TAURUS ARMAS S.A.
CNPJ 92781335000102 · código CVM 6173Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 02/03/1982 |
| Setor de atividade | Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças |
| Listagem na B3 (início) | 02/03/1982 |
| Segmento B3 atual | Nível 2 de Governança Corporativa |
| Comply Index (2025) | 71,7% |
| Auditor independente (2026) | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.ri.taurusarmas.com.br ↗ |
Respostas no ano 2025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | 55,3% | 22 | 17 | 8 | 7 | 36 | Básico |
| 2020 | 58,5% | 23 | 15 | 9 | 7 | 34 | Básico |
| 2021 | 60,6% | 24 | 14 | 9 | 7 | 34 | Básico |
| 2022 | 70,2% | 29 | 10 | 8 | 7 | 33 | Básico |
| 2023 | 70,2% | 29 | 10 | 8 | 7 | 33 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2024 | 70,2% | 29 | 10 | 8 | 7 | 33 | Nível 2 de Governança Corporativa |
| 2025 | 71,7% | 29 | 9 | 8 | 8 | 32 | Nível 2 de Governança Corporativa |
Acionistas
4 Sim · 1 Não · 1 Parcialmente · 6 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias.
justificativa da empresaA estrutura de capital da Companhia é composta por ações ordinárias (TASA3) e ações preferenciais (TASA4). As ações preferenciais não possuem direito a voto e não adquirem esse direito mesmo na hipótese de não pagamento de dividendos, exceto nas seguintes matérias, conforme determinado no Artigo 5º, parágrafo 4º, do Estatuto Social : (i) transformação, incorporação, fusão ou cisão da Companhia: (ii) aprovação da celebração de contratos entre a Companhia e seu Acionista Controlador, diretamente ou por meio de terceiros, assim como de outras sociedades nas quais o Acionista Controlador tenha interesse, sempre que, por força de disposição legal ou estatutária, tais matérias devam ser submetidas à deliberação da Assembleia Geral: (iii) avaliação de bens destinados à integralização de aumento de capital da Companhia (iv) escolha da empresa especializada para determinação do valor econômico da Companhia, nos termos do Capítulo VII do Estatuto Social e (v) alteração ou revogação de dispositivos estatutários que alterem ou modifiquem quaisquer das exigências previstas no item 4.1 do Regulamento do Nível 2, ressalvado que esse direito a voto prevalecerá apenas enquanto estiver em vigor o Contrato de Participação no Nível 2 de Governança Corporativa. Além do direito a voto nas matérias acima especificadas, o Artigo 5ª, parágrafo 3º do Estatuto Social da Taurus garante às ações preferenciais as seguintes vantagens a seus detentores: (i) prioridade no reembolso de capital, sem prêmio, em caso de liquidação da Companhia (ii) participação nos lucros distribuídos em igualdade com as ações ordinárias e (iii) direito ao recebimento de um valor, por ação preferencial, correspondente a 100% (cem por cento) do valor pago aos acionistas alienantes do Poder de Controle na hipótese de alienação do controle da Companhia nos termos do Capítulo VII do Estatuto Social. Também, conforme estabelecido no Artigo 161, parágrafo 4º da Lei 6404/76 conforme alterada (Lei das S.A.), na constituição do conselho fiscal, órgão permanente na Administração da Taurus, os titulares de ações preferenciais sem direito a voto, ou com voto restrito, terão direito de eleger, em votação em separado, 1 (um) membro e respectivo suplente. Alguns acionistas podem preferir as ações preferenciais em detrimento das ações ordinárias devido às características de cada classe de emissão ou ainda pela estratégia de investimento. Portanto, o fato de a Companhia possuir ações preferenciais, por si só, não caracteriza que a gestão da Companhia, ou ainda, o nível de suas práticas de Governança Corporativa, são inferiores ou superiores em relação à de outras companhias que possuem exclusivamente ações ordinárias. |
Não |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Não se Aplica |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as. | Não se Aplica |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'. | Não se Aplica |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações. | Não se Aplica |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaAinda que a Companhia não tenha uma política formal de destinação de resultados aprovada pelo Conselho de Administração. A destinação de resultados de cada exercício é deliberada em Assembleia Geral de acordo com as regras sobre o assunto estabelecidas no Capítulo VI - Exercício Social e Distribuição e Retenção de Lucros, Artigo 37 a 42 do seu Estatuto Social e poderão também ser consultadas no item 2.7 de seu Formulário de Referência. A Companhia entende que as práticas por ela adotadas relativas à destinação de resultados, divulgadas por meio dos documentos acima mencionados, mantêm os acionistas e o mercado em geral devidamente informados, atendendo ao objetivo da recomendação. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
6 Sim · 4 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresaA Companhia atende praticamente a todas as recomendações, com seu Conselho de Administração tendo entre suas atribuições a definição da estratégia: o acompanhamento das atividades, controles, ferramentas e processos relacionados à gestão de riscos a atuação no sentido de garantir os princípios éticos e a manutenção de relacionamento transparente da Companhia com os stakeholders assim como o acompanhamento e a revisão das práticas de governança corporativa. Para cumprir certas atribuições, o Conselho de Administração conta com o apoio do Comitê de Auditoria e Risco estatutário, além da equipe de auditoria interna. No entanto, até a data deste Informe, ainda não aprovou um Política de gestão de riscos, que está em fase de elaboração. A prática indicada no item (i) é atendida, uma vez que, nos termos do artigo 27 do Estatuto Social da Companhia, a aprovação do planejamento anual da Companhia, com a definição de objetivos e programas para cada uma de suas áreas de atuação, está dentre as competências do Conselho de Administração. As questões ambientais, sociais e de governança têm papel de destaque na Taurus, que conta com um Comitê ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) composto pela diretoria executiva e gestores de áreas estratégicas, com o intuito de direcionar as ações estratégicas ESG da Companhia. O planejamento estratégico tem por objetivo a sustentabilidade econômica e a perenidade da Companhia, visando o melhor retorno para os acionistas, sempre levado em conta a responsabilidade social e ambiental da Taurus com relação a todos os seus públicos de relacionamento e a sociedade em geral. O foco é no bom desempenho dos negócios e na organização de princípios e processos de gestão em ações que compreendem um comportamento ético e transparente, que contribui com o desenvolvimento sustentável e em conformidade com leis e normas vigentes. Com relação à prática recomendada no item (ii), a administração da Companhia destaca que conta com um Comitê de Auditoria e Riscos (CAR) estatutário, que oferece apoio ao Conselho de Administração e cuja constituição, formação e competências estão estabelecidas nos artigos 29 e 30 do Estatuto Social da Taurus. Os itens (v) e (vi) do artigo 30 do Estatuto Social da Companhia, definem dentre as competências do CAR, a assessoria ao Conselho de Administração no monitoramento da efetividade dos processos de gerenciamento de riscos e da função de compliance e o acompanhamento das atividades de auditoria interna e da área de controles internos da Companhia além do assessoramento ao Conselho de Administração no monitoramento da efetividade do gerenciamento de riscos e avaliação e monitoramento das exposições de risco da Companhia. O assunto é prioritário na Companhia, com a gestão de riscos sendo realizada no dia a dia das atividades e contando com o acompanhamento do Comitê de Auditoria e Riscos (CAR), Conselho de Administração e Diretoria Executiva. A Administração se reúne periodicamente para acompanhar, analisar e avaliar o desempenho dos riscos de mercado a que a Companhia está exposta e analisar os informes recebidos dos demais departamentos, de modo a definir eventuais tratamentos aplicáveis à sua mitigação. Não há, no entanto, uma política de gestão de riscos formalizada e aprovada pelo Conselho de Administração. Alinhada com a prática recomendada no item (iii), a Companhia conta com um Comitê de Ética, além de Código de Ética e Manual Anticorrupção, ambos aprovados pelo Conselho de Administração. O Manual Anticorrupção faz parte do Programa de Integridade da Taurus e tem como principal referência a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção, a qual estabelece punição a atos de corrupção contra a administração pública nacional e estrangeira. O Manual trata especificamente de corrupção ou ato lesivo envolvendo órgãos públicos, mas o conceito se aplica à corrupção envolvendo qualquer entidade, seja pública ou privada. A distinção se faz por conta das disposições da lei promulgada, que faz referência específica a órgãos e a funcionários públicos. O documento se destina a todos que, direta ou indiretamente, têm relacionamento com a Taurus, seus administradores e colaboradores, e suplementa, mas não substitui, o Código de Ética da Companhia. Além de membros da administração e empregados, o Manual Anticorrupção é extensivo aos terceiros que representam a Taurus, tais como consultores, prestadores de serviços, parceiros de negócios, fornecedores, que deverão ter inclusas, em seus respectivos contratos, cláusulas que assegurem o cumprimento da Lei Anticorrupção. Também a recomendação estabelecida no item (iv) é atendida, uma vez que os assuntos relacionados à governança corporativa é assunto recorrente no Conselho de Administração, sendo discutidos e acompanhados ao menos em uma de suas reuniões anuais. Adicionalmente, em 2022 foi criado o Comitê ESG da Taurus, formado por toda alta direção. |
Parcialmente |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. justificativa da empresaA Companhia atende parcialmente a recomendação, uma vez que, no presente mandato, o Conselho de Administração da Companhia é composto por cinco membros, sendo que quatro, ou 80,0%, são independentes e, portanto, também externos. No entanto, não existe previsão estatutária de que a maioria do seu Conselho de Administração deve ser composta de membros externos.O Estatuto Social da Taurus está alinhado às regras de listagem do Nível 2, estabelecendo que o Conselho de Administração seja formado por, no mínimo, 40% de membros independentes. |
Parcialmente |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia ainda não possui uma política de indicação formal aprovada pelo Conselho de Administração. As indicações são realizadas por acionistas cuja posição acionária os qualificam para realizar tal indicação e são, então, submetidas à aprovação pela Assembleia Geral. A indicação de membros para o Conselho de Administração considera a qualificação e expertise dos candidatos, assim como sua disponibilidade de tempo para dedicação à função. |
Não |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaNão foi estabelecido processo de avaliação formal de desempenho do Conselho de Administração para o órgão como um todo ou para seus membros individualmente. No entanto, a avaliação da atuação do Conselho de Administração é prática realizada anualmente. Na última reunião do Conselho de Administração realizada a cada ano, há uma avaliação interna, ainda que informal, das atividades realizadas pelo órgão no decorrer do ano, como base, inclusive, para o planejamento das atividades e aspectos a serem tratados pelo órgão no ano posterior. A Administração da Companhia não identifica que a adoção de processos formais de avaliação seja essencial no presente momento, considerando que a prática adotada de avaliação anual informal tem se mostrado efetiva para o bom desempenho do Conselho de Administração. |
Não |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia não conta com um plano de sucessão do diretor-presidente. Em caso de vacância ou necessidade de substituição, a decisão é tomada pelo Conselho de Administração que deve buscar, com a ajuda de empresas especializadas na contratação de executivos, um profissional com experiência e competência para o cargo. |
Não |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaNo caso da eleição de novo membro no Conselho de Administração, é prevista a realização de uma integração, quando o novo Administrador é apresentado às pessoas-chave da Companhia: realiza visita explicativa às instalações industriais tem acesso a material sobre a Companhia, como Políticas, Códigos, Regimentos, Formulário de Referência, releases de resultados e recebe a agenda de reuniões programada para o exercício corrente. A intenção é proporcionar um panorama completo sobre a Companhia, seus princípios, operações, desempenho, processos, projetos em andamento, metas, posicionamento estratégico e planos em discussão. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento.
justificativa da empresaNão há previsão formal para a realização regular de sessões exclusivas para conselheiros externos. Contudo, caso solicitado por qualquer conselheiro, ou quando estarão em pauta matérias que envolvam qualquer tipo de conflito de interesses ou que possam criar constrangimento, o Conselho de Administração reúne-se reservadamente, sem a presença de executivos da Companhia ou demais convidados. Ressalta-se, ainda, que na atual composição do Conselho de Administração, quatro dos cinco membros desse órgão de gestão são conselheiros independentes, inclusive o Presidente do Conselho de Administração. |
Não |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaAs atas das reuniões do Conselho de Administração são elaboradas seguindo as recomendações citadas, com texto claro e registrando as decisões tomadas, as pessoas presentes, assim como eventuais votos divergentes e abstenções. As atas são arquivadas em livro próprio na sede da Companhia e, contanto que não contenham assunto estratégico em relação ao qual é essencial a manutenção do sigilo, são arquivadas na Comissão de Valores Mobiliários, ficando disponíveis no website de relações com investidores da Companhia (ri.taurusarmas.com.br), da B3 (b3.com.br) e da CVM (cvm.gov.br). |
Sim |
Diretoria
4 Sim · 2 Não · 2 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. justificativa da empresaAinda que não haja uma política formal de gestão de riscos da Taurus, dentre as atribuições da diretoria executiva estão o monitoramento, acompanhamento, mensuração e mitigação dos riscos, reportando e ainda atendendo eventuais demandas adicionais do Comitê de Auditoria e Riscos (CAR) em relação a tais assuntos. Na Taurus, este Comitê (CAR) é estabelecido de forma estatutária. Também está incluída entre as atribuições da Diretoria, sendo prática corrente na Companhia, o acompanhamento, monitoramento e a adoção de eventuais melhorias nos processos relacionados à divulgação do desempenho financeiro e operacional e seus eventuais impactos na sociedade e no meio ambiente. As atividades da Companhia não levam a impactos relevantes no meio ambiente, mas, mesmo assim, os aspectos ambientais também são temas de acompanhamento pelos órgãos de gestão. Ciente de suas responsabilidades ambientais, a Taurus tem como premissa a constante busca de aperfeiçoamento do sistema de gestão ambiental. A Companhia conta com uma equipe capacitada e dedicada a tais questões, que tem entre suas funções a gestão ambiental de todos os processos existentes, além de garantir a aplicação de boas práticas ambientais em novos projetos. Essas atividades são acompanhadas pelo Comitê ESG, que atua para que os projetos sejam mensurados de forma assertiva e gerem melhores resultados. Em 02/05/2023, a Companhia divulgou seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, onde são apresentados os princípios e ações ESG referentes ao ano de 2022. Até a data desse Informe, o Relatório de Sustentabilidade referente ao exercício de 2023 segue em elaboração. A Companhia apresenta ainda, no Relatório de Administração anual, o impacto de suas atividades na sociedade, considerando o valor adicionado à sociedade, os impostos pagos, os empregos gerados e as ações de apoio à comunidade realizadas. |
Parcialmente |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades.
justificativa da empresaNa data deste Informe, a Companhia não tem um regimento interno formalizado da Diretoria Executiva. O direito societário, o Estatuto Social e o regulamento de listagem do Nível 2 da B3 norteiam as práticas da Diretoria da Companhia. A Seção III - "Diretoria", do artigo 31 ao 34 do Estatuto Social, estabelece a estrutura, funcionamento, responsabilidades e competências do órgão de gestão e seus membros. A administração entende que tais definições e diretrizes são adequadas e suficientes para reger e dar divulgação à formação e funcionamento da Diretoria no atual momento da Companhia. |
Não |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaNão há um processo formal de avaliação do Diretor-Presidente conduzido pelo Conselho de Administração. No planejamento estratégico são definidas as metas e objetivos, que são desdobradas por toda a Companhia. Ao final de cada ano, essas metas são revisadas e adequadas com relação ao resultado operacional e econômico. O desempenho é acompanhado regularmente pelo Conselho de Administração. Aspectos ambientais, sociais e de governança fazem parte da gestão diária dos negócios e, portanto, são também considerados na avaliação de desempenho. As informações referentes ao funcionamento da Administração estão devidamente previstas no item 7.1 do Formulário de Referência. |
Não |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO Conselho de Administração participa de avaliação e decisão de manutenção ou desligamento de diretores estatutários, conforme competência exclusiva prevista no artigo 27, inciso II do Estatuto Social. No planejamento estratégico da Taurus são definidas as metas e objetivos que são desdobradas por toda a Companhia. Ao final de cada ano, essas metas são revisadas e adequadas com relação ao resultado operacional e econômico do exercício seguinte. O desempenho é acompanhado regularmente pelo Diretor Presidente e pelo Conselho de Administração. A remuneração variável dos diretores, que está relacionada ao atingimento das metas estabelecidas, é apresentada anualmente na proposta da Administração para aprovação em assembleia geral ordinária. Aspectos ambientais, sociais e de governança fazem parte da gestão diária dos negócios e, portanto, são também considerados na avaliação informal de desempenho. As informações referentes ao funcionamento da Administração estão devidamente previstas no item 7.1 do Formulário de Referência. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaO processo para definição da remuneração dos membros da diretoria é transparente e visa os melhores interesses da Companhia e, portanto, também de todos os acionistas, já que tem como objetivo garantir uma administração capacitada para os negócios. A recomendação, portanto, é atendida na prática, ainda que não exista, na data deste Informe, uma política de remuneração formal aprovada pelo Conselho de Administração. A remuneração atribuída aos membros da Diretoria tem por escopo o reconhecimento e a retribuição a esses administradores, considerando o impacto do cargo exercido, a responsabilidade decorrente, o desempenho alcançado, a capacitação profissional, a competência e a reputação do executivo, em consonância com o porte da organização e a correspondente prática de mercado. A remuneração dos membros da Diretoria, considerando a remuneração fixa e variável, é proposta pelo Conselho de Administração para aprovação da assembleia geral. Informações detalhadas com relação às práticas adotadas em termos de remuneração da diretoria, incluindo sua composição, metodologia de cálculo e de reajuste, assim como informações detalhadas referentes ao Plano de Outorga de Ações estão disponíveis no item 8 do Formulário de Referência. |
Parcialmente |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaO modelo de remuneração dos membros da diretoria, composto por parcela fixa e variável, é alinhado aos objetivos estratégicos da Companhia. A remuneração fixa, de 12 parcelas anuais, remunera o executivo de acordo com o nível de atribuições e responsabilidades atribuídas à posição do cargo ocupado, o que envolve a gestão das atividades de sua área em linha com a estratégia estabelecida e visando o melhor interesse da Companhia. Já a remuneração variável anual é vinculada às metas pactuadas com o Conselho de Administração, estando diretamente relacionada aos objetivos traçados para o exercício.Ainda, o Plano de Outorga de Ações (stock grant) da Companhia, aprovado na AGO/E realizada em 28/04/2023 em substituição ao Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações (Stock Options), originalmente aprovado na AGO de 2021 e editado na AGO de 2022, visa (i) atrair, motivar e manter vinculados à Companhia e a suas controladas executivos participantes de alta performance e estratégicos para o desenvolvimento do objeto social da Companhia e de suas controladas: (ii) alinhar os interesses dos participantes com os dos acionistas, incentivando o comprometimento, o engajamento e o senso de participação no negócio explorado pela Companhia (iii) estimular a expansão, o êxito e a consecução dos objetivos traçados pela Companhia e (iv) oferecer aos participantes uma possibilidade adicional de compartilhar a performance e o sucesso da Companhia. As informações sobre a remuneração, assim como benefícios concedidos aos membros da diretoria estatutária, nos últimos três exercícios e a prevista para o exercício corrente (2025) estão detalhadas no item 8 Formulário de Referência. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaA estrutura de incentivos dos Diretores, incluindo a remuneração fixa e variável, está alinhada aos limites de risco definidos pelo Conselho de Administração, cabendo ao Conselho de Administração fixar a referida remuneração, dentro dos limites aprovados pela Assembleia Geral para a remuneração global anual da Diretoria, sem que haja a participação dos Diretores nas decisões. Nenhum diretor delibera sobre sua própria remuneração. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
6 Sim · 2 Não · 1 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaO Comitê de Auditoria e Riscos (CAR) existe desde 11/08/11 e, com a aprovação de alteração estatutária em AGE realizada em 21/09/2020, o órgão se tornou estatutário, com sua constituição, regras e competências definidas no artigo 30 do Estatuto Social da Companhia. Dotado de autonomia operacional, o CAR tem entre suas atribuições a função de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance. Na data deste Informe, o CAR é formado por três membros, todos conselheiros independentes, com um atuando como Presidente do Comitê. De acordo com as regras definidas no Estatuto Social, o CAR deve sempre ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria. Na composição atual, os três membros têm formação em contabilidade, sendo que o Presidente do Comitê tem quase 30 anos de experiência profissional em auditoria interna externa. O Comitê tem também orçamento direcionado para cobrir despesas com o seu funcionamento e com a contração de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo ou independente. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros.
justificativa da empresaA Companhia mantém um Conselho Fiscal de funcionamento permanente, conforme estabelecido no artigo 35 de seu Estatuto Social. Não há, porém, um regimento interno do Conselho Fiscal. O direito societário, o Estatuto Social e o regulamento de listagem do Nível 2 da B3 norteiam as práticas de tal colegiado, sem existir, no entanto, regimento interno específico para o órgão. |
Não |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Sim |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos.
justificativa da empresaA Companhia está em vias de formalizar uma política para contratações de serviços técnicos, assessorias e auditorias. No entanto, na data deste Informe, o documento ainda não foi formalmente aprovado. Ao mesmo tempo, a Companhia já tem como prática não contratar serviços de auditoria interna com a empresa de auditoria que tenha sido contrata para realizar os serviços de auditoria externa, assim como serviços que possam comprometer a independência dos auditores. Observa também o prazo de pelo menos três anos de independência, de forma a estar em conformidade com as normas de preservação e independência do auditor externo. |
Parcialmente |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia conta com um profissional de auditoria interna que reforça a segurança das rotinas e informações, além do Comitê de Ética e Compliance e o Comitê de Auditoria e Riscos (CAR) estatutário para tratativas de vários aspectos neste âmbito. Na data deste Informe, a Companhia está estruturando uma célula independente responsável pela auditoria interna, que reportará ao Diretor Financeiro, tendo acesso ao Conselho de Administração por meio desse diretor e, também, do Comitê de Auditoria e Riscos (CAR). Anualmente, é elaborado um plano de auditoria interna apresentado ao CAR. Com base nesse planejamento, os trabalhos propostos são realizados ao longo do ano e contemplam o mapeamento e revisão de processos, a identificação de gaps, a elaboração de fluxogramas, a revisão de procedimentos, o mapeamento de riscos, e a elaboração de relatórios. O andamento dos trabalhos é acompanhado por meio de reuniões bimestrais do CAR que possui acesso a todas as informações e relatórios, procedendo às devidas tratativas e ou encaminhamentos adicionais. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Não se Aplica |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Política de Gerenciamento de Riscos está sendo revista para aprovação e divulgação, de modo que não há, na data deste formulário, uma política de Gerenciamento de Riscos formalizada e aprovada. A Companhia conta, porém, com um Comitê de Auditoria e Riscos (CAR) estatutário, formado por três membros do Conselho de Administração, sendo dois independentes. A Companhia também possui departamento de Controles Internos e Gestão de Riscos instalado pelo CAR, atendendo as exigências normativas de controle e requisitos de controles internos. Essa área tem a atribuição de verificar e auditar os processos, procedimentos e aderência da Companhia e sua gestão, assim como mapear os riscos, e identificar quebras ou fragilidades de controles internos. Reporta, então, reportando de acordo com o grau da fragilidade ou ausência de controle identificada, ao CAR e à Direção, conforme o tipo de reporte a ser feito sobre os temas, assim como as recomendações para mitigação dos pontos constatados. O Conselho de Administração também acompanha os pontos relativos aos controles internos e gestão de riscos por meio do Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos (CAR). A Diretoria deve facilitar e assegurar o acesso dos membros do CAR, dos auditores internos - por meio da área de controles internos e gestão de riscos - e dos auditores externos às instalações da Companhia, assim como às informações e documentos necessários ao desempenho de suas funções. A Administração também acompanha, monitora e toma as ações cabíveis no sentido de mitigar os riscos aos quais a Companhia está exposta. |
Não |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaTais funções e atribuições estão previstas no Estatuto Social da Companhia. O Conselho de Administração avalia periodicamente a estrutura de mecanismos e controles internos de que a Diretoria dispõe para conhecer, avaliar e controlar os riscos associados à Companhia e suas atividades. A Companhia adota práticas de compliance, tais como políticas, procedimentos de controles internos, dentre outras práticas que visam ao cumprimento da legislação, regulamentação e demais normas internas e externas aplicáveis à Companhia. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria avalia anualmente os sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como práticas de compliance, e presta contas ao Conselho de Administração, por meio do Comitê de Auditoria e Riscos (CAR). Dentre suas funções, cabe ao CAR, conforme estabelecido no artigo 30 do Estatuto Social, assessorar o Conselho de Administração no monitoramento da efetividade dos processos de gerenciamento de riscos e da função de compliance e acompanhar as atividades da auditoria interna e da área de controles internos da Companhia, assim como assessorar o Conselho de Administração no monitoramento da efetividade do gerenciamento de riscos e avaliar e monitorar as exposições de risco da Companhia. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
9 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 1 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA Companhia adota integralmente as práticas recomendadas. O Comitê de Ética é o órgão responsável pelo desenvolvimento, disseminação, treinamento, atualização do código de conduta e, também, encarregado pelo Canal de Denúncias, mediante a condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas a eventuais infrações ao referido código. O Comitê é dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao Conselho de Administração. O canal de denúncias é gerido por empresa terceirizada com o objetivo de garantir o sigilo e a confidencialidade. |
Sim |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia conta com canal de denúncias gerido por empresa terceirizada e acompanhado por seu Comitê de Ética, órgão responsável para atuar de maneira independente, autônoma e imparcial na apuração de denúncias recebidas. O canal de denúncias garante o anonimato de seus usuários, de modo que o sigilo e a confidencialidade das denúncias sejam mantidos. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaDe acordo com o Estatuto Social, artigo 27, compete ao Conselho de Administração fixar as atribuições e fiscalizar a gestão dos Diretores, assim como definir valores de alçada para a Diretoria poder praticar, independentemente de autorização específica, alguns atos e operações conforme definido no Parágrafo Único do mesmo artigo 27. Cabe também ao Conselho de Administração, conforme determinado no artigo 28 do Estatuo Social, estabelecer a formação de comitês técnicos e consultivos, com objetivos e funções definidos, sendo integrados por membros dos órgãos de administração da Companhia ou não, assim como definir normas aplicáveis aos comitês, incluindo regras sobre composição, prazo de gestão, remuneração e funcionamento. A estrutura de governança da Companhia está detalhada no item 7 do Formulário de Referência. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaOs assuntos relacionados à identificação e administração de eventuais conflitos de interesse são tratados no âmbito do Conselho de Administração, conforme as regras previstas nos parágrafos 1º e 2º do artigo 22 do Estatuto Social da Companhia. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaA Companhia adota parcialmente a recomendação, pois está sujeita aos mecanismos de administração de conflito de interesses previstos na Lei das Sociedades por Ações. As deliberações tomadas em decorrência de voto de acionista com interesse conflitante com o da Companhia são anuláveis, respondendo referido acionista por danos causados e obrigando-se a transferir para a companhia as vantagens que tiver auferido. Não há, no entanto, mecanismo para resolução de conflitos formalmente expresso no Estatuto Social, em Política ou Regulamento interno da Companhia. |
Parcialmente |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de transações com partes relacionadas aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 22 de julho de 2015. Dentre os princípios consagrados pela Política, consta a previsão de que as Transações com Partes Relacionadas devem sempre ser formalizadas por escrito, realizadas em condições comutativas, observando-se as condições de mercado e sejam, inclusive com pagamento compensatório adequado, se houver. Devem também estar adequadas à legislação em vigor e alinhadas com as melhores práticas de governança corporativa, assegurando a transparência e o pleno respeito aos interesses da Companhia. Além disso, determina que ficam expressamente vedados quaisquer (a) empréstimos em favor de partes relacionadas, exceto em favor de controladas ou coligadas: e (b) transações com partes relacionadas que não observem as condições previstas na Política. A Política em vigor na Companhia apenas não prevê expressamente, conforme item (i) da recomendação, que o Conselho de Administração solicite alternativas à diretoria previamente à aprovação de transações com partes relacionadas. A administração entende, no entanto, que os termos da Política em vigor são adequados para garantir a manutenção dos melhores interesses da Companhia e, portanto, também de seus acionistas, garantindo as melhores práticas de governança corporativa. A determinação para que toda transação com partes relacionadas seja realizada em condições comutativas, alinhada com as condições de mercado, é equivalente a comparar tal transação a alternativas de mercado, uma vez que para comprovar tais condições impostas pela Política em vigor, é necessário compará-la a outras opções que porventura existam no mercado. A Política de Transações com Partes Relacionadas da Taurus está disponível nos websites de RI da Companhia (ri.taurusarmas.com.br), da CVM (www.cvm.gov.br) e da B3 (www.b3.com.br). |
Parcialmente |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia adota integralmente as práticas mencionadas na recomendação, tendo uma Política de Negociação aprovada por seu Conselho de Administração em 29 de julho de 2002. A Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Companhia estabelece as regras e procedimentos que deverão ser observados pelas pessoas vinculadas relativos à negociação de valores mobiliários, preservando a transparência nessas negociações a todos os interessados e definindo (i) períodos nos quais as pessoas vinculadas deverão abster-se de negociar com valores mobiliários, de modo a evitar o questionamento com relação ao uso indevido de informações relevantes não divulgadas ao público, nos moldes da Resolução CVM nº 44/2022, e (ii) as regras aplicáveis aos membros da administração e aos empregados da Companhia que participam do Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações. A Política de Negociação de Valores Mobiliários está disponível nos websites de RI da Companhia (ri.taurusarmas.com.br), da CVM (www.cvm.gov.br) e da B3 (www.b3.com.br). |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaO Manual Anticorrupção da Companhia, aprovado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 26 de julho de 2017, disciplina as doações e contribuições voluntárias realizadas em nome da Companhia, prevendo orientações, vedações e autorizações com relação à matéria. O documento encontra-se disponível no website de RI da Companhia (ri.taurusarmas.com.br). |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Não se Aplica |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 5 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| BERNARDO SIMÕES BIRMANNGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 29/04/2025 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| JOSÉ PAULO DORNELLES CAIROLI IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MAGNO NEVES FONSECA IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/05/2025 | Até a AGO de 2027 |
| MARCELO MUNHOZ ARUCCHIO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
| SÉRGIO LAURIMAR FIORAVANTI IndependenteGin | Conselho de Administração | 25 - Vice Presidente Cons. de Administração Independente | 29/04/2025 | Até a AGO de 2027 |
Diretoria 4 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| EDUARDO MINGHELLIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/05/2025 | 2 anos |
| LEONARDO BRUM SESTIGin | Diretoria | 19 - Outros Diretores | 07/05/2025 | 2 anos |
| SALÉSIO NUHSGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 07/05/2025 | 2 anos |
| SERGIO CASTILHO SGRILLO FILHOGin | Diretoria | 15 - Diretor Financeiro / Diretor de Relações com Investidores | 07/05/2025 | 2 anos |
Conselho Fiscal 10 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEX LEITE DO NASCIMENTOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| BENJAMIN TEIXEIRA DOURADOGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| HAROLDO ZAGOGin | Conselho Fiscal | 40 - Pres. C.F.Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| HELDO JORGE DOS SANTOS PEREIRA JUNIORGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| HÉRIO PAULO S. ANDRIOLAGin | Conselho Fiscal | 47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| LUCIANO LUIZ BARSIGin | Conselho Fiscal | 44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| MAURO CÉSAR MEDEIROS DE MELLOGin | Conselho Fiscal | 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| NILDO TEIXEIRA FREIREGin | Conselho Fiscal | 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
| PAULO ROBERTO BELLENTANI BRANDÃOGin | Conselho Fiscal | 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | Até a AGO a ser realizada em 2027 |
| VALMIR PEDRO ROSSIGin | Conselho Fiscal | 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas | 29/04/2026 | Até AGO a ser realizada em 2027 |
Comitês 2 comitês
Comitê de Auditoria e Riscos (CAR)
| Nome | Cargo |
|---|---|
| LUCIANO LUIZ BARSIGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| SÉRGIO LAURIMAR FIORAVANTIGin | Presidente do Comitê |
Comitê de Auditoria e Risco (CAR)
| Nome | Cargo |
|---|---|
| MAGNO NEVES FONSECAGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 5 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho Fiscal - Efetivos | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho Fiscal - Suplentes | 0 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 |
| Diretoria | 0 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2018
Prevista para 2018 (FRE 2018)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 5 | 3 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 5 | 3 |
| Salário ou pró-labore | 357.500 | 417.833 | 3.406.542 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 23.539 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 71.500 | 83.567 | 681.308 |
| Bônus | 0 | 0 | 0 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 429.000 | 501.400 | 4.111.389 |
Realizada em 2018 (FRE 2019)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 5 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 5 | 4 |
| Salário ou pró-labore | 179.985 | 480.000 | 2.399.796 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 0 | 81.753 |
| Participação em comitês | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores fixos | 35.997 | 96.000 | 479.959 |
| Bônus | 0 | 0 | 3.119.735 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 623.947 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 0 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 0 | 0 |
| Total do órgão | 215.982 | 576.000 | 6.705.190 |
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2018: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2018; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2019 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2018
Realizada em 2018 (FRE 2019)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 3 | 5 | 4 |
| Nº de membros remunerados | 3 | 5 | 4 |
| Maior remuneração individual | 72.000 | 240.000 | 597.600 |
| Menor remuneração individual | 72.000 | 60.000 | 512.200 |
| Remuneração média individual | 72.000 | 115.200 | 551.750 |
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2018 vem do FRE de 2019.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2026 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2025 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567000111 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2025 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2024 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2024 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2024 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2024 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2023 | DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2023 | ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Ltda | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2023 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2023 | KPMG Auditores Independentes Ltda | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 |
| 2022 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S/S | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2021 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2020 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2020 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2019 | Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes | 49928567001002 | Nacional | 07/05/2020 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2019 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2018 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2017 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2016 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2016 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2015 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2015 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 → 30/03/2015 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 31/03/2015 |
| 2014 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2013 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2013 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2012 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2012 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2011 | Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 18/04/2012 |
| 2011 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 15/03/2004 → 17/04/2012 |
| 2010 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000552 | Nacional | 01/01/2011 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 4 | 1 |
| 2025 | 4 | 1 |
| 2024 | 4 | 1 |
| 2023 | 4 | 1 |
| 2022 | 4 | 1 |
| 2021 | 4 | 1 |
| 2020 | 4 | 1 |
| 2019 | 4 | 1 |
| 2018 | 3 | 1 |
| 2017 | 3 | 1 |
| 2016 | 3 | 1 |
| 2015 | 3 | 1 |
| 2014 | 3 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 2 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 86.042 |
| Acionistas pessoa jurídica | 260 |
| Investidores institucionais | 8 |
| Ações ordinárias em circulação | 8.546.643 (16,73%) |
| Ações preferenciais em circulação | 73.815.058 (83,68%) |
| Total em circulação | 82.361.701 (59,13%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (29/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 19/04/2022 | 0 | 52.612.740 | 119.197.139 | 171.809.879 |
| Capital Emitido | 29/04/2025 | 548.100.953 | 51.089.845 | 88.208.032 | 139.297.877 |
| Capital Integralizado | 29/04/2025 | 548.100.953 | 51.089.845 | 88.208.032 | 139.297.877 |
| Capital Subscrito | 29/04/2025 | 548.100.953 | 51.089.845 | 88.208.032 | 139.297.877 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Transações com partes relacionadas 14 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Companhia Brasileira de Cartuchos | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 120.131.000 | — | — | 0 |
| Jindal Defence Systems Private Limited | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 13.277.000 | — | — | 0 |
| Companhia Brasileira de Cartuchos | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 7.293.000 | — | — | — |
| CBC Brasil Comércio e Distribuição | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 3.297.000 | — | — | 0 |
| Taurus JM Indústria de Peças | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 3.279.000 | — | — | 100% CDI |
| Companhia Brasileira de Cartuchos | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 1.826.000 | 0 | — | 0 |
| CBC Taurus Arabia Holding, LLC. | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 1.796.000 | — | — | 0 |
| ANIAM - Assoc. Nac. da Ind. de Armas e Munições | Entidade civil sem fins lucrativos | 01/01/2025 | 684.000 | 0 | — | 0 |
| Taurus JM Indústria de Peças | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 417.000 | — | — | 100% CDI |
| Taurus JM Indústria de Peças | Coligada com controle compartilhado | 01/01/2025 | 304.000 | — | — | 0 |
| SBCF - Soc. Bras. de Conservação da Fauna | Entidade civil sem fins lucrativos | 01/01/2025 | 182.500 | 0 | — | 0 |
| ABIMDE - Assoc. Bras. das Ind. de Materiais de Defesa e Segurança | Entidade civil sem fins lucrativos | 01/01/2025 | 123.872 | — | — | 0 |
| GN Importações | Sociedade controlada pelo Sr. Guilherme Nuhs e Sra. Mara Nuhs, integrantes da família do Presidente da Companhia, Salesio Nuhs, porém sem qualquer participação acionária na Controladora. | 01/01/2025 | 10.000 | 0 | — | 0 |
| CBC Brasil Comércio e Distribuição | Pessoas jurídicas ligadas ao controlador da Taurus Armas S.A. | 01/01/2025 | 0 | — | — | 0 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.000 | 1.127 | 1.114 | 1.184 | 980 | 1.022 | 893 | 769 | 921 | 1.066 | 1.461 | 2.094 | 2.276 | 2.154 | 2.629 | 2.586 |
| Ativo circulante | 654 | 750 | 702 | 783 | 574 | 592 | 472 | 451 | 616 | 695 | 931 | 1.456 | 1.468 | 1.195 | 1.551 | 1.505 |
| Caixa e equivalentes | 40 | 75 | 181 | 281 | 105 | 60 | 27 | 7 | 27 | 36 | 91 | 186 | 201 | 83 | 113 | 68 |
| Aplicações financeiras | 149 | 87 | 0 | 0 | 34 | 22 | 3 | 2 | 2 | 0 | 0 | 71 | 106 | 121 | 177 | 268 |
| Contas a receber | 149 | 149 | 149 | 162 | 140 | 192 | 150 | 123 | 140 | 165 | 317 | 515 | 352 | 212 | 297 | 247 |
| Estoques | 260 | 238 | 262 | 218 | 201 | 222 | 244 | 212 | 277 | 316 | 298 | 492 | 630 | 662 | 779 | 775 |
| Tributos a recuperar | 17 | 17 | 39 | 36 | 23 | 37 | 20 | 44 | 29 | 31 | 33 | 65 | 37 | 62 | 104 | 75 |
| Despesas antecipadas | 9 | 7 | 9 | 9 | 12 | 19 | 6 | 7 | 6 | 6 | 22 | 31 | 42 | 30 | 46 | 29 |
| Realizável a longo prazo | 63 | 63 | 56 | 51 | 67 | 64 | 57 | 21 | 85 | 111 | 203 | 152 | 166 | 179 | 187 | 170 |
| Investimentos | 15 | 16 | 16 | 15 | 13 | 12 | 50 | 0 | 0 | 0 | 0 | 4 | 4 | 69 | 68 | 71 |
| Imobilizado | 258 | 256 | 278 | 268 | 257 | 273 | 239 | 223 | 144 | 181 | 233 | 379 | 513 | 575 | 637 | 650 |
| Intangível | 10 | 42 | 61 | 68 | 68 | 81 | 74 | 73 | 76 | 80 | 93 | 102 | 126 | 136 | 186 | 190 |
| Passivo circulante | 277 | 466 | 639 | 737 | 561 | 803 | 386 | 966 | 536 | 630 | 575 | 1.120 | 999 | 800 | 1.017 | 955 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 36 | 28 | 27 | 30 | 25 | 33 | 35 | 42 | 32 | 30 | 57 | 67 | 67 | 44 | 55 | 32 |
| Fornecedores | 20 | 26 | 35 | 33 | 36 | 81 | 129 | 100 | 95 | 114 | 112 | 144 | 112 | 112 | 156 | 113 |
| Dívida de curto prazo | 119 | 175 | 417 | 446 | 275 | 308 | 27 | 535 | 113 | 111 | 78 | 619 | 393 | 413 | 554 | 662 |
| Passivo não circulante | 262 | 336 | 274 | 301 | 367 | 280 | 679 | 249 | 792 | 741 | 843 | 217 | 253 | 262 | 317 | 384 |
| Dívida de longo prazo | 207 | 282 | 255 | 273 | 342 | 232 | 641 | 158 | 704 | 639 | 688 | 74 | 95 | 116 | 193 | 245 |
| Patrimônio líquido | 461 | 325 | 202 | 146 | 52 | -60 | -172 | -445 | -407 | -305 | 42 | 757 | 1.024 | 1.092 | 1.294 | 1.247 |
| Receita líquida | 672 | 618 | 701 | 807 | 592 | 824 | 830 | 785 | 845 | 1.000 | 1.773 | 2.740 | 2.540 | 1.782 | 1.673 | 1.463 |
| EBIT | 104 | 101 | 84 | 16 | -93 | -61 | -98 | -163 | 46 | 106 | 434 | 974 | 761 | 219 | 209 | 52 |
| Lucro líquido | 70 | 37 | -117 | -80 | -185 | -254 | -103 | -286 | -60 | 43 | 264 | 635 | 520 | 153 | 77 | 18 |
| Fluxo de caixa operacional | 28 | 45 | 61 | 191 | 52 | 79 | 36 | 34 | 32 | 109 | 352 | 398 | 525 | 144 | 224 | 13 |
| Fluxo de caixa de investimento | -23 | -48 | -96 | -28 | -71 | -26 | -12 | -21 | -19 | -67 | -76 | -248 | -280 | -133 | -191 | -185 |
| Fluxo de caixa de financiamento | 6 | -23 | 53 | -63 | -157 | -98 | -58 | -33 | 7 | -33 | -212 | -52 | -237 | -135 | -4 | 127 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 20,72 | 20,84 | 20,83 | 20,89 | 20,70 | 20,75 | 20,61 | 20,46 | 20,64 | 20,79 | 21,10 | 21,46 | 21,55 | 21,49 | 21,69 | 21,67 |
| Tamanho (receita) | 20,33 | 20,24 | 20,37 | 20,51 | 20,20 | 20,53 | 20,54 | 20,48 | 20,56 | 20,72 | 21,30 | 21,73 | 21,66 | 21,30 | 21,24 | 21,10 |
| Alavancagem | 0,33 | 0,41 | 0,60 | 0,61 | 0,63 | 0,53 | 0,75 | 0,90 | 0,89 | 0,70 | 0,52 | 0,33 | 0,21 | 0,25 | 0,28 | 0,35 |
| Liquidez corrente | 2,36 | 1,61 | 1,10 | 1,06 | 1,02 | 0,74 | 1,22 | 0,47 | 1,15 | 1,10 | 1,62 | 1,30 | 1,47 | 1,49 | 1,53 | 1,58 |
| ROA | 0,07 | 0,03 | -0,11 | -0,07 | -0,19 | -0,25 | -0,12 | -0,37 | -0,07 | 0,04 | 0,18 | 0,30 | 0,23 | 0,07 | 0,03 | 0,01 |
| ROE | 0,15 | 0,11 | -0,58 | -0,55 | -3,56 | 4,22 | 0,60 | 0,64 | 0,15 | -0,14 | 6,24 | 0,84 | 0,51 | 0,14 | 0,06 | 0,01 |
| Margem líquida | 0,10 | 0,06 | -0,17 | -0,10 | -0,31 | -0,31 | -0,12 | -0,36 | -0,07 | 0,04 | 0,15 | 0,23 | 0,20 | 0,09 | 0,05 | 0,01 |
| Caixa / ativos | 0,04 | 0,07 | 0,16 | 0,24 | 0,11 | 0,06 | 0,03 | 0,01 | 0,03 | 0,03 | 0,06 | 0,09 | 0,09 | 0,04 | 0,04 | 0,03 |
| Tangibilidade | 0,26 | 0,23 | 0,25 | 0,23 | 0,26 | 0,27 | 0,27 | 0,29 | 0,16 | 0,17 | 0,16 | 0,18 | 0,23 | 0,27 | 0,24 | 0,25 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2019 | 1 | 30/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 30/09/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 1 | 30/07/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 2 | 27/08/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2019 | Básico | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Básico | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Básico | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Básico | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Nível 2 de Governança Corporativa | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |