TOTVS S.A
CNPJ 53113791000122 · código CVM 19992Visão geral
| Situação na CVM | ATIVO |
|---|---|
| Registro na CVM | 07/03/2006 |
| Setor de atividade | Comunicação e Informática |
| Listagem na B3 (início) | 07/03/2006 |
| Segmento B3 atual | Novo Mercado |
| Comply Index (2025) | 97,0% |
| Auditor independente (2026) | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA |
| Site / Relações com Investidores | www.totvs.com ↗ |
Respostas no ano 2025
20182019202020212022202320242025
Histórico
| Ano | Comply Index | Sim | Não | Parcial | N/A | Com justificativa | Segmento B3 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | 87,0% | 43 | 6 | 1 | 4 | 29 | Novo Mercado |
| 2019 | 87,8% | 42 | 5 | 2 | 5 | 29 | Novo Mercado |
| 2020 | 88,8% | 43 | 5 | 1 | 5 | 29 | Novo Mercado |
| 2021 | 85,6% | 43 | 6 | 3 | 2 | 30 | Novo Mercado |
| 2022 | 94,0% | 46 | 2 | 2 | 4 | 29 | Novo Mercado |
| 2023 | 96,2% | 48 | 0 | 4 | 2 | 29 | Novo Mercado |
| 2024 | 96,0% | 46 | 0 | 4 | 4 | 29 | Novo Mercado |
| 2025 | 97,0% | 47 | 0 | 3 | 4 | 28 | Novo Mercado |
Acionistas
8 Sim · 0 Não · 2 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 1.1.1 | O capital social da companhia deve ser composto apenas por ações ordinárias. | Sim |
| 1.2.1 | Os acordos de acionistas não devem vincular o exercício do direito de voto de nenhum administrador ou membro dos órgãos de fiscalização e controle. | Sim |
| 1.3.1 | A diretoria deve utilizar a assembleia para comunicar a condução dos negócios da companhia, pelo que a administração deve publicar um manual visando facilitar e estimular a participação nas assembleias gerais. | Sim |
| 1.3.2 | As atas devem permitir o pleno entendimento das discussões havidas na assembleia, ainda que lavradas em forma de sumário de fatos ocorridos, e trazer a identificação dos votos proferidos pelos acionistas. | Sim |
| 1.4.1 | O conselho de administração deve fazer uma análise crítica das vantagens e desvantagens da medida de defesa e de suas características e, sobretudo, dos gatilhos de acionamento e parâmetros de preço, se aplicáveis, explicando-as.
justificativa da empresaO Comitê de Governança e Indicação é o órgão responsável por realizar a referida análise, reportando suas conclusões ao Conselho de Administração, para deliberação. Desta forma, o Comitê avaliou os aspectos favoráveis e desfavoráveis da medida de defesa prevista no Estatuto Social, recomendando sua manutenção ao Conselho de Administração, que a aprovou em 04.07.2022. Em 2025, o tema foi novamente analisado com recomendação de manutenção das medidas no Estatuto Social, sendo avaliado pelo Conselho de Administração quando da aprovação da Proposta da Administração para a Assembleia Geral em 18.03.2025. |
Sim |
| 1.4.2 | Não devem ser utilizadas cláusulas que inviabilizem a remoção da medida do estatuto social, as chamadas 'cláusulas pétreas'.
justificativa da empresaO mecanismo de proteção à dispersão acionária foi incluído no Estatuto Social da Companhia em 07.03.2006, em preparação à oferta pública inicial de ações para a listagem no Novo Mercado da B3. A Companhia entende que a adoção dessa prática ocorre de maneira parcial, considerando que a efetividade dessa cláusula pétrea pode ter seus efeitos limitados em razão do Parecer de Orientação CVM nº 036/2009. |
Parcialmente |
| 1.4.3 | Caso o estatuto determine a realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) sempre que um acionista ou grupo de acionistas atingir, de forma direta ou indireta, participação relevante no capital votante, a regra de determinação do preço da oferta não deve impor acréscimos de prêmios substancialmente acima do valor econômico ou de mercado das ações.
justificativa da empresaA Administração entende que a diretriz para a definição do preço da oferta não impõe acréscimo de prêmio substancial, tendo em vista as práticas vigentes no Mercado de Capitais. Ademais, a Administração entende que os acionistas têm reiteradamente considerado que os parâmetros de preço de eventual OPA estão adequados para salvaguardar os interesses da Companhia, sem implicar em um indevido encastelamento da gestão. Ressalta-se que o percentual estipulado como gatilho para a aplicação do mecanismo de proteção à dispersão acionária, previsto no Estatuto da Companhia, supera a participação atual de seu maior acionista. |
Sim |
| 1.5.1 | O estatuto da companhia deve estabelecer que: (i) transações em que se configure a alienação, direta ou indireta, do controle acionário devem ser acompanhadas de oferta pública de aquisição de ações (OPA) dirigida a todos os acionistas, pelo mesmo preço e condições obtidos pelo acionista vendedor (ii) os administradores devem se manifestar sobre os termos e condições de reorganizações societárias, aumentos de capital e outras transações que derem origem à mudança de controle, e consignar se elas asseguram tratamento justo e equitativo aos acionistas da companhia. |
Sim |
| 1.6.1 | O estatuto social deve prever que o conselho de administração dê seu parecer em relação a qualquer OPA tendo por objeto ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis por ações de emissão da companhia, o qual deverá conter, entre outras informações relevantes, a opinião da administração sobre eventual aceitação da OPA e sobre o valor econômico da companhia. | Sim |
| 1.7.1 | A companhia deve elaborar e divulgar política de destinação de resultados definida pelo conselho de administração. Entre outros aspectos, tal política deve prever a periodicidade de pagamentos de dividendos e o parâmetro de referência a ser utilizado para a definição do respectivo montante (percentuais do lucro líquido ajustado e do fluxo de caixa livre, entre outros).
justificativa da empresaA Companhia entende que a prática é parcialmente adotada, considerando que não conta com uma política formal e publicamente divulgada de destinação de resultados. Todavia, o Estatuto Social contempla disposições objetivas sobre o tema, além daquelas previstas em lei. Tais diretrizes são observadas pelo Conselho de Administração nas propostas submetidas à Assembleia Geral ou na aprovação das distribuições intermediárias ao longo dos exercícios. |
Parcialmente |
| 1.8.1 | O estatuto social deve identificar clara e precisamente o interesse público que justificou a criação da sociedade de economia mista, em capítulo específico. | Não se Aplica |
| 1.8.2 | O conselho de administração deve monitorar as atividades da companhia e estabelecer políticas, mecanismos e controles internos para apuração dos eventuais custos do atendimento do interesse público e eventual ressarcimento da companhia ou dos demais acionistas e investidores pelo acionista controlador. | Não se Aplica |
Conselho de Administração
12 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 2.1.1 | O conselho de administração deve, sem prejuízo de outras atribuições legais, estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) definir as estratégias de negócios, considerando os impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente, visando a perenidade da companhia e a criação de valor no longo prazo (ii) avaliar periodicamente a exposição da companhia a riscos e a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos, dos controles internos e do sistema de integridade/conformidade (compliance) e aprovar uma política de gestão de riscos compatível com as estratégias de negócios (iii) definir os valores e princípios éticos da companhia e zelar pela manutenção da transparência do emissor no relacionamento com todas as partes interessadas (iv) rever anualmente o sistema de governança corporativa, visando a aprimorá-lo. justificativa da empresa(i) Em cumprimento às práticas recomendadas, o Conselho de Administração da TOTVS define e orienta as estratégias dos negócios, sendo composto por sete membros com relevante experiência em gestão e planejamento estratégico. Anualmente, é realizada uma reunião exclusiva para tratar do planejamento estratégico do exercício seguinte, levando em conta as externalidades ambientais, sociais e na geração de valor e longevidade da Companhia. Para tanto, o Conselho conta com o apoio do Comitê de Estratégia, na análise recorrente dos temas voltados à visão de futuro e criação de valor, incluindo aspectos de Sustentabilidade e ESG (Ambiental, Social e Governança), assegurando a perenidade da Companhia. Sobre os impactos da TOTVS na sociedade, é importante destacar sua atuação como fundadora e principal mantenedora do Instituto da Oportunidade Social (IOS), organização sem fins lucrativos que atua na capacitação profissional em tecnologia de jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica e pessoas com deficiência. O Conselho de Administração acompanha temas socioambientais através dos trabalhos do Comitê de Governança e Indicação, recomendando e acompanhando a estratégia e adoção de boas práticas de Sustentabilidade e ESG. A TOTVS também é integrante das carteiras do Índice de Carbono Eficiente (ICO2 B3) e do IDiversa B3. (ii) O Conselho de Administração é responsável pela aprovação dos objetivos estratégicos, metodologia de gestão de riscos e controles internos e do Programa de Integridade, definindo os níveis de apetite aos riscos e a matriz de riscos prioritários, a qual é reavaliada e aprovada anualmente. Tais atribuições são definidas pela Política de Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance. A Companhia também adota melhores práticas internas de gestão, com atuação de Controles Internos, responsável pelo mapeamento de processos e realização de testes de desenho e efetividade dos controles, com o objetivo de avaliar sua correta execução e eficiência operacional na prevenção ou detecção de distorções relevantes. Adicionalmente, as áreas realizam a autoavaliação dos seus controles. O Comitê de Auditoria Estatutário também monitora periodicamente a execução e os resultados do plano de trabalho de gestão de riscos, controles internos e compliance. (iii) A TOTVS adota a prática recomendada, que é demonstrada através da mobilização dos valores da Companhia por meio da cultura SOMOSTOTVS, composta por cinco princípios: Resultados, Gente, Colaboração, Clientes e Tecnologia. Essa cultura reflete os valores fundamentais da Companhia e se fortalece por meio do Código de Ética e Conduta e das políticas organizacionais, especialmente a Política de Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance, que estabelece o Programa de Integridade, estruturado nos pilares de Cultura de Integridade, Avaliação de Riscos, Código de Ética e Conduta, Políticas e Procedimentos, Comunicação e Treinamentos e Detecção e Remediação. (iv) O Conselho de Administração revê continuamente o sistema de governança corporativa da Companhia, com apoio de seus Comitês de Assessoramento. O Comitê de Governança e Indicação é o órgão responsável por recomendar propostas de reformas estatutárias, estabelecer canais para interação entre os acionistas de longo prazo e o Conselho, apoiar na condução da avaliação de desempenho (conforme Princípio 2.4 do presente Informe), bem como selecionar e indicar candidatos para compor o Conselho de Administração e seus Comitês, além de avaliar documentos regulatórios divulgados ao mercado. O Comitê de Gente e Remuneração é responsável por analisar os candidatos para compor a Diretoria Estatutária, acompanhar o processo de avaliação anual dos executivos, apresentar ao Conselho a proposta de remuneração dos administradores da Companhia e supervisionar a elaboração e implementação de um plano de sucessão dos executivos da Companhia. |
Sim |
| 2.2.1 | O estatuto social deve estabelecer que: (i) o conselho de administração seja composto em sua maioria por membros externos, tendo, no mínimo, um terço de membros independentes (ii) o conselho de administração deve avaliar e divulgar anualmente quem são os conselheiros independentes, bem como indicar e justificar quaisquer circunstâncias que possam comprometer sua independência. |
Sim |
| 2.2.2 | O conselho de administração deve aprovar uma política de indicação que estabeleça: (i) o processo para a indicação dos membros do conselho de administração, incluindo a indicação da participação de outros órgãos da companhia no referido processo (ii) que o conselho de administração deve ser composto tendo em vista a disponibilidade de tempo de seus membros para o exercício de suas funções e a diversidade de conhecimentos, experiências, comportamentos, aspectos culturais, faixa etária e gênero. justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Indicação, aprovada pelo Conselho de Administração, que estabelece os critérios para a indicação de membros ao Conselho, seus Comitês de Assessoramento e à Diretoria Estatutária da Companhia. O Comitê de Governança e Indicação é o responsável pela análise dos perfis e do desempenho do Conselho de Administração e de seus Comitês de Assessoramento, além de identificar candidatos a serem incluídos na Proposta da Administração para a Assembleia Geral de Acionistas. Além disso, é responsável por administrar as indicações que possam ser feitas diretamente pelos acionistas e promover o engajamento com os principais acionistas, visando à coleta de percepções e sugestões. A referida Política de Indicação prevê que os indicados tenham disponibilidade de tempo para dedicar-se adequadamente à função e às responsabilidades assumidas, prevendo ainda o dever de o membro manter o Comitê de Governança e Indicação atualizado a respeito da participação em órgãos de outras empresas, garantindo alinhamento às boas práticas de governança. |
Sim |
| 2.3.1 | O diretor-presidente não deve acumular o cargo de presidente do conselho de administração. | Sim |
| 2.4.1 | A companhia deve implementar um processo anual de avaliação do desempenho do conselho de administração e de seus comitês, como órgãos colegiados, do presidente do conselho de administração, dos conselheiros, individualmente considerados, e da secretaria de governança, caso existente.
justificativa da empresaA Companhia está aderente à prática recomendada, realizando um processo formal de avaliação do Conselho e de seus Comitês de Assessoramento. O processo tem como diretrizes, seguindo as melhores práticas recomendadas, a saber: autoavaliação dos membros, avaliação entre os pares e avaliação dos órgãos colegiados. O Presidente do Conselho de Administração conduz o processo, com apoio da Secretaria de Governança Corporativa e conforme as recomendações do Comitê de Governança e Indicação. Adicionalmente, o Conselho de Administração pode contratar uma consultoria externa especializada para auxiliar no processo, sendo que, na prática, tal contratação tem ocorrido em anos alternados, previamente à renovação do mandato dos membros. Em 2024, a avaliação de desempenho foi conduzida internamente, através de questionários com temas voltados à avaliação do engajamento do membro, processo decisório central, mecanismos e processos de governança, infraestrutura de comunicação e efetividade do Conselho. Tais questionários são disponibilizados utilizando uma ferramenta própria da Companhia, garantindo a confidencialidade das respostas. Os resultados foram apresentados e discutidos em reunião do Comitê de Governança e Indicação, previamente à apresentação ao Conselho de Administração, em reunião realizada em 16.12.2024. Em 2023, a avaliação de desempenho foi realizada por uma consultoria especializada, seguindo as diretrizes estabelecidas pela Companhia, e voltada para análise estratégica, mandato e propósito do Conselho. O processo de avaliação contou com entrevistas individuais com os Conselheiros, com o Presidente do Conselho de Administração e alguns Diretores Estatutários. Os resultados foram discutidos no Comitê de Governança e Indicação e apresentados ao Conselho de Administração, em reunião realizada em 18.12.2023. |
Sim |
| 2.5.1 | O conselho de administração deve aprovar e manter atualizado um plano de sucessão do diretor-presidente, cuja elaboração deve ser coordenada pelo presidente do conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui um plano de sucessão para todos os cargos da Diretoria Estatutária, elaborado pela Vice-Presidência de Relações Humanas e Marketing e supervisionado pelo Comitê de Gente e Remuneração. O Comitê de Governança e Indicação assegura a eficácia do plano. A aprovação e o acompanhamento do plano de sucessão do Diretor-Presidente é realizado pelo Conselho de Administração, sob coordenação de seu Presidente. A mais recente atualização do Mapa de Sucessão foi realizada em junho de 2025, ocasião em que foi apresentada e discutida com o Comitê de Gente e Remuneração e, posteriormente, com o Conselho de Administração. |
Sim |
| 2.6.1 | A companhia deve ter um programa de integração dos novos membros do conselho de administração, previamente estruturado, para que os referidos membros sejam apresentados às pessoas-chave da companhia e às suas instalações e no qual sejam abordados temas essenciais para o entendimento do negócio da companhia.
justificativa da empresaA Companhia conta com um programa estruturado de integração para novos membros do Conselho de Administração e seus Comitês de Assessoramento, coordenado pelo Presidente do Conselho, em conjunto com o Diretor-Presidente e com o apoio da Secretaria de Governança Corporativa. O programa tem como objetivo promover a interação dos novos membros com executivos-chave da Companhia, conhecendo a estrutura organizacional, o posicionamento de mercado e a visão da estratégia. |
Sim |
| 2.7.1 | A remuneração dos membros do conselho de administração deve ser proporcional às atribuições, responsabilidades e demanda de tempo. Não deve haver remuneração baseada em participação em reuniões, e a remuneração variável dos conselheiros, se houver, não deve ser atrelada a resultados de curto prazo. | Sim |
| 2.8.1 | O conselho de administração deve ter um regimento interno que normatize suas responsabilidades, atribuições e regras de funcionamento, incluindo: (i) as atribuições do presidente do conselho de administração (ii) as regras de substituição do presidente do conselho em sua ausência ou vacância (iii) as medidas a serem adotadas em situações de conflito de interesses e (iv) a definição de prazo de antecedência suficiente para o recebimento dos materiais para discussão nas reuniões, com a adequada profundidade. |
Sim |
| 2.9.1 | O conselho de administração deve definir um calendário anual com as datas das reuniões ordinárias, que não devem ser inferiores a seis nem superiores a doze, além de convocar reuniões extraordinárias, sempre que necessário. O referido calendário deve prever uma agenda anual temática com assuntos relevantes e datas de discussão. | Sim |
| 2.9.2 | As reuniões do conselho devem prever regularmente sessões exclusivas para conselheiros externos, sem a presença dos executivos e demais convidados, para alinhamento dos conselheiros externos e discussão de temas que possam criar constrangimento. | Sim |
| 2.9.3 | As atas de reunião do conselho devem ser redigidas com clareza e registrar as decisões tomadas, as pessoas presentes, os votos divergentes e as abstenções de voto.
justificativa da empresaA elaboração das atas das reuniões do Conselho e dos Comitês é uma atribuição da Secretaria de Governança Corporativa, sendo tais documentos redigidos com objetividade e clareza, assegurando o registro das deliberações realizadas, presenças, inclusive, formalização de votos divergentes e abstenções por conflitos de interesses, quando existentes. A Companhia divulga as atas das reuniões do Conselho de Administração com o objetivo de informar as decisões tomadas aos acionistas e ao mercado em geral, garantindo transparência aos trabalhos do órgão. |
Sim |
Diretoria
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 3.1.1 | A diretoria deve, sem prejuízo de suas atribuições legais e estatutárias e de outras práticas previstas no Código: (i) executar a política de gestão de riscos e, sempre que necessário, propor ao conselho eventuais necessidades de revisão dessa política, em função de alterações nos riscos a que a companhia está exposta (ii) implementar e manter mecanismos, processos e programas eficazes de monitoramento e divulgação do desempenho financeiro e operacional e dos impactos das atividades da companhia na sociedade e no meio ambiente. |
Sim |
| 3.1.2 | A diretoria deve ter um regimento interno próprio que estabeleça sua estrutura, seu funcionamento e seus papéis e responsabilidades. | Sim |
| 3.2.1 | Não deve existir reserva de cargos de diretoria ou posições gerenciais para indicação direta por acionistas. | Sim |
| 3.3.1 | O diretor-presidente deve ser avaliado, anualmente, em processo formal conduzido pelo conselho de administração, com base na verificação do atingimento das metas de desempenho financeiro e não financeiro estabelecidas pelo conselho de administração para a companhia.
justificativa da empresaCompete ao Conselho de Administração, com apoio do Comitê de Gente e Remuneração, conduzir o processo de avaliação anual da Diretoria Estatutária, com base no atingimento das metas de desempenho, tanto financeiras quanto não financeiras, alinhadas com os valores, cultura e princípios éticos da Companhia. |
Sim |
| 3.3.2 | Os resultados da avaliação dos demais diretores, incluindo as proposições do diretor-presidente quanto a metas a serem acordadas e à permanência, à promoção ou ao desligamento dos executivos nos respectivos cargos, devem ser apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reunião do conselho de administração.
justificativa da empresaO último ciclo de avaliação do Diretor-Presidente e dos demais Diretores Estatutários, baseado no atingimento de metas individuais e corporativas, foi concluído em 18.03.2025. Tanto o estabelecimento de metas quanto as avaliações são supervisionados pelo Comitê de Gente e Remuneração e aprovados pelo Conselho de Administração. |
Sim |
| 3.4.1 | A remuneração da diretoria deve ser fixada por meio de uma política de remuneração aprovada pelo conselho de administração por meio de um procedimento formal e transparente que considere os custos e os riscos envolvidos.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Relações Humanas e Remuneração, que estabelece diretrizes e responsabilidades para a gestão de pessoas. Esta política contempla modelos de remuneração e incentivos compatíveis com o desempenho de longo prazo da Companhia, competitivos e alinhados às práticas de mercado, buscando promover a convergência de interesses entre executivos e acionistas. Cabe ao Comitê de Gente e Remuneração emitir recomendações e pareceres ao Conselho de Administração quanto às práticas adotadas pela Companhia. |
Sim |
| 3.4.2 | A remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, com metas de médio e longo prazos relacionadas de forma clara e objetiva à geração de valor econômico para a companhia no longo prazo.
justificativa da empresaA remuneração da Diretoria compreende: (a) Remuneração Fixa: valor mensal correspondente às responsabilidades e atribuições do cargo exercido (b.1) Remuneração Variável - Incentivo de curto prazo: bonificação semestral vinculada a resultados individuais e corporativos (b.2) Remuneração Variável - Incentivo de longo prazo: trata-se do valor das ações ordinárias restritas emitidas pela Companhia, concedidas aos participantes elegíveis, levando em conta o desempenho individual e, no caso do Programa ILP Performance, também considerando indicadores de longo prazo da Companhia (c) Benefícios: pacote oferecido aos executivos seguindo padrões de mercado. Embora o pacote seja o mesmo para todos os executivos, podem haver diferenças nos valores dos benefícios concedidos, de acordo com o cargo e a região onde o executivo atua. |
Sim |
| 3.4.3 | A estrutura de incentivos deve estar alinhada aos limites de risco definidos pelo conselho de administração e vedar que uma mesma pessoa controle o processo decisório e a sua respectiva fiscalização. Ninguém deve deliberar sobre sua própria remuneração.
justificativa da empresaOs incentivos criados para o cumprimento das metas semestrais (Incentivo de Curto Prazo), bem como a outorga de ações no âmbito do Plano de Remuneração Baseado em Ações (Incentivo de Longo Prazo) são submetidos à aprovação do Conselho de Administração, após avaliação e recomendação do Comitê de Gente e Remuneração. Dessa forma, não há que se falar em deliberação sobre sua própria remuneração. Além disso, os incentivos estabelecem desafios e reconhecimentos compatíveis com o apetite a risco definido pelo Conselho. |
Sim |
Órgãos de Fiscalização e Controle
8 Sim · 0 Não · 0 Parcialmente · 2 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 4.1.1 | O comitê de auditoria estatutário deve: (i) ter entre suas atribuições a de assessorar o conselho de administração no monitoramento e controle da qualidade das demonstrações financeiras, nos controles internos, no gerenciamento de riscos e compliance (ii) ser formado em sua maioria por membros independentes e coordenado por um conselheiro independente (iii) ter ao menos um de seus membros independentes com experiência comprovada na área contábil-societária, de controles internos, financeira e de auditoria, cumulativamente e (iv) possuir orçamento próprio para a contratação de consultores para assuntos contábeis, jurídicos ou outros temas, quando necessária a opinião de um especialista externo. justificativa da empresaA Companhia possui um Comitê de Auditoria Estatutário nos termos da Resolução CVM 23/2021, composto, atualmente, por quatro membros independentes, em sua maioria membros do Conselho de Administração, sendo um membro externo com reconhecida experiência em contabilidade societária. O órgão possui ainda autonomia operacional e dispõe de orçamento próprio aprovado pelo Conselho, destinado a custear despesas de seu funcionamento e, sempre que necessário, contratar consultores contábeis, jurídicos ou especializados no tema em discussão. Anualmente, o Comitê aprova o plano de trabalho da área de Auditoria Interna, cuja proposta deve considerar as prioridades para o ano, com base em uma metodologia de avaliação de risco e impactos na estratégia. O plano inclui orçamento e recursos estimados, considerando as atividades a serem executadas, as quais devem estar livres de interferência, permitindo a manutenção de sua independência e objetividade. |
Sim |
| 4.2.1 | O conselho fiscal deve ter um regimento interno próprio que descreva sua estrutura, seu funcionamento, programa de trabalho, seus papéis e responsabilidades, sem criar embaraço à atuação individual de seus membros. | Não se Aplica |
| 4.2.2 | As atas das reuniões do conselho fiscal devem observar as mesmas regras de divulgação das atas do conselho de administração. | Não se Aplica |
| 4.3.1 | A companhia deve estabelecer uma política para contratação de serviços extra-auditoria de seus auditores independentes, aprovada pelo conselho de administração, que proíba a contratação de serviços extra-auditoria que possam comprometer a independência dos auditores. A companhia não deve contratar como auditor independente quem tenha prestado serviços de auditoria interna para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.3.2 | A equipe de auditoria independente deve reportar-se ao conselho de administração, por meio do comitê de auditoria, se existente. O comitê de auditoria deverá monitorar a efetividade do trabalho dos auditores independentes, assim como sua independência. Deve, ainda, avaliar e discutir o plano anual de trabalho do auditor independente e encaminhá-lo para a apreciação do conselho de administração. | Sim |
| 4.4.1 | A companhia deve ter uma área de auditoria interna vinculada diretamente ao conselho de administração.
justificativa da empresaA Companhia possui uma área de Auditoria Interna Corporativa, que atua com independência em relação às estruturas executivas da Companhia, reportando-se ao Conselho de Administração através do Comitê de Auditoria Estatutário e, para a operacionalização de questões administrativas, reporta-se ao Diretor Vice-Presidente Administrativo e Financeiro da Companhia. |
Sim |
| 4.4.2 | Em caso de terceirização dessa atividade, os serviços de auditoria interna não devem ser exercidos pela mesma empresa que presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras. A companhia não deve contratar para auditoria interna quem tenha prestado serviços de auditoria independente para a companhia há menos de três anos. | Sim |
| 4.5.1 | A companhia deve adotar política de gerenciamento de riscos, aprovada pelo conselho de administração, que inclua a definição dos riscos para os quais se busca proteção, os instrumentos utilizados para tanto, a estrutura organizacional para gerenciamento de riscos, a avaliação da adequação da estrutura operacional e de controles internos na verificação da sua efetividade, além de definir diretrizes para o estabelecimento dos limites aceitáveis para a exposição da companhia a esses riscos.
justificativa da empresaA Companhia conta com uma Política de Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance, sendo certo que as informações sobre gerenciamento de riscos, controles internos e programa de integridade/conformidade (compliance) estão descritas no princípio 2.1 deste Informe. |
Sim |
| 4.5.2 | Cabe ao conselho de administração zelar para que a diretoria possua mecanismos e controles internos para conhecer, avaliar e controlar os riscos, a fim de mantê-los em níveis compatíveis com os limites fixados, incluindo programa de integridade/conformidade (compliance) visando o cumprimento de leis, regulamentos e normas externas e internas.
justificativa da empresaAs atribuições da área de Controles Internos, Riscos e Compliance, subordinada diretamente ao Diretor-Presidente, estão descritas no Formulário de Referência, bem como podem ser consultadas no princípio 3.1 deste Informe. |
Sim |
| 4.5.3 | A diretoria deve avaliar, pelo menos anualmente, a eficácia das políticas e dos sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos, bem como do programa de integridade/conformidade (compliance) e prestar contas ao conselho de administração sobre essa avaliação.
justificativa da empresaA Diretoria avalia durante o ano a eficácia das políticas, dos sistemas de gerenciamento de riscos e controles internos e do programa de integridade/conformidade, sendo que tais resultados são acompanhados pelo Comitê de Auditoria Estatutário, que reporta essas atividades ao Conselho de Administração, para conhecimento e eventual deliberação. Anualmente, a Diretoria apresenta a Matriz de Riscos Priorizados da Companhia ao Comitê de Auditoria Estatutário para análise e recomendações, sendo posteriormente submetida para deliberação do Conselho de Administração. A Matriz referente ao exercício de 2024 foi aprovada pelo Conselho em 01.08.2024, enquanto que o documento referente ao exercício de 2025 foi aprovada em 03.07.2025. |
Sim |
Ética e Conflito de Interesses
11 Sim · 0 Não · 1 Parcialmente · 0 Não se Aplica
| Item | Prática recomendada | Resposta |
|---|---|---|
| 5.1.1 | A companhia deve ter um comitê de conduta, dotado de independência e autonomia e vinculado diretamente ao conselho de administração, encarregado de implementação, disseminação, treinamento, revisão e atualização do código de conduta e do canal de denúncias, bem como da condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao código de conduta.
justificativa da empresaA TOTVS conta com uma Comissão de Ética e Conduta que trabalha para garantir a integridade e o respeito aos valores descritos no Código de Ética e Conduta ("CODEC"), tendo a responsabilidade de receber e conduzir a apuração das denúncias recebidas através do Canal de Ética e Conduta, com o objetivo de concluir se ocorreu violação às disposições do CODEC, às normas internas, ou, ainda, à legislação vigente. Ao final deste processo, cabe à Comissão recomendar as medidas disciplinares cabíveis, que são encaminhadas ao Diretor-Presidente para deliberação final da gestão de consequências a ser aplicada em cada caso. Entendemos que a prática é parcialmente adotada pois a Comissão de Ética e Conduta não é subordinada diretamente ao Conselho de Administração, sendo que seus trabalhos são acompanhados mensalmente pelo Comitê de Auditoria Estatutário, que relata essas informações ao Conselho de Administração através de seu Coordenador. |
Parcialmente |
| 5.1.2 | O código de conduta, elaborado pela diretoria, com apoio do comitê de conduta, e aprovado pelo conselho de administração, deve: (i) disciplinar as relações internas e externas da companhia, expressando o comprometimento esperado da companhia, de seus conselheiros, diretores, acionistas, colaboradores, fornecedores e partes interessadas com a adoção de padrões adequados de conduta (ii) administrar conflitos de interesses e prever a abstenção do membro do conselho de administração, do comitê de auditoria ou do comitê de conduta, se houver, que, conforme o caso, estiver conflitado (iii) definir, com clareza, o escopo e a abrangência das ações destinadas a apurar a ocorrência de situações compreendidas como realizadas com o uso de informação privilegiada (por exemplo, utilização da informação privilegiada para finalidades comerciais ou para obtenção de vantagens na negociação de valores mobiliários) (iv) estabelecer que os princípios éticos fundamentem a negociação de contratos, acordos, propostas de alteração do estatuto social, bem como as políticas que orientam toda a companhia, e estabelecer um valor máximo dos bens ou serviços de terceiros que administradores e colaboradores possam aceitar de forma gratuita ou favorecida. |
Sim |
| 5.1.3 | O canal de denúncias deve ser dotado de independência, autonomia e imparcialidade, operando diretrizes de funcionamento definidas pela diretoria e aprovadas pelo conselho de administração. Deve ser operado de forma independente e imparcial, e garantir o anonimato de seus usuários, além de promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Este serviço pode ficar a cargo de um terceiro de reconhecida capacidade.
justificativa da empresaA Companhia mantém um Canal de Ética e Conduta, operado por empresa terceira especializada e contratada para este fim, disponível ao público interno e externo para recepcionar denúncias de qualquer suspeita de desvio de conduta e/ou descumprimento de normas internas e da legislação vigente. Todas as denúncias recebidas são tratadas com imparcialidade, possibilitando o anonimato, caso o denunciante opte por não se identificar, e resguardando o sigilo da identidade do denunciante, caso o solicite. A Companhia repudia qualquer forma de retaliação contra a pessoa denunciante. A Comissão de Ética e Conduta é responsável por tomar conhecimento das denúncias e concluir, por meio de processo formal de apuração, a procedência do caso reportado e recomendar ao Diretor-Presidente as medidas a serem aplicadas ao infrator, que podem ser de caráter disciplinar, como aplicação de advertência, até o desligamento por justa causa, além de medidas judiciais cabíveis. Todas as denúncias, os trabalhos da Comissão de Ética e Conduta e as eventuais aplicações de consequência são acompanhados mensalmente pelo Comitê de Auditoria Estatutário, que relata essas informações ao Conselho de Administração. |
Sim |
| 5.2.1 | As regras de governança da companhia devem zelar pela separação e definição clara de funções, papéis e responsabilidades associados aos mandatos de todos os agentes de governança. Devem ainda ser definidas as alçadas de decisão de cada instância, com o objetivo de minimizar possíveis focos de conflitos de interesses.
justificativa da empresaConforme previsto no Estatuto Social e evidenciado no Formulário de Referência, os membros do Conselho de Administração não têm acesso a informações ou participam de reuniões de Conselho de Administração relacionadas a assuntos onde possa haver conflito de interesses com os da Companhia. A Companhia tem uma Política de Transações com Partes Relacionadas formal, divulgada publicamente, que tem por objetivo estabelecer diretrizes, regras e procedimentos para assegurar que as decisões, envolvendo transações entre a TOTVS e suas Partes Relacionadas. Maiores detalhes constam do item 5.3 deste Informe. |
Sim |
| 5.2.2 | As regras de governança da companhia devem ser tornadas públicas e determinar que a pessoa que não é independente em relação à matéria em discussão ou deliberação nos órgãos de administração ou fiscalização da companhia deve manifestar, tempestivamente, seu conflito de interesses ou interesse particular. Caso não o faça, essas regras devem prever que outra pessoa manifeste o conflito, caso dele tenha ciência, e que, tão logo identificado o conflito de interesses em relação a um tema específico, a pessoa envolvida se afaste, inclusive fisicamente, das discussões e deliberações. As regras devem prever que esse afastamento temporário seja registrado em ata.
justificativa da empresaO Regimento Interno do Conselho de Administração prevê a obrigatoriedade de o membro declarar o conflito de interesse e se afastar das discussões e/ou deliberações, retirando-se temporariamente da respectiva reunião, com o devido registro em ata. Qualquer outro membro do Conselho que tenha conhecimento da situação também poderá fazê-lo. |
Sim |
| 5.2.3 | A companhia deve ter mecanismos de administração de conflitos de interesses nas votações submetidas à assembleia geral, para receber e processar alegações de conflitos de interesses, e de anulação de votos proferidos em conflito, ainda que posteriormente ao conclave.
justificativa da empresaCompete à mesa da assembleia geral, conforme o artigo 128 da Lei nº 6.404/76, dirigir os trabalhos e avaliar as questões relativas a conflito de interesses dos acionistas durante a reunião, com a ressalva de que compete primordialmente ao próprio acionista reconhecer e declarar seu conflito à assembleia. As situações são analisadas pela Diretoria Jurídica e, eventuais comunicações posteriores são divulgadas pela Diretoria de Relações com Investidores. |
Sim |
| 5.3.1 | O estatuto social deve definir quais transações com partes relacionadas devem ser aprovadas pelo conselho de administração, com a exclusão de eventuais membros com interesses potencialmente conflitantes. | Sim |
| 5.3.2 | O conselho de administração deve aprovar e implementar uma política de transações com partes relacionadas, que inclua, entre outras regras: (i) previsão de que, previamente à aprovação de transações específicas ou diretrizes para a contratação de transações, o conselho de administração solicite à diretoria alternativas de mercado à transação com partes relacionadas em questão, ajustadas pelos fatores de risco envolvidos (ii) vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que gerem conflito de interesses com a companhia, os administradores, os acionistas ou classes de acionistas (iii) proibição a empréstimos em favor do controlador e dos administradores (iv) as hipóteses de transações com partes relacionadas que devem ser embasadas por laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de nenhuma parte envolvida na operação em questão, seja ela banco, advogado, empresa de consultoria especializada, entre outros, com base em premissas realistas e informações referendadas por terceiros (v) que reestruturações societárias envolvendo partes relacionadas devem assegurar tratamento equitativo para todos os acionistas. justificativa da empresaA Administração considera a prática adotada, tendo em vista que, embora a referida política não trate expressamente da vedação a formas de remuneração de assessores, consultores ou intermediários que possam gerar conflito de interesses com a Companhia, administradores, acionistas ou classes de acionistas, a questão é endereçada nas regras gerais de conflitos de interesses estabelecidas na política. A política permite que o Conselho determine os casos que exijam laudos de avaliação independentes, elaborados sem a participação de partes envolvidas, com base em premissas realistas e nas informações referendadas por terceiros. A Política de Transações entre Partes Relacionadas, aprovada pelo Conselho, define regras, procedimentos, e critérios para avaliação e aprovação destas transações, bem como para o gerenciamento de potenciais conflitos de interesses. |
Sim |
| 5.4.1 | A companhia deve adotar, por deliberação do conselho de administração, uma política de negociação de valores mobiliários de sua emissão, que, sem prejuízo do atendimento às regras estabelecidas pela regulamentação da CVM, estabeleça controles que viabilizem o monitoramento das negociações realizadas, bem como a apuração e punição dos responsáveis em caso de descumprimento da política.
justificativa da empresaA Companhia possui uma Política de Divulgação de Informações Relevantes e Negociação de Valores Mobiliários, que prevê que o Diretor de Relações com Investidores poderá solicitar às corretoras credenciadas o histórico de negociações feitas por "Pessoas Vinculadas", com o objetivo de apurar possíveis violações à referida política corporativa. A Política também prevê a aplicação de medidas de gestão de consequências aos infratores, sem prejuízo das sanções cabíveis nos termos da legislação vigente. |
Sim |
| 5.5.1 | No intuito de assegurar maior transparência quanto à utilização dos recursos da companhia, deve ser elaborada política sobre suas contribuições voluntárias, inclusive aquelas relacionadas às atividades políticas, a ser aprovada pelo conselho de administração e executada pela diretoria, contendo princípios e regras claros e objetivos.
justificativa da empresaA Companhia adota uma Política de Contribuições, Doações e Patrocínios, aprovada pelo Conselho de Administração, com regras específicas para: (a) contribuições para Associações, Sindicatos Patronais e Conselhos (b) doações de recursos financeiros, ativo imobilizado, equipamentos de tecnologia e produtos e/ou serviços TOTVS e (c) patrocínios institucionais e comerciais. As doações devem ser destinadas a instituições avaliadas como idôneas, sendo vedado seu uso como meio de custear atividades ou pagamentos ilícitos ou para obtenção de vantagens indevidas, em benefício próprio ou de terceiros. |
Sim |
| 5.5.2 | A política deve prever que o conselho de administração seja o órgão responsável pela aprovação de todos os desembolsos relacionados às atividades políticas. | Sim |
| 5.5.3 | A política sobre contribuições voluntárias das companhias controladas pelo Estado, ou que tenham relações comerciais reiteradas e relevantes com o Estado, deve vedar contribuições ou doações a partidos políticos ou pessoas a eles ligadas, ainda que permitidas por lei. | Sim |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Conselho de Administração 7 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ANA CLAUDIA PIEDADE SILVEIRA DOS REIS IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | A.G.O. 2028 |
| EDSON GEORGES NASSAR IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | A.G.O. 2028 |
| GILBERTO MIFANO IndependenteGin | Conselho de Administração | 25 - Vice Presidente Cons. de Administração Independente | 24/04/2026 | A.G.O. 2028 |
| GUILHERME STOCCO FILHO IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | A.G.O. 2028 |
| ISABELLA DE OLIVEIRA VIANNA CAVALCANTI WANDERLEY IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | A.G.O. 2028 |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINOGin | Conselho de Administração | 20 - Presidente do Conselho de Administração | 24/04/2026 | A.G.O. 2028 |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLAT IndependenteGin | Conselho de Administração | 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) | 24/04/2026 | A.G.O. 2028 |
Diretoria 9 membros
| Nome | Órgão | Cargo | Eleito em | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| ALEXANDRE HADDAD APENDINOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/02/2025 | abr/27 |
| DENNIS HERSZKOWICZGin | Diretoria | 10 - Diretor Presidente / Superintendente | 07/02/2025 | abr/27 |
| GILSOMAR MAIA SEBASTIÃOGin | Diretoria | 12 - Diretor de Relações com Investidores | 07/02/2025 | abr/27 |
| GILSOMAR MAIA SEBASTIÃOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/02/2025 | abr/27 |
| GUSTAVO AUGUSTO SILVA AVELARGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/02/2025 | abr/27 |
| GUSTAVO CARVALHO MENDESGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 16/01/2026 | abr/27 |
| GUSTAVO DUTRA BASTOSGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/02/2025 | abr/27 |
| MARCELO EDUARDO SANT'ANNA COSENTINOGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/02/2025 | abr/27 |
| VIVIAN BROGEGin | Diretoria | 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente | 07/02/2025 | abr/27 |
Comitês 6 comitês
Comitê de Auditoria
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDSON GEORGES NASSARGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| GILBERTO MIFANOGin | Outros |
| RICARDO GROSVENOR BREAKWELLGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| TANIA SZTAMFATER CHOCOLATGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Gente e Remuneração
| Nome | Cargo |
|---|---|
| ANA CLAUDIA PIEDADE SILVEIRA DOS REISGin | Outros |
| EDSON GEORGES NASSARGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Governança e Indicação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| EDSON GEORGES NASSARGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Membro do Comitê de Governança e Indicação
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GILBERTO MIFANOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Comitê de Estratégia
| Nome | Cargo |
|---|---|
| GUILHERME STOCCO FILHOGin | Outros |
| ISABELLA DE OLIVEIRA VIANNA CAVALCANTI WANDERLEYGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Membro do Comitê de Estratégia
| Nome | Cargo |
|---|---|
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINOGin | Membro do Comitê (Efetivo) |
Diversidade declarada, por órgão
Gênero
| Órgão | Feminino | Masculino | Não binário | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 3 | 4 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 1 | 7 | 0 | 0 | 0 |
Pessoas com deficiência
| Órgão | PCD | Não PCD | Sem resposta |
|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 |
| Diretoria | 0 | 8 | 0 |
Cor ou raça
| Órgão | Amarelo | Branco | Preto | Pardo | Indígena | Outros | Sem resposta |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conselho de Administração - Efetivos | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Diretoria | 0 | 6 | 0 | 0 | 0 | 0 | 2 |
Conforme declarado no FRE (disponível a partir de ~2023). Órgãos que marcaram "não aplicável" não aparecem.
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Remuneração total, por órgão — exercício 2022
Prevista para 2022 (FRE 2022)
Realizada em 2022 (FRE 2023)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 1 | 7 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 1 | 7 | 7 |
| Salário ou pró-labore | 100.435 | 3.452.246 | 8.802.714 |
| Benefícios diretos e indiretos | 0 | 128.669 | 1.548.439 |
| Participação em comitês | 0 | 1.321.106 | 0 |
| Outros valores fixos | 0 | 0 | 0 |
| Bônus | 0 | 0 | 5.439.576 |
| Participação nos resultados | 0 | 0 | 0 |
| Participação em reuniões | 0 | 0 | 0 |
| Comissões | 0 | 0 | 0 |
| Outros valores variáveis | 0 | 0 | 0 |
| Pós-emprego | 0 | 0 | 292.073 |
| Cessação do cargo | 0 | 0 | 0 |
| Baseada em ações | 0 | 5.772.813 | 24.416.217 |
| Total do órgão | 100.435 | 10.674.834 | 40.499.019 |
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2022: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2022; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2023 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Nº de membros remunerados é a média anual apurada mensalmente.
Maior, menor e média da remuneração individual — exercício 2022
Realizada em 2022 (FRE 2023)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 1 | 7 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 1 | 7 | 7 |
| Maior remuneração individual | 100.435 | 7.525.386 | 12.482.437 |
| Menor remuneração individual | 100.435 | 460.918 | 3.828.107 |
| Remuneração média individual | 100.435 | 1.524.976 | 5.785.619 |
Valores anuais em reais (R$), por membro remunerado do órgão. Esta seção do FRE só reporta exercícios encerrados (não há "prevista"): o exercício 2022 vem do FRE de 2023.
Remuneração variável prevista × efetiva — exercício 2022
Prevista para 2022 (FRE 2022)
Realizada em 2022 (FRE 2023)
| Conselho Fiscal | Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|---|
| Nº de membros | 1 | 7 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 1 | 7 | 7 |
| Bônus — mínimo previsto | 0 | 0 | 1.596.564 |
| Bônus — máximo previsto | 0 | 0 | 6.386.257 |
| Bônus — se metas atingidas | 0 | 0 | 6.386.257 |
| Bônus — efetivo | 0 | 0 | 5.439.576 |
| Part. resultados — mínimo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — máximo previsto | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — se metas atingidas | 0 | 0 | 0 |
| Part. resultados — efetivo | 0 | 0 | 0 |
Valores em reais (R$), sempre referentes ao exercício 2022: a prevista é a aprovada em assembleia, informada no FRE de 2022; a realizada é a efetivamente reconhecida, informada no FRE de 2023 — quando esse FRE ainda não foi entregue, a coluna fica em branco (—). Linhas conflitantes publicadas pela CVM para o mesmo órgão são preservadas e numeradas como registros separados.
Na coluna "Prevista", o valor "efetivo" ainda não existe (exercício em curso na entrega do FRE).
Remuneração baseada em ações — exercício 2022
Ações entregues — Realizada em 2022 (FRE 2023)
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | |
|---|---|---|
| Nº de membros | 7 | 7 |
| Nº de membros remunerados | 1 | 6 |
| Qtd. de ações entregues | 283.905 | 848.250 |
| Preço médio de aquisição | 13 | 13 |
| Preço médio de mercado | 32 | 32 |
| Diferença aquisição × mercado | -5.550.343 | -16.583.288 |
Valores em reais (R$). Esta seção do FRE reporta posições e eventos já ocorridos (não há "prevista"): o exercício 2022 vem do FRE de 2023. A diluição potencial é exibida como declarada pela companhia — a escala do campo varia entre empresas (fração, percentual ou outra base) e ainda não foi validada pelo censo.
Auditor independente, por ano
| Ano | Auditor | CNPJ do auditor | Origem | Contratação |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 17/04/2025 |
| 2025 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 23/04/2024 |
| 2024 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 28/04/2023 |
| 2023 | KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA | 57755217000129 | Nacional | 01/01/2022 |
| 2022 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 07/12/2016 |
| 2022 | KPMG Auditores Independentes SS | 57755217000129 | Nacional | 19/04/2021 |
| 2021 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 07/12/2016 |
| 2021 | KPMG Auditores Independentes | 57755217000129 | Nacional | 19/04/2021 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 07/12/2016 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 07/12/2016 |
| 2020 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 07/12/2016 |
| 2019 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 07/12/2016 |
| 2019 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 29/04/2016 → 31/12/2016 |
| 2018 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2018 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2017 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/2017 |
| 2017 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2012 → 31/12/2016 |
| 2016 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2015 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2014 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/1999 → 31/12/2011 |
| 2014 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2013 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/1999 → 31/12/2011 |
| 2013 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2012 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/1999 → 31/12/2011 |
| 2012 | PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES | 61562112000120 | Nacional | 01/01/2012 |
| 2011 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/1999 |
| 2010 | Ernst & Young Auditores Independentes S.S. | 61366936000125 | Nacional | 01/01/1999 |
Fonte: seção de auditores do FRE, dados abertos da CVM. O FRE lista os auditores dos últimos exercícios, então em anos de troca aparecem a firma que sai e a que entra — as datas de contratação delimitam cada período.
Big 4, por ano
| Ano | Firmas listadas | Big 4 |
|---|---|---|
| 2026 | 1 | 1 |
| 2025 | 1 | 1 |
| 2024 | 1 | 1 |
| 2023 | 1 | 1 |
| 2022 | 2 | 1 |
| 2021 | 2 | 1 |
| 2020 | 3 | 1 |
| 2019 | 2 | 1 |
| 2018 | 2 | 1 |
| 2017 | 2 | 1 |
| 2016 | 1 | 1 |
| 2015 | 1 | 1 |
| 2014 | 2 | 1 |
| 2013 | 2 | 1 |
| 2012 | 2 | 1 |
| 2011 | 1 | 1 |
| 2010 | 1 | 1 |
Big 4 = 1 se alguma das firmas listadas no FRE do ano é PwC, Deloitte, KPMG ou EY (identificação pelo nome declarado; definição em derive.sql, a validar).
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Distribuição do capital (free float)
| Acionistas pessoa física | 44.760 |
| Acionistas pessoa jurídica | 206 |
| Investidores institucionais | 1.180 |
| Ações ordinárias em circulação | 580.198.303 (96,8%) |
| Ações preferenciais em circulação | 0 (0%) |
| Total em circulação | 580.198.303 (96,8%) |
"Em circulação" = ações fora do bloco de controle e da tesouraria, na data da última assembleia (24/04/2026).
Capital social
| Tipo | Autorização/aprovação | Valor (R$) | Ações ON | Ações PN | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital Autorizado | 20/04/2021 | 4.000.000.000 | 599.401.581 | 0 | 599.401.581 |
| Capital Emitido | 06/11/2024 | 2.962.584.687 | 599.401.581 | 0 | 599.401.581 |
| Capital Integralizado | 06/11/2024 | 2.962.584.687 | 599.401.581 | 0 | 599.401.581 |
| Capital Subscrito | 06/11/2024 | 2.962.584.687 | 599.401.581 | 0 | 599.401.581 |
20102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026
Relações familiares 1 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Cargo | Emissor da pessoa relacionada | Parentesco |
|---|---|---|---|---|---|
| MARCELO EDUARDO SANT'ANNA COSENTINO | Vice-Presidente de Negócios para os Segmentos | LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Estratégia e Membro do Comitê de Gente e Remuneração | Totvs S.A. | Avô ou Avó (2º grau por consangüinidade) |
Relações de subordinação 12 relações
| Administrador | Cargo | Pessoa relacionada | Categoria | Tipo de relação |
|---|---|---|---|---|
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia. | ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (BRASSCOM) | Fornecedor | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (BRASSCOM) | Fornecedor | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (BRASSCOM) | Fornecedor | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia. | GHT4 EMPREENDIMENTOS, SERVIÇOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Fornecedor | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | GHT4 EMPREENDIMENTOS, SERVIÇOS E PARTICIPAÇÕES S.A. | Fornecedor | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | INOVALLI ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS, ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. | Cliente | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia. | INSTITUTO DA OPORTUNIDADE SOCIAL | Cliente | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | INSTITUTO DA OPORTUNIDADE SOCIAL | Cliente | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | INSTITUTO DA OPORTUNIDADE SOCIAL | Cliente | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia. | VIP IV EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA | Fornecedor | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | VIP IV EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA | Fornecedor | Controle |
| LAÉRCIO JOSÉ DE LUCENA COSENTINO | Presidente do Conselho de Administração, Membro do Comitê de Governança e Indicação, Membro do Comitê de Gente e Remuneração e Membro do Comitê de Estratégia | VIP IV EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA | Fornecedor | Controle |
Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outras partes relacionadas, conforme o FRE.
Transações com partes relacionadas 17 transações
| Parte relacionada | Relação com o emissor | Data | Montante (R$) | Saldo (R$) | Empréstimo | Juros |
|---|---|---|---|---|---|---|
| GoodData Corporation | Contrato celebrado entre a Companhia e a GoodData Corporation, onde a Companhia detém, por meio de sua subsidiária TOTVS, Inc., aproximadamente 5,32% do capital social total da GoodData. A TOTVS, Inc. é parte do Stockholders' Voting Agreement da GoodData, que lhe confere direito de indicação de membros para participação no board da GoodData. Com base nas análises de acordo de acionistas, foi identificado o enquadramento da transação como uma transação entre partes relacionadas, de modo que passamos a divulgar os contratos firmados com esta parte relacionada na apresentação anual deste Formulário de Referência e submetemos a transação ao nosso Conselho de Administração, para ratificação dos seus termos, conforme previsto no item 5.5 da nossa Política de Transações entre Partes Relacionadas. | 11/06/2013 | 56.647.935 | 0 | — | 0,000000 |
| Instituto da Oportunidade Social | A Companhia é a principal mantenedora do Instituto da Oportunidade Social (IOS), onde é responsável por mais de 50% do aporte do seu orçamento anual, Considerando a criação de aditivos com as condições da doação do período, sendo que o montante da doação não poderá ser inferior a 95% da doação do ano anterior. Em linha com a decisão do Colegiado da Comissão de Valores Mobiliários, no âmbito do Processo Administrativo 19957.001316/2020-08, proferida em 7 de julho de 2020, passamos, ao avaliar a natureza da parceria com o IOS, a divulgar a relação com a referida entidade sem fins lucrativos como uma transação com parte relacionada da Companhia, na apresentação anual deste Formulário de Referência e submetemos as contribuições ao nosso Conselho de Administração, para ratificação dos seus termos, conforme previsto no item 5.5 da nossa Política de Transações entre Partes Relacionadas | 19/02/2018 | 53.978.984 | 0 | — | 0,000000 |
| TOTVS TECHFIN S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a TOTVS TECHFIN S.A., onde a TOTVS TECHFIN faz parte da transação envolvendo a criação da JV com o Itaú. Em 31 de julho de 2023, após o cumprimento de todas as condições precedentes aplicáveis, ocorreu o fechamento da transação, sendo que a TOTVS e o Itaú passaram a deter, cada um, 50% de participação no capital social da JV, tornando-se uma controlada em conjunto | 31/07/2023 | 25.693.087 | — | — | 0 |
| VIP IV Empreendimentos e Participações Ltda. | Contrato celebrado entre a Companhia e a VIP IV Empreendimentos e Participações Ltda. ("VIP IV"), Laércio José de Lucena Cosentino detém, indiretamente, 39,47% do capital da VIP IV através da MCLC4 Participações e Empreendimentos Ltda | 01/06/2019 | 10.375.656 | — | — | 0 |
| Supplier Administradora de Cartões de Crédito S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a Supplier Administradora de Cartões de Crédito S.A., onde a Supplier Administradora faz parte da transação envolvendo a criação da JV com o Itaú. Em 31 de julho de 2023, após o cumprimento de todas as condições precedentes aplicáveis, ocorreu o fechamento da transação, sendo que a TOTVS e o Itaú passaram a deter, cada um, 50% de participação no capital social da JV, tornando-se uma controlada em conjunto. | 22/12/2020 | 9.811.966 | 0 | — | 0,000000 |
| TOTVS TECHFIN S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a TOTVS TECHFIN S.A., onde a TOTVS TECHFIN faz parte da transação envolvendo a criação da JV com o Itaú. Em 31 de julho de 2023, após o cumprimento de todas as condições precedentes aplicáveis, ocorreu o fechamento da transação, sendo que a TOTVS e o Itaú passaram a deter, cada um, 50% de participação no capital social da JV, tornando-se uma controlada em conjunto. | 01/08/2022 | 8.164.162 | 0 | — | 0,000000 |
| GoodData Corporation | Contrato celebrado entre a Companhia e a GoodData Corporation, onde a Companhia detém, por meio de sua subsidiária TOTVS, Inc., aproximadamente 5,32% do capital social total da GoodData. A TOTVS, Inc. é parte do Stockholders' Voting Agreement da GoodData, que lhe confere direito de indicação de membros para participação no board da GoodData. Com base nas análises de acordo de acionistas, foi identificado o enquadramento da transação como uma transação entre partes relacionadas, de modo que passamos a divulgar os contratos firmados com esta parte relacionada na apresentação anual deste Formulário de Referência e submetemos a transação ao nosso Conselho de Administração, para ratificação dos seus termos, conforme previsto no item 5.5 da nossa Política de Transações entre Partes Relacionadas. | 15/06/2015 | 1.979.303 | 0 | — | 0 |
| Supplier Administradora de Cartões de Crédito S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a Supplier Administradora de Cartões de Crédito S.A., onde a Supplier Administradora faz parte da transação envolvendo a criação da JV com o Itaú. Em 31 de julho de 2023, após o cumprimento de todas as condições precedentes aplicáveis, ocorreu o fechamento da transação, sendo que a TOTVS e o Itaú passaram a deter, cada um, 50% de participação no capital social da JV, tornando-se uma controlada em conjunto. | 01/01/2021 | 847.395 | 0 | — | 0,000000 |
| Supplier Administradora de Cartões de Crédito S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a Supplier Administradora de Cartões de Crédito S.A., onde a Supplier Administradora faz parte da transação envolvendo a criação da JV com o Itaú. Em 31 de julho de 2023, após o cumprimento de todas as condições precedentes aplicáveis, ocorreu o fechamento da transação, sendo que a TOTVS e o Itaú passaram a deter, cada um, 50% de participação no capital social da JV, tornando-se uma controlada em conjunto. | 15/07/2020 | 625.542 | 0 | — | 0,000000 |
| Biosolvit Soluções em Biotecnologia S/A | Contrato celebrado entre a Companhia e a Biosolvit Soluções em Biotecnologia S/A, onde Laércio José de Lucena Cosentino possui, indiretamente, 20,00% do capital social da Biosolvit através da MCLC4 Participações e Empreendimentos Ltda. | 28/12/2020 | 310.777 | 0 | — | 0,000000 |
| Mendelics Análise Genômica S.A | Contrato celebrado entre a Companhia e a Mendelics Analise Genomica S.A., onde Laercio José de Lucena Cosentino possui 29% do capitalsocial da Mendelics Analise Genomica S.A. | 23/07/2021 | 278.744 | 0 | — | 0,000000 |
| Mendelics Análise Genômica S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a Mendelics Analise Genomica S.A., onde Laercio José de Lucena Cosentino possui 28,85% do capital social da Mendelics Analise Genomica S.A. | 18/12/2024 | 167.053 | — | — | 0 |
| GHT4 - REAL ESTATE S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a GHT4 - Real Estate S.A, onde Laércio José de Lucena Cosentino possui, diretamente, 4% do capitalsocial e, indiretamente, 96% através da MCLC4 Participações e Empreendimentos Ltda | 19/07/2021 | 105.672 | 0 | — | 0,000000 |
| GHT4 EMPREENDIMENTOS SERVICOS E PARTICIPACOES SA | Contrato celebrado entre a Companhia e a GHT4 Empreendimentos Servicos e Participacoes S.A., onde Laercio José de Lucena Cosentino possui 24,74% do capital social. | 19/07/2021 | 49.044 | 0 | — | 0,000000 |
| TOTVS TECHFIN S.A. | Contrato celebrado entre a FEEDZ TECNOLOGIA S.A. e a TOTVS TECHFIN S.A., onde a TOTVS TECHFIN faz parte da transação envolvendo a criação da JV com o Itaú. Em 31 de julho de 2023, após o cumprimento de todas as condições precedentes aplicáveis, ocorreu o fechamento da transação, sendo que a TOTVS e o Itaú passaram a deter, cada um, 50% de participação no capital social da JV, tornando-se uma controlada em conjunto | 01/11/2024 | 45.879 | 0 | — | 0 |
| BR-ME NEGOCIOS SA | Contrato celebrado entre a Companhia e a BR-ME Negocios SA, onde Laércio José de Lucena Cosentino possui, indiretamente, 22% do capital social através da MCLC4 Participações e Empreendimentos Ltda | 28/01/2021 | 27.186 | 0 | — | 0,000000 |
| Braincare Desenvolvimento e Inovação Tecnológica S.A. | Contrato celebrado entre a Companhia e a Braincare Desenvolvimento e Inovação Tecnológica S.A., onde Laercio José de Lucena Cosentino possui, indiretamente, 3,20% do capital social da Braincare através da MCLC4 Participações e Empreendimentos Ltda. | 14/08/2023 | 16.921 | 0 | — | 0,000000 |
Objeto e justificativa de cada contrato (textos longos) ficam nos formulários originais, na aba Fontes e dados.
Sem valores mobiliários no exterior para esta companhia (fonte: Formulário de Referência da CVM; listagens estrangeiras só existem nos dados abertos 2019–2025, títulos de dívida a partir de 2016).
Contas padronizadas R$ milhões
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ativo total | 1.415 | 1.338 | 1.421 | 1.849 | 2.144 | 2.662 | 2.444 | 2.494 | 2.391 | 3.536 | 5.146 | 9.945 | 10.616 | 8.829 | 8.532 | 9.452 |
| Ativo circulante | 529 | 621 | 745 | 942 | 1.156 | 1.158 | 952 | 1.038 | 1.020 | 2.004 | 2.832 | 5.486 | 6.230 | 3.906 | 2.764 | 3.876 |
| Caixa e equivalentes | 233 | 287 | 412 | 533 | 698 | 426 | 215 | 387 | 453 | 1.538 | 1.028 | 2.871 | 2.736 | 3.129 | 1.942 | 1.786 |
| Aplicações financeiras | 6 | 29 | 10 | 13 | 35 | 75 | 0 | 0 | 0 | 0 | 179 | 388 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Contas a receber | 243 | 263 | 290 | 365 | 389 | 489 | 464 | 427 | 386 | 351 | 1.497 | 1.984 | 476 | 539 | 563 | 639 |
| Estoques | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 44 | 28 | 45 | 42 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Tributos a recuperar | 30 | 30 | 20 | 8 | 6 | 81 | 123 | 93 | 39 | 30 | 38 | 90 | 88 | 88 | 84 | 54 |
| Despesas antecipadas | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Realizável a longo prazo | 256 | 117 | 130 | 204 | 256 | 292 | 286 | 310 | 312 | 328 | 360 | 465 | 463 | 514 | 786 | 828 |
| Investimentos | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 0 | 323 | 322 | 291 |
| Imobilizado | 37 | 59 | 58 | 71 | 79 | 114 | 176 | 182 | 199 | 389 | 364 | 405 | 417 | 413 | 399 | 553 |
| Intangível | 594 | 541 | 488 | 632 | 652 | 1.099 | 1.028 | 961 | 857 | 811 | 1.586 | 3.586 | 3.506 | 3.671 | 4.261 | 3.904 |
| Passivo circulante | 255 | 316 | 334 | 368 | 380 | 659 | 624 | 619 | 710 | 706 | 2.040 | 3.320 | 3.336 | 1.349 | 1.144 | 1.978 |
| Obrigações sociais e trabalhistas | 69 | 73 | 95 | 100 | 111 | 133 | 141 | 149 | 175 | 193 | 212 | 289 | 318 | 376 | 439 | 462 |
| Fornecedores | 17 | 20 | 30 | 33 | 35 | 87 | 74 | 108 | 114 | 64 | 99 | 113 | 129 | 155 | 212 | 221 |
| Dívida de curto prazo | 76 | 99 | 97 | 58 | 59 | 239 | 208 | 224 | 243 | 259 | 147 | 542 | 116 | 146 | 121 | 143 |
| Passivo não circulante | 529 | 272 | 173 | 411 | 646 | 766 | 599 | 613 | 393 | 352 | 502 | 2.139 | 2.695 | 2.467 | 2.400 | 2.030 |
| Dívida de longo prazo | 342 | 235 | 151 | 352 | 536 | 583 | 444 | 448 | 235 | 192 | 178 | 1.302 | 1.643 | 1.598 | 1.541 | 1.694 |
| Patrimônio líquido | 632 | 750 | 913 | 1.070 | 1.118 | 1.238 | 1.221 | 1.262 | 1.288 | 2.478 | 2.604 | 4.486 | 4.585 | 5.013 | 4.987 | 5.443 |
| Receita líquida | 1.129 | 1.279 | 1.414 | 1.612 | 1.772 | 1.909 | 2.184 | 2.227 | 2.320 | 2.282 | 2.596 | 3.259 | 3.793 | 4.497 | 5.224 | 5.772 |
| EBIT | 212 | 226 | 297 | 319 | 347 | 228 | 212 | 144 | 126 | 325 | 394 | 513 | 641 | 701 | 877 | 1.123 |
| Lucro líquido | 138 | 169 | 207 | 223 | 263 | 195 | 152 | 93 | 61 | 211 | 295 | 374 | 523 | 764 | 735 | 921 |
| Fluxo de caixa operacional | 217 | 284 | 307 | 282 | 332 | 313 | 261 | 330 | 426 | 345 | 372 | 425 | 916 | 952 | 1.115 | 1.203 |
| Fluxo de caixa de investimento | -89 | -66 | -35 | -218 | -133 | -507 | -99 | -50 | -102 | -37 | -356 | -2.147 | -726 | -3 | -1.334 | -939 |
| Fluxo de caixa de financiamento | -104 | -164 | -147 | 57 | -34 | -78 | -373 | -107 | -258 | 777 | -526 | 3.566 | -324 | -555 | -968 | -420 |
DFP consolidada, exercício "último" da entrega vigente, contas com código fixo no plano CVM (indicado no balão de cada linha). Valores em R$ milhões correntes. Receita bruta, CAPEX, juros pagos e EBITDA não são contas padronizadas e ficam para etapa futura.
Variáveis empíricas
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tamanho (ativos) | 21,07 | 21,01 | 21,07 | 21,34 | 21,49 | 21,70 | 21,62 | 21,64 | 21,60 | 21,99 | 22,36 | 23,02 | 23,09 | 22,90 | 22,87 | 22,97 |
| Tamanho (receita) | 20,85 | 20,97 | 21,07 | 21,20 | 21,30 | 21,37 | 21,50 | 21,52 | 21,56 | 21,55 | 21,68 | 21,90 | 22,06 | 22,23 | 22,38 | 22,48 |
| Alavancagem | 0,30 | 0,25 | 0,17 | 0,22 | 0,28 | 0,31 | 0,27 | 0,27 | 0,20 | 0,13 | 0,06 | 0,19 | 0,17 | 0,20 | 0,19 | 0,19 |
| Liquidez corrente | 2,07 | 1,97 | 2,23 | 2,56 | 3,05 | 1,76 | 1,52 | 1,68 | 1,44 | 2,84 | 1,39 | 1,65 | 1,87 | 2,90 | 2,42 | 1,96 |
| ROA | 0,10 | 0,13 | 0,15 | 0,12 | 0,12 | 0,07 | 0,06 | 0,04 | 0,03 | 0,06 | 0,06 | 0,04 | 0,05 | 0,09 | 0,09 | 0,10 |
| ROE | 0,22 | 0,23 | 0,23 | 0,21 | 0,24 | 0,16 | 0,12 | 0,07 | 0,05 | 0,09 | 0,11 | 0,08 | 0,11 | 0,15 | 0,15 | 0,17 |
| Margem líquida | 0,12 | 0,13 | 0,15 | 0,14 | 0,15 | 0,10 | 0,07 | 0,04 | 0,03 | 0,09 | 0,11 | 0,11 | 0,14 | 0,17 | 0,14 | 0,16 |
| Caixa / ativos | 0,16 | 0,21 | 0,29 | 0,29 | 0,33 | 0,16 | 0,09 | 0,16 | 0,19 | 0,44 | 0,20 | 0,29 | 0,26 | 0,35 | 0,23 | 0,19 |
| Tangibilidade | 0,03 | 0,04 | 0,04 | 0,04 | 0,04 | 0,04 | 0,07 | 0,07 | 0,08 | 0,11 | 0,07 | 0,04 | 0,04 | 0,05 | 0,05 | 0,06 |
Definição de cada variável no balão da linha (e em derive.sql, replicada no do-file de validação). Calculadas sobre as contas padronizadas acima; MVP a validar.
CGVN — Informe "pratique ou explique"
⬇ Baixar todas as respostas e justificativas (CSV)
| Ano | Versão | Entregue em | Documento oficial |
|---|---|---|---|
| 2018 | 1 | 31/10/2018 | ver informe na CVM ↗ |
| 2019 | 1 | 31/07/2019 | ver informe na CVM ↗ |
| 2020 | 1 | 31/07/2020 | ver informe na CVM ↗ |
| 2021 | 2 | 27/08/2021 | ver informe na CVM ↗ |
| 2022 | 1 | 29/07/2022 | ver informe na CVM ↗ |
| 2023 | 1 | 31/07/2023 | ver informe na CVM ↗ |
| 2024 | 1 | 31/07/2024 | ver informe na CVM ↗ |
| 2025 | 1 | 31/07/2025 | ver informe na CVM ↗ |
Segmento de listagem B3
Extraído do Formulário Cadastral (FCA), dados abertos da CVM:
| Ano | Segmento B3 | Fonte oficial |
|---|---|---|
| 2018 | Novo Mercado | FCA 2018 ↗ |
| 2019 | Novo Mercado | FCA 2019 ↗ |
| 2020 | Novo Mercado | FCA 2020 ↗ |
| 2021 | Novo Mercado | FCA 2021 ↗ |
| 2022 | Novo Mercado | FCA 2022 ↗ |
| 2023 | Novo Mercado | FCA 2023 ↗ |
| 2024 | Novo Mercado | FCA 2024 ↗ |
| 2025 | Novo Mercado | FCA 2025 ↗ |
Conselheiros e administradores
Extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Remuneração dos administradores
Extraída do item 8 do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Auditor independente
Extraído da seção de auditores do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Propriedade, laços e exterior
Posição acionária, capital, partes relacionadas e valores mobiliários no exterior — extraídos do Formulário de Referência (FRE), dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | FRE 2010 ↗ |
| 2011 | FRE 2011 ↗ |
| 2012 | FRE 2012 ↗ |
| 2013 | FRE 2013 ↗ |
| 2014 | FRE 2014 ↗ |
| 2015 | FRE 2015 ↗ |
| 2016 | FRE 2016 ↗ |
| 2017 | FRE 2017 ↗ |
| 2018 | FRE 2018 ↗ |
| 2019 | FRE 2019 ↗ |
| 2020 | FRE 2020 ↗ |
| 2021 | FRE 2021 ↗ |
| 2022 | FRE 2022 ↗ |
| 2023 | FRE 2023 ↗ |
| 2024 | FRE 2024 ↗ |
| 2025 | FRE 2025 ↗ |
| 2026 | FRE 2026 ↗ |
Demonstrações financeiras
Contas extraídas da DFP consolidada, dados abertos da CVM:
| Ano | Fonte oficial |
|---|---|
| 2010 | DFP 2010 ↗ |
| 2011 | DFP 2011 ↗ |
| 2012 | DFP 2012 ↗ |
| 2013 | DFP 2013 ↗ |
| 2014 | DFP 2014 ↗ |
| 2015 | DFP 2015 ↗ |
| 2016 | DFP 2016 ↗ |
| 2017 | DFP 2017 ↗ |
| 2018 | DFP 2018 ↗ |
| 2019 | DFP 2019 ↗ |
| 2020 | DFP 2020 ↗ |
| 2021 | DFP 2021 ↗ |
| 2022 | DFP 2022 ↗ |
| 2023 | DFP 2023 ↗ |
| 2024 | DFP 2024 ↗ |
| 2025 | DFP 2025 ↗ |