TAURUS ARMAS S.A.
CNPJ 92781335000102 · código CVM 6173Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 02/03/1982 |
| Setor de atividade | Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças |
| Listagem na B3 (início) | 02/03/1982 |
| Segmento B3 atual | Nível 2 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 71,7% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.ri.taurusarmas.com.br ↗ |
Respostas no ano 2019
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 55,3% | 22 | 17 | 8 | 7 | 36 | Básico |
| 2020 | 58,5% | 23 | 15 | 9 | 7 | 34 | Básico |
| 2021 | 60,6% | 24 | 14 | 9 | 7 | 34 | Básico |
| 2022 | 70,2% | 29 | 10 | 8 | 7 | 33 | Básico |
| 2023 | 70,2% | 29 | 10 | 8 | 7 | 33 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2024 | 70,2% | 29 | 10 | 8 | 7 | 33 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2025 | 71,7% | 29 | 9 | 8 | 8 | 32 | Nível 2 de Governança Corporativa |
Acionistas
3 Sim · 2 Não · 1 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA estrutura do capital da Companhia é composta por ações ordinárias (FJTA3) e por ações preferenciais (FJTA4). As ações preferenciais não possuem direito a voto (exceto aos temas previstos no Artigo 5º, parágrafo 4º, do Estatuto Social), tem sua emissão previstas em lei e está em acordo com o Estatuto Social da Taurus, que prevê vantagens aos seus detentores (Artigo 5ª, parágrafo 3º do Estatuto Social). Alguns acionistas podem preferir as ações preferenciais em detrimento das ações ordinárias devido às características de cada classe de emissão ou ainda pela estratégia de investimento. Portanto, o fato da Companhia possuir ações preferenciais, por si só, não caracteriza que a gestão da Companhia, ou ainda, o o nível de suas práticas de Governança Corporativa, são inferiores ou superiores em relação à de outras companhias que possuem exclusivamente ações ordinárias. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais.
justificativa da empresaA Companhia disponibiliza para os seus acionistas uma série de práticas com o objetivo de facilitar a participação nas assembleias gerais ordinária e extraordinárias, por meio da divulgação e publicidade no site da CVM, site de RI da Companhia e publicação em Jornais. Tais práticas estão descritas no item 12.2 do Formulário de Referência (versão 5, entregue em 02/07/2019). Conforme disposto no Estatuto Social, o Diretor Presidente e o Diretor de Relações com Investidores ou seus substitutos estarão, necessariamente, presentes à Assembleia Geral a fim de prestar eventuais esclarecimentos e informações aos acionistas e à Mesa a respeito de matérias compreendidas em suas atribuições. No entendimento da Companhia, ainda que não publique um manual de participação em Assembleia, a Companhia entende que a divulgação dessas práticas no site da CVM, site de relações com investidores, jornais de grande circulação, Formulário de Referência e na proposta da administração para cada assembleia são suficientes para estimular a participação de acionistas nas assembleias gerais. |
Parcialmente |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaAinda que a Companhia não divulgue uma política formal de destinação de resultados, as regras sobre o assunto estão definidas no artigo 38 e seguintes do seu Estatuto Social e também poderão ser consultadas no item 3.4 de seu Formulário de Referência (versão 5, entregue em 02/07/2019), incluindo as regras sobre retenção de lucros e distribuição de dividendos. Adicionalmente, a destinação de resultados de cada exercício é deliberada em Assembleia Geral Ordinária. A Companhia entende que a divulgação das práticas por ela adotadas relativas à destinação de resultados nos documentos acima mencionados mantém os acionistas e o mercado em geral devidamente informados, de maneira que não se justifica, no presente momento, a adoção de uma política formal de destinação de resultados. |
Não |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
3 Sim · 6 Não · 3 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaNos termos do artigo 27 do Estatuto Social da Companhia, dentre as competências do Conselho de Administração, está a de aprovar o planejamento anual da Companhia, com a definição de objetivos e programas para cada uma de suas áreas de atuação. Com relação à prática recomendada no item (ii), a administração da Companhia destaca que, conforme disposto no item 5.2(a) do Formulário de Referência da Companhia (versão 5, entregue em 02/07/2019), embora não haja uma politica formal de gerenciamento de riscos, sua gestão é realizada pelo Comitê de Auditoria e Riscos, Conselho de Administração e Diretoria Executiva. Adicionalmente, a administração da Companhia se reúne periodicamente para acompanhar, analisar e avaliar o desempenho dos riscos de mercado a que a Companhia está exposta e analisar os informes recebidos dos demais departamentos, de modo a definir eventuais tratamentos aplicáveis à mitigação dos mesmos. A Companhia conta ainda com um Comitê de Ética, com um Código de Ética e um Manual Anticorrupção, ambos aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia. O Manual Anticorrupção faz parte do Programa de Integridade da TAURUS e tem como principal referência a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção, a qual estabelece punição a atos de corrupção contra a administração pública nacional e estrangeira. O Manual trata especificamente de corrupção ou ato lesivo envolvendo órgãos públicos, mas o conceito se aplica à corrupção envolvendo qualquer entidade, seja pública ou privada. A distinção se faz por conta das disposições da lei promulgada, que faz referência específica a órgãos e a funcionários públicos. O documento se destina a todos que, direta ou indiretamente, têm relacionamento com a TAURUS, administradores e colaboradores, e suplementa, mas não substitui o nosso Código de Ética. Além de membros da administração e empregados, o Manual Anticorrupção é extensivo aos terceiros que representam a TAURUS, tais como consultores, prestadores de serviços, parceiros de negócios, fornecedores, que deverão ter inclusas, em seus respectivos contratos, cláusulas que assegurem o cumprimento da Lei Anticorrupção. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaA Companhia atende parcialmente esse princípio, pois não possui previsão estatutária de que a maioria do seu Conselho de Administração deve ser composta de membros externos. Contudo, o Estatuto Social, alinhado com o Regulamento de listagem do Nível 2, exige, no mínimo, 40% de membros independentes. Atualmente, 80% dos Conselheiros são independentes e externos. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia ainda não possui uma política de indicação formalmente aprovada. As indicações são realizadas pelos acionistas cuja posição acionária os qualificam para a indicação e submetidas à aprovação pela Assembleia Geral. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaNão foi estabelecido processo de avaliação formal de desempenho do Conselho de Administração para o órgão como um todo ou para seus membros individualmente. A Companhia tem passado, desde 2018, por um movimento de reestruturação que se deu início com a posse de uma nova composição de diretores. As prioridades elencadas no plano estratégico visam recuperar indicadores operacionais e financeiros da Companhia. Em momento oportuno serão revisadas as políticas e as necessidades de revisão das políticas existentes e elaboração de novas políticas. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaNão foi estabelecido um plano de sucessão do diretor-presidente. Em caso de vacância ou necessidade de substituição, a decisão é tomada pelo Conselho de Administração que busca com a ajuda de empresas especializadas na contratação de executivos. A Companhia tem passado, desde 2018, por um movimento de reestruturação que se deu início com a posse de uma nova composição de diretores. As prioridades elencadas no plano estratégico visam recuperar indicadores operacionais e financeiros da Companhia. Em momento oportuno serão revisadas as políticas e as necessidades de revisão das políticas existentes e elaboração de novas políticas. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia não possui um programa formal de integração de novos membros do conslho de administração. A Companhia tem passado, desde 2018, por um movimento de reestruturação que se deu início com a posse de uma nova composição de diretores. As prioridades elencadas no plano estratégico visam recuperar indicadores operacionais e financeiros da Companhia. Em momento oportuno serão revisadas as políticas e as necessidades de revisão das políticas existentes e elaboração de novas políticas. |
Não |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. justificativa da empresaO conselho de administração da Companhia não possui um regimento interno próprio formalmente aprovado. As atribuições do Presidente do Conselho de Administração são definidas no Estatuto Social, assim como o prazo de antecedência para convocação de reuniões do órgão, com a antecedência suficiente para o recebimento das matérias para discussão. O Estatuto define a antecedência mínima de três dias e prazo dois dias para o encaminhamento aos conselheiros da agenda da reunião e dos documentos de suporte para as deliberações a serem tomadas. O Presidente e o Vice-Presidente do órgão são escolhidos por votação entre os membros do conselho. As reuniões do Conselho de Administração devem ser presididas pelo seu Presidente ou, na sua ausência, o Vice-Presidente. E caso de ausência do Presidente do Conselho, o Vice-Presidente assume suas funções. Com relação a situações de conflito de interesses, além do estabelecido em lei, o Estatuto Social prevê que o membro do conselho não pode participar de reuniões nas quais tenha ou represente interesses conflitantes com os da Companhia. |
Não |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão.
justificativa da empresaO Estatuto Social da Companhia estabelece o mínimo de quatro reuniões ordinárias anuais, além de reuniões extraordinárias mediante convocação de seu Presidente ou da maioria de seus membros. À parte desse número mínimo de reuniões estabelecido em estatuto, a prática atual é, ao final de cada ano, o Conselho de Administração estabelecer um calendário de reuniões para o ano seguinte. No exerício social de 2018 foram realizadas 4 reuniões ordinárias, além de outras 9 extraordinárias, totalizando assim 13 reuniões do Conselho de Administração no ano. Em 2017, foram realizadas 4 reuniões ordinárias e 8 extraordinárias, totalizando também 13 reuniões no decorrer do ano. Não há, no entanto, uma agenda anual temática formal com assuntos e datas de discussão específicas pois o modelo de atuação do Conselho de Administração da Companhia envolve o acompanhamento contínuo das atividades e negócios, sendo discutidos, em cada reunião, os temas relevantes para aquele período. Ao longo de 2018, as discussões focaram na reestruturação da Companhia com o a busca pela melhoria dos indicadores operacionais e financeiros. |
Parcialmente |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaComo o Conselho de Administração não possui um regimento interno ou um calendário anual temático, não há previsão para a realização regular de sessões exclusivas para conselheiros externos. Contudo, sempre que solicitado por qualquer conselheiro ou quando estão em pauta matérias que possam criar constrangimento, o Conselho de Administração reúne-se reservadamente, sem a presença dos executivos da Companhia ou demais convidados. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas são elaboradas seguindo as recomendações exigidas e arquivadas em livro próprio na sede da Companhia e enviadas à Comissão de Valores Mobiliários. O Conselho de Administração não possui um regimento interno, portanto não há um documento que prevê a adoção da prática. |
Sim |
Diretoria
3 Sim · 4 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaAinda que não haja uma política de gestão de riscos formalizada, é parte das atribuições da diretoria executiva o monitoramento, acompanhamento, mensuração e mitigação dos riscos. Também está incluindo a divulgação do desempenho financeiro e operacional, bem como o eventual impacto das atividades da companhia na sociedade e meio ambiente (relatório da administração). |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaNão há um regimento interno da Diretoria Executiva e nem do Conselho de Administração. O direito societário, Estatuto Social e regulamento de listagem do Nível 2 da B3 são os documentos que norteiam as práticas de tais colegiados. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaNão há um processo formal de avaliação do Diretor-Presidente conduzido pelo Conselho de Administração. No planejamento estratégico são definidas as metas e objetivos, que são desdobradas por toda a Companhia. Ao final de cada ano, essas metas são revisadas e adequadas com relação ao resultado operacional e econômico. O desempenho é acompanhado regularmente pelo Conselho de Administração. Aspectos ambientais, sociais e de governança fazem parte da gestão diária dos negócios e, portanto, são também considerados na avaliação informal de desempenho. As informações referentes ao funcionamento da Administração, estão devidamente previstas no item 12.2 do seu Formulário de Referência (versão 5, entregue em 02/07/2019). |
Não |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaComo não há um processo formal de avaliação do Diretor-Presidente conduzido pelo Conselho de Administração, não há resultados discutidos formalmente e aprovações em reuniões do órgão. Ainda assim, no planejamento estratégico da Taurus são definidas as metas e objetivos, que são desdobradas por toda a Companhia. Ao final de cada ano, essas metas são revisadas e adequadas com relação ao resultado operacional e econômico do exercício seguinte. O desempenho é acompanhado regularmente pelo Conselho de Administração. Aspectos ambientais, sociais e de governança fazem parte da gestão diária dos negócios e, portanto, são também considerados na avaliação informal de desempenho. As informações referentes ao funcionamento da Administração, estão devidamente previstas no item 12.2 do seu Formulário de Referência (versão 5, entregue em 02/07/2019). |
Não |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaApesar de não adotarmos uma política de remuneração formalmente aprovada, adotamos práticas de remuneração que buscam atender aos melhores interesses da Companhia e, portanto, de nossos acionistas, de forma a garantir uma administração capacitada. O Estatuto Social define alguns parâmetros básicos com relação à remuneração dosadministradores, a saber: A remuneração atribuída aos administradores tem por escopo o reconhecimento e a retribuição aos administradores da Companhia, considerando o impacto do cargo exercido, a responsabilidade decorrente, a capacitação profissional, a competência e a reputação do dirigente, em consonância com o porte da organização e a correspondente prática de mercado. |
Não |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaO modelo de remuneração, composto por parcela fixa e variável, dos membros da diretoria é alinhado aos objetivos estratégicos da Companhia. Remuneração Fixa: valor recebido mensalmente pelo profissional, o qual visa remunerá-lo de acordo com o nível de atribuições e responsabilidades atribuídas à posição do cargo ocupado. É composta de 12 parcelas dentro do exercício fiscal, incluindo também os encargos de 20% de contribuição previdenciária. Remuneração Variável Anual: valor recebido anualmente pelo profissional, de acordo com o resultado obtido das metas pactuadas anualmente com o Conselho de Administração. A remuneração variável da Diretoria Estatutária não poderá ultrapassar a sua remuneração global anual, conforme previsto no Art. 37 do Estatuto Social da Companhia. Participação Estatutária: até 10% do lucro líquido anual ajustado da Companhia, conforme apurado em balanço. Benefícios: plano de saúde, check-up médico, automóvel e seguro de vida. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA estrutura de incentivos, incluindo a remuneração fixa e variável, dos Diretores está alinhada aos limites de risco definidos pelo Conselho de Administração, cabendo ao Conselho de Administração fixar a referida remuneração, dentro dos limites aprovados pela Assembleia Geral, sem que haja a participação dos Diretores. Nenhum diretor delibera sobre sua própria remuneração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
5 Sim · 3 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO comitê de auditoria e Riscos da Companhia existe desde 11/08/11 e cumpre com todos os requisitos. Tem entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance: é formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente possui ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e possui orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros.
justificativa da empresaNão há um regimento interno do Conselho Fiscal. O direito societário, Estatuto Social e regulamento de listagem do Nível 2 da B3 são os documentos que norteiam as práticas de tal colegiado. |
Não |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaAinda que a prática não esteja formalmente exposta em nenhum documento, a Companhia não contrata outros serviços da empresa de auditoria externa responsável pelo exame, avaliação e parecer de suas demonstrações financeiras, em conformidade com as normas de preservação da independência do auditor externo. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não possui uma área de auditoria interna porque considera que o Comitê de Auditoria e Riscos e o Conselho Fiscal atuam de forma suficiente para monitorar e sugerir ao Conselho de Administração a adoção, alteração e correção de processos e controles. |
Não |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Administração acompanha, monitora e toma as ações cabíveis no sentido de mitigar os riscos aos quais a Companhia está exposta. Não há, no entanto, uma política formal de gerenciamento de riscos. Existem procedimentos e processos que são adotados no dia a dia das operações e dos negócios que são seguidos visando a manter o controle sobre potenciais riscos associados às atividades. Os membros do Comitê de Auditoria e Riscos, Conselho de Administração e Diretoria Executiva, monitoram, medem e adotam ações de mitigação de potenciais riscos em reuniões periódicas e têm a responsabilidade sobre o estabelecimento e supervisão da estrutura da gestão de risco da Companhia. Mais informações sobre as práticas relativas à gestão de riscos podem ser encontradas no item 5.1 e 5.2 do Formulário de Referência (versão 5, entregue em 02/07/2019). |
Não |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaTais funções e atribuições estão previstas no Estatuto Social da Companhia. O Conselho de Administração avalia periodicamente a estrutura de mecanismos e controles internos de que a Diretoria dispõe para conhecer, avaliar e controlar os riscos da Companhia. A Companhia adota práticas de compliance, tais como políticas, procedimentos de controles internos, dentre outras práticas que visam ao cumprimento da legislação, regulamentação e demais normas internas e externas aplicáveis à Companhia. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria avalia anualmente os sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como práticas de compliance, e presta contas ao Conselho de Administração. O comitê de Auditoria e Riscos da Companhia que também presta contas ao Conselho de Administração, participa da avaliação. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
8 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia adota integralmente as sugestões. O Comitê de Ética é o órgão responsável pelo desenvolvimento, disseminação, treinamento, atualização do código de conduta e do canal de denúncias, condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao referido código. O canal de denúncias é gerido por empresa terceirizada com o objetivo de garantir o sigilo e confidencialidade. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia atende o previsto, com canal de denúncias terceirizado, e por meio do Comitê de Ética, orgão responsável para atuar de maneira independente, autônoma e imparcial para apurar renúncias recebidas. O canal de denúncias, gerido por empresa terceirizada, busca garantir aos manifestantes o direito de efetuar relatos anônimos, de modo que o sigilo e confidencialidade das denúncias sejam garantidos. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaDe acordo com o Estatuto Social, artigo 27, cabe ao Conselho de Administração estabelecer alçadas da Diretoria Executiva. A estrutura de governança da Companhia está detalhada nos itens 12.1 e 12.3 do Formulário de Referência (versão 5, entregue em 02/07/2019). |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaOs eventuais assuntos relacionados à identificação e administração de conflitos de interesse são tratados no âmbito do Conselho de Administração, não havendo regras formais sobre o tema. A Companhia ressalta, no entanto, que acredita que o sistema atualmente adotado cumpre as suas necessidades para avaliação de conflitos de interesses, não sendo necessária a adoção de uma política formal sobre o tema no momento. |
Não |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente a recomendação, pois apesar de não haver mecanismo para resolução de conflitos formalmente expresso em um Manual da Assembleia, está sujeita aos mecanismos de administração de conflito de interesses previstos na Lei das Sociedades por Ações, de modo que as deliberações tomadas em decorrência de voto de acionista com interesse conflitante com o da Companhia são anuláveis, respondendo referido acionista por danos causados e obrigando-se a transferir para a companhia as vantagens que tiver auferido. |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de transações com partes relacionadas, aprovada pelo Consleho de Administração em 22 de julho de 2015. Dentre os princípios consagrados pela Política, consta a previsão de que as Transações com Partes Relacionadas devem sempre ser realizadas em condições comutativas, observando-se as condições de mercado, em linha com a legislação em vigor e com as melhores práticas de governança corporativa, assegurando a transparência e o pleno respeito aos interesses da Companhia, sejam formalizadas por escrito, em condições comutativas, com observância das condições de mercado, inclusive com pagamento compensatório adequado, se houver. Além disso, determina que ficam expressamente vedados quaisquer (a) empréstimos em favor de partes relacionadas, exceto em favor de controladas ou coligadas: e (b) transações com partes relacionadas que não observem as condições previstas na Política. No entanto, a política não prevê que o conselho de administração solicite alternativas à diretoria previamente a aprovação de transações com partes relacionadas. |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia adota integralmente as práticas mencionadas neste item, tendo uma Política de Negociação aprovada por seu Conselho de Administração em 29 de julho de 2002. A Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Companhia estabelece as regras e procedimentos que deverão ser observados pelas pessoas vinculadas relativos à negociação de valores mobiliários, preservando a transparência nessas negociações a todos os interessados e definindo (i) períodos nos quais as pessoas vinculadas deverão abster-se de negociar com valores mobiliários, de modo a evitar o questionamento com relação ao uso indevido de informações relevantes não divulgadas ao público, nos moldes da Instrução CVM nº 358/2002, e (ii) as regras aplicáveis aos membros da administração e aos empregados da Companhia que participam do Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações. As principais disposições da Política de Negociação estão detalhadas no item 20.1 do Formulário de Referência (versão 5, entregue em 02/07/2019). |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Manual Anticorrupção da Companhia, aprovado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 26 de julho de 2017, disciplina as doações e contribuições voluntárias realizadas em nome da Companhia, prevendo orientações, vedações e autorizações com relação a tal matéria. O Manual Anticorrupção encontra-se disponível nas páginas da Companhia (www.taurusri.com.br). |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei.
justificativa da empresaO Manual Anticorrupção da Companhia prevê a possibilidade de doações para órgãos públicos ou partidos políticos, porém é definido que para tais doações haja aprovação da Diretoria e/ou Conselho de Administração, seguindo legislação vigente e normas internas da Taurus. |
Não |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| BERNARDO SIMÕES BIRMANNGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2025 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| JOSÉ PAULO DORNELLES CAIROLI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MAGNO NEVES FONSECA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/05/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCELO MUNHOZ ARUCCHIO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| SÉRGIO LAURIMAR FIORAVANTI IndependenteGin | Conselho de Administração | 25 - Vice Presidente Cons. de Administração Independente | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EDUARDO MINGHELLIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/05/2025 | 2 anos |
| LEONARDO BRUM SESTIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/05/2025 | 2 anos |
| SALÉSIO NUHSGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 07/05/2025 | 2 anos |
| SERGIO CASTILHO SGRILLO FILHOGin | Diretoria | 15 - Diretor Financeiro / Diretor de Relações com Investidores | 07/05/2025 | 2 anos |
Conselho Fiscal 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEX LEITE DO NASCIMENTOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| BENJAMIN TEIXEIRA DOURADOGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| HAROLDO ZAGOGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| HELDO JORGE DOS SANTOS PEREIRA JUNIORGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| HÉRIO PAULO S. ANDRIOLAGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| LUCIANO LUIZ BARSIGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| MAURO CÉSAR MEDEIROS DE MELLOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| NILDO TEIXEIRA FREIREGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| PAULO ROBERTO BELLENTANI BRANDÃOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| VALMIR PEDRO ROSSIGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
Comitês 2 comitês
Comitê de Auditoria e Riscos (CAR)
| Nome | Cargo |
|---|---|
| LUCIANO LUIZ BARSIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SÉRGIO LAURIMAR FIORAVANTIGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Auditoria e Risco (CAR)
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MAGNO NEVES FONSECAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 5 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 5 | 5 | 4 |
| Salário ou pró-labore | 768.839 | 1.054.027 | 6.141.560 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 370.656 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 7.251.854 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 1.680.072 |
| Total do órgão | 768.839 | 1.054.027 | 15.444.142 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2026
Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2026
Prevista para 2026 (FRE 2026)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 5 | 5 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 0 | 0 | 4 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 7.029.380 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 7.029.380 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Realizada em 2026 (FRE 2027)
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2026: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2026; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2027 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2026
Opções — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Ações entregues — Realizada em 2026
A realizada em 2026 será reportada no FRE de 2027, ainda não disponível.
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2026 vem do FRE de 2027. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2024 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2024 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2023 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2023 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2010 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2011 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 4 | 1 |
| 2025 | 4 | 1 |
| 2024 | 4 | 1 |
| 2023 | 4 | 1 |
| 2022 | 4 | 1 |
| 2021 | 4 | 1 |
| 2020 | 4 | 1 |
| 2019 | 4 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 3 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 3 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 2 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 86.042 |
| Acionistas pessoa jurídica | 260 |
| Investidores institucionais | 8 |
| Ações ordinárias em circulação | 8.546.643 (16,73%) |
| Ações preferenciais em circulação | 73.815.058 (83,68%) |
| Total em circulação | 82.361.701 (59,13%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (29/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 19/04/2022 | 0 | 52.612.740 | 119.197.139 | 171.809.879 |
| Capital Emitido | 29/04/2025 | 548.100.953 | 51.089.845 | 88.208.032 | 139.297.877 |
| Capital Integralizado | 29/04/2025 | 548.100.953 | 51.089.845 | 88.208.032 | 139.297.877 |
| Capital Subscrito | 29/04/2025 | 548.100.953 | 51.089.845 | 88.208.032 | 139.297.877 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Transações com partes relacionadas 14 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Companhia Brasileira de Cartuchos | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 120.131.000 | — | — | 0 |
| Jindal Defence Systems Private Limited | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 13.277.000 | — | — | 0 |
| Companhia Brasileira de Cartuchos | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 7.293.000 | — | — | — |
| CBC Brasil Comércio e Distribuição | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 3.297.000 | — | — | 0 |
| Taurus JM Indústria de Peças | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 3.279.000 | — | — | 100% CDI |
| Companhia Brasileira de Cartuchos | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 1.826.000 | 0 | — | 0 |
| CBC Taurus Arabia Holding, LLC. | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 1.796.000 | — | — | 0 |
| ANIAM - Assoc. Nac. da Ind. de Armas e Munições | Entidade civil sem fins lucrativos | 01/01/2025 | 684.000 | 0 | — | 0 |
| Taurus JM Indústria de Peças | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 417.000 | — | — | 100% CDI |
| Taurus JM Indústria de Peças | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 304.000 | — | — | 0 |
| SBCF - Soc. Bras. de Conservação da Fauna | Entidade civil sem fins lucrativos | 01/01/2025 | 182.500 | 0 | — | 0 |
| ABIMDE - Assoc. Bras. das Ind. de Materiais de Defesa e Segurança | Entidade civil sem fins lucrativos | 01/01/2025 | 123.872 | — | — | 0 |
| GN Importações | Sociedade controlada pelo Sr. Guilherme Nuhs e Sra. Mara Nuhs, integrantes da família do Presidente da Companhia, Salesio Nuhs, porém sem qualquer participação acionária na Controladora. | 01/01/2025 | 10.000 | 0 | — | 0 |
| CBC Brasil Comércio e Distribuição | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 0 | — | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.000 | 1.127 | 1.114 | 1.184 | 980 | 1.022 | 893 | 769 | 921 | 1.066 | 1.461 | 2.094 | 2.276 | 2.154 | 2.629 | 2.586 |
| Ativo circulante | 654 | 750 | 702 | 783 | 574 | 592 | 472 | 451 | 616 | 695 | 931 | 1.456 | 1.468 | 1.195 | 1.551 | 1.505 |
| Caixa e equivalentes | 40 | 75 | 181 | 281 | 105 | 60 | 27 | 7 | 27 | 36 | 91 | 186 | 201 | 83 | 113 | 68 |
| Aplicações financeiras | 149 | 87 | 0 | 0 | 34 | 22 | 3 | 2 | 2 | 0 | 0 | 71 | 106 | 121 | 177 | 268 |
| Contas a receber | 149 | 149 | 149 | 162 | 140 | 192 | 150 | 123 | 140 | 165 | 317 | 515 | 352 | 212 | 297 | 247 |
| Estoques | 260 | 238 | 262 | 218 | 201 | 222 | 244 | 212 | 277 | 316 | 298 | 492 | 630 | 662 | 779 | 775 |
| Tributos a recuperar | 17 | 17 | 39 | 36 | 23 | 37 | 20 | 44 | 29 | 31 | 33 | 65 | 37 | 62 | 104 | 75 |
| Despesas antecipadas | 9 | 7 | 9 | 9 | 12 | 19 | 6 | 7 | 6 | 6 | 22 | 31 | 42 | 30 | 46 | 29 |
| Realizável a longo prazo | 63 | 63 | 56 | 51 | 67 | 64 | 57 | 21 | 85 | 111 | 203 | 152 | 166 | 179 | 187 | 170 |
| Investimentos | 15 | 16 | 16 | 15 | 13 | 12 | 50 | 0 | 0 | 0 | 0 | 4 | 4 | 69 | 68 | 71 |
| Imobilizado | 258 | 256 | 278 | 268 | 257 | 273 | 239 | 223 | 144 | 181 | 233 | 379 | 513 | 575 | 637 | 650 |
| Intangível | 10 | 42 | 61 | 68 | 68 | 81 | 74 | 73 | 76 | 80 | 93 | 102 | 126 | 136 | 186 | 190 |
| Passivo circulante | 277 | 466 | 639 | 737 | 561 | 803 | 386 | 966 | 536 | 630 | 575 | 1.120 | 999 | 800 | 1.017 | 955 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 36 | 28 | 27 | 30 | 25 | 33 | 35 | 42 | 32 | 30 | 57 | 67 | 67 | 44 | 55 | 32 |
| Fornecedores | 20 | 26 | 35 | 33 | 36 | 81 | 129 | 100 | 95 | 114 | 112 | 144 | 112 | 112 | 156 | 113 |
| Dívida de curto prazo | 119 | 175 | 417 | 446 | 275 | 308 | 27 | 535 | 113 | 111 | 78 | 619 | 393 | 413 | 554 | 662 |
| Passivo não circulante | 262 | 336 | 274 | 301 | 367 | 280 | 679 | 249 | 792 | 741 | 843 | 217 | 253 | 262 | 317 | 384 |
| Dívida de longo prazo | 207 | 282 | 255 | 273 | 342 | 232 | 641 | 158 | 704 | 639 | 688 | 74 | 95 | 116 | 193 | 245 |
| Patrimônio líquido | 461 | 325 | 202 | 146 | 52 | -60 | -172 | -445 | -407 | -305 | 42 | 757 | 1.024 | 1.092 | 1.294 | 1.247 |
| Receita líquida | 672 | 618 | 701 | 807 | 592 | 824 | 830 | 785 | 845 | 1.000 | 1.773 | 2.740 | 2.540 | 1.782 | 1.673 | 1.463 |
| EBIT | 104 | 101 | 84 | 16 | -93 | -61 | -98 | -163 | 46 | 106 | 434 | 974 | 761 | 219 | 209 | 52 |
| Lucro líquido | 70 | 37 | -117 | -80 | -185 | -254 | -103 | -286 | -60 | 43 | 264 | 635 | 520 | 153 | 77 | 18 |
| Fluxo de caixa operacional | 28 | 45 | 61 | 191 | 52 | 79 | 36 | 34 | 32 | 109 | 352 | 398 | 525 | 144 | 224 | 13 |
| Fluxo de caixa de investimento | -23 | -48 | -96 | -28 | -71 | -26 | -12 | -21 | -19 | -67 | -76 | -248 | -280 | -133 | -191 | -185 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 6 | -23 | 53 | -63 | -157 | -98 | -58 | -33 | 7 | -33 | -212 | -52 | -237 | -135 | -4 | 127 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,72 | 20,84 | 20,83 | 20,89 | 20,70 | 20,75 | 20,61 | 20,46 | 20,64 | 20,79 | 21,10 | 21,46 | 21,55 | 21,49 | 21,69 | 21,67 |
| Tamanho (receita) | 20,33 | 20,24 | 20,37 | 20,51 | 20,20 | 20,53 | 20,54 | 20,48 | 20,56 | 20,72 | 21,30 | 21,73 | 21,66 | 21,30 | 21,24 | 21,10 |
| Alavancagem | 0,33 | 0,41 | 0,60 | 0,61 | 0,63 | 0,53 | 0,75 | 0,90 | 0,89 | 0,70 | 0,52 | 0,33 | 0,21 | 0,25 | 0,28 | 0,35 |
| Liquidez corrente | 2,36 | 1,61 | 1,10 | 1,06 | 1,02 | 0,74 | 1,22 | 0,47 | 1,15 | 1,10 | 1,62 | 1,30 | 1,47 | 1,49 | 1,53 | 1,58 |
| ROA | 0,07 | 0,03 | -0,11 | -0,07 | -0,19 | -0,25 | -0,12 | -0,37 | -0,07 | 0,04 | 0,18 | 0,30 | 0,23 | 0,07 | 0,03 | 0,01 |
| ROE | 0,15 | 0,11 | -0,58 | -0,55 | -3,56 | 4,22 | 0,60 | 0,64 | 0,15 | -0,14 | 6,24 | 0,84 | 0,51 | 0,14 | 0,06 | 0,01 |
| Margem líquida | 0,10 | 0,06 | -0,17 | -0,10 | -0,31 | -0,31 | -0,12 | -0,36 | -0,07 | 0,04 | 0,15 | 0,23 | 0,20 | 0,09 | 0,05 | 0,01 |
| Caixa / ativos | 0,04 | 0,07 | 0,16 | 0,24 | 0,11 | 0,06 | 0,03 | 0,01 | 0,03 | 0,03 | 0,06 | 0,09 | 0,09 | 0,04 | 0,04 | 0,03 |
| Tangibilidade | 0,26 | 0,23 | 0,25 | 0,23 | 0,26 | 0,27 | 0,27 | 0,29 | 0,16 | 0,17 | 0,16 | 0,18 | 0,23 | 0,27 | 0,24 | 0,25 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 2 | 27/08/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |