando que os objetivos do Banco serão alcançados. Adota, ainda, Política de Gerenciamento Integrado de Riscos, cujo objetivo é definir as diretrizes de avaliação dos riscos decorrentes das condições macroeconômicas e dos mercados em que a Instituição atua, de forma integrada, por meio de cenários e de monitoramento dos apetites por riscos dispostos na Declaração de Apetite por Risco - RAS. São considerados como riscos relevantes aqueles listados na Resolução CMN nº 4.557/2017 e alterações posteriores e, adicionalmente, os considerados relevantes pela Instituição. O Banpará dispõe de áreas dedicadas à gestão de riscos, ao controle interno e compliance, com a liderança do Diretor responsável pelo gerenciamento de riscos e capital. A periodicidade dos reportes do processo de gerenciamento contínuo e integrado de riscos aos Órgãos de Governança da Instituição é realizada por meio de apresentações e relatórios mensais, trimestrais ou tempestivamente, ou seja, em situações atípicas de fatos relevantes que possam sensibilizar o apetite por riscos do Banco. A periodicidade dos reportes do processo de gerenciamento contínuo e integrado de riscos aos Órgãos de Governança da Instituição é realizada por meio de apresentações e relatórios mensais, trimestrais ou tempestivamente, ou seja, em situações atípicas de fatos relevantes que sensibilizem o apetite por riscos do Banco. O último relatório de gerenciamento de riscos - Pilar 3, referente às posições do 1T22, foi apresentado à Diretoria Colegiada em 04/05/2022. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaO Conselho de Administração com vistas a assegurar a adequada gestão da Política de Conformidade (Compliance) na instituição, aprovou como: Princípios Norteadores do referido normativo: o comprometimento da Alta Direção e Corpo Diretivo com o Programa de Compliance diligente, assim como a alocação de pessoal e recursos necessários para a implementação, desempenho e aperfeiçoamento do Programa de Compliance: Como diretriz: estabelecer a implementação do Programa de Compliance, o monitoramento dos pilares e a avaliação periódica dos resultados obtidos, a partir das ações implementadas, com vistas a adequação e/ou proposição de novas ações sempre buscando o aprimoramento contínuo do programa E como responsabilidade da Diretoria Colegiada: aprovar e propor ao Conselho de Administração, no mínimo anualmente, a revisão da política e acompanhar o gerenciamento do risco de Compliance da Instituição, manifestando-se quanto aos principais resultados reportados. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaPara comunicação tempestiva das informações aos Administradores, foi estabelecido em Políticas os reportes de monitoramento para apreciação da Diretoria e Conselho de Administração: mensalmente, são enviados Painéis de Monitoramento de Controle Interno e Conformidade para cada Diretor: trimestralmente, os relatórios com os indicadores de Controle Interno e Conformidade, aqui incluso o Programa de Compliance, que são apreciados pela Diretoria Colegiada e Conselho de Administração anualmente, o Relatório do sistema de controle interno, apreciado também pela Diretoria Colegiada e Conselho de Administração. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaConforme regramento interno do Banpará, as infrações ao código de conduta serão conduzidas de forma objetiva e independente pela Auditoria nterna, área vinculada diretamente ao Conselho de Administração. Por conseguinte, a Diretoria Administrativa diante do parecer conclusivo decide quanto a instauração do Processo Administrativo Disciplinar. Decidido pela abertura Processo Administrativo, o Comitê Disciplinar conhecerá e analisará a conduta funcional de acordo com as provas e fatos indicados no processo, bem como sugerirá eventual aplicação de penalidade, assessorando a Presidência do Banpará, no processo de tomada de decisão. No que tange à implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do Código de Ética e de Conduta Institucional e do Canal de Denúncias do Banpará a responsabilidade é incumbida à área de Compliance. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaO Banpará, alinhado as melhores práticas de governança corporativa, disponibiliza o Canal de Denúncias para todo o público que se relaciona com o Banpará, com o objetivo de comunicar inconformidades relativas às atividades da instituição que impliquem na quebra de normas internas éticas e obrigacionais, transgressões, irregularidades, fraudes, corrupção, assédio moral e sexual, discriminação, dentre outros desvios regulatórios e legais aplicáveis ao Banco. O Banpará possibilita através do Canal de Denúncias que o seu público de interesse comunique de imediato as ocorrências que possam vir a causar relevantes perdas financeiras, danos ao Código de Ética e de Conduta Institucional e a imagem da instituição possibilitando a adoção de medidas tempestivas na correção das práticas irregulares reportadas. Com base no princípio da confidencialidade, o Banpará assegura a proteção institucional contra quaisquer tentativas de retaliação aos que se utilizarem do Canal de Denúncias, bem como o total sigilo sobre as ocorrências e anonimato aos denunciantes, sempre que este desejar não se identificar. O Banpará entende a denúncia como um ato de boa-fé, que visa, não só a proteção da instituição como também das partes relacionadas. Todas as partes interessadas que constatarem qualquer violação aos preceitos definidos no Código de Ética e de Conduta Institucional ou a qualquer outro normativo, sendo ele interno ou externo, devem, preferencialmente, fazer a comunicação através do Canal de Denúncias. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaO Estatuto social contém definições claras de funções, papéis e responsabilidades dos agentes de governança. As designações das competências estão dispostas nos art. 20 (Assembleia Geral dos Acionistas), 39 (Conselho de Administração), 48 (Diretoria Colegiada). Cada órgão deverá exercer as atribuições e deveres previstos na legislação e demais normas aplicáveis e no seu Regulamento Interno. Na sessão III, art. 55, são definidas regras específicas da segregação de funções, dispondo que as unidades responsáveis por funções relativas à gestão de riscos, controles internos e compliance não podem ficar sob a supervisão direta da Diretoria a que estiverem vinculadas as áreas responsáveis por atividades negociais, assim como as unidades responsáveis pelas atividades de análise de risco de crédito não podem ficar sob a supervisão direta da Diretoria a que estiverem vinculadas unidades responsáveis por atividades de concessão de créditos ou de garantias. Também, mantém, em sua estrutura de governança Comitês que prestam assessoria técnica adequada na tomada de decisões da alta administração. São adotadas, ainda, políticas, normativos internos e práticas, que estabelecem competências e alçadas, que visam coibir situações de conflito de interesse. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/regimentos-internos/ |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Banco adota várias práticas que visam mitigar conflitos de interesses, contando com uma política própria que explicita as situações que configuram conflitos de interesses (Item 3.7 da Política de Transações com Partes Relacionadas e Demais Situações de Conflito de Interesses do Banco do Estado do Pará S.A.). Além disso, observa as disposições legais que vedam a indicação de indivíduos com potencial de gerar conflitos, nos termos da Lei e do Estatuto Social da Companhia. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/politicas/ |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaEm eventuais conflitos de interesse, as diligências ficam sob responsabilidade do Presidente da Assembleia de Acionistas, conforme previsto nas leis 6.404/76 e 13.303/16 e demais regras previstas na legislação vigente |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Política de Partes Relacionadas do Banco do Estado do Pará no item 3.1 dispõe que, ressalvados os casos na legislação ou em regulamentação específica, a realização de transações com partes relacionadas, somente podem ser realizadas em condições compatíveis com as de mercado, inclusive quanto a limites, taxas de juros, carências, prazos, garantias requeridas e critérios para classificação de riscos para fins de constituição de provisão para perdas prováveis e baixa como prejuízo, sem benefícios adicionais ou diferenciados comparativamente às operações deferidas aos demais clientes do mesmo perfil, vedando qualquer forma de remuneração a assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas, ainda no item 3.4, dispõe que em vista de potencial conflito de interesses, o Banpará buscará assegurar que todas as decisões que possam conferir um benefício privado a qualquer de seus administradores, membros de órgão estatutários, função de assessoramento e chefia superior, membros próximos da família destes, entidades ou pessoas a eles relacionadas sejam tomadas com total lisura, respeitando o interesse da Companhia e ainda no item 3.8 informa que deve ser divulgado o relacionamento (transação) entre partes relacionadas quando existir controle, isto é, quando um investidor exerce o controle individual ou controle conjunto ou influência significativa sobre a investida, com o objetivo de visualizar os efeitos na Companhia, tendo que divulgar os respectivos detalhes e transações em Nota Explicativa própria. O Banpará passou a dispor de condições e limites para realização de operações com Partes Relacionadas, conforme resolução da CVM nº 4.693, de 29.10.2018 do Banco Central do Brasil, que altera o art. 34 da Lei 4.595/1964, permitindo a realização de operações de crédito com os membros do Conselho de Administração e de seus Comitês de Assessoramento, da Diretoria e do Conselho Fiscal, desde que nas condições previstas em lei. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/politicas/ https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/estatuto-social/ |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaO Banpará possui a Política de Divulgação de Atos e Fatos Relevantes e de Negociação com Valores Mobiliários de Emissão do Banco do Estado do Pará S.A, aprovada e homologada pelo seu Conselho de Administração, a qual apresenta todas as disponibilidades para as tratativas quanto as Negociações de Valores Mobiliários, nos termos das regras estabelecidas pela CVM. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/politicas/ |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Política Institucional de Contribuições e Doações foi aprovada pelo Conselho de Administração do Banpará no dia 13/10/2021. Disponível em: https://ri.banpara.b.br/governanca-corporativa/politicas/ |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 8 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| GENYCE PIRES DE AMORIMGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| IGOR BARBOSA GONÇALVESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação. |
| JORGE WILSON CAMPOS E SILVA ANTUNESGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| LUCY ALVARES ANAISSEGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| RAIMUNDO BENEDITO PINHEIRO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028.Pendente de homologação do Bacen. |
| RUTH PIMENTEL MELLOGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| SERGIO ROBERTO RIBEIRO MACIEL IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| THIAGO JAYME SOUSAGin | Conselho de Administração | 22 - Conselho de Administração (Efetivo) | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
Diretoria 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANA CATARINA TAVARES SICSUGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação no Bacen |
| ELIAS THIAGO GONÇALVES LIMAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na primeira RCA que suceder à AGO/2028. Pendente de homologação. |
| EUGENIO LUIS DE SOUSA PESSOAGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 21/05/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA após a AGO de 2028. Pendente de Homologação no Bacen. |
| IGOR BARBOSA GONÇALVESGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 25/04/2024 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA após a AGO de 2026. |
| IGOR BARBOSA GONÇALVESGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 30/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA após a AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| RUTH PIMENTEL MELLOGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 30/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA após a AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| THIAGO JAYME SOUSAGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 30/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na 1ª RCA após a AGO de 2028. Pendente de homologação no Bacen. |
Conselho Fiscal 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ADLER GERCILEY ALMEIDA DA SILVEIRAGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| JOSÉ PINTO MARINHOGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| LEILA MARA LOPES BARATAGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
| RENÉ DE OLIVEIRA E SOUSA JUNIORGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até a posse dos que forem eleitos na AGO de 2028. Pendente de homologação do Bacen. |
Comitês 4 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MARIA LUIZA SILVA NASCIMENTOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| ROSIOMAR SANTOS PESSOAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SERGIO ROBERTO RIBEIRO MACIELGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ALYSSON LOPES DA COSTAGin | Presidente do Comitê |
| FRANCELINO BARBOSA FOROGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| JULIANA CARNEIRO SIMÃO DE MENDONÇAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Risco
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ADAUTO SEYDE OISHI MENDESGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| CARLITO SILVÉRIO LUDWIGGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| WAGNER ORMANESGin | Membro do Comitê (Coordenador) |
Comitê de Elegibilidade
| Nome | Cargo |
|---|---|
| CARLOS ANDRÉ DA FONSECA GOMESGin | Presidente do Comitê |
| ELANE OLIVEIRA COSTAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| KAMILA DOS SANTOS PINHEIROGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 3 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 2 | 3 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 3 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 1 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 8 | 0 |
| Diretoria | 0 | 5 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 3 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 1 | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 8 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 8 | 7 |
| Salário ou pró-labore | 270.535 | 693.621 | 2.103.024 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 389.557 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 54.107 | 138.724 | 736.058 |
| Bônus | 0 | 0 | 308.191 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 924.572 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 36.732 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 528.510 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 324.642 | 832.345 | 5.026.645 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Diretoria Estatutária | |
|---|---|
| Nº de membros | 7 |
| Nº de membros remunerados | 7 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 308.191 |
| Bônus — se metas atingidas | 308.191 |
| Bônus — efetivo | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 308.191 |
| Part. resultados — máximo previsto | 5.855.624 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 924.572 |
| Part. resultados — efetivo | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | FORVIS MAZARS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES LTDA. | 07326840000198 | Nacional | 14/07/2023 |
| 2025 | FORVIS MAZARS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES LTDA. | 07326840000198 | Nacional | 14/07/2023 |
| 2024 | FORVIS MAZARS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES LTDA. | 07326840000198 | Nacional | 14/07/2023 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 18/12/2022 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 18/12/2022 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 18/12/2021 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 18/12/2020 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2018 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 |
| 2023 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 |
| 2023 | Mazars Auditores Independentes - Sociedade Simples Ltda | 07326840000198 | Nacional | 24/07/2023 |
| 2022 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 18/12/2021 |
| 2022 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 18/12/2020 |
| 2022 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2018 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2021 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 18/12/2020 |
| 2021 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2018 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2020 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2018 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2019 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 01/12/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 → 30/11/2015 |
| 2014 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 |
| 2013 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 |
| 2012 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 |
| 2011 | KPMG Auditores Associados | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2011 → 01/12/2011 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 02/12/2011 |
| 2010 | BDO Trevisan Auditores Independentes | 52803244000106 | Nacional | 07/06/2010 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 0 |
| 2025 | 1 | 0 |
| 2024 | 2 | 1 |
| 2023 | 8 | 1 |
| 2022 | 6 | 1 |
| 2021 | 5 | 1 |
| 2020 | 4 | 1 |
| 2019 | 3 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 3 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 2 | 1 |
| 2010 | 1 | 0 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 226 |
| Acionistas pessoa jurídica | 116 |
| Investidores institucionais | 0 |
| Ações ordinárias em circulação | 2.206 (0,02%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 2.206 (0,02%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (29/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Integralizado | 02/12/2024 | 1.881.601.296 | 9.521.649 | 0 | 9.521.649 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Transações com partes relacionadas 6 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| SEFA | Controlador | 08/07/2022 | 3.832.973.297 | — | — | 0,00 |
| SEFA | Controlador | 06/03/2024 | 3.088.714.548 | — | — | 0,00 |
| COSANPA | Controlador | 30/08/2022 | 19.015.946 | — | — | 0,00 |
| IASEP | Controlador | 18/08/2023 | 903.080 | — | — | 0,00 |
| IGEPPS | Controlador | 28/12/2023 | 250.951 | — | — | 0,00 |
| IASEP | Controlador | 11/05/2006 | 0 | — | — | 0,00 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Sem demonstrações financeiras para esta companhia (fonte: DFP consolidada, dados abertos da CVM).
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 26/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Básico | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Básico | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Básico | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
Sem demonstrações financeiras para esta companhia.